Seguimos de novo com a temática cuckold, só que dessa vez escondido, como um jogo que três pessoas jogam e só duas sabem, e essa é a parte divertida.
Não sei o nome do ilustrador, mas vou mandar minha narração.
Sem mais:
O caçador disfarçado de amigo passa pela sua cidade, e você é a presa perfeita, um cara tímido, mas de algum jeito ele conquistou sua confiança... e ali está o alvo dele, sua esposinha doce e gostosa.



Os dias passam e a interação é natural, eles curtem momentos divertidos os três...



Sua mulher logo percebe que o cara folgado, bem... seu namorado deixa rolar, achando que é natural... mas alguma coisa, algo que parece natural... chamou a atenção da cervinha, feito armadilha escondida no mato.


A presença do seu "amigo" não atrapalha as brincadeiras normais entre você e sua namorada, mas dois caras e uma mina debaixo do mesmo teto...


As comparações, o desejo e a tensão sexual se tornam inevitáveis... mais cedo ou mais tarde, o instinto de mulher dela vai levar ela a ter, no mínimo, curiosidade por quem sabe que é o macho.


A inocência é cunhada da curiosidade... porque as mulheres sabem o que vivem com seus parceiros, mas a dúvida corrói elas de pensar como vai ser estar com um homem, digamos, que não vai tratá-las como princesas na cama, mais guiado pelo instinto do que pelo amor.


A armadilha sempre natural e cuidadosamente colocada ali, na frente da mulher, pra ir minando a sanidade dela, até que ela se aproxima suavemente das mandíbulas do predador.




Ninguém fala sobre o assunto, mas o vínculo já foi formado...


O macho sabe da tensão sexual que provoca, que ela é inocente, que as experiências dela foram formadas com base no amor, mas você... oferece a ela... uma safadeza bem tarada.


Timidamente, ela avança, com todo o seu ser pulsando, sem saber se vai fazer parte ou não da "sacanagem", porque o coração dela ama o parceiro, mas o instinto faz ela se remexer por dentro de tesão, de uma sensação nunca experimentada antes.



Timidamente acaricia, pesa e percorre aquele membro que reconhece há muito como uma tentação maior do que a do seu parceiro...

Cautelosamente, ela faz seu movimento...


O macho só observa como sua aproximação sutil fez a presa cair na armadilha dele.




Um sorriso cúmplice confirma... Ela aceitou o jogo, a sacanagem, a enganação...


Quanto mais escancarado, mais sem vergonha... mais ela curte.
Namorada de um, puta de outro.

Nenhum momento é desperdiçado.

Ela é uma garota feliz descobrindo uma sexualidade mais instintiva e sem inibições.





E você aí, vê ela corada segurando com as duas mãos uma rola que não é sua, porque a sua ela segura com os dedos.





Chupa, goza e curte, e você descobre que esse lado safado e tarado dela também te fez aproveitar.
Porque a mulher não prioriza o próprio prazer, mas sim um homem que garanta teto, comida e futuro, mas com um corno ela descobre o verdadeiro prazer da sexualidade, porque já pode se abrir sinceramente ao prazer sabendo que tem um cuck pra sustentar ela.
Este conteúdo foi reenviado da conta @Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.mas trazendo minha própria narração. Podem e sugiro passar por lá se essa publicação te agradou, vai encontrar mais publicações lá com ilustrações do mesmo autor.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai em frente.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade pra comentar aqui ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuosos, putas gostosas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
Não sei o nome do ilustrador, mas vou mandar minha narração.
Sem mais:
O caçador disfarçado de amigo passa pela sua cidade, e você é a presa perfeita, um cara tímido, mas de algum jeito ele conquistou sua confiança... e ali está o alvo dele, sua esposinha doce e gostosa.



Os dias passam e a interação é natural, eles curtem momentos divertidos os três...



Sua mulher logo percebe que o cara folgado, bem... seu namorado deixa rolar, achando que é natural... mas alguma coisa, algo que parece natural... chamou a atenção da cervinha, feito armadilha escondida no mato.


A presença do seu "amigo" não atrapalha as brincadeiras normais entre você e sua namorada, mas dois caras e uma mina debaixo do mesmo teto...


As comparações, o desejo e a tensão sexual se tornam inevitáveis... mais cedo ou mais tarde, o instinto de mulher dela vai levar ela a ter, no mínimo, curiosidade por quem sabe que é o macho.


A inocência é cunhada da curiosidade... porque as mulheres sabem o que vivem com seus parceiros, mas a dúvida corrói elas de pensar como vai ser estar com um homem, digamos, que não vai tratá-las como princesas na cama, mais guiado pelo instinto do que pelo amor.


A armadilha sempre natural e cuidadosamente colocada ali, na frente da mulher, pra ir minando a sanidade dela, até que ela se aproxima suavemente das mandíbulas do predador.




Ninguém fala sobre o assunto, mas o vínculo já foi formado...

O macho sabe da tensão sexual que provoca, que ela é inocente, que as experiências dela foram formadas com base no amor, mas você... oferece a ela... uma safadeza bem tarada.


Timidamente, ela avança, com todo o seu ser pulsando, sem saber se vai fazer parte ou não da "sacanagem", porque o coração dela ama o parceiro, mas o instinto faz ela se remexer por dentro de tesão, de uma sensação nunca experimentada antes.



Timidamente acaricia, pesa e percorre aquele membro que reconhece há muito como uma tentação maior do que a do seu parceiro...

Cautelosamente, ela faz seu movimento...


O macho só observa como sua aproximação sutil fez a presa cair na armadilha dele.




Um sorriso cúmplice confirma... Ela aceitou o jogo, a sacanagem, a enganação...


Quanto mais escancarado, mais sem vergonha... mais ela curte.
Namorada de um, puta de outro.


Nenhum momento é desperdiçado.

Ela é uma garota feliz descobrindo uma sexualidade mais instintiva e sem inibições.





E você aí, vê ela corada segurando com as duas mãos uma rola que não é sua, porque a sua ela segura com os dedos.





Chupa, goza e curte, e você descobre que esse lado safado e tarado dela também te fez aproveitar.
Porque a mulher não prioriza o próprio prazer, mas sim um homem que garanta teto, comida e futuro, mas com um corno ela descobre o verdadeiro prazer da sexualidade, porque já pode se abrir sinceramente ao prazer sabendo que tem um cuck pra sustentar ela.
Este conteúdo foi reenviado da conta @Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.mas trazendo minha própria narração. Podem e sugiro passar por lá se essa publicação te agradou, vai encontrar mais publicações lá com ilustrações do mesmo autor.
Sem mais, aproveitem, vivam, e se alguém não concordar com seus gostos, lembrem que vocês não pediram opinião, e muito menos perdão ou permissão. Se a sexualidade não machuca outra pessoa, vai em frente.
Tô sempre disponível pra bater um papo; se não for por aqui, também tô no telegram como @CcAaRrL
Fiquem à vontade pra comentar aqui ou no privado.
Um prazer, e muito tesão pra corno, incestuosos, putas gostosas, e qualquer um que expresse sua sexualidade de forma convencional ou não.
Bom dia.
Comentários são muito bem-vindos, um "Oi", talvez mostrar a imagem que mais curtiram ou alguma relacionada que queiram adicionar. Ultimamente a Poringa tá bem morta e aumentar a participação deixa as coisas mais interessantes.
6 comentários - La cacería del macho...
👍.
Una disculpa, procuro no dejar comentario sin responder.
Yo aporte con la narración entonces sí gustas tu dime del material de ese perfil cual te gustaría mas que sea adaptado con narración, pero un secuela directa de esta historia no sé sí haya.