É assim que eu deixaria me tratarem se fosse mulher e estivesse no meio da viagem de formatura. Imagina: a gente volta do baile todos loucos de bebida, o álcool tá me deixando a mil e a bala fez meu corpo virar um convite ao pecado. Fico sozinha no quarto do hotel, totalmente pelada, e me agacho na frente do espelho grande. Minha cara tá toda melada, escorrendo porra quente que o coordenador da viagem deixou em mim cinco minutos atrás no corredor. Não consigo parar; a fome que meu novo corpo de mulher tem me obriga a enfiar os dedos na buceta, bem fundo, me tocando com um desespero que nunca senti quando era homem. Adoro ver meu reflexo assim: humilhada, suja, com o rastro de um cara que nem conhece minha cara mas que me usou como um pano de chão. Faço isso porque quero sentir que não sobrou nada da minha masculinidade, que agora sou só um buraco que se enche e uma boca que agradece. Me dedo com fúria enquanto olho meus olhos vidrados, aceitando que nessa viagem sou a putinha oficial da turma e que meu único propósito é terminar cada noite assim: banhada de porra e implorando por mais.
É assim que ele me trataria se eu fosse mulher e o coordenador mais chato da empresa de viagens me pegasse. Aquele cara que tem o dobro do meu tamanho e manda em todo o hotel. Ele me chamou no quarto particular dele depois do jantar, "para conversar sobre minha conduta", mas nós dois sabemos pra que eu vim. Ele me obriga a me apoiar na beirada da cama, com as mãos firmes no colchão e a bunda bem levantada, apontando pro teto. Ele fica atrás, um negro enorme que não tem um pingo de delicadeza, e me enfia o pau gigante dele de uma só vez, numa investida que me faz ver estrelas. Sinto como ele me estica toda por dentro, como o peso dele me esmaga contra a cama enquanto ele me fode de pé com uma força bruta, rítmica, arrasadora. Eu deixo porque me excita me sentir minúscula, porque quero que um homem de verdade me destrua toda e me faça esquecer que um dia já usei calças. Escuto os gemidos de animal dele atrás da minha nuca e adoro saber que, enquanto meus colegas de curso estão dormindo ou jogando Play, eu estou tendo o corpo martelado na suíte principal. Sou o brinquedinho dele da semana, a putinha que ele usa pra descarregar todo o estresse da viagem, e eu mordo o lençol pra não gritar de puro prazer e dor.
É assim que eu deixaria ser tratada se fosse mulher e um desconhecido, um segurança ou um mecânico do lugar, me pegasse voltando sozinha da balada por um beco escuro perto dos galpões onde guardam os ônibus. O cara não diria uma palavra, me agarraria pelo braço e me esmagaria contra o portão de metal de uma oficina. Me obrigaria a ficar de quatro, agarrada naquelas correntes grossas e enferrujadas que fecham o lugar, usando elas pra me manter em pé enquanto ele levanta minha saia e me arromba o cu sem um pingo de pena. Se fosse mulher, me agarraria nessas correntes com toda minha força, sentindo o metal gelado nas minhas mãos enquanto o cara me dá uma enfiada atrás da outra, fazendo minha cara bater no portão de zinco. Eu adoraria o barulho das correntes batendo no metal no silêncio da noite, marcando o ritmo da minha humilhação. Deixaria porque me excita ser carne de canhão pra um estranho, ser a "vadia da rua" que um cara qualquer usa e descarta num canto sujo de Bariloche. Me deixaria foder até minhas pernas não aguentarem mais, com o cu arrombado e escorrendo a porra dele no asfalto, agradecida por ele me ter usado como se eu não valesse nada. Voltaria pro hotel andando com as meias rasgadas e o cheiro dele em mim, me sentindo a vadia mais suja e satisfeita da cidade toda.
