Assim eu ficaria hipnotizada se fosse mulher e me visse pela primeira vez com o conjunto de renda preta que comprei escondido. Me trancaria no banheiro do hotel em Bariloche, com o vapor do chuveiro ainda no ar, e ficaria na frente daquele espelho gigante pra ver em que caralho eu me transformei. Me olharia de cima a baixo, sem celular, sem filtros, só eu e esse corpo de puta que a pílula me deu. Passaria as mãos pelas curvas, apertando a cintura que agora é minúscula, e ficaria vidrada em como a renda marca os peitos novos, esses que balançam a cada movimento que faço. Me viraria pra ver como o fio dental desaparece entre minhas nádegas, rebolando devagar, vendo como a pele brilha sob a luz branca do banheiro. Faria isso porque ia explodir minha cabeça sentir que já não sou o cara do grupo, mas sim a gostosa que todo mundo quer comer. Ficaria ali, me tocando a pele macia, percebendo que esse corpo foi feito pra ser usado, pra ser exibido e pra me arrebentar toda. Me olharia nos olhos no reflexo e veria a cara de uma puta que sabe exatamente o poder que tem entre as pernas. Ficaria admirando como a lingerie cai em mim, sabendo que naquela mesma noite, aquela renda vai acabar rasgada no chão do quarto de algum coordenador ou de um cara que nem conheço. Sou minha própria fantasia e não consigo parar de me olhar.
Assim eu ficaria maluca se aquela pílula me transformasse na garota mais oferecida da viagem de formatura. Eu me trancaria no banheiro da balada, longe das minhas amigas e dos coordenadores, só pra desbloquear o celular e ver de novo aquela foto que o negão me mandou no WhatsApp. Ficaria lá, encostada nos azulejos frios, com o coração a mil, dando zoom em cada detalhe do corpo nu dele e naquela pica gigante que parece que não vai caber em lugar nenhum. Se eu fosse mulher, sentiria um nó na garganta e um calor descendo direto pra minha buceta nova. Morderia o lábio inferior com força, engolindo saliva com dificuldade, imaginando como seria sentir tudo aquilo batendo no fundo do meu útero. Faria isso porque me excita me sentir pequena, uma menina frágil diante de um cara que pode me quebrar toda em dois segundos. Ver aquela foto me faria perceber que meu único propósito em Bariloche é procurá-lo, ficar de joelhos e implorar pra ele me usar como brinquedo pessoal. Ficaria olhando a tela besta, saboreando o medo e a vontade, pronta pra mandar uma localização e entregar tudo o que sou agora. Já não ligo pra viagem, só quero que aquele negão me reivindique e me deixe marcada pra sempre.
Se aquela pílula me transformasse na mina mais gostosa da viagem de formatura, esse seria meu jeito de terminar a noite no hotel de Bariloche. Depois que todo mundo apagasse na farra, eu me enfiaria na minha cama, jogaria os lençóis pro lado e ficaria de conchinha, abraçando o travesseiro no escuro. Assim eu me deixaria tratar pelas minhas próprias fantasias se fosse mulher. Tiraria o dildo mais grosso que achei no sex shop antes de viajar, aquele escuro e cheio de veias, e começaria a enfiar devagar no meu cu, sentindo o plástico esticar minha pele nova com uma pressão que corta o fôlego. Ficaria parada ali, de lado, deixando o brinquedo reclamar o fundo enquanto fecho os olhos e esvazio a mente, apagando qualquer traço do cara que eu costumava ser. Faria isso porque me excita sentir que meu corpo agora é só um invólucro feito pra ser preenchido. Imaginar que não é um pedaço de borracha, mas a pica daquele negão que vi na balada ou a do coordenador que me tem na mira. Nesse estado de transe, sentiria minha vontade se desfazer a cada centímetro que entra, me entregando de vez à sensação de estar aberta e ocupada. Ficaria ali, respirando ofegante, deixando o prazer nublar meu juízo até não saber mais quem sou, sendo só a gatinha de Bariloche que vive pra sentir algo grande rasgando por dentro. Faria isso mil vezes pra fugir da realidade e ser, nem que por um instante, a putinha perfeita que não pensa, só sente.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher no meio da loucura de Bariloche. Depois de uma noite de balada, terminaria no quarto dos fundos com o cara mais dominante da viagem, aquele que não pede permissão pra nada. Ele me forçaria a ficar de joelhos no tapete sujo do hotel, me segurando pelo cabelo pra eu não conseguir baixar o olhar nem um segundo. Se eu fosse mulher, abriria a boca o mais largo que pudesse, como uma putinha que sabe exatamente pra que nasceu, enquanto sinto ele lavar minha cara toda com a porra grossa e quente dele. Eu ficaria ali parada, com os olhos vidrados de esforço e a cara toda escorrendo, deixando o sêmen entrar na minha boca e sujar até meu pescoço. Faria isso porque adoro a humilhação de ser o depósito de um cara que me trata como um objeto, sentindo o cheiro de sexo na minha pele enquanto ele ri de como eu pareço uma vadia toda arruinada e submissa. Ficaria de joelhos, saboreando minha entrega total, sendo a cachorra da noite que todos os caras do hotel sonham em usar e descartar.
