Minhas histórias são todas reais, não preciso que ninguém acredite ou não, esse não é meu objetivo. Meu objetivo é desabafar, excitar e alegrar o dia de mais de uma pessoa. Essa página me deu momentos muito bons e me ajudou a conhecer gente com quem me diverti pra caralho, muitas pessoas com quem mantenho contato por e-mail. Essa história aconteceu há um ano: "O do Taxista e o Amigo dele". Minha vida tinha acabado de dar uma volta de 360º quando meu namorado encontrou as fotos que provavam minhas traições no meu computador. Quando saí do banho e vi ele sentado na minha cadeira, chorando, olhando pra tela, sabia que algo não tava certo. Ele nunca mexia no meu laptop e bastaram 10 minutos pra ele ver meus últimos anos em imagens. Ele foi embora de casa meia hora depois disso, com uma mochila que mal cabia todas as coisas dele e com a certeza de que eu não ia mais ficar com ele.
(Fotos como estas) Chamei uma amiga do meu círculo mais próximo, a que eu tinha mais confiança. Contei a história toda, ela também ficou de boca aberta porque ninguém fazia ideia de que eu tinha feito essas coisas. Dizem que os amigos aparecem nessas horas, e posso garantir que é verdade. Tem gente que se conta nos dedos de uma mão, e tô percebendo isso ultimamente. Então, depois de falar com minha amiga e dizer que precisava ir na casa dela pra explicar melhor a situação, principalmente porque me recusava a ficar sozinha pelo resto da noite pela minha própria saúde mental, me vesti e saí de casa pra pedir um Uber ou um táxi. Tava perto de uma ponte quando, apoiada no parapeito, procurava um Uber no meu celular. Não tinha a conta vinculada e tive que fazer um cadastro novo porque também não lembrava da senha. No fim, depois de alguns minutos enrolando, um táxi parou na minha frente e fiz um sinal pra entrar. O homem aceitou e entrei no carro. Era umas 8 da noite e nessa época já tá bem escuro nesse horário. Dei pro taxista o endereço da minha amiga, que ficava do outro lado da cidade, e a viagem começou. As luzes dos postes, o silêncio do táxi e as voltas que minha cabeça tava dando me deixaram muito, muito triste. Lembrei de vários erros do passado, de viagens e coisas que passei super bem com meu namorado, no fim, me arrependi de ter perdido ele. Comecei a chorar. Não demorou muito até o próprio taxista perceber e, quando parou num semáforo, olhou pelo retrovisor central e me perguntou. — O que houve, mocinha? + Nada, coisas, um dia bem ruim. — Mas cê tá bem? Conta o que quiser, que os taxistas são que nem os de bar, psicólogos. + Bom, não costumo me abrir com essas coisas, mas meu namorado acabou de me largar. Tava pouco me lixando pra contar a história. O senhor devia ter uns 50 anos, com bigode e uma barba grisalha. Provavelmente não ia se importar com histórias de garotos que terminam seus relacionamentos por causa dos comportamentos de hoje em dia, então usei aquele momento no táxi como uma oportunidade pra desabafar. No fim das contas, ia pra casa da minha amiga fazer a mesma coisa, conversar com alguém e tentar colocar meu futuro nos eixos. — Ufa, os homens, que sacanagem. E por que terminaram? Eram namorados há muito tempo? — É, já fazia um tempo. Pois é, porque ele descobriu que eu fui infiel. Na verdade, eu mereço... — Nossa. Sim, conheço essas histórias. Agora vem o arrependimento e ficar remoendo. Não se preocupa, gata, você é muito nova, com certeza em alguns meses nem vai lembrar disso. — Vamos ver, espero não ficar muito mal... — Vai ver que não. E aí, você deu um chifre nele com um amigo dele ou algo assim? E ele ficou sabendo? Desculpa se pergunto demais, você me fala e pronto, tá. — Não se preocupa, prefiro falar sobre isso, na real. Eu traí ele com um cara que eu gostava há um tempo, e o filho da puta abriu a boca pra um amigo, e esse amigo contou pro meu namorado. Só pra foder, basicamente. E me foderam bonito. — E você não conseguiu convencer ele? Ou dizer que era mentira? Quer dizer, se são anos juntos, se antes tudo ia bem, ele deveria acreditar em você se não tem provas. — O pior é que tinha provas... é que olha, eu tive encontros com caras várias vezes, e de brincadeira a gente tirava fotos e eu guardava. Pois é... ele encontrou. Então não só acreditou na história do amigo, como também viu como eu dava o cu pra outros caras, ou como eu chupava o pau deles. Resumindo, o mundo caiu na cabeça dele e depois na minha. — Não acredito, nossa, agora sim é a história mais doida que já me contaram nesse táxi. — Pra você ver... é assim que eu tô. — falei enquanto apoiava o rosto no vidro de novo e as lágrimas continuavam escorrendo pelos meus olhos. — Então, ele descobriu que você é uma puta gostosa?
