Minhas Fantasias de Mulher 1

Sempre tive essa fantasia de cara: estar no meio da pista, apontar pra uma gatinha e ela, sem dizer nada, levantar a roupa só porque eu mandei. Mas a pílula rosa virou o jogo e agora me cabe ficar do lado da puta submissa. Estou no canto mais escuro do VIP, com o ronco dos graves vibrando no meu útero novo, enquanto um cara que nem conheço me encurrala contra o sofá. Não me pede permissão, me dá uma ordem seca no ouvido enquanto aperta meu pescoço: "Mostra o que tem aí embaixo, puta, quero ver se vale a pena". Minhas mãos tremem enquanto seguro a borda da minha regata justa. Sinto o frio do ar-condicionado batendo na minha barriga lisa enquanto vou subindo o tecido devagar, expondo meus peitos novos, redondos e firmes, que balançam um pouco no ritmo da música. Meus mamilos ficam duros como pedra, cutucando o ar, totalmente expostos pros olhos de caçador dele. —"Olha só como a mudança te caiu bem, você é uma exposição de primeira... olha como seus mamilos ficam, parece que tá desesperada pra que eu morda eles"— ele diz enquanto me escaneia como se eu fosse um pedaço de carne numa vitrine. Fico ali, com os braços pra cima, segurando a regata e mostrando minha mercadoria como a puta de catálogo que me tornei. Faço isso porque já não sou um homem, sou um objeto de desejo; uma puta que tem que mostrar seus dotes pra que o dono da vez decida se essa noite vai usar minha boca até me dar ânsia ou se vai arrombar meu cu contra a parede do banheiro. A humilhação de ser observada assim, como algo que se compra e se usa, me deixa mais excitada que qualquer outra coisa. Sou o brinquedo dele, seu troféu de carne, e fico parada esperando que ele estique a mão pra reclamar o que agora lhe pertence.Minhas Fantasias de Mulher 1Como homem, sempre imaginei ser o dono da rua, cruzar com uma gostosinha e ter o poder de obrigá-la a se ajoelhar ali mesmo, sem delongas. Mas a pílula rosa me deu uma lição de realidade: minha fantasia se realizou, mas agora eu sou o depósito de porra. Estou de quatro no asfalto quente que queima meus joelhos, com o shorts jeans bem puxado pra cima, mostrando minhas pernas depiladas e o começo da minha bunda nova. Um cara que me cruzou na esquina me agarrou pelo braço, me arrastou pra esse cantinho entre dois carros e me botou no meu lugar. Ele me segura pela nuca com uma mão que cobre minha cabeça toda, me tratando como um animal de rua que encontrou jogado.

—"Olha onde você foi parar, guria... com os joelhos na sujeira. Abre bem essa boca que hoje você vai ser batizada"— ele diz com uma voz carregada de nojo e desejo.

Sinto o metal frio de um carro nas minhas costas enquanto ele enfia o pau dele até o fundo da minha garganta. Não tem preliminares, não tem carinho. É uma enfiada seca que me faz lacrimejar e me dá ânsia de vômito. O ar falta, mas a mão dele na minha nuca me obriga a engolir cada centímetro, me lembrando que em plena luz do dia, qualquer homem de verdade pode me reivindicar.

—"Engole, puta! Que todos fiquem sabendo que você é a puta do bairro. Olha nos meus olhos enquanto eu te asfixio"— ele ordena, puxando meu cabelo e me fazendo arquear as costas.

Eu obedeço com uma desesperança doentia. Sinto o cheiro de gasolina, o barulho dos ônibus passando a metros de distância e o medo de alguém me reconhecer. Mas a humilhação me esquenta mais que o sol. Minha camiseta está encharcada de suor e minha própria saliva escorre pelo meu queixo enquanto tento não me afogar no tamanho dele.

