Fiquei sozinha, estirada na cama ainda quente das ações que rolaram ali. Meu filho tinha ido embora, ofendido e puto, comigo e com o ex-amigo dele. Com ele, pelo que aconteceu naquela situação e nas ações que rolaram (ver A noite interminável 27) e comigo, pelo trio com os dois "com certeza".
Eu, fiz isso como uma forma de mediar entre os dois, por causa das tretas anteriores, como um gesto de união, mas também como uma espécie de revanche, de vingança, por outro episódio anterior, na sala, com outro trio, mas dessa vez, com meu irmão "aparecido" do nada e meu filho, quando contra minha vontade (ver Burla do destino 24º) embora eu não tenha demonstrado, ou seja, dá pra acreditar ou pensar que no fim não foi contra minha vontade, mas o Leo não hesitou em me compartilhar com um desconhecido (mesmo sendo o tio, o irmão da mãe dele, ele não o conhecia, e à primeira vista não se importou, e eu, a mãe dele (Angélica, esse é meu nome), me senti mais usada do que nunca, e pelo meu primogênito, que me via como uma puta (mesmo que eu fosse, eu pensei que não aos olhos do meu único filho homem e o mais amado, já que também tenho uma filha).
Sem dúvida, tava arrependida, mas já era tarde pra lamentar. Júlio, o ex-amigo do meu filho Léo, ainda tava no quarto, no meu dormitório de casada, mas tava de canto, com o olhar perdido, também refletindo sobre o que tinha rolado. Naquele momento, algumas coisas ficaram claras pra mim. Por exemplo, não tive mais dúvida de que ele (Júlio) tava ali por causa dele (meu filho Léo), não por mim — nunca tinha estado por mim. Dissepei todas as minhas contradições e incertezas: ele nunca me quis, nem me achava gostosa. Ele era meio bi, já que me penetrou e gozou, mas o lado gay dele era mais forte, porque amava o Léo (meu filho). E ainda tinha transado com a minha filha Felina, mas só por ciúme, quando brigava com meu filho.
Ele percebeu que eu tava observando e meus olhos ou meu olhar falavam, então ele se levantou e começou a se trocar, enquanto fazia isso eu falei: "Não aparece por aqui por um bom tempo!" Ele me encarou, fez que ia responder dando uma invertida, mas parece que pensou melhor, ficou calado, e depois de vestido, me cumprimentou dizendo: "Tchau!
Leo, saindo indignado do quarto dos pais, bateu a porta com raiva. O barulho da batida fez o pai dele, que estava na sala com a filha, a irmã do Leo, se jogar do sofá-cama para trás do encosto, num reflexo que o salvou de ser pego no flagra pelo filho (bah) "no flagra" comendo a Felina (minha filha).
Leo passou pela "arcada", uma espécie de abertura larga que ia do hall até a sala, indo em direção ao quarto dele, no fim do corredor. Mas, mesmo sem olhar diretamente para a irmã, com o canto do olho — provavelmente por um efeito normal do campo de visão — viu algo que mandou um alerta de "estranho" pra mente dele. Então, apesar de já ter passado e estar quase entrando no quarto, ele virou nos próprios passos e parou na abertura que dava pra sala, onde estava o sofá-cama da irmã.
Ela nua, provocante e agachada no sofá olhava pra ele — Que que cê tá fazendo assim! — exclamou o irmão dela
— Assim como? Nua! Sentada! Insinuante! — exclamou ela
— Tudo isso junto! — respondeu ele, Léo, o irmão dela
— Acordei com um portão batendo! Cê sabe de alguma coisa? — ironizou ela, a irmã dele, Felina
— Ok, mas se veste! — ordenou ele, se aproximou e colocou nela um top (tipo uma regata) e uma legging de qualquer jeito, e ela deixou. Enquanto isso, o pai dos dois tava pelado atrás do sofá.
Léo não tava a fim de nada e só tocou ela um pouco e deixou pra ir descansar umas horas, já que ia voltar pro serviço militar. — Boa noite! — falou ele, e ela respondeu — Descansa!
Quando o Leo foi embora, o pai dele saiu de trás do móvel e disse em tom de repreensão pra filha: "Por que você deixa seu irmão te tocar? Você gosta? Também faz isso com ele?" "Jujaujaujua!" Felina respondeu com uma gargalhada.
"Shhhhhhhhhhhh! Cala a boca, vai fazer a gente ser descoberto! Não sei o que você acha tão engraçado!" Reclamou Bruno, o pai dela.
"Não acredito!" Exclamou Felina. "Tá falando sério mesmo?" Perguntou a menina.
"Sim, o que é que você não consegue entender?" Ele se ofendeu.
"Você, percebe que isso não pode rolar?"
"Que isso é errado!"
"Que você é meu pai!"
"Que eu não sou sua parceira!"
"Nem sua namorada!"
"Nem sua mulher!"
"Por isso que a mamãe não transa mais com você!"
"Porque você é um idiota!"
"Cai fora, senão eu começo a gritar!" Disse a filha, e nunca mais transou com o pai.
Bruno sumiu, vermelho de vergonha.
Logo em seguida, ela ouviu a porta de novo e, de costas pra abertura "o vão", enquanto tirava o top que o irmão tinha colocado nela, viu o Julio passar, indo em direção à porta da entrada sem dar um oi. Ela o chamou, mas ele não respondeu e foi embora.
Ela foi (Felina) para o quarto dos dois, mas o irmão já dormia profundamente. Pensou em dar uma desculpa pro pai, porque tava com muita vontade de foder, mas ela mesma se negou. Pensou: o que me resta é me masturbar, e foi pra cozinha.
E assim ela fez.
47 comentários - Meu filho se foi 28º
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