O quarto ainda fedia a suor e ao seu calor denso. Eu continuava ajoelhada sobre os azulejos frios, com a buceta ardendo e a boca inundada do seu sêmen espesso. Braian arrumava a jaqueta na beira da cama com total desinteresse.
— Bom, sua puta, já gozei bastante, deixa isso impecável antes de eu ir embora. Me ordenou com voz rouca, cravando os dedos na minha nuca.
Puxou minha cabeça pra baixo com força bruta, tirando o pau semiduro direto na minha cara.
— Abre bem essa boca e limpa cada canto, não vou sair com cheiro da sua buceta arrebentada.
Obedeci por puro reflexo, arrastando os lábios pela carne suada dele enquanto me engasgava com o tamanho.
*— Te odeio com cada célula, você é meu pior pesadelo...* Pensei afogada em lágrimas e saliva.
— Kkkk, olha tua cara de submissa. Você sempre acaba de joelhos me lambendo como a puta barata que é. Zombou, me dando um tapa seco.
*— Mas tenho medo demais de você ficar puto ou deixar nosso filho sem nada...* Me repeti com um nó na garganta, engolindo o gosto amargo dele.
— Valeu por me manter bem alimentado com meus próprios sucos, sua puta.
*— Tomara que você morra sozinho e a vida te devolva esse inferno...* Pensava com fúria cega, movendo a língua de cima a baixo obedecendo o ritmo dele.
— Aqui embaixo você não é ninguém, só meu lixeiro pessoal. Me reforçou apertando meu couro cabeludo pra me obrigar a chupar mais fundo.
*— Filho da puta, você me arruinou e agora me usa como bem entende...* Pensei com náusea.
— Já cumpriu, descansa um pouco até a próxima vez que eu tiver vontade de usar esse cu. Disse tirando o pau de um puxão seco.
— Tchau, sua puta, cuida do moleque que depois eu volto pra outra rodada. Jogou da soleira antes de bater a porta.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O zumbido do celular sobre a mesa me sacudiu. A mensagem de Braian foi uma ordem: *“Coloca o vestido mais putona que eu te comprei. Tô chegando e você vai estar bem aberta, porque vou te destruir de tanto meter”*.
Corri pro armário, peguei um trapo preto e brilhante que mal me cobria, vesti sem calcinha e fiquei esperando na sala tremendo de tesão e medo.
Não demorou pra entrar cheirando a álcool e suor. Me agarrou pelo pescoço com violência e me jogou de costas contra o sofá.
— Então com esse vestidinho de puta me esperava. Como você sabe atender seu dono. Sibilou levantando o tecido com um só golpe.
Sem preâmbulo, abriu minhas pernas à força e enfiou seu pau grosso direto na buceta, me atacando com uma fúria selvagem que me fez arquear.
— ¡Aiaaaah! ¡Braian, mais forte! Gemi enterrando os dedos nas almofadas enquanto seus vinte e três centímetros me rasgavam deliciosamente.
— ¡Se vim pra arrebentar toda a sua buceta! Olha como você me aperta, você é minha bolsa de carne favorita. Cuspiu acelerando o ritmo até me fazer ver estrelas.
Quando se cansou de frente, me puxou pelo cabelo pra virar o jogo.
— Vira e se apoia no encosto, que eu quero essa bunda. Me ordenou com um sorriso sádico.
Me coloquei de bruços, arqueando as nádegas e separando as bandas sozinha pra devorá-lo melhor.
— ¡Abre bem as bandas, que puta boa você é! Zombou me dando um tapa seco.
Com um golpe seco enfiou o pau no cu. A dor me cortou a respiração, me fazendo morder a almofada de puro prazer e ardor.
*— Se soubesse como me dá tesão e como te odeio ao mesmo tempo...* Pensei com os olhos marejados enquanto seus quadris me destruíam.
— Shhh, abaixa o volume que o menino tá dormindo, puta. Sibilou no meu ouvido.
*— Fico quieta, me abrindo mais pra que você me arrebente...* Pensava sentindo o calor extremo me percorrendo.
— Tá doendo que eu arrebente seu cu? Nenhuma outra te aguenta tão fácil assim. Ele riu dando uma estocada brutal.
*— Ninguém te dá esse cu como eu...* Gemeu por dentro, entregue ao vício do seu abuso.
— Olha como você deixa minha buceta molhada e molinha, você é viciada no meu pau. Me humilhou dando um tapa na minha cintura.
*— Sim, sou sua puta viciada...* Implorava minha mente enquanto meus músculos derretiam sob suas investidas.
— Toda sua, puta, engole meu gozo! Rugiu Braian me dando a estocada final, inundando meu cu quente enquanto me deixava tremendo e vazia no sofá.
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O ar da cozinha ainda estava pesado, impregnado de suor seco e do rastro grosso do seu esperma escorrendo do meu cu. Minhas pernas tremiam sobre o piso e minhas nádegas pulsavam de dor.
— Bom, mucama de quinta, agora faz o que você sabe fazer melhor: abaixa, abre bem as bandas e mostra como eu deixei seu cu deformado pros caras. Me ordenou Braian com voz rouca, me dando um tapa seco na cintura.
Ele me obrigou a vestir a porra do disfarce de empregada francesa: um trapo preto minúsculo de renda branca que mal cobria minha cintura. Me abaixei, apoiando as mãos no chão frio.
— Assim, bem aberta, que dá pra ver a porra que acabei de despejar dentro de você. Não se mexe até eu gravar, sua puta. Ele sibilou, aproximando o celular da minha cara.
*— Se eu tivesse coragem de me levantar, cuspir na cara dele e mandá-lo à merda...* Pensei com os olhos cheios de lágrimas e os dentes cerrados.
— Que cara de mártir é essa? Te incomoda cumprir seu trabalho de puta pra sustentar o moleque? Corre a separar bem as nádegas se quiser receber. Ele latiu, me chutando o joelho pra que eu abrisse mais.
