Depois da treta com as minhas minas (minha mãe e minha irmã) sobre os deslizes de bico (nipple slip) ou as patas de camelo (cameltoes), as duas prometeram que não iam mais fazer isso e ficar o mais vestidas possível. Isso fez com que eu voltasse a fotografar elas, postar as fotos e compartilhar as imagens das duas.
Fica claro que, quando alguém bota "a mão na massa" e faz as regras serem cumpridas, tudo volta a funcionar nos trinques.
E quando tudo é respeitado e cumprido, é justo e de bom samaritano suspender a sanção imposta.
Sou justo, dentro da lei tudo, fora da lei nada.
Olha só como tão felizes e sorrindo, minha mãe, minha irmã e minha prima (essa última é do lado da família do meu pai, porque do lado da família da minha mãe a única mulher é minha irmã Felina).
Apesar de feita a lei, feita a tramoia, na hora acharam um atalho legal, um buraco que eu não tinha pensado.
Elas começaram a se vestir para serem fotografadas com roupas translúcidas, molhadas ou transparentes, algo que não tinha sido claramente especificado quando combinamos — não consideramos que isso se entendia por "vestidas".
Claro, rapidamente intervim e fiz um escândalo.
Porém, elas me fizeram entender que quando a lei entra em vigor e existe um erro, não se pode simplesmente ignorá-la e cancelá-la porque sim, mas sim deve ser discutida e substituída, mas enquanto estiver em vigor, deve ser executada.
Caso contrário é autoritarismo, e eu me orgulho de ser democrático.
Então chegamos a um acordo, porque pra revogar uma lei, ou melhor, nesse caso uma norma de convivência, as partes têm que entrar num consenso.
E o mesmo (o acordo) foi firmado pelas partes ao aceitarem sua validade pelo prazo de uma semana, e depois, enquanto a gente debate outra que esclareça e corrija os erros, pra depois modificá-la.
Conversando é que a gente se entende, e chega no consenso necessário pra viver em comunidade.
Mas pra ser honesto com vocês, não posso mentir e tô arrependido por isso, me deixei subornar pela minha mamãe, que me emprestou a barriga dela por um tempo, e eu fui fraco, e usei ela.
O que complicou tudo, o acordo e a convivência, foi que minha irmã Felina viu nossa mãe me chupando.
Isso trouxe conflitos, mais crises e atritos, aspereza entre todos nós.
As perguntas da minha irmã acabariam se eu voltasse a situação pra antes da minha decisão de cancelar os cameltoes.
Aceitar aquilo minava meu controle, minha autoridade, eu não podia permitir. No entanto, minha posição não era confortável, estava frágil, e minha serenidade era questionada.
Enquanto isso, meu poder se desgastava, e cada uma delas aproveitava pra pressionar e puxar brasa pra sua sardinha.
É muito difícil a minha posição, no meu lugar não se pode dar nem um passo em falso e eu tinha dado.
Por isso entendo os governantes quando não conseguem agradar todo mundo e acabam cedendo pros mais poderosos, pros que podem fuder mais com ele. O fio sempre arrebenta pelo lado mais fraco.
Senão, o contrário seria acabar com essa ordem democrática aqui em casa e virar um ditador.
Porque chega uma hora que a gente se cansa, tudo fica tão cheio de gente que não dá pra viver, é a lei do mais forte.
Mas já sei que tenho parte da culpa, é fácil criticar, mas o poder corrompe e ter as tentações tão à mão, a gente às vezes fraqueja.
Então agora eu tô quebrando a cabeça pra tentar ser o mais justo possível, buscar equidade ou ser um déspota e tirano.
Mas saibam entender que não estou enfrentando umas "carmelitas descalças", são umas arpias.
Que querem me corromper, a corrupção faz com que não haja lei e é isso que eles buscam, a anarquia dentro de casa.
Eles não se ligam que tudo pode acabar mal, continuam forçando a barra.
Eu tenho que tomar uma decisão muito cuidadosa: ou eu dobro a aposta ou deixo os acontecimentos seguirem o rumo que o destino quiser.