É assim que eu me trataria se fosse mulher em plena viagem de formatura. Enquanto todos os meus colegas desceram para o restaurante jantar, eu fiquei no quarto do hotel com a desculpa de uma dor de cabeça, mas a verdade é que não aguento mais a vontade de usar meu novo corpo. Fico em frente ao espelho grande do guarda-roupa, totalmente pelada, e encosto um consolo transparente gigante no vidro. Fico de costas, abro bem as pernas e começo a cavalgar naquele troço de plástico, olhando pelo reflexo como minha bunda de mulher engole ele inteiro e se estica. Faço isso porque preciso treinar, porque sei que hoje à noite no Cerebro os monitores e os caras mais tarados vão me pegar, e quero estar bem aberta para eles. Adoro ver como o plástico transparente enche dos meus fluidos enquanto eu subo e desço com desespero. Faço isso para me lembrar que não sou mais o cara que jogava futebol; agora sou a putinha da turma que se prepara sozinha para que à noite me arrebentem como uma puta. Quero chegar na balada com o centro bem quente, sabendo que qualquer mão que tocar na minha cintura vai encontrar uma mulher que não tem limites.
É assim que eu deixaria ser tratada se fosse mulher e o coordenador da viagem me pegasse voltando da festa à fantasia. Ele me agarra no corredor escuro, me enfia no quarto de serviço e me obriga a ficar de joelhos. Nem diz "oi", já saca o pau e me puxa pelo cabelo com uma força que me faz lacrimejar. Usa minha boca como se fosse um lixo, me dando ânsia de vômito enquanto me lembra que ele manda nessa viagem. Quando sente que vai gozar, joga minha cabeça pra trás, aperta minhas bochechas e se esvazia com uma fúria impressionante em toda a minha cara. Eu fico ali, quietinha, botando a língua pra fora pra receber cada gota da porra quente, deixando que me suje os olhos, o nariz e os lábios. Faço isso porque me excita me sentir inferior, porque ser a "mascote" da equipe da agência me faz sentir a mulher mais desejada e degradada de Bariloche. Fico olhando pra cima com a cara escorrendo, agradecida que um cara assim me escolheu pra se esvaziar. Faria mil vezes só pra todo o hotel saber, mesmo que em segredo, que a menina bonita da viagem é na verdade a que limpa o pau dos donos da noite.



É assim que eu deixaria me tratarem se eu fosse mulher e o pai acompanhante do meu grupo (o pai da minha melhor amiga) me encontrasse no corredor do hotel voltando da festa de branco, toda desarrumada e com cheiro de álcool. Ele me puxa para o quarto dele "pra me dar uma lição de comportamento", mas mal fecha a porta e já me obriga a sentar em cima dele. Ele fez duas tranças bem apertadas no meu cabelo antes de começar, só pra ter de onde me puxar. Eu subo, cavalgando no pau gigante dele, mas ele não me deixa ditar o ritmo. Ele agarra minhas duas tranças com uma força bruta, puxando minha cabeça pra trás e empurrando meus quadris pra baixo com uma violência que me faz arquejar as costas. Sinto o pau dele me enterrando no cu, esticando cada fibra, enquanto ele rosna no meu ouvido que eu sou uma piriguete mimada que precisa de um homem de verdade pra botá-la no lugar. Eu deixaria porque fico louca quando um cara mais velho, um "pai responsável", me usa como a putinha particular dele na viagem. Deixaria ele puxar meu cabelo, sentindo o couro cabeludo arder enquanto meu cu se abre no meio, adorando que o cara que devia cuidar da gente seja o primeiro a me profanar. Ficaria ali, pendurada pelas minhas tranças, entregando minha inocência em troca dele encher minhas entranhas com a porra de velho tarado.

É assim que eu deixaria me tratarem se fosse mulher e estivesse na prévia do hotel, com o álcool batendo forte antes de ir pro Roket. Me trancaria no banheiro, abaixaria o sutiã do conjunto de lingerie que comprei só pra provocar e tiraria uma daquelas selfies de cortar a respiração. Pegaria meus peitos com as duas mãos, apertando bem forte pro centro pra fazer o decote explodir, e postaria a foto nos Melhores Amigos do Instagram com uma legenda bem safada: "Qual dos meus 'amigos' vai me dar a punição que mereço hoje à noite?". Faria isso porque adoro a adrenalina de saber que meus colegas de curso, aqueles que antes me tratavam como mais um cara, agora estão batendo punheta vendo meus peitos novos no celular. Deixaria ser usada pelos olhares deles, alimentando as fantasias mais sujas enquanto espero algum me encarar no baile pra me fazer de gato e sapato. Adoro ser a "amiguinha" que esquenta o grupo, a que usa o corpo pra deixar todo mundo louco de vontade de gozar nela. É meu jeito de avisar que a gostosinha da viagem tá disponível pro que tiver o pau maior e a mão mais pesada.