Já nem sei mais o que ele vai pensar, não sou tão assim, não gosto de qualquer cara, mas claro, encontrar fotos como as que ele viu, não dá pra me justificar muito... — Ok, então você gosta de sexo com homens, mas não é tão fácil assim? — Algo assim, sim. Mas enfim, já nem sei mais do que gosto. A única coisa que quero é que o tempo passe e ver como vou lidar com minha vida agora. O homem começou a olhar de vez em quando pelo retrovisor do carro, olhando pro meu rosto. A conversa pareceu ficar um minuto parada, o carro em silêncio. Estávamos no meio do caminho, e eu via o motorista olhando pra minha cara, e voltando a olhar pra estrada. Depois de um breve momento, ele falou o seguinte, e as coisas começaram a se complicar de novo, como tantas vezes, que acabaram me levando até onde estou agora... — Olha, então... pra você se sentir melhor, eu também não sou perfeito, sou casado, mas já tive encontros com mulheres outras vezes. É comum, sabe? — Sim, eu sei, é mais comum do que muita gente pensa. Você ficaria surpreso com quantas vezes conheci caras com namorada que comem outras. — O mesmo digo eu. Muitas e muitas vezes. Até amigos meus. — A rua é "Gustavo D", né? — Sim, a que te falei antes. — Olha, se não quiser, tudo bem. Vou terminar o turno depois de te deixar, jantar e depois continuo. Quer que a gente pare num lugar que conheço agora, que é perto de onde vamos, e a gente relaxa um pouco? — Como assim, relaxa? Tenho que ver minha amiga agora, me deixa na rua dela, por favor, não tô a fim de besteira... — Tá bom, tá bom, desculpa. Falei caso você quisesse... já sabe, um consolo. Você não faz ideia de como posso alegrar seu momento, gostosa. Todas as sensações do passado voltaram. E no pior momento. O táxi, a noite, aquela situação de ir com um desconhecido... Já aconteceu tantas vezes que minha buceta já estava reagindo sozinha, mesmo meus olhos ainda estando completamente molhados de lágrimas. O pensamento de ter um momento com Esse cara cada vez ficava maior e mais real, e no fim meus instintos mais básicos falaram por mim, mesmo que minha cabeça e meu coração, os dois ao mesmo tempo, dissessem que não era hora nem lugar. — Pfff... olha, senhor, vamo, vamo pra onde você quiser... Tô nem aí pra vida mais. + Não sabe como me alegra ouvir isso, mas não fica triste, é um momento pra se divertir, vai ver que depois você se sente muito melhor. Além disso, você é jovem, gostosa, com certeza vai achar outro cara logo. Você me pareceu uma mina foda desde que entrou no carro, e por isso tive que perguntar por que você tava chorando... — Valeu pelas palavras. Aliás, qual é seu nome? + Pedro. Me chamo Pedro, e você? — Sophia. + Prazer, Sophia, bom, você vai ver como vai se divertir rapidinho. Vou dar a volta naquela rotatória pra chegar num terreno que conheço, nunca tem ninguém, ainda mais de noite. Tudo bem pra você? — Pode ir. + Perfeito, então, vamos virar aqui... e agora entramos por aqui. Chegamos num lugar deserto, que sinceramente nunca tinha visto antes, mesmo morando aqui há anos. Era tipo um terreno baldio com três muros altos ao redor, não muito longe da rua da minha amiga. Ele deixou o táxi atrás de um muro e desligou o taxímetro. + Pelo que vou fazer com você, não vou cobrar a corrida, fica tranquila, sei que você tá passando mal. — Valeu.
Eu estava cada dia mais triste. Me ver prestes a cometer outro ato como aqueles que me levaram a essa situação me deixava cada vez mais triste. Mal respondia ao Pedro, só com respostas bem curtas, e ele já estava saindo do banco do motorista e vindo para os bancos de trás com a lanterna do celular. + Bom, vou entrar. Se você ver alguém por perto, não se preocupa, às vezes aparece gente pra coisas parecidas com essa +Tá bom. . Se do mesmo jeito não aparecer ninguém, além do mais eu apaguei as luzes do carro, quase nem dá pra ver que a gente tá - Tá bom, beleza. Pedro entrou no carro e baixou a calça até os tornozelos. Então ele me fez uma pergunta que, sinceramente, me deixou pasma porque até agora esse assunto não tinha sido tocado. + Então você curte pelo cuzinho? - sim, eu curto. + Muito bom, então a gente vai se divertir pra caralho. Vem, mete ele na boca. - ele disse enquanto levava a mão na minha cabeça e me aproximava do pau dele. A luz da lua iluminava um pouco o interior do carro, e não foi difícil localizar a rola do Pedro. Eu ainda estava triste, sentia a umidade das lágrimas nos meus olhos. Isso ia ser uma sensação que ia e vinha ao longo da hora que durou tudo aquilo. É difícil ficar chorando o tempo todo, principalmente quando você tá sentindo um prazer intenso, mas comigo acontecia às vezes. Aproximei a boca da rola do Pedro e abri pra enfiar bem fundo. Ele soltou um gemido de prazer e continuou fazendo pressão com a mão na minha cabeça, pra enfiar até o talo, e eu já só conseguia abrir a boca totalmente e engasgar umas duas vezes. + Arggg... isso aí, engole engole, Sophia - Grrggr... grgrrr... Minha bucetinha não demorou pra reagir com a excitação da cena. Levei minha mão direita até ela e comecei a esfregar por cima da calça enquanto meus lábios continuavam chupando o pau do Pedro, que cada vez gemia mais e com mais intensidade. O frio que chegava pelas minhas costas me fez perceber