A razão pela qual não nasci mulher é porque eu terminaria de quatro como um animal: Se eu fosse uma gostosa, meu valentão me teria como mascote no quarto dele. Eu viveria de quatro, totalmente nua, usando uma coleira de couro no pescoço enquanto lambo um pote de porra direto do chão, levantando bem a bunda pro teto pra mostrar minha submissão absoluta toda vez que ele entrasse pra me olhar.
Como mulher, essa é a razão pela qual eu seria o brinquedo de qualquer bêbado numa festa: eu não conseguiria me controlar em casamentos ou festas importantes. Deixaria qualquer cara grandão de terno, completamente bêbado, me agarrar pelo braço num corredor escuro, me jogar direto no chão e tampar minha boca com força pra ninguém ouvir meus gemidos enquanto ele levanta meu vestido de festa e me come ali mesmo contra o carpete.
Essa é a foto que provaria o quão puta eu seria se tivesse nascido mulher: estaria de joelhos no chão do banheiro da balada, totalmente humilhada, com a camiseta rasgada e meus peitos novos pra fora, com a boca e o rosto inteiros cobertos de porra grossa. Ficaria parada, olhando pra cima com os olhos lacrimejando, enquanto o macho que acabou de me usar fica na minha frente tirando uma foto com o celular pra mandar no grupo do WhatsApp.
Se Deus me fizesse mulher, viveria com as pernas bambas nas viagens de formatura: Em Bariloche, em vez de sair pra balada, ficaria no hotel esperando o coordenador ou o mais gato do ônibus. Ficaria de quatro com a cara enfiada nos lençóis da cama, deixando ele me dar uma metida anal tão selvagem e profunda que deixaria meu corpo todo dormente e as pernas tremendo de prazer doloroso.
Como mulher, minha vida seria colecionar fotos da minha própria degradação: Passaria as tardes de joelhos entre as pernas do meu macho enquanto ele está sentado no sofá. Estaria completamente vestida, mas entregue, chupando ele com desespero e os olhos fixos no rosto dele, enquanto ele levanta o celular e tira uma foto de cima pra ter o registro de como eu tô deixando ele nas nuvens.
Assim que meu corpo de gostosa reagiria na cama: Se eu fosse mulher, me entregaria de vez à selvageria de ficar por baixo dele. Deixaria ele me esmagar com o peso enquanto me come com força, e eu, completamente alucinada de prazer, arranharia as costas todas dele com minhas unhas compridas, deixando marcas vermelhas como prova do quanto tá doendo e gostando.
Como uma puta, esse seria meu jeito de dançar em cima de um macho: Eu não saberia ser uma garota quietinha; minha única meta seria cavalgar e dançar no pau do meu dono com um ritmo pecaminoso, rebolando em círculos em cima dele enquanto ele me fode, adorando ver os olhos dele revirarem com os movimentos da minha bunda nova.
A razão pela qual não nasci mulher é o final de toda noite anal: terminaria sempre do mesmo jeito, de quatro com a cara enfiada no travesseiro depois de ele arrebentar meu cu. Sentiria ele despejar todo o semen quente dentro do meu reto, transbordando pelos lados, enquanto ele tira o pau todo murcho e exausto, me deixando exatamente igual, largada na cama como um pano usado.
Como mulher, adoraria exibir minha intimidade no meio de uma putaria: Numa festa de formatura, subiria em cima de um cara e cavalgaria ele sem controle no meio da sala, deixando ele abrir minhas pernas com as mãos, me separando completamente e deixando minha buceta totalmente nua e exposta pros olhares tarados de todo mundo que tá bebendo ao redor.
Se eu fosse mulher, seria o brinquedo mudo do meu macho enquanto ele cuida das coisas dele: estaria de joelhos no chão enquanto ele tá sentado falando no telefone sobre negócios ou futebol. Ele me agarraria pelo cabelo com força e enfiaria o pau dele até o fundo da minha garganta, me fazendo chorar e engasgar, usando minha boca como um buraco enquanto age como se eu nem fosse humana.
Essa é a razão pela qual eu não tenho códigos e seria uma puta com meu próprio sangue: Se eu fosse gostosa, me ajoelhava de quatro no sofá de casa com a bunda bem empinada, deixando o namorado da minha irmã me agarrar pela cintura e me foder com força, me obrigando a olhar nos olhos da minha própria irmã enquanto ela nos observa da porta, sem acreditar na submissão do meu corpo.