Assim eu deixaria me tratar se fosse mulher na viagem de formatura e escapasse pro subsolo do hotel com o segurança que vem me secando desde que desci do ônibus. Me esmagaria contra a parede fria de concreto, sem rodeios, e me obrigaria a levantar o vestido até o pescoço. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo como as mãos enormes dele puxam minha calcinha de renda até os tornozelos, deixando minhas pernas presas e a bunda no ar, totalmente exposta na escuridão. Ele enfiaria o pauzão dele de uma só vez, seco e bruto, fazendo eu bater a testa no cimento enquanto o eco das palmadas na bunda ressoa pelo corredor inteiro. Faria isso porque me fascina a sensação de ser um objeto descartável pra um cara assim, alguém que me dobra de tamanho e me usa com um desprezo que me queima por dentro. Ficaria ali, pendurada nos ombros dele, sentindo como ele me arrebenta toda contra a parede enquanto meus pés mal tocam o chão. Me deixaria tratar como a putinha da viagem, a que nem precisa tirar os sapatos pra um negão de verdade me reivindicar como a vagabunda pessoal dele naquela noite. Faria isso mil vezes só pra sentir que meu corpo novo não é meu, mas de qualquer um que tenha força pra me encostar na parede e gozar dentro de mim.
Assim que eu me deixaria tratar se fosse a garota mais detonada da viagem de formatura depois que o **pai acompanhante** mais parrudo do grupo me pegasse no hotel. Depois de uma hora me comendo sem dó, eu ficaria assim: de barriga pra cima na cama bagunçada, toda entregue e sem forças nem pra fechar as pernas. Estaria lá, ofegante, com o peito subindo e descendo pra caralho, segurando meus joelhos com as mãos trêmulas pra me manter escancarada. Se eu fosse mulher, ficaria olhando pro teto com os olhos vidrados, sentindo o calor daquele leite grosso todo que ele deixou dentro de mim e que agora começa a vazar, escorrendo pelas minhas nádegas e sujando os lençóis brancos do hotel. Eu faria isso porque me enlouquece a humilhação de ser a "mocinha cuidada" da viagem que acaba sendo a latrina de porra do cara que supostamente tinha que me vigiar. Eu adoraria sentir como minha buceta nova, toda vermelha e pulsando pelo castigo, não consegue segurar tanta quantidade dele e vai cuspindo devagar. Eu ficaria lá, saboreando o cansaço e o cheiro de sexo, orgulhosa de um homem mais velho ter me usado com tanta raiva, me deixando vazia de dignidade mas cheia da marca dele. Eu seria a puta oficial do andar, a que todo mundo sabe que terminou a noite com as pernas pro alto e o corpo inundado pelo responsável por nos cuidar.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher no meio da bagunça de Bariloche, aproveitando a zona do hotel pra me enfiar no quarto do **valentão da minha turma** enquanto todo mundo tá na farra. Eu me ajoelharia na beira da cama, bem oferecida, enquanto ele se senta confortável pra eu fazer o serviço mais sujo da vida dele. Se eu fosse mulher, me entregaria com uma raiva foda, enfiando a pica dele até o fundo da garganta, mas sem perder aquela faísca de rebelde que ainda tenho. Enquanto chupo ele com tudo, levantaria a mão e mostraria o dedo do meio, o **fuck you** mais cínico da noite, como quem diz que, mesmo me tendo submissa e humilhada, continuo sendo a gostosa que enlouquece ele. Faria isso porque adoro esse jogo de poder: ser a escrava oral dele, mas tirar onda com a cara dele, provocando pra ele me puxar mais forte pelo cabelo e me castigar pela minha ousadia. Adoraria sentir como ele fica mais tesudo ao ver meu gesto, transformando a raiva dele em estocadas na minha boca que me deixam sem ar. Faria isso pra ele entender que, mesmo me usando como um lixo pros desejos dele, eu tenho o controle do prazer dele. Ficaria ali, ajoelhada e desafiadora, sendo a puta que odeia e deseja ele ao mesmo tempo, curtindo a humilhação de estar aos pés dele enquanto desrespeito ele com um dedo e um olhar que convida ele a me destruir.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com o pai acompanhante da outra turma, um cara grandão que tá de olho em mim desde que subimos no ônibus. Ele me levaria pro quarto dele, me obrigaria a ficar de quatro bem na frente do espelho do guarda-roupa e arrebentaria minha buceta com uma maldade que me faria ver estrelas. Se fosse mulher, eu ficaria ali parada depois que ele terminasse, com os joelhos tremendo no carpete, enquanto sinto ele abrir minhas nádegas com as mãos pesadas pra me obrigar a olhar meu próprio reflexo. Ele me faria ver como o esperma grosso e quente dele começa a escorrer da minha bunda dilatada e arrombada, escorrendo pelas minhas coxas enquanto meu cu tenta se fechar sem sucesso. Eu faria isso porque me fascina a humilhação de ver no que me transformei: a menina bonitinha da viagem que agora é só um recipiente pra um homem mais velho se esvaziar. Eu ficaria hipnotizada olhando meu próprio corpo expelir a porra dele, sentindo a queimação e a sujeira de ter sido reivindicada da forma mais brutal. Eu curtiria saber que, enquanto minhas amigas dormem, eu tô no quarto de um desconhecido, com o cu aberto e sujo, aceitando que esse é meu lugar e meu único propósito em Bariloche. Eu me deixaria tratar como o bidê pessoal dele, grata por cada gota que ele deixou dentro de mim antes de me mandar pro corredor como a puta que eu sou.