É assim que eu agiria se fosse mulher e tivesse a lista de "Melhores Amigos" no Instagram cheia dos caras mais gatos da turma e dos coordenadores. Depois de uma noite de balada, chegaria no quarto do hotel, me trancaria no banheiro com o vapor do chuveiro e pegaria o celular. Me gravaria um vídeo bem safado, com os olhos vidrados pela bebedeira, puxando o sutiã da fantasia de colegial até meus peitos novos pularem pra fora. Começaria a apertar um mamilo com uma mão enquanto com a outra seguro o telefone em close, mostrando como eu me toco pra eles. Postaria nos "Besties" sabendo que em cinco minutos vou ter três caras da turma e o coordenador da empresa batendo na porta do quarto. Faria isso porque me fascina que todos saibam que a "gostosa" da viagem é uma putinha que busca atenção do jeito mais barato. Me gravaria puxando a calcinha também, mostrando o fio de lubrificação que fica depois de pensar no que vão fazer comigo quando entrarem. É a adrenalina de ser a puta da viagem, a que deixa todo mundo excitado pela tela pra depois acabar em quatro em qualquer corredor escuro do hotel, recebendo o que pedi aos gritos com aquele vídeo.
É assim que eu deixaria me tratarem se fosse mulher na viagem de formatura. Tomei o remédio e agora sou a putinha que todos os caras da turma querem usar na semana das baladas. Estamos no quarto do hotel em Bariloche, com o **coordenador da viagem** me observando da cadeira enquanto o resto tá na prévia. Fiz ele me comprar o conjunto de lingerie mais minúsculo e safado na rua Mitre antes de subir. Fico de quatro em cima da cama, abrindo bem as pernas pra ele ver que não sou mais o cara de antes, e sim uma vadia com um rabo ansioso pra ser reivindicado por um homem de verdade. Balanço o quadril num ritmo lento, provocante, sentindo o frio que entra pela janela batendo na minha pele quente. Faria isso porque adoro que me olhem como um objeto, porque quero que o coordenador saiba que, enquanto as outras meninas estão se fazendo de santas, eu tô aqui pronta pra ser o brinquedinho dele da semana. Quero que ele se aproxime, agarre minha bunda com aquelas mãos grandes e me diga que sou o melhor "investimento" que a agência de viagens fez. Deixaria ele fazer de tudo comigo, contanto que me use como válvula de escape pessoal toda noite depois de voltar do *Cerebro* ou do *Byblos*.
É assim que ele me trataria se eu fosse mulher e estivesse voltando da balada totalmente bêbada e com tesão. Me ajoelho na cama na frente do **popular da turma**, aquele que sempre me zuava ou nem me notava quando eu era homem. Agora, sob a luz fraca do quarto do hotel, eu tiro o sutiã devagar, deixando meus peitos novos, firmes e rosados por causa do efeito da pílula, saltarem à vista. Adoro ver como as pupilas dele dilatam; ele não acredita que o "cara" que ele conhecia agora tenha esse corpo de mina pronta pra ser usada. Exponho meu peito com orgulho, apertando meus peitos com minhas próprias mãos pra ele ver como estou macia agora e o quanto desejo que ele os morda. Eu faria isso porque quero apagar meu passado de homem com o olhar de desejo dele, porque preciso que ele me use pra extravasar todas as vontades da viagem comigo. Quero que ele me agarre pelo cabelo, que chupe meus mamilos com fome e que me faça entender que meu único propósito em Bariloche é ser a putinha que esquenta as noites dos caras mais gostosos do grupo. Eu deixaria ele me humilhar e usar só pra sentir que sou a favorita dele, aquela que sempre tem porra na cara ao amanhecer.
É assim que eu gostaria de ser tratada e deixada se fosse mulher na última noite em Bariloche. Depois do cara mais grosso do curso me pegar na cama do quarto dele e me dar uma surra anal que me fez ver estrelas, fico ali, de quatro, sem conseguir me mexer de tanta dor gostosa que sinto. Minha bunda está exposta, totalmente arrebentada e vermelha pela força que ele usou, e sinto claramente como a porra quente dele começa a transbordar e escorrer pelas minhas nádegas. Meu cu, ainda dilatado pelo pau gigante dele, abre e fecha sozinho, como se estivesse respirando, expelindo mais e mais gozo a cada espasmo. Faço isso porque quero que ele me deixe marcada, porque quero sentir que ele me arrebentou de vez pra eu nunca esquecer quem foi que me estreiou como mulher nessa viagem. Fico ali, oferecendo meu buraco destruído pra ele ver, curtindo a humilhação de estar banhada nas vontades dele enquanto os outros caras gritam no corredor. Sou o depósito de porra dele na viagem de formatura e não há nada que eu goste mais do que sentir minha bunda arruinada por causa dele.
