Diabo do caralho! (Power x Leitor)
Autor: Renocral
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https://archiveofourown.org/users/Renocral/pseuds/Renocral
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Sentado no chão, você estava cansado demais até pra tentar se arrastar até sua cadeira. Mesmo assim, conseguiu dobrar seu uniforme com cuidado ao seu lado. Passava um filme que você não prestou nem metade da atenção, cochilando a cada segundo.
De repente, seu telefone fixo tocou. Ninguém nunca te ligava, isso só podia significar uma coisa...
―Porra... Acabei de sentar!(...)Você olhou para o hotel onde o demônio estava hospedado. Deve ser bem forte se sete membros da Divisão 4 foram chamados pra lidar com ele. Olhando pra lá, você viu Hayakawa e seus dois novos colegas de quarto. Naquele dia ele parecia especialmente irritado com eles. Você se perguntou o porquê, mas conhecendo Denji e Power... Poderia ser qualquer coisa.
―Hmm? Você dormiu o suficiente, T/N?―MVocê olhou para sua esquerda e viu a Himeno.
―Tô com olheira ou coisa do tipo?―Você não ficaria surpreso.
Você que disse, não eu―.Ela deu de ombros.
Você revirou os olhos
―Não, não fiz isso. É meio difícil quando me chamam o tempo todo para ataques de demônios.
―Ah, coitadinho...―Ela gemeu―Você sempre pode dormir comigo, sabe~?
Você revirou os olhos de novo, rindo das piadas de mau gosto do Himeno
Aki começou a gritar. Algo sobre uma brincadeira? Himeno se aproximou para acalmá-lo antes de propor uma aposta. Quem matasse o primeiro demônio ganharia umabeijoda mulher, ele disse que era uma forma de "levantar o moral". Você riu baixinho pela reação de Denji e Arai a isso antes de deixar escapar um bocejo.
―É melhor eu me segurar e botar pra trabalhar, acho... tenho uns demônios pra matar―Você conseguiu.[...]Dentro do hotel, Denji correu para frente para encontrar o demônio mais rápido e Arai o seguiu. Você decidiu ficar para trás com o resto do esquadrão.
―Então,Aqui?―Começou―..O que tá te deixando tão puto hoje?
Aki olhou para Power, e a demônia, que estava com os braços atrás da cabeça, rapidamente desviou o olhar. Dava pra ver a veia saltando na cabeça do Aki.
―Ppreferiria... não falar sobre isso―resmungou.―Claro...―Você me comeuÉ melhor não incomodar aquele urso por muito tempo, não vá que ele se jogue na Power e tente matá-la.
Você olhou para seus outros companheiros de equipe. Himeno parecia estar bem, mas, e a Kobeni? A pobre garota parecia já estar no limite da paciência. Você estava prestes a consolá-la quando uma confusão te distraiu. Denji e Arai discutiam enquanto se agarravam e se empurravam. Power correu primeiro, animada com a perspectiva de uma briga, Kobeni correu atrás dela.
Você suspirou profundamente antes de olhar para Aki e Himeno.
―Eeu vou cuidar deles...
Você conseguiu afastar a Arai do Denji com uma facilidade danada.
«Acho que a presença do seu superior suavizou essa atitude deleppensaste:
―Vocês dois, seus imbecis, podem parar com essa olimpíada de ego que estão fazendo agora? Temos que lutar contra um demônio, não entre nós.
Denji tentou argumentar sua inocência por um segundo antes que Power o interrompesse.
―Je, tecnicamente, ele TÁ lutando contra um demônio! Afinal, o Denji é um híbrido!
Você massageou a cabeça, já sentia que uma enxaqueca estava chegando.
―Vocês sabem do que eu tô falando, parem de bancar os imbecis pra gente poder fazer esse trabalho e eu poder descansar um pouco.
Power estalou a língua.
―Como se eu me importasse com as desgraças de um humano!
Seu olho se contraiu.
―Exceto que eu sou sua superior (Ela imediatamente contra-argumentou) o que significa que eu tenho voz e voto sobre se você é útil ou não para este esquadrão. E caso não seja...―Você fez o sinal de cortar a garganta.Power ficou calada diante disso―.O quê? Sem mais comentários? Ótimo! Agora cala a boca, seja um bom demônio e vá encontrar o outro demônio para a gente matar e eu poder dormir um pouco.―Você fulminou ela com o olhar para deixar claro o recado.
Power saiu com passos pesados, resmungando sobre como você e Aki estavam sendo tão chatos e rigorosos hoje.
―A ironia está completamente perdida nisso.―comentou Aki
―Você acha que fui meio duro com ela?―Normalmente você não era tão imbecil, é só que a falta de sono muda um homem!
―Não se preocupe com isso, ela vai voltar a ser a mesma de sempre depois de uns trinta segundos.
Você gemeu em resposta.[...]Depois de mais alguns minutos de exploração, e um demônio morto (uma cabeça comcaras), Power se gabou de como o demônio estava com tanto medo dela que ficou congelado no ar ou sei lá, você não estava prestando muita atenção. Himeno rejeitou essa ideia e disse que era a habilidade dela como demônio.
―Hmm. Tem certeza de que é uma boa ideia ficar tagarelando sobre seu poder na minha presença, humana?―questionouPoder.
―Não vejo por que não, isso deixa o trabalho em equipe melhor, né? Além disso, tenho uns truques na manga, então não tô preocupada.
―Sério?―Power sorriu antes de criar uma espada de sangue e apontá-la para Kobeni, que deu um salto para trás em estado de choque.―.E aí, o que você faria se eu tentasse matar ela então?
Himeno a deteve imediatamente, ativando sua habilidade para agarrar Power pelo pescoço.
―Guarda a arma, se começar a se comportar mal, tenho todo o direito de te matar.―afirmou.
Power tentou agarrar o que quer que a estivesse segurando, mas era o braço do demônio fantasma, então ela acabou só agitando os braços.
Himeno a derrubou um segundo depois.
―Não quero ter que fazer uma coisa dessas de novo, então vamos nos dar bem, tá bom?―A mulher sorriu.
Enquanto todos os outros continuavam subindo as escadas, Denji sorria por não estar encrencado. Por uma vez, decidiu ser mesquinho.
―Agora o que a gente aprendeu?―Você sorriu.
Power te fulminou com o olhar.
―Cala a boca, humana! Não quero ouvir sua voz agora!
Ela saiu batendo o pé de novo, resmungando sobre como ia devorar você e a Himeno uma hora dessas.
―Eu ouvi isso!―você gritou, e a Power ficou dura antes de cerrar os dentes e continuar subindo as escadas.
Você riu antes mesmo de perceber. Power subia as escadas, o que significava que mesmo com a camisa desabotoada, você ainda tinha uma ótima vista da sua bunda durinha. Ela sabia como usar uma calça, você tinha que admitir.
«Espera um minuto, no que diabos eu estou pensando?! É um maldito demônio que possui um cadáver humano! Estou ficando louco?»
Você respirou fundo para se acalmar, perturbado pelos seus pensamentos de um segundo atrás. De jeito nenhum você estava pensando na Power.dessa forma.