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse da excursão noturna com o **valentão da outra turma**, o cara mais pesado e violento que vem me enchendo o saco desde que chegamos em Bariloche. Ele me levaria pro fundo da mata, longe das luzes do hotel e dos gritos dos meus colegas, onde o frio da neve me gelaria os ossos enquanto ele me empurra contra um pinheiro cheio de geada. Sem me dizer uma palavra doce, me pegaria pelas tranças com uma força bruta, me obrigando a ajoelhar na terra úmida e nas folhas secas. Se eu fosse mulher, ficaria ali, tremendo de medo e de tesão, enquanto vejo ele abaixar o zíper e tirar aquela pica enorme e quente que fumega no ar gelado da noite. Ele me agarraria firme pela nuca, como se eu fosse um bicho, e enfiaria até o fundo da minha garganta de uma só vez, me fazendo engasgar e lacrimejar os olhos. Me obrigaria a engolir ela inteira, uma e outra vez, batendo no meu céu da boca com raiva enquanto me lembra com voz rouca que sou a garota mais puta de toda a viagem de formatura. Ele faria isso porque eu adoro a humilhação de estar no meio da natureza, sumida pro resto do mundo, servindo como um simples pedaço de carne pro cara que mais me despreza. Eu engoliria cada centímetro com devoção, sentindo o ar faltar e como minha nova identidade de mulher se resume a isso: estar ajoelhada na lama, com a garganta aberta e entregue, aceitando que meu único propósito nessa floresta é que o dono da escola descarregue toda a raiva e o gozo dele dentro de mim. Me deixaria usar até cansar, grata por ele me usar como lixeira pessoal antes de me deixar largada ali, sozinha e marcada, voltando pro hotel com o gosto da entrega dele ainda na minha boca.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e me pegasse o **pai acompanhante** da outra divisão, um cara enorme que vem de olho na minha bunda desde que descemos do micro em Bariloche. Ele me levaria pro quarto dele depois do baile, me jogaria na cama e me forçaria a ficar de bruços, esmagada contra o colchão frio. Se eu fosse mulher, ficaria louca sentindo ele subir em cima de mim, usando todo o peso de homem grande pra me imobilizar. Ele me agarraria pelas tranças ou pelo cabelo com uma força bruta, puxando minha cabeça pra trás até meu pescoço ficar arqueado e meus olhos olharem pro teto sem entender nada. Nessa posição, ele enfiaria o pauzão dele de uma só vez, enterrando até o fundo do útero, me fazendo sentir que me parte ao meio enquanto eu sufoco contra o travesseiro. Ele faria isso porque eu adoro a humilhação de ser a "mocinha" da viagem que acaba sendo dominada por um cara que poderia ser meu pai. Eu me deixaria usar como um pedaço de carne, curtindo como ele me sacode pelo cabelo a cada estocada, lembrando a cada golpe que nessa viagem meu único título é o de putinha particular dele. Eu ficaria ali, entregue à dor e ao prazer sujo de Bariloche, aceitando que meu novo corpo só existe pra caras como ele me reivindicarem, me dominarem e deixarem meu cu bem marcado antes de me mandar de volta pro meu quarto toda quebrada e despenteada.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e o **pai acompanhante** da outra divisão, aquele cara grandalhão que não tira os olhos de mim desde que saímos de Buenos Aires, me enganchasse sozinho no corredor do hotel. Eu entraria no quarto dele com um aceno, fecharia a porta com tranca e ele mandaria eu me ajoelhar bem ali, no meio das pernas dele, enquanto ele desabotoa o cinto com uma calma que me daria arrepios. Se eu fosse mulher, ficaria lá embaixo, sentindo o cheiro de homem e uísque, enquanto ele tira o celular e começa a me gravar em close. Ele me obrigaria a abrir bem a boca, a saborear cada centímetro daquela pica grossa e cheia de veias, enquanto mexe a câmera pra captar como meus olhos ficam vidrados e como meus lábios esticam até o limite. Ele me pegaria pelo cabelo pra marcar o ritmo, me dando ânsias que ele gravaria em vídeo pra depois mostrar pros outros pais no bar. Ele faria isso porque me enlouquece a humilhação de ser a "menina exemplar" do grupo que, na escuridão de um quarto alheio, vira o brinquedo filmável de um cara que tem o dobro da minha idade. Eu adoraria saber que aquele vídeo vai ficar no celular dele como prova do quanto eu gosto de me engasgar, de como minha nova garganta de mulher foi feita pra receber e limpar os donos da viagem. Eu me deixaria tratar como depósito de baba e prazer, curtindo cada segundo em que a lente dele captura minha degradação, aceitando que em Bariloche minha única função é ficar de joelhos, com a boca ocupada e a dignidade no chão, servindo o homem que paga as contas.
