O quarto ainda fedia a suor, a lençóis revirados e ao calor denso do corpo pesado dele. Eu continuava ajoelhada nos azulejos frios do quarto, com as pernas tremendo e o corpo completamente destruído depois das horas intermináveis em que o Braian tinha me usado como brinquedo de carne. Minha buceta ardia, meu cu pulsava de dor e minha boca secava pela mistura da minha própria saliva com os restos grossos do esperma dele que ainda inundavam meu paladar.
Ele estava sentado na beira da cama, ajeitando a jaqueta com total desinteresse, com aquele sorriso arrogante e safado estampado na cara de um cara que acabou de saciar todas as suas baixezas.
— Então, vadiazinha, já me esvaziei bastante dentro de você por hoje, então faz o favor de deixar isso impecável antes que eu vá embora. — Disse o Braian com a voz rouca e pesada, esticando a mão de uma vez para cravar os dedos na minha nuca.
Sem me dar tempo de respirar, ele puxou minha cabeça para baixo com força bruta, empurrando minha cara direto contra a virilha dele enquanto tirava o pau ainda meio duro de dentro da calça.
— Vamos, abre bem essa boca e passa a língua em cada canto, que ficou uma bagunça danada da minha porra e não vou embora com cheiro da sua buceta rota. — Ordenou o filho da puta, cravando os nós dos dedos no meu cabelo para garantir que eu não pudesse me mexer nem um centímetro.
Não me restou outra opção senão obedecer por puro reflexo, arrastando os lábios pela carne suada dele e começando a limpar com nojo e desespero todo o rastro do abuso.
— Isso, engole tudo o que é meu, olha como você deixa meu pau brilhando só de chupada. — Zombou ele, se inclinando um pouco mais para ver de perto como eu me engasgava com o tamanho dele enquanto os restos do esperma escorriam pelo canto dos meus lábios.
*Queria te responder algo, queria tirar essa raiva de dentro de mim uma vez na vida...* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas e a boca completamente ocupada pelo membro dele. *Te dizer na cara que você é um miserável, que te detesto com cada célula do meu corpo, que você é o pior pesadelo que pisei neste mundo e que me dá tanto nojo que prefiro morrer antes de continuar engolindo sua porcaria.*
— Kkkk, olha a carinha de submissa e grata que você faz quando te obrigo a me fazer a limpeza. Você se acha muito digna, mas termina sempre de joelhos, me lambendo a rola como a puta barata que você é. Continuou falando o Braian, rindo às gargalhadas da minha postura patética.
*Mas eu sei que nunca teria coragem de te falar nada...* Repetia na minha cabeça com um nó na garganta, sentindo o gosto amargo e grosso na língua. *Tenho medo demais de você ficar bravo, de me deixar jogada, de faltar algo pro nosso filho ou de você entrar de novo gritando que nem um bicho pra destruir o pouco que me resta de vida.*
— Obrigado por vir me visitar hoje, vadia, a verdade é que você sempre sabe cumprir sua obrigação e me manter bem alimentado com meus próprios sucos. Me soltou o cara com um tom cínico e debochado, me dando um tapa seco e estalado na bochecha.
*Tomara que você se engasgue, tomara que um dia você morra sozinho e ninguém te levante do chão, tomara que a vida te devolva o inferno que você me fez passar desde que a gente era moleque na escola...* Me dizia o pensamento em silêncio, pulsando nas têmporas com raiva cega, enquanto eu continuava movendo a língua pra cima e pra baixo obedecendo aos caprichos dele.
— Você gosta de provar o produto do que eu te faço, né? Porque por mais cara de cu que você faça quando tá sozinha, aqui embaixo você não é ninguém, é só minha lixeira pessoal. Me reforçou ele, apertando meu couro cabeludo com mais força pra me obrigar a chupar mais fundo.
*Maldito filho da puta... você arruinou minha adolescência, me transformou nisso, me obrigou a parir e agora me usa como se eu fosse um saco de lixo que você se diverte quando bate a vontade no cu...* Pensava furiosa, engolindo saliva com dificuldade e sentindo náuseas profundas que tentava disfarçar a todo custo.
— Bom, você já cumpriu com a limpeza, se comportou mais ou menos bem como a puta obediente que você é, então vou te deixar descansar um pouco até a próxima vez que eu tiver vontade de usar essa buceta. Disse Braian finalmente, tirando a piroca da minha boca de um puxão seco e soltando um suspiro de satisfação.
*E eu fico aqui, engolindo as palavras, com a garganta ardendo, o corpo destruído e a alma em pedaços...* Pensei fechando os olhos por um segundo, enquanto ele terminava de arrumar a roupa e ia em direção à porta sem nem se dignar a me olhar nos olhos como um ser humano.
— Tchau, puta, se comporta e cuida do moleque que depois eu volto pra mais uma rodada. Me jogou como despedida da porta antes de dar um portão seco e me deixar sozinha, jogada e vazia no meio do silêncio.
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O zumbido seco do celular na mesinha de centro me fez pular na cozinha. A mensagem do Braian chegou como uma sentença sem apelação: *“Veste um daqueles vestidos de puta bem curtinhos que eu te comprei, gata. Tô indo pra sua casa e mais te vale estar aberta e pronta pra eu te usar, porque vou esvaziar tua cabeça inteira na base da foda”*.
O estômago embrulhou na hora, uma mistura de terror, nojo absoluto e aquela desesperação maldita que me obrigava a obedecer como um cachorro adestrado. Corri pro guarda-roupa, peguei um pano preto e brilhante que mal cobria minha cintura, enfiei sem calcinha por baixo e corri pra esperar ele na sala antes que ele chutasse a porta.
Não demorou nem dez minutos pra chegar. Entrou com passos pesados, cheirando a álcool barato e a suor rançoso da rua. Mal cruzou a porta, nem me deixou respirar: me agarrou pelo pescoço com uma mão áspera, me empurrou com força bruta e me jogou de costas contra o sofá.
— Então era com vestidinho de puta que você me esperava, hein? Como você sabe bem atender teu dono, puta. Sibilou o Braian com aquela voz rouca e pesada, levantando o pano por cima da minha cabeça com um só puxão, sem nenhum preâmbulo.
Sem tirar a jaqueta nem me dar tempo de me ajeitar, abriu minhas pernas à força, cravou a pica grossa dele direto na buceta e começou a meter com uma fúria selvagem, fazendo as molas do sofá rangerem contra a parede.
— Aiiaaaah! Braian, devagar, por favor! Gemi abafada, apertando os punhos contra as almofadas enquanto os vinte e três centímetros dele me rasgavam por dentro a cada estocada brutal.
— Devagar você quer, puta? Se eu vim exclusivamente pra arrebentar toda a sua pussy! Olha como você me aperta com esse buraco, você é minha sacola de carne favorita pra eu aliviar minhas vontades. Cuspiu ele no meu ouvido, acelerando o ritmo e dando tapas secos nas minhas coxas.
Fiquei horas presa naquele inferno, aguentando uma rodada atrás da outra. mais uma de abuso, com a buceta completamente inflamada, ardendo e escorrendo os fluidos. Quando finalmente pareceu se acalmar um pouco na frente, o maldito decidiu trocar de buraco sem me dar um segundo de respiro.
— Agora vira e se apoia de bruços no encosto, que me deu uma vontade de te comer pelo cu. — Ele ordenou com um sorriso sádico, puxando meu cabelo pra me virar aos trancos.
Me ajeitei como deu, ficando de bruços no sofá, com a bunda pra cima e as costas arqueadas. Enquanto ele se posicionava atrás de mim, me estiquei por um segundo pra separar minhas próprias nádegas com as mãos e facilitar a entrada daquela dor que eu já conhecia de cor.
— Aí sim, abre bem as cachas sozinha, que puta gostosa você é, já aprendeu a se entregar sem eu mandar! — Zombou o Braian, me dando um tapa seco na bunda que fez o som ecoar pelo apartamento inteiro.
De uma só estocada seca, ele cravou a pica no meu cu. Senti a carne se rasgando no meio, uma dor tão aguda e profunda que cortou minha respiração, me obrigando a morder com raiva a borda da almofada pra não gritar.
*— Se você soubesse a vontade que eu tenho de virar a cara, cuspir no chão e te chamar de animal de merda...* — Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas de pura raiva contida enquanto sentia o quadril dele batendo na minha bunda. *Queria gritar que te odeio, que você me dá nojo, que você é a coisa mais repugnante que esse mundo já pariu...*
— Shhh, abaixa o volume, idiota, lembra que o menino tá dormindo no quarto e eu não quero que ele acorde por causa dos seus chiliques de menina. — Ele sussurrou no meu ouvido, notando meu corpo tremendo.
*— Mas eu fico quieta, com a cara esmagada no tecido e engolindo o choro...* — Minha mente continuava martelando com uma dor surda no peito. *Porque eu sei perfeitamente que se eu responder mal, se eu falar o que realmente penso de você, você fecha a carteira, nos deixa sem comida e me abandona de novo.* rua...*
— Que foi, tá doendo eu arrebentar tua bunda? Aguenta calada, puta, porque nenhuma outra mulher nesse mundo tem cabeça nem coragem pra me deixar comer essa bunda tão fácil que nem você. O Braian riu com desprezo, me segurando pela cintura pra me dar uma estocada ainda mais funda.
*— Outra mulher? Quem no juízo perfeito te aguentaria, seu monstro do caralho?* Pensava furiosa, sentindo o ar faltar entre as investidas. *As poucas que te conhecem fogem apavoradas porque você é um lixo violento, e eu tô aqui presa aguentando teus centímetros de nojo só porque preciso sobreviver...*
— Viu? Ninguém mais te aguenta, ninguém mais te serve de lixeira na hora que eu bem quero. Todas as mina fogem da minha pica porque morrem de medo de eu arrebentar elas por trás, mas você abre as pernas sozinha e engole toda a minha porra sem reclamar. Continuou se gabando ele, curtindo o próprio ego de valentão de quinta enquanto me destruía o esfíncter.
*— Tomara que um dia a vida te devolva o inferno que você me faz viver...* Repetia o pensamento com um fogo cego correndo nas veias. *Tomara que você morra sozinho, tomara que alguém te trate exatamente como você me trata pra você saber o que é ser saco de lixo...*
— Olha como você me deixa essa buceta molhada e macia, você é viciada na minha pica, mesmo se fazendo de sofredora com cara de mártir. Me humilhou o filho da puta, me dando outro tapa seco na bunda.
*— Mas eu continuo aqui...* Dizia a alma quebrada, engolindo a saliva grossa e forçando os músculos a relaxarem pra ele terminar rápido. *Submissa, calada, com a cara apoiada no sofá, deixando você usar meu corpo inteiro do jeito que quiser, tudo por não ter coragem de te encarar de frente...*
— Isso, chora em silêncio e aperta bem essas nádegas com essas mãos de inútil, que eu já tô quase me esvaziando dentro dessa bunda de puta. Sussurrou no meu ouvido, aumentando a velocidade das estocadas.
*— É, esvazia e vai embora de uma vez.* vez...* Pensei, fechando os olhos com força, sentindo o calor inconfundível do sêmen dele começando a inundar meu interior. *Faz comigo o que quiser, já que você arruinou minha vida inteira mesmo...*
— Toda sua, putinha, engole meu leite! Rugiu Braian num último impulso selvagem, me dando a estocada final antes de gozar tudo dentro de mim, me deixando jogada, destruída e em absoluto silêncio no sofá.
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O ar do apartamento ainda estava pesado, impregnado daquele cheiro azedo de suor seco e do rastro inconfundível da última foda brutal que ele tinha acabado de me dar no cu. Minhas pernas tremiam tanto que eu mal conseguia sustentar meu próprio peso sobre os azulejos da cozinha, enquanto minhas nádegas pulsavam com uma dor surda e úmida.