Um segundo depois, Arai passou correndo a toda velocidade. Com um olhar de confusão, você alcançou o grupo.
―Ah, o que tá rolando com a Arai?
―Hã?―
Você olhou para trás, quem tinha feito o barulho era a Arai, lá no alto da escada...
Todos ficaram de queixo caído, Himeno foi a primeira a falar depois de um minuto de silêncio tenso.
―Arai... você ia descer as escadas... né?
Você voltou a massagear a cabeça enquanto reclamava. Foi só sua má sorte te dando uma situação dessas. Você já estava irritado, e parecia que o destino queria te deixar ainda mais puto hoje.
―Porra...[...]Já haviam se passado algumas horas e eles não encontravam um jeito de escapar do oitavo andar. Os elevadores não funcionavam, as escadas estavam em loop, e nem mesmo furar a porra do teto adiantava!
Kobeni tentou beber água da privada, Arai estava tendo um ataque de pânico em outro cômodo e Denji dormia profundamente numa cama de hotel confortável. Você não perdeu tempo em seguir os passos deles. Aki tentou te deter, afirmando que o demônio poderia atacar a qualquer momento, mas você garantiu a ele que ficaria bem.
E agora você estava dormindo um pouco, algo que você precisava, em um quarto longe de todos os outros. Claro, o perigo de fazer isso era alto, já que havia um demônio rondando por todo o prédio, mas se ele decidisse te atacar a qualquer momento, você daria um jeito!
Você estava em paz, descansando com um sorriso de satisfação. Mas claro, nada de bom pode durar para sempre...
Sua porta se abriu de repente e bateu na parede. Você pulou da cama assustado e seus instintos de luta ou fuga quase te fizeram atacar o intruso antes de ver quem era.
―Poder?!
O demônio olhou ao redor e te viu meio acordado antes de vasculhar o quarto. Ele não te deu atenção.
―E-Ei! Que diabos você tá fazendo aqui? Eu tô tentando dormir!―gvocê gozou
―Ah, você quer calar a boca, humano?! Tô procurando comida!
Comida? Tavam se abastecendo de recursos lá fora? De qualquer forma, você já tinha revistado esse lugar quando entrou pela primeira vez, então sabia com certeza que não tinha nada aqui.
―Não tem nada aqui, já revirei tudo! Então pode cair fora daqui,―Você apertou.
―Se você acha que eu vou cair nessa, então você é mais burro do que parece! Provavelmente só tá tentando esconder tudo pra você mesmo!― argumentou eledemônio.
Você gemeu, de saco cheio dessa mina e da atitude dela.NãoVocê estava a fim dessa porra.
—Olha só, se tivesse algo útil aqui, eu já teria dado pros outros muito antes! O fato de que seu rabo egoísta só pensa em si mesmo não significa que eu também seja esse tipo de pessoa! Agora amadurece de uma vez!
Power continuougritando com você, a voz dela era estridente, piorando sua dor de cabeça a cada segundo. Você estava cansado disso, cansado dela, já era hora de alguém botar ela no seu lugar...
O quarto escureceu, uma presença opressiva tomou conta de todos os cantos. Power ficou em silêncio na hora, mas isso não te satisfez nem um pouco. Ela foi empurrada para trás, imobilizada contra a parede por uma força invisível e sem fôlego, e enquanto tentava recuperar o ar, você se aproximou com um olhar duro.
—Você não devia ter subestimado minha paciência. Agora você me deixou puto da vida...
—Ngh...! O que você tá fazendo, humano? Me solta!!—Power gritou, lutando para escapar de seu captor invisível.
—Não... acho que tenho algo mais planejado pra você...—Power ficou pálido, do que diabos você poderia estar falando?
—Q-Q-Quê...?! O que você quer dizer com isso?!
Você acariciou o rosto dela, passando a mão pela bochecha e sob o queixo para levantar sua cabeça. Olhou para o símbolo em forma de cruz de suas pupilas e tomou uma decisão.
—Oi, eu tô bem estressado hoje, e você e seus hábitos não ajudaram em nada pra aliviar isso...—Você a envolveu com o braço e puxou seus quadris para frente, ela suspirou quando suas partes inferiores se tocaram, e sentiu a manifestação dos seus sentimentos recentes por ela pressionando sua coxa. Ela pôde sentir aquilo pulsando sob sua calça e um rubor gigante explodiu em seu rosto em meio segundo.
—H-Humano, que diabos você acha que está fazendo? C-Como ousa pressionar seu pênis nojento contra mim!!! Vou te matar! Me solta agora mesmo!!—ele gritou. Você riu, achando essa reação dele bem fofa e, curiosamente, gostosa?«Que porra eu tô fazendo?»Você passou a mão que estava atrás dela por baixo da camisa, fazendo lentos círculos nas costas dela. Ela soltou um gemidinho de surpresa no início do gesto e depois tentou se afastar de você novamente, sem conseguir.«Eu poderia me meter numa baita encrenca por causa disso...»Você pressionou seus lábios contra os dela, silenciando efetivamente seus protestos e gritos, fazendo-a suspirar e gemer em sua boca. Sua mão deslizou por baixo de suas calças, explorando sua bunda apertada, e ela se sacudiu bruscamente antes de você esfregar seu volume na virilha dela, o que a fez gemer.
«Isso... isso é estupro, né? E ela também é uma demônio! O que significa que tecnicamente estou atacando um cadáver! Que porra que eu tô fazendo?!»Power soltou um pequeno suspiro quando você se esfregou nela, fazendo-a corar ainda mais. Ela não conseguia acreditar que seria rebaixada por um maldito humano, de todas as coisas. Ele deveria estar adorando o chão que ela pisava, agindo como seu escravo! Isso vai contra as próprias leis da natureza!«Caralho! Não consigo me soltar, não importa o que eu faça! Que porra de habilidade diabólica é essa?!»Power começou a respirar com dificuldade, resmungando e fazendo de tudo para pelo menos parar os beijos. Ela conseguiu desviar a cabeça da sua, ganhando assim um tempo para respirar.
—Você... como ousa...—Ela recuperou o fôlego—.Por que você escolhe me atacar assim!?
Você riu de novo, o rosto irritado dele te excitou ainda mais.
—Porque você é gostosa e eu preciso de um calmante para o estresse.
—!O quê?!
—Na escadaDei uma olhada na sua bunda...—Você apertou aquela coisa debaixo da calça dela, fazendo um barulhinho gostoso sair de lá—.Achei que te ver nessa luz era uma loucura, afinal, você é um demônio, mas você ficou apertando meus botões, e isso me fez querer te botar no seu lugar ainda mais...
Power respondeu ao seu olhar de desprezo com um olhar fulminante, não admitiria, mas a aura que você emitia dava arrepios nele...
—Você pode me ter presa por enquanto, humano, mas quando eu me libertar, você vai estar morto!
—É assim? Porque acho que você vai estar muito cansada pra atacar nessa hora...—rvocê respondeu.
Demorou um segundo para ela assimilar isso. Quanto tempo você planejava deixá-la nessa situação?