Isso último seria mais fácil, e sempre daria tempo de dar uma guinada.
Mas isso eu faria se não me importasse com nada, porque chega uma hora que já não dá pra tomar uma decisão drástica, já que a gente perde a confiança.
Não é a autoconfiança, mas a dos outros, que já não acreditam mais nela, e isso deslegitima.
E aí aparecem os aproveitadores, os que querem tirar vantagem da confusão.
Também não posso ficar me guiando por pesquisas, investigações ou relatórios, porque de algum jeito todos têm interesses próprios.
Tem horas que eu queria sumir pra longe e largar tudo, mas tenho muitos interesses que me seguram.
Mas bem, depois de toda essa catarse, vou dar um jeito agora que ainda tenho alguma influência sobre elas.
Porque como vocês tão vendo, cada vez tão mais sem noção
Essas vadias são foda, ainda mais mãe e filha competindo.
Resolvi levar minha irmã pra jantar num lugar caro, bom, pelo menos pra mim, e deixar ela se vestir do jeito que quiser.
Foi num hotel do centro da capital, na Cidade Autônoma de Buenos Aires, "El Alvear".
Isso fez com que a gente se acertasse e que todos aceitássemos a semana de carência estabelecida.
Então é por isso que vocês terão a chance de vê-las de novo de um jeito safado, mas não pensem que isso vai durar pra sempre.
Só pra cumprir minha palavra empenhada e por ter "caído na armadilha" com elas, porque agora eu me questiono se tudo isso não foi planejado entre elas, cada vez desconfio mais delas.
Cara, sinto muito por ser tão cético, mas tem um ditado que diz "pensa mal e acerta" e esse parece ser o caso.
Bom, tudo seja para manter a ordem e a paz no nosso lar.
Aproveitaram pra mostrar todo o figurino ousado delas, não sei que pira é essa, o que ganham com isso, só pra me encher o saco.
Me despeço, o próximo passo será terminar meu relato, a terceira parte, das minhas brincadeiras com minha irmã, como continuaram, é isso, esse post é um exagero, um abuso da minha boa vontade, se fosse por elas continuariam se mostrando com roupas que deixam ver mais do que insinuar.
Fica claro que, quando alguém bota "a mão na massa" e faz as regras serem cumpridas, tudo volta a funcionar nos trinques.
E quando tudo é respeitado e cumprido, é justo e de bom samaritano suspender a sanção imposta.
Sou justo, dentro da lei tudo, fora da lei nada.
Olha só como tão felizes e sorrindo, minha mãe, minha irmã e minha prima (essa última é do lado da família do meu pai, porque do lado da família da minha mãe a única mulher é minha irmã Felina).
Apesar de feita a lei, feita a tramoia, na hora acharam um atalho legal, um buraco que eu não tinha pensado.
Elas começaram a se vestir para serem fotografadas com roupas translúcidas, molhadas ou transparentes, algo que não tinha sido claramente especificado quando combinamos — não consideramos que isso se entendia por "vestidas".
Claro, rapidamente intervim e fiz um escândalo.
Porém, elas me fizeram entender que quando a lei entra em vigor e existe um erro, não se pode simplesmente ignorá-la e cancelá-la porque sim, mas sim deve ser discutida e substituída, mas enquanto estiver em vigor, deve ser executada.
Caso contrário é autoritarismo, e eu me orgulho de ser democrático.
Então chegamos a um acordo, porque pra revogar uma lei, ou melhor, nesse caso uma norma de convivência, as partes têm que entrar num consenso.
E o mesmo (o acordo) foi firmado pelas partes ao aceitarem sua validade pelo prazo de uma semana, e depois, enquanto a gente debate outra que esclareça e corrija os erros, pra depois modificá-la.
Conversando é que a gente se entende, e chega no consenso necessário pra viver em comunidade.
Mas pra ser honesto com vocês, não posso mentir e tô arrependido por isso, me deixei subornar pela minha mamãe, que me emprestou a barriga dela por um tempo, e eu fui fraco, e usei ela.
O que complicou tudo, o acordo e a convivência, foi que minha irmã Felina viu nossa mãe me chupando.