Passei de querer dominar a calçada a ser a novinha que tem que agradecer por um desconhecido usar ela pra se esvaziar antes de seguir seu caminho. Fico ali, de quatro, humilhada e com a garganta destruída, aceitando que meu novo lugar no mundo é ficar por baixo, servindo aos tipos que antes eu queria ser.vadiaSempre tive essa fantasia, cara: parar o carro no acostamento da General Paz, no meio da noite, e arrombar o cu de uma gostosa enquanto os caminhões passam buzinando. Hoje essa fantasia virou realidade, mas a pílula rosa mudou os papéis. Agora eu sou a puta que está por cima, entregue e aberta, enquanto o barulho do trânsito abafa meus gritos de vadia.

Ele me sentou no colo dele, contra o capô quente do carro. Sinto o metal queimando minhas coxas e o vento frio da estrada batendo nas minhas costas nuas. Ele me agarra pela cintura com mãos que são duas tenazes, enterrando os dedos na minha carne, me marcando como propriedade dele agora.

—"Vai, mexe essa bunda de plástico que a pílula te deu! Mexe como se a sua vida dependesse desse pau!"— ele grita no meu ouvido, quase abafado pelo estrondo de um Scania que passa a centímetros.

Cavalco desesperada, subindo e descendo com as pernas tremendo, sentindo o pau dele me encher até o fundo, batendo no meu útero a cada descida. Ele me obriga a me segurar na beirada do capô, me inclinando pra frente pros caminhoneiros que passam verem meus peitos novos balançando violentamente. A humilhação queima mais que o motor do carro. Sou uma exibição de carne na beira da estrada, uma boneca inflável que ganha vida só pra esse cara me usar como quiser.

—"Olha como todo mundo tá te olhando, puta... Você é a puta da estrada agora. Agradece que eu parei pra te encher o tanque!"— ele zomba enquanto dá um tapa na minha bunda que ecoa mais alto que o trânsito.

—"S-sim... Amo... sou sua puta... me use o quanto quiser..."— gaguejo enquanto o prazer embaça minha visão.

Aceito meu destino de ser um objeto de consumo rápido, uma gostosa que não tem mais nome nem passado, só um corpo que sobe e desce ritmicamente até ele decidir que já teve o suficiente e me deixar ali, vazia e escorrendo, com o cheiro de borracha queimada e porra marcando minha pele nova.FantasiasMeu sonho de cara sempre foi ser o sócio vitalício que comia a tenista mais gostosa do clube depois do treino. Mas a pílula rosa me colocou do outro lado: agora eu sou aquela putinha de clube com saia branca e pernas depiladas que o professor usa pra descarregar a raiva entre um set e outro. Estamos na quadra 4, a mais afastada mas à vista dos sócios que passam pelo buffet. O professor me agarrou pelo cabelo, me arrastou até a rede e me forçou a ficar de quatro, apoiando todo meu peso no poste de metal. Sinto o frio do cano no meu peito enquanto ele levanta minha saia, puxa minha calcinha de renda e abre minhas nádegas com um desprezo que me faz tremer. —"Olha pra você, puta... quem diria que o cara que vinha jogar aqui ia acabar com essa bunda tão receptiva? Endireita, puta"— ele sibila enquanto enfia o pau de uma vez, sem avisar. Solto um grito que ecoa nas paredes do clube, mas ele tampa minha boca e puxa minha cabeça pra trás. —"Põe a língua pra fora, vai... põe bem pra fora como a putinha sedenta que você é. Quero que todo mundo que passar veja como eu deixo seu buraco esticado enquanto você procura uma gota de porra"— ele ordena com uma voz de comando que me anula. Obedeço como a putinha obediente que sou. Ponho a língua pra fora ao máximo, ofegante, com os vidrados, enquanto sinto o pau dele raspar as paredes do meu cu com uma fúria impressionante. A dor é um fogo que me queima, mas o prazer de ser sua mascote pública deixa minha mente em branco. As enfiadas são secas, brutais; cada golpe me empurra contra a rede, fazendo o metal vibrar e o som alertar qualquer um que passar perto. —"Agradeça, puta! Diga: Obrigada Amo por me usar como sua lata de lixo!"— ele grita enquanto me dá um tapa na bunda que deixa a marca vermelha na minha pele de seda. —"O-obrigada... Amo... m-me destrói todinha..."— gaguejo com a língua pra fora, totalmente entregue à humilhação de ser o brinquedo da quadra. Passei de querer dominar o jogo a ser o recipiente onde o professor deposita sua raiva e seu sêmen, deixando minha dignidade jogada sobre o pó de tijolo enquanto minha bunda arde e minha nova identidade de puta é selada a cada estocada.troca de corpoComo homem, minha fantasia recorrente era dominar uma gatinha, gozar na boca dela e curtir como ela ficava ali, toda melada e humilhada, me olhando com submissão. Mas o comprimido rosa me deu a lição da minha vida: agora sou eu que estou deitada de costas, totalmente pelada, com as pernas abertas e o corpo tremendo na frente de um negro que tem o dobro do meu tamanho e potência. Fico imóvel, sem fôlego, olhando de baixo essa anatomia imponente que me faz sentir como uma boneca de vidro prestes a quebrar. Ele me agarra pela nuca com uma mão que cobre metade da minha cabeça e começa a se masturbar com uma força bruta sobre o meu rosto. —"Olha bem pra mim, putinha... abre essa boquinha que agora você é meu pote de porra"— ele sibila com um tom que anula qualquer traço de vontade em mim. Fechei os olhos e engoli saliva com dificuldade quando senti a primeira explosão. O calor do sêmen grosso bate nos meus lábios, no meu nariz e nas minhas bochechas com uma fúria impressionante. Sinto a porra quente escorrendo pelo meu rosto, entrando nos cantos da boca e manchando meus cílios. É um calor grudento que marca minha pele, uma confirmação física de que minha vida antiga desapareceu para sempre. Faço isso porque me fascina a humilhação de ser um simples recipiente. Olhar pra cima com o rosto escorrendo, sentindo o cheiro de homem e o peso da descarga dele na minha pele, é a prova final de que o cara que eu fui morreu. Agora só existe essa putinha, essa novinha que vive pra ser marcada e usada por homens de verdade que não têm piedade. Fico ali, saboreando o traço do poder dele nos meus lábios, aceitando com um prazer doentio que meu único propósito é ser o depósito onde ele decide se esvaziar sempre que tiver vontade.troca de generoSempre quis ser o cara que com um estalar de dedos fazia uma gostosa levantar a blusa numa balada escura. Mas agora que sou mulher, a rua virou minha balada pessoal e eu sou a putinha de plantão que tem que prestar contas.

