Voltando ao Normal 20ª

Voltando ao Normal 20ªSantiago, o sogro dela, gozou em cima dela, no rosto e nos peitos, parte do sêmen entrou na garganta dela, escorreu pelo céu da boca, deslizando pela língua, os lábios dela sentiram o gosto daquele esperma velho, o homem tava satisfeito, saciou os instintos mais baixos, ainda mais depois de ter se excitado antes com a neta seminua e observando a nora dando pro filho, o neto dele. Aquilo ainda tava rodando na cabeça dele.

— Será que o Bruno, meu filho, sabe que você come o Leo? — perguntou o avô pra nora.

— Como é que vai saber! Também não sabe que você e eu transamos! — descartou Angélica.

— É, beleza, mas a gente fazia de vez em quando e direito, ou seja, mantendo as aparências! — garantiu o familiar.

— Claro, igual agora! Né? — ironizou a mulher.

— E falando nisso, se veste! — ordenou a nora.

— Tá, mas hoje foi tudo uma coincidência!

— Fazia tempo que a gente não fazia, e agora eu tô sacando o porquê! — conjecturou Santiago.

— Não acredita nisso, não fica viajando em besteira!

— O que rolou hoje com meu filho foi uma eventualidade, uma coisa que não vai se repetir!

— Aconteceu por uma série de eventos que não vão se alinhar de novo! — afirmou Angélica.

— E quais foram esses eventos? — perguntou o sogro pra nora enquanto terminava de se vestir.

— Muitos, o fato de ter ficado mais de quarenta e cinco dias sem sair do quartel, fazendo instrução, eu um pouco alterada por ter brindado com álcool, a gente se encontrar sozinhos em casa, com seu filho te visitando e minha filha com o namorado dela! — explicou a mulher, convencida.

Santiago pensou em contar que a própria filha dele tinha visto ela e o filho, que por sua vez são irmão e mãe, mas preferiu calar a boca e manter a neta como confidente.

Enquanto isso, no outro quarto, a outra batalha sexual também tava terminando, o Leo já não tinha mais energia, entre a mãe e a irmã dele tinham dado conta de cuidar muito bem dele.

Então esse último foi pro banheiro tomar um banho, e a Felina, a irmã dele, filha da Angélica e neta do Santiago, voltou pra cozinha. e continuou com a sobremesa, que deixou de lado por causa da presença sexual e do ato genital com o Leo.
Começaram então a se despedir, o sogro só deu tchau pra nora, sentiu nojo de ver ela cheia da porra dele na cara.
Foi pra cozinha ver se os netos estavam por ali e encontrou a Felina na mesma posição que tinha deixado, antes do encontro com a mãe na sala.
Temeu que ela tivesse visto algo, o homem perguntou: "Seu irmão, meu neto?"
"Ufff, você sabe como o Leo é, entra no banheiro e não sei o que faz, parece uma noiva! Jajaja!" Exclamou a jovem rindo alto.
"Você ficou aqui esse tempo todo?" Questionou o avô.
"Sim, me enganchei vendo um filme na TV e comi não sei quantas sobremesas!" Mentiu ela pro avô. Essa resposta não satisfez o avô, porque ele tinha cheiro de punheta no ar, ele não costumava agir de forma tão desleixada.
"Bom, vou indo, me avisa se isso que vimos hoje se repetir!" Esclareceu Santiago.
"Mas o quê, você falou alguma coisa pra mãe!" Exclamou a neta quase decepcionada.
"Tô louco? Vim perguntar o que tinha acontecido com seu pai, que eu vi ele todo triste, mas ela, que me pareceu sincera, não sabia de nada!" Garantiu o homem.
Felina pensou: "Claro, como ela vai saber, se ela não estava quando a gente trepou com o pai!"
"Quer dizer, a mãe não sabe nada que a gente viu?" Reiterou a neta perguntando pro avô.
"Nada, melhor assim!" Estabeleceu Santiago, deu um beijo na neta e foi embora.manoAngélica, enquanto isso, foi pro banheiro, mas antes de entrar ouviu o filho fechando o chuveiro, pronto pra sair. Virou nos calcanhares e seguiu pro lavanderia, não queria se mostrar na frente dele. Depois de dar pra o sogro, tava com medo de encarar os olhos do filho, ou de se atrapalhar com algum comentário. Talvez tivesse resto de esperma dele no cabelo, sei lá, por um monte de coisas, ela desviou, jogou todas as roupas na máquina de lavar, molhou um pouco as partes íntimas, enxaguou a boca e correu pro quarto dela.