—B-bom, então eu vou só gritar e alertar os o-—Você interrompeu ela
—É isso aí, não vou te dar essa chance...
Power sentiu a garganta se apertar, entrou em pânico e tentou mexer os braços, as pernas, qualquer coisa! Ele a apertou com mais força até o ponto em que ela mal conseguia respirar, não o suficiente para deixá-la inconsciente, felizmente. Mas tinha um problema: ela não conseguia falar.
T/N roubou a voz dela.
Ela também não conseguiria gritar alto o suficiente para chamar a atenção dos outros, as pernas tremiam, mal conseguia respirar e estava muito consciente da sua mão esfregando contra sua bunda ainda, assim como do volume gigante pressionando sua própria virilha.
—Não se preocupe, vou soltar você. Exatamente no momento em que você estiver prestes a gozar...—Você sorriu—.Quero ouvir o barulho que você faz.
No segundo em que você terminou sua frase, você enfiou um dedo fundo na bunda dela. O corpo inteiro da Power estremeceu e ela soltou um grito abafado. O cuzinho dela estava molhado, perfeito para o que você ia fazer, apertando e relaxando ao redor do seu dedo, e o som abafado da sua mão batendo na bunda dela por baixo da calça só te deixou mais duro...

Seus olhos se encheram de lágrimas, não por angústia, mas pela dor que sentia na bunda. Ninguém sabia, mas a Power era muito sensível ali embaixo, e ter seu corpo tratado com tanta brutalidade não era nada divertido!
Você a beijou de novo, abafando os gemidos dela ao fazer isso. Ela estava com calor, dava pra ver pela quantidade de suor acumulando nas calças dela, a bunda dela começou a ficar especialmente molhada.
Você queria ver.
Rapidamente você tirou a mão da calça dele, dando-lhe um segundo de alívio antes de submetê-la novamente ao seu cruel ataque. Você abaixou a calça e a calcinha dela às pressas, a virou e expôs sua bunda, separando suas nádegas macias. Power rosnou o mais forte que pôde.

—Hein, para uma garota que não se cuida, você tem uma bunda bem gostosa, hein~—Você tá de brincadeira, Power respondeu com um grunhido irritado, a bunda dela ainda doía por causa da sua apalpada anterior.«Puta que pariu, T/N... Aguenta só mais um pouco até eu me soltar! Você brincou com minha bunda e agora vai lamber? Vocês humanos são uns animais nojentos mesmo!»Eu tava com tanta vontade de falar, mas aquela coisa que tava agarrada no pescoço dela não soltava! Mas quando você enfiou a cara na bunda suada dela, todos os pensamentos foram ralo abaixo.
Power soltou um gemido incomum, que te fez soltar seu pau e acariciá-la. Os sons que você fazia quando sua língua entrava e saía de sua bunda, junto com os gemidos abafados dela, encheram completamente o quarto. Você rezava a Deus para que ninguém entrasse naquele momento, porque sinceramente você estava no paraíso.
«Porra! Esse maldito humano! Tira essa sua língua nojenta de mim!»Power se sentiu profundamente constrangida. Em nenhum momento da história ela teria permitido que um humano, muito menos ele, lambesse sua buceta daquele jeito.Mas por mais que tentasse, não conseguia escapar. Não podia se defender. A única coisa que podia fazer era aguentar a humilhação de seu ânus sensível ser destruído pela sua língua. Ele odiava isso...
Ela realmente soltava gemidos constantes, não como os grunhidos de antes, o que te surpreendeu.
«Parece que está cedendo mais rápido do que eu pensava!»
Você se inclinou para trás para dar uma olhada no seu trabalho desleixado. Sua língua afundou tão fundo nela que o buraco dela estava pronto para ser preenchido por algo maior nesse ponto. Você sorriu antes de se levantar e esfregar seu pau entre as nádegas dela. Inclinando-se perto do ouvido dela para sussurrar algo.
—VParece que você está bem molhada. Acho que gostou de ter um humano limpando sua bunda, né? E toda aquela conversinha de antes, hein?
Ela tentou abafar uma resposta, mas você a silenciou empurrando lentamente sua ponta dentro dela. Todo o corpo da Power parecia estar em chamas, e o coração dela estava aceleradíssimo! Ela estava prestes a ser comida pelo cu e não podia fazer nada a respeito. Era humilhante, caralho! Ela era a demônio do sangue, não era? A forte e linda Power! Então por que diabos ela se sentia tão indefesa assim? Era de dar pena.
Isso era só um pesadão, nada mais.
—E aí, Power? Tem alguma coisa pra me dizer antes de eu começar a trabalhar?—Você soltou um pouco a mão no pescoço dela, deixando ela falar de novo.
Power respirou fundo, sua visão parecia melhorar um pouco. Ele se virou para você com um olhar estranhamente triste.
—Nãonão seja bruto...
Hã? Você ouviu bem? Ele não gritou, não te xingou de jeito nenhum? O que foi isso?
—Com licença?—vaivocê perguntou.
—Não seja tão brusco... minha buceta está doendo muitobuceta...—ela disse com a voz mais calma que você já tinha ouvido dela.
Você não conseguia acreditar, ela estava aceitando o destino dela assim, sem mais nem menos?
—O que aconteceu com toda aquela briga de antes? Já tá desistindo?—Ela te olhou mordendo o lábio. Uma única lágrima escorreu pelo rosto dela e te tirou o fôlego.—.Porra... você não estava mentindo, né? Não sabia que você era tão sensível aí...—Te você se sentia um lixo, o que era irônico considerando o que você tinha acabado de fazer.
Power bufou.
—Pelo menos você pode me deixar mexer meu corpo? Se tenho que ser submetida a essa tortura, devo ter o direito de me mover como quiser. Odeio ficar presa contra essa parede!—desbundou.
Você demorou muito pra pensar, era arriscado. Ela poderia se jogar em você assim que a soltasse, tudo dependeria de quem fosse mais rápido, né?
—Como posso confiar que você não vai me atacar?—Ela sorriu com o comentário.
—Você não deveria confiar nada a um demônio, e ainda assim é o idiota estúpido que quer acasalar comigo!
Ela tinha um ponto
—Vai se foder.
Você liberou sua habilidade e a sensação opressiva desapareceu instantaneamente. Power suspirou aliviado e se virou para você, que assumiu uma postura cautelosa.
— Calma, seu idiota, não vou te matar. Por enquanto, claro! — disse, caminhando até a cama e sentando nela, levando em conta sua bunda dolorida.
Você olhou para ela, desconcertado.
—Por que não?
— Porque minha bunda ainda dói de tanto eu ter lambido ela! Não posso lutar nessas condições! — Ela te fulminou com o olhar, você, por sua vez, devolveu um sorriso.
.—Achei que você ia gostar de um beijo na bunda, eu adorei fazer isso.
— Claro que você gostou. — Ela revirou os olhos —. Todos os humanos são uns depravados pervertidos! Além disso, você fez muito mais do que só 'beijá-lo'!
—EVocê gostou! Dá pra ver só de quão molhada você está! — você disse.