Tava andando pela calçada quando um desconhecido me parou de repente, me olhou de cima a baixo com uma fome que gelou meu sangue e botou uma mão pesada no meu ombro. Não teve "oi", só uma ordem seca que me fez tremer até o útero: "Mostra o que tem aí embaixo, puta. Vamos, levanta essa blusa".

Se fosse homem teria me imposto, mas agora que sou essa menininha pequena com curvas de pecado, minhas mãos se movem sozinhas. Levanto a blusa com os dedos tremendo, devagar, sentindo o ar fresco da tarde batendo na minha pele de seda. Meus peitos novos saltam à vista, redondos, firmes e com os mamilos duros como pedra, apontando direto pra cara do cara que nem se digna a olhar nos meus olhos.

—"Olha só como a pílula caiu bem, putinha! Tem uns peitos de vadia que pedem pra ser mordidos"— me sibila o desconhecido enquanto fica parado ali, me avaliando como se fosse mercadoria numa feira.

Fico ali, exposta no meio da rua, com a blusa levantada até o pescoço e o rosto vermelho de vergonha enquanto a gente passa e eu sou só uma exibição de carne. Faço isso porque já não sou um homem com vontade; sou uma propriedade do bairro. Tenho que mostrar meus peitos novos pra que esse dono ocasional decida se hoje vai usar minha boca ali mesmo ou se vai me arrastar pro beco pra arrombar meu cu.

