Saladinha, sou o Guillermo, ou Memo, tenho 25 anos e moro em Tultitlán, no México. Adoro seus contos e te parabenizo por abrir esse espaço. Bom, como eu tava dizendo, fui trabalhar em El Paso, Texas, pra mandar dinheiro, mesmo não sendo meu plano. Cheguei em Tultitlán com 7 anos. Meus pais são um casal já de idade, me tiveram depois dos 35, diferente da minha vizinha, que quando conheci tinha 21 e dois filhos: Verônica, da minha idade, e Ricardo, mais novo. O pai, seu Dionísio, vendia tintas e impermeabilizantes, ia muito bem, até pagou faculdade particular pros filhos. Tudo parecia um mar de rosas, até que ele teve uma diabetes braba e não quis se cuidar. Mais cedo ou mais tarde, a morte chegou na família. Foi uma tragédia, sim, mas a vida segue. Os filhos, Verônica e Ricardo, casaram e formaram família. Eu continuava solteiro, sem ninguém, por causa do trampo e da faculdade. A "viúva" de manhã, quando eu saía, eu topava com ela, mas só nos olhávamos, nem um oi, nada. Quem falava com ela era minha mãe. Terminei a faculdade e notei que de manhã a senhora saía atrás de mim, pegávamos o mesmo transporte, só que ela descia antes, numa academia, e eu ia trabalhar. Quando comprei minha moto, parei de vê-la, mas já tinha na cabeça ir trabalhar pros Estados Unidos. Parei de ver a "viúva"... Um dia, decidi pedir demissão e comecei a estudar inglês de verdade, pra dominar. Não fez um mês, e a vizinha falou comigo que precisava de alguém pra ajudar a pintar a casa dela, porque queria alugar uns quartos, já que tinha ficado sozinha numa casa enorme. Contei da minha situação e ela me chamou, então aceitei um dinheiro extra, que nunca cai mal. Minha mãe tinha ido ao médico e ia chegar tarde, então depois da escola, a ideia era ir direto pra lá trabalhar pra não demorar muito. Secar.
Então coloquei meu macacão e umas botas, e bati na porta dela. Ela estava de leggings brancas e dava pra ver a tanguinha de renda verde dela. Não consegui evitar de olhar, verdade. Aí a vizinha me mostrou onde precisava pintar, então comecei a preparar o plástico e delimitar minha área de trabalho pra não sujar. Quando vejo minha vizinha, de lingerie, e ela me diz:
— Gostou? Pode ser seu, se quiser.
Não me abalei, porque ela era uma mulher de uns 37 anos, claro, já era avó, mas era uma coroa muito bem trabalhada na academia.
Não pensei nem um segundo e comecei a desabotoar o macacão, e fomos pro quarto dela. Lá, na cama de casal, ela começou a me fazer um boquete. Eu mudei de posição, arranquei a tanguinha dela e chupei a buceta dela, onde meus vizinhos tinham nascido. Do lado direito, onde estávamos deitados, tinha uma foto do marido dela, que eu peguei e virei de cabeça pra baixo porque sentia que ele tava nos olhando. Meti nela de quatro, de papai e mamãe, de frango assado, ela me ensinou a pose da deusa, da borboleta — nunca tinha feito essas posições, nem ouvido falar. Ia gozar na boca dela, mas ela disse que não, que não tirasse da buceta, e foi assim: joguei todo meu sêmen dentro da buceta dela. Como já era uma mulher de quase 40, não tinha problema nenhum.
Nos beijamos, comi ela tão forte que tirei a virgindade do cu dela, porque o marido nunca tinha feito por ali. Ela ficou fascinada. Mas tive que voltar a trabalhar pra recuperar o tempo perdido.
Meu celular tocou, era minha mãe perguntando se eu já tinha terminado. Só deu tempo de passar a primeira demão. No dia seguinte, a vizinha voltaria. Ela se despediu, me pagou (até me senti como se tivesse vendido sexo por dinheiro). Fui pra casa fazer minha tarefa e comer.
