Bruno levou o pai de volta pra casa paterna, deixou ele lá e decidiu voltar pro lar.
Já tava amanhecendo, ele entrou em casa na surdina, quase feito um bandido, não queria chamar atenção, e foi direto pro galpão no fundo do quintal. Ia passar ali as poucas horas que faltavam pra todo mundo acordar, e, no pior dos casos, se alguém perguntasse onde ele tinha estado, mentiria dizendo que passou a noite lá.
Entrou no lugar, tirou a roupa e se deitou pra tentar pegar no sono. O dia tinha sido longo e complicado, com tudo que aconteceu — primeiro com a filha, depois com o pai.
Ele temia a reação de Felina, a filha dele, que ela tivesse refletido sobre o que rolou e que ele merecesse ser exposto publicamente. Que toda a família dele tivesse descoberto a perversão dele com a filha e que ele fosse acusado, apontado, humilhado e condenado ao exílio, fora do próprio lar.
A Felina algo a despertou, talvez fosse a sede, que sempre aparecia depois do sexo intenso, os líquidos consumidos na agitação a obrigavam a beber água mineral.
Ela se levantou e foi em direção à cozinha, procurando a geladeira, onde estava aquele elemento indispensável para a vida (a água).
De relance, de forma panorâmica no seu campo de visão, achou que viu a luz acesa do "quartinho" dos fundos, onde o pai dela às vezes (quando brigava com a esposa, "a mãe dela") ia descansar. Bebeu o líquido devagar, enquanto se aproximava da bandeirola, uma espécie de abertura na parede, que através do vidro deixava ver o fundo do terreno e o quarto ou galpão de tralhas, onde às vezes o pai dela ficava.
Ao confirmar sua impressão, ou seja, viu claridade no lugar, vestiu um blazer (um paletó) de homem (do pai dela) que encontrou pendurado num cabideiro (o da sala de estar), colocou-o, e saiu para o terreno, atravessou toda aquela espécie de parque, com plantas, grama e algumas árvores, e entrou, de maneira estrepitosa no mesmo, terminou sua entrada sorrateira correndo e se jogando em cima da "cama" onde o pai dela estava deitado, e sorriu sedutoramente.
— Oi, papai! — disse ela com a voz mais melosa e açucarada, fazendo a "carinha" de menina malcriada e atrevida.
— Felina, filha! O que você tá fazendo? — exclamou e perguntou Bruno, o pai dela.
Continuando o melodrama, a jovem, enquanto tirava o casaco, falou com o pai.
— Pai, fiquei pensando no que rolou mais cedo entre a gente! — garantiu dramaticamente.
O homem confirmou para si mesmo: "Fodeu!" Ou seja, não tinha muita explicação pro que aconteceu. Ele podia argumentar (o que era verdade) que a confundiu (pelo menos num primeiro momento) com a esposa, mas depois de alguns segundos, já devia ter percebido. No entanto, avaliando os fatos e manipulando eles a seu favor, se questionou: "Mas ela, o que achou? O que pensou?"
"Com quem ela poderia ter me confundido? Será que a Felina tava acostumada a ser abordada, agarrada e transar na própria casa? Achou que era o namorado, o padeiro?" — ironizou Bruno.
Isso também não fazia sentido. Foi só quando esses pensamentos vieram à mente que ele se acalmou. Precisava esperar e ouvir o que a filha tinha a dizer.
Felina olhava fixamente nos olhos dele, como se entendesse os poucos caminhos pra mentira.
— Sei que o que aconteceu foi totalmente acidental! — testemunhou a filha.
— Sei que você não é um assediador, nem um estuprador degenerado!
— Você pensou que eu era a mamãe!
— Mesmo assim, não sei se isso me deixa feliz ou preocupada! — riu (comparando com a mãe).