que a janela atrás de mim estava um pouco abaixada. então, se a gente fosse embora com os gritos, ia dar pra ouvir tudo. — Hummm... Pedro... deixa eu subir o vidro, senão vão nos ouvir. + Não, não, deixa assim, pra ventilar o ambiente. Além disso, eu gosto, caso algum tarado se aproxime e fale alguma coisa. O carro tá trancado, não se preocupa. — Como quiser... O boquete cada vez pegava mais ritmo, chegou um ponto em que eu tava de joelhos no chão do banco, enquanto minhas mãos seguravam firme nas coxas do Pedro, e minha boca subia e descia naquela pica pra deixar ela bem limpinha e preparada. Pedro tava com a cabeça pra trás, boca aberta e fazendo força com a barriga pra não gozar. Dava pra ver que ele não ia aguentar muito mais. + Ughhhhh... ufffff... sophi, vou gozar, vou me acabar... para, para, que não aguento mais, hein... sério... argggg... tá, continua, continua... aaaaaaaahhhhhhhhhhhhh.... meu deeeeeus... — Gluupp.. gluppp... grgrggg... As bolas do Pedro tavam se esvaziando na minha boca e eu só focava em continuar chupando e chupando, como se quisesse sugar a alma dele. Eu pensava que a merda de dia que eu tava tendo não ia me impedir de aproveitar essa foda, mas tava me tornando mais porca do que o coração partido que eu tinha. Uma boa dose de leite nunca faz mal, então enquanto Pedro continuava se contorcendo de prazer no banco e as mãos dele tentavam segurar minha cabeça pra me enfiar mais fundo, comecei a engolir o néctar dele. + Engole, engole, aaaaay... ayyy... deixa bem limpinha. — Uuuuummm... ummm... Nesse ponto, onde já não tinha mais porra nenhuma nem no caule nem na cabecinha dele, e eu tinha deixado tudo bem limpo, minha bucetinha tava prestes a explodir. Como eu não tinha abaixado a calça, sentia todo o meu líquido molhando a calcinha, porque tava muito úmida. Enquanto desafivelava meu jeans e me preparava pra liberar minha vagininha, ouvi duas batidas no vidro do carro. Que susto, ou pelo menos era o que eu pensava.
+ Pedro: Sim? O que cê quer? Alô? Um homem, claramente mais velho que o Pedro porque era careca e o rosto dele tinha um monte de rugas, apareceu na janela e viu a situação. Não dava pra enganar ele ou falar que tinha se enganado, eu ainda tava com a pica do Pedro na mão e já tava com a bunda de fora. + Senhor: Opa, vim buscar uma putinha por aqui. Vocês se importam se eu der uma olhada? A mina vai deixar eu entrar, cê acha? + Pedro: Ah, porra, Antônio, é você. + Antônio: Pedro, nem tinha reparado que o carro era o táxi. Hahaha, já entendi. Ela deve ser a puta, né? - Eu disse: Me chamo Sofia. + Antônio: Já sei, filha, tô falando do que vocês tão fazendo porque o Pedro sempre traz putas aqui, hehehe. Ei, cê me deixa entrar ou não? + Pedro: Você decide, Sofia, pra mim tanto faz, ele é um cara legal. - Respondi: Pode vir, não me importo. + Antônio: Muito obrigado, tava há quinze minutos em pé na rua e não vinha ninguém. Ia embora daqui a pouco. + Pedro: Essa putinha já esvaziou minhas bolas com a boca. Cê não sabe como ela chupa. + Antônio: Então não sei, mas queria saber... Não precisou de mais palavras. Me sentei no banco do meio e fiquei na posição fetal. Assim, o Pedro podia começar a brincar com minha bunda, enquanto eu ia trabalhar a pica do Antônio com a boca. O Antônio começou a baixar as calças e na minha frente apareceu uma pica linda, uns 19 centímetros, com uma cabeça bem grossa e brilhante. As mãos dele foram direto na minha cabeça pra, de novo, controlar o ritmo do boquete, igual o Pedro tinha feito comigo antes. O Pedro, por sua vez, tava passando os dedos molhados de saliva na minha bunda e me dando umas cócegas e um prazer que só aumentava. Sem mais enrolação, o que doeu pra caralho, ele colocou a pica no meu buraco traseiro e começou a apertar. Eu tava com o pau do Antônio bem enfiado na boca, então quase não consegui reclamar, mas me virei pra falar pro Pedro preparar melhor minha bunda. - Não, Pedro, Dilata mais, que não entra nada... grgrrrr... dá mais com os dedos... + Pedro: Cala a boca, putinha, já tá boa, chupa ele aí que você nem vai perceber quando ele tiver dentro... - Por favor... chupa ele pelo menos... Meus pedidos foram em vão, porque toda a dignidade e cordialidade do Pedro sumiram quando a rola dele chegou perto do meu cu. Ele virou um filho da puta dominador, e mesmo no fundo eu gostasse de me ver submissa, com uma rola na boca e outra na entrada do cu, meu cu doeu pra caralho naquele minuto. - Aaaaaaaahhhhh... Desgraçado... tá doendo... + Pedro: Continua chupando a rola dele que você vai ver que passa tudo melhor. Arredonda mais o cu pra entrar direitinho. Obedeci o Pedro e empinei mais a bunda pra ele conseguir abrir melhor e meter até o talo. Ele cuspiu umas duas vezes na vara, o que eu agradeci pra caralho. Da minha parte, eu tinha a vara do Antônio até o fundo da garganta, e o cara mal falava ou resfolegava, só tava com a cabeça encostada no encosto, parecendo um defunto. Por mais que eu chupasse, sugasse, agitasse a rola dele ou enfiasse de uma vez até o fundo, ele mal reagia, até que sussurrou com os lábios algo que me deixou com um tesão do caralho + Antônio: Que delícia, que delícia, amor... isso aí, continua, continua mamando, continua mamando que vou encher tua boca