Aceito a humilhação de ser observada como um objeto, sentindo meu orgulho de homem desaparecer a cada segundo que passo me exibindo pro prazer de um estranho. Sou a putinha que todo mundo olha e que qualquer um pode reivindicar, agradecida que meu corpo novo seja tasty o suficiente pra um cara desses parar pra avaliar a mercadoria.Minhas Fantasias de Mulher 1Como homem, sempre fantasiei em ser pego no meio do ato em um lugar público, sentindo aquele pico de adrenalina. Mas a pílula rosa mudou os papéis: agora sou eu a putinha de joelhos no meio da lavanderia do bairro, com os joelhos esfolados no piso de cerâmica frio e a garganta totalmente invadida. Estou ali, entregue, com o cabelo despenteado e os olhos marejados enquanto um cara me segura pela nuca e usa minha boca como se fosse uma das máquinas do local. O cheiro de sabão em pó se mistura com o aroma de homem e com a minha própria excitação de vadia. De repente, a porta range e entra uma mulher com seu cesto de roupas. Ela fica paralisada, com o rosto desfigurado entre a surpresa e o nojo. —"Mas pelo amor de Deus! O que vocês pensam que isso é? É um lugar público, seus desmiolados!"— grita a mulher, indignada, enquanto não consegue parar de ver como o pau some inteiro na minha boca. Eu tento me esconder, mas o cara que me segura pelo cabelo aperta mais forte, me obrigando a continuar. Ele me olha de cima com um sorriso de dono e sibila: "Não para, putinha, deixa a véia ver como você gosta de ser usada". A mulher começa a me xingar, dizendo que sou uma ordinária, uma largada que não tem respeito por ninguém. Morro de vergonha, sentindo meu rosto ficar vermelho, mas por dentro fico louca. Faço isso porque me excita que outra mulher veja no lixo que me tornei, uma garota que não consegue esperar para chegar numa cama e se ajoelha para qualquer estranho entre as máquinas de lavar. Fico ali, engolindo com força diante do seu olhar de ódio, aceitando que para todo o bairro não sou mais uma vizinha qualquer, mas a puta oficial da lavanderia que não tem dignidade nem vergonha.vadiaComo homem, sempre me cuidei, sempre fui o responsável que não queria problemas. Mas agora que sou essa puta de luxo, minha única obsessão é sentir o calor real de um homem de verdade dentro de mim. Estou deitada de costas na cama, com as pernas abertas bem abertas, vendo esse desconhecido prestes a colocar a camisinha. Não posso permitir. Me levanto desesperada, seguro a mão dele e com um olhar de vadia absoluta tiro a camisinha. Tiro com os dentes, jogando no chão como se fosse lixo, enquanto meus olhos não desgrudam do pau dele, venoso e exposto. —"Não quero plástico, Amo... quero que me foda assim, bem no pelo. Quero sentir cada gota da sua porra quente queimando meu útero"— suplico com a voz trêmula de tesão. Faço isso porque me fascina a ideia de ser a sua lixeira sem filtros. Quero que me encha, que me marque e que o seu sêmen fique vivendo dentro da minha buceta nova como um troféu da sua dominação. Passei de ser o cara precavido a ser a gostosa que implora por uma gravidez ou por ficar marcada pra sempre, entregando meu corpo ao acaso só pra sentir a potência de um homem gozando no mais profundo das minhas entranhas. Já não sou dona do meu futuro, sou o território que ele vem colonizar com a porra dele.FantasiasComo homem, sempre fantasiei em pegar uma gostosinha enquanto ela cozinhava e comer ela ali mesmo, contra o mármol gelado. Mas agora que sou esta vadia, minha fantasia virou meu castigo diário. Estou completamente pelada na cozinha, com a pele arrepiada pelo frio do ambiente, quando sinto uma mão agarrando meu cabelo com uma brutalidade que joga minha cabeça pra trás. Me esmagam contra a bancada da cozinha, entre as xícaras de café e as migalhas de pão. Não tem beijos, não tem palavras bonitas; só o som seco do zíper descendo. Me agarram pelos dois braços, puxando minhas mãos pra trás pra que eu não tenha onde me apoiar, me deixando totalmente indefesa e com os peitos esmagados contra a borda da bancada.

—"Olha como essas tetas novas tremem... você é uma vadia que nasceu pra isso, né?"— sussurra no meu ouvido enquanto abre minhas nádegas com um desprezo que faz meu rosto queimar.