*— Pensar no que ia ser da minha vida... Imaginava que ia crescer, que encontraria um homem que me amasse de verdade, que cuidasse de mim e me fizesse sentir segura...* Minha cabeça latejava de amargura.
— Mexe os dedos, sua puta, finge que gosta que arrombem seu cu pra que os punheteiros da internet paguem a assinatura. Ele gritou, enfiando a lente a centímetros de mim.
*— Em vez disso, olha eu agora... O último cara nesse mundo que eu queria ter na minha cama é o que me penetra à força e me usa de lixeira nas redes...* As lágrimas caíam no chão.
— Isso, olha pra câmera e faz cara de safada, que dá pra ver bem como você escorre meus sucos. Você é uma obra de arte pro vício, pena que pra outra coisa não serve. Zombou Braian.
*— Engulo o orgulho, o enjoo e esse disfarce estúpido... Tudo por uma miséria pra comprar a comida pro filho que me fez à força...* Sentia um vazio negro no peito.
— Vai, sua puta, me diz no vídeo o quanto você adora que seu bully te coma o cu. Começa a falar antes que eu te bata. Ele me ameaçou.
*— Se eu respondesse o que penso, diria que ele é um covarde... Mas tenho medo. Medo de que ele nos deixe sem um centavo e eu acabe afundando de vez...* Pensei me afogando.
— Por favor, Braian... me faz sua puta empregada todos os dias... olha como você deixou meu cu aberto pra você... Gaguejei pra câmera com voz patética, me forçando a agir como uma submissa desesperada.
— Muito bem, sua puta, obediente como as cachorras. Fica aí até eu subir o conteúdo, que em algumas horas volto pra outra rodada. Ele jogou com desprezo, se virando e me deixando jogada no chão.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
A escrivaninha rangia sob meu corpo enquanto Braian me pressionava contra a madeira fria, exigindo que eu posasse para sua fantasia de empresário e secretária submissa. Ele tinha me obrigado a vestir uma saia lápis insuportavelmente apertada, uma camisa branca translúcida sem sutiã e óculos, enquanto ele desfilava com um terno amassado e cheirando a suor.
— Achou que era muito profissional com esse conjuntinho, sua puta? Vamos ver que funcionária boa você é. Me disse Braian abrindo o zíper de uma vez.
— S-seu filho da puta... por favor, não rasga minha roupa... Implorei tentando ajeitar a saia.
*— Se eu tivesse coragem de levantar e gritar que ele é um desgraçado...* Pensei com os olhos cheios de lágrimas, sentindo o frio da mesa. *Olhar pra mim aqui, encaixada em cima de um móvel velho, servindo de brinquedo sexual pra ele.*
— O que você disse? Corre e abre bem as nádegas na quina, que os punheteiros da internet tão esperando ver como eu te faço gritar. Ele latiu, me agarrando pelo cabelo e puxando minha cabeça pra trás.
*— Antes desse monstro arruinar minha vida no ensino médio, eu sonhava com algo diferente...* Minha cabeça latejava. *Imaginava um trabalho de escritório de verdade, uma mesa de verdade e um homem respeitoso que me fizesse sentir segura.*
— Se mexe e bota o celular pra gravar de uma vez, que não tenho o dia todo. Ele gritou, me dando um tapa seco na bunda.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas pingavam nos papéis. *Penetrada à força pelo cara que eu jurei odiar, transformada numa puta de rede pra sobreviver.*
— Faz cara de safada e fala pros punheteiros que você tá pronta pro seu chefe arrebentar sua pussy, ou eu corto a grana pra porra do cara. Ele me ameaçou, apertando meus mamilos através do tecido fino.
*— Engulo o orgulho, o enjoo e abro as pernas na frente de uma câmera...* Sentia um vazio negro. *Tudo por uma miséria pra dar de comer pro filho que ele me fez à força.*
— Por por favor, chefe... f-faça o que quiser comigo... olha como deixo o escritório prontinho... Gaguejei na frente da câmera com voz patética, me forçando a agir como uma secretária gostosa enquanto por dentro eu morria.
— Muito bem, puta corporativa, obediente e submissa. Agora abre bem essas pernas que vou fundar a empresa na pura foda. Ele me disse, enfiando os vinte e três centímetros de uma vez só seca na buceta enquanto apertava o botão de gravar.
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Horas antes tínhamos mandado o moleque com a desculpa de "trabalhar". A verdade era uma maratona pornográfica pro OnlyFans do Braian, onde ele ficava com tudo enquanto pra mim sobravam migalhas.
O apartamento cheirava a suor, lubrificante e porra. Ele me fez passar por uma dúzia de fantasias vulgares: enfermeira transparente, colegial minúscula e couro apertado. Em cada set ele me penetrava sem piedade de quatro, de lado ou pendurada no encosto.
— *Se eu tivesse coragem de levantar e quebrar a câmera...* Pensava chorando em silêncio enquanto colocava uma peruca loira. *Mas se eu me imponho, a gente vai pra rua e o moleque não come.*
— Corre pra se trocar, que os punheteiros da internet esperam conteúdo e não quero desculpa. Ele latiu se servindo de vinho.
— *Pensei que ia estudar, que conseguiria um trabalho digno, que um homem ia me amar de verdade... Em vez disso, olha eu: o único que penetra meu corpo todos os dias é meu próprio bully, me usando como uma puta de rede social.*
A tortura continuou sem trégua. Ele enfiou o pau na minha buceta até deixar as paredes ardendo, gozando dentro três vezes seguidas. Sem respirar, me virou e me empurrou pelo cu em quatro posições, me obrigando a engolir fluidos e aguentar os cuspes dele. Eu tinha o estômago embrulhado e a boca pastosa.