de porra. Foi pra isso que você veio, hein, gostosa, foi pra isso que você veio até aqui? - Grrr... glup... glupp... gluppp... sim... + Antônio: Muito bem. Então vai se encher... Um pensamento passageiro do meu namorado me fez começar a chorar de novo. Nenhum deles percebeu, porque meus choros se misturavam com os gemidos dos três, às vezes até parecia que eu tava gemendo de prazer pela enrabada que tavam me dando. Mas não, eu chorava pelo meu namorado. É difícil chorar quando tão abrindo dois buracos seus, mas acreditem, dá. + Pedro: Que cu, que cu você tem, Sophia, como ele engole... aaaahhh que gostoso... ohhhh... ohhhh... - resfolegava o Pedro enquanto metia. Cada vez eram mais deliciosas e profundas. Minha bunda já tinha se acostumado completamente com o pau dele e a combinação era uma delícia. Cada vez eu curtia mais as estocadas dele, e minha buceta de repente começou a gozar. Eu estava sentindo um daqueles orgasmos que às vezes acontecem, onde sem quase te tocar, a força das investidas provoca o orgasmo. - Aauuuuumm... aaaammmm... tô gozando... ohhhh... ohhhh... - eu gemia me contorcendo de prazer enquanto minha xota enchia o banco de sucos. + Pedro: depois eu limpo, não se preocupa... ohhhh... agora vou me esvaziar de novo dentro do seu cu... vou te engravidar... porra, porra... que gostoso...! Antonio tirou minha boca do pau dele e, depois de enfiar a cabeça debaixo da minha barriga, começou a chupar todos os meus sucos que estavam saindo da minha buceta. A situação me deixou a mil por hora. Ver a cabeça careca daquele senhor debaixo de mim engolindo todos os meus líquidos que eu tinha acabado de soltar estava me deixando muito puta. Todo o líquido pré-ejaculatório que Pedro estava deixando dentro do meu cu, misturado com a saliva dele, fez com que meu esfíncter ficasse perfeitamente molhado e abraçando completamente o pau dele. Apertei a bunda para agarrar melhor o membro dele e Pedro não demorou a começar a me encher por dentro. + Pedro: aaaaaahhhhhhhhhhhh... já já, já foi... tô gozando de novo... oooooooohhhh meu deeeeeus... - Que gostoso... sim... esvazia tudo... ohhh... - eu pedia para Pedro enquanto mexia minha bunda em círculos, para espremer bem os ovos dele. + Pedro: meu deus, que gostoso sophi que bunda você tem... + Antonio: Eu experimento agora? Nem respondi. Quando Pedro tirou o pau da minha bunda, já meio mole, sentei em cima do Antonio e direcionei o pau dele com a minha mão até o buraco. Toda a porra do Pedro ainda estava dentro de mim e escorrendo, por isso montei rápido, para ajudar a lubrificar a trepada. + Antonio: que molhada você está, vejo que Pedro te tratou bem tesouro. - A gente pode aproveitar a gozada dele, sim... + Antonio: aaaai que gostoso, que delícia Entra... vamos, pula, pula e esvazia dentro de mim também, que você me deixou a ponto de explodir com essa boquinha. — Ohhh... ohhh... que rabo... + Pedro: Vai, Antonio, que a menina tem um rabo do caralho, goza logo que tenho que ir jantar, porra, não vai demorar uma hora. + Antonio: Não, não, calma, já tô quase... Antonio mal conseguia se mexer, não sei se pelo prazer que tava recebendo do meu cu ou porque não aguentava mais fazer força, então eu foquei em pular e bater uma punheta com minha bunda pra ele terminar de esvaziar dentro de mim. Não durou mais de 10 puladas. + Antonio: aaaaaaiii... ohhhhh sim, sim... ummmmm... — Goza, vai, quero esses ovos como passas. Não deixa nem uma gota. + Antonio: você vai me matar, menina. ouuuhhhhh... Pedro, de frente (já tava no banco do motorista) olhou pra trás e falou o seguinte: + Pedro: é uma delícia, né Antonio? Que puta que eu trouxe hoje, caralho... enche ela bem que ela tá derretendo. + Antonio: tomara que ela venha mais vezes que a gente vai se divertir igual... Antonio me dava beijos nos peitos enquanto o pau dele terminava de esvaziar. Eu tava perfeitamente empalada e super confortável, olhando pro teto do carro, e apesar do prazer que sentia, não parava de ver a cara do meu namorado chorando enquanto olhava pra tela do meu notebook. Que dia de merda. A preocupação voltou a tomar conta de mim. — Claro, outro dia desses... Pedro, me leva na casa da minha amiga, se não se importa. Toma, esse é meu telefone, outro dia me chama. Tenho que ir. + Antonio: Jejeje, olha só, a menina quer repetir, que linda você é, e que rabão. — Vai. Pedro, me leva que tô com pressa. + Pedro: sai, Antonio, vai pro teu carro, que você gozou de novo graças a mim, mais um dia. A gente se vê por aí. Pedro ligou o carro e eu passei pro banho do carona. Coloquei a calça no lugar e ainda sentia as gozadas dele dentro de mim, batendo na minha calcinha por dentro. Não dava pra me limpar até mais tarde, então... aguentei ele dentro de mim e, quando cheguei na casa da minha amiga, fui no banheiro e me limpei bem, porque ainda tava aberta, ardendo e com resto de porra. O resto da noite foi papo, choro, prints de conversa do WhatsApp, perguntas... já dá pra imaginar. Antonio e Pedro já me mandaram mensagem no celular, mas tive que silenciar as conversas pra não me encherem o saco por enquanto. Esses tarados já queriam mais e a gente tinha acabado de transar. Até falaram de se ver no dia seguinte, mas mais tarde eu disse que avisava eles.
