Vou começar contando que sou um homem casado, maduro, mexicano, com tesão em garotas transexuais, especialmente as ativas, porque eu gosto mais de chupar a pica delas e que elas me comam. Tudo começou quando fui a um cinema pornô muito famoso no estado de Michoacán, onde tem travestis e transexuais circulando por todas as poltronas, perguntando se você quer um boquete por um trocado. Elas também dizem que você pode meter nelas com um pouco mais de grana. Também tem homens que fazem o mesmo, mas eles não pedem dinheiro — na verdade, eram esses que eu procurava. Sempre me esquentava um pouco e depois ia atrás de alguém pra me dar um boquete gostoso, tiravam meu leite e eu ia feliz pra casa. A vontade por trans começou um dia em que eu tava batendo uma vendo o filme no cinema, sentado numa poltrona, e uma se aproximou de mim e falou: "Te chupo por um tanto de dinheiro." Ela cheirava uma delícia, o perfume dela invadia tudo, e eu achei ela muito gostosa, quase igual a uma mulher. Fiquei nervoso e respondi: "Agora não, talvez mais tarde." "Ok", ela disse, "quando você quiser, vou andar por aqui.
Pouco depois, ela voltou e disse: "Não vai se animar? Você vai gostar." Eu falei: "Valeu, depois." Ela se retirou, mas eu já tava bem tarado, já queria soltar uma porra. Então fui no banheiro me bater uma. Tava nessa quando vejo ela entrar no banheiro e me vê batendo uma. Como as portas do banheiro não fecham, ela ficou um tempo ali me olhando parada e disse: "Me deixa?" Eu tava tão excitado que falei: "Pode vir." Ela tirou um camisinha, colocou em mim e começou a chupar. Não aguentei muito porque já tava muito tarado e além disso ela chupava deliciosamente. Jorrei a porra toda e ela não largou meu pau até tirar a última gota. Foi um boquete delicioso. Subi a calça, paguei e ela disse: "Eu venho aqui esses dias, quando quiser um boquete." E realmente, quando eu tava com tesão, ia no cinema, já sabia o horário que ela tava. Ia no banheiro quando queria que ela me desse o boquete. Ela chegava, entrava, colocava a camisinha e chupava. Eu gozava e saía. E assim foi por alguns dias.Até que um dia resolvi ir pra trás do cinema, obviamente tudo escuro. Lá ela chegou perto e disse: "Vai na frente pro banheiro que já vou te encontrar." Mas eu falei que não. E ela disse: "Chupo aqui." Falei: "Aqui? Sempre tem gente." Ela: "Aqui." Eu: "Tem muita gente." Ela: "Não importa se me virem." Ela chegou perto, senti a respiração ofegante dela, bem perto, começou a passar a mão no meu pau por cima da calça e me deu um beijo. Juntamos nossas línguas e eu beijava ela como se fosse minha namorada. Nisso, sinto o pau dela duro, colado no meu, durasso, e ela esfregava pra eu sentir. Ficamos nessa putaria um tempo e ela tava quase descendo pra chupar meu pau. Eu me afastei e falei: "Vamos pro banheiro." Cheguei lá e ela veio atrás de mim. Abaixei a calça, ela tirou a camisinha, colocou em mim e começou a chupar. Mas eu queria sentir o pau dela, que tinha esfregado em mim minutos antes.

Ela sentada na minha frente, eu me abaixei pra pegar na rola dela. Pensei que ia recusar, mas não, ela levantou, baixou a meia, a calcinha e mostrou o pau. Um pau grande, duro, delicioso. Comecei a tocar, apertar, e a gente se beijando, eu apertando o pau dela e ela o meu. Ela pergunta: "Você quer provar?" Não falei nada, só me abaixei e engoli aquela pica gostosa. Fiquei assim por um tempo, desgrudei da pica dela e coloquei meu pau na boca dela pra ela me chupar. Ela tirou meu leite, nunca tinha gozado tanto e tão gostoso. Paguei ela, e ela disse: "Quando quiser, tenho serviço também, na minha casa." Já me passou os preços. Trocamos números de celular pra combinar o próximo encontro.
E aí a gente combinou o próximo encontro, mas dessa vez ia ser na casa dela. Liguei, ela mandou a localização, cheguei e ela me recebeu de baby doll, tava uma delícia. Entrei, a gente começou a se beijar e eu falei: "Quero que você seja ativa, pode?" Ela respondeu: "Claro, já sabia que você curte a pica, dá pra ver que você é promíscua, e isso me deixava ainda mais excitada." Sentou na cama, tirou a pica pra fora e fez sinal com o dedo: "Vem, chupa." Então, gostosa, assim, piranha, ela falava um monte de coisa e me deixava louco de tesão. "Vou meter tudo pra você gozar bem gostoso, bem empalado, como um viadinho. Tem que chupar tudo, as bolas e tudo. Tem que ser mais puta. O que falta? Ser mais puta, chupar tudo por todos os lados, não cabe, você é bem dotada." Quando já tinha chupado bem, ela falou: "Ajoelha, vou te arrombar toda." Ajoelhei, ela passou lubrificante, colocou camisinha e foi metendo devagar. A safada sabe bem da pica que tem e como usar, não aguentei. Ela tirava, metia, dava duas ou três estocadas, e eu tirava. Comecei a me acostumar com a besta dela e aí começou o vai e vem, mais gostoso ainda. Ela falou: "Abre as pernas." Me puxou pra beirada e meteu de uma vez. Ficou assim um tempão até que gozou dentro. Essa foi a primeira vez de muitas que ela me comeu, porque agora eu sou o viadinho que engole a pica da minha travesti. Essas são as mensagens que ela me manda. Cês acham que não vou ficar com tesão e não vou dar minha bunda? "Quando você vem? Quero te comer mais. Adoro sua bunda, o que você quer? Tô viciada na sua bunda. Daria todo dia por mim, espero que venha logo levar sua pica. Vem amanhã, quero te comer gostoso. Pra se acostumar com minha pica, tem que se acostumar com meu pau e não doer. Tô aqui te esperando, meu viadinho, vem amanhã pra levar sua surra de pica. Começar a semana bem.

Tenho várias conversas com ela, se alguém quiser trocar.
2 comentários - Adoro bucetas trans