Oi, amores... sou a Fifi, 20 anos, de Bogotá, Colômbia, e se vocês soubessem a putaria que eu sou por dentro, me comeriam 24 horas por dia. Até pouco tempo atrás, me fazia de macho hétero, mas era tudo uma máscara ridícula. Sempre fui uma...Sissy reprimida, uma vadiazinha promíscua, covarde e molhada.que só vive pra ser dominada, humilhada e usada como o perdedor que eu sou. Conto minha vida passo a passo, pra vocês verem o fundo do poço que eu cheguei e o quanto me excita ser essa foxy total.
Desde pequeno (tipo uns 8-10 anos), eu me enfiava escondido no quarto da minha mãe. Vestia as calcinhas fio dental dela, os sutiãs, as meias... me sentia tão gostoso, tãopervertido e tarado, com o tecido roçando na minha piroquinha dura. Mas ela me pegava e me xingava forte: "Tira isso agora, seu pervertido de merda!". Eu chorava de vergonha, mas depois de um tempo voltava a fazer porque não conseguia parar. Já ali eu era uma menina putinha por dentro.
Cresci commuito pornô desde pequenoprimeiro normal, depois cada vez mais sujo: BDSM, NTR, cuckold... eu me masturbava imaginando minhas futuras namoradas e até minha própria mãe sendo fodidas por alphas dominadores, cheias de porra enquanto eu assistia como um cuck patético. Eu ficava molhado pensando em ter umtouroque foderia as garotas que eu desejava, que me humilhasse dizendo que minha porra de pau não vale nada.
Com 14-15 anos, a mina que eu mais amava, minha ex, me largou por um cara mais baixo que eu, masmuito mais machoque a apalpava sem medo, que comia ela com força e fazia ela gemer do jeito que eu sempre imaginei fazer com ela. Isso partiu meu coração... e deixou minha pica dura como nunca. Ver que ela preferia um touro de verdade me confirmou que eu era um perdedor, um cuck nato.


Depois chegou o femdom e oDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Comparações de paus, paus enormes vs. minha coisinha patética... eu gozava me humilhando. Aos 16 comecei a apostar em grupos e páginas: "quem perde faz o que o outro mandar". Eu dizia pra mim mesmo que era pra mostrar o quanto eu era foda, que ia ganhar e zoar pra "recuperar" a hombridade perdida com o NTR e cuck. Que mentiroso do caralho.

Até que aos 18perdi pra dois carasO primeiro me obrigou a ser "namorada" dele por um dia: linda, meiga, submissa e burra. Me fez agir feito uma puta, chamar ele de papai e rebolar a raba. O segundo me obrigou a postar em grupos que eu era umaperdedor procurando uma dona pra me dominarFiquei vermelho, mas gozei sem me tocar.

Depois uma mina me escreveu: "Você parece meu cachorrinho perfeito". Aceitei que nem um idiota... fiquei um ano feitoescravo virtualde uma deusa de 16 anos do México. Todo dia: bom dia chamando ela de deusa perfeita, gostosa, tratando ela como rainha absoluta; boa noite me humilhando, falando o quão inútil eu sou e o sortudo que era por servi-la. Tinha que divertir ela: agir como cachorro, como namorado submisso, não me masturbar, gozar latindo de quatro como animal, fazer o que ela quisesse. Era o total guy dela, e eu adorava ser a putinha Promíscua dela.


Aos 19, me joguei de cabeça no mundo de slave e sissy. Até pouco tempo atrás, decidi aceitar isso.quero ser dominada por completo, igual que com minha deusa anterior, 100% e pra sempreQuero tirar essa máscara de vez, admitir que sou uma puta gostosa.vadia sissy Promíscua, pervertida e nojentaque só vive pra ser degradada. Quero destruir minha vida por completo: que me transformem numa foxy total, sem futuro, sem dignidade, só pra servir e ser humilhada. Quero que minha mãe vire uma puta de outro homem, que ela seja comida gostoso enquanto eu olho como corno da família, que me digam que até ela é mais puta que eu. Quero ser usada, cheia de porra, negada, pisoteada, tratada como lixo.
Sou uma pervertida molhada que fica excitada com a própria destruição. Quero que me dominem, me humilhem, me transformem em nada. Não tem volta.