Assim eu deixaria me tratar se fosse mulher e me enganchasse o **pai acompanhante** da outra divisão, aquele cara grande e robusto que fica de olho nas minhas tetas desde que descemos do busão em Bariloche. Ele me levaria pro quarto dele depois que a música parasse na balada, me jogaria na cama com um empurrão e me obrigaria a ficar de bruços, afundando minha cara no edredom frio do hotel. Se eu fosse mulher, me desesperaria pra agarrar os lençóis com toda minha força, apertando os punhos até doer os nós dos dedos, enquanto sinto esse homem mais velho abrir minhas nádegas com as mãos pesadas dele e enfiar a pica no meu cu de uma só vez, seca. Ele me arrebentaria com uma raiva do caralho, me fazendo gemer contra o travesseiro enquanto o peso do corpo dele me esmaga contra o colchão.
O mais foda viria no final: quando ele terminasse de gozar dentro de mim, me agarraria firme pelas nádegas e as esticaria pra fora com força, me mantendo aberta enquanto tira a pica devagar. Ele me obrigaria a sentir o vazio e o frio do ar entrando no meu cu dilatado, que ficaria totalmente exposto e aberto à vontade dele. Eu ficaria lá, quieta e humilhada, sentindo meu esfíncter tentando se fechar e se abrir pelo trauma da penetração, deixando o esperma quente dele começar a escorrer pelas minhas coxas nos lençóis brancos do hotel.
Faria isso porque me fascina a degradação de ser a menina bonitinha da viagem que acabou virando brinquedo de um pai acompanhante, um cara que poderia ser meu pai e que me usa como se eu fosse um pano velho. Eu ficaria olhando pro teto depois que ele me soltasse, com a bunda ardendo e o orgulho no chão, agradecida por um homem de verdade ter me deixado marcada e aberta antes de me mandar de volta pro meu quarto escondida das minhas amigas.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com um cara de outra faculdade, um jogador de rugby daqueles gigantes que estão hospedados no mesmo hotel. Ele me levaria pro quarto escuro, me jogaria de barriga pra cima na cama e subiria em cima de mim, mas ao contrário, montando um 69 invertido onde eu fico totalmente indefesa. Ele seguraria minhas pernas com as mãos pesadas, abrindo elas de par em par contra meus próprios ombros, deixando minha buceta nova exposta e pulsando no ar, enquanto ele foca só em arrebentar minha garganta. Se eu fosse mulher, ficaria louca sentindo o peso do corpo dele no meu e a falta de ar enquanto ele enfia a pica até o fundo, me obrigando a engolir cada centímetro da virilidade dele. Ele não me deixaria fechar as pernas, me manteria ali, aberta e humilhada, servindo de brinquedo duplo enquanto ele curte ver meus olhos revirarem com os engasgos. Eu faria isso porque sou fascinada pela entrega total, sentir que não tenho controle sobre meus próprios movimentos e que meu único trabalho em Bariloche é ser o receptáculo de um desconhecido que nem sabe meu nome. Eu curtiria esse sufoco constante, sabendo que enquanto ele usa minha boca com gana, o resto do meu corpo tá ali, dado de bandeja e à mercê dele, esperando o momento em que ele decida descer e terminar de me destruir. Me deixaria tratar como objeto de prazer absoluto dele, grata por um cara com um corpanzil desses ter me escolhido pra me usar de bidê humano no meio da viagem.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do rolê com um cara de outra universidade, um mano que me triplica na força e que me pegou de olho desde que entrei no camarote. Ele me levaria pro quarto dele, me jogaria na cama com uma violência que me deixaria sem ar e mandaria eu ficar de quatro, com a bunda bem alta, apontando pro teto como a putinha que sou. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo ele se ajeitar atrás de mim e, sem me dar nem um segundo pra respirar, se jogaria com todo o peso dele em cima, me usando de colchão enquanto enfia a pica dele o mais fundo que consegue. Sentiria os ossos dele batendo nos meus e o peitão largo dele me esmagando contra o colchão, me deixando totalmente imobilizada debaixo do corpo de homem de verdade dele. Faria isso porque sou fascinada pela humilhação de ser esmagada, de sentir que não tenho saída e que meu novo corpo de gostosa foi feito pra aguentar todo o peso do desejo sujo dele. Ficaria ali, com a cara enfiada no travesseiro e os olhos vidrados, curtindo como cada estocada enterra mais a pica dele nas minhas entranhas enquanto ele me segura pelas cadeiras com raiva. Curtiria saber que pra esse desconhecido de Bariloche eu não passo de um buraco pra ele se aliviar, uma mina que se deixa arrebentar só pra sentir que um cara com poder tá tomando conta de mim. Me deixaria tratar como o brinquedo de carne dele, grata por ele me usar com essa brutalidade, aceitando que meu único propósito nessa viagem é ser o depósito onde ele descarrega toda a fúria dele.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com um cara de outra universidade, um sujeito que não conheço de nada, mas que me marcou desde que cruzamos olhares na pista. Ele me tiraria pela saída de emergência, me levaria contra a parede de um beco escuro atrás do hotel e me obrigaria a ficar de costas, totalmente nua e suada pelo calor da dança. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo ele me agarrar pelo cabelo com uma mão pesada, puxando minha cabeça para trás para que eu virasse e visse com meus próprios olhos como minha bunda engole o pauzão gigante dele de uma só estocada. Ficaria hipnotizada olhando aquele movimento sujo, vendo minha pele esticar e meu cu desaparecer sob a pressão dele, enquanto o frio do cimento no meu peito contrasta com o fogo que ele mete por trás. Faria isso porque me fascina a humilhação de ser a gostosinha que acabou esmagada contra um muro por um desconhecido que me usa com maldade, quebrando meu orgulho com pancadas secas. Me deixaria destruir ali mesmo, com o suor colando o cabelo no meu rosto e o barulho da noite de Bariloche ao fundo, aceitando que meu novo corpo é só um brinquedo para os homens de verdade descarregarem a raiva deles. Aproveitaria para me sentir pequena, usada e totalmente aberta, grata por um cara que nem sabe meu nome ter me escolhido para deixar minha buca arrebentada e me reivindicar como a puta de rua da noite.