É assim que você me trataria se eu fosse mulher depois de uma noite descontrolada na balada Grisú. Voltamos pro hotel todos bêbados e eu entro na cama do cara que sempre foi meu "melhor amigo" quando eu era homem. Ele se joga de costas, entregue, e eu fico de quatro, com a bunda bem empinada e as pernas abertas pra qualquer um que passar pelo corredor ver o que eu sou. Começo a chupar o pau dele com um desespero de puta, engolindo ele inteiro até a base, enquanto levanto o olho pra ver a cara de prazer dele. Me fascina ver como aquele que antes me tratava como um irmão, agora me olha como sua putinha pessoal, apertando meu cabelo e enfiando minha cabeça entre as pernas dele. Faço isso porque me dá tesão sentir que minha boca é o brinquedo favorito dele na viagem, porque quero que ele goze na minha garganta e saiba que seu "amiguinho" virou a melhor chupadora de toda Bariloche. Não tô nem aí pro nojo, não tô nem aí pra honra; só quero que ele goze enquanto eu deixo o pau dele impecável antes de amanhecer no Nahuel Huapi.
É assim que eu gostaria de ser tratada e usada se fosse mulher numa viagem de formatura. Tomei a pílula e agora tenho esse corpo de puta que não para de pedir por carne. É a terceira noite em Bariloche, todo mundo tá na prévia no corredor, mas eu me tranquei no quarto com os brinquedos que comprei escondida. Começo a cavalgar um consolo grosso e venoso pelo cu, sentindo como ele me estica e me arromba enquanto rebolo desesperada. Ao mesmo tempo, enfio outro na minha buceta nova, socando com fúria, empurrando os dois juntos até sentir falta de ar. Faço isso porque quero estar bem dilatada e pronta para quando os caras do grupo voltarem da balada bêbados e com vontade de descarregar. Quero que meu corpo aprenda a receber todo tipo de grossura, que meu cu se acostume a ficar aberto e minha buceta a ficar sempre encharcada. Me uso dessa forma porque em Bariloche não quero ser uma santinha, quero ser a puta treinada que aguenta duas picas ao mesmo tempo sem reclamar, curtindo a humilhação de ser um objeto de prazer duplo.
É assim que ele me trataria se eu fosse mulher e o coordenador mais chato da empresa de viagens me pegasse. Aquele cara que tem o dobro do meu tamanho e manda em todo o hotel. Ele me chamou no quarto particular dele depois do jantar, "para conversar sobre minha conduta", mas nós dois sabemos pra que eu vim. Ele me obriga a me apoiar na beirada da cama, com as mãos firmes no colchão e a bunda bem levantada, apontando pro teto. Ele fica atrás, um negro enorme que não tem um pingo de delicadeza, e me enfia o pau gigante dele de uma só vez, numa investida que me faz ver estrelas. Sinto como ele me estica toda por dentro, como o peso dele me esmaga contra a cama enquanto ele me fode de pé com uma força bruta, rítmica, arrasadora. Eu deixo porque me excita me sentir minúscula, porque quero que um homem de verdade me destrua toda e me faça esquecer que um dia já usei calças. Escuto os gemidos de animal dele atrás da minha nuca e adoro saber que, enquanto meus colegas de curso estão dormindo ou jogando Play, eu estou tendo o corpo martelado na suíte principal. Sou o brinquedinho dele da semana, a putinha que ele usa pra descarregar todo o estresse da viagem, e eu mordo o lençol pra não gritar de puro prazer e dor.
