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[INÍCIO DA TRADUÇÃO]
Ela era uma gostosa de dar água na boca, com um corpo que fazia qualquer homem perder o juízo. Seus seios eram grandes e firmes, empinados como se desafiassem a gravidade, e seus mamilos rosados apareciam por baixo do vestido fino que vestia. A bunda era uma obra-prima da natureza — redonda, carnuda, que balançava de um lado para o outro a cada passo que dava, como se convidasse qualquer um a agarrá-la com força.
Quando ela se virou para mim, seus olhos verdes brilharam com uma malícia que me fez tremer por dentro. Ela mordeu o lábio inferior, devagar, e eu senti meu pau endurecer na hora, latejando dentro da calça. Não dava para disfarçar — aquele vestido colado no corpo dela era quase uma provocação, mostrando cada curva, cada dobra, cada pedaço de pele que eu queria tocar.
— Você está me olhando de um jeito... — ela disse, com a voz rouca e cheia de segundas intenções. — Será que está gostando do que vê?
Eu engoli seco, sem conseguir desviar o olhar daquele decote que mostrava metade dos peitos dela, suando e brilhando sob a luz fraca do quarto. Ela se aproximou, balançando a bunda de propósito, e eu senti o cheiro doce do perfume dela misturado com o cheiro de mulher excitada. Minha mão coçava para agarrar aquela cintura fina e puxá-la para perto.
— Gostando? — eu respondi, com a voz falhando. — Isso é pouco. Você é a coisa mais gostosa que eu já vi na vida.
Ela riu, um riso baixo e safado, e passou a mão pelo próprio corpo, descendo devagar até a barra do vestido. Eu sabia que ela estava fazendo de propósito, me provocando, me deixando louco de tesão. E eu estava mesmo — meu pau doía de tão duro, e eu só conseguia pensar em como seria enfiar a cara entre aquelas coxas grossas e lamber até ela gritar meu nome.
— Então vem — ela sussurrou, estendendo a mão para mim. — Vem me mostrar o quanto você está gostando.
[FIM DA TRADUÇÃO]
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3 comentários - forte