— Então, mucama de quinta, agora faz o que você sabe fazer de melhor: agacha, abre bem as cachas e mostra como eu deixei teu rabo deformado pros caras do OnlyFans. — Ordenou Braian com aquela voz rouca e pesada, me dando um tapa seco e sonoro na cintura com a mão ainda quente de ter me usado.
Ele me obrigou a vestir a porra do disfarce de empregadinha francesa: um pano preto minúsculo, cheio de renda branca barata que mal cobria minha cintura, com um avental ridículo que zombava da miséria em que eu vivia. Me agachei como ele exigiu, apoiando as mãos no chão frio, sentindo o frio do ambiente colidir com minha pele suada.
— Assim, bem aberta, que dê pra ver a porra da cum que eu acabei de despejar dentro de você. Não vai se mexer até eu apertar o botão de gravar, putinha. — Ele sibilou, ajustando o celular na frente da minha cara com total desprezo.
*— Se ao menos eu tivesse coragem de me levantar do chão, cuspir na cara dele e mandar ele à merda de uma vez por todas...* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas e os dentes travados com tanta força que minhas mandíbulas doíam. *Me olhar nesse espelho quebrado. Pensar no que minha vida deveria ter sido antes de tudo ir pro caralho.*
— Que história é essa de carinha de mártir, hein? Te incomoda cumprir teu trabalho de puta pra sustentar o pivete? Se apressa em separar bem as nádegas com as mãos se quiser receber o combinado. — Latirou Braian, me dando um chute leve no joelho pra eu abrir mais o espaço.
*— Quando eu era adolescente, antes de transicionar, antes de esse monstro...* me agarrava de ponto no ensino médio e arruinava minha existência, eu fantasiava com algo tão simples e tão distante...* Minha cabeça pulsava com uma mistura de frustração e nostalgia amarga. *Imaginava que um dia eu ia crescer, que ia encontrar um homem bom, respeitoso, que me amasse de verdade, que cuidasse de mim, que me levasse de mão dada pra caminhar na praça e me fizesse sentir segura num mundo que sempre me tratou como piada.*
— Mexe os dedos das mãos, putinha, faz que você gosta de ter o rabo arrombado pra os punheteiros da internet ficarem contentes e pagarem a assinatura. Ele gritou pra mim, cravando a lente do celular a centímetros da carne aberta.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e caíam direto no chão de cerâmica. *Nem sou casada. Não tem nenhum homem que me ame, não tem nenhum refúgio quente. O último cara nesse mundo que eu queria na minha cama, o que eu jurei que ia odiar até o dia da minha morte, é o mesmo que me penetra à força, que me usa de lixeira e que me transformou numa prostituta de redes sociais.*
— Isso, olha pra câmera e faz cara de gulosa, que dê pra ver bem como você escorre meus sucos pelo cu. Você é uma obra de arte pro vício, pena que pra outra coisa não serve porra nenhuma. Zombou o Braian, rindo às gargalhadas enquanto ajustava o foco do vídeo.
*— Engulo meu orgulho, engulo as náuseas, visto essas fantasias idiotas de empregada e abro minhas nádegas na frente de um telefone...* Continuava martelando na minha mente, sentindo um vazio negro no peito. *Tudo por uma merreca de dinheiro, tudo pra poder comprar a fralda e o leite pro filho que ele me fez à força, porque se eu disser não, a gente morre de fome nesse chiqueiro.*
— Vai, putinha, fala no vídeo o quanto você adora que seu bully coma seu rabo vestida de empregada. Começa a falar antes que eu te dê uma cabeçada. Me ameaçou com os olhos injetados de raiva. — Se eu respondesse o que realmente penso, se tivesse um pingo de coragem, diria que ele é um covarde, um infeliz que precisa me pisar pra se sentir vivo... *Pensei, sentindo um nó terrível na garganta que me sufocava.* *Mas eu tenho medo. Um medo visceral de que ele me abandone, de que nos deixe sem um centavo, de que cumpra as ameaças e me tire a única coisa que meio que me mantém à tona nesse inferno.*
— Por favor, Braian... me faz de sua putinha empregada todos os dias... o-olha como você deixou minha buceta aberta pra você... *Gaguejei na frente da câmera com uma voz patética, me forçando a agir como uma submissa desesperada enquanto por dentro eu morria um pouco mais.*
— Muito bem, putinha, assim que eu gosto, obediente e rastejando como um cachorro. Agora fica mais um tempo nessa posição até eu subir o conteúdo, que em algumas horas eu volto pra mais uma rodada. *Ele me disse com desprezo, virando as costas e me deixando jogada no chão, com a fantasia rasgada, o corpo dolorido e a alma completamente destruída.*
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A escrivaninha de fórmica barata rangia sob o peso do meu corpo enquanto Braian me esmagava contra a madeira fria, exigindo que eu posasse exatamente do jeito que ele queria. Para a nova fantasia dele de empresário de sucesso e secretária submissa, ele tinha me obrigado a vestir uma saia lápis insuportavelmente apertada, uma camisa branca translúcida sem sutiã e óculos de armação preta, enquanto ele circulava pela sala com um terno preto amassado, cheirando a perfume barato misturado com suor e cigarro.
— Então você se achava muito profissional com esse conjuntinho de escritório, vadia? Vamos ver que boa funcionária você é quando eu começar a meter essa pica em você no escritório. — Disse Braian com um sorriso sádico, virando-se e abrindo a braguilha de uma vez.
— V-você é um maldito... por favor, não rasga minha roupa, juntei cada moeda pra comprar ela... — Supliquei gaguejando, tentando ajustar a saia que já tinha subido até a cintura.
*— Se eu tivesse coragem de me levantar, jogar os papéis na cara dele e gritar que ele é um infeliz cheio de complexo...* — Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas de pura raiva contida enquanto sentia o frio da mesa na barriga. *Me olhar aqui, espremida em cima de um móvel velho, servindo de brinquedo sexual pra ele nos vídeos dele na internet.*
— O que você tá dizendo, vadia? Quer que eu desconte do seu salário por me responder mal? Anda logo, separa bem as nádegas na ponta da mesa, que os punheteiros do OnlyFans tão pagando pra ver você gritar. — Ele latiu, me puxando pelo cabelo pra jogar minha cabeça pra trás.
*— Quando eu era mais novinha, antes de transicionar, antes desse monstro me pegar como alvo no colégio e arruinar os melhores anos da minha vida, eu fantasiava com algo totalmente diferente...* — Minha cabeça pulsava com uma mistura de frustração e nostalgia amarga. *Eu imaginava que ia estudar, que ia me formar, que conseguiria um emprego* de escritório de verdade, com uma mesa de verdade e um homem bom do lado, um cara respeitoso que me amasse, que me levasse de mão dada pra jantar e me fizesse sentir segura num mundo que sempre me tratou como piada.*
— Mexe esses dedos, sua puta, e liga logo a câmera do celular, que eu não tenho o dia inteiro pra tuas choradeiras de empregada inútil. Ele gritou pra mim, batendo na minha bunda com a mão aberta até deixar minha pele queimando.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e caíam direto nos papéis espalhados na mesa. *Eu nem sou casada com um homem que cuide de mim. O último cara nesse mundo que eu queria na minha cama, aquele que eu jurei odiar até o último dia da minha existência, é o mesmo que me penetra à força, que me usa como lixeira e que me transformou numa puta de redes sociais pra ganhar o pão.*
— Vai, faz cara de gostosa e fala pros punheteiros que você tá pronta pro seu chefe arrebentar tua buceta no horário de expediente, ou eu corto tua grana da porra do dinheiro. Ele me ameaçou com os olhos cheios de raiva, apertando meus bicos através do tecido fino da camisa.
*— Eu engulo meu orgulho, engulo a ânsia, visto essas fantasias idiotas de secretária e abro as pernas na frente de uma câmera...* Eu continuava martelando minha mente, sentindo um vazio preto no peito. *Tudo por uma miséria, tudo pra comprar comida e fralda pro filho que ele me fez à força, porque se eu disser não, a gente morre de fome nesse chiqueiro.*
— Por favor, chefe... f-faça o que quiser comigo... olha como eu deixo o escritório pronto pra você me comer... Eu gaguejei na frente da câmera com uma voz patética, me forçando a agir como uma secretária desesperada e safada enquanto por dentro eu morria um pouco mais.
— Muito bem, sua puta corporativa, assim que eu gosto, obediente e rastejando como um cachorro. Agora abre bem essas pernas que eu vou fundar a empresa A pura foda. Ele me derrubou com desprezo, cravando os 23 centímetros de uma só vez seca na minha buceta enquanto apertava o botão vermelho de gravar.
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Horas antes, tínhamos mandado o moleque pra casa dos meus pais com a desculpa de que "tínhamos que trabalhar". A verdade por trás dessa mentira era um pesadelo de carne, luzes de ringlight e degradação constante: uma maratona pornográfica interminável pra alimentar o OnlyFans do Braian, o negócio onde ele ficava com noventa e nove por cento dos lucros enquanto me deixava só as migalhas pra sobreviver.
O apartamento fedendo a suor, lubrificante barato e porra seca. A gente tinha passado a tarde inteira e parte da noite gravando material atrás de material. Ele me fez passar por uma dúzia de fantasias e conjuntos de lingerie grotescos: desde um uniforme de enfermeira translúcido e minúsculo, passando por um traje de colegial com saia escocesa microscópica, até um conjunto de couro preto que apertava minhas costelas. Em cada set, as exigências eram mais selvagens e perversas. Ele me colocou de quatro, de bruços, de lado, pendurada no encosto do sofá, me obrigando a abrir a buceta e o cu na frente da lente enquanto me penetrava sem piedade.
— *Se ao menos eu tivesse coragem de me levantar, quebrar a câmera na cabeça dele e mandar tudo pro inferno...* Pensava comigo mesma, com os olhos ardendo de tanto chorar em silêncio enquanto ajustava a peruca loira que ele me obrigou a vestir pro próximo vídeo. *Mas não posso. Se eu me impor, a gente fica na rua, o moleque não come e eu acabo jogada numa vala. Tô presa.*
— Anda logo, troca essa roupa, sua puta, que os punheteiros da internet tão esperando conteúdo novo e não quero desculpa. Ele latiu pra mim, jogando um arreio de couro na minha cara enquanto servia um gole de vinho na cozinha.
*— Eu imaginava uma vida totalmente diferente disso...* Minha mente voava pra trás, pros anos de colégio onde esse mesmo filho da puta tornava minha vida um inferno, e depois pras minhas fantasias de juventude antes de transicionar. *Achei que ia estudar na universidade, que me formaria, que conseguiria um emprego digno. Sonhava em conhecer um homem bom, um cara respeitoso que me amasse de verdade, que me levasse de mãos dadas pela rua e me fizesse sentir segura, protegida, amada no casamento... Em vez disso, olha pra mim agora: não sou casada com nenhum príncipe encantado, nem sequer tenho parceiro. O único homem que me toca, o único que penetra meu corpo todos os dias, é o meu próprio bully, o monstro que destruiu minha adolescência e que agora me usa como uma puta de redes sociais pra ganhar dinheiro.*
Durante as horas seguintes, a tortura continuou sem trégua. Ele meteu a pica na minha buceta uma e outra vez até deixar minhas paredes inflamadas e ardendo. Gozou dentro de mim três vezes seguidas, enchendo meu útero de porra até eu sentir os jatos mornos escorrendo pelas minhas pernas. Depois, sem me dar um segundo de respiro, me virou e me empurrou a carne no cu em quatro posições diferentes, enquanto me obrigava a engolir os fluidos dele ou deixar que ele cuspisse na minha cara. Eu tava com o estômago revirado, pesado e cheio do sêmen dele, e a boca pastosa de tanto chupar e engolir sem parar.
— Mexe essa bunda pra câmera, puta! Se faz de gostosa que adora que arrebentem seu cu e usem sua buceta ao mesmo tempo! — ele gritava, dando tapas fortes nas minhas coxas enquanto a câmera digital no tripé gravava cada gemido falso que ele arrancava de mim na base da porrada.