— Mexe essas nádegas, sua puta! Faz a gostosa que gosta que arrebente o cu! Gritava me dando tapas nas coxas na frente do tripé.
— *Engulo o orgulho, o enjoo e a porra dele... Tudo por dinheiro pra fralda. Me vendi por completo.*
No meio de uma cena contra a parede, a câmera piscou em vermelho e apagou: o cartão tinha ficado sem espaço.
— Que porra você fez, inútil? Me insultou jogando o aparelho.
— J-juro que esvaziei... gravamos demais... Respondi tremendo.
Mesmo sem estar gravando, Braian continuava com uma energia sádica incontrolável. Ao me ver ali, exausta e escorrendo, ele ficou duro na hora.
— Se a câmera ficou sem espaço, foda-se, porque eu tenho porra de sobra. Vem cá, sua puta. Rosnou com um sorriso macabro.
Me agarrou pelo cabelo com violência e me arrastou pro centro da sala.
— Aiaaaah! Não aguento mais, tô toda arrebentada por dentro! Implorei com a voz falhada.
— Não tô nem aí, abaixa no chão e fica de quatro ou eu quebro seus dentes! Me ordenou, me derrubando de joelhos com um chute.
Me deixei cair no tapete, de quatro, com a bunda dolorida e a buceta latejando.
— Olha como tá essa sua bunda, escorrendo minha porra... Vamos fechar a noite, sua puta submissa. Sibilou no meu ouvido.
Sem preâmbulo, enfiou seus vinte e três centímetros direto no cu. Senti a carne se rasgar numa dor aguda que me cortou a respiração.
— AAAAAHHHH! P-PELO AMOR DE DEUS, O CU NÃO! Uivei apertando os punhos contra o tapete enquanto seus quadris martelavam meu esfíncter sem piedade, me destruindo por completo.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Eram mais de três da manhã quando senti a porta abrir com um chute e os passos pesados de Braian vindo direto pra cama. Como ele me obrigava a dormir pelada e com as pernas abertas, meu corpo ficou exposto na hora. Ele se jogou em cima sem avisar, me esmagou a cara contra o travesseiro e me virou de um só puxão.
— Cala a boca, sua puta, não se mexe ou eu te quebro o pescoço. Ele sibilou no meu ouvido, me dando um tapa seco na bunda enquanto destruía meu cu de uma só estocada brutal com seus vinte e três centímetros.
— ¡Aiaaah! ¡Por favor, Braian! Gemi abafado, sentindo o calor do corpo suado dele e o cheiro de vinho barato enquanto ele enfiava a rola sem piedade.
— Tá doendo, sua puta? É assim que você gosta, aguenta bem, sua puta barata. Ele zombou, botando a língua pra fora e me obrigando a olhar pra tela do celular que nos gravava pro OnlyFans do qual ele roubava até meu último centavo.
— V-você me assustou... achei que era um ladrão... Reclamei chorando, sentindo o membro gigante dele pulsando fundo dentro de mim.
— O que você esperava, se a única coisa de valor aqui é você, minha puta particular? Ele respondeu tirando o balaclava e rindo na minha cara.
— Você é um filho da puta... me trata como lixo... Falei com a voz quebrada, engolindo a raiva sabendo que se ele ficasse puto e não me comesse as cem vezes necessárias pra ganhar meu peso, eu e meu filho ficaríamos sem comer.
— Não me enche o saco, se você adora que eu arrebente seu cu por miséria. Olha como você me aperta, tá bem molhada e quentinha. Ele me humilhou, me agarrando pela cintura pra acelerar o ritmo com mais raiva.
— N-não é de gosto... te odeio... Gemi pra mim mesma, enquanto meu corpo, condicionado pela necessidade e pelo vício da rola dele, começava a pingar e a arquear sozinho pra fazer ele gozar mais rápido.
— Isso, bota cara de safada pra câmera, sua puta! Que os punheteiros vejam como geme a mãe do meu filho! Ele gritou, girando o celular pra capturar cada ângulo da minha degradação.
— S-sim... mais forte, Braian, arrebenta toda a minha buceta... Ah, por favor... Gemi com falsidade, me contorcendo sob o peso dele, usando toda a minha malícia de puta submissa pra ordenhar o cum dele.
— Olha como você adora, sua puta barata, se faz de sofrida mas morre de vontade de engolir meu cock. Ele investiu com mais fúria, fazendo o colchão ranger.
— S-sim, sou sua puta... fode comigo o dia todo, me paga o que quiser mas não me deixa na mão... Implorei com falsa devoção, me arrastando à mercê dele pra garantir o pão do meu filho.
— Que patética você é, mas reconheço que pra foder você é uma máquina insaciável. Ele cuspiu com desprezo.
— Vem nos usar quantas vezes quiser... me enche de cum... Menti descaradamente, engolindo o vômito e atuando como a puta mais fiel dele pra que amanhã voltasse a me pagar as moedas.