Sinto o pau dele entrando de uma só vez, sem lubrificação, quebrando meu orgulho enquanto meu corpo de mulher se arqueia com o impacto. Ele me domina totalmente, segurando meu cabelo pra que eu não possa baixar a cabeça, me forçando a encarar a parede enquanto me usa como um recipiente de carne. O mármol congela minha barriga, mas o fogo que ele mete por trás deixa minha mente em branco.

Faço isso porque adoro sentir que não mando mais nada, que sou a vadia da casa que tem que estar disponível em qualquer canto. Fico ali, gemendo contra os azulejos, agradecida por ele me usar com tanta fúria, aceitando que minha única função agora é servir de lata de lixo enquanto o café é preparado. Passei de ser o homem da casa a ser o brinquedo de cozinha que qualquer macho de verdade pode quebrar quando bem entender.troca de corpoComo homem, minha fantasia era ter uma van só para meter alguma gostosinha que encontrasse por aí e usá-la no caminho. Mas a pílula rosa virou o jogo: agora eu sou a putinha de carga que fica jogada no chão de trás enquanto o motorista me usa à vontade. Ele me obrigou a ficar de quatro no carpete sujo da van, com os joelhos raspando no piso metálico. Me agarrou pelos quadris e empurrou minha cabeça pra baixo, me forçando a apoiar o rosto no carpete que cheira a mofo e óleo. Estou com a bunda bem levantada, apontando pro teto, totalmente exposta e desprotegida enquanto o veículo segue em movimento, balançando a cada buraco.
—"Fica aí quietinha, puta... você não passa de um volume que tô levando pra me esvaziar"— ele diz com uma voz carregada de desprezo enquanto sinto ele abrindo minhas nádegas com brutalidade.
Ele me penetra com uma fúria que me faz enterrar o rosto com mais força no carpete, engolindo poeira e fiapos enquanto meus gemidos se abafam contra o chão. Sinto o pau dele me invadindo por completo, batendo no fundo a cada solavanco da van. Faço isso porque me fascina a humilhação de não ser ninguém, de ser uma garotinha escondida na parte de trás de um carro, servindo de alívio pra um estranho que nem olha na minha cara.
—"Olha como essa bunda balança a cada buraco... você é meu brinquedo particular, puta"— ele grita enquanto me dá um tapa na bunda que ecoa por toda a carroceria da van.
Passei de querer ser o dono do volante a ser a mercadoria que vai no chão, agradecendo cada enfiada brutal que deixa meu corpo vibrando e o orgulho destruído. Sou a putinha da van, o segredo guardado lá atrás, aceitando que meu único destino é ser cheia de porra antes que a gente pare em qualquer acostamento.troca de generoComo homem, sempre tive a fantasia de filmar uma gostosa depois de dar uma surra nela na cama, vendo como ela ficava marcada e cheia de porra. Agora que sou mulher, minha fantasia virou minha realidade mais suja: eu sou o troféu que é filmado. Estou jogada de conchinha no sofá da sala, com as pernas tremendo e o corpo suado, enquanto a luz vermelha da câmera aponta direto pra minha intimidade nova, toda destruída. Ele não me deixa descansar. Fica atrás de mim, agarra minhas coxas e abre minha bunda com uma força bruta, me obrigando a expor minha buceta pra lente. Sinto o ar frio do ambiente batendo lá dentro, bem onde há um minuto ele estava se esvaziando com fúria. —"Olha bem pra câmera, puta... quero que todos vejam como deixei seu buraquinho aberto. Olha como você tá pingando minha porra, você é um coador"— ele diz com uma voz de comando que faz meu peito vibrar. Abaixo o olhar, totalmente humilhada, e vejo na tela do celular como o sêmen grosso começa a transbordar de dentro de mim, escorrendo pelas minhas coxas num fio branco que parece não ter fim. Me obrigo a ficar parada, sentindo minha buceta tentando fechar de puro espasmo, mas o peso das mãos dele me mantém aberta pro prazer dos seguidores dele. Faço isso porque me excita que minha degradação fique registrada pra sempre. Passei de ser quem queria filmar pra ser a puta que tem que agradecer por seu dono usá-la pra gerar conteúdo sujo. Fico ali, pingando, com a mente em branco e o corpo reclamado, aceitando que meu único valor agora é o que sai de mim depois que um homem de verdade me reclama como seu recipiente pessoal.Minhas Fantasias de Mulher 1Como homem, sempre imaginei a imagem do cara poderoso que tem uma cama cheia de grana e uma gostosinha entregue pra usar como quiser. Agora que a pílula rosa me transformou, essa fantasia virou realidade, mas da forma mais crua: eu sou o prêmio de consolação. Estou de quatro sobre um mar de notas de cem dólares, sentindo o papel frio e áspero raspando meus joelhos e meus peitos novos, enquanto meu dono me agarra pela cintura com mãos que cheiram a poder e cigarro caro.

