
Me envergonha confessar, que desde o nascimento dela, eu achava que minha filha era ou seria deficiente, que tinha uma deficiência física e/ou mental, que limitaria a capacidade dela de viver uma vida normal.
Eu olhava pra ela e, pra ser totalmente honesto, ainda hoje, vejo nos traços do rosto dela uma espécie de atraso, de retardo, na minha opinião, ela tem cara de mongoloide.

Por causa disso, sempre tive mais consideração por ela do que pelos outros. Devido à sua anomalia, não podia exigir dela o mesmo que dos outros. Tratei ela mais como uma neta do que como uma filha, ou seja, perdoava nela o que não perdoava nos outros. Não conseguia, não me saía ser rigoroso com ela. Ela sempre foi minha queridinha, mimada demais por mim. Eu deixava e permitia que ela fizesse qualquer coisa, era excessivamente indulgente com a minha menina.

Sem dúvida nenhuma, eu eduquei ela errado, ela ficou sem educação com todo mundo, até comigo, que sempre cedia a todos os gostos e caprichos dela, deixava ela fazer sempre o que queria.Mas como não fazer isso diante da anormalidade dela?Essa ideia germinou em mim, sem outra razão além da aparência caprichosa e fantasiosa da minha mente doente.
Eu a mal acostumei, realizando seus desejos mais passageiros, ela tinha zero tolerância à frustração.

Ela se virava com total livre arbítrio. Me acompanhava e eu a ela, pra todo lado, e aquele amor carinhoso que eu sentia por ela se transformou de um jeito que derrapou.
Na maioridade dela, toda a família e, mais ainda, eu, continuávamos tratando ela como a menininha que já não era mais. Uma loucura, desejável, que acabou numa situação preparada por ela de antemão, onde ela me meteu numa armadilha. Pra me obrigar a fazer algo contra a minha vontade.

Fui enganado, caí na armadilha dela, um truque feito com sutileza e disfarce por aquela menina que eu achava que era burra. Ela me emboscou, conquistou minha vontade, conseguiu com habilidade me apaixonar.
Foi assim que eu a levei pra um novo projeto que eu tinha começado, o de tocar um negócio, uma balada, e como ela não conhecia nem frequentava nenhum tipo de lugar ou estabelecimento assim, por causa do que já falei, o atraso mental dela, me deixei convencer e a levei pra conhecer.

Ela tinha me implorado pra deixar ela fingir, pelo menos, que ia entrar num antro desses, e claro, eu deixei. Então ela se arrumou, mas sem exagerar na elegância. Foi a primeira vez, talvez, que eu vi ela com outros olhos, de um jeito perturbador, um monte de ideia pervertida passou pela minha cabeça. Acho que ela percebeu, e sem dúvida minha filha também tava matutando a mesma coisa.

Foi aí que a coisa desandou de vez. Felina, minha filha, parecia uma estranha pra mim, era outra pessoa, mas não fisicamente, e sim na personalidade dela. Parecia que duas Felinas moravam dentro dela, uma com atraso de desenvolvimento e a outra puta, suja e pervertida. Ou talvez, eu quis acreditar nisso, me causou um sentimento, um espanto ou um prazer tão grandes que me deixou fora de mim. Aquilo me derrubou e me afundou naquela situação sem chance de entender nada e com meu ânimo todo bagunçado.

Minha neném começou a se insinuar abertamente, como se não quisesse deixar dúvidas sobre o que queria. Primeiro, sentou num banquinho alto, até aí eu não pensava nada de mais, até achei que, por causa da baixa estatura dela e da altura do banco, ela tinha se sentado errado e isso causou o "upskirt". Ou seja, que dava pra ver entre as pernas dela, a calcinha. Depois, quando ela descaradamente abriu as coxas mostrando toda a roupa íntima, aquilo prendeu meus sentidos, me deixando estranho e surpreso.

Mas quando ela começou, sozinha, a levantar a saia, mostrando o corpinho dela, as bundas durinhas, desabotoando o suéter, tirando a camiseta, praticamente se pelando ou melhor, ficando de sutiã e calcinha, tão gostosa que até já não parecia mais ter cara de retardada, mas sim de uma puta libidinosa e sugestiva.

Ali perdi as estribeiras, meus freios inibidores, me contagiando com o comportamento dela, sem questionar nada, influenciado pelo momento, subordinado aos meus instintos mais básicos.
Entramos num estado de anomia, inconscientes os dois do nosso proceder, de conhecer a necessidade do desejo, sexual.