É assim que eu deixaria ser tratada se fosse mulher e um desconhecido, um segurança ou um mecânico do lugar, me pegasse voltando sozinha da balada por um beco escuro perto dos galpões onde guardam os ônibus. O cara não diria uma palavra, me agarraria pelo braço e me esmagaria contra o portão de metal de uma oficina. Me obrigaria a ficar de quatro, agarrada naquelas correntes grossas e enferrujadas que fecham o lugar, usando elas pra me manter em pé enquanto ele levanta minha saia e me arromba o cu sem um pingo de pena. Se fosse mulher, me agarraria nessas correntes com toda minha força, sentindo o metal gelado nas minhas mãos enquanto o cara me dá uma enfiada atrás da outra, fazendo minha cara bater no portão de zinco. Eu adoraria o barulho das correntes batendo no metal no silêncio da noite, marcando o ritmo da minha humilhação. Deixaria porque me excita ser carne de canhão pra um estranho, ser a "vadia da rua" que um cara qualquer usa e descarta num canto sujo de Bariloche. Me deixaria foder até minhas pernas não aguentarem mais, com o cu arrombado e escorrendo a porra dele no asfalto, agradecida por ele me ter usado como se eu não valesse nada. Voltaria pro hotel andando com as meias rasgadas e o cheiro dele em mim, me sentindo a vadia mais suja e satisfeita da cidade toda.
É assim que eu me trataria se fosse mulher em plena viagem de formatura. Enquanto todos os meus colegas desceram para o restaurante jantar, eu fiquei no quarto do hotel com a desculpa de uma dor de cabeça, mas a verdade é que não aguento mais a vontade de usar meu novo corpo. Fico em frente ao espelho grande do guarda-roupa, totalmente pelada, e encosto um consolo transparente gigante no vidro. Fico de costas, abro bem as pernas e começo a cavalgar naquele troço de plástico, olhando pelo reflexo como minha bunda de mulher engole ele inteiro e se estica. Faço isso porque preciso treinar, porque sei que hoje à noite no Cerebro os monitores e os caras mais tarados vão me pegar, e quero estar bem aberta para eles. Adoro ver como o plástico transparente enche dos meus fluidos enquanto eu subo e desço com desespero. Faço isso para me lembrar que não sou mais o cara que jogava futebol; agora sou a putinha da turma que se prepara sozinha para que à noite me arrebentem como uma puta. Quero chegar na balada com o centro bem quente, sabendo que qualquer mão que tocar na minha cintura vai encontrar uma mulher que não tem limites.
É assim que eu deixaria ser tratada se fosse mulher e o coordenador da viagem me pegasse voltando da festa à fantasia. Ele me agarra no corredor escuro, me enfia no quarto de serviço e me obriga a ficar de joelhos. Nem diz "oi", já saca o pau e me puxa pelo cabelo com uma força que me faz lacrimejar. Usa minha boca como se fosse um lixo, me dando ânsia de vômito enquanto me lembra que ele manda nessa viagem. Quando sente que vai gozar, joga minha cabeça pra trás, aperta minhas bochechas e se esvazia com uma fúria impressionante em toda a minha cara. Eu fico ali, quietinha, botando a língua pra fora pra receber cada gota da porra quente, deixando que me suje os olhos, o nariz e os lábios. Faço isso porque me excita me sentir inferior, porque ser a "mascote" da equipe da agência me faz sentir a mulher mais desejada e degradada de Bariloche. Fico olhando pra cima com a cara escorrendo, agradecida que um cara assim me escolheu pra se esvaziar. Faria mil vezes só pra todo o hotel saber, mesmo que em segredo, que a menina bonita da viagem é na verdade a que limpa o pau dos donos da noite.



É assim que eu deixaria me tratarem se eu fosse mulher e o pai acompanhante do meu grupo (o pai da minha melhor amiga) me encontrasse no corredor do hotel voltando da festa de branco, toda desarrumada e com cheiro de álcool. Ele me puxa para o quarto dele "pra me dar uma lição de comportamento", mas mal fecha a porta e já me obriga a sentar em cima dele. Ele fez duas tranças bem apertadas no meu cabelo antes de começar, só pra ter de onde me puxar. Eu subo, cavalgando no pau gigante dele, mas ele não me deixa ditar o ritmo. Ele agarra minhas duas tranças com uma força bruta, puxando minha cabeça pra trás e empurrando meus quadris pra baixo com uma violência que me faz arquejar as costas. Sinto o pau dele me enterrando no cu, esticando cada fibra, enquanto ele rosna no meu ouvido que eu sou uma piriguete mimada que precisa de um homem de verdade pra botá-la no lugar. Eu deixaria porque fico louca quando um cara mais velho, um "pai responsável", me usa como a putinha particular dele na viagem. Deixaria ele puxar meu cabelo, sentindo o couro cabeludo arder enquanto meu cu se abre no meio, adorando que o cara que devia cuidar da gente seja o primeiro a me profanar. Ficaria ali, pendurada pelas minhas tranças, entregando minha inocência em troca dele encher minhas entranhas com a porra de velho tarado.