*— Engulo meu orgulho, engulo as náuseas, engulo a porra dele e engulo minhas próprias lágrimas...* Continuava martelando minha mente, sentindo um vazio preto e denso no peito. *Tudo por dinheiro, tudo pra poder comprar comida e fraldas pro nosso filho. Me vendi por completo.*
O fim da sessão chegou da maneira mais abrupta possível. No meio de uma cena onde ele me tinha encostada na parede com as pernas tremendo, a tela da câmera nova piscou em vermelho e apagou de uma vez: tinha ficado sem espaço no cartão de memória de tanto gravar gigabytes e gigabytes de pornô explícito.
— Que porra você fez, inútil? Como é que você deixa a memória encher logo agora que a gente tava engrenando? Me xingou o Braian com fúria, jogando o aparelho no sofá com raiva.
— J-juro que esvaziei ontem à noite... a gente gravou demais, Braian... Respondi tremendo, encostada na parede e abraçando meu corpo dolorido.
Mesmo com a câmera não gravando mais, o cara continuava excitado, alterado e com uma energia sádica incontrolável. Ao me ver ali parada, exausta, com as pernas abertas e o corpo escorrendo os fluidos dele, o pau dele endureceu na hora de novo.
— Bom, se a câmera ficou sem espaço, azar o seu, porque eu ainda tenho porra de sobra pra te dar. Vem cá, putinha. Rosnou com um sorriso macabro nos lábios.
Sem ligar que não tinha mais luzes nem registros digitais, me agarrou forte pelo cabelo por trás, jogando minha cabeça pra baixo com violência, e me arrastou até o meio da sala.
— Aiaaaah! Braian, não, por favor, eu não aguento mais, tô toda arrebentada por dentro! Supliquei com a voz embargada, tentando escapar do aperto dele enquanto as lágrimas caíam no chão.
— Eu não tô nem aí se você tá arrebentada, putinha, abaixa no chão e fica de quatro agora mesmo ou eu quebro seus dentes! Gritou ele, me dando um chute leve nas panturrilhas pra dobrar meus joelhos.
Me deixei cair no tapete imundo, ficando de quatro, com a bunda dolorida e a buceta pulsando. O celular dele ficou largado e esquecido na almofada do sofá, mas o Braian já não ligava pro conteúdo: só queria me destruir.
— Olha como você tá com essa raba, escorrendo minha porra por todo lado... Vamos fechar a noite do jeito que você gosta, putinha submissa. Sussurrou no meu ouvido, baixando as calças às pressas.
De uma só estocada seca, sem lubrificante nem preâmbulo, enfiou os vinte e três centímetros do pau dele direto no meu cu. Senti a carne rasgando Rasgava de novo, uma dor tão aguda e profunda que cortou minha respiração, me fazendo soltar um grito abafado contra o chão.
— ¡¡¡AAAAHHHH! P-POR FAVOR, O CU NÃO, VOCÊ VAI ME MATAR! Gritei desfeita, apertando os punhos contra o tapete enquanto as cadeiras dele investiam com uma fúria desalmada.
— Grita à vontade, já que ninguém mais nos ouve! Você é minha putinha pessoal, minha lixeira de carne, e vou te comer até eu me cansar! Braian rugiu na minha nuca, me agarrando pelos cabelos com as duas mãos para controlar minha cabeça como bem entendesse enquanto martelava meu cu sem piedade.
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Já passava das três da manhã quando senti a porta abrir com um baque seco, seguida de passos pesados e cambaleantes que vinham direto pelo corredor. Como o Braian me obrigava a dormir completamente nua e com as pernas prontas pra não fazer ele esperar, meu corpo ficou exposto na hora sobre o colchão frio. De repente, uma silhueta escura se jogou em cima de mim sem dizer uma palavra. Um cara com uma balaclava preta esmagou minha cara contra o travesseiro, me agarrou pelos cabelos com força bruta e me virou de bruços num puxão só.
— Não, por favor, socorro! Quem é você, o que você quer!? Me solta, não me rouba, eu não tenho nada! — gritei aterrorizada, pensando que era um ladrão que tinha entrado pra me estuprar.
— Fecha a boca, puta, não se mexe ou eu quebro teu pescoço. — sibilou uma voz rouca, me dando um tapa seco na bunda que me fez tremer inteira.
Sem nenhuma anestesia nem preâmbulo, o encapuzado me destruiu o cu com uma única estocada de quadril, cravando os 23 centímetros dele até a raiz. A dor percorreu minha coluna inteira e eu soltei um uivo dilacerante que saiu abafado contra os lençóis. Cada investida era uma tortura, uma carnificina que me partia ao meio sem piedade, enquanto a câmera do celular, posicionada estrategicamente de lado, gravava cada segundo do estupro pra postar no OnlyFans que ele me obrigou a abrir e do qual ele roubava noventa e nove por cento dos lucros.
— Aiaaah! Por favor, para, você tá me matando! — supliquei chorando, sentindo a fricção selvagem e o calor do corpo bêbado e fedendo a álcool dele.
— Tá doendo, puta? É assim que você gosta, né? Aguenta bem, puta barata, que é pra isso que você serve. — cuspiu o estuprador no meu ouvido, mostrando a língua por baixo da balaclava e rindo da minha desesperação enquanto continuava castigando meu cu.
Entre o terror e a humilhação, enquanto as estocadas sacudiam meu corpo todo, o maníaco esticou a mão, pegou o celular dele e enfiou bem na minha cara, iluminando meu rosto com a tela enquanto tirava a língua de novo com deboche e me obrigava a me ver destruída. Naquele instante exato, entre o desespero e o cheiro inconfundível do suor dele misturado com vinho barato, reconheci a voz rouca, a risada sádica e a grossura desumana do pau dele. Meu coração parou: não era um ladrão qualquer... era o Braian, meu bully, o pai do meu filho, vindo cobrar o preço dele por uma foda à força.
— Que que foi, retardada? Achou que eu ia entrar pra te roubar um zé-ninguém? Se a única coisa de valor aqui é você, minha putinha pessoal. — Ele falou tirando a balaclava de uma vez, rindo às gargalhadas da minha cara de terror e alívio misturado com nojo.
— B-braian... você é um filho da puta... como você vai me fazer isso? — Reclamei com a voz trêmula, ainda sentindo o pau dele pulsando dentro do meu cu arrombado.
— O que você quer, puta? Se você não me abre a porta e eu te como quando eu quero, como é que você espera que eu pague seu troco diário pra manter o moleque? — Ele respondeu com desprezo, me dando outra estocada brutal.
— Você podia me avisar... você vem bêbado, me assusta, me trata como lixo... — Falei chorando em silêncio, engolindo a raiva porque sabia que se ele ficasse puto e não me comesse as cem vezes necessárias, eu e meu filho não íamos ter o que comer no dia seguinte.
— Não me enche o saco com esse choro, se você gosta que eu arrebente sua buceta e te pague uma merreca. Olha como você me aperta com essa buceta e esse rabo, você tá molhada e quentinha mesmo se fazendo de sofredora. — Ele me humilhou, me agarrando pela cintura pra acelerar o ritmo da violação.
— N-não tô com tesão... eu te odeio com toda a minha alma... — Sibilei pra dentro, enquanto por fora meu corpo, condicionado pelo medo e pela necessidade de grana, começava a escorrer e a fingir prazer pra ele gozar mais rápido.
— Isso, faz cara de gulosa pra câmera, puta! Que os punheteiros do OnlyFans vejam como geme a mãe do meu filho enquanto eu destruo o corpo dela! Gritou ele, girando o celular para capturar cada ângulo da minha degradação.
— S-sim... mais forte, Braian... me arrebenta toda... Ah, por favor... Gemi de forma falsa e exagerada, me contorcendo sob o peso dele, usando minhas piores artes de puta submisso para seduzi-lo e fazer o pau dele endurecer ainda mais e gozar rápido.
— Olha como você adora, puta barata. Você é obcecada pelo meu pau, se faz de sofrida mas morre de vontade de engolir minha porra e receber teu dinheiro. Zombou ele, me comendo com mais violência e fúria.
— S-sim, sou sua puta... por favor, me fode o dia inteiro, me paga o que quiser mas não me deixa passar fome... Supliquei com falsa devoção, beijando a mão dele e me arrastando à mercê dele só pra garantir o sustento da minha criança.
— Que patética você é, me dá vergonha alheia o quão baixo você caiu, mas reconheço que pra foder você é um ferro insaciável. Cuspiu o cara com total desprezo.
— Por favor, amor... vem nos usar quantas vezes quiser, me faz sua puta oficial... Menti descaradamente, engolindo o orgulho e o vômito, agindo como uma apaixonada obcecada pra ele continuar vindo me pagar as moedas que eu tanto precisava.
— Fecha a bunda e continua mexendo a cintura, que ainda falta um monte de fodas pra juntar os cem reais de hoje, puta. Sentenciou Braian, afundando os 23 centímetros no meu cu sem piedade enquanto eu ficava presa naquele inferno sem saída.
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Eram quase duas da manhã quando o celular vibrou com violência sobre a bancada da cozinha. A mensagem do Braian era uma sentença seca e inapelável: *“Deixa o moleque com teus velhos e vem pra minha casa agora mesmo com um vestido curto. Se demorar ou não vier, corto teus pagamentos e esquece que eu te toco de novo”*.
O estômago embrulhou de puro terror. A ideia de ficar sem aquela miséria de dinheiro dele e ver meu filho passando necessidade pesava infinitamente mais do que a dignidade que me restava. Mesmo odiando ele com cada fibra da minha alma, com um ódio cego e visceral que queimava minhas entranhas, eu precisava da grana dele como do ar pra respirar. Vestí um vestido tão minúsculo e apertado que mal cobria minha bunda e saí correndo pra escuridão da madrugada. Ia tropeçando e apressada nos saltos altos, sentindo o ar gelado cortando meus ossos e o medo latente apertando minha garganta de que qualquer tarado na rua me cruzasse e fizesse algo comigo pelo jeito que eu tava exposta. Nem tinha me dado ao trabalho de colocar calcinha; sabia perfeitamente que, assim que atravessasse a porta da casa dele, aquele animal ia rasgar o pano com um puxão só e eu não tava a fim de gastar um centavo sequer em roupa que ele destruiria em segundos.
Quando cheguei no apartamento dele e consegui bater, a porta abriu de uma vez antes que eu pudesse dar um passo pra dentro. O Braian nem me olhou nos olhos como um homem que espera uma mulher; me agarrou pelo pescoço com uma mão ríspida, me empurrou com força bruta contra a parede do corredor e levantou meu vestido pela cabeça com um puxão.
— Olha a putinha barata como veio correndo obediente assim que eu assobiei... e ainda sem calcinha, com tanta vontade de engolir porra que já vinha se oferecendo na rua. — Disse o Braian com uma risada sádica e rouca, me dando um tapa seco na bunda que ecoou na entrada.
— S-sim... vim correndo assim que Li sua mensagem... sabia que queria me usar e tirei tudo pra te poupar o trabalho... Respondi com voz submissa e trêmula, engolindo o fel e assumindo o papel de puta obediente pra acalmar a fera.
— Cê se acha muito gostosa por vir sem calcinha, puta? Cê deve ter cruzado com mil caras no caminho morrendo de vontade de te estuprar no escuro, até porque você adora sair distribuindo a raba. Ele me insultou, apertando meus peitos por cima do tecido com violência enquanto respirava álcool na minha cara.
— T-tinha medo de que algo acontecesse comigo na rua... mas a única coisa que eu queria era chegar na sua casa pra você me comer... Menti com um desespero fingido, arqueando as costas contra as mãos dele e me colocando no modo ultra gostosa pra acender ele na hora.
— Que patética você é, como se humilha sozinha por dois reais... mas admito que pra vir abrir as pernas você não serve pra mais nada. Ele cuspiu, enfiando os dedos na minha buceta sem aviso pra conferir que eu já tava escorrendo de tesão.