No dia seguinte foi igual. Só que dessa vez não esperei ela tirar a roupa "esportiva". Fomos direto pra ação, mas dessa vez ela prometeu que eu não fosse embora e ficasse lá. Comi e foi assim, a gente trepou naquele dia feito bicho, já não importava mais se eu terminava de pintar, pra minha mãe não estranhar. Agora a vizinha vai me buscar na escola e a gente vai pra um motel perto da escola e lá a gente faz. Um dia antes de terminar meu curso, falei pra ela: que tinha que ir na embaixada resolver meus papéis pra ir trabalhar nos EUA... Ela disse que eu não podia ir porque ela tava grávida, tirou da bolsa um teste de gravidez e falou que a gente ia ter um filho, não esperava por isso. Falei pra ela que com muito mais razão eu tinha que ir trabalhar pra sustentar o bebê, ela ficou feliz porque pensou que eu ia largar ela grávida ou pedir pra abortar, mas eu não sou esse tipo de pessoa. Me apressei com meus papéis e consegui entrar numa empresa de distribuição de armas no Texas. Contei pros meus pais a situação, eles me apoiaram, e eu vim com essa viúva pro outro lado. Depois de 3 anos morando aqui com uma família de 3 pessoas, somos muito felizes. É verdade que os filhos da Gloria pararam de falar com ela, mas como ela mesma diz, agora nosso filho e eu somos a família dela e somos, até onde dá, felizes. Às vezes temos problemas, mas sempre resolvemos na cama. Pra te falar, já pensei em pedir ela em casamento... Saudações, coelhinha, e obrigado por me fazer VIP e compartilhar seu material de qualidade. Saudações e continua assim! Não muda! Tô te mandando umas fotos pra você postar e ver que essa história não é MENTIRA!
















Então coloquei meu macacão e umas botas, e bati na porta dela. Ela estava de leggings brancas e dava pra ver a tanguinha de renda verde dela. Não consegui evitar de olhar, verdade. Aí a vizinha me mostrou onde precisava pintar, então comecei a preparar o plástico e delimitar minha área de trabalho pra não sujar. Quando vejo minha vizinha, de lingerie, e ela me diz:
— Gostou? Pode ser seu, se quiser.
Não me abalei, porque ela era uma mulher de uns 37 anos, claro, já era avó, mas era uma coroa muito bem trabalhada na academia.
Não pensei nem um segundo e comecei a desabotoar o macacão, e fomos pro quarto dela. Lá, na cama de casal, ela começou a me fazer um boquete. Eu mudei de posição, arranquei a tanguinha dela e chupei a buceta dela, onde meus vizinhos tinham nascido. Do lado direito, onde estávamos deitados, tinha uma foto do marido dela, que eu peguei e virei de cabeça pra baixo porque sentia que ele tava nos olhando. Meti nela de quatro, de papai e mamãe, de frango assado, ela me ensinou a pose da deusa, da borboleta — nunca tinha feito essas posições, nem ouvido falar. Ia gozar na boca dela, mas ela disse que não, que não tirasse da buceta, e foi assim: joguei todo meu sêmen dentro da buceta dela. Como já era uma mulher de quase 40, não tinha problema nenhum.
Nos beijamos, comi ela tão forte que tirei a virgindade do cu dela, porque o marido nunca tinha feito por ali. Ela ficou fascinada. Mas tive que voltar a trabalhar pra recuperar o tempo perdido.
Meu celular tocou, era minha mãe perguntando se eu já tinha terminado. Só deu tempo de passar a primeira demão. No dia seguinte, a vizinha voltaria. Ela se despediu, me pagou (até me senti como se tivesse vendido sexo por dinheiro). Fui pra casa fazer minha tarefa e comer.
No dia seguinte foi igual. Só que dessa vez não esperei ela tirar a roupa "esportiva". Fomos direto pra ação, mas dessa vez ela prometeu que eu não fosse embora e ficasse lá. Comi e foi assim, a gente trepou naquele dia feito bicho, já não importava mais se eu terminava de pintar, pra minha mãe não estranhar. Agora a vizinha vai me buscar na escola e a gente vai pra um motel perto da escola e lá a gente faz. Um dia antes de terminar meu curso, falei pra ela: que tinha que ir na embaixada resolver meus papéis pra ir trabalhar nos EUA... Ela disse que eu não podia ir porque ela tava grávida, tirou da bolsa um teste de gravidez e falou que a gente ia ter um filho, não esperava por isso. Falei pra ela que com muito mais razão eu tinha que ir trabalhar pra sustentar o bebê, ela ficou feliz porque pensou que eu ia largar ela grávida ou pedir pra abortar, mas eu não sou esse tipo de pessoa. Me apressei com meus papéis e consegui entrar numa empresa de distribuição de armas no Texas. Contei pros meus pais a situação, eles me apoiaram, e eu vim com essa viúva pro outro lado. Depois de 3 anos morando aqui com uma família de 3 pessoas, somos muito felizes. É verdade que os filhos da Gloria pararam de falar com ela, mas como ela mesma diz, agora nosso filho e eu somos a família dela e somos, até onde dá, felizes. Às vezes temos problemas, mas sempre resolvemos na cama. Pra te falar, já pensei em pedir ela em casamento... Saudações, coelhinha, e obrigado por me fazer VIP e compartilhar seu material de qualidade. Saudações e continua assim! Não muda! Tô te mandando umas fotos pra você postar e ver que essa história não é MENTIRA!

















10 comentários - A viúva gostosa (17 fotos + história)