Sou a putinha do meu sogrão

Relatos, fantasia em fotos. Não sou uma supermodelo, mas se me vissem na rua, com certeza iam virar pra me olhar.


Sou a putinha do meu sogrão

Sou a putinha do meu sogrão


Sou a putinha do meu sogrão
Meu sogro é um mulherengo, me sinto uma puta quando tô com ele, mas isso me excita tanto que sou capaz de largar tudo pra ele me comer gostoso.Tava na minha casa, o dia tava ensolarado e eu saí um pouco pra piscina, saí completamente pelada pra pegar um sol, pros meus machos eu gosto que quando eu tiver bronzeada seja um bronzeado uniforme. Tava deitada e meu celular tocou, não ia atender, mas podia ser algum dos meus amantes pra quem eu não nego nada, então peguei, vi quem era, meu sogro tarado já tava me ligando de novo, com certeza queria me dar uma fodida gostosa.
P – Oi papai, como tá meu super macho?
E – Entediado, putinha, tô com sua sogra fazendo compras, quero te ver no fim de semana rapidinho.
P – Pra gente foder gostoso?
E – Não, putinha, é pra tirar umas fotos, minha esposa não vai estar no fim de semana, vou mandar os empregados embora, preciso que você venha sem se pintar, traz roupa normal.
P – Tá bom, sogrinho, eu sou sua putinha e te obedeço, só deixa eu ver como vou fazer pra sair de casa.Sou a putinha do meu sogrãoFiquei pensando em que fotos seriam, ele não me pediu pra me vestir feito uma puta, então imaginei que seria algo normal. Na sexta à noite, falei pro meu marido que ia sair com umas amigas pra tomar um café no sábado à tarde. Arturo disse que sim, ele achava normal eu me encontrar com minhas amigas de vez em quando. No sábado, acordei cedo, meu marido já estava na cozinha preparando o café da manhã. A gente se deu um beijo, tomou café e conversou sobre o que tinha rolado na semana. Fizemos algumas coisas em casa, e na hora do almoço saímos pra comer. Pedi pra ele não demorar muito porque eu tinha que ver minhas amigas. Umas 4 e meia da tarde, a gente já tava de volta em casa. Mandei uma mensagem pro meu sogro, falei que já tava livre, e ele disse pra eu ir direto pra casa dele. Quando cheguei na casa do meu sogro, tudo estava muito calmo. É uma mansão de verdade, sempre tem um silêncio danado, mas dessa vez era ainda mais perceptível.Sou a putinha do meu sogrãoE – Pamela, as fotos que eu quero vão ser com você usando uniformes diferentes.
P – Sim, papai, do jeito que você quiser.
E – Vai tirar um fotógrafo muito bom, um dos melhores, e ainda trouxe uma maquiadora pra te ajudar com os figurinos.
P – Sogrinho, isso é muito estranho, uniformes de quê?
Ele riu.
E – De enfermeira, aluna, policial, etc., mas tudo digno de filme pornô.
Eu sorri pra ele e o beijei, nossas línguas brincavam, ele desceu as mãos até minhas nádegas, me soltou e me pegou pela mão, me levou até um estúdio que ele tem no jardim, lá estavam o fotógrafo e a maquiadora.
E – Olha, Cláudio, essa é a putinha que vai tirar as fotos.
Eu olhei pro fotógrafo e senti minha buceta ficar molhada, ele era muito gostoso, com um corpo incrível, depois observei a maquiadora, uma novinha de uns 20 anos, linda demais, parecia modelo.Sou a putinha do meu sogrãoC – Senhorita, por favor acompanhe a Audrey para se trocar.
O estúdio tinha um banheiro que improvisaram um pouco como se fosse um camarim. Lá estavam os diferentes uniformes, e para cada um tinha roupa íntima e sapatos. Primeiro, vesti um uniforme de aluna. Audrey me disse que a maquiagem seria bem leve, que seria a mesma para cada parte da sessão, só mudaria o penteado. Enquanto ela fazia dois rabos de cavalo em mim, eu via como a garota era linda, uma loira de olhos azuis, um corpo gostoso. Quando ela me maquiava, deu muita vontade de beijá-la, mas me segurei.Sou a putinha do meu sogrãoQuando saí pra primeira sessão, meu sogro tava sentado numa poltrona, bebendo alguma coisa e fumando um charuto. Cláudio me olhou com muita safadeza. Ele começou a me dar instruções, sempre me chamava de senhorita, pedi pra ele me chamar de Pamela e me tratar por "você".Sou a putinha do meu sogrãoMe coloquei em várias posições, a fantasia era muito pequena, como todas que eu usaria pras fotos. Depois vesti a de enfermeira, depois a de professora, veio a de freira, secretária, quando chegou a vez da de policial, enquanto a Audrey me penteava, não aguentei mais, tava muito excitada com tudo, beijei a Audrey, ela correspondeu ao beijo, nunca imaginei que beijaria uma mulher tão gostosa. Ela levantou a saia da fantasia, puxou a tanga pro lado e chupou minha buceta gostoso, depois chupou meu clitóris, muito rápido me fez gozar.
P – Isso, Audrey, assim, tô gozando.
Ao ouvir os barulhos, meu sogro entrou.
E – Já tá de puta.
P – Sim.Sou a putinha do meu sogrãoEu sorri pro meu sogrão e levantei a Audrey, comecei a tirar a roupa dela, meu sogro saiu e fechou a porta, chupei os peitões enormes da Audrey, os bicos dela estavam bem durinhos, ela gemia gostoso pra caralho, cada vez eu ficava mais excitada. Depois a gente foi pro 69, eu por cima e ela por baixo. Começamos a chupar as bucetas uma da outra, depois cada uma chupava o clitóris da outra. A gente chupava e gemia, segurou muito e quase gozamos juntas num orgasmo delicioso. Ela ajeitou a roupa, eu vesti a próxima fantasia e continuamos a sessão. Quando a gente tava quase gozando, meu sogrão falou pra fazer uma orgia, Audrey disse que era sapatão, Claudio falou que então os dois caras podiam me comer gostoso. Meu sogrão disse que tava morrendo de vontade de ficar com a Audrey, eu falei pra Audrey transar com ele e que meu sogrão ia pagar ela, Audrey topou.Sou a putinha do meu sogrãoEles tiraram a pica pra fora, a gente se abaixou e começou a chupar, a pica do meu sogro era bem maior que a do Cláudio, mas a do Cláudio não era ruim, e tinha um gosto gostoso. Eu fiquei um tempão chupando por todo lado, a Audrey fazia a mesma coisa, pelo visto meu sogro tava agradando ela. Senti um pouco de ciúme, queria que meu sogro fosse só meu, só meu macho, mas não, eu sabia que o Eduardo comia várias mulheres, eu era só mais uma das putas dele.
Meu sogro levantou a Audrey, chupava os peitos dela, acariciava a bunda dela. Eu me levantei, deitei no sofá e abri as pernas, o Cláudio pegou a pica dele e aproximou da minha buceta, eu me abri ainda mais e ele meteu.
P – Aaaahhhh que gostoso.Sou a putinha do meu sogrãoCláudio se movia rápido, pegava nos meus peitos e apertava forte. Os gemidos da Audrey já eram gritos, eu não conseguia ver o que eles faziam, mas pelos gritos dava pra saber que estavam satisfazendo aquela mulher gostosa pra caralho.