Power olhou para sua virilha, de fato, estava encharcada.
—Tanto faz, beijador de bundas...
Você sorriu antes de se aproximar e entrelaçar os lábios de novo, dessa vez com uma energia nova por trás.

Power agarrou a camiseta que você estava usando e logo a arrancou, você fez o mesmo com a dele. Isso continuou até que ambos estavam pelados, deitados se beijando na cama, o mundo inteiro era uma distração naquele momento.
Eram só vocês dois. E você a queria com toda sua força.
—Por favor, Power, eu...—Ela te deu um pé na bunda.
—NãoAh, esse buraco. Vou permitir qualquer coisa, menos isso!—disse elePuta.«Boa pra mim!» —Isso não vai ser um problema. —Você levantou as pernas dela. Tinha um pouco de pelos, mas nada demais. Os lábios dela pareciam tão tentadores que você sentiu a boca ficar molhada só de olhar.
—Você tá se divertindo, humano? —Power interveio.
—Talvez um pouquinho... —Ela sorriu agora.
Você deslizou seu pau pra cima e pra baixo na sua racha, pequenos fios da sua buceta grudaram na ponta como um sinal de quanto ela realmente estava esperando por isso. Você olhou nos olhos dela enquanto entrava dentro dela, tornando-se um só. Power já tinha uma mão agarrada nos lençóis enquanto apertava os dentes e sua respiração ficava entrecortada. Assim que você entrou completamente, esfregou seus quadris contra os dela e a garota soltou um gemido suave.

—T-TN... hahh... ve... auh... mais rápido...!
Você atendeu ao pedido dela, segurando-a pelos quadris e metendo com força. Isso fez os gemidos dela aumentarem em volume e frequência, além de fazer o suor e o mel da buceta se acumularem embaixo de vocês dois num ritmo mais acelerado.
—P-Puta... C-Caralho! P-Porra!—O Power não conseguia articular nem uma palavra, a única coisa que escapava de sua boca era seu próprio nome, você se orgulhava imensamente desse fato. E queria mais, queria que ela gritasse seu nome por você. Suas investidas aumentaram de velocidade, os sons de palmas e os gemidos do Power com alguma palavrão ocasional encheram o quarto.
—Caralho! É melhor você não diminuir o ritmo, T/N! Guhh! — Ela gemeu mais forte, levou uma mão para baixo e beliscou seu clitóris. Os sons molhados que ela fazia ao esfregar a mão ali estavam levando-a ao limite; agora ela entendia por que os humanos amavam tanto sexo, e como podiam ficar viciados nisso, isso era absolutamente incrível!
Ela sentiu ele subir, subir dentro dela. Seus olhos reviraram de prazer, a visão ficou turva, a tontura a invadiu.
Power gozou.
O corpo dela sacudiu feito louco, as pernas em espasmos se fecharam em volta de você, forçando sua virilha a aguentar a sensação dos fluidos dela jorrando e escorrendo por toda a região. Seu pau ficou todo coberto pelos líquidos e isso fez você meter ainda mais forte, completamente enlouquecido de tesão nesse momento.
Um líquido branco grudando no seu pau. Você tirou um momento para se masturbar usando o material como lubrificante.
—Parece que você curtiu, hein? —você disse, olhando para o demônio cansado lá embaixo.
—S-Shu... Cala a boca...—Ela ofegou, com um braço sobre o rosto.
Você sorriu antes de virá-la e empurrar seus quadris para cima. Power tentou reclamar, mas estava cansada demais para isso.
—Então quer dizer que posso fazer o que eu quiser?—Já provou?
—Como você quiser...—pFoda-se, arrastando as palavras.
Você deu uma boa palmada na bunda dela, que a fez soltar um gritinho, e logo depois voltou a se enterrar dentro dela.
—Porra, não consigo me cansar disso...!—Suas investidas eram selvagens, você adorava completamente a visão da bunda do Power erguida até seus quadris, as costas arqueadas e o rosto enterrado na cama. Você conseguiu! Se isso não era botar ele no lugar dele, então você não sabia o que era!

Você ficou um pouco ousado e enfiou o polegar no cu dela piscando um olho, foi só instinto, mas a Power não viu dessa forma. Ela levantou a cabeça de repente da cama e te fulminou com o olhar. Antes que ela pudesse dizer uma palavra, você a calou com um beijo e se afastou para acalmá-la.
—Não se preocupe, é o mais longe que vou chegar com isso, tá bom? Tá de acordo?—Você dedicou a ela um sorriso caloroso, ela suspirou pesadamente e cedeu.
—Ah!Tá bom, mas só até aí!
—Sim, senhora~—Você a beijou de novo e voltou a investir. Usou sua mão livre para agarrar e apalpar seu peito, seus peitinhos eram uma característica que você não tinha dado muita atenção e era hora de mudar isso. Apertou seus mamilos, provocando um suspiro. Música para seus ouvidos, no que dizia respeito a você.
Você sentiu seu pau se agitando loucamente, a Power com certeza também sentiu. Você estava perto...
Você não sabia se demônios podiam engravidar ou não, mas com certeza não era corajoso o suficiente para descobrir! Você a penetrou por mais alguns segundos antes de diminuir o ritmo, tirar e gozar por todo o corpinho dela. Pintou a bunda dela com fileiras quentes de porra, garantindo que não deixasse uma única gota na sua tela sexy. Borrifou as bochechas, a buceta e o cu dela com sua semente.

Assim que você terminou, tirou uma foto mental da cena antes que ela se virasse e te puxasse, esmagando os lábios dela contra os seus.
Se pudesse, você casaria com ela na mesma hora.
*TOC TOC*
Claro que tiveram que te interromper.«Merda! Quem é esse? E por que tem que vir justo agora?!»Você olhou para o Power, a garota estava com as mãos cobrindo a boca e os olhos bem abertos. Puta merda, se alguém pegasse vocês dois nessa posição...
—Q-Quem é? Você ligou?
—Oi,Sou a Himeno. A Power está nesse quarto com você? A Aki disse que não viu ela em lugar nenhum e a gente já revirou o andar inteiro!
Em que diabos você se meteu agora? Isso era uma loucura! Eu mal sabia que aquela garota estava abraçada a você pelada! A apenas alguns metros da porta!
«Caralho! Você tem um timing impecável, Himeno!»
Embora, na verdade, você não pudesse ficar bravo com ela, afinal você que se meteu nessa situação. Mas e se ela tivesse gozado alguns minutos antes? E se tivesse ouvido todos os gemidos? O que ela teria dito então?
Você sacudiu esses pensamentos da cabeça imediatamente, agora não era hora de pirar. Você tinha que jogar bem nessa!
—Ah... Sim! Ele veio aqui antes procurando por lanches e desmaiou logo depois de comer!—«Por favor, compra isso!»
—Hm. Tá bom então! Me surpreende que você ainda tenha ficado por lá, pensei que você odiasse ela.
—Não, não odeio ela.—Power olhou para você com curiosidade—.Só preciso de um tempinho pra entender ela, só isso.
