Já faz quase um ano que moro nesse bairro e sempre esbarrava na Alexandra, minha vizinha da casa ao lado, uns 44 anos (ou 45, não lembro direito). Eu, com meus 26, via ela passar todo dia e a gente se cumprimentava automaticamente, nunca trocamos muitas palavras.
Em janeiro deste ano começamos a conversar um pouco mais, ele me cumprimentava e perguntava como eu estava ou me contava sobre coisas que aconteciam perto de onde moramos, eu respondia de forma educada, mesmo que na maioria das vezes não ligasse muito.
Um dia ela chegou e tocou a campainha. Quando saí, me pediu se eu podia ajudar ela a mover a geladeira, porque tinha emperrado. Aceitei na hora e fui. Entrei na casa e, de fato, a geladeira tinha travado na hora de passar pela porta. Tive que fazer um pouco de força e passou. Ia embora, mas ela me segurou e disse pra eu tomar alguma coisa antes de ir. Me entregou uma cerveja.
Sentei no sofá pra beber e logo ela chegou, sentou meio perto de mim e fiquei nervoso. Ela começou a falar um monte de coisa que já nem lembro mais e foi se aproximando cada vez mais. Do nada, colocou a mão na minha perna e ficava me acariciando de vez em quando, tava me deixando excitado pra caralho.
Depois começou a mexer mais e colocou ela em cima do meu pau, eu já tava duro.
Aí a gente começou a se beijar, a mulher logo se mexeu e subiu em cima de mim pra rebolar. Ela tirou a blusa e ficou só de sutiã. Eu não resisti e comecei a pegar nos peitos dela enquanto ela se mexia, tirei o sutiã pra aproveitar mais. Ela tava com as mãos no meu pau, já tinha pegado ele por baixo da roupa e começou a tirar minha calça pra ficar com ele inteiro.
Aí ela começou a chupar minha pica, chupava como uma deusa, dava pra ver que tinha experiência, eu tava adorando demais. Sentia que se continuasse ia gozar na hora, então levantei ela e virei de costas, comecei a beijar ela por trás e a puxar a legging que ela tava usando, e ela não tava de calcinha por baixo. Coloquei uma camisinha que fui pegar e coloquei ela de quatro no sofá pra começar a meter.
A mulher gemia e gemia, eu tava curtindo pra caralho, ela também, pelo visto.
Virei ela e comecei a meter de papai-e-mamãe, e assim fomos trocando de posições por um bom tempo até que eu não aguentei mais e precisava gozar. Ela se levantou, colocou a boca na hora e engoliu TUDO, sem nem engasgar. A gente se beijou um pouco e eu fui embora.
Não sabia como reagir naquele momento nem nos dias seguintes, a gente só se cumprimentava e pronto, como se nada tivesse acontecido.
Depois de uma semana, ela me chamou e disse que se eu tinha tempo pra conversar na casa dela, que ela tava se sentindo mal e que era importante. Achei que ela viria pedir desculpas pelo parceiro dela e fui.
Ao entrar, tranquei a porta e ela se jogou em mim pra me beijar, fiquei sem reação e afastei ela, ela tirou a blusa e se jogou de novo, aí perdi o controle e começamos de novo, igual da outra vez, dessa vez acabei comendo ela em cima da mesa da sala e gozei de novo na boca dela, do jeito que tava começando a gostar.
Assim começamos a foder algumas tardes, a gente se cumprimentava quando chegava do trabalho e depois de uma hora ou duas eu ia na casa dela ou ela na minha pra foder um pouco, gozava na cara ou na boca dela e ela ia embora.
Até que um dia a parceira dele voltou, depois de uma semana mais ou menos, o turno dela tava acabando e ela tinha uns dias antes de ir embora. Aí tudo era mais escondido, só o "oi" e pronto.
Aí veio o dia 14 de fevereiro e a associação de moradores organizou um evento pra todo mundo do bairro. Fui só pra passar o tempo e ela tava lá. A gente conversou como se nada tivesse acontecido e ela me passou o número dela, na frente do marido, dizendo que se eu precisasse de algo, os vizinhos estavam ali. Apertei a mão do corno e fui embora.
Pouco depois, falei com ela e mal isso aconteceu, ela me pediu pra ir ao banheiro. Não hesitei nem um segundo e fui.
Entrei e ela já estava esperando lá dentro. Entramos disfarçados num cubículo e ela começou a chupar minha pica. Fazia mais ou menos uma semana que a gente não transava, e eu já não aguentava mais de tanto pensar na coroa. Depois de um tempo, comecei a meter sem camisinha naquele banheiro, no meio do som alto. Bateu uma vontade de gozar e, quando me puxei pra trás, ela veio junto comigo e eu gozei dentro. Ela não se irritou, só riu e foi embora.
Falei com ela pelo WhatsApp dizendo que precisava comer ela, e ela falava pra esperar, mas começou a me mandar fotos pra me acalmar. Agora a gente não transou muito por causa da quarentena, mas as fotos continuam chegando. Aproveitem, amigos!