Fiquei sendo comida assim por um tempo pelo Cláudio. Ele mudou minha posição, me colocou de quatro e agora eu conseguia ver o outro casal: meu sogro tava sentado numa cadeira, a Audrey montada nele, cavalgando bem rápido. Cláudio me dava tapas na bunda, eu queria deixar meu sogro com ciúmes e comecei a gritar.Sou a putinha do meu sogrãoP – Assim, Cláudio, me come gostoso.
C – Que delícia, Pamela.
P – Assim, meu garanhão, enfia essa pica enorme.

Meu sogro nem olhava pra gente, então resolvi aproveitar a trepada e esquecer ele por um tempo. Trocamos de posição: ele sentou no sofá, eu sentei no pau dele de costas. Comecei a subir e descer bem rápido, ele me segurava pela cintura, me levantava e me deixava cair de novo. Me fez gozar, enquanto meus sucos molhavam o pau dele, e o leite dele encheu minha buceta. Me recostei nele, enquanto a gente se recuperava, ouvindo os gemidos do Eduardo e da Audrey. Eu e o Cláudio continuamos a sessão de fotos, que acabou, mas o Eduardo e a Audrey não paravam de transar. Umas meia hora depois, eles terminaram.

A Audrey e a Cláudia foram embora, e meu sogro disse que precisa...Sou a putinha do meu sogrãoBa, que eu ia passar a noite inteira de um fim de semana com ele, na cabana dele. Falei que precisava dar um jeito de sair sem meu marido desconfiar.
Fui pra minha casa, no caminho pensando em como conseguir passar um fim de semana com meu sogro, cheguei em casa e não me vinha nada na cabeça. De noite quase não dormi pensando em como ver meu sogro no fim de semana.
No dia seguinte, enquanto tomava café com meu marido, me veio a ideia de falar que queria ir pra um retiro, que tava me sentindo meio estressada e precisava relaxar. Ele disse que sim, e que se pudesse ajudar em algo, ficaria feliz em ajudar. Levantei e beijei ele, falei que se todo mundo fosse como ele, eu nunca me estressaria. Ele sorriu pra mim.
Arturo foi se arrumar porque a gente ia visitar uma exposição num museu. Eu aproveitei pra ligar pro meu sogro.Sou a putinha do meu sogrãoP – Oi, meu amor.
E – Oi, Pam.
P – Daqui a quinze dias a gente pode ficar junto no fim de semana.
E – Muito bom, Pamela, você não vai se arrepender.
P – Nunca me arrependo de ficar com você, sabe que é o macho que eu mais gosto.
E – Sábado a gente se vê na rua de sempre.
P – Sim, papai, mando um beijo na sua boca e um beijo pra sua pica enorme e deliciosa.
Fui com meu marido pro museu, depois fomos comer, tava muito tesuda, mas tinha que ser discreta porque meu marido tava na frente, em outras circunstâncias já tava pedindo rola pra alguém.Sou a putinha do meu sogrãoNaquele domingo eu não transei, na segunda, terça e quarta foi a mesma coisa, na quinta de manhã eu já não aguentava mais, não importava com quem, mas eu precisava dar pra alguém, precisava me sentir a puta de algum macho.
Peguei meu celular, deslizei a tela de contatos, coloquei o dedo sem olhar, a pessoa que estivesse debaixo do meu dedo seria quem ia me tirar do tesão naquele dia. Quando parei, tirei o dedo e li: Miguel, ele era um guri de 18 anos que conheci numa festa da escola de um dos meus sobrinhos, uma festa pra arrecadar fundos, ele me deu em cima e daí viramos amantes. Liguei pra ele.
P – Oi Miguel, preciso de um macho urgente.
M – Oi Pam, eu vou ser esse macho.
P – Mas precisa ser hoje.
M – Onde a gente se vê? Já quero te comer.Sou a putinha do meu sogrãoP – Te vejo no Monarca, que horas você sai da escola?
M – Só daqui a pouco, mas vou direto pro hotel.
A gente se despediu, peguei as chaves do meu carro, o dinheiro e fui pro hotel. Quando cheguei, Miguel já estava me esperando. Pedimos o quarto. No quarto, a gente se beijou bem gostoso, eu precisava que aquele macho me fizesse dele de novo. A gente se pelou e eu me abaixei pra chupar a rola dele, fiz com muita vontade, minha língua passava por todo o tronco, ele gemia todo excitado.Sou a putinha do meu sogrãoP – Que piroca gostosa você tem.
M – Chupa aqui, puta, essa boca foi feita pra mamar.
Continuei chupando, minha língua passava por tudo, ele não aguentou muito, encheu minha boca de porra, eu engoli tudo. Deitei e ele começou a chupar meus peitos, ia de um pro outro, adorava como ele usava a língua nos meus bicos, dava uns tapinhas suaves que me fazia ficar toda molhada. Ele continuou mamando meus peitos por um tempo.
Eu peguei na vara dele e comecei a acariciar, ela foi ficando dura, crescendo, ele sorriu pra mim e disse.
M – Que bom que você gosta tanto de sexo.
P – Não consigo viver sem.
Abri as pernas.
P – Mete em mim, mete tudo, me come gostoso com essa piroca tão gostosa que você tem.Sou a putinha do meu sogrãoEle meteu tudo em mim, eu gemi e começamos a nos mexer. Nossos movimentos eram rápidos, Miguel sempre me comia com força, eu adorava isso, adorava que aquele macho me fizesse sentir que eu era só a putinha dele, que meu corpo era pra ele ter onde gozar. Enquanto metia, ele pegava nos meus mamilos, apertava forte, me dava uma dorzinha, eu amava o que sentia.
P –Assim, me come com força, você é meu macho, me dá esse pau duro.Sou a putinha do meu sogrãoEle continuava me comendo bem rápido, meu corpo tava muito quente, aquele jovem tava me dando uma fodida deliciosa, o pau dele tava fervendo, queimava minha buceta, nossos gemidos eram muito altos, o prazer era tanto que me fez gozar, meu corpo tremia enquanto meus líquidos escorriam da minha buceta. Ele tirou o pau de dentro e gozou na minha barriga e nos meus peitos. Deitou do meu lado, ficamos assim por um tempo, enquanto nos recuperávamos.

Eu perguntava sobre as coisas dele, ele sobre as minhas, ainda era cedo e eu queria que ele me comesse no cu. Comecei a beijar o peito dele, fui descendo até chupar o pau dele, quando ficou duro eu falei:

P – Mete no meu cu.Sou a putinha do meu sogrãoM –Muito bem, vadia, fica de quatro.
Obedeci, não precisei de lubrificante, tava tão excitada que minha bunda aguentava qualquer pau. Ele pegou no dele e apontou pro meu cu, enfiou devagar, meu cu foi abrindo, o prazer era uma delícia.
P –Mete tudo, sinto ele tão gostoso.
M –Toma, vadia, vou te encher de pica.
P –Sim, me enche, me come gostoso.
Sentia meu cu se abrindo cada vez mais, o pau dele queimava, tava muito quente, adorava deixar meu macho assim, o pau dele desse jeito era porque ele adorava comer a vadia dele. Eu me mexia pra trás, tentando fazer o pau dele entrar mais fundo.Sou a putinha do meu sogrãoM – Que delícia como tu aperta, putinha.
P – Cê gosta como meu cu aperta?
M – Sim, putinha, que cu gostoso.
Nossos movimentos eram rápidos, a cama rangia, eu amava o cheiro de sexo que tomava o quarto. Ele começou a me dar palmadas, as palmadas eram fortes, eu gostava de como ele me usava, de como me fazia sentir uma putinha.
P – Assim, me come com força, arrebenta meu cu com essa pica enorme.Sou a putinha do meu sogrãoM – Toma, putinha, sente como eu tô metendo em você.
P – Isso, meu macho, sinto você abrindo meu cu.
Ele gozou dentro do meu cu, já tava com pouca porra, mas eu curti como aquele pouco de sêmen deixou meu rabo bem escorregadio.Sou a putinha do meu sogrãoÀ noite, meu marido me pediu pra fazer amor, a gente fez e, como quase sempre, não senti nada, fingi que tava adorando, e é que com as galhadas que eu dou nele toda hora, pelo menos tinha que saber fingir, afinal ele era um bom marido.
Sexta-feira fiquei de boa em casa, o fim de semana passei com meu marido. Foi um fim de semana bem tranquilo. Segunda-feira fiquei pensando que no fim de semana ia estar com meu sogro, fiquei com muito tesão. Terça-feira fiquei sem sexo, desde quinta-feira passada com meu marido não tinha recebido pica, e vocês sabem que a do meu marido não conta. Quarta-feira, já não aguentava mais, queria pica, não sabia se chamava um dos meus amantes ou se ia chegar morrendo de vontade no meu sogro. Não aguentei e liguei pro meu sobrinho Juan Carlos na hora do almoço.
P – Oi, como cê tá, meu gostoso?
J – Oi, tia, com uma vontade danada de enfiar a pica em você.
P – Que delícia, não fica só na vontade não, vem me comer.Sou a putinha do meu sogrãoJ - Chegou lá pras 4.
P - Beleza, mas não demora mais, porque senão não dá tempo de fazer direito. E se seu tio chegar?

Bateram 4 da tarde, eu tava impaciente, só de fio dental, sutiã e salto, queria que meu sobrinho chegasse logo e me comesse. Deu 4 e quinze e ele não vinha, liguei pra ele mas não atendeu, tava desesperada, precisava do meu sobrinho pra ontem.

Quase às 5 o Juan Carlos chegou, quando fiz ele entrar em casa, me joguei nele pra beijar, ele me segurou pelas costas, fiz ele baixar os braços pra pegar na minha bunda.

P - Cadê você, papai?
J - Minha mãe pediu ajuda com umas coisas.
P - E eu aqui morrendo de vontade de pica.Sou a putinha do meu sogrãoJ – Mas já cheguei.
Ele me carregou e me levou pro meu quarto, lá tirou minha calcinha fio dental e meu sutiã, eu ia tirar os saltos mas ele não deixou. Ele se pelou, o pau dele já tava bem duro, eu me ajoelhei e chupei ele, fiz com desespero, metia e tirava da minha boca, em algum momento peguei com uma das mãos e bati na minha cara com ele.
P – Sou sua putinha, papai.