(Fotos como estas) Chamei uma amiga do meu círculo mais próximo, a que eu tinha mais confiança. Contei a história toda, ela também ficou de boca aberta porque ninguém fazia ideia de que eu tinha feito essas coisas. Dizem que os amigos aparecem nessas horas, e posso garantir que é verdade. Tem gente que se conta nos dedos de uma mão, e tô percebendo isso ultimamente. Então, depois de falar com minha amiga e dizer que precisava ir na casa dela pra explicar melhor a situação, principalmente porque me recusava a ficar sozinha pelo resto da noite pela minha própria saúde mental, me vesti e saí de casa pra pedir um Uber ou um táxi. Tava perto de uma ponte quando, apoiada no parapeito, procurava um Uber no meu celular. Não tinha a conta vinculada e tive que fazer um cadastro novo porque também não lembrava da senha. No fim, depois de alguns minutos enrolando, um táxi parou na minha frente e fiz um sinal pra entrar. O homem aceitou e entrei no carro. Era umas 8 da noite e nessa época já tá bem escuro nesse horário. Dei pro taxista o endereço da minha amiga, que ficava do outro lado da cidade, e a viagem começou. As luzes dos postes, o silêncio do táxi e as voltas que minha cabeça tava dando me deixaram muito, muito triste. Lembrei de vários erros do passado, de viagens e coisas que passei super bem com meu namorado, no fim, me arrependi de ter perdido ele. Comecei a chorar. Não demorou muito até o próprio taxista perceber e, quando parou num semáforo, olhou pelo retrovisor central e me perguntou. — O que houve, mocinha? + Nada, coisas, um dia bem ruim. — Mas cê tá bem? Conta o que quiser, que os taxistas são que nem os de bar, psicólogos. + Bom, não costumo me abrir com essas coisas, mas meu namorado acabou de me largar. Tava pouco me lixando pra contar a história. O senhor devia ter uns 50 anos, com bigode e uma barba grisalha. Provavelmente não ia se importar com histórias de garotos que terminam seus relacionamentos por causa dos comportamentos de hoje em dia, então usei aquele momento no táxi como uma oportunidade pra desabafar. No fim das contas, ia pra casa da minha amiga fazer a mesma coisa, conversar com alguém e tentar colocar meu futuro nos eixos. — Ufa, os homens, que sacanagem. E por que terminaram? Eram namorados há muito tempo? — É, já fazia um tempo. Pois é, porque ele descobriu que eu fui infiel. Na verdade, eu mereço... — Nossa. Sim, conheço essas histórias. Agora vem o arrependimento e ficar remoendo. Não se preocupa, gata, você é muito nova, com certeza em alguns meses nem vai lembrar disso. — Vamos ver, espero não ficar muito mal... — Vai ver que não. E aí, você deu um chifre nele com um amigo dele ou algo assim? E ele ficou sabendo? Desculpa se pergunto demais, você me fala e pronto, tá. — Não se preocupa, prefiro falar sobre isso, na real. Eu traí ele com um cara que eu gostava há um tempo, e o filho da puta abriu a boca pra um amigo, e esse amigo contou pro meu namorado. Só pra foder, basicamente. E me foderam bonito. — E você não conseguiu convencer ele? Ou dizer que era mentira? Quer dizer, se são anos juntos, se antes tudo ia bem, ele deveria acreditar em você se não tem provas. — O pior é que tinha provas... é que olha, eu tive encontros com caras várias vezes, e de brincadeira a gente tirava fotos e eu guardava. Pois é... ele encontrou. Então não só acreditou na história do amigo, como também viu como eu dava o cu pra outros caras, ou como eu chupava o pau deles. Resumindo, o mundo caiu na cabeça dele e depois na minha. — Não acredito, nossa, agora sim é a história mais doida que já me contaram nesse táxi. — Pra você ver... é assim que eu tô. — falei enquanto apoiava o rosto no vidro de novo e as lágrimas continuavam escorrendo pelos meus olhos. — Então, ele descobriu que você é uma puta gostosa?