—Ei, tô te ouvindo... bom, de qualquer jeito, d?
Autor: Renocral
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Sentado no chão, você estava cansado demais até pra tentar se arrastar até sua cadeira. Mesmo assim, conseguiu dobrar seu uniforme com cuidado ao seu lado. Passava um filme que você não prestou nem metade da atenção, cochilando a cada segundo.
De repente, seu telefone fixo tocou. Ninguém nunca te ligava, isso só podia significar uma coisa...
―Porra... Acabei de sentar!(...)Você olhou para o hotel onde o demônio estava hospedado. Deve ser bem forte se sete membros da Divisão 4 foram chamados pra lidar com ele. Olhando pra lá, você viu Hayakawa e seus dois novos colegas de quarto. Naquele dia ele parecia especialmente irritado com eles. Você se perguntou o porquê, mas conhecendo Denji e Power... Poderia ser qualquer coisa.
―Hmm? Você dormiu o suficiente, T/N?―MVocê olhou para sua esquerda e viu a Himeno.
―Tô com olheira ou coisa do tipo?―Você não ficaria surpreso.
Você que disse, não eu―.Ela deu de ombros.
Você revirou os olhos
―Não, não fiz isso. É meio difícil quando me chamam o tempo todo para ataques de demônios.
―Ah, coitadinho...―Ela gemeu―Você sempre pode dormir comigo, sabe~?
Você revirou os olhos de novo, rindo das piadas de mau gosto do Himeno
Aki começou a gritar. Algo sobre uma brincadeira? Himeno se aproximou para acalmá-lo antes de propor uma aposta. Quem matasse o primeiro demônio ganharia umabeijoda mulher, ele disse que era uma forma de "levantar o moral". Você riu baixinho pela reação de Denji e Arai a isso antes de deixar escapar um bocejo.
―É melhor eu me segurar e botar pra trabalhar, acho... tenho uns demônios pra matar―Você conseguiu.[...]Dentro do hotel, Denji correu para frente para encontrar o demônio mais rápido e Arai o seguiu. Você decidiu ficar para trás com o resto do esquadrão.
―Então,Aqui?―Começou―..O que tá te deixando tão puto hoje?
Aki olhou para Power, e a demônia, que estava com os braços atrás da cabeça, rapidamente desviou o olhar. Dava pra ver a veia saltando na cabeça do Aki.
―Ppreferiria... não falar sobre isso―resmungou.―Claro...―Você me comeuÉ melhor não incomodar aquele urso por muito tempo, não vá que ele se jogue na Power e tente matá-la.
Você olhou para seus outros companheiros de equipe. Himeno parecia estar bem, mas, e a Kobeni? A pobre garota parecia já estar no limite da paciência. Você estava prestes a consolá-la quando uma confusão te distraiu. Denji e Arai discutiam enquanto se agarravam e se empurravam. Power correu primeiro, animada com a perspectiva de uma briga, Kobeni correu atrás dela.
Você suspirou profundamente antes de olhar para Aki e Himeno.
―Eeu vou cuidar deles...
Você conseguiu afastar a Arai do Denji com uma facilidade danada.
«Acho que a presença do seu superior suavizou essa atitude deleppensaste:
―Vocês dois, seus imbecis, podem parar com essa olimpíada de ego que estão fazendo agora? Temos que lutar contra um demônio, não entre nós.
Denji tentou argumentar sua inocência por um segundo antes que Power o interrompesse.
―Je, tecnicamente, ele TÁ lutando contra um demônio! Afinal, o Denji é um híbrido!
Você massageou a cabeça, já sentia que uma enxaqueca estava chegando.
―Vocês sabem do que eu tô falando, parem de bancar os imbecis pra gente poder fazer esse trabalho e eu poder descansar um pouco.
Power estalou a língua.
―Como se eu me importasse com as desgraças de um humano!
Seu olho se contraiu.
―Exceto que eu sou sua superior (Ela imediatamente contra-argumentou) o que significa que eu tenho voz e voto sobre se você é útil ou não para este esquadrão. E caso não seja...―Você fez o sinal de cortar a garganta.Power ficou calada diante disso―.O quê? Sem mais comentários? Ótimo! Agora cala a boca, seja um bom demônio e vá encontrar o outro demônio para a gente matar e eu poder dormir um pouco.―Você fulminou ela com o olhar para deixar claro o recado.
Power saiu com passos pesados, resmungando sobre como você e Aki estavam sendo tão chatos e rigorosos hoje.
―A ironia está completamente perdida nisso.―comentou Aki
―Você acha que fui meio duro com ela?―Normalmente você não era tão imbecil, é só que a falta de sono muda um homem!
―Não se preocupe com isso, ela vai voltar a ser a mesma de sempre depois de uns trinta segundos.
Você gemeu em resposta.[...]Depois de mais alguns minutos de exploração, e um demônio morto (uma cabeça comcaras), Power se gabou de como o demônio estava com tanto medo dela que ficou congelado no ar ou sei lá, você não estava prestando muita atenção. Himeno rejeitou essa ideia e disse que era a habilidade dela como demônio.
―Hmm. Tem certeza de que é uma boa ideia ficar tagarelando sobre seu poder na minha presença, humana?―questionouPoder.
―Não vejo por que não, isso deixa o trabalho em equipe melhor, né? Além disso, tenho uns truques na manga, então não tô preocupada.
―Sério?―Power sorriu antes de criar uma espada de sangue e apontá-la para Kobeni, que deu um salto para trás em estado de choque.―.E aí, o que você faria se eu tentasse matar ela então?
Himeno a deteve imediatamente, ativando sua habilidade para agarrar Power pelo pescoço.
―Guarda a arma, se começar a se comportar mal, tenho todo o direito de te matar.―afirmou.
Power tentou agarrar o que quer que a estivesse segurando, mas era o braço do demônio fantasma, então ela acabou só agitando os braços.
Himeno a derrubou um segundo depois.
―Não quero ter que fazer uma coisa dessas de novo, então vamos nos dar bem, tá bom?―A mulher sorriu.
Enquanto todos os outros continuavam subindo as escadas, Denji sorria por não estar encrencado. Por uma vez, decidiu ser mesquinho.
―Agora o que a gente aprendeu?―Você sorriu.
Power te fulminou com o olhar.
―Cala a boca, humana! Não quero ouvir sua voz agora!
Ela saiu batendo o pé de novo, resmungando sobre como ia devorar você e a Himeno uma hora dessas.
―Eu ouvi isso!―você gritou, e a Power ficou dura antes de cerrar os dentes e continuar subindo as escadas.
Você riu antes mesmo de perceber. Power subia as escadas, o que significava que mesmo com a camisa desabotoada, você ainda tinha uma ótima vista da sua bunda durinha. Ela sabia como usar uma calça, você tinha que admitir.
«Espera um minuto, no que diabos eu estou pensando?! É um maldito demônio que possui um cadáver humano! Estou ficando louco?» Você respirou fundo para se acalmar, perturbado pelos seus pensamentos de um segundo atrás. De jeito nenhum você estava pensando na Power.dessa forma.