É assim que eu deixaria me tratarem se fosse mulher e estivesse na prévia do hotel, com o álcool batendo forte antes de ir pro Roket. Me trancaria no banheiro, abaixaria o sutiã do conjunto de lingerie que comprei só pra provocar e tiraria uma daquelas selfies de cortar a respiração. Pegaria meus peitos com as duas mãos, apertando bem forte pro centro pra fazer o decote explodir, e postaria a foto nos Melhores Amigos do Instagram com uma legenda bem safada: "Qual dos meus 'amigos' vai me dar a punição que mereço hoje à noite?". Faria isso porque adoro a adrenalina de saber que meus colegas de curso, aqueles que antes me tratavam como mais um cara, agora estão batendo punheta vendo meus peitos novos no celular. Deixaria ser usada pelos olhares deles, alimentando as fantasias mais sujas enquanto espero algum me encarar no baile pra me fazer de gato e sapato. Adoro ser a "amiguinha" que esquenta o grupo, a que usa o corpo pra deixar todo mundo louco de vontade de gozar nela. É meu jeito de avisar que a gostosinha da viagem tá disponível pro que tiver o pau maior e a mão mais pesada.
É assim que eu agiria se fosse mulher e tivesse a lista de "Melhores Amigos" no Instagram cheia dos caras mais gatos da turma e dos coordenadores. Depois de uma noite de balada, chegaria no quarto do hotel, me trancaria no banheiro com o vapor do chuveiro e pegaria o celular. Me gravaria um vídeo bem safado, com os olhos vidrados pela bebedeira, puxando o sutiã da fantasia de colegial até meus peitos novos pularem pra fora. Começaria a apertar um mamilo com uma mão enquanto com a outra seguro o telefone em close, mostrando como eu me toco pra eles. Postaria nos "Besties" sabendo que em cinco minutos vou ter três caras da turma e o coordenador da empresa batendo na porta do quarto. Faria isso porque me fascina que todos saibam que a "gostosa" da viagem é uma putinha que busca atenção do jeito mais barato. Me gravaria puxando a calcinha também, mostrando o fio de lubrificação que fica depois de pensar no que vão fazer comigo quando entrarem. É a adrenalina de ser a puta da viagem, a que deixa todo mundo excitado pela tela pra depois acabar em quatro em qualquer corredor escuro do hotel, recebendo o que pedi aos gritos com aquele vídeo.
É assim que eu deixaria me tratarem se fosse mulher na viagem de formatura. Tomei o remédio e agora sou a putinha que todos os caras da turma querem usar na semana das baladas. Estamos no quarto do hotel em Bariloche, com o **coordenador da viagem** me observando da cadeira enquanto o resto tá na prévia. Fiz ele me comprar o conjunto de lingerie mais minúsculo e safado na rua Mitre antes de subir. Fico de quatro em cima da cama, abrindo bem as pernas pra ele ver que não sou mais o cara de antes, e sim uma vadia com um rabo ansioso pra ser reivindicado por um homem de verdade. Balanço o quadril num ritmo lento, provocante, sentindo o frio que entra pela janela batendo na minha pele quente. Faria isso porque adoro que me olhem como um objeto, porque quero que o coordenador saiba que, enquanto as outras meninas estão se fazendo de santas, eu tô aqui pronta pra ser o brinquedinho dele da semana. Quero que ele se aproxime, agarre minha bunda com aquelas mãos grandes e me diga que sou o melhor "investimento" que a agência de viagens fez. Deixaria ele fazer de tudo comigo, contanto que me use como válvula de escape pessoal toda noite depois de voltar do *Cerebro* ou do *Byblos*.
