Era um dia agitado pra TN, que tinha passado horas e horas nas aulas, se sentindo exausto e desconectado do mundo. Quando saiu da escola, a cabeça dele tava cheia de lição de casa e responsabilidades, mas um toque de curiosidade o levou por um caminho diferente. Enquanto caminhava pra casa, alguma coisa chamou a atenção dele: uma lojinha de relíquias escondida entre dois prédios maiores. A fachada da loja era curiosa, com prateleiras cheias de objetos estranhos que brilhavam sob a luz fraca do entardecer. Atraído por uma força inexplicável, TN decidiu entrar. O interior cheirava a madeira velha e ervas secas, e uma melodia suave de fundo preenchia o ar, criando uma atmosfera mágica. Enquanto explorava as prateleiras, os dedos dele acariciavam o pó das antiguidades. Ele encontrou todo tipo de objeto: armas antigas, cristais brilhantes e estatuetas lindas de personagens de contos de fadas. Mas foi algo além do comum que realmente prendeu a atenção dele: numa pequena vitrine, tinha um pingente brilhante, com um design intrincado que parecia chamar por ele.
TN se aproximou, sentindo que o pingente o chamava.
Velho: Boa tarde, jovem. O pingente te chamou a atenção?
TN: Boa tarde, senhor. Na verdade, sim, e queria saber se o senhor poderia me contar a história desse pingente?
Velho: Claro, jovem. As lendas dizem que dentro desse pingente habita o que se pode chamar de uma gênia da lâmpada, ou, neste caso, do pingente. E para que ela te reconheça como seu mestre, você precisa selar o contrato com sangue. Uma gota basta, e a gênia do pingente vai te obedecer 100%.
Sem pensar duas vezes, ele decidiu comprar, achando que poderia ser um bom complemento pra sua coleção de lembranças. Depois de pagar, o velho dono da loja sorriu de forma enigmática e disse: "Cuidado com o que você deseja, jovem."
Confuso, mas empolgado, TN saiu da loja com o pingente na mão. Quando chegou em casa, sentou no quarto dele. Olhou pro pingente, sem conseguir resistir à tentação. Com o coração batendo rápido, TN pegou uma agulha pequena do seu kit de artesanato. Não tinha certeza do que ia fazer, mas a curiosidade o empurrava pra frente. Com um movimento cuidadoso, furou o dedo, deixando uma gota de sangue cair sobre o pingente.
Naquele momento, o quarto pareceu vibrar, e o pingente começou a brilhar com uma luz intensa. De repente, o brilho se intensificou até virar uma esfera de luz deslumbrante que encheu o quarto inteiro. TN teve que cobrir os olhos. Quando a luz finalmente se apagou, ali, na frente dele, estava a figura de uma mulher gostosa com chifres, olhos vermelhos com pupilas azuis. Tinha um cabelo longo e liso que caía como uma cascata, e um peito não muito grande, mas tinha onde pegar.
Demônio: Não acredito que meu mestre é um humano. Me chamo Herzha e sou a súcubo que vive dentro do colar. Você selou o contrato e agora eu realizarei qualquer pedido. —TN ficou chocado. As palavras de Herzha ecoavam na mente dele.—
TN: Qualquer pedido significa sexo, né?
Herzha sorriu de forma sedutora, mas sua expressão também mostrava sabedoria e um toque de diversão.
Herzha: Posso realizar muitos tipos de desejos, querido mestre. No entanto, minhas habilidades vão além do físico. Posso te oferecer poder, conhecimento, ou até ajudar você a alcançar qualquer sonho que tenha.
TN, ainda surpreso com o aparecimento da súcubo, parou um momento para considerar suas opções. Embora a tentação fosse grande, ele sabia que precisava ter cuidado com o que desejava.
TN: Tenho uma pergunta.
Herzha: Fala.
TN: Você consegue viajar entre os mundos dos animes?
Herzha: Ah, os mundos dos animes... um lugar fascinante e cheio de possibilidades. Sim, posso viajar entre esses mundos, mas existem certas condições e limitações. Não posso agir diretamente no mundo humano sem sua permissão, mas se você quiser explorar um universo específico, podemos fazer isso juntos, desde que seja uma jornada que você realmente deseje.
TN: Então, como seu senhor, eu declaro que você seja minha mulher.
Herzha: Oh, isso é muito lisonjeiro, TN. Aprecio suas palavras e a conexão especial que desenvolvemos. No entanto, fico curiosa em saber... por quê?
