GAROTAS. PAIXÃO & SENSUALIDADE

VEM A MIM, ARREBENTA MINHAS LUNAS
Cai a noite,
palpitam os cascos
o corcel do Rei
caminha torto,
com a espada erguida
dos sonhos guardada
no cinto do tempo.
Amado,
cavala depressa,
eu caio,
alucino teu olho enorme azulado
e o céu se ilumina,
quase morro.
Os prados
se agitam furiosos,
balançam as ondas
os mares
o céu escurece.
No teu inferno
incandescente love,
os jardins se desbastam,
o vento estilhaça vidros
e feras se despem.
Me apressam
sacudida
pelo chicote
e tuas mãos.
Destrói muros,
abre paredes,
explode elas
vampiro louco,
lambe sangue
que a flecha preta
anuncie a chegada colossal
enquanto a loba
uiva na colina.
Vem a mim, arrebenta minhas lunas
Meu Rei nessa mata fechada
empunha o sabre.
Entre labirintos
e escadas
descobre o umbral nu,
Meus pelos sobre o círculo do ritual
Consome minha primavera,
com lágrimas dos meus peitos
Funde-te
em rios de sangue
com os cantos
fechados de love,
fere minhas veias.
Corta as asas do coração
com frases apócrifas
Me conjura!
Martiriza essa flor que avermelha
e absorve a linfa do poço
onde te escondes.
Geme sobre a pedra
dos arrepios,
que nossas carnes
queimem na fogueira.
Com o olhar lascivo
dos teus instintos baixos
reza a oração de São Cipriano.
Cicatrizes profundas,
ardem as rachaduras.
Lambe desesperado
todas as grutas
pequenas, grandes,
médias, todas.
Que os ouvidos
não fiquem imunes,
crava eles com o rumor
dos teus dentes,
Me sacia!
O incisivo
Me crava ele!
na barriga.
Que a rosa afie garras
sobre a pedra,
planta a pele que se agita,
cinge-te inteiro
nessa eternidade de sangue
segue o ricto incisivo,
e humilde
Se rende!
Lambendo brasas
Jem Wong
07-06-05.
(Jemwong)
Cai a noite,
palpitam os cascos
o corcel do Rei
caminha torto,
com a espada erguida
dos sonhos guardada
no cinto do tempo.
Amado,
cavala depressa,
eu caio,
alucino teu olho enorme azulado
e o céu se ilumina,
quase morro.
Os prados
se agitam furiosos,
balançam as ondas
os mares
o céu escurece.
No teu inferno
incandescente love,
os jardins se desbastam,
o vento estilhaça vidros
e feras se despem.
Me apressam
sacudida
pelo chicote
e tuas mãos.
Destrói muros,
abre paredes,
explode elas
vampiro louco,
lambe sangue
que a flecha preta
anuncie a chegada colossal
enquanto a loba
uiva na colina.
Vem a mim, arrebenta minhas lunas
Meu Rei nessa mata fechada
empunha o sabre.
Entre labirintos
e escadas
descobre o umbral nu,
Meus pelos sobre o círculo do ritual
Consome minha primavera,
com lágrimas dos meus peitos
Funde-te
em rios de sangue
com os cantos
fechados de love,
fere minhas veias.
Corta as asas do coração
com frases apócrifas
Me conjura!
Martiriza essa flor que avermelha
e absorve a linfa do poço
onde te escondes.
Geme sobre a pedra
dos arrepios,
que nossas carnes
queimem na fogueira.
Com o olhar lascivo
dos teus instintos baixos
reza a oração de São Cipriano.
Cicatrizes profundas,
ardem as rachaduras.
Lambe desesperado
todas as grutas
pequenas, grandes,
médias, todas.
Que os ouvidos
não fiquem imunes,
crava eles com o rumor
dos teus dentes,
Me sacia!
O incisivo
Me crava ele!
na barriga.
Que a rosa afie garras
sobre a pedra,
planta a pele que se agita,
cinge-te inteiro
nessa eternidade de sangue
segue o ricto incisivo,
e humilde
Se rende!
Lambendo brasas
Jem Wong
07-06-05.
(Jemwong)






















É isso aí.. Espero que tenham gostado e que compartilhem!
Leva um tempinho pra fazer algo assim, e é muito bom quando a gente se sente valorizado; aí dá muita vontade de continuar fazendo coisas como essas. Valeu.
13 comentários - Garotas. Paixão & Sensualidade
Y uyyy ricas fotos
Gran post bella conejita
besos Misko
Puntos y reco para ti 🙂
Me llevo esta, gracias por compartir... Puntos y reco!