— Mas isso não resolve o problema de fundo, porque pra ser sincera, não foram segundos que a gente passou junto, foi um bom tempo! Tô falando em todos os sentidos da palavra! — esclareceu a filha com um sorriso safado (dando a entender que ela, pelo menos, aceitou e curtiu a situação). — E tanto você quanto eu devíamos, ou melhor, percebemos que não éramos quem pensávamos que éramos.
Naquele momento do monólogo da filha, Bruno pensava se devia intervir ou não. Havia a possibilidade de complicar ela no discurso, levantando certas perguntas desconfortáveis, por exemplo: "E você, Felina, quem achava que era?" Porque ele, o pai, tinha uma desculpa, alegando que pensou que era a mulher dele, a mãe dela — era totalmente normal pensar isso. Mas e ela? No entanto, ele seguiu com a estratégia de ficar calado e ouvir.
Felina também, enquanto contava o que aconteceu, percebia que a história era frágil e que complicava ela mesma. Mas enquanto o pai não perguntasse ou pressionasse, não corria perigo, embora, no fim das contas, fosse questão de tempo até ele chegar à mesma conclusão e ao mesmo raciocínio (se já não tinha pensado ou feito isso).
Mesmo assim, a jovem, embarcada na mentira, continuou com ela. Então, ela reconheceu (astutamente e de forma falsa) que, como tinha brigado e discutido com o namorado e futuro marido, achou que era ele. E, apesar de errado, o ato sexual na casa dela, na residência familiar, foi visto como uma forma de reconciliação, dada a seriedade do namoro entre os dois (ela e o padeiro).
Bruno olhava para ela sem fazer nenhum comentário.
"Agora, eu posso manter esse 'relato, essa história', mas nós dois sabemos que não é verdadeiro. Podemos deixar isso pra lá ou conversar com honestidade! Você decide!" Ela jogou a bola pro lado do pai.
O pai dela não pensou duas vezes, disse: "Vai ficar assim mesmo!" Escolheu Bruno, que não era um doente?
"Ufa, sabia que você ia vir com essa!" Disse Felina, decepcionada.
Bruno voltou a fazer voto de silêncio e deixar passar as investidas da garota atrevida.
"Por que essa frescura moralista?"
"Não se faz de sonsa, você sabe que me excita como mulher!"
"Eu sou muito desejada por todos os homens!"
"Por isso você me comeu!"
Felina se soltou, não suportava ser rejeitada, era orgulhosa, e a psique dela impedia de raciocinar com lógica, ela virava básica, vulgar, uma "puta" quando era desprezada ou ignorada pelo sexo masculino, bah, também pelo feminino.
Bruno então teve que se impor, de forma severa: "Você ouve o que está dizendo?"
"Qual é o seu problema? Você é louca? Você está doente? Vai embora, sai do quarto!" Ordenou Bruno.
Só naquele momento ela saiu do ataque de "buceta" que tinha pegado, mas mesmo assim disse: "Não!"
"Não vou!" E fez biquinho, como quando era uma menina mimada da família, "choro de manha".
E começou a soluçar, o pai não sabia como agir, talvez fossem "lágrimas de crocodilo" de birrenta, porque não conseguia o que queria.
Embora chorasse com aflição, parecia a "Chilindrina".
"Tá bom, já chega, se acalma, não chora mais!" O pai tentava animá-la.
"Não, você não me ama!" Exclamava Felina chorando.
Bruno olhava para ela esperando um sorriso da jovem, que largasse a atuação de lado, mas não, não acontecia, e ela continuava ainda mais séria.
Bruno, por sua vez, o que menos queria era um escândalo, porque se tudo continuasse assim, ele achava que sairia perdendo, ele era mais culpado do que ela, pelo menos ele pensava assim.
Estava num dilema moral, ético, e Bruno sempre foi um cagão.
Abraçou ela para se acalmar, e ela virou as costas como se estivesse ofendida.