TN: Acontece que quero montar um harém com as mulheres de vários animes. Não me importo se tiver que tirá-las de alguém. E quero ter você nesse harém, não como uma serva, mas como minha primeira mulher. O que me diz? Aceita?
Herzha: E o que eu ganho com isso?
TN: Sua liberdade e amor. O que me diz?
—Herzha empurra TN, que cai de costas na cama. Ela fica de pé, quando do nada começa a se transformar.*
Herzha: Posso assumir qualquer forma que você quiser, ou será que prefere algo mais excitante? —Herzha aumenta os peitos e o quadril, ficando mais gostosa, na frente de TN—
TN: tanta carne e eu banguela
Herzha: hahaha, tem muito mais de onde isso veio, gostoso —Herzha se aproxima da virilha de TN para tirar a calça do uniforme e deixar o pau do seu homem exposto, que, em resposta à liberdade, bateu no nariz dela—
Herzha: nossa, mas meu amorzinho vem bem armado até os dentes
TN: por que você diz isso?
Herzha: é maior do que os que eu costumo comer, mas esse não me assusta
TN: acha que dá conta?
Herzha: você me ofende, mas sim, não vai ser problema —Ela começa a lamber o pau de TN com muita fome, ficou assim por um tempo até enfiar o pau inteiro do seu homem na boca, subindo e descendo com moderação—
TN: ah Herzha, que gostosa você chupa, sinto que vou gozar.
Herzha (ainda com o pau na boca): goza na minha boca, não se segura não. —Herzha acelera o boquete pra dar mais prazer pro homem dela, e ela já não aguentava de vontade de sentir o gozo dele na boca dela—
TN: ah Herzha, eu vou gozar —Herzha engole o pau inteiro até a base, sem deixar uma gota de porra escapar, fechando hermético igual um Topper, engolindo tudo sem dificuldade—
Herzha: que delícia e parece que você ainda tem energia — vê como o pau do TN pulsa de excitação e prazer recebido, Herzha não perde tempo e envolve os peitos dela em volta do pau do TN, depois aperta um pouco com as mãos enquanto sobe e desce os peitos com o pau do TN no meio deles.
TN: Miarda, que delícia
Herzha: Você gostou?
TN: Adoro, gostosa
Herzha: E isso é só o começo
—Herzha aumenta ainda mais os peitos
pra dar mais prazer, TN gemia de tesão já que era a primeira vez que transava e ainda mais com uma súcubo. TN avisou Herzha que tava perto de gozar, ela acelerou os movimentos, massageando mais o pau de TN, que se destacava por entre os peitos da súcubo. Ela abriu a boca, mostrando uma língua parecida com a de uma cobra, sem ser bifurcada, e enquanto continuava massageando, lambia o pau de TN até ele gozar na cara de Herzha. Com a língua, ela recolheu o leite e engoliu, esboçando um sorriso—
TN se aproximou, sentindo que o pingente o chamava. Velho: Boa tarde, jovem. O pingente te chamou a atenção?
TN: Boa tarde, senhor. Na verdade, sim, e queria saber se o senhor poderia me contar a história desse pingente?
Velho: Claro, jovem. As lendas dizem que dentro desse pingente habita o que se pode chamar de uma gênia da lâmpada, ou, neste caso, do pingente. E para que ela te reconheça como seu mestre, você precisa selar o contrato com sangue. Uma gota basta, e a gênia do pingente vai te obedecer 100%.
Sem pensar duas vezes, ele decidiu comprar, achando que poderia ser um bom complemento pra sua coleção de lembranças. Depois de pagar, o velho dono da loja sorriu de forma enigmática e disse: "Cuidado com o que você deseja, jovem."
Confuso, mas empolgado, TN saiu da loja com o pingente na mão. Quando chegou em casa, sentou no quarto dele. Olhou pro pingente, sem conseguir resistir à tentação. Com o coração batendo rápido, TN pegou uma agulha pequena do seu kit de artesanato. Não tinha certeza do que ia fazer, mas a curiosidade o empurrava pra frente. Com um movimento cuidadoso, furou o dedo, deixando uma gota de sangue cair sobre o pingente.
Naquele momento, o quarto pareceu vibrar, e o pingente começou a brilhar com uma luz intensa. De repente, o brilho se intensificou até virar uma esfera de luz deslumbrante que encheu o quarto inteiro. TN teve que cobrir os olhos. Quando a luz finalmente se apagou, ali, na frente dele, estava a figura de uma mulher gostosa com chifres, olhos vermelhos com pupilas azuis. Tinha um cabelo longo e liso que caía como uma cascata, e um peito não muito grande, mas tinha onde pegar.