Um segundo depois, Arai passou correndo a toda velocidade. Com um olhar de confusão, você alcançou o grupo.
―Ah, o que tá rolando com a Arai?
―Hã?―
Você olhou para trás, quem tinha feito o barulho era a Arai, lá no alto da escada...
Todos ficaram de queixo caído, Himeno foi a primeira a falar depois de um minuto de silêncio tenso.
―Arai... você ia descer as escadas... né?
Você voltou a massagear a cabeça enquanto reclamava. Foi só sua má sorte te dando uma situação dessas. Você já estava irritado, e parecia que o destino queria te deixar ainda mais puto hoje.
―Porra...[...]Já haviam se passado algumas horas e eles não encontravam um jeito de escapar do oitavo andar. Os elevadores não funcionavam, as escadas estavam em loop, e nem mesmo furar a porra do teto adiantava!
Kobeni tentou beber água da privada, Arai estava tendo um ataque de pânico em outro cômodo e Denji dormia profundamente numa cama de hotel confortável. Você não perdeu tempo em seguir os passos deles. Aki tentou te deter, afirmando que o demônio poderia atacar a qualquer momento, mas você garantiu a ele que ficaria bem.
E agora você estava dormindo um pouco, algo que você precisava, em um quarto longe de todos os outros. Claro, o perigo de fazer isso era alto, já que havia um demônio rondando por todo o prédio, mas se ele decidisse te atacar a qualquer momento, você daria um jeito!
Você estava em paz, descansando com um sorriso de satisfação. Mas claro, nada de bom pode durar para sempre...
Sua porta se abriu de repente e bateu na parede. Você pulou da cama assustado e seus instintos de luta ou fuga quase te fizeram atacar o intruso antes de ver quem era.
―Poder?!
O demônio olhou ao redor e te viu meio acordado antes de vasculhar o quarto. Ele não te deu atenção.
―E-Ei! Que diabos você tá fazendo aqui? Eu tô tentando dormir!―gvocê gozou
―Ah, você quer calar a boca, humano?! Tô procurando comida!
Comida? Tavam se abastecendo de recursos lá fora? De qualquer forma, você já tinha revistado esse lugar quando entrou pela primeira vez, então sabia com certeza que não tinha nada aqui.
―Não tem nada aqui, já revirei tudo! Então pode cair fora daqui,―Você apertou.
―Se você acha que eu vou cair nessa, então você é mais burro do que parece! Provavelmente só tá tentando esconder tudo pra você mesmo!― argumentou eledemônio.
Você gemeu, de saco cheio dessa mina e da atitude dela.NãoVocê estava a fim dessa porra.
—Olha só, se tivesse algo útil aqui, eu já teria dado pros outros muito antes! O fato de que seu rabo egoísta só pensa em si mesmo não significa que eu também seja esse tipo de pessoa! Agora amadurece de uma vez!
Power continuougritando com você, a voz dela era estridente, piorando sua dor de cabeça a cada segundo. Você estava cansado disso, cansado dela, já era hora de alguém botar ela no seu lugar...
O quarto escureceu, uma presença opressiva tomou conta de todos os cantos. Power ficou em silêncio na hora, mas isso não te satisfez nem um pouco. Ela foi empurrada para trás, imobilizada contra a parede por uma força invisível e sem fôlego, e enquanto tentava recuperar o ar, você se aproximou com um olhar duro.
—Você não devia ter subestimado minha paciência. Agora você me deixou puto da vida...
—Ngh...! O que você tá fazendo, humano? Me solta!!—Power gritou, lutando para escapar de seu captor invisível.
—Não... acho que tenho algo mais planejado pra você...—Power ficou pálido, do que diabos você poderia estar falando?
—Q-Q-Quê...?! O que você quer dizer com isso?!
Você acariciou o rosto dela, passando a mão pela bochecha e sob o queixo para levantar sua cabeça. Olhou para o símbolo em forma de cruz de suas pupilas e tomou uma decisão.
—Oi, eu tô bem estressado hoje, e você e seus hábitos não ajudaram em nada pra aliviar isso...—Você a envolveu com o braço e puxou seus quadris para frente, ela suspirou quando suas partes inferiores se tocaram, e sentiu a manifestação dos seus sentimentos recentes por ela pressionando sua coxa. Ela pôde sentir aquilo pulsando sob sua calça e um rubor gigante explodiu em seu rosto em meio segundo.
—H-Humano, que diabos você acha que está fazendo? C-Como ousa pressionar seu pênis nojento contra mim!!! Vou te matar! Me solta agora mesmo!!—ele gritou. Você riu, achando essa reação dele bem fofa e, curiosamente, gostosa?«Que porra eu tô fazendo?»Você passou a mão que estava atrás dela por baixo da camisa, fazendo lentos círculos nas costas dela. Ela soltou um gemidinho de surpresa no início do gesto e depois tentou se afastar de você novamente, sem conseguir.«Eu poderia me meter numa baita encrenca por causa disso...»Você pressionou seus lábios contra os dela, silenciando efetivamente seus protestos e gritos, fazendo-a suspirar e gemer em sua boca. Sua mão deslizou por baixo de suas calças, explorando sua bunda apertada, e ela se sacudiu bruscamente antes de você esfregar seu volume na virilha dela, o que a fez gemer.
«Isso... isso é estupro, né? E ela também é uma demônio! O que significa que tecnicamente estou atacando um cadáver! Que porra que eu tô fazendo?!»Power soltou um pequeno suspiro quando você se esfregou nela, fazendo-a corar ainda mais. Ela não conseguia acreditar que seria rebaixada por um maldito humano, de todas as coisas. Ele deveria estar adorando o chão que ela pisava, agindo como seu escravo! Isso vai contra as próprias leis da natureza!«Caralho! Não consigo me soltar, não importa o que eu faça! Que porra de habilidade diabólica é essa?!»Power começou a respirar com dificuldade, resmungando e fazendo de tudo para pelo menos parar os beijos. Ela conseguiu desviar a cabeça da sua, ganhando assim um tempo para respirar.—Você... como ousa...—Ela recuperou o fôlego—.Por que você escolhe me atacar assim!?
Você riu de novo, o rosto irritado dele te excitou ainda mais.
—Porque você é gostosa e eu preciso de um calmante para o estresse.
—!O quê?!
—Na escadaDei uma olhada na sua bunda...—Você apertou aquela coisa debaixo da calça dela, fazendo um barulhinho gostoso sair de lá—.Achei que te ver nessa luz era uma loucura, afinal, você é um demônio, mas você ficou apertando meus botões, e isso me fez querer te botar no seu lugar ainda mais...
Power respondeu ao seu olhar de desprezo com um olhar fulminante, não admitiria, mas a aura que você emitia dava arrepios nele...
—Você pode me ter presa por enquanto, humano, mas quando eu me libertar, você vai estar morto!
—É assim? Porque acho que você vai estar muito cansada pra atacar nessa hora...—rvocê respondeu.
Demorou um segundo para ela assimilar isso. Quanto tempo você planejava deixá-la nessa situação?