Assim eu ficaria maluca se aquela pílula me transformasse na garota mais oferecida da viagem de formatura. Eu me trancaria no banheiro da balada, longe das minhas amigas e dos coordenadores, só pra desbloquear o celular e ver de novo aquela foto que o negão me mandou no WhatsApp. Ficaria lá, encostada nos azulejos frios, com o coração a mil, dando zoom em cada detalhe do corpo nu dele e naquela pica gigante que parece que não vai caber em lugar nenhum. Se eu fosse mulher, sentiria um nó na garganta e um calor descendo direto pra minha buceta nova. Morderia o lábio inferior com força, engolindo saliva com dificuldade, imaginando como seria sentir tudo aquilo batendo no fundo do meu útero. Faria isso porque me excita me sentir pequena, uma menina frágil diante de um cara que pode me quebrar toda em dois segundos. Ver aquela foto me faria perceber que meu único propósito em Bariloche é procurá-lo, ficar de joelhos e implorar pra ele me usar como brinquedo pessoal. Ficaria olhando a tela besta, saboreando o medo e a vontade, pronta pra mandar uma localização e entregar tudo o que sou agora. Já não ligo pra viagem, só quero que aquele negão me reivindique e me deixe marcada pra sempre.
Se aquela pílula me transformasse na mina mais gostosa da viagem de formatura, esse seria meu jeito de terminar a noite no hotel de Bariloche. Depois que todo mundo apagasse na farra, eu me enfiaria na minha cama, jogaria os lençóis pro lado e ficaria de conchinha, abraçando o travesseiro no escuro. Assim eu me deixaria tratar pelas minhas próprias fantasias se fosse mulher. Tiraria o dildo mais grosso que achei no sex shop antes de viajar, aquele escuro e cheio de veias, e começaria a enfiar devagar no meu cu, sentindo o plástico esticar minha pele nova com uma pressão que corta o fôlego. Ficaria parada ali, de lado, deixando o brinquedo reclamar o fundo enquanto fecho os olhos e esvazio a mente, apagando qualquer traço do cara que eu costumava ser. Faria isso porque me excita sentir que meu corpo agora é só um invólucro feito pra ser preenchido. Imaginar que não é um pedaço de borracha, mas a pica daquele negão que vi na balada ou a do coordenador que me tem na mira. Nesse estado de transe, sentiria minha vontade se desfazer a cada centímetro que entra, me entregando de vez à sensação de estar aberta e ocupada. Ficaria ali, respirando ofegante, deixando o prazer nublar meu juízo até não saber mais quem sou, sendo só a gatinha de Bariloche que vive pra sentir algo grande rasgando por dentro. Faria isso mil vezes pra fugir da realidade e ser, nem que por um instante, a putinha perfeita que não pensa, só sente.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher no meio da loucura de Bariloche. Depois de uma noite de balada, terminaria no quarto dos fundos com o cara mais dominante da viagem, aquele que não pede permissão pra nada. Ele me forçaria a ficar de joelhos no tapete sujo do hotel, me segurando pelo cabelo pra eu não conseguir baixar o olhar nem um segundo. Se eu fosse mulher, abriria a boca o mais largo que pudesse, como uma putinha que sabe exatamente pra que nasceu, enquanto sinto ele lavar minha cara toda com a porra grossa e quente dele. Eu ficaria ali parada, com os olhos vidrados de esforço e a cara toda escorrendo, deixando o sêmen entrar na minha boca e sujar até meu pescoço. Faria isso porque adoro a humilhação de ser o depósito de um cara que me trata como um objeto, sentindo o cheiro de sexo na minha pele enquanto ele ri de como eu pareço uma vadia toda arruinada e submissa. Ficaria de joelhos, saboreando minha entrega total, sendo a cachorra da noite que todos os caras do hotel sonham em usar e descartar.
Assim eu deixaria me tratar se fosse mulher na viagem de formatura e escapasse pro subsolo do hotel com o segurança que vem me secando desde que desci do ônibus. Me esmagaria contra a parede fria de concreto, sem rodeios, e me obrigaria a levantar o vestido até o pescoço. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo como as mãos enormes dele puxam minha calcinha de renda até os tornozelos, deixando minhas pernas presas e a bunda no ar, totalmente exposta na escuridão. Ele enfiaria o pauzão dele de uma só vez, seco e bruto, fazendo eu bater a testa no cimento enquanto o eco das palmadas na bunda ressoa pelo corredor inteiro. Faria isso porque me fascina a sensação de ser um objeto descartável pra um cara assim, alguém que me dobra de tamanho e me usa com um desprezo que me queima por dentro. Ficaria ali, pendurada nos ombros dele, sentindo como ele me arrebenta toda contra a parede enquanto meus pés mal tocam o chão. Me deixaria tratar como a putinha da viagem, a que nem precisa tirar os sapatos pra um negão de verdade me reivindicar como a vagabunda pessoal dele naquela noite. Faria isso mil vezes só pra sentir que meu corpo novo não é meu, mas de qualquer um que tenha força pra me encostar na parede e gozar dentro de mim.