Ele me levantou e me colocou de quatro, eu abri as pernas, meu sobrinho me deu vários tapas na bunda, eu gemia.
P – Mete logo o pau em mim.
J – Quer que eu meta, putinha?
P – Sim, não aguento mais, mete.
Ele encostou em mim, roçou com ele mas não meteu, eu me joguei pra trás procurando.
P – Pelo amor de Deus, quero sentir essa pica dentro de mim.
Ele encostou de novo, senti a ponta entrando, depois tirou. Fiquei esperando e ele não fez nada.
P – Não aguento mais, me dá pau, quero ele dentro, por favor.Sou a putinha do meu sogrãoEle se aproximou de novo, dessa vez meteu tudo.
P – Aaaahhhh que gostoso, você me enche.
J – Toma, puta, queria pau, então aqui está, aproveita, puta.
P – Sim, que pauzão você tem, sobrinho, me dá duro como a puta que sou.
Ele se movia muito rápido, me preenchia muito bem com tudo aquilo que tinha entre as pernas, minha buceta se abria deliciosamente, que prazer eu sentia, nós dois gemíamos. Ele me pegou pela cintura e me comeu mais forte, dava pra ouvir os estalos dos nossos corpos. Nossos corpos suavam, os gemidos viraram gritos, eu tive um orgasmo longo, ele continuava me comendo muito rápido, isso aumentou meu prazer.
Ele cuspiu na mão e enfiou um dedo no meu cu, me lubrificou pra meter o pau, eu abri as nádegas e falei:
P – Mete no meu cu, me dá duro, arrebenta meu rabo.Sou a putinha do meu sogrãoEle meteu tudo em mim, senti muito prazer, adoro quando um macho de verdade me come, e meu sobrinho era um macho que sabia me dominar, me fazia sentir muito puta. Do criado-mudo ele pegou uma foto do meu marido, colocou na minha frente e mandou eu dizer pra ele que era um corno, que meu sobrinho era melhor que ele.
P – corno, olha como eu como uma puta de verdade, sou a vagabunda do meu sobrinho, ninguém me come tão gostoso quanto ele, vê como ele enfia no meu cu e a puta da sua esposa adora.
Tudo isso excitou ele pra caralho e ele gozou dentro do meu cu, senti minha bunda sendo inundada por porra quente, ele gemia alto, eu sentia meu cu bem aberto e o sêmen escorrendo pelas minhas pernas, olhava pra foto do Arturo, dava vontade de um dia ele me ver assim sendo comida por algum macho que ele conhecesse, quem eu mais queria era meu sogro, adoraria que enquanto meu sogro me comesse pelo cu e eu gritasse de prazer, o Arturo visse tudo aquilo, percebesse que casou com uma puta, e eu não precisasse mais me esconder, mas sabia que isso era muito difícil. Juan Carlos tirou o pau de dentro de mim, senti sair mais porra do meu cu, ele entrou no banheiro pra se arrumar.Sou a putinha do meu sogrãoQuando Juan Carlos saiu do banheiro, ele me agradeceu, eu sorri pra ele e coloquei um roupão, acompanhei ele até a porta, antes de chegar ele me deu um tapa forte na bunda, me chamou de puta gostosa, eu agradeci ele.
Finalmente chegou o sábado, cedo me despedi do meu marido e saí, no caminho falei com meu sogro pra avisar que tava indo pra rua que a gente combinou. Quando meu sogro chegou, ele falou que meu carro tinha que ficar, que a gente ia só no dele, deixamos ele numa rua segura, quando entrei no carro dele, a gente se beijou com muita paixão, meu sogro beija muito gostoso.
Eu desci minha mão e por cima da calça dele acariciei o pau dele.Sou a putinha do meu sogrãoE – Já tá com vontade, putinha.
P – Sempre tenho vontade de você.
E – Falta pouco pra você aproveitar essa pica que tanto gosta.