Felina, depois de um tempo ouvindo as palavras carinhosas do pai e os carinhos para acalmá-la, passou o braço direito por trás do corpo e com a mão acariciou o volume do pai (era incorrigível), aquele Desde de manhã, quando ele a possuiu, ela sentiu falta e gostou.
O irmão dela, Léo, não tinha o mesmo tamanho que o pai dele; este era maior. O pau do pai dela (Bruno) era do melhor tamanho, não só comparado ao do irmão, mas também de todos que ela já tinha conhecido até então.
Felina passou a mão no pau do pai, acariciando e sentindo ele crescer entre os dedos.
Bruno, em meio a toda essa confusão, sem perceber, acabou se descobrindo e ficou só de um shortinho curto, tipo de futebol.
E com essa roupa, era difícil não ficar exposto e na mira, depois da excitação da filha ter passado a mão no pau dele.
Uma coisa levou à outra e rapidamente a piroca do Bruno já estava pra fora da roupa, firme e esperando, e com a mão dele, especialmente com os dedos, ele se deixou levar e começou a tocar sexualmente a filha. Começou a brincar com a racha da bunda daquela putinha, enquanto ela o incentivava e sentia tudo, com espasmos no corpinho dela e gemidos sugestivos.
Felina, ao perceber que a resistência do pai tinha sido superada, livre do obstáculo culpado, dobrou a aposta e, com a mão, agarrou a pica e começou a punhetar ele.
Já sem defesa aparente, a filha virou o corpo e ficou de frente pra ele, mas ainda de lado, trocou de mão e se mostrou muito boa ambidestra (com a "canhota" também era habilidosa), continuando a masturbação, e adicionando uns tapas, uns beijos molhados, com os lábios bem abertos e dando espaço pro jogo da língua dela na boca do pai.
Nessa altura, o pai dela já tava entregue, não raciocinava mais, o tesão explodia por todos os poros, a pica, duríssima, era um ferro quente, prestes a detonar.
Naquele momento, a mina se levantou em cima dele, ficou de quatro e levou o pau na boca, começando um boquete, muito bem feito, com toda dedicação e capricho, até fechava os olhos com amor e desejo genital.
Bruno sentia aquilo e também estava tendo convulsões. No entanto, sua filha queria mais do que apenas satisfazer seu capricho e dar prazer oral a ele; ela queria ser possuída por aquela pica enorme e grossa. Por isso, assim que sentiu na boca que a veia do pau do pai começava a pulsar para explodir numa gozada, ela se afastou, escapou e, rapidamente, tirou a calcinha.
Ela se afastou até o outro lado do colchão, como se esperasse o ataque dele. No meio do tesão, Bruno queria analisar a situação.
A primeira vez tinha sido sem querer, agora não tinha mais conversa fiada, nem desculpas que justificassem, e uma coisa era receber um boquete, outra bem diferente era penetrar a própria filha sabendo disso.
Mas, por outro lado, ela se requebrava igual a um bambu, e, de verdade, a figura dela era espetacular, a mina da bunda tinha todas as curvas no corpo.
Ele parou por um instante mínimo e ela reclamava como uma gata no cio, ronronava, gemia, e olhava pra ele desafiadora, sedutora, apontava pra ele com aquele corpo, com aquela bunda.
— O que você quer! O que você busca! — sussurrou Bruno.
— Que você me parta ao meio, me fode que eu sou sua mulher, me penetra! — desafiou a filha.
Bruno hesitava, cada vez mais, mas os olhos dele se fixavam no buraco da bunda, fechado, apertado da filha.
— Quer meu pau? — perguntou Felina.
— É virgem! — garantiu ela.
— É isso que você quer que me custe? — indagou com um erotismo que derretia uma geleira a filha fácil, sem vergonha.
— É todo seu!
— Pega!
— Seja o primeiro! Entregue e muito mais desejosa que o próprio Bruno, Felina se inundava na buceta, e só de pensar em ter sob a pele dela, dentro dela, o imenso órgão, até a bunda se dilatava de tesão e ansiedade sexual.