E vocês? O que acham dessa sissy vagabunda promíscua que quer fuder tudo? Me contem como me humilhariam mais, o que me obrigariam a fazer pra ser uma rabuda completa, me deixa louca saber que machos de verdade, deusas e amigas sissy me vejam como a promíscua que sou e queiram me destruir.

Desde pequeno (tipo uns 8-10 anos), eu me enfiava escondido no quarto da minha mãe. Vestia as calcinhas fio dental dela, os sutiãs, as meias... me sentia tão gostoso, tãopervertido e tarado, com o tecido roçando na minha piroquinha dura. Mas ela me pegava e me xingava forte: "Tira isso agora, seu pervertido de merda!". Eu chorava de vergonha, mas depois de um tempo voltava a fazer porque não conseguia parar. Já ali eu era uma menina putinha por dentro.
Cresci commuito pornô desde pequenoprimeiro normal, depois cada vez mais sujo: BDSM, NTR, cuckold... eu me masturbava imaginando minhas futuras namoradas e até minha própria mãe sendo fodidas por alphas dominadores, cheias de porra enquanto eu assistia como um cuck patético. Eu ficava molhado pensando em ter umtouroque foderia as garotas que eu desejava, que me humilhasse dizendo que minha porra de pau não vale nada.
Com 14-15 anos, a mina que eu mais amava, minha ex, me largou por um cara mais baixo que eu, masmuito mais machoque a apalpava sem medo, que comia ela com força e fazia ela gemer do jeito que eu sempre imaginei fazer com ela. Isso partiu meu coração... e deixou minha pica dura como nunca. Ver que ela preferia um touro de verdade me confirmou que eu era um perdedor, um cuck nato.


Depois chegou o femdom e oDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Comparações de paus, paus enormes vs. minha coisinha patética... eu gozava me humilhando. Aos 16 comecei a apostar em grupos e páginas: "quem perde faz o que o outro mandar". Eu dizia pra mim mesmo que era pra mostrar o quanto eu era foda, que ia ganhar e zoar pra "recuperar" a hombridade perdida com o NTR e cuck. Que mentiroso do caralho.

Até que aos 18perdi pra dois carasO primeiro me obrigou a ser "namorada" dele por um dia: linda, meiga, submissa e burra. Me fez agir feito uma puta, chamar ele de papai e rebolar a raba. O segundo me obrigou a postar em grupos que eu era umaperdedor procurando uma dona pra me dominarFiquei vermelho, mas gozei sem me tocar.

Depois uma mina me escreveu: "Você parece meu cachorrinho perfeito". Aceitei que nem um idiota... fiquei um ano feitoescravo virtualde uma deusa de 16 anos do México. Todo dia: bom dia chamando ela de deusa perfeita, gostosa, tratando ela como rainha absoluta; boa noite me humilhando, falando o quão inútil eu sou e o sortudo que era por servi-la. Tinha que divertir ela: agir como cachorro, como namorado submisso, não me masturbar, gozar latindo de quatro como animal, fazer o que ela quisesse. Era o total guy dela, e eu adorava ser a putinha Promíscua dela.


Aos 19, me joguei de cabeça no mundo de slave e sissy. Até pouco tempo atrás, decidi aceitar isso.quero ser dominada por completo, igual que com minha deusa anterior, 100% e pra sempreQuero tirar essa máscara de vez, admitir que sou uma puta gostosa.vadia sissy Promíscua, pervertida e nojentaque só vive pra ser degradada. Quero destruir minha vida por completo: que me transformem numa foxy total, sem futuro, sem dignidade, só pra servir e ser humilhada. Quero que minha mãe vire uma puta de outro homem, que ela seja comida gostoso enquanto eu olho como corno da família, que me digam que até ela é mais puta que eu. Quero ser usada, cheia de porra, negada, pisoteada, tratada como lixo. Sou uma pervertida molhada que fica excitada com a própria destruição. Quero que me dominem, me humilhem, me transformem em nada. Não tem volta.


E vocês? O que acham dessa sissy vagabunda promíscua que quer fuder tudo? Me contem como me humilhariam mais, o que me obrigariam a fazer pra ser uma rabuda completa, me deixa louca saber que machos de verdade, deusas e amigas sissy me vejam como a promíscua que sou e queiram me destruir.
8 comentários - Mi patética historia: cómo un "macho" se convirtió en sissy
😭