É assim que ele me trataria se eu fosse mulher e estivesse voltando da balada totalmente bêbada e com tesão. Me ajoelho na cama na frente do **popular da turma**, aquele que sempre me zuava ou nem me notava quando eu era homem. Agora, sob a luz fraca do quarto do hotel, eu tiro o sutiã devagar, deixando meus peitos novos, firmes e rosados por causa do efeito da pílula, saltarem à vista. Adoro ver como as pupilas dele dilatam; ele não acredita que o "cara" que ele conhecia agora tenha esse corpo de mina pronta pra ser usada. Exponho meu peito com orgulho, apertando meus peitos com minhas próprias mãos pra ele ver como estou macia agora e o quanto desejo que ele os morda. Eu faria isso porque quero apagar meu passado de homem com o olhar de desejo dele, porque preciso que ele me use pra extravasar todas as vontades da viagem comigo. Quero que ele me agarre pelo cabelo, que chupe meus mamilos com fome e que me faça entender que meu único propósito em Bariloche é ser a putinha que esquenta as noites dos caras mais gostosos do grupo. Eu deixaria ele me humilhar e usar só pra sentir que sou a favorita dele, aquela que sempre tem porra na cara ao amanhecer.
É assim que eu gostaria de ser tratada e deixada se fosse mulher na última noite em Bariloche. Depois do cara mais grosso do curso me pegar na cama do quarto dele e me dar uma surra anal que me fez ver estrelas, fico ali, de quatro, sem conseguir me mexer de tanta dor gostosa que sinto. Minha bunda está exposta, totalmente arrebentada e vermelha pela força que ele usou, e sinto claramente como a porra quente dele começa a transbordar e escorrer pelas minhas nádegas. Meu cu, ainda dilatado pelo pau gigante dele, abre e fecha sozinho, como se estivesse respirando, expelindo mais e mais gozo a cada espasmo. Faço isso porque quero que ele me deixe marcada, porque quero sentir que ele me arrebentou de vez pra eu nunca esquecer quem foi que me estreiou como mulher nessa viagem. Fico ali, oferecendo meu buraco destruído pra ele ver, curtindo a humilhação de estar banhada nas vontades dele enquanto os outros caras gritam no corredor. Sou o depósito de porra dele na viagem de formatura e não há nada que eu goste mais do que sentir minha bunda arruinada por causa dele.
É assim que você me trataria se eu fosse mulher depois de uma noite descontrolada na balada Grisú. Voltamos pro hotel todos bêbados e eu entro na cama do cara que sempre foi meu "melhor amigo" quando eu era homem. Ele se joga de costas, entregue, e eu fico de quatro, com a bunda bem empinada e as pernas abertas pra qualquer um que passar pelo corredor ver o que eu sou. Começo a chupar o pau dele com um desespero de puta, engolindo ele inteiro até a base, enquanto levanto o olho pra ver a cara de prazer dele. Me fascina ver como aquele que antes me tratava como um irmão, agora me olha como sua putinha pessoal, apertando meu cabelo e enfiando minha cabeça entre as pernas dele. Faço isso porque me dá tesão sentir que minha boca é o brinquedo favorito dele na viagem, porque quero que ele goze na minha garganta e saiba que seu "amiguinho" virou a melhor chupadora de toda Bariloche. Não tô nem aí pro nojo, não tô nem aí pra honra; só quero que ele goze enquanto eu deixo o pau dele impecável antes de amanhecer no Nahuel Huapi.
É assim que eu gostaria de ser tratada e usada se fosse mulher numa viagem de formatura. Tomei a pílula e agora tenho esse corpo de puta que não para de pedir por carne. É a terceira noite em Bariloche, todo mundo tá na prévia no corredor, mas eu me tranquei no quarto com os brinquedos que comprei escondida. Começo a cavalgar um consolo grosso e venoso pelo cu, sentindo como ele me estica e me arromba enquanto rebolo desesperada. Ao mesmo tempo, enfio outro na minha buceta nova, socando com fúria, empurrando os dois juntos até sentir falta de ar. Faço isso porque quero estar bem dilatada e pronta para quando os caras do grupo voltarem da balada bêbados e com vontade de descarregar. Quero que meu corpo aprenda a receber todo tipo de grossura, que meu cu se acostume a ficar aberto e minha buceta a ficar sempre encharcada. Me uso dessa forma porque em Bariloche não quero ser uma santinha, quero ser a puta treinada que aguenta duas picas ao mesmo tempo sem reclamar, curtindo a humilhação de ser um objeto de prazer duplo.
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