Salve, amigos e amigas! Tamo lançando aqui uma série de posts com imagens de grandes desenhistas da história em quadrinhos erótica pelo mundo. Começamos com um argentino reconhecido internacionalmente:Horacio AltunaQue vocês aproveitem.



Horacio Altuna nasceu em Córdoba em 1941. Entre suas obras mais conhecidas estão El Loco Chávez e Las puertitas del Sr. López. Mora desde 1982 em Sitges (Catalunha, Espanha).



Em 1967, entrou na Editorial Columba, colaborando nas revistas D'Artagnan, El Tony e Fantasía, onde ilustrou roteiros de Héctor G. Oesterheld (Kabul de Bengala), Sergio Almendro (Hilario Corvalán), I. Aixemberg e Robin Wood (Big Norman). Publicou trampos em outras revistas de quadrinhos da época, Misterix, Cinemisterio, Patoruzito e Casco de Aço.



Nos anos setenta, ele se juntou à Associação de Desenhistas pra entrar na luta pelos direitos autorais. Como não conseguiu o que queria, largou a Columba e foi trabalhar com publicidade, fazendo trampos pra revistas do exterior como Fleetway e D.C. Thompson (ambas da Inglaterra) e Charlton Comics (dos Estados Unidos).
Em 1974, o diretor de arte da revista Satiricón, Andrés Cascioli, chamou ele pra ilustrar um roteiro do Carlos Trillo, um roteirista com quem continuaria trabalhando mais pra frente.


Em 1975, o jornal Clarín anuncia que vai substituir algumas tirinhas da contracapa. Trillo e Altuna apresentam uma tira, que é escolhida, e assim começam a publicar El Loco Chávez. Essa historinha publicada diariamente vai deixá-lo famoso. Chávez, o protagonista, é um jornalista que, através das suas aventuras, narra o dia a dia da realidade argentina. Parte do sucesso da tira se deu pela habilidade do desenhista em representar as «gostosas», as mulheres que o personagem conquistava. Uma delas, Pampita, virou um personagem da mitologia popular. Por esse trabalho, ele recebeu o prêmio da Associação de Desenhistas da Argentina (1978) e o prêmio de melhor tira diária argentina na Quarta Bienal do Humor e da Historieta de Córdoba (1979). A tira foi publicada pela última vez em 11 de novembro de 1987.



Aparecem as tirinhas Charlie Moon, As portinhas do Sr. López e Merdichesky nas revistas da Ediciones de la Urraca, Humor, Superhumor e Fierro.
Entre 1973 e 1976, fez trabalhos para revistas da Escócia e da Inglaterra. Foi secretário de cultura da ADA (Associação de Desenhistas da Argentina) no período de 1974 a 1977.



Em 1983, publicou na revista 1984 a história em quadrinhos *Ficcionário*, a primeira que o consagra como roteirista e ilustrador, e que lhe rende seu primeiro prêmio como roteirista. Essa obra será publicada depois, exatamente em 1984, pela revista argentina *Fierro*.
Ele fez o storyboard do filme lançado em 1989 *Gringo Velho*, dirigido por Luis Puenzo e estrelado por Jane Fonda e Gregory Peck. No mesmo ano, começou a produzir histórias em quadrinhos curtas para a revista *Playboy*.

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Continua a série de histórias eróticas para a revista "Playboy", que na Argentina será publicada pela revista "SexHumor". Na "Playboy", ele também publica o romance ilustrado "Slut".
Em 1994, volta às páginas do Clarín, onde publica "El Nene Montanaro", até 2002.



Durante a edição nº XXII, em 2004, recebeu o Grande Prêmio do Salão Internacional do Quadrinho de Barcelona, sendo o primeiro artista não espanhol a ganhar esse prêmio.
De 2007 até 31/08/2010, publicou uma tira no jornal da Catalunha, *Familia Tipo*, e foi presidente da Associação Profissional de Ilustradores da Catalunha.
Em 2009, participou com um original do seu personagem *El Loco Chavez*, feito para o jornal *Clarín* de Buenos Aires, na exposição "Bicentenário: 200 Anos de Humor Gráfico", que o Museu do Desenho e da Ilustração realizou no Museu Eduardo Sívori, em Buenos Aires.
Desde setembro de 2010, com base em *Familia Tipo*, publica no *Clarín* uma nova tira intitulada *Es lo que hay (reality)*, que continua sendo publicada até hoje.



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Horacio Altuna nasceu em Córdoba em 1941. Entre suas obras mais conhecidas estão El Loco Chávez e Las puertitas del Sr. López. Mora desde 1982 em Sitges (Catalunha, Espanha).