Ambos acabamos cedendo a uma ideia dominante. O eu se transformou num nós, nossas virtudes e peculiaridades desapareceram, "o heterogêneo afundou no homogêneo". Deixei de lado minhas responsabilidades, joguei por terra as repressões das minhas emoções pulsionais inconscientes. A consciência moral do ser humano, pai, marido, desapareceu, tanto para o bem quanto para o mal.

Fiquei hipnotizado, sem consciência dos meus atos, estava muito excitado, surgiu em mim um sentimento de onipotência, pelo qual nada via como impossível, o irreal predominava naquele instante.
Os sentimentos dos dois eram simples e exaltados. Ela queria ser dominada e subjugada, enquanto eu queria subjugá-la e dominá-la.

Ela apresentava um baixo rendimento intelectual, por não exercitar a mente por conta própria. Ela se via prejudicada, diminuída pelo excesso de afeto do pai e hipnotizada pela capacidade superior dele. Tava fascinada e subjugada pelo pai.

Todo esse tempo a gente foi se transformando em pessoas que mostravam comportamentos extremistas, como a obsessão dos dois, o fanatismo dela por mim, ou o meu favoritismo por ela, minha filha. Pensar que algo é sagrado ou intocável não deu certo pra nenhum de nós. Esse tipo de desobediência às normas sociais era como eles extravasavam a raiva com o resto, com os outros.

Mas voltando àquele dia, ela meio nua, já tinha parado de se insinuar, de dar a entender algo de forma sutil, muito pelo contrário, era bem direta. A vontade de transar ou de ter um caso comigo era evidente. Já não sugeria, provocava, seduzia, flertava comigo, queria me conquistar com poses de atriz pornô.

Mas isso já não era necessário, nessa altura eu já tinha me soltado, me jogado sem nenhum controle na minha loucura, sem qualquer repressão, me joguei nela, por trás agarrei com força e puxei a calcinha dela pra arrancar daquele corpo.
Ela me olhou com aquela carinha de anjo, com seus traços de inocente me pediu calma, que queria me dar um show.

Me acalmei, contra minha vontade, ela me disse.Senta aí que vou fazer um striptease!Caso não tenha ficado claro, é um show em que uma pessoa se despe lenta e sugestivamente ao som de música. Ela então me pediu pra ficar à vontade, relaxar e ligou o celular dela pra colocar uma trilha sonora naquele momento sensual.

Minha gata rebolava o corpinho dela no ritmo da melodia enquanto se despia, quando tirou o sutiã, mostrou os peitinhos pequenos dela, fiquei impressionado ao ver que os bicos dos peitos estavam furados com uns piercings, penseiOlha só a que eu achava que era retardada!Isso acabou me fazendo entender que sou preconceituoso e que nunca conhecemos o outro por completo, por mais próxima, familiar e cotidiana que fosse a relação.

Agucei o olhar e pude ver também que não estavam só nos peitos dela, mas no umbigo tinha algo parecido, queria me matar.Quando aquilo teria sido feito? Em que momento?Porém, meu espanto foi ainda maior quando percebi que ela também era tatuada, tinha uma tatuagem num dos lados do corpo. Como é que não reparei? Exclamava comigo mesmo. Ela percebia isso e os cantos dos lábios dela comemoravam.

Talvez isso a distraiu, já que ela tropeçou quando começou a tirar a calcinha, eu me mordi pra não sorrir e quebrar o clima. Aí ela se aproximou do banquinho e se apoiou pra terminar de tirar a roupa de baixo.

Já completamente sem roupa, totalmente pelada, ela parou e me sorriu com uma inocência safada. Não sabia se falava alguma coisa ou só fazia um gesto de aprovação. Optei pela segunda opção.
Aquele impasse, aquela pausa que deu pra nós dois, ela e eu, era como se fosse pra eu contemplar ela por inteiro, no geral, de forma completa.

Depois daquele momento, ela continuou com o show. Sentou-se confortável no acolchoado do banquinho e abriu exageradamente as pernas, exibindo a buceta. Caso não desse pra distinguir a parada, ela abriu com os dedos pra mostrar bem.

Não tinha nenhum pelo, com certeza também tinha se depilado recentemente pra ocasião. O clitóris dela era bem saliente, tava molhadinho, dava pra ver claramente, era extraordinário. Os fluidos escorriam entre as dobras dela.

Continuava apalpando a buceta dela e ia tomando formas diferentes, que eu ia assimilando e identificando à vontade, parecia uma borboleta, uma estrela, uma flor, todas especulações sem pensar da minha mente fervendo de tesão no sexo genital.
Não aguentei mais e me joguei nela.

Pra chupar a buceta dela com conforto, de um jeito gostoso pra mim, levantei a perna dela e com a língua invadi o interior. Ela delirou de prazer, jogando a cabeça pra trás.
Ao mesmo tempo, meus lábios sugavam a parte de fora bem barulhento.