O pai dela ainda hesitava, desconfiado, com medo de um castigo divino, mas o êxtase tomou conta dele, e a perdição foi levar o dedo até lá, naquele escuro objeto de desejo, no anel de couro, no aro de pele, no cu, no ânus, e enfiar naquele forno que cozinhava tudo em fogo baixo. Foi tocar e esquecer quem eram, queria arrebentar ele igual fazia com qualquer outro, isso era o que mais curtia no sexo, ainda mais quando encontrava um cu tão perfeito e zero km, num corpo tão gostoso como aquele, o da própria filha.
E ele se soltou, se perdeu, se jogou e meteu de uma vez só, quase os dois se rasgaram.
Ela, a filha dele, Felina, sentiu aquilo duríssimo, entrando e arrasando com tudo, a apertura segurava, mas a pressão continuava e ele ia entrando, ela cravou as unhas dos dois lados da cintura do pai, como pra segurá-lo, mas na verdade incentivando.
Bruno não sentia mais nada, só a satisfação da glande, e quando bateu no baixo ventre dela, e os testículos batendo na buceta dela, ela se lubrificou na hora.
O pai montou na filha como um cavaleiro experiente e furioso, tentando domar uma potra selvagem, indomável e brigona, com aquele espírito jovem de uma gostosa quase de maior.
Felina, chegou uma hora que não tava mais curtindo, tava doendo pra caralho, embora ela tivesse gozado mais de duas vezes pelo cu, mas o homem tava demorando demais, e ela disse quase implorando: Papai!
Papai, já chega! Mesmo sem querer dar o braço a torcer e mostrar que não aguentava mais.
Bruno tava cego, surdo e mudo. Só queria terminar, encher aquele cu virgem de porra, marcar ele com o néctar do sêmen dele.
As lágrimas da filha promíscua rolavam pelas bochechas dela. E ela repetiu, mas mudando o argumento: Papai! Papai! Já basta! Tá dando cheiro!
Isso Bruno conseguiu ouvir e voltou a si, trouxe ele pro aqui e agora, desconcentrou os dois.
E com jeito, com um sorriso nos lábios, ele tirou a pica, e enquanto fazia isso, via o cu arrombado da filha dele — Ela não vai conseguir andar direito por uns dias! Pensou ele.
Felina percebeu que tinha vacilado, não aguentou a pressão, mas como não podia perder, ao virar viu o rosto do pai, resignado e se sentindo culpado. Do jeito que caiu, se levantou e engoliu o pau, aquele pedaço de rola, tudo dentro da boca, com a baba impregnada do gosto dele nela, e chupou, segurando o enjoo.
E fazendo ele gozar na garganta dela, mostrando que era uma mulher de verdade, e sabia que tinha obrigações com o seu macho, com o seu homem, que não era nenhuma piranha sem vergonha.
Isso, Bruno, o pai dela, soube valorizar, e os olhos do homem se encheram de emoção de tão orgulhoso que estava da filha, porque com aquilo ela tinha se tornado mulher.
Felina, bebeu até a última gota de porra e dos líquidos que saíam da pistola do pai dela.
Os dois ficaram em silêncio por um tempo deitados, trocando carícias e reconhecimentos sinceros. Felina acreditou naquele momento que tinha encontrado o homem da sua vida, o amor da sua vida. Talvez dali em diante, em toda a sua trajetória, ela vá procurar homens mais velhos que ela, bem mais velhos, que pelo menos tenham o dobro da sua idade.
Mas aquela brincadeira gostosa, sem pressa, como há muito tempo os dois não curtiam, foi atrapalhada e interrompida pela chegada do irmão dela, o Leo, filho do Bruno, que tava procurando por ela e chamando bem alto. Eles viram a figura do parente saindo de casa e indo na direção do galpão, onde os dois, pai e filha, estavam pelados e tinham acabado de transar gostoso pra caralho.