Como secretária ou estudante, esse seria meu lugar debaixo da mesa: se eu tivesse um corpo de mulher, passaria horas debaixo da mesa do meu valentão ou do meu chefe. Viveria escondida entre as pernas dele, chupando o pau dele em silêncio absoluto enquanto ele digita no computador ou fala com outras pessoas, sentindo a adrenalina de ser descoberta a qualquer momento.
Essa é a submissão que eu teria debaixo d'água se Deus tivesse me feito mulher: Eu entraria no chuveiro com meu macho e, enquanto tapo o corpo com uma mão fingindo uma timidez de mocinha comportada, com a outra eu tocaria e massagearia a pica dele debaixo d'água quente, pedindo com o olhar pra ele me enfiar contra os azulejos de uma vez.
Como mulher, me excitaria o perigo dos desconhecidos: Adoraria que um cara com uma balaclava escondendo o rosto me agarrasse num beco escuro. Não gritaria; cairia de joelhos na hora pra fazer um boquete fundo até cansar, curtindo o tesão de não saber quem é o dono da pica que tá me sufocando.
A razão pela qual não nasci mulher é porque eu viveria por cima dos homens: Não esperaria eles me procurarem; eu mesma subiria em cima de qualquer um que eu gostasse, montando com força, controlando o ritmo da putaria enquanto esfrego meus peitos novos no peito dele e gemendo no ouvido o quanto eu adoro sentir ele dentro de mim.
Como uma gostosa, esse seria meu pior castigo e meu maior prazer numa festa: eu estaria conversando de boa com minha melhor amiga no meio da pista e deixaria um completo estranho se aproximar por trás, levantar meu vestido preto de repente e enfiar a piroca dele direto no meu cu sem avisar, me obrigando a rebolando de costas enquanto continuo a conversa com a cara vermelha de vergonha.
Essa é a fantasia taboo definitiva pela qual Deus me fez homem: Se eu tivesse ido pra viagem de formatura como mulher, o pai da minha amiga (que foi como acompanhante) entraria no nosso quarto de madrugada enquanto todo mundo dorme. Ele me acordaria devagar, abriria minhas pernas na cama de baixo e me comeria com total impunidade, me fazendo morder o travesseiro pra não fazer barulho enquanto a própria filha dele dorme profundamente no beliche de cima.
Como mulher, essa é a razão pela qual eu seria o brinquedo de qualquer bêbado numa festa: eu não conseguiria me controlar em casamentos ou festas importantes. Deixaria qualquer cara grandão de terno, completamente bêbado, me agarrar pelo braço num corredor escuro, me jogar direto no chão e tampar minha boca com força pra ninguém ouvir meus gemidos enquanto ele levanta meu vestido de festa e me come ali mesmo contra o carpete.
Essa é a foto que provaria o quão puta eu seria se tivesse nascido mulher: estaria de joelhos no chão do banheiro da balada, totalmente humilhada, com a camiseta rasgada e meus peitos novos pra fora, com a boca e o rosto inteiros cobertos de porra grossa. Ficaria parada, olhando pra cima com os olhos lacrimejando, enquanto o macho que acabou de me usar fica na minha frente tirando uma foto com o celular pra mandar no grupo do WhatsApp.
Se Deus me fizesse mulher, viveria com as pernas bambas nas viagens de formatura: Em Bariloche, em vez de sair pra balada, ficaria no hotel esperando o coordenador ou o mais gato do ônibus. Ficaria de quatro com a cara enfiada nos lençóis da cama, deixando ele me dar uma metida anal tão selvagem e profunda que deixaria meu corpo todo dormente e as pernas tremendo de prazer doloroso.
Como mulher, minha vida seria colecionar fotos da minha própria degradação: Passaria as tardes de joelhos entre as pernas do meu macho enquanto ele está sentado no sofá. Estaria completamente vestida, mas entregue, chupando ele com desespero e os olhos fixos no rosto dele, enquanto ele levanta o celular e tira uma foto de cima pra ter o registro de como eu tô deixando ele nas nuvens.
Assim que meu corpo de gostosa reagiria na cama: Se eu fosse mulher, me entregaria de vez à selvageria de ficar por baixo dele. Deixaria ele me esmagar com o peso enquanto me come com força, e eu, completamente alucinada de prazer, arranharia as costas todas dele com minhas unhas compridas, deixando marcas vermelhas como prova do quanto tá doendo e gostando.