Já nem sei mais o que ele vai pensar, não sou tão assim, não gosto de qualquer cara, mas claro, encontrar fotos como as que ele viu, não dá pra me justificar muito... — Ok, então você gosta de sexo com homens, mas não é tão fácil assim? — Algo assim, sim. Mas enfim, já nem sei mais do que gosto. A única coisa que quero é que o tempo passe e ver como vou lidar com minha vida agora. O homem começou a olhar de vez em quando pelo retrovisor do carro, olhando pro meu rosto. A conversa pareceu ficar um minuto parada, o carro em silêncio. Estávamos no meio do caminho, e eu via o motorista olhando pra minha cara, e voltando a olhar pra estrada. Depois de um breve momento, ele falou o seguinte, e as coisas começaram a se complicar de novo, como tantas vezes, que acabaram me levando até onde estou agora... — Olha, então... pra você se sentir melhor, eu também não sou perfeito, sou casado, mas já tive encontros com mulheres outras vezes. É comum, sabe? — Sim, eu sei, é mais comum do que muita gente pensa. Você ficaria surpreso com quantas vezes conheci caras com namorada que comem outras. — O mesmo digo eu. Muitas e muitas vezes. Até amigos meus. — A rua é "Gustavo D", né? — Sim, a que te falei antes. — Olha, se não quiser, tudo bem. Vou terminar o turno depois de te deixar, jantar e depois continuo. Quer que a gente pare num lugar que conheço agora, que é perto de onde vamos, e a gente relaxa um pouco? — Como assim, relaxa? Tenho que ver minha amiga agora, me deixa na rua dela, por favor, não tô a fim de besteira... — Tá bom, tá bom, desculpa. Falei caso você quisesse... já sabe, um consolo. Você não faz ideia de como posso alegrar seu momento, gostosa. Todas as sensações do passado voltaram. E no pior momento. O táxi, a noite, aquela situação de ir com um desconhecido... Já aconteceu tantas vezes que minha buceta já estava reagindo sozinha, mesmo meus olhos ainda estando completamente molhados de lágrimas. O pensamento de ter um momento com Esse cara cada vez ficava maior e mais real, e no fim meus instintos mais básicos falaram por mim, mesmo que minha cabeça e meu coração, os dois ao mesmo tempo, dissessem que não era hora nem lugar. — Pfff... olha, senhor, vamo, vamo pra onde você quiser... Tô nem aí pra vida mais. + Não sabe como me alegra ouvir isso, mas não fica triste, é um momento pra se divertir, vai ver que depois você se sente muito melhor. Além disso, você é jovem, gostosa, com certeza vai achar outro cara logo. Você me pareceu uma mina foda desde que entrou no carro, e por isso tive que perguntar por que você tava chorando... — Valeu pelas palavras. Aliás, qual é seu nome? + Pedro. Me chamo Pedro, e você? — Sophia. + Prazer, Sophia, bom, você vai ver como vai se divertir rapidinho. Vou dar a volta naquela rotatória pra chegar num terreno que conheço, nunca tem ninguém, ainda mais de noite. Tudo bem pra você? — Pode ir. + Perfeito, então, vamos virar aqui... e agora entramos por aqui. Chegamos num lugar deserto, que sinceramente nunca tinha visto antes, mesmo morando aqui há anos. Era tipo um terreno baldio com três muros altos ao redor, não muito longe da rua da minha amiga. Ele deixou o táxi atrás de um muro e desligou o taxímetro. + Pelo que vou fazer com você, não vou cobrar a corrida, fica tranquila, sei que você tá passando mal. — Valeu.
Eu estava cada dia mais triste. Me ver prestes a cometer outro ato como aqueles que me levaram a essa situação me deixava cada vez mais triste. Mal respondia ao Pedro, só com respostas bem curtas, e ele já estava saindo do banco do motorista e vindo para os bancos de trás com a lanterna do celular. + Bom, vou entrar. Se você ver alguém por perto, não se preocupa, às vezes aparece gente pra coisas parecidas com essa +Tá bom. . Se do mesmo jeito não aparecer ninguém, além do mais eu apaguei as luzes do carro, quase nem dá pra ver que a gente tá - Tá bom, beleza. Pedro entrou no carro e baixou a calça até os tornozelos. Então ele me fez uma pergunta que, sinceramente, me deixou pasma porque até agora esse assunto não tinha sido tocado. + Então você curte pelo cuzinho? - sim, eu curto. + Muito bom, então a gente vai se divertir pra caralho. Vem, mete ele na boca. - ele disse enquanto levava a mão na minha cabeça e me aproximava do pau dele. A luz da lua iluminava um pouco o interior do carro, e não foi difícil localizar a rola do Pedro. Eu ainda estava triste, sentia a umidade das lágrimas nos meus olhos. Isso ia ser uma sensação que ia e vinha ao longo da hora que durou tudo aquilo. É difícil ficar chorando o tempo todo, principalmente quando você tá sentindo um prazer intenso, mas comigo acontecia às vezes. Aproximei a boca da rola do Pedro e abri pra enfiar bem fundo. Ele soltou um gemido de prazer e continuou fazendo pressão com a mão na minha cabeça, pra enfiar até o talo, e eu já só conseguia abrir a boca totalmente e engasgar umas duas vezes. + Arggg... isso aí, engole engole, Sophia - Grrggr... grgrrr... Minha bucetinha não demorou pra reagir com a excitação da cena. Levei minha mão direita até ela e comecei a esfregar por cima da calça enquanto meus lábios continuavam chupando o pau do Pedro, que cada vez gemia mais e com mais intensidade. O frio que chegava pelas minhas costas me fez perceber que a janela atrás de mim estava um pouco abaixada. então, se a gente fosse embora com os gritos, ia dar pra ouvir tudo. — Hummm... Pedro... deixa eu subir o vidro, senão vão nos ouvir. + Não, não, deixa assim, pra ventilar o ambiente. Além disso, eu gosto, caso algum tarado se aproxime e fale alguma coisa. O carro tá trancado, não se preocupa. — Como quiser... O boquete cada vez pegava mais ritmo, chegou um ponto em que eu tava de joelhos no chão do banco, enquanto minhas mãos seguravam firme nas coxas do Pedro, e minha boca subia e descia naquela pica pra deixar ela bem limpinha e preparada. Pedro tava com a cabeça pra trás, boca aberta e fazendo força com a barriga pra não gozar. Dava pra ver que ele não ia aguentar muito mais. + Ughhhhh... ufffff... sophi, vou gozar, vou me acabar... para, para, que não aguento mais, hein... sério... argggg... tá, continua, continua... aaaaaaaahhhhhhhhhhhhh.... meu deeeeeus... — Gluupp.. gluppp... grgrggg... As bolas do Pedro tavam se esvaziando na minha boca e eu só focava em continuar chupando e chupando, como se quisesse sugar a alma dele. Eu pensava que a merda de dia que eu tava tendo não ia me impedir de aproveitar essa foda, mas tava me tornando mais porca do que o coração partido que eu tinha. Uma boa dose de leite nunca faz mal, então enquanto Pedro continuava se contorcendo de prazer no banco e as mãos dele tentavam segurar minha cabeça pra me enfiar mais fundo, comecei a engolir o néctar dele. + Engole, engole, aaaaay... ayyy... deixa bem limpinha. — Uuuuummm... ummm... Nesse ponto, onde já não tinha mais porra nenhuma nem no caule nem na cabecinha dele, e eu tinha deixado tudo bem limpo, minha bucetinha tava prestes a explodir. Como eu não tinha abaixado a calça, sentia todo o meu líquido molhando a calcinha, porque tava muito úmida. Enquanto desafivelava meu jeans e me preparava pra liberar minha vagininha, ouvi duas batidas no vidro do carro. Que susto, ou pelo menos era o que eu pensava.