Leo tava terminando de se secar quando Felina entrou no banheiro.

— Oi, gostoso! — ela disse pro irmão, ele sorriu.

— O velho babaca foi embora! — exclamou o jovem, se referindo ao avô (que era mesmo um velho babaca que ainda funcionava e comia a mãe dele).

— É! — respondeu a irmã, cumprindo o que prometeu pro vovô: não fazer comentário nenhum sobre nada. Ela sempre achou que "em boca fechada não entra mosca".

Felina tirou a única peça de roupa que vestia e entrou no chuveiro. A primeira coisa que fez foi ensaboar a calcinha fio-dental e pendurar na torneira do chuveiro, enquanto via o irmão saindo do quarto.

Mas um minuto depois ele voltou, dessa vez com uma câmera fotográfica com flash.

— Não corta essa, nem vem com ideia de me fotografar, seu punheteiro! — Felina classificou o irmão Leo.

— Bebê, amanhã eu vou embora, volto pro quartel e não sei quanto tempo vou ficar sem sair! — ele garantiu.

— E daí? — perguntou a irmã.

— Com isso vou bater altas punhetas na "baia"! (assim chamavam o lugar onde os recrutas dormiam)

— Que punheteiro! — exclamou ela.

— Queria ver você um mês sem dar! — ele comentou.

— Faz como todo mundo, leva uma revista pornô! — sugeriu ela.

— A punheta tem que ser rápida, e com uma foto sua eu fico duro na hora! — explicou ele.

— Mas você já tem fotos minhas, as que posei pra você no terraço! — lembrou Felina.

— Já sei, mas quero uma te comendo no chuveiro. Só uma! Ele pediu com cara de otário.
— Só uma, hein, porque se eu ver você tirar duas, eu quebro sua câmera! — Avisou a irmã dele.
E como ela era daquele jeito, ele sabia que ela cumpriria, então foi só uma mesmo no banheiro.incestoIgual, quando começaram a se provocar, ele puxou umas quantas, deixou ela terminar de tomar banho e a carregou no colo até o quarto que dividiam desde crianças, onde o encontro continuou.
Era curioso como ela fazia a pica dele parar, nunca mais ninguém conseguiu essa reação imediata nele. Ele podia passar a vida inteira comendo ela, que a pica subia só com o toque dela, com a proximidade, era uma questão pura de pele. Na real, foi ela quem o desvirginou, e pelo visto, o corpo tinha memória afetiva.IrmaEla se entregou também de forma total, deixou ele fazer qualquer coisa e fez qualquer coisa, ela também sentia sensações diferentes com ele, e claro, não era a mesma coisa que com qualquer outro macho, esse era do mesmo sangue dela, era a carne dela, era o irmão dela.noraFoderam até cair no sono.

Dom Santiago chegou em casa e viu o filho Bruno, ainda deprimido, não sabia ao certo o motivo, e ele escondia, não queria confessar, então, talvez por culpa (ter fodido desde sempre a nora, a esposa dele) o convidou pra sair, Bruno não queria, mas Dom Santiago o obrigou, "Se você não vai me dizer por que caralho tá assim, então vai me acompanhar!" cuspiu irritado. Bruno olhou pra ele sem responder, o velho continuou o discurso "Não é possível que você venha em casa uma vez na vida e outra na morte e quando vem, preocupa eu e sua mãe!" A mãe ouvia o argumento do marido, e como já tava com vontade de ir dormir, e não continuar segurando vela pra um baita marmanjão, incentivou ele a ir com o pai, no cabaré.