Já tava amanhecendo, ele entrou em casa na surdina, quase feito um bandido, não queria chamar atenção, e foi direto pro galpão no fundo do quintal. Ia passar ali as poucas horas que faltavam pra todo mundo acordar, e, no pior dos casos, se alguém perguntasse onde ele tinha estado, mentiria dizendo que passou a noite lá.
Entrou no lugar, tirou a roupa e se deitou pra tentar pegar no sono. O dia tinha sido longo e complicado, com tudo que aconteceu — primeiro com a filha, depois com o pai.
Ele temia a reação de Felina, a filha dele, que ela tivesse refletido sobre o que rolou e que ele merecesse ser exposto publicamente. Que toda a família dele tivesse descoberto a perversão dele com a filha e que ele fosse acusado, apontado, humilhado e condenado ao exílio, fora do próprio lar.
A Felina algo a despertou, talvez fosse a sede, que sempre aparecia depois do sexo intenso, os líquidos consumidos na agitação a obrigavam a beber água mineral. Ela se levantou e foi em direção à cozinha, procurando a geladeira, onde estava aquele elemento indispensável para a vida (a água).
De relance, de forma panorâmica no seu campo de visão, achou que viu a luz acesa do "quartinho" dos fundos, onde o pai dela às vezes (quando brigava com a esposa, "a mãe dela") ia descansar. Bebeu o líquido devagar, enquanto se aproximava da bandeirola, uma espécie de abertura na parede, que através do vidro deixava ver o fundo do terreno e o quarto ou galpão de tralhas, onde às vezes o pai dela ficava.
Ao confirmar sua impressão, ou seja, viu claridade no lugar, vestiu um blazer (um paletó) de homem (do pai dela) que encontrou pendurado num cabideiro (o da sala de estar), colocou-o, e saiu para o terreno, atravessou toda aquela espécie de parque, com plantas, grama e algumas árvores, e entrou, de maneira estrepitosa no mesmo, terminou sua entrada sorrateira correndo e se jogando em cima da "cama" onde o pai dela estava deitado, e sorriu sedutoramente.
— Oi, papai! — disse ela com a voz mais melosa e açucarada, fazendo a "carinha" de menina malcriada e atrevida. — Felina, filha! O que você tá fazendo? — exclamou e perguntou Bruno, o pai dela.
Continuando o melodrama, a jovem, enquanto tirava o casaco, falou com o pai.
— Pai, fiquei pensando no que rolou mais cedo entre a gente! — garantiu dramaticamente.
O homem confirmou para si mesmo: "Fodeu!" Ou seja, não tinha muita explicação pro que aconteceu. Ele podia argumentar (o que era verdade) que a confundiu (pelo menos num primeiro momento) com a esposa, mas depois de alguns segundos, já devia ter percebido. No entanto, avaliando os fatos e manipulando eles a seu favor, se questionou: "Mas ela, o que achou? O que pensou?"
"Com quem ela poderia ter me confundido? Será que a Felina tava acostumada a ser abordada, agarrada e transar na própria casa? Achou que era o namorado, o padeiro?" — ironizou Bruno.
Isso também não fazia sentido. Foi só quando esses pensamentos vieram à mente que ele se acalmou. Precisava esperar e ouvir o que a filha tinha a dizer.
Felina olhava fixamente nos olhos dele, como se entendesse os poucos caminhos pra mentira.
— Sei que o que aconteceu foi totalmente acidental! — testemunhou a filha.
— Sei que você não é um assediador, nem um estuprador degenerado!
— Você pensou que eu era a mamãe!
— Mesmo assim, não sei se isso me deixa feliz ou preocupada! — riu (comparando com a mãe).