Isso trouxe conflitos, mais crises e atritos, aspereza entre todos nós.
As perguntas da minha irmã acabariam se eu voltasse a situação pra antes da minha decisão de cancelar os cameltoes.
Aceitar aquilo minava meu controle, minha autoridade, eu não podia permitir. No entanto, minha posição não era confortável, estava frágil, e minha serenidade era questionada.
Enquanto isso, meu poder se desgastava, e cada uma delas aproveitava pra pressionar e puxar brasa pra sua sardinha.
É muito difícil a minha posição, no meu lugar não se pode dar nem um passo em falso e eu tinha dado.
Por isso entendo os governantes quando não conseguem agradar todo mundo e acabam cedendo pros mais poderosos, pros que podem fuder mais com ele. O fio sempre arrebenta pelo lado mais fraco.
Senão, o contrário seria acabar com essa ordem democrática aqui em casa e virar um ditador.
Porque chega uma hora que a gente se cansa, tudo fica tão cheio de gente que não dá pra viver, é a lei do mais forte.
Mas já sei que tenho parte da culpa, é fácil criticar, mas o poder corrompe e ter as tentações tão à mão, a gente às vezes fraqueja.
Então agora eu tô quebrando a cabeça pra tentar ser o mais justo possível, buscar equidade ou ser um déspota e tirano.
Mas saibam entender que não estou enfrentando umas "carmelitas descalças", são umas arpias.
Que querem me corromper, a corrupção faz com que não haja lei e é isso que eles buscam, a anarquia dentro de casa.
Eles não se ligam que tudo pode acabar mal, continuam forçando a barra.
Eu tenho que tomar uma decisão muito cuidadosa: ou eu dobro a aposta ou deixo os acontecimentos seguirem o rumo que o destino quiser.
Isso último seria mais fácil, e sempre daria tempo de dar uma guinada.
Mas isso eu faria se não me importasse com nada, porque chega uma hora que já não dá pra tomar uma decisão drástica, já que a gente perde a confiança.
Não é a autoconfiança, mas a dos outros, que já não acreditam mais nela, e isso deslegitima.
E aí aparecem os aproveitadores, os que querem tirar vantagem da confusão.
Também não posso ficar me guiando por pesquisas, investigações ou relatórios, porque de algum jeito todos têm interesses próprios.
Tem horas que eu queria sumir pra longe e largar tudo, mas tenho muitos interesses que me seguram.
Mas bem, depois de toda essa catarse, vou dar um jeito agora que ainda tenho alguma influência sobre elas.
Porque como vocês tão vendo, cada vez tão mais sem noção
Essas vadias são foda, ainda mais mãe e filha competindo.
Resolvi levar minha irmã pra jantar num lugar caro, bom, pelo menos pra mim, e deixar ela se vestir do jeito que quiser.
Foi num hotel do centro da capital, na Cidade Autônoma de Buenos Aires, "El Alvear".
Isso fez com que a gente se acertasse e que todos aceitássemos a semana de carência estabelecida.
Então é por isso que vocês terão a chance de vê-las de novo de um jeito safado, mas não pensem que isso vai durar pra sempre.
Só pra cumprir minha palavra empenhada e por ter "caído na armadilha" com elas, porque agora eu me questiono se tudo isso não foi planejado entre elas, cada vez desconfio mais delas.
Cara, sinto muito por ser tão cético, mas tem um ditado que diz "pensa mal e acerta" e esse parece ser o caso.
Bom, tudo seja para manter a ordem e a paz no nosso lar.
Aproveitaram pra mostrar todo o figurino ousado delas, não sei que pira é essa, o que ganham com isso, só pra me encher o saco.
Me despeço, o próximo passo será terminar meu relato, a terceira parte, das minhas brincadeiras com minha irmã, como continuaram, é isso, esse post é um exagero, um abuso da minha boa vontade, se fosse por elas continuariam se mostrando com roupas que deixam ver mais do que insinuar.
171 comentários - Transparências e molhados translúcidos
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
excelente amigo... lindas las minas, buen relato acompañandolas...
Esa imagen me encantó... excelente
EXCELENTE!!!