"Foi lá que te fiz estrear, e foi bom pra você, então agora também vai ser o melhor!" confessou o pai, e Bruno topou mais por ele do que por si mesmo.

O lugar era deprimente, e o pai dele glorificava como se fosse um paraíso, as mulheres eram de quinta, igual o ambiente, tudo "groncho" ou semi-analfabeto ia naquele puteiro.

Uma espécie de galpão grande, de chapa e madeira, com partes parecidas com um tipo de quincho, que até taquara tinha.

Num tipo de palco dançava sem vontade uma puta loira de maiô inteiro azul elétrico, ou roxo, já velha, ou pelo menos de cara antiga.

Dom Santiago com o filho chegaram na beira do "palco" daquele "tablado" e ali começou uma noite louquíssima. Ao entrar pagava uma taxa que cobria o "espetáculo e duas consumações, duas bebidas", nenhum dos dois tava acostumado a beber, e o licor barato bateu mal, então, já meio tontos, bêbados, riam de qualquer coisa.

Mas daí a Dom Santiago meter a mão na buceta da dançarina, ninguém esperava, mesmo assim, a mulher dançando levou na boa, quem não levou foi o "patovica", o segurança de segurança que se jogou em cima dele.
O que salvou o avô, primeiro, foi isso, a idade dele, já que a reação do "segurança" não foi tão violenta quanto o filho Bruno esperava, e segundo, foi que ou todo mundo estava bêbado ou houve um contágio na plateia, já que um monte de mãos se levantaram e apalparam a dançarina. Ela foi muito profissional, porque não só continuou dançando, como nunca perdeu o sorriso, pelo menos até antes de a despirem e tudo virar merda.sogroIsso virou um pandemônio, um caos total, o segurança não dava conta de todo mundo, mesmo se enfurecendo e partindo pra porrada. Bruno queria tirar o pai dali, mas ele só piorava, cada vez mais insubordinado e desobediente com todo mundo, até com o próprio filho.

O lugar, como já falei, era de interior, tinha mesas com cadeiras ao redor que começaram a voar, e nas mesas tinha garrafa de litro, de cerveja, principalmente, ou de sidra. Seu Santiago via os copos servidos e pegava, e obrigava o filho a fazer o mesmo.

Bruno não conhecia esse lado obscuro do pai, um perfil que nunca imaginou que ele tivesse. Sempre o viu trabalhando em escritórios de seguros; pra ele, o pai era um administrativo certinho, sério, decente, tudo, menos o louco que empurrava os outros fregueses, que bebia de copos estranhos, que apalpava mulheres indefesas. Até o rosto dele parecia desfigurado, como se estivesse possuído por uma maldade quase perversa, passou do ponto, algo que deixava de ser brincadeira.

Mas não era só ele agindo assim. A histeria era geral e parecida em muitos dos frequentadores ou presentes, e mais ainda: muitos mostravam o descontrole e sacaram as pirocas. Bruno viu vários homens com os paus de fora, se masturbando em público. Tudo tinha virado um putariaço descontrolado, porrada, agressão, e por aí vai.pai e filhoBruno foi empurrando, desviando dos tapas do próprio pai, que já estava completamente fora de si e bêbado, sem querer sair do lugar, e foi guiando ele para fora. O velho resistia, se desviava, tentando voltar ou ir para outras pistas.

O lugar, além de ter o palco onde as dançarinas se apresentavam, numa área meio iluminada, pra deixar os clientes excitados e depois fazer um "programa" sexual, que tinha que ser contratado e/ou ter o preço acertado. Também tinha outra zona, mais reservada, mais escura, onde umas minas mais novas dançavam, uma espécie de "Vip" da cidade, onde iam os mais endinheirados, comerciantes ou pequenos empresários.

Esse lugar era outro nível, não só de preço, mas de acesso. Mesmo que o cara tivesse a grana certa, precisava cumprir outros requisitos pra subir, porque ficava tipo num tablado, um mezanino interno.