Engolia os líquidos dela, o fluxo era agridoce, quente, viscoso, denso.
Separei minha boca da buceta dela e uma gosma gelatinosa se esticou entre nós dois.

Subi com minha língua até um daqueles mamilos arranhados e também chupei eles enquanto meus dedos entravam no fundo da rachadura dela e faziam ela tremer de prazer.
Ela apertou meus ganchos com a buceta pra impedir que eu os tirasse.

Ela então se afastou de mim e se agachou na minha frente, seu corpinho pálido e delicado ficou ainda menor quando apoiou a bunda nos calcanhares. Suas mãozinhas gordinhas e redondas foram habilmente direto pro meu "pacote", procuraram e apertaram minha pica que tava dura pra caralho. Depois de confirmar que tudo tava saindo como planejado, ela foi pra minha cintura, abriu o cinto e desabotoou minha calça.

Baixou minha calça e minha cueca, meu pau aflorou enfurecido. Ela o pegou com a mão direita e o levou até os lábios dela, a umidade da saliva quente fez meu pau escorrer líquido seminal. E começou a chupar meu pau com uma paixão ávida. Ela me disseTua pica tá fervendo!Quase gozei quando ela mencionou isso, bah, do jeito que ela falou.

Ela me olhou fixo nos olhos enquanto engolia minha pica, diante do êxtase que me causava, também vi como os mamilos rosados da minha mina endureciam.
Ela tava como que possuída, dominada pela vontade de fazer bem o serviço dela, eu sentia como a boquinha dela se enchia de fluidos, que ela custava a engolir, se afogava na baba, enfiava a rola até o céu da boca e depois deslizava até a pontinha da cabaça saboreando.

Não aguentei mais, tava prestes a explodir, mas, mesmo assim, alguma coisa me cortava a gozada.
Não quero mentir e dizer que era tipo uma consciência do que tava fazendo, mas sim que o olhar afiado dela me inibia. Então peguei ela pelos braços e levantei daquela posição quase fetal ou de joelhos e virei ela como um brinquedo maleável e, de costas, tentei penetrar ela contra a natureza, mas acertei bem na buceta.

Os olhos dela reviraram quando enfiei, não pelo meu tamanho, mas porque ela tava mais tarada do que eu. Ela curtiu o prazer da pica do pai dentro do corpo dela, naquele interior ardente. Fechava os olhinhos de tesão.
A buceta dela tava inundada de lubrificação, entrou feito manteiga, deslizando na xota molhada.

Gemia de satisfação sem nenhum impedimento, balbuciava pronunciando com dificuldade, minha relação com ela, nosso parentesco, trocando às vezes as letras ou as sílabas, diziaAi, papu! Ai, pai! Ah, ah, papucho!Isso me deixou doente e piorou de vez o tesão. Apertei os peitinhos dela até sair leite e bombei lá dentro, acariciando com meu pau toda a cavidade genital da minha filha.

Ela me olhava por cima do ombro com um frenesi imenso e admiração, perdi a pouca vergonha que me restava e sentei ela na minha frente, de frente pra mim, encostei ela no balcão, abri as pernas dela e meti de novo cara a cara. Ela, enquanto isso, relaxava e gozava, tinha orgasmos simultâneos, um atrás do outro, o corpinho dela ficava todo suado, e ela voltava a se entregar e gozava de novo.

Não sei por que, talvez pra ela não falar nada, enfiei um dedo na boca dela, o polegar, e ela mordeu como se tivesse me provocando pra mais.
Eu enterrava a pica toda dentro dela e depois tirava até chegar na ponta, sem sair de dentro.
Segurei ela pelas axilas com as duas mãos, era leve que nem uma pluma, não pesava nada, e troquei de lugar, sentei no banquinho encostado no balcão.

Girei ela, sem tirar meu pau de dentro, e ela ficou de costas pra mim, tipo uma chave virando na fechadura.
Esse movimento fez a gente gozar, o sêmen escorria misturado com os fluidos dela, junto com a fricção da metida.

Delirava de prazer, enquanto subia e descia no meu pau, enquanto isso eu tocava ela, saboreava ela toda, apertava os peitinhos dela, naquele corpinho firme e miudinho.
Ela cruzou as perninhas pra sentir ainda mais e eu voltei a chupar os biquinhos dela.

Não sei quantas vezes gozamos, com certeza foi um recorde pra mim, fazia muito tempo que não sentia nada igual, não tinha comparação. Por último ela me disseQuero provar qual é o seu gosto!E gozei tudo nela.
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