— Ai, Braian... sim, me destrói toda... faz comigo o que quiser mas não me deixa sem teus pagamentos... Supliquei com os olhos marejados, lambendo o pescoço suado dele e me fazendo de totalmente obcecada pela pica dele pra ele ficar duro na hora.
Sem me soltar da cintura, me virou contra a parede, abriu minhas pernas à força e enterrou os vinte e três centímetros dele de uma só vez, seco, sem anestesia nem preliminares, arrancando um grito abafado que se chocou contra o papel de parede.
— Aiaaaah! Sim, enfia tudo, me destrói a pussy, meu amor! Gemi de forma exagerada e falsa, me contorcendo contra o corpo dele enquanto por dentro o xingava e desejava que ele se afogasse no próprio vinho.
— Olha como você me aperta com essa pussy de puta, você adora que eu te trate como meu saco de lixo pessoal, né? Ele sibilou no meu ouvido, acelerando as estocadas com uma fúria animal que me sacudia os dentes.
— Eu adoro... sou sua, me destrói... me fode até gozar dentro e me deixa bem cheia da sua porra... Eu implorava com a voz embargada, usando todas as minhas artes de puta submissa pra ele gozar rápido e acabar com esse pesadelo.
— Isso, faz essa cara de gulosa e implora mais, sua puta do caralho! Ele rugiu, me levantando do chão com uma mão só e me jogando contra o encosto do sofá pra continuar destruindo minha buceta sem piedade.
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O eco dos seus passos pesados rebatia contra as paredes do quarto, mas meu corpo já respondia por puro reflexo condicionado. Sem que ele precisasse me dar a ordem com palavras, me deixei cair de joelhos no chão frio de azulejos e me arrastei até ficar apoiada em quatro apoios, com a testa colada no piso e a bunda levantada pra cima na postura mais degradante possível.
— Levanta essa bunda, putinha, não baixa essa raba que eu quero te ver bem exposta. Sibilou Braian com aquela voz rouca e pesada, me dando um chute seco no joelho pra me obrigar a abrir as pernas ainda mais.
Senti as mãos calejadas dele se apoiarem com força na minha carne. Agarrou minhas nádegas e as esticou pros lados com brutalidade, separando minha carne com violência pra deixar à mostra tanto minha entrada anal destruída quanto os lábios inchados da minha buceta arrombada. O ar frio do quarto bateu de uma vez na minha intimidade, me dando um nó no estômago de vergonha, enquanto ele ficava parado bem atrás de mim contemplando o estrago que tinha feito no meu corpo.
— Olha isso... Meu Deus, como eu te deixei a raba e a buceta totalmente deformadas, abertas e escorrendo meus fluidos. Zombou o filho da puta, soltando uma risada sádica enquanto cravava os dedos ao lado do esfíncter lacerado.
— P-por favor... solta minha bunda, tá frio e tá doendo... Supliquei com a cara esmagada no chão, com a voz quebrada pelo choro e pela impotência.
— O que você quer, putinha? Que eu tenha pena de você? Se você tá exatamente no lugar e na posição que merece. Olha como seu corpo treme de pânico, parece uma puta de rua esperando um chute. Cuspiu ele, se inclinando um pouco pra respirar perto das minhas costas.
— Eu não sou uma puta... sou a mãe do seu filho... Sibilei pra dentro de mim com um ódio tão cego que queimava minha garganta, desejando com toda minha alma que ele afogasse ou desaparecesse para sempre das nossas vidas.
Mas assim que senti os dedos dele voltando a apalpar minha carne pra garantir que eu estivesse bem molhada e pronta pra outra rodada, meu cérebro fez aquele clique miserável de sempre. A necessidade urgente de garantir o sustento da minha cria me obrigou a engolir o fel, engolir o orgulho e vestir a fantasia de putinha submissa que ele exigia.
— S-sim... eu sou sua putinha, Braian... faz comigo o que quiser, olha minha buceta arrombada, é toda sua... Falei com a voz melosa e falsa, arqueando as costas pra cima pra facilitar as coisas e ficar à disposição total dele.
— Uh, olha como a safada se ajeita assim que eu toco no ponto fraco dela. Você adora ficar aí jogada como um pano de chão enquanto eu apalpo esse lixo, né? Ele me humilhou, dando um tapa seco que deixou a marca vermelha na minha pele.
— Eu adoro... por favor, vem me usar... come minha buceta e meu cu até você gozar dentro... Eu implorava com gemidos falsos de desespero, arrastando as palavras e fazendo o impossível pra deixar a piroca dele dura na hora e ele me pagar o que eu tanto precisava.
— Que patética você é, como se rebaixa sozinha pra eu te comer... mas beleza, reconheço que pra abrir as pernas você é imbatível. O cara falou, cuspindo na própria mão pra lubrificar antes de se jogar em cima de mim sem um pingo de piedade.
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A cama do meu quarto rangia com violência sob o peso das investidas do Braian, um som rítmico e seco que se misturava com o eco das respirações pesadas dele e dos meus próprios gemidos abafados. A poucos metros, do outro lado da porta fechada do corredor, o berço do nosso filho permanecia na penumbra. O terror constante de o menino acordar e ouvir esse inferno apertava meu peito, me obrigando a morder o travesseiro ou engolir os gritos rangendo os dentes com fúria.
Ele estava por cima de mim, me cobrindo por completo com o corpo suado e quente dele. Com uma força brutal, tinha levantado minhas pernas no ar, dobrando-as quase até o peito e encaixando-as firmemente debaixo das axilas dele, me deixando completamente à mercê dele, aberta de pernas e exposta aos vinte e três centímetros dele que destruíam minha buceta sem um pingo de compaixão.
— Mais devagar... eu te imploro, abaixa a voz, o menino tá dormindo pertinho... Sibilei no ouvido dele com um fio de voz trêmulo, enquanto minhas mãos se agarravam com desespero aos ombros largos e suados dele.
— Que foi, putinha? Tá com vergonha do teu filho ouvir como eu destruo tua buceta? Ele vai ter que se acostumar a ver a mãe servindo de lixeira. Sibilou o Braian com um sorriso sádico na cara, acelerando o ritmo com uma fúria surda e cravando a pélvis com mais força.
— Não... por favor... shhh... diminui a velocidade... Supliquei com desespero, arqueando as costas contra o colchão e fingindo uns gemidos mais agudos e falsos, roçando os lábios na nuca dele pra deixá-lo mais excitado e fazer ele gozar logo antes de a criança começar a chorar.
— Olha como você me aperta com essa buceta, putinha... você adora ser comida desesperada enquanto cuida do pirralho. Cuspiu no meu ouvido, me dando uma estocada tão profunda que arrancou um gemido seco que tive que abafar mordendo o lábio até sangrar. sangrar.
Enquanto o pau dele me queimava por dentro e as cadeiras dele batiam selvagens contra minhas coxas, minha mente se desconectou por um segundo do pesadelo físico e afundou numa amargura tão densa que me sufocava mais do que o próprio peso dele.
*Como é possível...?* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas enquanto encarava a cara suada do meu estuprador. *Há um ano, quando tomei a decisão de me tornar mulher, a única coisa que eu sonhava era encontrar um homem bom, me apaixonar, andar de mãos dadas e ser a esposa respeitada de alguém que cuidasse de mim de verdade. E olha eu agora... transformada na puta barata e exclusiva do meu próprio valentão do colégio. Não só ele arruinou minha vida e me obrigou a parir o filho dele, mas também me olha e me trata como um simples saco de carne, uma prostituta sem valor que ele usa pra se aliviar quando dá na telha, enquanto eu tenho que botar cara de submissa e implorar pra ele continuar me comendo pra poder comprar a porra do leite pro bebê.*
— Em que merda você tá pensando aí embaixo, puta? Tá se apaixonando pelo meu pau ou o quê? Ele me tirou dos meus pensamentos com um tapa seco e rude na minha bunda que me fez tremer inteira.
— N-nada... só tava pensando em você, meu amor... em como você me faz bem... Menti com uma docilidade repugnante, forçando um sorriso trêmulo e arqueando as cadeiras pra cima pra devolver cada golpe, interpretando o papel da puta obcecada e safada dele.
— Assim que eu gosto, que você tenha a cabeça ocupada em como eu tô te arrebentando toda. Chupa meu pescoço e geme mais alto, puta. Ele ordenou, me agarrando pelo cabelo e jogando minha cabeça pra trás.
— S-sim... mais forte... me enche toda... Gemi com falsos espasmos de prazer, engolindo o nojo e o choro, pronta pra continuar me arrastando e vendendo o pouco que sobrava da minha alma só pra manter meu filho a salvo no outro quarto.
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Horas intermináveis de tortura sexual implacável tinham se passado. Meu corpo inteiro era um mapa de dor: a buceta inflamada e rasgada, o cu destruído depois de inúmeras investidas selvagens e o estômago revirado, pesado e completamente cheio da porra nojenta que ele me obrigou a engolir uma e outra vez durante a madrugada inteira. Eu estava exausta, quebrada e vazia por dentro, jogada no chão da cozinha enquanto o suor e os fluidos secos grudavam na minha pele.
Braian se levantou preguiçosamente do colchão e andou até a sala, ajustando as calças com desinteresse. Sentou-se numa poltrona como se fosse o dono do mundo, com as pernas abertas, enquanto o pauzão dele balançava pesado dentro da roupa de treino. Eu me arrastei do quarto, apoiando os joelhos direto nas cerâmicas frias, com a cabeça baixa e o cabelo colado no rosto por causa das lágrimas e do suor. Me ajoelhei na frente dele na posição mais abjeta possível, obrigada a olhar para os tênis sujos.
— Então, putinha, já me esvaziei bastante dentro de você e meu estômago tá doendo de fome. Levanta desses joelhos e prepara uma comida gostosa pra mim logo. — Ordenou Braian com aquela voz rouca e desdenhosa, estalando os dedos no ar.
— S-sim... já tô te cozinhando algo, meu amor... — Respondi com uma docilidade doentia, forçando um sorriso trêmulo nos lábios enquanto engolia saliva com dificuldade, sentindo o gosto amargo da porra dele subindo pela garganta.
— E mais vale você se apressar, porque com tudo que eu tirei de você hoje, precisa repor líquido urgente, até porque você já engoliu uma boa parte das minhas proteínas. — Zombou o filho da puta, soltando uma risada seca e sádica que perfurou meus ouvidos.
Pensei comigo mesma, com um ódio tão visceral que queimava meu peito: *Que cara horrível, tão maldito, tão repugnante... tomara que engasgue com a comida, tomara que morra de uma vez e* nos deixe em paz*. Mas minha cara de submissa absoluta não se alterou; pelo contrário, levantei os olhos com uma doçura falsa e repugnante, pronta pra jogar minha melhor carta pra conseguir um pouco de respiro.
— Obrigada pelo que você me disse antes, Braian... Obrigada de verdade por levar o menino pra casa dos meus pais, te agradeço demais. Falei com voz melosa e arrastada, fingindo uma gratidão que me dava ânsia.
— Do que caralhos você tá falando agora, retardada? Ele me cortou de má vontade, cruzando os braços no sofá e me encarando com a testa franzida.
— De que você fez certo em tirar ele daqui... pra ele não ouvir como o pai dele transforma a mãe dele numa puta barata e se diverte me usando de lixeira. Continuei, acariciando os joelhos dele com dedos trêmulos, baixando o olhar pra ele ver o quão patética e entregue eu tava.
— Kkkk, que burra você é, como você gosta de se fustigar sozinha! Ele zombou às gargalhadas, se inclinando pra me dar um tapa seco e sonoro na bochecha. — É, verdade, poupei ele do trauma de ver a mãe dele se arrastando pelo chão como a vadia que ela é.
— Viu? Por isso eu te amo e te agradeço tanto, meu amor... Falei engolindo o enjoo e a alma despedaçada.