+ Pedro: Sim? O que cê quer? Alô? Um homem, claramente mais velho que o Pedro porque era careca e o rosto dele tinha um monte de rugas, apareceu na janela e viu a situação. Não dava pra enganar ele ou falar que tinha se enganado, eu ainda tava com a pica do Pedro na mão e já tava com a bunda de fora. + Senhor: Opa, vim buscar uma putinha por aqui. Vocês se importam se eu der uma olhada? A mina vai deixar eu entrar, cê acha? + Pedro: Ah, porra, Antônio, é você. + Antônio: Pedro, nem tinha reparado que o carro era o táxi. Hahaha, já entendi. Ela deve ser a puta, né? - Eu disse: Me chamo Sofia. + Antônio: Já sei, filha, tô falando do que vocês tão fazendo porque o Pedro sempre traz putas aqui, hehehe. Ei, cê me deixa entrar ou não? + Pedro: Você decide, Sofia, pra mim tanto faz, ele é um cara legal. - Respondi: Pode vir, não me importo. + Antônio: Muito obrigado, tava há quinze minutos em pé na rua e não vinha ninguém. Ia embora daqui a pouco. + Pedro: Essa putinha já esvaziou minhas bolas com a boca. Cê não sabe como ela chupa. + Antônio: Então não sei, mas queria saber... Não precisou de mais palavras. Me sentei no banco do meio e fiquei na posição fetal. Assim, o Pedro podia começar a brincar com minha bunda, enquanto eu ia trabalhar a pica do Antônio com a boca. O Antônio começou a baixar as calças e na minha frente apareceu uma pica linda, uns 19 centímetros, com uma cabeça bem grossa e brilhante. As mãos dele foram direto na minha cabeça pra, de novo, controlar o ritmo do boquete, igual o Pedro tinha feito comigo antes. O Pedro, por sua vez, tava passando os dedos molhados de saliva na minha bunda e me dando umas cócegas e um prazer que só aumentava. Sem mais enrolação, o que doeu pra caralho, ele colocou a pica no meu buraco traseiro e começou a apertar. Eu tava com o pau do Antônio bem enfiado na boca, então quase não consegui reclamar, mas me virei pra falar pro Pedro preparar melhor minha bunda. - Não, Pedro, Dilata mais, que não entra nada... grgrrrr... dá mais com os dedos... + Pedro: Cala a boca, putinha, já tá boa, chupa ele aí que você nem vai perceber quando ele tiver dentro... - Por favor... chupa ele pelo menos... Meus pedidos foram em vão, porque toda a dignidade e cordialidade do Pedro sumiram quando a rola dele chegou perto do meu cu. Ele virou um filho da puta dominador, e mesmo no fundo eu gostasse de me ver submissa, com uma rola na boca e outra na entrada do cu, meu cu doeu pra caralho naquele minuto. - Aaaaaaaahhhhh... Desgraçado... tá doendo... + Pedro: Continua chupando a rola dele que você vai ver que passa tudo melhor. Arredonda mais o cu pra entrar direitinho. Obedeci o Pedro e empinei mais a bunda pra ele conseguir abrir melhor e meter até o talo. Ele cuspiu umas duas vezes na vara, o que eu agradeci pra caralho. Da minha parte, eu tinha a vara do Antônio até o fundo da garganta, e o cara mal falava ou resfolegava, só tava com a cabeça encostada no encosto, parecendo um defunto. Por mais que eu chupasse, sugasse, agitasse a rola dele ou enfiasse de uma vez até o fundo, ele mal reagia, até que sussurrou com os lábios algo que me deixou com um tesão do caralho + Antônio: Que delícia, que delícia, amor... isso aí, continua, continua mamando, continua mamando que vou encher tua boca de porra. Foi pra isso que você veio, hein, gostosa, foi pra isso que você veio até aqui? - Grrr... glup... glupp... gluppp... sim... + Antônio: Muito bem. Então vai se encher... Um pensamento passageiro do meu namorado me fez começar a chorar de novo. Nenhum deles percebeu, porque meus choros se misturavam com os gemidos dos três, às vezes até parecia que eu tava gemendo de prazer pela enrabada que tavam me dando. Mas não, eu chorava pelo meu namorado. É difícil chorar quando tão abrindo dois buracos seus, mas acreditem, dá. + Pedro: Que cu, que cu você tem, Sophia, como ele engole... aaaahhh que gostoso... ohhhh... ohhhh... - resfolegava o Pedro enquanto metia. Cada vez eram mais deliciosas e profundas. Minha bunda já tinha se acostumado completamente com o pau dele e a combinação era uma delícia. Cada vez eu curtia mais as estocadas dele, e minha buceta de repente começou a gozar. Eu estava sentindo um daqueles orgasmos que às vezes acontecem, onde sem quase te tocar, a força das investidas