Demônio: Não acredito que meu mestre é um humano. Me chamo Herzha e sou a súcubo que vive dentro do colar. Você selou o contrato e agora eu realizarei qualquer pedido. —TN ficou chocado. As palavras de Herzha ecoavam na mente dele.—TN: Qualquer pedido significa sexo, né?
Herzha sorriu de forma sedutora, mas sua expressão também mostrava sabedoria e um toque de diversão.
Herzha: Posso realizar muitos tipos de desejos, querido mestre. No entanto, minhas habilidades vão além do físico. Posso te oferecer poder, conhecimento, ou até ajudar você a alcançar qualquer sonho que tenha.
TN, ainda surpreso com o aparecimento da súcubo, parou um momento para considerar suas opções. Embora a tentação fosse grande, ele sabia que precisava ter cuidado com o que desejava.
TN: Tenho uma pergunta.
Herzha: Fala.
TN: Você consegue viajar entre os mundos dos animes?
Herzha: Ah, os mundos dos animes... um lugar fascinante e cheio de possibilidades. Sim, posso viajar entre esses mundos, mas existem certas condições e limitações. Não posso agir diretamente no mundo humano sem sua permissão, mas se você quiser explorar um universo específico, podemos fazer isso juntos, desde que seja uma jornada que você realmente deseje.
TN: Então, como seu senhor, eu declaro que você seja minha mulher.
Herzha: Oh, isso é muito lisonjeiro, TN. Aprecio suas palavras e a conexão especial que desenvolvemos. No entanto, fico curiosa em saber... por quê?
TN: Acontece que quero montar um harém com as mulheres de vários animes. Não me importo se tiver que tirá-las de alguém. E quero ter você nesse harém, não como uma serva, mas como minha primeira mulher. O que me diz? Aceita?
Herzha: E o que eu ganho com isso?
TN: Sua liberdade e amor. O que me diz?
—Herzha empurra TN, que cai de costas na cama. Ela fica de pé, quando do nada começa a se transformar.*
Herzha: Posso assumir qualquer forma que você quiser, ou será que prefere algo mais excitante? —Herzha aumenta os peitos e o quadril, ficando mais gostosa, na frente de TN—
TN: tanta carne e eu banguela Herzha: hahaha, tem muito mais de onde isso veio, gostoso —Herzha se aproxima da virilha de TN para tirar a calça do uniforme e deixar o pau do seu homem exposto, que, em resposta à liberdade, bateu no nariz dela—
Herzha: nossa, mas meu amorzinho vem bem armado até os dentes
TN: por que você diz isso?
Herzha: é maior do que os que eu costumo comer, mas esse não me assusta
TN: acha que dá conta?
Herzha: você me ofende, mas sim, não vai ser problema —Ela começa a lamber o pau de TN com muita fome, ficou assim por um tempo até enfiar o pau inteiro do seu homem na boca, subindo e descendo com moderação—

TN: ah Herzha, que gostosa você chupa, sinto que vou gozar. Herzha (ainda com o pau na boca): goza na minha boca, não se segura não. —Herzha acelera o boquete pra dar mais prazer pro homem dela, e ela já não aguentava de vontade de sentir o gozo dele na boca dela—
TN: ah Herzha, eu vou gozar —Herzha engole o pau inteiro até a base, sem deixar uma gota de porra escapar, fechando hermético igual um Topper, engolindo tudo sem dificuldade—
Herzha: que delícia e parece que você ainda tem energia — vê como o pau do TN pulsa de excitação e prazer recebido, Herzha não perde tempo e envolve os peitos dela em volta do pau do TN, depois aperta um pouco com as mãos enquanto sobe e desce os peitos com o pau do TN no meio deles.
TN: Miarda, que delícia Herzha: Você gostou?
TN: Adoro, gostosa
Herzha: E isso é só o começo
—Herzha aumenta ainda mais os peitos
pra dar mais prazer, TN gemia de tesão já que era a primeira vez que transava e ainda mais com uma súcubo. TN avisou Herzha que tava perto de gozar, ela acelerou os movimentos, massageando mais o pau de TN, que se destacava por entre os peitos da súcubo. Ela abriu a boca, mostrando uma língua parecida com a de uma cobra, sem ser bifurcada, e enquanto continuava massageando, lambia o pau de TN até ele gozar na cara de Herzha. Com a língua, ela recolheu o leite e engoliu, esboçando um sorriso—
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