Ele ligou o carro e fomos pra uma cabana que ele tem. Quando chegamos e entramos na cabana, quis abaixar o zíper dele, já tava precisando chupar aquela pica e ser comida, mas ele não deixou. Disse que eu tinha que esperar um pouco, que só à noite ia chegar minha vez de provar da pica.Sou a putinha do meu sogrãoEu tava morrendo de vontade de ser dele de novo, mas como uma boa putinha obedeci, meu sogro me pediu pra fazer comida pra ele, enquanto eu cozinhava ele ficou atrás de mim e começou a agarrar minha bunda, eu já não aguentava mais.
P – Por favor, me come.Sou a putinha do meu sogrãoE – Ainda não.
P – Mas você já me deixou bem excitado.

Ele saiu da cozinha, eu já não aguentava mais de tão tesuda que estava. Continuei cozinhando, e quando tudo ficou pronto, chamei ele. Sentamos para comer na cozinha. Quando terminamos, eram umas 5 da tarde. Ele me disse para deitar um pouco, e eu obedeci.

Umas 8 horas, meu sogro me acordou. Ouvi barulhos na sala.
P – Quem está aí?
E – É uma surpresa. Toma um banho e veste isso.

Ele me entregou uma maletinha. Entrei no banho. Quando saí, abri a mala. Dentro dela, encontrei uma calcinha fio dental preta, um sutiã da mesma cor, meias de liga, os ligueiros, e uns saltos agulha. Também tinha um vidro de perfume. Me vesti e passei um pouco do perfume. Meu sogro entrou no quarto, me pegou pela mão e me levou até a sala.Sou a putinha do meu sogrãoQuando cheguei, vários homens começaram a assobiar e aplaudir, alguns gritos também se ouviram. Fui observando: um era Gregório, um amigão do meu sogro; outro era Teodoro, cunhado do meu sogro; outro era Gabriel, um primo do meu marido; outro era Ulisses, um sócio do meu sogro; também estava Manuel, um primo do meu sogro; Dário, um amigo do Arturo; Ernesto, um homem com quem meu querido sogro tinha feito vários negócios; Jorge, um professor da universidade do meu marido, também estava lá; Diego, um garçom que nos atendia num restaurante que eu frequentava muito com meu sogro. Com esses 9 homens eu já tinha transado. Além disso, tinham mais dois caras: um de uns 30 anos que depois descobri que se chamava Bernardo, e outro de uns 70 anos, de nome Emiliano. Esses dois eu nunca tinha visto na minha vida.Sou a putinha do meu sogrãoEu não sabia do que se tratava esse negócio, a primeira coisa que passou pela minha cabeça é que meu sogro queria me dar uma grande orgia, mas logo vi que não.
E – Bem, senhores, como eu disse, essa é a puta do leilão.
U – Mas como vamos pagar por ela se muitos de nós já comemos ela de graça?Sou a putinha do meu sogrãoE – Além de ficar com ela, vocês vão ganhar esse álbum.
Quando vi o álbum, percebi que era das fotos que tinham tirado de mim 15 dias antes. O filho da puta do meu sogro estava me leiloando, e eu queria ver quanto pagariam por mim.
D – Bom, essas fotos são uma coisa muito boa.
E – Quem conseguir tudo isso não vai poder compartilhar as fotos com ninguém.