—B-bom, então eu vou só gritar e alertar os o-—Você interrompeu ela
—É isso aí, não vou te dar essa chance...
Power sentiu a garganta se apertar, entrou em pânico e tentou mexer os braços, as pernas, qualquer coisa! Ele a apertou com mais força até o ponto em que ela mal conseguia respirar, não o suficiente para deixá-la inconsciente, felizmente. Mas tinha um problema: ela não conseguia falar.
T/N roubou a voz dela.
Ela também não conseguiria gritar alto o suficiente para chamar a atenção dos outros, as pernas tremiam, mal conseguia respirar e estava muito consciente da sua mão esfregando contra sua bunda ainda, assim como do volume gigante pressionando sua própria virilha.
—Não se preocupe, vou soltar você. Exatamente no momento em que você estiver prestes a gozar...—Você sorriu—.Quero ouvir o barulho que você faz.
No segundo em que você terminou sua frase, você enfiou um dedo fundo na bunda dela. O corpo inteiro da Power estremeceu e ela soltou um grito abafado. O cuzinho dela estava molhado, perfeito para o que você ia fazer, apertando e relaxando ao redor do seu dedo, e o som abafado da sua mão batendo na bunda dela por baixo da calça só te deixou mais duro...

Seus olhos se encheram de lágrimas, não por angústia, mas pela dor que sentia na bunda. Ninguém sabia, mas a Power era muito sensível ali embaixo, e ter seu corpo tratado com tanta brutalidade não era nada divertido!
Você a beijou de novo, abafando os gemidos dela ao fazer isso. Ela estava com calor, dava pra ver pela quantidade de suor acumulando nas calças dela, a bunda dela começou a ficar especialmente molhada.
Você queria ver.
Rapidamente você tirou a mão da calça dele, dando-lhe um segundo de alívio antes de submetê-la novamente ao seu cruel ataque. Você abaixou a calça e a calcinha dela às pressas, a virou e expôs sua bunda, separando suas nádegas macias. Power rosnou o mais forte que pôde.

—Hein, para uma garota que não se cuida, você tem uma bunda bem gostosa, hein~—Você tá de brincadeira, Power respondeu com um grunhido irritado, a bunda dela ainda doía por causa da sua apalpada anterior.«Puta que pariu, T/N... Aguenta só mais um pouco até eu me soltar! Você brincou com minha bunda e agora vai lamber? Vocês humanos são uns animais nojentos mesmo!»Eu tava com tanta vontade de falar, mas aquela coisa que tava agarrada no pescoço dela não soltava! Mas quando você enfiou a cara na bunda suada dela, todos os pensamentos foram ralo abaixo.
Power soltou um gemido incomum, que te fez soltar seu pau e acariciá-la. Os sons que você fazia quando sua língua entrava e saía de sua bunda, junto com os gemidos abafados dela, encheram completamente o quarto. Você rezava a Deus para que ninguém entrasse naquele momento, porque sinceramente você estava no paraíso.
«Porra! Esse maldito humano! Tira essa sua língua nojenta de mim!»Power se sentiu profundamente constrangida. Em nenhum momento da história ela teria permitido que um humano, muito menos ele, lambesse sua buceta daquele jeito.Mas por mais que tentasse, não conseguia escapar. Não podia se defender. A única coisa que podia fazer era aguentar a humilhação de seu ânus sensível ser destruído pela sua língua. Ele odiava isso...Ela realmente soltava gemidos constantes, não como os grunhidos de antes, o que te surpreendeu.
«Parece que está cedendo mais rápido do que eu pensava!»

Você se inclinou para trás para dar uma olhada no seu trabalho desleixado. Sua língua afundou tão fundo nela que o buraco dela estava pronto para ser preenchido por algo maior nesse ponto. Você sorriu antes de se levantar e esfregar seu pau entre as nádegas dela. Inclinando-se perto do ouvido dela para sussurrar algo.
—VParece que você está bem molhada. Acho que gostou de ter um humano limpando sua bunda, né? E toda aquela conversinha de antes, hein?
Ela tentou abafar uma resposta, mas você a silenciou empurrando lentamente sua ponta dentro dela. Todo o corpo da Power parecia estar em chamas, e o coração dela estava aceleradíssimo! Ela estava prestes a ser comida pelo cu e não podia fazer nada a respeito. Era humilhante, caralho! Ela era a demônio do sangue, não era? A forte e linda Power! Então por que diabos ela se sentia tão indefesa assim? Era de dar pena.
Isso era só um pesadão, nada mais.
—E aí, Power? Tem alguma coisa pra me dizer antes de eu começar a trabalhar?—Você soltou um pouco a mão no pescoço dela, deixando ela falar de novo.
Power respirou fundo, sua visão parecia melhorar um pouco. Ele se virou para você com um olhar estranhamente triste.
—Nãonão seja bruto...
Hã? Você ouviu bem? Ele não gritou, não te xingou de jeito nenhum? O que foi isso?
—Com licença?—vaivocê perguntou.
—Não seja tão brusco... minha buceta está doendo muitobuceta...—ela disse com a voz mais calma que você já tinha ouvido dela.
Você não conseguia acreditar, ela estava aceitando o destino dela assim, sem mais nem menos?
—O que aconteceu com toda aquela briga de antes? Já tá desistindo?—Ela te olhou mordendo o lábio. Uma única lágrima escorreu pelo rosto dela e te tirou o fôlego.—.Porra... você não estava mentindo, né? Não sabia que você era tão sensível aí...—Te você se sentia um lixo, o que era irônico considerando o que você tinha acabado de fazer.
Power bufou.
—Pelo menos você pode me deixar mexer meu corpo? Se tenho que ser submetida a essa tortura, devo ter o direito de me mover como quiser. Odeio ficar presa contra essa parede!—desbundou.
Você demorou muito pra pensar, era arriscado. Ela poderia se jogar em você assim que a soltasse, tudo dependeria de quem fosse mais rápido, né?
—Como posso confiar que você não vai me atacar?—Ela sorriu com o comentário.
—Você não deveria confiar nada a um demônio, e ainda assim é o idiota estúpido que quer acasalar comigo!
Ela tinha um ponto
—Vai se foder.
Você liberou sua habilidade e a sensação opressiva desapareceu instantaneamente. Power suspirou aliviado e se virou para você, que assumiu uma postura cautelosa.
— Calma, seu idiota, não vou te matar. Por enquanto, claro! — disse, caminhando até a cama e sentando nela, levando em conta sua bunda dolorida.
Você olhou para ela, desconcertado.
—Por que não?
— Porque minha bunda ainda dói de tanto eu ter lambido ela! Não posso lutar nessas condições! — Ela te fulminou com o olhar, você, por sua vez, devolveu um sorriso.
.—Achei que você ia gostar de um beijo na bunda, eu adorei fazer isso.
— Claro que você gostou. — Ela revirou os olhos —. Todos os humanos são uns depravados pervertidos! Além disso, você fez muito mais do que só 'beijá-lo'!
—EVocê gostou! Dá pra ver só de quão molhada você está! — você disse.
Power olhou para sua virilha, de fato, estava encharcada.