Como uma puta, esse seria meu jeito de dançar em cima de um macho: Eu não saberia ser uma garota quietinha; minha única meta seria cavalgar e dançar no pau do meu dono com um ritmo pecaminoso, rebolando em círculos em cima dele enquanto ele me fode, adorando ver os olhos dele revirarem com os movimentos da minha bunda nova.
A razão pela qual não nasci mulher é o final de toda noite anal: terminaria sempre do mesmo jeito, de quatro com a cara enfiada no travesseiro depois de ele arrebentar meu cu. Sentiria ele despejar todo o semen quente dentro do meu reto, transbordando pelos lados, enquanto ele tira o pau todo murcho e exausto, me deixando exatamente igual, largada na cama como um pano usado.
Como mulher, adoraria exibir minha intimidade no meio de uma putaria: Numa festa de formatura, subiria em cima de um cara e cavalgaria ele sem controle no meio da sala, deixando ele abrir minhas pernas com as mãos, me separando completamente e deixando minha buceta totalmente nua e exposta pros olhares tarados de todo mundo que tá bebendo ao redor.
Se eu fosse mulher, seria o brinquedo mudo do meu macho enquanto ele cuida das coisas dele: estaria de joelhos no chão enquanto ele tá sentado falando no telefone sobre negócios ou futebol. Ele me agarraria pelo cabelo com força e enfiaria o pau dele até o fundo da minha garganta, me fazendo chorar e engasgar, usando minha boca como um buraco enquanto age como se eu nem fosse humana.
Essa é a razão pela qual eu não tenho códigos e seria uma puta com meu próprio sangue: Se eu fosse gostosa, me ajoelhava de quatro no sofá de casa com a bunda bem empinada, deixando o namorado da minha irmã me agarrar pela cintura e me foder com força, me obrigando a olhar nos olhos da minha própria irmã enquanto ela nos observa da porta, sem acreditar na submissão do meu corpo.
Como secretária ou estudante, esse seria meu lugar debaixo da mesa: se eu tivesse um corpo de mulher, passaria horas debaixo da mesa do meu valentão ou do meu chefe. Viveria escondida entre as pernas dele, chupando o pau dele em silêncio absoluto enquanto ele digita no computador ou fala com outras pessoas, sentindo a adrenalina de ser descoberta a qualquer momento.
Essa é a submissão que eu teria debaixo d'água se Deus tivesse me feito mulher: Eu entraria no chuveiro com meu macho e, enquanto tapo o corpo com uma mão fingindo uma timidez de mocinha comportada, com a outra eu tocaria e massagearia a pica dele debaixo d'água quente, pedindo com o olhar pra ele me enfiar contra os azulejos de uma vez.
Como mulher, me excitaria o perigo dos desconhecidos: Adoraria que um cara com uma balaclava escondendo o rosto me agarrasse num beco escuro. Não gritaria; cairia de joelhos na hora pra fazer um boquete fundo até cansar, curtindo o tesão de não saber quem é o dono da pica que tá me sufocando.
A razão pela qual não nasci mulher é porque eu viveria por cima dos homens: Não esperaria eles me procurarem; eu mesma subiria em cima de qualquer um que eu gostasse, montando com força, controlando o ritmo da putaria enquanto esfrego meus peitos novos no peito dele e gemendo no ouvido o quanto eu adoro sentir ele dentro de mim.
Como uma gostosa, esse seria meu pior castigo e meu maior prazer numa festa: eu estaria conversando de boa com minha melhor amiga no meio da pista e deixaria um completo estranho se aproximar por trás, levantar meu vestido preto de repente e enfiar a piroca dele direto no meu cu sem avisar, me obrigando a rebolando de costas enquanto continuo a conversa com a cara vermelha de vergonha.
Essa é a fantasia taboo definitiva pela qual Deus me fez homem: Se eu tivesse ido pra viagem de formatura como mulher, o pai da minha amiga (que foi como acompanhante) entraria no nosso quarto de madrugada enquanto todo mundo dorme. Ele me acordaria devagar, abriria minhas pernas na cama de baixo e me comeria com total impunidade, me fazendo morder o travesseiro pra não fazer barulho enquanto a própria filha dele dorme profundamente no beliche de cima.
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