Todos bebiam uísque, estavam sentados na sala, e no centro tinha uma mesa onde meu sogro me mandou subir e desfilar.
E – Bem, vamos começar com três mil pesos.
Diego levantou a mão, depois meu sogro pediu quatro mil, e Emiliano levantou a mão. Assim o preço foi subindo, até chegar a 10 mil, com Ernesto na liderança. Meu sogro perguntou quem dava 12 mil, todos hesitaram, ninguém levantou a mão. Ele começou a contar e, quando ia dizer três, Teodoro falou que dava os 12 mil. Meu sogro pediu 15 mil, achei exagerado, ninguém levantou a mão. Ele contou até três e disse que o vencedor era Teodoro. Teodoro é um senhor de 75 anos, irmão da minha sogra. Esse cara já tinha me comido várias vezes, e mais de uma vez me propôs largar meu marido e ir morar com ele.

Ele serviu uísque para todos, me ajudou a descer da mesa, me fez sentar no colo de Teodoro e disse para ele aproveitar, que tinha ganhado. Para os outros, falou que, quando terminassem o copo, deviam sair de casa, que ele ficaria cuidando de tudo e que Teodoro me teria no quarto.

Quando todos terminaram, meu sogro acompanhou eles lá fora. Eu ainda estava sentada no colo de Teodoro, beijei ele com muito tesão, ele acariciava minhas pernas e minha bunda, e eu fiquei molhada rapidinho. Adorava ficar com Teodoro, ele sabia falar putaria gostosa pra caralho.Sou a putinha do meu sogrãoLevantei, peguei na mão dele e levei pro quarto.
P – Que delícia, papi, finalmente vamos ficar juntos de novo.
T – Você é a melhor puta que existe, meu sobrinho não podia ter trazido mulher melhor pra família.
P – Pois é, trouxe uma puta pra todo mundo e ele nem desconfia.
T – Melhor assim, e se o corno não quiser te dividir?
Teodoro se pelou, eu fiz o mesmo, me ajoelhei na frente dele, peguei na pica dele, cuspi e comecei a chupar.Sou a putinha do meu sogrãoT – Assim, vagabunda, que gostoso você chupa.
Eu continuei chupando aquele pau com muito prazer, dava pra ouvir o som da minha saliva e do líquido pré-seminal dele. Minha língua ia pra todo lado, até que ouvi ele gemer bem forte. Afrouxei a chupada, tirei o pau da boca e dei uns beijinhos.
P – Que pau gostoso você tem, papai.
Com a mão, encostei o pau dele na barriga e passei a língua pelos ovos, que estavam bem quentes. Depois de um tempo, meti o pau dele na boca de novo, e minha chupada foi mais calma.Sou a putinha do meu sogrãoDepois de um tempo, ele me levantou e me deitou na cama, chupou meus peitos, dava pequenas mordidas nos meus bicos, eu segurei a cabeça dele, acariciando o cabelo. Ele desceu pra minha buceta, primeiro me deu umas chupadas lentas nos lábios, depois chupou meu clitóris bem rápido.
P –Assim, Teodoro, me chupa assim, que gostoso você usa a língua, filho da puta.
O prazer que eu tava sentindo era imenso.
P –Vou gozar, vou gozar.Sou a putinha do meu sogrãoEnchi a boca e o rosto dele de leite, ele tentou comer tudo. Enquanto eu me recuperava, ele começou a falar do assunto de sempre.
T – Vamos, Pamela, amadurece comigo, podemos ter uma vida excelente juntos, deixa meu sobrinho.
P – Você sabe que não posso, Teodoro, adoro transar com você, gosto muito de você, mas só até aí.
T – Um dia você vai comigo, um dia vai ser minha mulher, vamos viver juntos, nunca vou tirar essa pica de dentro de você, vai viver em orgasmo atrás de orgasmo.
Eu sorri pra ele, pedi pra ele se deitar em cima de mim, peguei a pica dele e coloquei entre meus peitos, comecei a fazer um espanhol, apertava meus peitos no pau dele, ele me olhava de cima, eu olhava pra ele.
T – Você é a melhor das putas.
P – Sim, papai, você gosta do jeito que sua putinha se comporta? Sou sua, esse corpo é pra te dar prazer.