Assim que eu me deixaria tratar se fosse a garota mais detonada da viagem de formatura depois que o **pai acompanhante** mais parrudo do grupo me pegasse no hotel. Depois de uma hora me comendo sem dó, eu ficaria assim: de barriga pra cima na cama bagunçada, toda entregue e sem forças nem pra fechar as pernas. Estaria lá, ofegante, com o peito subindo e descendo pra caralho, segurando meus joelhos com as mãos trêmulas pra me manter escancarada. Se eu fosse mulher, ficaria olhando pro teto com os olhos vidrados, sentindo o calor daquele leite grosso todo que ele deixou dentro de mim e que agora começa a vazar, escorrendo pelas minhas nádegas e sujando os lençóis brancos do hotel. Eu faria isso porque me enlouquece a humilhação de ser a "mocinha cuidada" da viagem que acaba sendo a latrina de porra do cara que supostamente tinha que me vigiar. Eu adoraria sentir como minha buceta nova, toda vermelha e pulsando pelo castigo, não consegue segurar tanta quantidade dele e vai cuspindo devagar. Eu ficaria lá, saboreando o cansaço e o cheiro de sexo, orgulhosa de um homem mais velho ter me usado com tanta raiva, me deixando vazia de dignidade mas cheia da marca dele. Eu seria a puta oficial do andar, a que todo mundo sabe que terminou a noite com as pernas pro alto e o corpo inundado pelo responsável por nos cuidar.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher no meio da bagunça de Bariloche, aproveitando a zona do hotel pra me enfiar no quarto do **valentão da minha turma** enquanto todo mundo tá na farra. Eu me ajoelharia na beira da cama, bem oferecida, enquanto ele se senta confortável pra eu fazer o serviço mais sujo da vida dele. Se eu fosse mulher, me entregaria com uma raiva foda, enfiando a pica dele até o fundo da garganta, mas sem perder aquela faísca de rebelde que ainda tenho. Enquanto chupo ele com tudo, levantaria a mão e mostraria o dedo do meio, o **fuck you** mais cínico da noite, como quem diz que, mesmo me tendo submissa e humilhada, continuo sendo a gostosa que enlouquece ele. Faria isso porque adoro esse jogo de poder: ser a escrava oral dele, mas tirar onda com a cara dele, provocando pra ele me puxar mais forte pelo cabelo e me castigar pela minha ousadia. Adoraria sentir como ele fica mais tesudo ao ver meu gesto, transformando a raiva dele em estocadas na minha boca que me deixam sem ar. Faria isso pra ele entender que, mesmo me usando como um lixo pros desejos dele, eu tenho o controle do prazer dele. Ficaria ali, ajoelhada e desafiadora, sendo a puta que odeia e deseja ele ao mesmo tempo, curtindo a humilhação de estar aos pés dele enquanto desrespeito ele com um dedo e um olhar que convida ele a me destruir.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com o pai acompanhante da outra turma, um cara grandão que tá de olho em mim desde que subimos no ônibus. Ele me levaria pro quarto dele, me obrigaria a ficar de quatro bem na frente do espelho do guarda-roupa e arrebentaria minha buceta com uma maldade que me faria ver estrelas. Se fosse mulher, eu ficaria ali parada depois que ele terminasse, com os joelhos tremendo no carpete, enquanto sinto ele abrir minhas nádegas com as mãos pesadas pra me obrigar a olhar meu próprio reflexo. Ele me faria ver como o esperma grosso e quente dele começa a escorrer da minha bunda dilatada e arrombada, escorrendo pelas minhas coxas enquanto meu cu tenta se fechar sem sucesso. Eu faria isso porque me fascina a humilhação de ver no que me transformei: a menina bonitinha da viagem que agora é só um recipiente pra um homem mais velho se esvaziar. Eu ficaria hipnotizada olhando meu próprio corpo expelir a porra dele, sentindo a queimação e a sujeira de ter sido reivindicada da forma mais brutal. Eu curtiria saber que, enquanto minhas amigas dormem, eu tô no quarto de um desconhecido, com o cu aberto e sujo, aceitando que esse é meu lugar e meu único propósito em Bariloche. Eu me deixaria tratar como o bidê pessoal dele, grata por cada gota que ele deixou dentro de mim antes de me mandar pro corredor como a puta que eu sou.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse da excursão noturna com o **valentão da outra turma**, o cara mais pesado e violento que vem me enchendo o saco desde que chegamos em Bariloche. Ele me levaria pro fundo da mata, longe das luzes do hotel e dos gritos dos meus colegas, onde o frio da neve me gelaria os ossos enquanto ele me empurra contra um pinheiro cheio de geada. Sem me dizer uma palavra doce, me pegaria pelas tranças com uma força bruta, me obrigando a ajoelhar na terra úmida e nas folhas secas. Se eu fosse mulher, ficaria ali, tremendo de medo e de tesão, enquanto vejo ele abaixar o zíper e tirar aquela pica enorme e quente que fumega no ar gelado da noite. Ele me agarraria firme pela nuca, como se eu fosse um bicho, e enfiaria até o fundo da minha garganta de uma só vez, me fazendo engasgar e lacrimejar os olhos. Me obrigaria a engolir ela inteira, uma e outra vez, batendo no meu céu da boca com raiva enquanto me lembra com voz rouca que sou a garota mais puta de toda a viagem de formatura. Ele faria isso porque eu adoro a humilhação de estar no meio da natureza, sumida pro resto do mundo, servindo como um simples pedaço de carne pro cara que mais me despreza. Eu engoliria cada centímetro com devoção, sentindo o ar faltar e como minha nova identidade de mulher se resume a isso: estar ajoelhada na lama, com a garganta aberta e entregue, aceitando que meu único propósito nessa floresta é que o dono da escola descarregue toda a raiva e o gozo dele dentro de mim. Me deixaria usar até cansar, grata por ele me usar como lixeira pessoal antes de me deixar largada ali, sozinha e marcada, voltando pro hotel com o gosto da entrega dele ainda na minha boca.