Sempre pensei que a amiga da minha namorada era muito gostosa. Na verdade, foi o segundo pensamento, depois de achar que ela era uma puta safada. Na época eu tinha 23 anos e ela 20, a amiga, digo. Vivia provocando. Abraços, carinhos, duplos sentidos. Coisas que na frente da namorada a gente deixa passar, se fazendo de trouxa olímpico.
Até que briguei com minha namorada.
Vários meses depois da briga. Encontro no MSN a safada, que vamos chamar de "C". Uma morena muito gostosa, com peitos lindos, cintura fina e uma bunda que não é desse mundo. A gente tava conversando sobre qualquer merda, entediados às 4 da manhã. E começamos a trocar fotos. De qualquer besteira, fotos nossas, inocentes. Até que ela me disse:
- Quer que eu te mande uma foto? Mas tem que jurar que não vai contar pra N.
- O quê? Claro! Nem fodendo.
- Olha que senão não mando.
- Pode ficar tranquila.
E aí foi quando ela me mandou a foto.
E foi aí que eu perdi o controle. Lembrando como ela era gostosa, como tinha me deixado excitado, passei do limite. E ela já não tinha mais a proteção do meu namoro pra ser perdoada. Comecei falando que sempre achei que ela tinha uma bunda deliciosa. E ela riu. Sinal bom. Depois de um silêncio (no MSN), ela disse: "Quer ver outra?
Depois de ver aquilo, não aguentei mais. Como ia aguentar? Uma bunda enorme, que eu não conseguia parar de olhar. E fui falando um monte de coisa: que você é muito gostosa, que queria te comer a noite inteira e esse tipo de coisa que a gente fala no calor do momento, quando já não pensa mais com a cabeça. Que quero te ver agora, que não dá, que sim, que não. Passou. Ela tinha me deixado duro de novo, como nos velhos tempos.
Naquela mesma semana, voltei com minha namorada. E ela começou oficialmente com um cara com quem já saía. Obviamente, não tinha mais segundas intenções. Os abraços já eram mais frequentes e descarados. E, de propósito, a gente forjou uma amizade baseada em tesão. Até eu brigar de novo com minha parceira.
Obviamente, ela fez de conselheira e veio me ver, pra saber como eu estava. Minha conselheira apareceu com uma saia jeans curta, um decote bem cavado e um perfume gostoso. Erro feio. Dessa vez, eu não podia deixar passar. Foi o que pensei assim que abri a porta. Dessa vez, não importa como, mas você não escapa, pensei. Aí, convidei ela pra sentar no sofá (pra ela cruzar as pernas na minha frente, óbvio). E cada vez mais juntos. Mais perto. Até que comecei a beijar o pescoço dela.
Por que não a boca? Sinceramente, por medo. A culpa de ela contar pra minha ex. A crença de que, se eu avançasse de uma vez, ela ia falar "amor, para, você se confundiu" ou qualquer desculpa que uma gatinha desse tipo sabe dar. Mas naquele momento, me senti feliz com minha tática. Vinte segundos depois, já estava apalpando ela toda, não ligava mais pro que pudesse acontecer.
Foi uma das melhores chupadas de pau que já tomei. Com técnica, beijos, mordidas, olhando nos olhos. A gente transou de várias posições antes de chegar no que realmente me interessava: comer ela de quatro. Virei ela e meti, meti. Tava com uma vontade danada de gozar, mas imaginava qualquer coisa. Pensei: não sei se isso vai se repetir, então não vai acabar assim tão fácil. Tentei segurar o máximo que pude, mas acabei gozando.
Depois de tirar, percebi que ainda tava meio duro. dura, e a putinha começou a me apalpar. "Se eu soubesse que você transava tão gostoso, a gente tinha feito isso antes". Ou seja, ela nem tava afim de mim. Tinha me deixado de pau duro por tanto tempo à toa. Isso me irritou tanto que joguei ela de novo no sofá e comi ela de novo. Dessa vez demorando muito mais, como toda segunda transa. Mais devagar, mais rápido, mais devagar de novo, variando as posições, falando coisas no ouvido dela.
"Você é muito puta", eu dizia. "É, você gosta?". Quanto mais ela me provocava, mais eu comia ela. Ela gozou umas quatro vezes. Eu, quando senti que ia gozar pela segunda vez, virei ela. Tomei meu tempo e gozei na cara dela, espalhando todo o leite pela boca dela. Finalmente tirando a vontade, muito mais do que na primeira vez que gozei, porque ali a gente não pensa, nem sabe o que tá fazendo.
Depois de tomar banho, enquanto ela se vestia, tirei uma foto dela com meu celular. "Pra minha coleção particular", falei. "Pra lembrar como te comi".
Não iam acreditar se eu contar. Quatro dias depois, voltei com minha mina.
Só umas 10 vezes a mais que a gente trepou de novo. Depois disso, ela trocou de namorado e não foi tão piranha. Pelo menos não infiel. É, a gente continuou se falando, se tocando, se apoiando e tal. Mas já tínhamos matado a vontade, né?