Continuei com o espanhol, gostava muito daquele macho, apesar da diferença de idade, era um homem que só de me olhar já me deixava com tesão. Os gemidos dele ainda estavam calmos, eu queria que ele gritasse, então fiz ele se deitar na cama, peguei a pica dele e apontei pro meu cu, me deixei cair em cima dela.
P – Aaaahhhh que pica enorme, Teodoro, você é um macho de verdade.Sou a putinha do meu sogrãoComecei a me mover de cima pra baixo, rápido pra caralho.
T – Gostosa do caralho, você é uma buceta de coroa.
P – Mete fundo com essa pica enorme.
Eu pulava em cima do pau dele, ele já não gemia, gritava, que era exatamente o que eu queria. Ele começou a jorrar todo o semen quente no meu cu. Senti um gostinho do caralho quando o pau dele pulsava dentro do meu rabo. Tirei ele de cima de mim e me deitei do lado. Ele não parava de olhar pro teto, a cara de felicidade dele me mostrava que tinha curtido pra cacete a minha buceta. Depois de um tempo a gente começou a conversar, era umas 10 e meia, ficamos assim por umas 2 horas, e em várias vezes ele falou pra eu largar o sobrinho dele, que eu tinha que ser a mulher dele. Eu sempre dava um jeito de escapar. O pau dele começou a ficar duro que nem pedra, e minha boca encheu d'água.Sou a putinha do meu sogrãoEle me pegou pelas pernas e me puxou pra perto dele, eu tava deitada, ele sentou, colocou minhas pernas nos ombros dele, apontou o pau dele pra minha buceta que tava bem molhada, a ponta do pênis passou pelos meus lábios, minha buceta já tava pedindo pra entrar.
P –Já mete, preciso que você me dê esse seu maldito pau.Sou a putinha do meu sogrãoNum movimento só, ele enfiou tudo de uma vez, foi uma delícia.
P – Que gostoso, mete em mim, amor.
Ele me pegou pela cintura, foi enfiando devagar por uns minutos, era uma delícia o que eu sentia dentro da minha buceta, eu sorria pra ele.
P – Você gosta de me foder, gosta que eu me abra pra você, meu macho de pauzão.
Ele começou a meter mais rápido, já dava pra ouvir o barulho dos nossos corpos se batendo, eu gemia bem alto, a sensação era incrível, o pau dele me preenchia de um jeito gostoso. Por uns minutos ele manteve o ritmo daquela fodida, já era impossível pra mim evitar de gozar.Sou a putinha do meu sogrãoP – Aaaahhhh que gostoso, vou gozar, como você me come, sou sua putinha, amo seu pau.
Ele rapidamente me virou, me colocou de quatro, enfiou um dedo no meu cu, depois dois e três, minha buceta já tava louca pra receber o pauzão dele.
P – Mete logo, filho da puta, não aguento mais de vontade de sentir seu pauzão enchendo meu cu.
Ele enfiou tudo, senti uma delícia quando ele me preencheu.
P – Siimmmmmmm que gostoso, mete forte.
Ele me comia com tudo, o pau dele entrava e saía, eu apertava pra ter mais prazer, os dois gemendo, a cama pulando, nossos corpos suando, o cheiro de sexo tomando o quarto.
P – Que pauzão você tem.
T – Sua puta de rabão, que gostoso seu cu.Sou a putinha do meu sogrãoAssim continuamos por alguns minutos, eu tive um orgasmo enorme quando ele gozou no meu cu, encheu minha buceta deliciosamente. Ele tirou o pau, eu me deixei cair na cama, tava muito cansada, ele se levantou, foi tomar banho, quando voltou me agradeceu e saiu do quarto, eu dormi.

De madrugada acordei, umas 5 da manhã, fui procurar meu sogrão, ele tava dormindo em outro quarto, sentiu que entrei no quarto dele e acordou.

E – Oi Pam, curtiu o leilão?
P – Sim, adorei, me senti muito, muito puta, todos aqueles caras pagando pra me comer e pelas minhas fotos.
E – Você deixou todo mundo louco.
P – E você, sogrinho?
E – Também, puta, você me excita muito.
P – Adoro ser sua puta.
E – Quando te conheci, você me atraiu pra caralho, tinha esperança de um dia transar contigo, o que não imaginei é que você ia se insinuar pra mim, que é bem puta.
P – Eu não me insinuei, eu falei na cara que queria te comer.
E – Você é uma puta.
P – Mas é isso que você gosta.
E – Sim, pra caralho.