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e me pegasse o **pai acompanhante** da outra divisão, um cara enorme que vem de olho na minha bunda desde que descemos do micro em Bariloche. Ele me levaria pro quarto dele depois do baile, me jogaria na cama e me forçaria a ficar de bruços, esmagada contra o colchão frio. Se eu fosse mulher, ficaria louca sentindo ele subir em cima de mim, usando todo o peso de homem grande pra me imobilizar. Ele me agarraria pelas tranças ou pelo cabelo com uma força bruta, puxando minha cabeça pra trás até meu pescoço ficar arqueado e meus olhos olharem pro teto sem entender nada. Nessa posição, ele enfiaria o pauzão dele de uma só vez, enterrando até o fundo do útero, me fazendo sentir que me parte ao meio enquanto eu sufoco contra o travesseiro. Ele faria isso porque eu adoro a humilhação de ser a "mocinha" da viagem que acaba sendo dominada por um cara que poderia ser meu pai. Eu me deixaria usar como um pedaço de carne, curtindo como ele me sacode pelo cabelo a cada estocada, lembrando a cada golpe que nessa viagem meu único título é o de putinha particular dele. Eu ficaria ali, entregue à dor e ao prazer sujo de Bariloche, aceitando que meu novo corpo só existe pra caras como ele me reivindicarem, me dominarem e deixarem meu cu bem marcado antes de me mandar de volta pro meu quarto toda quebrada e despenteada.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e o **pai acompanhante** da outra divisão, aquele cara grandalhão que não tira os olhos de mim desde que saímos de Buenos Aires, me enganchasse sozinho no corredor do hotel. Eu entraria no quarto dele com um aceno, fecharia a porta com tranca e ele mandaria eu me ajoelhar bem ali, no meio das pernas dele, enquanto ele desabotoa o cinto com uma calma que me daria arrepios. Se eu fosse mulher, ficaria lá embaixo, sentindo o cheiro de homem e uísque, enquanto ele tira o celular e começa a me gravar em close. Ele me obrigaria a abrir bem a boca, a saborear cada centímetro daquela pica grossa e cheia de veias, enquanto mexe a câmera pra captar como meus olhos ficam vidrados e como meus lábios esticam até o limite. Ele me pegaria pelo cabelo pra marcar o ritmo, me dando ânsias que ele gravaria em vídeo pra depois mostrar pros outros pais no bar. Ele faria isso porque me enlouquece a humilhação de ser a "menina exemplar" do grupo que, na escuridão de um quarto alheio, vira o brinquedo filmável de um cara que tem o dobro da minha idade. Eu adoraria saber que aquele vídeo vai ficar no celular dele como prova do quanto eu gosto de me engasgar, de como minha nova garganta de mulher foi feita pra receber e limpar os donos da viagem. Eu me deixaria tratar como depósito de baba e prazer, curtindo cada segundo em que a lente dele captura minha degradação, aceitando que em Bariloche minha única função é ficar de joelhos, com a boca ocupada e a dignidade no chão, servindo o homem que paga as contas.
Assim eu deixaria me tratar se fosse mulher e me enganchasse o **pai acompanhante** da outra divisão, aquele cara grande e robusto que fica de olho nas minhas tetas desde que descemos do busão em Bariloche. Ele me levaria pro quarto dele depois que a música parasse na balada, me jogaria na cama com um empurrão e me obrigaria a ficar de bruços, afundando minha cara no edredom frio do hotel. Se eu fosse mulher, me desesperaria pra agarrar os lençóis com toda minha força, apertando os punhos até doer os nós dos dedos, enquanto sinto esse homem mais velho abrir minhas nádegas com as mãos pesadas dele e enfiar a pica no meu cu de uma só vez, seca. Ele me arrebentaria com uma raiva do caralho, me fazendo gemer contra o travesseiro enquanto o peso do corpo dele me esmaga contra o colchão. O mais foda viria no final: quando ele terminasse de gozar dentro de mim, me agarraria firme pelas nádegas e as esticaria pra fora com força, me mantendo aberta enquanto tira a pica devagar. Ele me obrigaria a sentir o vazio e o frio do ar entrando no meu cu dilatado, que ficaria totalmente exposto e aberto à vontade dele. Eu ficaria lá, quieta e humilhada, sentindo meu esfíncter tentando se fechar e se abrir pelo trauma da penetração, deixando o esperma quente dele começar a escorrer pelas minhas coxas nos lençóis brancos do hotel.