Até que briguei com minha namorada.
Vários meses depois da briga. Encontro no MSN a safada, que vamos chamar de "C". Uma morena muito gostosa, com peitos lindos, cintura fina e uma bunda que não é desse mundo. A gente tava conversando sobre qualquer merda, entediados às 4 da manhã. E começamos a trocar fotos. De qualquer besteira, fotos nossas, inocentes. Até que ela me disse:
- Quer que eu te mande uma foto? Mas tem que jurar que não vai contar pra N.
- O quê? Claro! Nem fodendo.
- Olha que senão não mando.
- Pode ficar tranquila.
E aí foi quando ela me mandou a foto.
E foi aí que eu perdi o controle. Lembrando como ela era gostosa, como tinha me deixado excitado, passei do limite. E ela já não tinha mais a proteção do meu namoro pra ser perdoada. Comecei falando que sempre achei que ela tinha uma bunda deliciosa. E ela riu. Sinal bom. Depois de um silêncio (no MSN), ela disse: "Quer ver outra?
Depois de ver aquilo, não aguentei mais. Como ia aguentar? Uma bunda enorme, que eu não conseguia parar de olhar. E fui falando um monte de coisa: que você é muito gostosa, que queria te comer a noite inteira e esse tipo de coisa que a gente fala no calor do momento, quando já não pensa mais com a cabeça. Que quero te ver agora, que não dá, que sim, que não. Passou. Ela tinha me deixado duro de novo, como nos velhos tempos.Naquela mesma semana, voltei com minha namorada. E ela começou oficialmente com um cara com quem já saía. Obviamente, não tinha mais segundas intenções. Os abraços já eram mais frequentes e descarados. E, de propósito, a gente forjou uma amizade baseada em tesão. Até eu brigar de novo com minha parceira.
Obviamente, ela fez de conselheira e veio me ver, pra saber como eu estava. Minha conselheira apareceu com uma saia jeans curta, um decote bem cavado e um perfume gostoso. Erro feio. Dessa vez, eu não podia deixar passar. Foi o que pensei assim que abri a porta. Dessa vez, não importa como, mas você não escapa, pensei. Aí, convidei ela pra sentar no sofá (pra ela cruzar as pernas na minha frente, óbvio). E cada vez mais juntos. Mais perto. Até que comecei a beijar o pescoço dela.
Por que não a boca? Sinceramente, por medo. A culpa de ela contar pra minha ex. A crença de que, se eu avançasse de uma vez, ela ia falar "amor, para, você se confundiu" ou qualquer desculpa que uma gatinha desse tipo sabe dar. Mas naquele momento, me senti feliz com minha tática. Vinte segundos depois, já estava apalpando ela toda, não ligava mais pro que pudesse acontecer.
Foi uma das melhores chupadas de pau que já tomei. Com técnica, beijos, mordidas, olhando nos olhos. A gente transou de várias posições antes de chegar no que realmente me interessava: comer ela de quatro. Virei ela e meti, meti. Tava com uma vontade danada de gozar, mas imaginava qualquer coisa. Pensei: não sei se isso vai se repetir, então não vai acabar assim tão fácil. Tentei segurar o máximo que pude, mas acabei gozando.
Depois de tirar, percebi que ainda tava meio duro. dura, e a putinha começou a me apalpar. "Se eu soubesse que você transava tão gostoso, a gente tinha feito isso antes". Ou seja, ela nem tava afim de mim. Tinha me deixado de pau duro por tanto tempo à toa. Isso me irritou tanto que joguei ela de novo no sofá e comi ela de novo. Dessa vez demorando muito mais, como toda segunda transa. Mais devagar, mais rápido, mais devagar de novo, variando as posições, falando coisas no ouvido dela.
"Você é muito puta", eu dizia. "É, você gosta?". Quanto mais ela me provocava, mais eu comia ela. Ela gozou umas quatro vezes. Eu, quando senti que ia gozar pela segunda vez, virei ela. Tomei meu tempo e gozei na cara dela, espalhando todo o leite pela boca dela. Finalmente tirando a vontade, muito mais do que na primeira vez que gozei, porque ali a gente não pensa, nem sabe o que tá fazendo.
Depois de tomar banho, enquanto ela se vestia, tirei uma foto dela com meu celular. "Pra minha coleção particular", falei. "Pra lembrar como te comi".
Não iam acreditar se eu contar. Quatro dias depois, voltei com minha mina. Só umas 10 vezes a mais que a gente trepou de novo. Depois disso, ela trocou de namorado e não foi tão piranha. Pelo menos não infiel. É, a gente continuou se falando, se tocando, se apoiando e tal. Mas já tínhamos matado a vontade, né?
25 comentários - A amiga gostosa da minha mina
Gracias x el comment 😉
ahora... como hacemos para conseguir mas????????????? 🙎♂️
+1
Agradezco el buen momento y pago con 10 en reconocimiento.
Muy buen post