Deitei do lado dele, me encostei no peito dele e dormimos juntos, de manhã acordei, vi ele dormindo, tirei as cobertas, baixei a calça do pijama dele, a cueca, peguei no pau dele e chupei, quando ficou duro ele acordou.
E – Já quer sexo, puta.Sou a putinha do meu sogrãoP – Isso, sogrinho, quero que você me coma super gostoso, do jeito que você sabe.
Continuei chupando a pica dele, ele me olhava, parei de chupar pra sentar nela.
P – Siimm, que pica enorme você tem, enche a sua puta.
Comecei a descer e subir devagar no pau dele, sentia muito gostoso como me abria, como enchia minha buceta de calor.
E – Assim, puta, que bem você se mexe.
Ele agarrou meus peitos, brincou com meus bicos, eu comecei a me mexer mais rápido, subia e descia, ao subir quase tirava tudo pra depois me jogar de volta naquela pica, queria que ele me atravessasse com aquela rola enorme.
P – Aaaahhhh que gostoso, mete forte, sou sua puta, sogrão, sua nora é uma puta que só quer pica.Sou a putinha do meu sogrãoOs sons dos nossos corpos batendo ecoavam forte, era uma trepada deliciosa.
P –Vou gozar, meu garanhão, vou gozar.
Tive um orgasmo gostoso, me deixei cair sobre ele, meu sogro não se mexeu, o pau dele ainda estava bem duro, ele não tinha gozado. Saí de cima dele, fiquei de quatro, abri minhas nádegas.
P –Mete no meu cu, quero que me encha com esse teu pau quente.
Meu cu ainda estava aberto da trepada que o Teodoro tinha me dado, meu sogro enfiou tudo, começou a se mover bem rápido.
P –Assim, filho da puta, me dá duro no cu, sou sua puta, me dá pau, me faz sua como sempre.
O pau dele foi inchando cada vez mais, de repente o caralho dele jorrou todo o sêmen que tinha, senti meu cu se encher daquele líquido quente.Sou a putinha do meu sogrãoP – Que delícia, você gozou no meu cu de puta.
A gente tomou banho, foi caminhar e depois tomar café da manhã, já era umas 12 quando voltamos pra cabana. Meu sogro disse que a gente ia voltar cedo pra cidade, que comeríamos no caminho. Eu falei pra ele se dava pra gente foder de novo antes de sair, ele disse que sim, que em uma hora ele me comeria como a gostosa que eu sou, minha buceta molhou na hora.
Uma hora depois, meu sogro, que estava no quarto dele, me chamou. Eu cheguei correndo.
P – Já é minha vez de mamar o pau.
E – Sim, puta.
Meu sogro estava vestido, mas eu cheguei nua, me ajoelhei na frente dele, tirei o pau dele da calça e comecei a chupar, minha língua ia pra todo lado, depois me concentrei em chupar só a cabecinha dele, dei uns pequenos sugões, meu sogro gemia.
P – Que pauzão você tem, sogrinho, adoro chupar ele, podia ficar assim o dia inteiro.
Meu sogro me levantou, me colocou na cama de barriga pra cima, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, enfiou o pau inteiro em mim.Sou a putinha do meu sogrãoP – Aaaahhhh que gostoso Eduardo, que gostoso você fode.
Ele enfiava bem fundo, eu adorava sentir entrando tão lá dentro, nós dois gemíamos bem alto. Depois ele tirou e me colocou de quatro, meteu na minha buceta, fazia bem rápido, tirava tudo pra depois enfiar de novo com força.
P – Continua assim, você tá me fodendo delicioso, que macho gostoso você é.
E – Quem é sua putinha favorita?
P – Você, papai, você é o macho que eu quero me comendo sempre.
Ele adorava essa posição porque assim via bem minha raba, minha bunda que ele tanto gosta. Ele tirou e meteu no meu cu.
P – Siimmm que gostoso, me dá no cu.
E – Toma, putinha.
Ele me segurava pelas nádegas e metia bem forte, meu cu parecia feito sob medida pro pau dele, sexo anal eu adoro, mas com meu sogro é delicioso. Ficamos assim vários minutos, o pau dele entrava e saía, eu gritava pedindo mais. De repente senti o prazer percorrer meu corpo, sentia que o ar faltava, meu corpo era só prazer, cheguei a um orgasmo delicioso.
P – Aaaahhhh gozei, que gostoso, como você fode, meu cu é seu.
Meu sogro não aguentou mais e encheu meu cu de porra entre gritos, depois de um tempo nos separamos, fomos tomar banho cada um no seu banheiro. Na estrada paramos pra comer, enquanto esperávamos a comida, ficamos nos beijando, dizendo o quanto éramos importantes um pro outro.Quando cheguei em casa, o Arturo me perguntou como tinha sido. Falei que foi um dos melhores fins de semana da minha vida. Ele sorriu e me abraçou. Enquanto estávamos assim, eu não parava de pensar no meu sogro. Meu marido não fazia a menor ideia de que eu era a putinha do pai dele e de muito mais.Sou a putinha do meu sogrão

Sou a putinha do meu sogrão

3 comentários - Sou a putinha do meu sogrão

Uffff me encanto tu post mmmm le pusiste la verga mas que dura +10 puntos puta me encantas ufff muy bueno la verdad 😈😍 muy ricas cojidas y demas 100% recomendado a todos
¡¡¡¡ Muy buen relato...Gracias por compartirlo querida...!!!!