Faria isso porque me fascina a degradação de ser a menina bonitinha da viagem que acabou virando brinquedo de um pai acompanhante, um cara que poderia ser meu pai e que me usa como se eu fosse um pano velho. Eu ficaria olhando pro teto depois que ele me soltasse, com a bunda ardendo e o orgulho no chão, agradecida por um homem de verdade ter me deixado marcada e aberta antes de me mandar de volta pro meu quarto escondida das minhas amigas.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com um cara de outra faculdade, um jogador de rugby daqueles gigantes que estão hospedados no mesmo hotel. Ele me levaria pro quarto escuro, me jogaria de barriga pra cima na cama e subiria em cima de mim, mas ao contrário, montando um 69 invertido onde eu fico totalmente indefesa. Ele seguraria minhas pernas com as mãos pesadas, abrindo elas de par em par contra meus próprios ombros, deixando minha buceta nova exposta e pulsando no ar, enquanto ele foca só em arrebentar minha garganta. Se eu fosse mulher, ficaria louca sentindo o peso do corpo dele no meu e a falta de ar enquanto ele enfia a pica até o fundo, me obrigando a engolir cada centímetro da virilidade dele. Ele não me deixaria fechar as pernas, me manteria ali, aberta e humilhada, servindo de brinquedo duplo enquanto ele curte ver meus olhos revirarem com os engasgos. Eu faria isso porque sou fascinada pela entrega total, sentir que não tenho controle sobre meus próprios movimentos e que meu único trabalho em Bariloche é ser o receptáculo de um desconhecido que nem sabe meu nome. Eu curtiria esse sufoco constante, sabendo que enquanto ele usa minha boca com gana, o resto do meu corpo tá ali, dado de bandeja e à mercê dele, esperando o momento em que ele decida descer e terminar de me destruir. Me deixaria tratar como objeto de prazer absoluto dele, grata por um cara com um corpanzil desses ter me escolhido pra me usar de bidê humano no meio da viagem.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do rolê com um cara de outra universidade, um mano que me triplica na força e que me pegou de olho desde que entrei no camarote. Ele me levaria pro quarto dele, me jogaria na cama com uma violência que me deixaria sem ar e mandaria eu ficar de quatro, com a bunda bem alta, apontando pro teto como a putinha que sou. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo ele se ajeitar atrás de mim e, sem me dar nem um segundo pra respirar, se jogaria com todo o peso dele em cima, me usando de colchão enquanto enfia a pica dele o mais fundo que consegue. Sentiria os ossos dele batendo nos meus e o peitão largo dele me esmagando contra o colchão, me deixando totalmente imobilizada debaixo do corpo de homem de verdade dele. Faria isso porque sou fascinada pela humilhação de ser esmagada, de sentir que não tenho saída e que meu novo corpo de gostosa foi feito pra aguentar todo o peso do desejo sujo dele. Ficaria ali, com a cara enfiada no travesseiro e os olhos vidrados, curtindo como cada estocada enterra mais a pica dele nas minhas entranhas enquanto ele me segura pelas cadeiras com raiva. Curtiria saber que pra esse desconhecido de Bariloche eu não passo de um buraco pra ele se aliviar, uma mina que se deixa arrebentar só pra sentir que um cara com poder tá tomando conta de mim. Me deixaria tratar como o brinquedo de carne dele, grata por ele me usar com essa brutalidade, aceitando que meu único propósito nessa viagem é ser o depósito onde ele descarrega toda a fúria dele.
Assim eu me deixaria tratar se fosse mulher e fugisse do baile com um cara de outra universidade, um sujeito que não conheço de nada, mas que me marcou desde que cruzamos olhares na pista. Ele me tiraria pela saída de emergência, me levaria contra a parede de um beco escuro atrás do hotel e me obrigaria a ficar de costas, totalmente nua e suada pelo calor da dança. Se fosse mulher, ficaria louca sentindo ele me agarrar pelo cabelo com uma mão pesada, puxando minha cabeça para trás para que eu virasse e visse com meus próprios olhos como minha bunda engole o pauzão gigante dele de uma só estocada. Ficaria hipnotizada olhando aquele movimento sujo, vendo minha pele esticar e meu cu desaparecer sob a pressão dele, enquanto o frio do cimento no meu peito contrasta com o fogo que ele mete por trás. Faria isso porque me fascina a humilhação de ser a gostosinha que acabou esmagada contra um muro por um desconhecido que me usa com maldade, quebrando meu orgulho com pancadas secas. Me deixaria destruir ali mesmo, com o suor colando o cabelo no meu rosto e o barulho da noite de Bariloche ao fundo, aceitando que meu novo corpo é só um brinquedo para os homens de verdade descarregarem a raiva deles. Aproveitaria para me sentir pequena, usada e totalmente aberta, grata por um cara que nem sabe meu nome ter me escolhido para deixar minha buca arrebentada e me reivindicar como a puta de rua da noite.
2 comentários - Bariloche de gênero trocado