—"Olha onde você está ajoelhada, putinha. Toda essa lama de grana vale menos que o direito de arrombar seu cu como eu quiser hoje"— ele sibila no meu ouvido enquanto crava o pau com uma fúria que me faz ver estrelas.

Seus dedos afundam nos meus quadris, deixando hematomas que combinam com a renda preta que ele me obrigou a usar. Cada enfiada me empurra contra a cama, fazendo as notas voarem ao meu redor enquanto eu gemo como a putinha que sou. Faço isso porque me excita sentir que meu corpo agora é uma mercadoria, um objeto de luxo que esse cara comprou pra esvaziar as bolas quando tem vontade.

—"Grita, putinha! Que fique claro que você gosta da grana, mas que meu pau dentro de você gosta mais!"— ele ordena enquanto dá uma palmada na minha bunda que ecoa como um chicotada pelo quarto.

—"S-sim... Amo... use-me... sou sua putinha mais cara..."— gaguejo contra os lençóis cheios de dólares, sentindo minha dignidade desaparecer no meio de tanta nota.

Passei de querer ser o milionário a ser o brinquedo que o milionário joga sobre a grana pra destruir o cu. Fico ali, entregue, deixando ele me usar como um lixo humano no meio de toda essa riqueza, agradecida por ele me ter escolhido pra ser a putinha que decora a cama de rei.vadiaComo homem, eu sempre tive a fantasia de ter duas empregadas domésticas submissas, me esperando de uniforme para me fazer de tudo. Agora que sou mulher, minha fantasia virou realidade, mas da forma mais crua possível: eu sou quem está ajoelhada no tapete, com o vestidinho de empregada levantado até a nuca e o avental manchado de fluidos. Estamos as duas de quatro, uma ao lado da outra, como animais esperando a ração. Sinto o dono me agarrar pelos quadris com uma força que crava as unhas na minha pele, enquanto abre bem minhas nádegas para que minha companheira veja como o pau gigante dele desaparece na minha bunda.

—"Olhem como esse uniforme fica bem nessas duas putinhas... Alejandra, aperta bem essa raba que hoje você não escapa" — ele sibila enquanto me enfia com uma fúria que me faz ver estrelas.

A dor anal é um fogo que percorre minha coluna, mas a humilhação é o que mais me excita. Tenho que ficar ali, aguentando as investidas, enquanto minha companheira ao meu lado não para de rebolar desesperada, esfregando-se no tapete e implorando que chegue a vez dela de ser destruída. Ela vê meu esfíncter se esticando e como o dono me usa como um objeto, sabendo que em alguns minutos ela estará no meu lugar, recebendo a mesma surra.

—"Rebola mais, puta! Que sua amiga veja como você está doida para que eu te arrombe também!" — ele grita para a outra, enquanto me dá um tapa na bunda que me faz saltar lágrimas.