—Tanto faz, beijador de bundas...
Você sorriu antes de se aproximar e entrelaçar os lábios de novo, dessa vez com uma energia nova por trás.

Power agarrou a camiseta que você estava usando e logo a arrancou, você fez o mesmo com a dele. Isso continuou até que ambos estavam pelados, deitados se beijando na cama, o mundo inteiro era uma distração naquele momento.
Eram só vocês dois. E você a queria com toda sua força.
—Por favor, Power, eu...—Ela te deu um pé na bunda.
—NãoAh, esse buraco. Vou permitir qualquer coisa, menos isso!—disse elePuta.«Boa pra mim!» —Isso não vai ser um problema. —Você levantou as pernas dela. Tinha um pouco de pelos, mas nada demais. Os lábios dela pareciam tão tentadores que você sentiu a boca ficar molhada só de olhar.
—Você tá se divertindo, humano? —Power interveio.
—Talvez um pouquinho... —Ela sorriu agora.
Você deslizou seu pau pra cima e pra baixo na sua racha, pequenos fios da sua buceta grudaram na ponta como um sinal de quanto ela realmente estava esperando por isso. Você olhou nos olhos dela enquanto entrava dentro dela, tornando-se um só. Power já tinha uma mão agarrada nos lençóis enquanto apertava os dentes e sua respiração ficava entrecortada. Assim que você entrou completamente, esfregou seus quadris contra os dela e a garota soltou um gemido suave.

—T-TN... hahh... ve... auh... mais rápido...!
Você atendeu ao pedido dela, segurando-a pelos quadris e metendo com força. Isso fez os gemidos dela aumentarem em volume e frequência, além de fazer o suor e o mel da buceta se acumularem embaixo de vocês dois num ritmo mais acelerado.
—P-Puta... C-Caralho! P-Porra!—O Power não conseguia articular nem uma palavra, a única coisa que escapava de sua boca era seu próprio nome, você se orgulhava imensamente desse fato. E queria mais, queria que ela gritasse seu nome por você. Suas investidas aumentaram de velocidade, os sons de palmas e os gemidos do Power com alguma palavrão ocasional encheram o quarto.
—Caralho! É melhor você não diminuir o ritmo, T/N! Guhh! — Ela gemeu mais forte, levou uma mão para baixo e beliscou seu clitóris. Os sons molhados que ela fazia ao esfregar a mão ali estavam levando-a ao limite; agora ela entendia por que os humanos amavam tanto sexo, e como podiam ficar viciados nisso, isso era absolutamente incrível!
Ela sentiu ele subir, subir dentro dela. Seus olhos reviraram de prazer, a visão ficou turva, a tontura a invadiu.
Power gozou.
O corpo dela sacudiu feito louco, as pernas em espasmos se fecharam em volta de você, forçando sua virilha a aguentar a sensação dos fluidos dela jorrando e escorrendo por toda a região. Seu pau ficou todo coberto pelos líquidos e isso fez você meter ainda mais forte, completamente enlouquecido de tesão nesse momento.
Um líquido branco grudando no seu pau. Você tirou um momento para se masturbar usando o material como lubrificante.
—Parece que você curtiu, hein? —você disse, olhando para o demônio cansado lá embaixo.
—S-Shu... Cala a boca...—Ela ofegou, com um braço sobre o rosto.
Você sorriu antes de virá-la e empurrar seus quadris para cima. Power tentou reclamar, mas estava cansada demais para isso.
—Então quer dizer que posso fazer o que eu quiser?—Já provou?
—Como você quiser...—pFoda-se, arrastando as palavras.
Você deu uma boa palmada na bunda dela, que a fez soltar um gritinho, e logo depois voltou a se enterrar dentro dela.
—Porra, não consigo me cansar disso...!—Suas investidas eram selvagens, você adorava completamente a visão da bunda do Power erguida até seus quadris, as costas arqueadas e o rosto enterrado na cama. Você conseguiu! Se isso não era botar ele no lugar dele, então você não sabia o que era!

Você ficou um pouco ousado e enfiou o polegar no cu dela piscando um olho, foi só instinto, mas a Power não viu dessa forma. Ela levantou a cabeça de repente da cama e te fulminou com o olhar. Antes que ela pudesse dizer uma palavra, você a calou com um beijo e se afastou para acalmá-la.
—Não se preocupe, é o mais longe que vou chegar com isso, tá bom? Tá de acordo?—Você dedicou a ela um sorriso caloroso, ela suspirou pesadamente e cedeu.
—Ah!Tá bom, mas só até aí!
—Sim, senhora~—Você a beijou de novo e voltou a investir. Usou sua mão livre para agarrar e apalpar seu peito, seus peitinhos eram uma característica que você não tinha dado muita atenção e era hora de mudar isso. Apertou seus mamilos, provocando um suspiro. Música para seus ouvidos, no que dizia respeito a você.
Você sentiu seu pau se agitando loucamente, a Power com certeza também sentiu. Você estava perto...
Você não sabia se demônios podiam engravidar ou não, mas com certeza não era corajoso o suficiente para descobrir! Você a penetrou por mais alguns segundos antes de diminuir o ritmo, tirar e gozar por todo o corpinho dela. Pintou a bunda dela com fileiras quentes de porra, garantindo que não deixasse uma única gota na sua tela sexy. Borrifou as bochechas, a buceta e o cu dela com sua semente.

Assim que você terminou, tirou uma foto mental da cena antes que ela se virasse e te puxasse, esmagando os lábios dela contra os seus.
Se pudesse, você casaria com ela na mesma hora.
*TOC TOC*
Claro que tiveram que te interromper.«Merda! Quem é esse? E por que tem que vir justo agora?!»Você olhou para o Power, a garota estava com as mãos cobrindo a boca e os olhos bem abertos. Puta merda, se alguém pegasse vocês dois nessa posição...
—Q-Quem é? Você ligou?
—Oi,Sou a Himeno. A Power está nesse quarto com você? A Aki disse que não viu ela em lugar nenhum e a gente já revirou o andar inteiro!
Em que diabos você se meteu agora? Isso era uma loucura! Eu mal sabia que aquela garota estava abraçada a você pelada! A apenas alguns metros da porta!
«Caralho! Você tem um timing impecável, Himeno!»
Embora, na verdade, você não pudesse ficar bravo com ela, afinal você que se meteu nessa situação. Mas e se ela tivesse gozado alguns minutos antes? E se tivesse ouvido todos os gemidos? O que ela teria dito então?
Você sacudiu esses pensamentos da cabeça imediatamente, agora não era hora de pirar. Você tinha que jogar bem nessa!
—Ah... Sim! Ele veio aqui antes procurando por lanches e desmaiou logo depois de comer!—«Por favor, compra isso!»
—Hm. Tá bom então! Me surpreende que você ainda tenha ficado por lá, pensei que você odiasse ela.
—Não, não odeio ela.—Power olhou para você com curiosidade—.Só preciso de um tempinho pra entender ela, só isso.
—Ei, tô te ouvindo... bom, de qualquer jeito, d?
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