Em 1967, entrou na Editorial Columba, colaborando nas revistas D'Artagnan, El Tony e Fantasía, onde ilustrou roteiros de Héctor G. Oesterheld (Kabul de Bengala), Sergio Almendro (Hilario Corvalán), I. Aixemberg e Robin Wood (Big Norman). Publicou trampos em outras revistas de quadrinhos da época, Misterix, Cinemisterio, Patoruzito e Casco de Aço.



Nos anos setenta, ele se juntou à Associação de Desenhistas pra entrar na luta pelos direitos autorais. Como não conseguiu o que queria, largou a Columba e foi trabalhar com publicidade, fazendo trampos pra revistas do exterior como Fleetway e D.C. Thompson (ambas da Inglaterra) e Charlton Comics (dos Estados Unidos).
Em 1974, o diretor de arte da revista Satiricón, Andrés Cascioli, chamou ele pra ilustrar um roteiro do Carlos Trillo, um roteirista com quem continuaria trabalhando mais pra frente.


Em 1975, o jornal Clarín anuncia que vai substituir algumas tirinhas da contracapa. Trillo e Altuna apresentam uma tira, que é escolhida, e assim começam a publicar El Loco Chávez. Essa historinha publicada diariamente vai deixá-lo famoso. Chávez, o protagonista, é um jornalista que, através das suas aventuras, narra o dia a dia da realidade argentina. Parte do sucesso da tira se deu pela habilidade do desenhista em representar as «gostosas», as mulheres que o personagem conquistava. Uma delas, Pampita, virou um personagem da mitologia popular. Por esse trabalho, ele recebeu o prêmio da Associação de Desenhistas da Argentina (1978) e o prêmio de melhor tira diária argentina na Quarta Bienal do Humor e da Historieta de Córdoba (1979). A tira foi publicada pela última vez em 11 de novembro de 1987.



Aparecem as tirinhas Charlie Moon, As portinhas do Sr. López e Merdichesky nas revistas da Ediciones de la Urraca, Humor, Superhumor e Fierro.
Entre 1973 e 1976, fez trabalhos para revistas da Escócia e da Inglaterra. Foi secretário de cultura da ADA (Associação de Desenhistas da Argentina) no período de 1974 a 1977.



Em 1983, publicou na revista 1984 a história em quadrinhos *Ficcionário*, a primeira que o consagra como roteirista e ilustrador, e que lhe rende seu primeiro prêmio como roteirista. Essa obra será publicada depois, exatamente em 1984, pela revista argentina *Fierro*.
Ele fez o storyboard do filme lançado em 1989 *Gringo Velho*, dirigido por Luis Puenzo e estrelado por Jane Fonda e Gregory Peck. No mesmo ano, começou a produzir histórias em quadrinhos curtas para a revista *Playboy*.

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Continua a série de histórias eróticas para a revista "Playboy", que na Argentina será publicada pela revista "SexHumor". Na "Playboy", ele também publica o romance ilustrado "Slut".
Em 1994, volta às páginas do Clarín, onde publica "El Nene Montanaro", até 2002.



Durante a edição nº XXII, em 2004, recebeu o Grande Prêmio do Salão Internacional do Quadrinho de Barcelona, sendo o primeiro artista não espanhol a ganhar esse prêmio.
De 2007 até 31/08/2010, publicou uma tira no jornal da Catalunha, *Familia Tipo*, e foi presidente da Associação Profissional de Ilustradores da Catalunha.
Em 2009, participou com um original do seu personagem *El Loco Chavez*, feito para o jornal *Clarín* de Buenos Aires, na exposição "Bicentenário: 200 Anos de Humor Gráfico", que o Museu do Desenho e da Ilustração realizou no Museu Eduardo Sívori, em Buenos Aires.
Desde setembro de 2010, com base em *Familia Tipo*, publica no *Clarín* uma nova tira intitulada *Es lo que hay (reality)*, que continua sendo publicada até hoje.


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17 comentários - Quadrinhos eróticos: As gostosas do Horacio Altuna
tremendo post viejo
te dejo +5 a favo y reco..
gracias por compartir
pasate por mis post
Loco no te vays nunca de P!...y si lo haces create un blog para poderte seguir porque de verdad que sos un GROSSO...todos mis puntos para vos vieja y gracias por tus aportes..de verdad..
pasaste por mis aportes a la comunidad?
comentar es el mejor agradecimiento.
de esta forma te digo GRACIAS.
El proximo si se puede que sea dedicado al maestro del erotismo Milo Manara.
Van puntos.
Saludos.