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**Título: O Encontro Proibido**
A noite estava quente e úmida, o tipo de noite que fazia o sangue ferver nas veias. Ela estava lá, parada na porta, com aquele vestido vermelho que abraçava cada curva do seu corpo como se tivesse sido feito sob medida. Seus olhos escuros brilhavam com uma promessa perigosa, e eu sabia que não havia como voltar atrás.
— Você demorou — ela disse, com a voz rouca e cheia de intenção.
— Eu precisava ter certeza de que ninguém nos veria — respondi, fechando a porta atrás de mim.
Ela se aproximou, lenta, deliberada, cada passo ecoando no silêncio do quarto. O perfume dela me envolveu, algo doce e amadeirado, que me deixou tonto. Quando ela chegou perto o suficiente para eu sentir o calor do seu corpo, ela sussurrou no meu ouvido:
— Eu não quero que ninguém nos veja. Eu quero que você me coma inteira.
Minhas mãos encontraram a cintura dela, puxando-a para perto. A pele dela estava quente sob o tecido fino, e eu podia sentir o coração dela batendo rápido, descompassado, igual ao meu.
— Você não sabe o que está pedindo — murmurei, mordendo o lóbulo da orelha dela.
— Ah, eu sei exatamente o que estou pedindo — ela respondeu, com um sorriso safado nos lábios. — E eu quero tudo.
Ela me empurrou contra a parede, e eu deixei. A boca dela encontrou a minha, faminta, devoradora, e eu respondi no mesmo ritmo. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela, subindo o vestido, sentindo a pele lisa das coxas. Ela gemeu baixinho quando minhas mãos chegaram mais alto, e eu sorri contra os lábios dela.
— Você está molhada — observei, com a voz grossa.
— Claro que estou, seu idiota — ela riu, mas o riso virou um gemido quando meus dedos encontraram o ponto certo. — Você me deixa assim.
Eu a levantei, e ela enrolou as pernas na minha cintura, me guiando até a cama. Ela caiu de costas nos lençóis, o cabelo espalhado como um leque escuro, e eu fiquei ali, admirando a visão. Ela era a coisa mais linda que eu já tinha visto, e eu queria devorar cada centímetro dela.
— Para de olhar e vem — ela ordenou, abrindo as pernas.
Eu obedeci, porque não havia outra opção. Desci pelo corpo dela, beijando, mordendo, lambendo, até chegar onde ela mais queria. Quando minha boca encontrou a buceta dela, ela arqueou as costas, soltando um gemido alto que ecoou no quarto.
— Isso... — ela sussurrou, enterrando as mãos no meu cabelo. — Não para.
Eu não parei. Eu a comi até ela tremer, até ela gritar meu nome, até ela implorar por mais. E quando ela finalmente veio, eu subi pelo corpo dela, alinhando meu pau na entrada dela, e a penetrei com uma única estocada.
Ela gemeu, mordendo o lábio, os olhos fechados em êxtase. Eu me movi dentro dela, lento no começo, depois mais rápido, mais profundo, até que o quarto inteiro fosse só o som dos nossos corpos se encontrando, dos nossos gemidos se misturando.
— Mais — ela pediu, com a voz quebrada. — Me fode mais.
Eu dei a ela tudo o que tinha, até o mundo inteiro desaparecer, até não existir nada além dela, além de nós. E quando finalmente viemos juntos, colados um no outro, suados e exaustos, eu soube que nunca mais seria o mesmo.
Ela se virou para mim, com um sorriso satisfeito nos lábios.
— A gente vai fazer isso de novo — disse, como se fosse uma ordem.
— Quantas vezes você quiser — respondi, puxando-a para perto.
E eu sabia que era verdade. Eu faria aquilo de novo, e de novo, e de novo, até o fim dos tempos.
---
**Fim**












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**Título: O Encontro Proibido**
A noite estava quente e úmida, o tipo de noite que fazia o sangue ferver nas veias. Ela estava lá, parada na porta, com aquele vestido vermelho que abraçava cada curva do seu corpo como se tivesse sido feito sob medida. Seus olhos escuros brilhavam com uma promessa perigosa, e eu sabia que não havia como voltar atrás.
— Você demorou — ela disse, com a voz rouca e cheia de intenção.
— Eu precisava ter certeza de que ninguém nos veria — respondi, fechando a porta atrás de mim.
Ela se aproximou, lenta, deliberada, cada passo ecoando no silêncio do quarto. O perfume dela me envolveu, algo doce e amadeirado, que me deixou tonto. Quando ela chegou perto o suficiente para eu sentir o calor do seu corpo, ela sussurrou no meu ouvido:
— Eu não quero que ninguém nos veja. Eu quero que você me coma inteira.
Minhas mãos encontraram a cintura dela, puxando-a para perto. A pele dela estava quente sob o tecido fino, e eu podia sentir o coração dela batendo rápido, descompassado, igual ao meu.
— Você não sabe o que está pedindo — murmurei, mordendo o lóbulo da orelha dela.
— Ah, eu sei exatamente o que estou pedindo — ela respondeu, com um sorriso safado nos lábios. — E eu quero tudo.
Ela me empurrou contra a parede, e eu deixei. A boca dela encontrou a minha, faminta, devoradora, e eu respondi no mesmo ritmo. Minhas mãos deslizaram pelo corpo dela, subindo o vestido, sentindo a pele lisa das coxas. Ela gemeu baixinho quando minhas mãos chegaram mais alto, e eu sorri contra os lábios dela.
— Você está molhada — observei, com a voz grossa.
— Claro que estou, seu idiota — ela riu, mas o riso virou um gemido quando meus dedos encontraram o ponto certo. — Você me deixa assim.
Eu a levantei, e ela enrolou as pernas na minha cintura, me guiando até a cama. Ela caiu de costas nos lençóis, o cabelo espalhado como um leque escuro, e eu fiquei ali, admirando a visão. Ela era a coisa mais linda que eu já tinha visto, e eu queria devorar cada centímetro dela.
— Para de olhar e vem — ela ordenou, abrindo as pernas.
Eu obedeci, porque não havia outra opção. Desci pelo corpo dela, beijando, mordendo, lambendo, até chegar onde ela mais queria. Quando minha boca encontrou a buceta dela, ela arqueou as costas, soltando um gemido alto que ecoou no quarto.
— Isso... — ela sussurrou, enterrando as mãos no meu cabelo. — Não para.
Eu não parei. Eu a comi até ela tremer, até ela gritar meu nome, até ela implorar por mais. E quando ela finalmente veio, eu subi pelo corpo dela, alinhando meu pau na entrada dela, e a penetrei com uma única estocada.
Ela gemeu, mordendo o lábio, os olhos fechados em êxtase. Eu me movi dentro dela, lento no começo, depois mais rápido, mais profundo, até que o quarto inteiro fosse só o som dos nossos corpos se encontrando, dos nossos gemidos se misturando.
— Mais — ela pediu, com a voz quebrada. — Me fode mais.
Eu dei a ela tudo o que tinha, até o mundo inteiro desaparecer, até não existir nada além dela, além de nós. E quando finalmente viemos juntos, colados um no outro, suados e exaustos, eu soube que nunca mais seria o mesmo.
Ela se virou para mim, com um sorriso satisfeito nos lábios.
— A gente vai fazer isso de novo — disse, como se fosse uma ordem.
— Quantas vezes você quiser — respondi, puxando-a para perto.
E eu sabia que era verdade. Eu faria aquilo de novo, e de novo, e de novo, até o fim dos tempos.
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**Fim**
1 comentários - Um mix de amadoras