provoca o orgasmo. - Aauuuuumm... aaaammmm... tô gozando... ohhhh... ohhhh... - eu gemia me contorcendo de prazer enquanto minha xota enchia o banco de sucos. + Pedro: depois eu limpo, não se preocupa... ohhhh... agora vou me esvaziar de novo dentro do seu cu... vou te engravidar... porra, porra... que gostoso...! Antonio tirou minha boca do pau dele e, depois de enfiar a cabeça debaixo da minha barriga, começou a chupar todos os meus sucos que estavam saindo da minha buceta. A situação me deixou a mil por hora. Ver a cabeça careca daquele senhor debaixo de mim engolindo todos os meus líquidos que eu tinha acabado de soltar estava me deixando muito puta. Todo o líquido pré-ejaculatório que Pedro estava deixando dentro do meu cu, misturado com a saliva dele, fez com que meu esfíncter ficasse perfeitamente molhado e abraçando completamente o pau dele. Apertei a bunda para agarrar melhor o membro dele e Pedro não demorou a começar a me encher por dentro. + Pedro: aaaaaahhhhhhhhhhhh... já já, já foi... tô gozando de novo... oooooooohhhh meu deeeeeus... - Que gostoso... sim... esvazia tudo... ohhh... - eu pedia para Pedro enquanto mexia minha bunda em círculos, para espremer bem os ovos dele. + Pedro: meu deus, que gostoso sophi que bunda você tem... + Antonio: Eu experimento agora? Nem respondi. Quando Pedro tirou o pau da minha bunda, já meio mole, sentei em cima do Antonio e direcionei o pau dele com a minha mão até o buraco. Toda a porra do Pedro ainda estava dentro de mim e escorrendo, por isso montei rápido, para ajudar a lubrificar a trepada. + Antonio: que molhada você está, vejo que Pedro te tratou bem tesouro. - A gente pode aproveitar a gozada dele, sim... + Antonio: aaaai que gostoso, que delícia Entra... vamos, pula, pula e esvazia dentro de mim também, que você me deixou a ponto de explodir com essa boquinha. — Ohhh... ohhh... que rabo... + Pedro: Vai, Antonio, que a menina tem um rabo do caralho, goza logo que tenho que ir jantar, porra, não vai demorar uma hora. + Antonio: Não, não, calma, já tô quase... Antonio mal conseguia se mexer, não sei se pelo prazer que tava recebendo do meu cu ou porque não aguentava mais fazer força, então eu foquei em pular e bater uma punheta com minha bunda pra ele terminar de esvaziar dentro de mim. Não durou mais de 10 puladas. + Antonio: aaaaaaiii... ohhhhh sim, sim... ummmmm... — Goza, vai, quero esses ovos como passas. Não deixa nem uma gota. + Antonio: você vai me matar, menina. ouuuhhhhh... Pedro, de frente (já tava no banco do motorista) olhou pra trás e falou o seguinte: + Pedro: é uma delícia, né Antonio? Que puta que eu trouxe hoje, caralho... enche ela bem que ela tá derretendo. + Antonio: tomara que ela venha mais vezes que a gente vai se divertir igual... Antonio me dava beijos nos peitos enquanto o pau dele terminava de esvaziar. Eu tava perfeitamente empalada e super confortável, olhando pro teto do carro, e apesar do prazer que sentia, não parava de ver a cara do meu namorado chorando enquanto olhava pra tela do meu notebook. Que dia de merda. A preocupação voltou a tomar conta de mim. — Claro, outro dia desses... Pedro, me leva na casa da minha amiga, se não se importa. Toma, esse é meu telefone, outro dia me chama. Tenho que ir. + Antonio: Jejeje, olha só, a menina quer repetir, que linda você é, e que rabão. — Vai. Pedro, me leva que tô com pressa. + Pedro: sai, Antonio, vai pro teu carro, que você gozou de novo graças a mim, mais um dia. A gente se vê por aí. Pedro ligou o carro e eu passei pro banho do carona. Coloquei a calça no lugar e ainda sentia as gozadas dele dentro de mim, batendo na minha calcinha por dentro. Não dava pra me limpar até mais tarde, então... aguentei ele dentro de mim e, quando cheguei na casa da minha amiga, fui no banheiro e me limpei bem, porque ainda tava aberta, ardendo e com resto de porra. O resto da noite foi papo, choro, prints de conversa do WhatsApp, perguntas... já dá pra imaginar. Antonio e Pedro já me mandaram mensagem no celular, mas tive que silenciar as conversas pra não me encherem o saco por enquanto. Esses tarados já queriam mais e a gente tinha acabado de transar. Até falaram de se ver no dia seguinte, mas mais tarde eu disse que avisava eles.
3 comentários - Taxista e amigo se aproveitam de mim