— Chega de conversa, estúpida. Levanta de uma vez e vai me cozinhar algo gostoso antes que eu me irrite e te destrua de novo ali mesmo na mesa! Gritou o cara, bravo e alterado de repente, me chutando de leve no ombro pra eu me mexer rápido.
Levantei tropeçando, com as pernas tremendo e o corpo pingando do abuso dele, pronta pra obedecer como a puta submissa em que ele tinha me transformado.
Ele estava sentado na beira da cama, ajeitando a jaqueta com total desinteresse, com aquele sorriso arrogante e safado estampado na cara de um cara que acabou de saciar todas as suas baixezas.
— Então, vadiazinha, já me esvaziei bastante dentro de você por hoje, então faz o favor de deixar isso impecável antes que eu vá embora. — Disse o Braian com a voz rouca e pesada, esticando a mão de uma vez para cravar os dedos na minha nuca.
Sem me dar tempo de respirar, ele puxou minha cabeça para baixo com força bruta, empurrando minha cara direto contra a virilha dele enquanto tirava o pau ainda meio duro de dentro da calça.
— Vamos, abre bem essa boca e passa a língua em cada canto, que ficou uma bagunça danada da minha porra e não vou embora com cheiro da sua buceta rota. — Ordenou o filho da puta, cravando os nós dos dedos no meu cabelo para garantir que eu não pudesse me mexer nem um centímetro.
Não me restou outra opção senão obedecer por puro reflexo, arrastando os lábios pela carne suada dele e começando a limpar com nojo e desespero todo o rastro do abuso.
— Isso, engole tudo o que é meu, olha como você deixa meu pau brilhando só de chupada. — Zombou ele, se inclinando um pouco mais para ver de perto como eu me engasgava com o tamanho dele enquanto os restos do esperma escorriam pelo canto dos meus lábios.
*Queria te responder algo, queria tirar essa raiva de dentro de mim uma vez na vida...* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas e a boca completamente ocupada pelo membro dele. *Te dizer na cara que você é um miserável, que te detesto com cada célula do meu corpo, que você é o pior pesadelo que pisei neste mundo e que me dá tanto nojo que prefiro morrer antes de continuar engolindo sua porcaria.*
— Kkkk, olha a carinha de submissa e grata que você faz quando te obrigo a me fazer a limpeza. Você se acha muito digna, mas termina sempre de joelhos, me lambendo a rola como a puta barata que você é. Continuou falando o Braian, rindo às gargalhadas da minha postura patética.
*Mas eu sei que nunca teria coragem de te falar nada...* Repetia na minha cabeça com um nó na garganta, sentindo o gosto amargo e grosso na língua. *Tenho medo demais de você ficar bravo, de me deixar jogada, de faltar algo pro nosso filho ou de você entrar de novo gritando que nem um bicho pra destruir o pouco que me resta de vida.*
— Obrigado por vir me visitar hoje, vadia, a verdade é que você sempre sabe cumprir sua obrigação e me manter bem alimentado com meus próprios sucos. Me soltou o cara com um tom cínico e debochado, me dando um tapa seco e estalado na bochecha.
*Tomara que você se engasgue, tomara que um dia você morra sozinho e ninguém te levante do chão, tomara que a vida te devolva o inferno que você me fez passar desde que a gente era moleque na escola...* Me dizia o pensamento em silêncio, pulsando nas têmporas com raiva cega, enquanto eu continuava movendo a língua pra cima e pra baixo obedecendo aos caprichos dele.
— Você gosta de provar o produto do que eu te faço, né? Porque por mais cara de cu que você faça quando tá sozinha, aqui embaixo você não é ninguém, é só minha lixeira pessoal. Me reforçou ele, apertando meu couro cabeludo com mais força pra me obrigar a chupar mais fundo.
*Maldito filho da puta... você arruinou minha adolescência, me transformou nisso, me obrigou a parir e agora me usa como se eu fosse um saco de lixo que você se diverte quando bate a vontade no cu...* Pensava furiosa, engolindo saliva com dificuldade e sentindo náuseas profundas que tentava disfarçar a todo custo.
— Bom, você já cumpriu com a limpeza, se comportou mais ou menos bem como a puta obediente que você é, então vou te deixar descansar um pouco até a próxima vez que eu tiver vontade de usar essa buceta. Disse Braian finalmente, tirando a piroca da minha boca de um puxão seco e soltando um suspiro de satisfação.
*E eu fico aqui, engolindo as palavras, com a garganta ardendo, o corpo destruído e a alma em pedaços...* Pensei fechando os olhos por um segundo, enquanto ele terminava de arrumar a roupa e ia em direção à porta sem nem se dignar a me olhar nos olhos como um ser humano.
— Tchau, puta, se comporta e cuida do moleque que depois eu volto pra mais uma rodada. Me jogou como despedida da porta antes de dar um portão seco e me deixar sozinha, jogada e vazia no meio do silêncio.
●•●•●•●••●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●O zumbido seco do celular na mesinha de centro me fez pular na cozinha. A mensagem do Braian chegou como uma sentença sem apelação: *“Veste um daqueles vestidos de puta bem curtinhos que eu te comprei, gata. Tô indo pra sua casa e mais te vale estar aberta e pronta pra eu te usar, porque vou esvaziar tua cabeça inteira na base da foda”*.
O estômago embrulhou na hora, uma mistura de terror, nojo absoluto e aquela desesperação maldita que me obrigava a obedecer como um cachorro adestrado. Corri pro guarda-roupa, peguei um pano preto e brilhante que mal cobria minha cintura, enfiei sem calcinha por baixo e corri pra esperar ele na sala antes que ele chutasse a porta.
Não demorou nem dez minutos pra chegar. Entrou com passos pesados, cheirando a álcool barato e a suor rançoso da rua. Mal cruzou a porta, nem me deixou respirar: me agarrou pelo pescoço com uma mão áspera, me empurrou com força bruta e me jogou de costas contra o sofá.
— Então era com vestidinho de puta que você me esperava, hein? Como você sabe bem atender teu dono, puta. Sibilou o Braian com aquela voz rouca e pesada, levantando o pano por cima da minha cabeça com um só puxão, sem nenhum preâmbulo.
Sem tirar a jaqueta nem me dar tempo de me ajeitar, abriu minhas pernas à força, cravou a pica grossa dele direto na buceta e começou a meter com uma fúria selvagem, fazendo as molas do sofá rangerem contra a parede.
— Aiiaaaah! Braian, devagar, por favor! Gemi abafada, apertando os punhos contra as almofadas enquanto os vinte e três centímetros dele me rasgavam por dentro a cada estocada brutal.
— Devagar você quer, puta? Se eu vim exclusivamente pra arrebentar toda a sua pussy! Olha como você me aperta com esse buraco, você é minha sacola de carne favorita pra eu aliviar minhas vontades. Cuspiu ele no meu ouvido, acelerando o ritmo e dando tapas secos nas minhas coxas.
Fiquei horas presa naquele inferno, aguentando uma rodada atrás da outra. mais uma de abuso, com a buceta completamente inflamada, ardendo e escorrendo os fluidos. Quando finalmente pareceu se acalmar um pouco na frente, o maldito decidiu trocar de buraco sem me dar um segundo de respiro.
— Agora vira e se apoia de bruços no encosto, que me deu uma vontade de te comer pelo cu. — Ele ordenou com um sorriso sádico, puxando meu cabelo pra me virar aos trancos.
Me ajeitei como deu, ficando de bruços no sofá, com a bunda pra cima e as costas arqueadas. Enquanto ele se posicionava atrás de mim, me estiquei por um segundo pra separar minhas próprias nádegas com as mãos e facilitar a entrada daquela dor que eu já conhecia de cor.
— Aí sim, abre bem as cachas sozinha, que puta gostosa você é, já aprendeu a se entregar sem eu mandar! — Zombou o Braian, me dando um tapa seco na bunda que fez o som ecoar pelo apartamento inteiro.
De uma só estocada seca, ele cravou a pica no meu cu. Senti a carne se rasgando no meio, uma dor tão aguda e profunda que cortou minha respiração, me obrigando a morder com raiva a borda da almofada pra não gritar.
*— Se você soubesse a vontade que eu tenho de virar a cara, cuspir no chão e te chamar de animal de merda...* — Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas de pura raiva contida enquanto sentia o quadril dele batendo na minha bunda. *Queria gritar que te odeio, que você me dá nojo, que você é a coisa mais repugnante que esse mundo já pariu...*
— Shhh, abaixa o volume, idiota, lembra que o menino tá dormindo no quarto e eu não quero que ele acorde por causa dos seus chiliques de menina. — Ele sussurrou no meu ouvido, notando meu corpo tremendo.
*— Mas eu fico quieta, com a cara esmagada no tecido e engolindo o choro...* — Minha mente continuava martelando com uma dor surda no peito. *Porque eu sei perfeitamente que se eu responder mal, se eu falar o que realmente penso de você, você fecha a carteira, nos deixa sem comida e me abandona de novo.* rua...*
— Que foi, tá doendo eu arrebentar tua bunda? Aguenta calada, puta, porque nenhuma outra mulher nesse mundo tem cabeça nem coragem pra me deixar comer essa bunda tão fácil que nem você. O Braian riu com desprezo, me segurando pela cintura pra me dar uma estocada ainda mais funda.
*— Outra mulher? Quem no juízo perfeito te aguentaria, seu monstro do caralho?* Pensava furiosa, sentindo o ar faltar entre as investidas. *As poucas que te conhecem fogem apavoradas porque você é um lixo violento, e eu tô aqui presa aguentando teus centímetros de nojo só porque preciso sobreviver...*
— Viu? Ninguém mais te aguenta, ninguém mais te serve de lixeira na hora que eu bem quero. Todas as mina fogem da minha pica porque morrem de medo de eu arrebentar elas por trás, mas você abre as pernas sozinha e engole toda a minha porra sem reclamar. Continuou se gabando ele, curtindo o próprio ego de valentão de quinta enquanto me destruía o esfíncter.
*— Tomara que um dia a vida te devolva o inferno que você me faz viver...* Repetia o pensamento com um fogo cego correndo nas veias. *Tomara que você morra sozinho, tomara que alguém te trate exatamente como você me trata pra você saber o que é ser saco de lixo...*
— Olha como você me deixa essa buceta molhada e macia, você é viciada na minha pica, mesmo se fazendo de sofredora com cara de mártir. Me humilhou o filho da puta, me dando outro tapa seco na bunda.
*— Mas eu continuo aqui...* Dizia a alma quebrada, engolindo a saliva grossa e forçando os músculos a relaxarem pra ele terminar rápido. *Submissa, calada, com a cara apoiada no sofá, deixando você usar meu corpo inteiro do jeito que quiser, tudo por não ter coragem de te encarar de frente...*
— Isso, chora em silêncio e aperta bem essas nádegas com essas mãos de inútil, que eu já tô quase me esvaziando dentro dessa bunda de puta. Sussurrou no meu ouvido, aumentando a velocidade das estocadas.
*— É, esvazia e vai embora de uma vez.* vez...* Pensei, fechando os olhos com força, sentindo o calor inconfundível do sêmen dele começando a inundar meu interior. *Faz comigo o que quiser, já que você arruinou minha vida inteira mesmo...*
— Toda sua, putinha, engole meu leite! Rugiu Braian num último impulso selvagem, me dando a estocada final antes de gozar tudo dentro de mim, me deixando jogada, destruída e em absoluto silêncio no sofá.
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— Então, mucama de quinta, agora faz o que você sabe fazer de melhor: agacha, abre bem as cachas e mostra como eu deixei teu rabo deformado pros caras do OnlyFans. — Ordenou Braian com aquela voz rouca e pesada, me dando um tapa seco e sonoro na cintura com a mão ainda quente de ter me usado.
Ele me obrigou a vestir a porra do disfarce de empregadinha francesa: um pano preto minúsculo, cheio de renda branca barata que mal cobria minha cintura, com um avental ridículo que zombava da miséria em que eu vivia. Me agachei como ele exigiu, apoiando as mãos no chão frio, sentindo o frio do ambiente colidir com minha pele suada.