— Fecha o cu e continua mexendo os quadris, que ainda faltam um monte de fodas pra juntar os cem pesos de hoje. Me sentenciou Braian, me enfiando o membro até o fundo sem piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Eram quase duas da manhã quando o celular vibrou com força na bancada. A mensagem de Braian era uma ordem inapelável: *“Deixa o moleque e vem agora mesmo pra minha casa com um vestido curto. Se demorar, corto teus pagamentos e esquece que eu volto a te tocar”*. O estômago se encolheu de terror. Eu precisava da grana dele pra que meu filho não passasse necessidade, por mais que o detestasse com um ódio cego que me queimava as entranhas. Enfiei um vestido tão minúsculo e apertado que mal cobria meu quadril, saindo pra escuridão da madrugada de salto alto e sem calcinha; sabia que aquele animal ia rasgar o tecido assim que eu cruzasse a porta. Quando cheguei e bati, a porta se abriu de repente. Braian me agarrou pelo pescoço com mão rude, me empurrou contra a parede do corredor e levantou meu vestido com um tapa. — Olha a vadia barata como veio correndo obediente... e ainda por cima sem calcinha, bem oferecida. Ele sibilou com uma risada sádica, me dando um tapa seco na bunda. — S-sim... vim correndo porque sabia que você queria me usar e tirei tudo pra você... Respondi tremendo, adotando o papel de vadia submissa pra excitá-lo. — Se acha esperta por vir sem calcinha, vadia? Deve ter passado por mil caras desejando que te estuprassem. Ele me insultou, apertando meus peitos com violência enquanto respirava álcool na minha cara. — Tava com medo na rua... mas só queria chegar pra você me comer... Menti arquando as costas contra as mãos dele, ficando bem molhada pra ele. — Que patética que você é, como se humilha por dois trocados... mas pra abrir as pernas não serve pra outra coisa. Ele cuspiu, enfiando os dedos na minha buceta sem aviso prévio pra verificar que eu já tava escorrendo. — Ai, Braian... sim, me arrebenta toda... faz comigo o que quiser mas não me deixa sem teus pagamentos... Implorei com os olhos lacrimejando, lambendo o pescoço suado dele. Sem me soltar, ele me virou contra a parede, me abriu as pernas à força e enfiou seus vinte e três centímetros de uma só vez, num golpe seco, arrancando de mim um grito abafado.
— ¡Aiaaaah! Sim, enfia tudo, rasga minha pussy! Gemí de forma exagerada e falsa, me contorcendo contra o corpo dele enquanto por dentro amaldiçoava o nome dele.
— Olha como você me aperta com essa pussy de slut, você adora que eu te trate como minha sacola de lixo pessoal, né? Ele sibilou no meu ouvido, acelerando as investidas com fúria animal.
— Eu adoro... sou sua, me destrói... me fode até você gozar dentro e me deixar bem cheia do seu cum... Eu implorava com voz entrecortada, incitando ele a terminar rápido.
— Isso, faz cara de safada e implora mais, slut do caralho! Rugiu ele, me levantando do chão e me jogando contra o encosto do sofá pra continuar me destruindo sem piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Caí de joelhos imediatamente e fiquei de quatro, com a bunda bem empinada e a testa colada no chão, na posição mais safada.
— Levanta essa bunda, sua puta, não abaixa essa raba. Sibilou Braian, me dando um tapa seco no joelho pra abrir mais as pernas.
Agarrou minhas nádegas com brutalidade e as separou com violência, deixando à mostra meu cu destruído e minha buceta arrebentada escorrendo os fluidos dele.
— Olha como eu deixei teu cu e tua buceta, totalmente abertos pra mim. Zombou o filho da puta, cravando os dedos do lado do esfíncter.
— P-por favor... tá doendo... Implorei com a voz embargada.
— Quer compaixão? Se você tá onde merece, tremendo como uma puta. Cuspiu em mim, respirando nas minhas costas.
*— Te odeio com todas as forças, tomara que você morra...* Pensei com fúria cega, engolindo bile enquanto sentia os dedos dele tateando minha carne.
— S-sim... sou sua puta, Braian... faz comigo o que quiser... Falei com voz falsa e melosa, arqueando as costas pra implorar pelo pau dele.
— Você adora ficar aí jogada como um trapo, né? Me humilhou, me dando um tapa surdo na bunda.
— Sim, por favor, mete no meu cu e na minha buceta até gozar dentro! Gemí, entregando tudo pra ele me usar e me pagar.
— Que patética você é, sua puta insuperável... Riu ele, cuspindo na própria mão antes de se jogar pra me arrebentar sem piedade.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
A cama do meu quarto rangia com violência sob as investidas de Braian, enquanto o berço do nosso filho no corredor me obrigava a morder o travesseiro para abafar os gritos.
Ele estava por cima, com as minhas pernas dobradas até o peito e encaixadas debaixo das axilas dele, me abrindo escancaradamente para os vinte e três centímetros dele que destruíam minha buceta.
— Mais devagar... o neném dorme pertinho... Sussurrei com um fio de voz, me agarrando aos ombros suados dele.
— Você tem vergonha que ele escute como eu te destruo a buceta? Ele vai ter que ver a mãe dele servindo de lixeira. Cuspiu com um sorriso sádico, acelerando o ritmo.
— Não... por favor... vai mais devagar... Implorei, arqueando as costas e gemendo mais alto, roçando os lábios no pescoço dele para acendê-lo e fazer ele gozar rápido.
— Olha como você me aperta com essa buceta, sua puta... você adora que eu te foda. Rugiu, me dando uma estocada tão profunda que fez meu lábio sangrar de tanto morder.
*Há um ano eu sonhava em ser uma mulher amada e respeitada...* Pensei, com os olhos cheios de lágrimas olhando para o rosto suado dele. *E olha eu agora... transformada na puta do meu bully, usada como saco de carne enquanto imploro pra ele me foder pra comprar leite pro neném.*
— Tá pensando no quê, sua puta? Tá se apaixonando pelo meu pau? Me sacudiu com um tapa na coxa.
— N-nada... só em você... no quanto você me faz bem... Menti com docilidade, arqueando os quadris e fingindo espasmos de prazer, disposta a me rastejar para manter meu filho seguro.
— Assim que eu gosto. Chupa meu pescoço e geme mais alto, sua puta. Me ordenou puxando meu cabelo.
— S-sim... mais alto... me enche todo... Gemi engolindo o nojo, pronta pra entregar a alma inteira em troca do leite dele.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Horas de tortura sexual tinham me deixado destruída: a buceta arrebentada, o cu em chamas e o estômago pesado pelo esperma dele. Me arrastei do quarto e me ajoelhei no chão frio na frente do Braian, que se ajeitava no sofá.