Sou uma das "garotas da limpeza", mas a única coisa que limpo é o pau dele com meu interior. Fico ali, engolindo gemidos, sentindo como ele me dilata e destrói meu orgulho, agradecida por ele ter me escolhido para ser a primeira a ser reivindicada. Passei de sonhar com empregadas a ser a puta de uniforme que tem que dividir o dono com outra gostosa, aceitando que meu único propósito é sermos usadas em série até ficarmos com a bunda ardendo e a alma vazia.FantasiasComo homem, minha fantasia era cruzar com uma corredora solitária na floresta e forçá-la a parar sua rotina para me servir. Mas a pílula rosa me deu uma lição de humildade: agora eu sou aquela putinha que sai pra correr com leggings de lycra que marcam cada curva da minha bunda nova e uma camiseta térmica que não esconde meus peitos saltitantes. Eu estava na trilha mais afastada, suada e com os fones de ouvido, quando senti uma mão de ferro fechar na minha nuca. Ele me arrastou pra fora do caminho, entre as árvores, onde ninguém pode ouvir meus gemidos. Sem dizer uma palavra, me esmagou contra um tronco rugoso e me forçou a cair de joelhos na terra e nas folhas secas.

—"Olha que presentinho encontrei na floresta... Pensou que podia passar por aqui com essas leggings de puta sem que ninguém te reclamasse?"— o cara sibilou enquanto baixava o zíper com uma mão, mantendo a outra enterrada no meu cabelo.

Ele me agarrou com uma força que me fez jogar a cabeça pra trás, expondo meu pescoço de mulher, e me forçou a abrir a boca. Senti o cheiro de homem e suor antes do pau dele me invadir completamente. Ele enfiou até o fundo, batendo na minha garganta sem piedade, me dando ânsias que me faziam lacrimejar.

Eu deixava porque me fascina a humilhação de ser a "esportiva" que termina de joelhos na lama, servindo de lixeira oral pra um desconhecido que me domina como um animal. Me deixei tratar como seu brinquedo, sentindo meus mamilos ficarem duros contra o tecido da camiseta enquanto ele usava minha boca com fúria, me lembrando que meu corpo novo não foi feito pro esporte, mas pra homens de verdade gozarem em mim no meio do caminho.troca de corpoComo homem, sempre imaginei chegar à velhice, com a carteira cheia e comprar a gostosa mais gata do bairro pra fazer o que eu quisesse. Agora que sou mulher graças à pílula, meu desejo se realizou, mas da forma mais degradante possível: eu sou essa gostosa. Estou de bruços numa suíte de luxo, com o rosto afundado nos travesseiros, sentindo o peso desse velho nojento que tem o dobro da minha idade e me dá o triplo de nojo. Ele me tem totalmente dominada, me esmagando contra o colchão enquanto enfia sua rola velha e venosa com uma fúria que me faz ver estrelas. Ele faz isso com a confiança de quem sabe que pagou por cada centímetro da minha pele nova.

—"Gostou da lingerie que te comprei, putinha? Mexe melhor, que pra isso eu pago suas viagens e suas roupas"— ele sibila com aquele bafo de cigarro e uísque que me revira o estômago.

Sinto a humilhação de ser tratada como um objeto de luxo, uma joia que ele usa e suja quando quer. Se eu fosse homem, estaria orgulhoso de ter uma gatinha dessas, mas agora que sou a que está por baixo, só sinto minha dignidade desaparecer a cada socada brutal. Ele me puxa pelo cabelo, esfrega meu rosto no lençol e me obriga a agradecer por ele "me bancar".