— Assim, bem aberta, que dê pra ver a porra da cum que eu acabei de despejar dentro de você. Não vai se mexer até eu apertar o botão de gravar, putinha. — Ele sibilou, ajustando o celular na frente da minha cara com total desprezo.
*— Se ao menos eu tivesse coragem de me levantar do chão, cuspir na cara dele e mandar ele à merda de uma vez por todas...* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas e os dentes travados com tanta força que minhas mandíbulas doíam. *Me olhar nesse espelho quebrado. Pensar no que minha vida deveria ter sido antes de tudo ir pro caralho.*
— Que história é essa de carinha de mártir, hein? Te incomoda cumprir teu trabalho de puta pra sustentar o pivete? Se apressa em separar bem as nádegas com as mãos se quiser receber o combinado. — Latirou Braian, me dando um chute leve no joelho pra eu abrir mais o espaço.
*— Quando eu era adolescente, antes de transicionar, antes de esse monstro...* me agarrava de ponto no ensino médio e arruinava minha existência, eu fantasiava com algo tão simples e tão distante...* Minha cabeça pulsava com uma mistura de frustração e nostalgia amarga. *Imaginava que um dia eu ia crescer, que ia encontrar um homem bom, respeitoso, que me amasse de verdade, que cuidasse de mim, que me levasse de mão dada pra caminhar na praça e me fizesse sentir segura num mundo que sempre me tratou como piada.*
— Mexe os dedos das mãos, putinha, faz que você gosta de ter o rabo arrombado pra os punheteiros da internet ficarem contentes e pagarem a assinatura. Ele gritou pra mim, cravando a lente do celular a centímetros da carne aberta.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e caíam direto no chão de cerâmica. *Nem sou casada. Não tem nenhum homem que me ame, não tem nenhum refúgio quente. O último cara nesse mundo que eu queria na minha cama, o que eu jurei que ia odiar até o dia da minha morte, é o mesmo que me penetra à força, que me usa de lixeira e que me transformou numa prostituta de redes sociais.*
— Isso, olha pra câmera e faz cara de gulosa, que dê pra ver bem como você escorre meus sucos pelo cu. Você é uma obra de arte pro vício, pena que pra outra coisa não serve porra nenhuma. Zombou o Braian, rindo às gargalhadas enquanto ajustava o foco do vídeo.
*— Engulo meu orgulho, engulo as náuseas, visto essas fantasias idiotas de empregada e abro minhas nádegas na frente de um telefone...* Continuava martelando na minha mente, sentindo um vazio negro no peito. *Tudo por uma merreca de dinheiro, tudo pra poder comprar a fralda e o leite pro filho que ele me fez à força, porque se eu disser não, a gente morre de fome nesse chiqueiro.*
— Vai, putinha, fala no vídeo o quanto você adora que seu bully coma seu rabo vestida de empregada. Começa a falar antes que eu te dê uma cabeçada. Me ameaçou com os olhos injetados de raiva. — Se eu respondesse o que realmente penso, se tivesse um pingo de coragem, diria que ele é um covarde, um infeliz que precisa me pisar pra se sentir vivo... *Pensei, sentindo um nó terrível na garganta que me sufocava.* *Mas eu tenho medo. Um medo visceral de que ele me abandone, de que nos deixe sem um centavo, de que cumpra as ameaças e me tire a única coisa que meio que me mantém à tona nesse inferno.*
— Por favor, Braian... me faz de sua putinha empregada todos os dias... o-olha como você deixou minha buceta aberta pra você... *Gaguejei na frente da câmera com uma voz patética, me forçando a agir como uma submissa desesperada enquanto por dentro eu morria um pouco mais.*
— Muito bem, putinha, assim que eu gosto, obediente e rastejando como um cachorro. Agora fica mais um tempo nessa posição até eu subir o conteúdo, que em algumas horas eu volto pra mais uma rodada. *Ele me disse com desprezo, virando as costas e me deixando jogada no chão, com a fantasia rasgada, o corpo dolorido e a alma completamente destruída.*
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●A escrivaninha de fórmica barata rangia sob o peso do meu corpo enquanto Braian me esmagava contra a madeira fria, exigindo que eu posasse exatamente do jeito que ele queria. Para a nova fantasia dele de empresário de sucesso e secretária submissa, ele tinha me obrigado a vestir uma saia lápis insuportavelmente apertada, uma camisa branca translúcida sem sutiã e óculos de armação preta, enquanto ele circulava pela sala com um terno preto amassado, cheirando a perfume barato misturado com suor e cigarro.
— Então você se achava muito profissional com esse conjuntinho de escritório, vadia? Vamos ver que boa funcionária você é quando eu começar a meter essa pica em você no escritório. — Disse Braian com um sorriso sádico, virando-se e abrindo a braguilha de uma vez.
— V-você é um maldito... por favor, não rasga minha roupa, juntei cada moeda pra comprar ela... — Supliquei gaguejando, tentando ajustar a saia que já tinha subido até a cintura.
*— Se eu tivesse coragem de me levantar, jogar os papéis na cara dele e gritar que ele é um infeliz cheio de complexo...* — Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas de pura raiva contida enquanto sentia o frio da mesa na barriga. *Me olhar aqui, espremida em cima de um móvel velho, servindo de brinquedo sexual pra ele nos vídeos dele na internet.*
— O que você tá dizendo, vadia? Quer que eu desconte do seu salário por me responder mal? Anda logo, separa bem as nádegas na ponta da mesa, que os punheteiros do OnlyFans tão pagando pra ver você gritar. — Ele latiu, me puxando pelo cabelo pra jogar minha cabeça pra trás.
*— Quando eu era mais novinha, antes de transicionar, antes desse monstro me pegar como alvo no colégio e arruinar os melhores anos da minha vida, eu fantasiava com algo totalmente diferente...* — Minha cabeça pulsava com uma mistura de frustração e nostalgia amarga. *Eu imaginava que ia estudar, que ia me formar, que conseguiria um emprego* de escritório de verdade, com uma mesa de verdade e um homem bom do lado, um cara respeitoso que me amasse, que me levasse de mão dada pra jantar e me fizesse sentir segura num mundo que sempre me tratou como piada.*
— Mexe esses dedos, sua puta, e liga logo a câmera do celular, que eu não tenho o dia inteiro pra tuas choradeiras de empregada inútil. Ele gritou pra mim, batendo na minha bunda com a mão aberta até deixar minha pele queimando.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas escorriam pelas minhas bochechas e caíam direto nos papéis espalhados na mesa. *Eu nem sou casada com um homem que cuide de mim. O último cara nesse mundo que eu queria na minha cama, aquele que eu jurei odiar até o último dia da minha existência, é o mesmo que me penetra à força, que me usa como lixeira e que me transformou numa puta de redes sociais pra ganhar o pão.*
— Vai, faz cara de gostosa e fala pros punheteiros que você tá pronta pro seu chefe arrebentar tua buceta no horário de expediente, ou eu corto tua grana da porra do dinheiro. Ele me ameaçou com os olhos cheios de raiva, apertando meus bicos através do tecido fino da camisa.
*— Eu engulo meu orgulho, engulo a ânsia, visto essas fantasias idiotas de secretária e abro as pernas na frente de uma câmera...* Eu continuava martelando minha mente, sentindo um vazio preto no peito. *Tudo por uma miséria, tudo pra comprar comida e fralda pro filho que ele me fez à força, porque se eu disser não, a gente morre de fome nesse chiqueiro.*
— Por favor, chefe... f-faça o que quiser comigo... olha como eu deixo o escritório pronto pra você me comer... Eu gaguejei na frente da câmera com uma voz patética, me forçando a agir como uma secretária desesperada e safada enquanto por dentro eu morria um pouco mais.
— Muito bem, sua puta corporativa, assim que eu gosto, obediente e rastejando como um cachorro. Agora abre bem essas pernas que eu vou fundar a empresa A pura foda. Ele me derrubou com desprezo, cravando os 23 centímetros de uma só vez seca na minha buceta enquanto apertava o botão vermelho de gravar.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●Horas antes, tínhamos mandado o moleque pra casa dos meus pais com a desculpa de que "tínhamos que trabalhar". A verdade por trás dessa mentira era um pesadelo de carne, luzes de ringlight e degradação constante: uma maratona pornográfica interminável pra alimentar o OnlyFans do Braian, o negócio onde ele ficava com noventa e nove por cento dos lucros enquanto me deixava só as migalhas pra sobreviver.
O apartamento fedendo a suor, lubrificante barato e porra seca. A gente tinha passado a tarde inteira e parte da noite gravando material atrás de material. Ele me fez passar por uma dúzia de fantasias e conjuntos de lingerie grotescos: desde um uniforme de enfermeira translúcido e minúsculo, passando por um traje de colegial com saia escocesa microscópica, até um conjunto de couro preto que apertava minhas costelas. Em cada set, as exigências eram mais selvagens e perversas. Ele me colocou de quatro, de bruços, de lado, pendurada no encosto do sofá, me obrigando a abrir a buceta e o cu na frente da lente enquanto me penetrava sem piedade.
— *Se ao menos eu tivesse coragem de me levantar, quebrar a câmera na cabeça dele e mandar tudo pro inferno...* Pensava comigo mesma, com os olhos ardendo de tanto chorar em silêncio enquanto ajustava a peruca loira que ele me obrigou a vestir pro próximo vídeo. *Mas não posso. Se eu me impor, a gente fica na rua, o moleque não come e eu acabo jogada numa vala. Tô presa.*
— Anda logo, troca essa roupa, sua puta, que os punheteiros da internet tão esperando conteúdo novo e não quero desculpa. Ele latiu pra mim, jogando um arreio de couro na minha cara enquanto servia um gole de vinho na cozinha.
*— Eu imaginava uma vida totalmente diferente disso...* Minha mente voava pra trás, pros anos de colégio onde esse mesmo filho da puta tornava minha vida um inferno, e depois pras minhas fantasias de juventude antes de transicionar. *Achei que ia estudar na universidade, que me formaria, que conseguiria um emprego digno. Sonhava em conhecer um homem bom, um cara respeitoso que me amasse de verdade, que me levasse de mãos dadas pela rua e me fizesse sentir segura, protegida, amada no casamento... Em vez disso, olha pra mim agora: não sou casada com nenhum príncipe encantado, nem sequer tenho parceiro. O único homem que me toca, o único que penetra meu corpo todos os dias, é o meu próprio bully, o monstro que destruiu minha adolescência e que agora me usa como uma puta de redes sociais pra ganhar dinheiro.*
Durante as horas seguintes, a tortura continuou sem trégua. Ele meteu a pica na minha buceta uma e outra vez até deixar minhas paredes inflamadas e ardendo. Gozou dentro de mim três vezes seguidas, enchendo meu útero de porra até eu sentir os jatos mornos escorrendo pelas minhas pernas. Depois, sem me dar um segundo de respiro, me virou e me empurrou a carne no cu em quatro posições diferentes, enquanto me obrigava a engolir os fluidos dele ou deixar que ele cuspisse na minha cara. Eu tava com o estômago revirado, pesado e cheio do sêmen dele, e a boca pastosa de tanto chupar e engolir sem parar.
— Mexe essa bunda pra câmera, puta! Se faz de gostosa que adora que arrebentem seu cu e usem sua buceta ao mesmo tempo! — ele gritava, dando tapas fortes nas minhas coxas enquanto a câmera digital no tripé gravava cada gemido falso que ele arrancava de mim na base da porrada.
*— Engulo meu orgulho, engulo as náuseas, engulo a porra dele e engulo minhas próprias lágrimas...* Continuava martelando minha mente, sentindo um vazio preto e denso no peito. *Tudo por dinheiro, tudo pra poder comprar comida e fraldas pro nosso filho. Me vendi por completo.*
O fim da sessão chegou da maneira mais abrupta possível. No meio de uma cena onde ele me tinha encostada na parede com as pernas tremendo, a tela da câmera nova piscou em vermelho e apagou de uma vez: tinha ficado sem espaço no cartão de memória de tanto gravar gigabytes e gigabytes de pornô explícito.