— Mas isso não resolve o problema de fundo, porque pra ser sincera, não foram segundos que a gente passou junto, foi um bom tempo! Tô falando em todos os sentidos da palavra! — esclareceu a filha com um sorriso safado (dando a entender que ela, pelo menos, aceitou e curtiu a situação). — E tanto você quanto eu devíamos, ou melhor, percebemos que não éramos quem pensávamos que éramos.
Naquele momento do monólogo da filha, Bruno pensava se devia intervir ou não. Havia a possibilidade de complicar ela no discurso, levantando certas perguntas desconfortáveis, por exemplo: "E você, Felina, quem achava que era?" Porque ele, o pai, tinha uma desculpa, alegando que pensou que era a mulher dele, a mãe dela — era totalmente normal pensar isso. Mas e ela? No entanto, ele seguiu com a estratégia de ficar calado e ouvir.Felina também, enquanto contava o que aconteceu, percebia que a história era frágil e que complicava ela mesma. Mas enquanto o pai não perguntasse ou pressionasse, não corria perigo, embora, no fim das contas, fosse questão de tempo até ele chegar à mesma conclusão e ao mesmo raciocínio (se já não tinha pensado ou feito isso).
Mesmo assim, a jovem, embarcada na mentira, continuou com ela. Então, ela reconheceu (astutamente e de forma falsa) que, como tinha brigado e discutido com o namorado e futuro marido, achou que era ele. E, apesar de errado, o ato sexual na casa dela, na residência familiar, foi visto como uma forma de reconciliação, dada a seriedade do namoro entre os dois (ela e o padeiro).
Bruno olhava para ela sem fazer nenhum comentário.
"Agora, eu posso manter esse 'relato, essa história', mas nós dois sabemos que não é verdadeiro. Podemos deixar isso pra lá ou conversar com honestidade! Você decide!" Ela jogou a bola pro lado do pai.
O pai dela não pensou duas vezes, disse: "Vai ficar assim mesmo!" Escolheu Bruno, que não era um doente? "Ufa, sabia que você ia vir com essa!" Disse Felina, decepcionada.
Bruno voltou a fazer voto de silêncio e deixar passar as investidas da garota atrevida.
"Por que essa frescura moralista?"
"Não se faz de sonsa, você sabe que me excita como mulher!"
"Eu sou muito desejada por todos os homens!"
"Por isso você me comeu!"
Felina se soltou, não suportava ser rejeitada, era orgulhosa, e a psique dela impedia de raciocinar com lógica, ela virava básica, vulgar, uma "puta" quando era desprezada ou ignorada pelo sexo masculino, bah, também pelo feminino.
Bruno então teve que se impor, de forma severa: "Você ouve o que está dizendo?"
"Qual é o seu problema? Você é louca? Você está doente? Vai embora, sai do quarto!" Ordenou Bruno.
Só naquele momento ela saiu do ataque de "buceta" que tinha pegado, mas mesmo assim disse: "Não!"
"Não vou!" E fez biquinho, como quando era uma menina mimada da família, "choro de manha".
E começou a soluçar, o pai não sabia como agir, talvez fossem "lágrimas de crocodilo" de birrenta, porque não conseguia o que queria.
Embora chorasse com aflição, parecia a "Chilindrina".
"Tá bom, já chega, se acalma, não chora mais!" O pai tentava animá-la.
"Não, você não me ama!" Exclamava Felina chorando.
Bruno olhava para ela esperando um sorriso da jovem, que largasse a atuação de lado, mas não, não acontecia, e ela continuava ainda mais séria.
Bruno, por sua vez, o que menos queria era um escândalo, porque se tudo continuasse assim, ele achava que sairia perdendo, ele era mais culpado do que ela, pelo menos ele pensava assim.
Estava num dilema moral, ético, e Bruno sempre foi um cagão.
Abraçou ela para se acalmar, e ela virou as costas como se estivesse ofendida.