Com o escândalo, a segurança daquele acesso tinha sumido, então Dom Santiago, que parecia conhecer os esquemas e as manhas, subiu, passou pela entrada e se livrou do filho. Bruno percebeu isso e subiu atrás dele. O velho, tentando fugir, passou do lado de duas minas jovens que dançavam de um jeito sugestivo, de costas uma pra outra. Uma delas observava a confusão geral no andar de baixo, e a outra dançava pra uns espectadores, os "Vips". Aí ele não teve ideia melhor do que puxar o top da mina pra baixo e continuar andando.Voltando ao Normal 20ªA sorte quis que tanto a mulher quanto os acompanhantes não reagissem mal, ainda mais a moça não se importou, só levantou a roupa, fez um gesto de humor, quase um sorriso, e continuou dançando de forma gostosa pra plateia.
De qualquer jeito, Bruno alcançou o pai e, puto, o tirou aos empurrões, até tinha esquecido do que rolou com a filha, isso de certa forma foi o lado positivo de tudo isso.
Enquanto saíam do antro, viram aquela puta loira sendo maltratada por um dos clientes de sempre, arrastada e com a cabeça, a cara, o rosto esfregados na madeira do chão, no assoalho coberto de porra e sujeira do público presente.manoA pobre da puta, largada no assoalho de pinho, madeira polida, coberta de porra, meio moída. Nessa hora, Dom Santiago parou, se firmou, fez força pra se segurar e não ser arrastado pelo filho, e no meio do puxa-empurra falou com ele enquanto resistia.
— Deixa eu ver isso e depois a gente vaza sem reclamar, não vou te dar mais problema nenhum! — Tudo isso ele dizia sem olhar pro filho, com o olhar perdido no horizonte.
Bruno não queria ceder, não queria fraquejar diante do pai, porque temia que, se fizesse isso, o velho se rebelasse e perdesse o respeito que os empurrões tinham lhe dado. Mas, vendo ele tão decidido, hesitou por um instante, pensou melhor e manteve a negativa. Só que aconteceu algo que o desmontou: o pai quase chorava pedindo, e apontava com a mão pra ele ver alguma coisa.
Bruno fez isso só pra contentá-lo enquanto o arrastava à força e viu uma monstruosidade: um cara de uns quarenta e poucos anos, feio, com um choto, uma aberração de pau grosso, que aproveitou a stripper largada meio abobada e enfiou aquela coisa no cu dela.incestoFoi algo impressionante, com certeza rasgou o cu dela, Bruno olhava com os olhos arregalados, enquanto a pica custava a entrar no reto da mulher e, de canto de olho, dava uma espiada no pai, que sorria perversamente vendo a ação.IrmaDepois de enfiar uma parte mínima da glande dentro da mulher rodada, ele fez o movimento de recuo, como se fosse começar a montá-la, e o anel do cu escapou pra fora. Era uma aberração de se ver.
O movimento então se limitou ao mínimo, senão ele a destruiria. Nenhum dos dois soube como aquilo terminou, porque Bruno parou de prestar atenção naquela degradação e tirou o pai dali, enquanto o velho o xingava e choramingava.nora

44 comentários - Voltando ao Normal 20ª

Que gran sorpresa encontrarme con una nueva historia. La leo y comento.
Excelente, ya me hacia falta leerte. Y en verdad te lo digo, ya me hice adicto a tus relatos. Gracias por una entrega más de está gran historia.
Saludos y besos!!
Me encantan tus relatos groso pero para mi este fue uno de los mas flojitos a comparacion de los que haces habitualmente, muy bueno igual segui asi
que buenos tus relatos. siempre me ponen a millon.
No dudes que me haya gustado, tal vez no fue tan excitante cómo los anteriores pero todos juntos hacen una excelente historia y es parte de la trama. Ésa aventura en el bar con el abuelo con algo de violencia muy buena. Y por los puntos son pocos comparado con los que mereces.
Espero la siguiente. Saludos y besos.
😊 por supuesto que de aceptación...!!!!
con historias como estas como no hacerme seguidora? saludos
no de nada capo, la verdad q muy bueno.. saludos
Muy buena la narración muy real formo parte de la historia esta genial!!!