— Bom, sua puta, já gozei bastante. Levanta e me prepara algo pra comer. Ele ordenou com a voz rouca, estalando os dedos.
— S-sim... já vou cozinhar, meu amor... Respondi com uma submissão doentia, engolindo a saliva com o gosto amargo do gozo dele na garganta.
*— Que cara repugnante, tomara que ele se engasgue e morra...* Pensei com puro ódio, enquanto fingia um sorriso servil.
— Obrigada por levar o neném na casa dos meus pais, Braian... Falei com voz melosa, acariciando os joelhos dele.
— Do que você tá falando, sua idiota? Ele franziu a testa.
— De que você fez bem... pra que ele não escute como o papai transforma a mamãe numa puta barata. Continuei, baixando o olhar patético.
— Kkkkk, como você é burra! É, poupei o trauma dele de ver a mãe se arrastando como a vadia que ela é. Ele zombou, me dando um tapa no rosto.
— Por isso eu te amo e te agradeço tanto, meu amor... Falei engolindo meu próprio enjoo.
— Chega de conversa e vai cozinhar antes que eu te destrua de novo aqui mesmo! Ele gritou, me chutando o ombro.
Me levantei cambaleando, escorrendo do abuso dele, pronta pra obedecer.
— Bom, sua puta, já gozei bastante, deixa isso impecável antes de eu ir embora. Me ordenou com voz rouca, cravando os dedos na minha nuca.
Puxou minha cabeça pra baixo com força bruta, tirando o pau semiduro direto na minha cara.
— Abre bem essa boca e limpa cada canto, não vou sair com cheiro da sua buceta arrebentada.
Obedeci por puro reflexo, arrastando os lábios pela carne suada dele enquanto me engasgava com o tamanho.
*— Te odeio com cada célula, você é meu pior pesadelo...* Pensei afogada em lágrimas e saliva.
— Kkkk, olha tua cara de submissa. Você sempre acaba de joelhos me lambendo como a puta barata que é. Zombou, me dando um tapa seco.
*— Mas tenho medo demais de você ficar puto ou deixar nosso filho sem nada...* Me repeti com um nó na garganta, engolindo o gosto amargo dele.
— Valeu por me manter bem alimentado com meus próprios sucos, sua puta.
*— Tomara que você morra sozinho e a vida te devolva esse inferno...* Pensava com fúria cega, movendo a língua de cima a baixo obedecendo o ritmo dele.
— Aqui embaixo você não é ninguém, só meu lixeiro pessoal. Me reforçou apertando meu couro cabeludo pra me obrigar a chupar mais fundo.
*— Filho da puta, você me arruinou e agora me usa como bem entende...* Pensei com náusea.
— Já cumpriu, descansa um pouco até a próxima vez que eu tiver vontade de usar esse cu. Disse tirando o pau de um puxão seco.
— Tchau, sua puta, cuida do moleque que depois eu volto pra outra rodada. Jogou da soleira antes de bater a porta.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●O zumbido do celular sobre a mesa me sacudiu. A mensagem de Braian foi uma ordem: *“Coloca o vestido mais putona que eu te comprei. Tô chegando e você vai estar bem aberta, porque vou te destruir de tanto meter”*.
Corri pro armário, peguei um trapo preto e brilhante que mal me cobria, vesti sem calcinha e fiquei esperando na sala tremendo de tesão e medo.
Não demorou pra entrar cheirando a álcool e suor. Me agarrou pelo pescoço com violência e me jogou de costas contra o sofá.
— Então com esse vestidinho de puta me esperava. Como você sabe atender seu dono. Sibilou levantando o tecido com um só golpe.
Sem preâmbulo, abriu minhas pernas à força e enfiou seu pau grosso direto na buceta, me atacando com uma fúria selvagem que me fez arquear.
— ¡Aiaaaah! ¡Braian, mais forte! Gemi enterrando os dedos nas almofadas enquanto seus vinte e três centímetros me rasgavam deliciosamente.
— ¡Se vim pra arrebentar toda a sua buceta! Olha como você me aperta, você é minha bolsa de carne favorita. Cuspiu acelerando o ritmo até me fazer ver estrelas.
Quando se cansou de frente, me puxou pelo cabelo pra virar o jogo.
— Vira e se apoia no encosto, que eu quero essa bunda. Me ordenou com um sorriso sádico.
Me coloquei de bruços, arqueando as nádegas e separando as bandas sozinha pra devorá-lo melhor.
— ¡Abre bem as bandas, que puta boa você é! Zombou me dando um tapa seco.
Com um golpe seco enfiou o pau no cu. A dor me cortou a respiração, me fazendo morder a almofada de puro prazer e ardor.
*— Se soubesse como me dá tesão e como te odeio ao mesmo tempo...* Pensei com os olhos marejados enquanto seus quadris me destruíam.
— Shhh, abaixa o volume que o menino tá dormindo, puta. Sibilou no meu ouvido.
*— Fico quieta, me abrindo mais pra que você me arrebente...* Pensava sentindo o calor extremo me percorrendo.
— Tá doendo que eu arrebente seu cu? Nenhuma outra te aguenta tão fácil assim. Ele riu dando uma estocada brutal.
*— Ninguém te dá esse cu como eu...* Gemeu por dentro, entregue ao vício do seu abuso.
— Olha como você deixa minha buceta molhada e molinha, você é viciada no meu pau. Me humilhou dando um tapa na minha cintura.
*— Sim, sou sua puta viciada...* Implorava minha mente enquanto meus músculos derretiam sob suas investidas.
— Toda sua, puta, engole meu gozo! Rugiu Braian me dando a estocada final, inundando meu cu quente enquanto me deixava tremendo e vazia no sofá.
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O ar da cozinha ainda estava pesado, impregnado de suor seco e do rastro grosso do seu esperma escorrendo do meu cu. Minhas pernas tremiam sobre o piso e minhas nádegas pulsavam de dor.