Eu faço porque meu corpo de putinha já não sabe dizer não. Fico ali, entregue, sendo o brinquedo caro de um velho que me usa como seu bidê pessoal, aceitando que troquei minha masculinidade por uma vida de luxos onde minha única função é ser o depósito onde esse Sugar Daddy despeja sua última porra.troca de generoComo homem, minha fantasia máxima era ter quatro gostosas desesperadas pelo meu leite, todas de joelhos esperando a vez. Agora que sou uma delas graças ao Gender Bender, minha realidade é estar nessa fila de carne, totalmente pelada e com os joelhos vermelhos de tanto ficar no chão. Estamos as quatro em fila, despojadas de qualquer traço de masculinidade, com os peitos novos balançando enquanto trememos de ansiedade. O Mestre caminha na nossa frente como um general inspecionando seu esquadrão de putas, batendo uma com uma lentidão que nos deixa loucas. Não nos olhamos entre nós; a competição é pra ver quem é a mais vagabunda, quem recebe melhor a marca do seu dono. —"Olhem só pra vocês... quatro garotinhos que se achavam machões e agora são meus quatro depósitos favoritos", ele diz com aquele tom de superioridade que anula nossa vontade. Ele me obriga a botar a língua pra fora e a juntar meus peitos novos com as mãos, tentando me destacar das outras. Sinto a humilhação de fazer parte de um lote de mercadoria sexual, uma das quatro bocas famintas esperando ele decidir onde vai descarregar. Quando ele para na minha frente, engulo seco com dificuldade, desejando que ele me escolha pra me banhar o rosto, pra mostrar pras outras três que eu sou sua putinha preferida, a que limpa melhor o pau dele. Faço isso porque me fascina ter perdido minha identidade individual pra ser só mais uma peça do seu harém de transformadas. Estar ali embaixo, olhando pro volume dele da altura de um bichinho de estimação, me faz entender que minha única função nesse mundo é esperar, de joelhos e submissa, que um homem de verdade decida marcar todas nós com sua essência quente.Minhas Fantasias de Mulher 1Como homem, sempre achei que poder era estar por cima, mas agora que sou esta puta, entendo que o verdadeiro poder é o que me destrói por fora. Ele me tem de quatro no tapete sujo, com os joelhos esfolados e o vestido preto todo esgarçado na cintura. Não me toca, não me abraça; simplesmente parou na minha frente e começou a se masturbar com uma fúria que me faz sentir como lixo. Estou com a maquiagem toda borrada de suor e lágrimas, as bochechas negras de rímel e os lábios inchados de tanto servi-lo. Se fosse homem, sentiria nojo, mas como mulher, fico aqui, hipnotizada pelo movimento dele, esperando o impacto. Faço isso porque me fascina que ele me trate como um móvel, como algo que já usou, quebrou e agora só falta sujar. —"Olha só o que você é... uma garota destruída. Não serve pra nada além de receber isso"— ele diz com um desprezo que faz meu ventre tremer. Sinto a primeira gota quente explodir na minha testa, escorrendo pelo nariz até meus lábios. Fico imóvel, com o olhar perdido e a alma partida, aceitando que meu novo propósito na vida é ser o final sujo da noite dele. Me humilha que ele nem se digne a gozar dentro de mim, preferindo usar minha cara arruinada como seu alvo pessoal. Sou sua puta, seu troféu de carne degradada, agradecida por cada gota de porra que me lembra que ele é o dono e eu só a garotinha que chora enquanto recebe sua marca.vadiaComo homem, sempre tive a fantasia de dominar uma gostosinha, abrir bem as pernas dela e ver minha porra aterrissando no corpo dela. Agora, graças ao Gender Bender, minha fantasia virou realidade, mas da forma mais degradante: eu sou essa puta que serve de alvo. Estou jogada de costas, totalmente pelada, com a mente queimada de prazer e o corpo que não me obedece. Ele me agarra pelas coxas e abre minhas pernas com uma força que me faz sentir minúscula, expondo minha buceta nova e meu cu arrombado para a luz do quarto. Não tem diálogo fofo, só o som da respiração pesada dele enquanto se masturba com raiva na minha frente, me encarando com um desprezo que me deixa louca.

—"Olha como você ficou, sua puta... Você é mais um móvel do quarto", ele diz enquanto o pau dele pulsa a centímetros do meu rosto.

Fico imóvel, entregue, vendo ele gozar com uma fúria impressionante. Sinto os jatos de porra quente batendo no meu peito, na minha barriga e nos meus lábios. O líquido grosso mancha minha pele de seda que agora tenho, me lembrando a cada gota que Marcos não existe mais. Sou um vaso, um depósito de sêmen que não pode fazer nada além de engolir saliva e aceitar a marca do meu dono.

Faço isso porque me fascina me sentir tão insignificante. Fico ali, com as pernas abertas e tremendo, deixando a porra dele esfriar no meu corpo enquanto olho para ele de baixo. Não sou mais quem atira, sou quem recebe; a puta que depois de ser usada, tem que ficar quietinha para o homem se limpar nela. Sou o troféu de carne dele, a propriedade privada dele, e meu único orgulho agora é ver o quão suja de puta ele deixou minha cara.Fantasias

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