Felina, depois de um tempo ouvindo as palavras carinhosas do pai e os carinhos para acalmá-la, passou o braço direito por trás do corpo e com a mão acariciou o volume do pai (era incorrigível), aquele Desde de manhã, quando ele a possuiu, ela sentiu falta e gostou.
O irmão dela, Léo, não tinha o mesmo tamanho que o pai dele; este era maior. O pau do pai dela (Bruno) era do melhor tamanho, não só comparado ao do irmão, mas também de todos que ela já tinha conhecido até então.
Felina passou a mão no pau do pai, acariciando e sentindo ele crescer entre os dedos.
Bruno, em meio a toda essa confusão, sem perceber, acabou se descobrindo e ficou só de um shortinho curto, tipo de futebol.E com essa roupa, era difícil não ficar exposto e na mira, depois da excitação da filha ter passado a mão no pau dele.
Uma coisa levou à outra e rapidamente a piroca do Bruno já estava pra fora da roupa, firme e esperando, e com a mão dele, especialmente com os dedos, ele se deixou levar e começou a tocar sexualmente a filha. Começou a brincar com a racha da bunda daquela putinha, enquanto ela o incentivava e sentia tudo, com espasmos no corpinho dela e gemidos sugestivos.
Felina, ao perceber que a resistência do pai tinha sido superada, livre do obstáculo culpado, dobrou a aposta e, com a mão, agarrou a pica e começou a punhetar ele.
Já sem defesa aparente, a filha virou o corpo e ficou de frente pra ele, mas ainda de lado, trocou de mão e se mostrou muito boa ambidestra (com a "canhota" também era habilidosa), continuando a masturbação, e adicionando uns tapas, uns beijos molhados, com os lábios bem abertos e dando espaço pro jogo da língua dela na boca do pai.
Nessa altura, o pai dela já tava entregue, não raciocinava mais, o tesão explodia por todos os poros, a pica, duríssima, era um ferro quente, prestes a detonar. Naquele momento, a mina se levantou em cima dele, ficou de quatro e levou o pau na boca, começando um boquete, muito bem feito, com toda dedicação e capricho, até fechava os olhos com amor e desejo genital.
Bruno sentia aquilo e também estava tendo convulsões. No entanto, sua filha queria mais do que apenas satisfazer seu capricho e dar prazer oral a ele; ela queria ser possuída por aquela pica enorme e grossa. Por isso, assim que sentiu na boca que a veia do pau do pai começava a pulsar para explodir numa gozada, ela se afastou, escapou e, rapidamente, tirou a calcinha.A primeira vez tinha sido sem querer, agora não tinha mais conversa fiada, nem desculpas que justificassem, e uma coisa era receber um boquete, outra bem diferente era penetrar a própria filha sabendo disso.
Mas, por outro lado, ela se requebrava igual a um bambu, e, de verdade, a figura dela era espetacular, a mina da bunda tinha todas as curvas no corpo.
Ele parou por um instante mínimo e ela reclamava como uma gata no cio, ronronava, gemia, e olhava pra ele desafiadora, sedutora, apontava pra ele com aquele corpo, com aquela bunda. — O que você quer! O que você busca! — sussurrou Bruno.
— Que você me parta ao meio, me fode que eu sou sua mulher, me penetra! — desafiou a filha.
Bruno hesitava, cada vez mais, mas os olhos dele se fixavam no buraco da bunda, fechado, apertado da filha.
— Quer meu pau? — perguntou Felina.
— É virgem! — garantiu ela.
— É isso que você quer que me custe? — indagou com um erotismo que derretia uma geleira a filha fácil, sem vergonha.
— É todo seu!
— Pega!
— Seja o primeiro! Entregue e muito mais desejosa que o próprio Bruno, Felina se inundava na buceta, e só de pensar em ter sob a pele dela, dentro dela, o imenso órgão, até a bunda se dilatava de tesão e ansiedade sexual.