— Bom, mucama de quinta, agora faz o que você sabe fazer melhor: abaixa, abre bem as bandas e mostra como eu deixei seu cu deformado pros caras. Me ordenou Braian com voz rouca, me dando um tapa seco na cintura.
Ele me obrigou a vestir a porra do disfarce de empregada francesa: um trapo preto minúsculo de renda branca que mal cobria minha cintura. Me abaixei, apoiando as mãos no chão frio.
— Assim, bem aberta, que dá pra ver a porra que acabei de despejar dentro de você. Não se mexe até eu gravar, sua puta. Ele sibilou, aproximando o celular da minha cara.
*— Se eu tivesse coragem de me levantar, cuspir na cara dele e mandá-lo à merda...* Pensei com os olhos cheios de lágrimas e os dentes cerrados.
— Que cara de mártir é essa? Te incomoda cumprir seu trabalho de puta pra sustentar o moleque? Corre a separar bem as nádegas se quiser receber. Ele latiu, me chutando o joelho pra que eu abrisse mais.
*— Pensar no que ia ser da minha vida... Imaginava que ia crescer, que encontraria um homem que me amasse de verdade, que cuidasse de mim e me fizesse sentir segura...* Minha cabeça latejava de amargura.
— Mexe os dedos, sua puta, finge que gosta que arrombem seu cu pra que os punheteiros da internet paguem a assinatura. Ele gritou, enfiando a lente a centímetros de mim.
*— Em vez disso, olha eu agora... O último cara nesse mundo que eu queria ter na minha cama é o que me penetra à força e me usa de lixeira nas redes...* As lágrimas caíam no chão.
— Isso, olha pra câmera e faz cara de safada, que dá pra ver bem como você escorre meus sucos. Você é uma obra de arte pro vício, pena que pra outra coisa não serve. Zombou Braian.
*— Engulo o orgulho, o enjoo e esse disfarce estúpido... Tudo por uma miséria pra comprar a comida pro filho que me fez à força...* Sentia um vazio negro no peito.
— Vai, sua puta, me diz no vídeo o quanto você adora que seu bully te coma o cu. Começa a falar antes que eu te bata. Ele me ameaçou.
*— Se eu respondesse o que penso, diria que ele é um covarde... Mas tenho medo. Medo de que ele nos deixe sem um centavo e eu acabe afundando de vez...* Pensei me afogando.
— Por favor, Braian... me faz sua puta empregada todos os dias... olha como você deixou meu cu aberto pra você... Gaguejei pra câmera com voz patética, me forçando a agir como uma submissa desesperada.
— Muito bem, sua puta, obediente como as cachorras. Fica aí até eu subir o conteúdo, que em algumas horas volto pra outra rodada. Ele jogou com desprezo, se virando e me deixando jogada no chão.
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A escrivaninha rangia sob meu corpo enquanto Braian me pressionava contra a madeira fria, exigindo que eu posasse para sua fantasia de empresário e secretária submissa. Ele tinha me obrigado a vestir uma saia lápis insuportavelmente apertada, uma camisa branca translúcida sem sutiã e óculos, enquanto ele desfilava com um terno amassado e cheirando a suor.
— Achou que era muito profissional com esse conjuntinho, sua puta? Vamos ver que funcionária boa você é. Me disse Braian abrindo o zíper de uma vez.
— S-seu filho da puta... por favor, não rasga minha roupa... Implorei tentando ajeitar a saia.
*— Se eu tivesse coragem de levantar e gritar que ele é um desgraçado...* Pensei com os olhos cheios de lágrimas, sentindo o frio da mesa. *Olhar pra mim aqui, encaixada em cima de um móvel velho, servindo de brinquedo sexual pra ele.*
— O que você disse? Corre e abre bem as nádegas na quina, que os punheteiros da internet tão esperando ver como eu te faço gritar. Ele latiu, me agarrando pelo cabelo e puxando minha cabeça pra trás.
*— Antes desse monstro arruinar minha vida no ensino médio, eu sonhava com algo diferente...* Minha cabeça latejava. *Imaginava um trabalho de escritório de verdade, uma mesa de verdade e um homem respeitoso que me fizesse sentir segura.*
— Se mexe e bota o celular pra gravar de uma vez, que não tenho o dia todo. Ele gritou, me dando um tapa seco na bunda.
*— Em vez disso, olha pra mim agora...* As lágrimas pingavam nos papéis. *Penetrada à força pelo cara que eu jurei odiar, transformada numa puta de rede pra sobreviver.*
— Faz cara de safada e fala pros punheteiros que você tá pronta pro seu chefe arrebentar sua pussy, ou eu corto a grana pra porra do cara. Ele me ameaçou, apertando meus mamilos através do tecido fino.
*— Engulo o orgulho, o enjoo e abro as pernas na frente de uma câmera...* Sentia um vazio negro. *Tudo por uma miséria pra dar de comer pro filho que ele me fez à força.*
— Por por favor, chefe... f-faça o que quiser comigo... olha como deixo o escritório prontinho... Gaguejei na frente da câmera com voz patética, me forçando a agir como uma secretária gostosa enquanto por dentro eu morria.
— Muito bem, puta corporativa, obediente e submissa. Agora abre bem essas pernas que vou fundar a empresa na pura foda. Ele me disse, enfiando os vinte e três centímetros de uma vez só seca na buceta enquanto apertava o botão de gravar.
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Horas antes tínhamos mandado o moleque com a desculpa de "trabalhar". A verdade era uma maratona pornográfica pro OnlyFans do Braian, onde ele ficava com tudo enquanto pra mim sobravam migalhas.
O apartamento cheirava a suor, lubrificante e porra. Ele me fez passar por uma dúzia de fantasias vulgares: enfermeira transparente, colegial minúscula e couro apertado. Em cada set ele me penetrava sem piedade de quatro, de lado ou pendurada no encosto.