Em janeiro deste ano começamos a conversar um pouco mais, ele me cumprimentava e perguntava como eu estava ou me contava sobre coisas que aconteciam perto de onde moramos, eu respondia de forma educada, mesmo que na maioria das vezes não ligasse muito.
Um dia ela chegou e tocou a campainha. Quando saí, me pediu se eu podia ajudar ela a mover a geladeira, porque tinha emperrado. Aceitei na hora e fui. Entrei na casa e, de fato, a geladeira tinha travado na hora de passar pela porta. Tive que fazer um pouco de força e passou. Ia embora, mas ela me segurou e disse pra eu tomar alguma coisa antes de ir. Me entregou uma cerveja.
Sentei no sofá pra beber e logo ela chegou, sentou meio perto de mim e fiquei nervoso. Ela começou a falar um monte de coisa que já nem lembro mais e foi se aproximando cada vez mais. Do nada, colocou a mão na minha perna e ficava me acariciando de vez em quando, tava me deixando excitado pra caralho.
Depois começou a mexer mais e colocou ela em cima do meu pau, eu já tava duro.
Aí a gente começou a se beijar, a mulher logo se mexeu e subiu em cima de mim pra rebolar. Ela tirou a blusa e ficou só de sutiã. Eu não resisti e comecei a pegar nos peitos dela enquanto ela se mexia, tirei o sutiã pra aproveitar mais. Ela tava com as mãos no meu pau, já tinha pegado ele por baixo da roupa e começou a tirar minha calça pra ficar com ele inteiro.
Aí ela começou a chupar minha pica, chupava como uma deusa, dava pra ver que tinha experiência, eu tava adorando demais. Sentia que se continuasse ia gozar na hora, então levantei ela e virei de costas, comecei a beijar ela por trás e a puxar a legging que ela tava usando, e ela não tava de calcinha por baixo. Coloquei uma camisinha que fui pegar e coloquei ela de quatro no sofá pra começar a meter.
A mulher gemia e gemia, eu tava curtindo pra caralho, ela também, pelo visto.
Virei ela e comecei a meter de papai-e-mamãe, e assim fomos trocando de posições por um bom tempo até que eu não aguentei mais e precisava gozar. Ela se levantou, colocou a boca na hora e engoliu TUDO, sem nem engasgar. A gente se beijou um pouco e eu fui embora.
Não sabia como reagir naquele momento nem nos dias seguintes, a gente só se cumprimentava e pronto, como se nada tivesse acontecido.
Depois de uma semana, ela me chamou e disse que se eu tinha tempo pra conversar na casa dela, que ela tava se sentindo mal e que era importante. Achei que ela viria pedir desculpas pelo parceiro dela e fui.
Ao entrar, tranquei a porta e ela se jogou em mim pra me beijar, fiquei sem reação e afastei ela, ela tirou a blusa e se jogou de novo, aí perdi o controle e começamos de novo, igual da outra vez, dessa vez acabei comendo ela em cima da mesa da sala e gozei de novo na boca dela, do jeito que tava começando a gostar.
Assim começamos a foder algumas tardes, a gente se cumprimentava quando chegava do trabalho e depois de uma hora ou duas eu ia na casa dela ou ela na minha pra foder um pouco, gozava na cara ou na boca dela e ela ia embora.
Até que um dia a parceira dele voltou, depois de uma semana mais ou menos, o turno dela tava acabando e ela tinha uns dias antes de ir embora. Aí tudo era mais escondido, só o "oi" e pronto.
Aí veio o dia 14 de fevereiro e a associação de moradores organizou um evento pra todo mundo do bairro. Fui só pra passar o tempo e ela tava lá. A gente conversou como se nada tivesse acontecido e ela me passou o número dela, na frente do marido, dizendo que se eu precisasse de algo, os vizinhos estavam ali. Apertei a mão do corno e fui embora.
Pouco depois, falei com ela e mal isso aconteceu, ela me pediu pra ir ao banheiro. Não hesitei nem um segundo e fui.
Entrei e ela já estava esperando lá dentro. Entramos disfarçados num cubículo e ela começou a chupar minha pica. Fazia mais ou menos uma semana que a gente não transava, e eu já não aguentava mais de tanto pensar na coroa. Depois de um tempo, comecei a meter sem camisinha naquele banheiro, no meio do som alto. Bateu uma vontade de gozar e, quando me puxei pra trás, ela veio junto comigo e eu gozei dentro. Ela não se irritou, só riu e foi embora.
Falei com ela pelo WhatsApp dizendo que precisava comer ela, e ela falava pra esperar, mas começou a me mandar fotos pra me acalmar. Agora a gente não transou muito por causa da quarentena, mas as fotos continuam chegando. Aproveitem, amigos!










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