— Que porra você fez, inútil? Como é que você deixa a memória encher logo agora que a gente tava engrenando? Me xingou o Braian com fúria, jogando o aparelho no sofá com raiva.
— J-juro que esvaziei ontem à noite... a gente gravou demais, Braian... Respondi tremendo, encostada na parede e abraçando meu corpo dolorido.
Mesmo com a câmera não gravando mais, o cara continuava excitado, alterado e com uma energia sádica incontrolável. Ao me ver ali parada, exausta, com as pernas abertas e o corpo escorrendo os fluidos dele, o pau dele endureceu na hora de novo.
— Bom, se a câmera ficou sem espaço, azar o seu, porque eu ainda tenho porra de sobra pra te dar. Vem cá, putinha. Rosnou com um sorriso macabro nos lábios.
Sem ligar que não tinha mais luzes nem registros digitais, me agarrou forte pelo cabelo por trás, jogando minha cabeça pra baixo com violência, e me arrastou até o meio da sala.
— Aiaaaah! Braian, não, por favor, eu não aguento mais, tô toda arrebentada por dentro! Supliquei com a voz embargada, tentando escapar do aperto dele enquanto as lágrimas caíam no chão.
— Eu não tô nem aí se você tá arrebentada, putinha, abaixa no chão e fica de quatro agora mesmo ou eu quebro seus dentes! Gritou ele, me dando um chute leve nas panturrilhas pra dobrar meus joelhos.
Me deixei cair no tapete imundo, ficando de quatro, com a bunda dolorida e a buceta pulsando. O celular dele ficou largado e esquecido na almofada do sofá, mas o Braian já não ligava pro conteúdo: só queria me destruir.
— Olha como você tá com essa raba, escorrendo minha porra por todo lado... Vamos fechar a noite do jeito que você gosta, putinha submissa. Sussurrou no meu ouvido, baixando as calças às pressas.
De uma só estocada seca, sem lubrificante nem preâmbulo, enfiou os vinte e três centímetros do pau dele direto no meu cu. Senti a carne rasgando Rasgava de novo, uma dor tão aguda e profunda que cortou minha respiração, me fazendo soltar um grito abafado contra o chão.
— ¡¡¡AAAAHHHH! P-POR FAVOR, O CU NÃO, VOCÊ VAI ME MATAR! Gritei desfeita, apertando os punhos contra o tapete enquanto as cadeiras dele investiam com uma fúria desalmada.
— Grita à vontade, já que ninguém mais nos ouve! Você é minha putinha pessoal, minha lixeira de carne, e vou te comer até eu me cansar! Braian rugiu na minha nuca, me agarrando pelos cabelos com as duas mãos para controlar minha cabeça como bem entendesse enquanto martelava meu cu sem piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●Já passava das três da manhã quando senti a porta abrir com um baque seco, seguida de passos pesados e cambaleantes que vinham direto pelo corredor. Como o Braian me obrigava a dormir completamente nua e com as pernas prontas pra não fazer ele esperar, meu corpo ficou exposto na hora sobre o colchão frio. De repente, uma silhueta escura se jogou em cima de mim sem dizer uma palavra. Um cara com uma balaclava preta esmagou minha cara contra o travesseiro, me agarrou pelos cabelos com força bruta e me virou de bruços num puxão só.
— Não, por favor, socorro! Quem é você, o que você quer!? Me solta, não me rouba, eu não tenho nada! — gritei aterrorizada, pensando que era um ladrão que tinha entrado pra me estuprar.
— Fecha a boca, puta, não se mexe ou eu quebro teu pescoço. — sibilou uma voz rouca, me dando um tapa seco na bunda que me fez tremer inteira.
Sem nenhuma anestesia nem preâmbulo, o encapuzado me destruiu o cu com uma única estocada de quadril, cravando os 23 centímetros dele até a raiz. A dor percorreu minha coluna inteira e eu soltei um uivo dilacerante que saiu abafado contra os lençóis. Cada investida era uma tortura, uma carnificina que me partia ao meio sem piedade, enquanto a câmera do celular, posicionada estrategicamente de lado, gravava cada segundo do estupro pra postar no OnlyFans que ele me obrigou a abrir e do qual ele roubava noventa e nove por cento dos lucros.
— Aiaaah! Por favor, para, você tá me matando! — supliquei chorando, sentindo a fricção selvagem e o calor do corpo bêbado e fedendo a álcool dele.
— Tá doendo, puta? É assim que você gosta, né? Aguenta bem, puta barata, que é pra isso que você serve. — cuspiu o estuprador no meu ouvido, mostrando a língua por baixo da balaclava e rindo da minha desesperação enquanto continuava castigando meu cu.
Entre o terror e a humilhação, enquanto as estocadas sacudiam meu corpo todo, o maníaco esticou a mão, pegou o celular dele e enfiou bem na minha cara, iluminando meu rosto com a tela enquanto tirava a língua de novo com deboche e me obrigava a me ver destruída. Naquele instante exato, entre o desespero e o cheiro inconfundível do suor dele misturado com vinho barato, reconheci a voz rouca, a risada sádica e a grossura desumana do pau dele. Meu coração parou: não era um ladrão qualquer... era o Braian, meu bully, o pai do meu filho, vindo cobrar o preço dele por uma foda à força.
— Que que foi, retardada? Achou que eu ia entrar pra te roubar um zé-ninguém? Se a única coisa de valor aqui é você, minha putinha pessoal. — Ele falou tirando a balaclava de uma vez, rindo às gargalhadas da minha cara de terror e alívio misturado com nojo.
— B-braian... você é um filho da puta... como você vai me fazer isso? — Reclamei com a voz trêmula, ainda sentindo o pau dele pulsando dentro do meu cu arrombado.
— O que você quer, puta? Se você não me abre a porta e eu te como quando eu quero, como é que você espera que eu pague seu troco diário pra manter o moleque? — Ele respondeu com desprezo, me dando outra estocada brutal.
— Você podia me avisar... você vem bêbado, me assusta, me trata como lixo... — Falei chorando em silêncio, engolindo a raiva porque sabia que se ele ficasse puto e não me comesse as cem vezes necessárias, eu e meu filho não íamos ter o que comer no dia seguinte.
— Não me enche o saco com esse choro, se você gosta que eu arrebente sua buceta e te pague uma merreca. Olha como você me aperta com essa buceta e esse rabo, você tá molhada e quentinha mesmo se fazendo de sofredora. — Ele me humilhou, me agarrando pela cintura pra acelerar o ritmo da violação.
— N-não tô com tesão... eu te odeio com toda a minha alma... — Sibilei pra dentro, enquanto por fora meu corpo, condicionado pelo medo e pela necessidade de grana, começava a escorrer e a fingir prazer pra ele gozar mais rápido.
— Isso, faz cara de gulosa pra câmera, puta! Que os punheteiros do OnlyFans vejam como geme a mãe do meu filho enquanto eu destruo o corpo dela! Gritou ele, girando o celular para capturar cada ângulo da minha degradação.
— S-sim... mais forte, Braian... me arrebenta toda... Ah, por favor... Gemi de forma falsa e exagerada, me contorcendo sob o peso dele, usando minhas piores artes de puta submisso para seduzi-lo e fazer o pau dele endurecer ainda mais e gozar rápido.
— Olha como você adora, puta barata. Você é obcecada pelo meu pau, se faz de sofrida mas morre de vontade de engolir minha porra e receber teu dinheiro. Zombou ele, me comendo com mais violência e fúria.
— S-sim, sou sua puta... por favor, me fode o dia inteiro, me paga o que quiser mas não me deixa passar fome... Supliquei com falsa devoção, beijando a mão dele e me arrastando à mercê dele só pra garantir o sustento da minha criança.
— Que patética você é, me dá vergonha alheia o quão baixo você caiu, mas reconheço que pra foder você é um ferro insaciável. Cuspiu o cara com total desprezo.
— Por favor, amor... vem nos usar quantas vezes quiser, me faz sua puta oficial... Menti descaradamente, engolindo o orgulho e o vômito, agindo como uma apaixonada obcecada pra ele continuar vindo me pagar as moedas que eu tanto precisava.
— Fecha a bunda e continua mexendo a cintura, que ainda falta um monte de fodas pra juntar os cem reais de hoje, puta. Sentenciou Braian, afundando os 23 centímetros no meu cu sem piedade enquanto eu ficava presa naquele inferno sem saída.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●Eram quase duas da manhã quando o celular vibrou com violência sobre a bancada da cozinha. A mensagem do Braian era uma sentença seca e inapelável: *“Deixa o moleque com teus velhos e vem pra minha casa agora mesmo com um vestido curto. Se demorar ou não vier, corto teus pagamentos e esquece que eu te toco de novo”*.
O estômago embrulhou de puro terror. A ideia de ficar sem aquela miséria de dinheiro dele e ver meu filho passando necessidade pesava infinitamente mais do que a dignidade que me restava. Mesmo odiando ele com cada fibra da minha alma, com um ódio cego e visceral que queimava minhas entranhas, eu precisava da grana dele como do ar pra respirar. Vestí um vestido tão minúsculo e apertado que mal cobria minha bunda e saí correndo pra escuridão da madrugada. Ia tropeçando e apressada nos saltos altos, sentindo o ar gelado cortando meus ossos e o medo latente apertando minha garganta de que qualquer tarado na rua me cruzasse e fizesse algo comigo pelo jeito que eu tava exposta. Nem tinha me dado ao trabalho de colocar calcinha; sabia perfeitamente que, assim que atravessasse a porta da casa dele, aquele animal ia rasgar o pano com um puxão só e eu não tava a fim de gastar um centavo sequer em roupa que ele destruiria em segundos.
Quando cheguei no apartamento dele e consegui bater, a porta abriu de uma vez antes que eu pudesse dar um passo pra dentro. O Braian nem me olhou nos olhos como um homem que espera uma mulher; me agarrou pelo pescoço com uma mão ríspida, me empurrou com força bruta contra a parede do corredor e levantou meu vestido pela cabeça com um puxão.
— Olha a putinha barata como veio correndo obediente assim que eu assobiei... e ainda sem calcinha, com tanta vontade de engolir porra que já vinha se oferecendo na rua. — Disse o Braian com uma risada sádica e rouca, me dando um tapa seco na bunda que ecoou na entrada.
— S-sim... vim correndo assim que Li sua mensagem... sabia que queria me usar e tirei tudo pra te poupar o trabalho... Respondi com voz submissa e trêmula, engolindo o fel e assumindo o papel de puta obediente pra acalmar a fera.
— Cê se acha muito gostosa por vir sem calcinha, puta? Cê deve ter cruzado com mil caras no caminho morrendo de vontade de te estuprar no escuro, até porque você adora sair distribuindo a raba. Ele me insultou, apertando meus peitos por cima do tecido com violência enquanto respirava álcool na minha cara.
— T-tinha medo de que algo acontecesse comigo na rua... mas a única coisa que eu queria era chegar na sua casa pra você me comer... Menti com um desespero fingido, arqueando as costas contra as mãos dele e me colocando no modo ultra gostosa pra acender ele na hora.
— Que patética você é, como se humilha sozinha por dois reais... mas admito que pra vir abrir as pernas você não serve pra mais nada. Ele cuspiu, enfiando os dedos na minha buceta sem aviso pra conferir que eu já tava escorrendo de tesão.
— Ai, Braian... sim, me destrói toda... faz comigo o que quiser mas não me deixa sem teus pagamentos... Supliquei com os olhos marejados, lambendo o pescoço suado dele e me fazendo de totalmente obcecada pela pica dele pra ele ficar duro na hora.
Sem me soltar da cintura, me virou contra a parede, abriu minhas pernas à força e enterrou os vinte e três centímetros dele de uma só vez, seco, sem anestesia nem preliminares, arrancando um grito abafado que se chocou contra o papel de parede.