— *Se eu tivesse coragem de levantar e quebrar a câmera...* Pensava chorando em silêncio enquanto colocava uma peruca loira. *Mas se eu me imponho, a gente vai pra rua e o moleque não come.*
— Corre pra se trocar, que os punheteiros da internet esperam conteúdo e não quero desculpa. Ele latiu se servindo de vinho.
— *Pensei que ia estudar, que conseguiria um trabalho digno, que um homem ia me amar de verdade... Em vez disso, olha eu: o único que penetra meu corpo todos os dias é meu próprio bully, me usando como uma puta de rede social.*
A tortura continuou sem trégua. Ele enfiou o pau na minha buceta até deixar as paredes ardendo, gozando dentro três vezes seguidas. Sem respirar, me virou e me empurrou pelo cu em quatro posições, me obrigando a engolir fluidos e aguentar os cuspes dele. Eu tinha o estômago embrulhado e a boca pastosa.
— Mexe essas nádegas, sua puta! Faz a gostosa que gosta que arrebente o cu! Gritava me dando tapas nas coxas na frente do tripé.
— *Engulo o orgulho, o enjoo e a porra dele... Tudo por dinheiro pra fralda. Me vendi por completo.*
No meio de uma cena contra a parede, a câmera piscou em vermelho e apagou: o cartão tinha ficado sem espaço.
— Que porra você fez, inútil? Me insultou jogando o aparelho.
— J-juro que esvaziei... gravamos demais... Respondi tremendo.
Mesmo sem estar gravando, Braian continuava com uma energia sádica incontrolável. Ao me ver ali, exausta e escorrendo, ele ficou duro na hora.
— Se a câmera ficou sem espaço, foda-se, porque eu tenho porra de sobra. Vem cá, sua puta. Rosnou com um sorriso macabro.Me agarrou pelo cabelo com violência e me arrastou pro centro da sala.
— Aiaaaah! Não aguento mais, tô toda arrebentada por dentro! Implorei com a voz falhada.
— Não tô nem aí, abaixa no chão e fica de quatro ou eu quebro seus dentes! Me ordenou, me derrubando de joelhos com um chute.
Me deixei cair no tapete, de quatro, com a bunda dolorida e a buceta latejando.
— Olha como tá essa sua bunda, escorrendo minha porra... Vamos fechar a noite, sua puta submissa. Sibilou no meu ouvido.
Sem preâmbulo, enfiou seus vinte e três centímetros direto no cu. Senti a carne se rasgar numa dor aguda que me cortou a respiração.
— AAAAAHHHH! P-PELO AMOR DE DEUS, O CU NÃO! Uivei apertando os punhos contra o tapete enquanto seus quadris martelavam meu esfíncter sem piedade, me destruindo por completo.
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Eram mais de três da manhã quando senti a porta abrir com um chute e os passos pesados de Braian vindo direto pra cama. Como ele me obrigava a dormir pelada e com as pernas abertas, meu corpo ficou exposto na hora. Ele se jogou em cima sem avisar, me esmagou a cara contra o travesseiro e me virou de um só puxão.
— Cala a boca, sua puta, não se mexe ou eu te quebro o pescoço. Ele sibilou no meu ouvido, me dando um tapa seco na bunda enquanto destruía meu cu de uma só estocada brutal com seus vinte e três centímetros.
— ¡Aiaaah! ¡Por favor, Braian! Gemi abafado, sentindo o calor do corpo suado dele e o cheiro de vinho barato enquanto ele enfiava a rola sem piedade.
— Tá doendo, sua puta? É assim que você gosta, aguenta bem, sua puta barata. Ele zombou, botando a língua pra fora e me obrigando a olhar pra tela do celular que nos gravava pro OnlyFans do qual ele roubava até meu último centavo.
— V-você me assustou... achei que era um ladrão... Reclamei chorando, sentindo o membro gigante dele pulsando fundo dentro de mim.
— O que você esperava, se a única coisa de valor aqui é você, minha puta particular? Ele respondeu tirando o balaclava e rindo na minha cara.
— Você é um filho da puta... me trata como lixo... Falei com a voz quebrada, engolindo a raiva sabendo que se ele ficasse puto e não me comesse as cem vezes necessárias pra ganhar meu peso, eu e meu filho ficaríamos sem comer.
— Não me enche o saco, se você adora que eu arrebente seu cu por miséria. Olha como você me aperta, tá bem molhada e quentinha. Ele me humilhou, me agarrando pela cintura pra acelerar o ritmo com mais raiva.
— N-não é de gosto... te odeio... Gemi pra mim mesma, enquanto meu corpo, condicionado pela necessidade e pelo vício da rola dele, começava a pingar e a arquear sozinho pra fazer ele gozar mais rápido.
— Isso, bota cara de safada pra câmera, sua puta! Que os punheteiros vejam como geme a mãe do meu filho! Ele gritou, girando o celular pra capturar cada ângulo da minha degradação.
— S-sim... mais forte, Braian, arrebenta toda a minha buceta... Ah, por favor... Gemi com falsidade, me contorcendo sob o peso dele, usando toda a minha malícia de puta submissa pra ordenhar o cum dele.
— Olha como você adora, sua puta barata, se faz de sofrida mas morre de vontade de engolir meu cock. Ele investiu com mais fúria, fazendo o colchão ranger.
— S-sim, sou sua puta... fode comigo o dia todo, me paga o que quiser mas não me deixa na mão... Implorei com falsa devoção, me arrastando à mercê dele pra garantir o pão do meu filho.
— Que patética você é, mas reconheço que pra foder você é uma máquina insaciável. Ele cuspiu com desprezo.
— Vem nos usar quantas vezes quiser... me enche de cum... Menti descaradamente, engolindo o vômito e atuando como a puta mais fiel dele pra que amanhã voltasse a me pagar as moedas.