O pai dela ainda hesitava, desconfiado, com medo de um castigo divino, mas o êxtase tomou conta dele, e a perdição foi levar o dedo até lá, naquele escuro objeto de desejo, no anel de couro, no aro de pele, no cu, no ânus, e enfiar naquele forno que cozinhava tudo em fogo baixo. Foi tocar e esquecer quem eram, queria arrebentar ele igual fazia com qualquer outro, isso era o que mais curtia no sexo, ainda mais quando encontrava um cu tão perfeito e zero km, num corpo tão gostoso como aquele, o da própria filha. E ele se soltou, se perdeu, se jogou e meteu de uma vez só, quase os dois se rasgaram.
Ela, a filha dele, Felina, sentiu aquilo duríssimo, entrando e arrasando com tudo, a apertura segurava, mas a pressão continuava e ele ia entrando, ela cravou as unhas dos dois lados da cintura do pai, como pra segurá-lo, mas na verdade incentivando.Bruno não sentia mais nada, só a satisfação da glande, e quando bateu no baixo ventre dela, e os testículos batendo na buceta dela, ela se lubrificou na hora.
O pai montou na filha como um cavaleiro experiente e furioso, tentando domar uma potra selvagem, indomável e brigona, com aquele espírito jovem de uma gostosa quase de maior.
Felina, chegou uma hora que não tava mais curtindo, tava doendo pra caralho, embora ela tivesse gozado mais de duas vezes pelo cu, mas o homem tava demorando demais, e ela disse quase implorando: Papai!
Papai, já chega! Mesmo sem querer dar o braço a torcer e mostrar que não aguentava mais.
Bruno tava cego, surdo e mudo. Só queria terminar, encher aquele cu virgem de porra, marcar ele com o néctar do sêmen dele.
As lágrimas da filha promíscua rolavam pelas bochechas dela. E ela repetiu, mas mudando o argumento: Papai! Papai! Já basta! Tá dando cheiro!
Isso Bruno conseguiu ouvir e voltou a si, trouxe ele pro aqui e agora, desconcentrou os dois.
E com jeito, com um sorriso nos lábios, ele tirou a pica, e enquanto fazia isso, via o cu arrombado da filha dele — Ela não vai conseguir andar direito por uns dias! Pensou ele.
Felina percebeu que tinha vacilado, não aguentou a pressão, mas como não podia perder, ao virar viu o rosto do pai, resignado e se sentindo culpado. Do jeito que caiu, se levantou e engoliu o pau, aquele pedaço de rola, tudo dentro da boca, com a baba impregnada do gosto dele nela, e chupou, segurando o enjoo.
E fazendo ele gozar na garganta dela, mostrando que era uma mulher de verdade, e sabia que tinha obrigações com o seu macho, com o seu homem, que não era nenhuma piranha sem vergonha.
Isso, Bruno, o pai dela, soube valorizar, e os olhos do homem se encheram de emoção de tão orgulhoso que estava da filha, porque com aquilo ela tinha se tornado mulher. Felina, bebeu até a última gota de porra e dos líquidos que saíam da pistola do pai dela.
Os dois ficaram em silêncio por um tempo deitados, trocando carícias e reconhecimentos sinceros. Felina acreditou naquele momento que tinha encontrado o homem da sua vida, o amor da sua vida. Talvez dali em diante, em toda a sua trajetória, ela vá procurar homens mais velhos que ela, bem mais velhos, que pelo menos tenham o dobro da sua idade.
Mas aquela brincadeira gostosa, sem pressa, como há muito tempo os dois não curtiam, foi atrapalhada e interrompida pela chegada do irmão dela, o Leo, filho do Bruno, que tava procurando por ela e chamando bem alto. Eles viram a figura do parente saindo de casa e indo na direção do galpão, onde os dois, pai e filha, estavam pelados e tinham acabado de transar gostoso pra caralho.
142 comentários - Padre hay uno sólo 21º
Saludos y besos.
ABRAZO.