— Aiaaaah! Sim, enfia tudo, me destrói a pussy, meu amor! Gemi de forma exagerada e falsa, me contorcendo contra o corpo dele enquanto por dentro o xingava e desejava que ele se afogasse no próprio vinho.
— Olha como você me aperta com essa pussy de puta, você adora que eu te trate como meu saco de lixo pessoal, né? Ele sibilou no meu ouvido, acelerando as estocadas com uma fúria animal que me sacudia os dentes.
— Eu adoro... sou sua, me destrói... me fode até gozar dentro e me deixa bem cheia da sua porra... Eu implorava com a voz embargada, usando todas as minhas artes de puta submissa pra ele gozar rápido e acabar com esse pesadelo.
— Isso, faz essa cara de gulosa e implora mais, sua puta do caralho! Ele rugiu, me levantando do chão com uma mão só e me jogando contra o encosto do sofá pra continuar destruindo minha buceta sem piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●O eco dos seus passos pesados rebatia contra as paredes do quarto, mas meu corpo já respondia por puro reflexo condicionado. Sem que ele precisasse me dar a ordem com palavras, me deixei cair de joelhos no chão frio de azulejos e me arrastei até ficar apoiada em quatro apoios, com a testa colada no piso e a bunda levantada pra cima na postura mais degradante possível.
— Levanta essa bunda, putinha, não baixa essa raba que eu quero te ver bem exposta. Sibilou Braian com aquela voz rouca e pesada, me dando um chute seco no joelho pra me obrigar a abrir as pernas ainda mais.
Senti as mãos calejadas dele se apoiarem com força na minha carne. Agarrou minhas nádegas e as esticou pros lados com brutalidade, separando minha carne com violência pra deixar à mostra tanto minha entrada anal destruída quanto os lábios inchados da minha buceta arrombada. O ar frio do quarto bateu de uma vez na minha intimidade, me dando um nó no estômago de vergonha, enquanto ele ficava parado bem atrás de mim contemplando o estrago que tinha feito no meu corpo.
— Olha isso... Meu Deus, como eu te deixei a raba e a buceta totalmente deformadas, abertas e escorrendo meus fluidos. Zombou o filho da puta, soltando uma risada sádica enquanto cravava os dedos ao lado do esfíncter lacerado.
— P-por favor... solta minha bunda, tá frio e tá doendo... Supliquei com a cara esmagada no chão, com a voz quebrada pelo choro e pela impotência.
— O que você quer, putinha? Que eu tenha pena de você? Se você tá exatamente no lugar e na posição que merece. Olha como seu corpo treme de pânico, parece uma puta de rua esperando um chute. Cuspiu ele, se inclinando um pouco pra respirar perto das minhas costas.
— Eu não sou uma puta... sou a mãe do seu filho... Sibilei pra dentro de mim com um ódio tão cego que queimava minha garganta, desejando com toda minha alma que ele afogasse ou desaparecesse para sempre das nossas vidas.
Mas assim que senti os dedos dele voltando a apalpar minha carne pra garantir que eu estivesse bem molhada e pronta pra outra rodada, meu cérebro fez aquele clique miserável de sempre. A necessidade urgente de garantir o sustento da minha cria me obrigou a engolir o fel, engolir o orgulho e vestir a fantasia de putinha submissa que ele exigia.
— S-sim... eu sou sua putinha, Braian... faz comigo o que quiser, olha minha buceta arrombada, é toda sua... Falei com a voz melosa e falsa, arqueando as costas pra cima pra facilitar as coisas e ficar à disposição total dele.
— Uh, olha como a safada se ajeita assim que eu toco no ponto fraco dela. Você adora ficar aí jogada como um pano de chão enquanto eu apalpo esse lixo, né? Ele me humilhou, dando um tapa seco que deixou a marca vermelha na minha pele.
— Eu adoro... por favor, vem me usar... come minha buceta e meu cu até você gozar dentro... Eu implorava com gemidos falsos de desespero, arrastando as palavras e fazendo o impossível pra deixar a piroca dele dura na hora e ele me pagar o que eu tanto precisava.
— Que patética você é, como se rebaixa sozinha pra eu te comer... mas beleza, reconheço que pra abrir as pernas você é imbatível. O cara falou, cuspindo na própria mão pra lubrificar antes de se jogar em cima de mim sem um pingo de piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●A cama do meu quarto rangia com violência sob o peso das investidas do Braian, um som rítmico e seco que se misturava com o eco das respirações pesadas dele e dos meus próprios gemidos abafados. A poucos metros, do outro lado da porta fechada do corredor, o berço do nosso filho permanecia na penumbra. O terror constante de o menino acordar e ouvir esse inferno apertava meu peito, me obrigando a morder o travesseiro ou engolir os gritos rangendo os dentes com fúria.
Ele estava por cima de mim, me cobrindo por completo com o corpo suado e quente dele. Com uma força brutal, tinha levantado minhas pernas no ar, dobrando-as quase até o peito e encaixando-as firmemente debaixo das axilas dele, me deixando completamente à mercê dele, aberta de pernas e exposta aos vinte e três centímetros dele que destruíam minha buceta sem um pingo de compaixão.
— Mais devagar... eu te imploro, abaixa a voz, o menino tá dormindo pertinho... Sibilei no ouvido dele com um fio de voz trêmulo, enquanto minhas mãos se agarravam com desespero aos ombros largos e suados dele.
— Que foi, putinha? Tá com vergonha do teu filho ouvir como eu destruo tua buceta? Ele vai ter que se acostumar a ver a mãe servindo de lixeira. Sibilou o Braian com um sorriso sádico na cara, acelerando o ritmo com uma fúria surda e cravando a pélvis com mais força.
— Não... por favor... shhh... diminui a velocidade... Supliquei com desespero, arqueando as costas contra o colchão e fingindo uns gemidos mais agudos e falsos, roçando os lábios na nuca dele pra deixá-lo mais excitado e fazer ele gozar logo antes de a criança começar a chorar.
— Olha como você me aperta com essa buceta, putinha... você adora ser comida desesperada enquanto cuida do pirralho. Cuspiu no meu ouvido, me dando uma estocada tão profunda que arrancou um gemido seco que tive que abafar mordendo o lábio até sangrar. sangrar.
Enquanto o pau dele me queimava por dentro e as cadeiras dele batiam selvagens contra minhas coxas, minha mente se desconectou por um segundo do pesadelo físico e afundou numa amargura tão densa que me sufocava mais do que o próprio peso dele.
*Como é possível...?* Pensei comigo mesma, com os olhos cheios de lágrimas contidas enquanto encarava a cara suada do meu estuprador. *Há um ano, quando tomei a decisão de me tornar mulher, a única coisa que eu sonhava era encontrar um homem bom, me apaixonar, andar de mãos dadas e ser a esposa respeitada de alguém que cuidasse de mim de verdade. E olha eu agora... transformada na puta barata e exclusiva do meu próprio valentão do colégio. Não só ele arruinou minha vida e me obrigou a parir o filho dele, mas também me olha e me trata como um simples saco de carne, uma prostituta sem valor que ele usa pra se aliviar quando dá na telha, enquanto eu tenho que botar cara de submissa e implorar pra ele continuar me comendo pra poder comprar a porra do leite pro bebê.*
— Em que merda você tá pensando aí embaixo, puta? Tá se apaixonando pelo meu pau ou o quê? Ele me tirou dos meus pensamentos com um tapa seco e rude na minha bunda que me fez tremer inteira.
— N-nada... só tava pensando em você, meu amor... em como você me faz bem... Menti com uma docilidade repugnante, forçando um sorriso trêmulo e arqueando as cadeiras pra cima pra devolver cada golpe, interpretando o papel da puta obcecada e safada dele.
— Assim que eu gosto, que você tenha a cabeça ocupada em como eu tô te arrebentando toda. Chupa meu pescoço e geme mais alto, puta. Ele ordenou, me agarrando pelo cabelo e jogando minha cabeça pra trás.
— S-sim... mais forte... me enche toda... Gemi com falsos espasmos de prazer, engolindo o nojo e o choro, pronta pra continuar me arrastando e vendendo o pouco que sobrava da minha alma só pra manter meu filho a salvo no outro quarto.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●Horas intermináveis de tortura sexual implacável tinham se passado. Meu corpo inteiro era um mapa de dor: a buceta inflamada e rasgada, o cu destruído depois de inúmeras investidas selvagens e o estômago revirado, pesado e completamente cheio da porra nojenta que ele me obrigou a engolir uma e outra vez durante a madrugada inteira. Eu estava exausta, quebrada e vazia por dentro, jogada no chão da cozinha enquanto o suor e os fluidos secos grudavam na minha pele.
Braian se levantou preguiçosamente do colchão e andou até a sala, ajustando as calças com desinteresse. Sentou-se numa poltrona como se fosse o dono do mundo, com as pernas abertas, enquanto o pauzão dele balançava pesado dentro da roupa de treino. Eu me arrastei do quarto, apoiando os joelhos direto nas cerâmicas frias, com a cabeça baixa e o cabelo colado no rosto por causa das lágrimas e do suor. Me ajoelhei na frente dele na posição mais abjeta possível, obrigada a olhar para os tênis sujos.
— Então, putinha, já me esvaziei bastante dentro de você e meu estômago tá doendo de fome. Levanta desses joelhos e prepara uma comida gostosa pra mim logo. — Ordenou Braian com aquela voz rouca e desdenhosa, estalando os dedos no ar.
— S-sim... já tô te cozinhando algo, meu amor... — Respondi com uma docilidade doentia, forçando um sorriso trêmulo nos lábios enquanto engolia saliva com dificuldade, sentindo o gosto amargo da porra dele subindo pela garganta.
— E mais vale você se apressar, porque com tudo que eu tirei de você hoje, precisa repor líquido urgente, até porque você já engoliu uma boa parte das minhas proteínas. — Zombou o filho da puta, soltando uma risada seca e sádica que perfurou meus ouvidos.
Pensei comigo mesma, com um ódio tão visceral que queimava meu peito: *Que cara horrível, tão maldito, tão repugnante... tomara que engasgue com a comida, tomara que morra de uma vez e* nos deixe em paz*. Mas minha cara de submissa absoluta não se alterou; pelo contrário, levantei os olhos com uma doçura falsa e repugnante, pronta pra jogar minha melhor carta pra conseguir um pouco de respiro.
— Obrigada pelo que você me disse antes, Braian... Obrigada de verdade por levar o menino pra casa dos meus pais, te agradeço demais. Falei com voz melosa e arrastada, fingindo uma gratidão que me dava ânsia.
— Do que caralhos você tá falando agora, retardada? Ele me cortou de má vontade, cruzando os braços no sofá e me encarando com a testa franzida.
— De que você fez certo em tirar ele daqui... pra ele não ouvir como o pai dele transforma a mãe dele numa puta barata e se diverte me usando de lixeira. Continuei, acariciando os joelhos dele com dedos trêmulos, baixando o olhar pra ele ver o quão patética e entregue eu tava.
— Kkkk, que burra você é, como você gosta de se fustigar sozinha! Ele zombou às gargalhadas, se inclinando pra me dar um tapa seco e sonoro na bochecha. — É, verdade, poupei ele do trauma de ver a mãe dele se arrastando pelo chão como a vadia que ela é.
— Viu? Por isso eu te amo e te agradeço tanto, meu amor... Falei engolindo o enjoo e a alma despedaçada.
— Chega de conversa, estúpida. Levanta de uma vez e vai me cozinhar algo gostoso antes que eu me irrite e te destrua de novo ali mesmo na mesa! Gritou o cara, bravo e alterado de repente, me chutando de leve no ombro pra eu me mexer rápido.
Levantei tropeçando, com as pernas tremendo e o corpo pingando do abuso dele, pronta pra obedecer como a puta submissa em que ele tinha me transformado.
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