— Fecha o cu e continua mexendo os quadris, que ainda faltam um monte de fodas pra juntar os cem pesos de hoje. Me sentenciou Braian, me enfiando o membro até o fundo sem piedade.
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— ¡Aiaaaah! Sim, enfia tudo, rasga minha pussy! Gemí de forma exagerada e falsa, me contorcendo contra o corpo dele enquanto por dentro amaldiçoava o nome dele.
— Olha como você me aperta com essa pussy de slut, você adora que eu te trate como minha sacola de lixo pessoal, né? Ele sibilou no meu ouvido, acelerando as investidas com fúria animal.
— Eu adoro... sou sua, me destrói... me fode até você gozar dentro e me deixar bem cheia do seu cum... Eu implorava com voz entrecortada, incitando ele a terminar rápido.
— Isso, faz cara de safada e implora mais, slut do caralho! Rugiu ele, me levantando do chão e me jogando contra o encosto do sofá pra continuar me destruindo sem piedade.
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— Levanta essa bunda, sua puta, não abaixa essa raba. Sibilou Braian, me dando um tapa seco no joelho pra abrir mais as pernas.
Agarrou minhas nádegas com brutalidade e as separou com violência, deixando à mostra meu cu destruído e minha buceta arrebentada escorrendo os fluidos dele.
— Olha como eu deixei teu cu e tua buceta, totalmente abertos pra mim. Zombou o filho da puta, cravando os dedos do lado do esfíncter.
— P-por favor... tá doendo... Implorei com a voz embargada.
— Quer compaixão? Se você tá onde merece, tremendo como uma puta. Cuspiu em mim, respirando nas minhas costas.
*— Te odeio com todas as forças, tomara que você morra...* Pensei com fúria cega, engolindo bile enquanto sentia os dedos dele tateando minha carne.
— S-sim... sou sua puta, Braian... faz comigo o que quiser... Falei com voz falsa e melosa, arqueando as costas pra implorar pelo pau dele.
— Você adora ficar aí jogada como um trapo, né? Me humilhou, me dando um tapa surdo na bunda.
— Sim, por favor, mete no meu cu e na minha buceta até gozar dentro! Gemí, entregando tudo pra ele me usar e me pagar.
— Que patética você é, sua puta insuperável... Riu ele, cuspindo na própria mão antes de se jogar pra me arrebentar sem piedade.
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A cama do meu quarto rangia com violência sob as investidas de Braian, enquanto o berço do nosso filho no corredor me obrigava a morder o travesseiro para abafar os gritos.
Ele estava por cima, com as minhas pernas dobradas até o peito e encaixadas debaixo das axilas dele, me abrindo escancaradamente para os vinte e três centímetros dele que destruíam minha buceta.
— Mais devagar... o neném dorme pertinho... Sussurrei com um fio de voz, me agarrando aos ombros suados dele.
— Você tem vergonha que ele escute como eu te destruo a buceta? Ele vai ter que ver a mãe dele servindo de lixeira. Cuspiu com um sorriso sádico, acelerando o ritmo.
— Não... por favor... vai mais devagar... Implorei, arqueando as costas e gemendo mais alto, roçando os lábios no pescoço dele para acendê-lo e fazer ele gozar rápido.
— Olha como você me aperta com essa buceta, sua puta... você adora que eu te foda. Rugiu, me dando uma estocada tão profunda que fez meu lábio sangrar de tanto morder.
*Há um ano eu sonhava em ser uma mulher amada e respeitada...* Pensei, com os olhos cheios de lágrimas olhando para o rosto suado dele. *E olha eu agora... transformada na puta do meu bully, usada como saco de carne enquanto imploro pra ele me foder pra comprar leite pro neném.*
— Tá pensando no quê, sua puta? Tá se apaixonando pelo meu pau? Me sacudiu com um tapa na coxa.
— N-nada... só em você... no quanto você me faz bem... Menti com docilidade, arqueando os quadris e fingindo espasmos de prazer, disposta a me rastejar para manter meu filho seguro.
— Assim que eu gosto. Chupa meu pescoço e geme mais alto, sua puta. Me ordenou puxando meu cabelo.
— S-sim... mais alto... me enche todo... Gemi engolindo o nojo, pronta pra entregar a alma inteira em troca do leite dele.
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Horas de tortura sexual tinham me deixado destruída: a buceta arrebentada, o cu em chamas e o estômago pesado pelo esperma dele. Me arrastei do quarto e me ajoelhei no chão frio na frente do Braian, que se ajeitava no sofá.
— Bom, sua puta, já gozei bastante. Levanta e me prepara algo pra comer. Ele ordenou com a voz rouca, estalando os dedos.
— S-sim... já vou cozinhar, meu amor... Respondi com uma submissão doentia, engolindo a saliva com o gosto amargo do gozo dele na garganta.
*— Que cara repugnante, tomara que ele se engasgue e morra...* Pensei com puro ódio, enquanto fingia um sorriso servil.
— Obrigada por levar o neném na casa dos meus pais, Braian... Falei com voz melosa, acariciando os joelhos dele.
— Do que você tá falando, sua idiota? Ele franziu a testa.
— De que você fez bem... pra que ele não escute como o papai transforma a mamãe numa puta barata. Continuei, baixando o olhar patético.
— Kkkkk, como você é burra! É, poupei o trauma dele de ver a mãe se arrastando como a vadia que ela é. Ele zombou, me dando um tapa no rosto.
— Por isso eu te amo e te agradeço tanto, meu amor... Falei engolindo meu próprio enjoo.
— Chega de conversa e vai cozinhar antes que eu te destrua de novo aqui mesmo! Ele gritou, me chutando o ombro.
Me levantei cambaleando, escorrendo do abuso dele, pronta pra obedecer.
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