De Camilo pra Camila: De Zé Ninguém a Colegialinha Gostosa

Eu era o "esquisitão" da faculdade. Sempre com meus livros, tentando ser invisível pra que o Alejandro não me visse. Tinha 1,75m, era magro e pálido. Um desperdício de espaço, segundo ele. Mas agora... me olho e não me reconheço. Meu quadril alargou e brotaram uns peitões com bicos que ardem. Minha pele é de seda e minha voz é um gemido agudo. Minha mentalidade mudou: não sou mais o estranho, sou uma putinha que precisa do seu Dono.De Camilo A Camila: De Marginado A Colegiala Puta Del BullyA sala estava em silêncio. Minha voz tremia mais do que eu queria admitir.
— Já tô cansado... Alejandro... tô cansado das suas piadas e de você sempre me encher o saco — falei, tentando soar confiante.
— Sério, Camilo? E o que você vai fazer? Chorar? — ele respondeu com aquela arrogância do caralho.
— Quero fazer um trato... Qualquer coisa pra você me deixar em paz.

Ele sorriu de um jeito que gelou meu sangue. Me chamou no apartamento dele às 22:00. Fui por desespero. Quando cheguei, ele me entregou uma sacola de sexshop.
— Primeiro quero que você vista o que tem dentro da sacola — ordenou.
— Cê tá louco? Não vou vestir isso — falei ao ver a fantasia de colegial.
— Olha, Camilo, você tem duas opções... Veste o que tá dentro da sacola ou vai embora e eu te fodo a vida.
— É... é uma humilhação... — sussurrei, mas aceitei —. Posso ir no seu banheiro... Por favor?

Me tranquei. Ao vestir a fantasia, senti um calor estranho. Meu corpo começou a estalar e a mudar. Meus ombros encolheram, minha pele virou seda e, de repente, senti o peso de dois peitos grandes e firmes. Minha virilha doeu até meu pau desaparecer, deixando uma cavidade sensível e molhada. Saí do banheiro sendo *Camila*. Alejandro me olhou com um sorriso de predador.

— O que aconteceu... Alejandro, o que você fez comigo? — perguntei com uma voz aguda que não era minha.
— O que eu fiz? Nada, só tirei sua verdadeira natureza. Olha pra você, Camilo, ou melhor, Camila.
— Não... não pode ser! Eu tenho peitos, minha bunda cresceu e meu pau... meu pau virou uma buceta — falei me tocando, sentindo meus olhos brilharem de um jeito que me assustava.
— A... ale... — gaguejei excitada.
— Me chama de dono — ordenou se aproximando.
— Dono... — sussurrei. A mão dele apertou minha nova cintura e soltei um gemido que me envergonhou —. Qual é a segunda coisa... que você queria pra me deixar em paz?
— A única coisa que quero é que você seja seu verdadeiro ser... quero que você seja minha putinha.

Não consegui evitar. Minha "putinha interior" tomou conta. O controle. Peguei ele pelo pescoço e beijei com uma desesperação que nem sabia que tinha.
— Amooo... é tão tasty... tão bom... tão natural — falei entre gemidos.
Subi as escadas mexendo minhas novas cadeiras, sentindo o olhar dele na minha bunda. Sabia que não tinha colocado a tanga. Tava pelada por baixo daquela minissaia pra ele.colegialaEntramos no quarto dele e minhas pernas tremiam, não só de medo, mas de um desejo que eu não entendia.

— Vem cá, Camila. De joelhos, agora — ordenou Alejandro, sentando na cama.
Obedeci na hora. Meus joelhos tocaram o chão e me senti tão pequena. Minha blusa estava prestes a explodir com meus novos peitos.

— Sabe o que vem agora, né? — ele me puxou pelo cabelo pra me obrigar a olhar pra ele — Vai chupar minha pica até esquecer que um dia foi homem.

— Amo... por favor... é demais... não sei se consigo — gaguejei.

— Não sei se consigo? Escuta bem, seu pedaço de puta, você aceitou o trato. Agora abre essa boca e me mostra que essa língua serve pra mais do que pedir piedade.

Engoli seco e desabotoei a calça dele. A pica dele pulou na minha cara. Era gigante.

— É... é gigante, Amo... Acho que não vai caber... — falei hipnotizada.

— Vai caber inteira porque eu tô mandando. Começa.

Comecei tímida, mas de repente uma fome voraz tomou conta de mim. Agarrei a base da pica dele e chupei com tudo que tinha. Alejandro colocou a mão na minha nuca, empurrando minha cabeça.

— MMMGH... GLUP! — eu engasgava, mas amava o gosto.

— Amo... sua pica... é tão gostosa... — falei com um fio de baba escorrendo, me sentindo a puta mais feliz do mundo.gifsAlejandro se levantou, me olhando com superioridade enquanto eu continuava de joelhos.

— Sabe o que eu quero agora, Camila... Quero arrebentar uma puta de verdade. Minha pica já tá bem lubrificada com sua baba, e acho que sua buceta virgem nova tá pedindo por um homem de verdade.
— Não, Amo! Por favor! — tentei voltar a chupar ele pra distrair —. Deixa eu continuar com a boca! Não mete em mim... você vai me partir no meio... Olha o tamanho disso e eu sou nova nisso!
— Chega de choramingo! Levanta, puta.

Ele me colocou na beira da cama, de costas.
— Vai, Camila. Você mesma vai sentar. Pega minha pica e guia ela pra dentro da sua buceta.
— Não consigo! Tô com medo... Amo, por favor...
— Faz agora ou amanhã você vira a piada da faculdade inteira! Senta na minha pica agora mesmo!

Eu guiei a ponta pra entrada rosada e desci. A dor foi como um raio, mas veio seguida de um prazer elétrico.
— AIHHH! DÓI! TÁ MUITO DENTRO! — gritei me apoiando no criado-mudo.
— Como você é apertada, puta! Olha só, você mesma tá metendo em você. É uma ninfomaníaca, Camila. Adora que o cara que te batia agora tá enchendo seu útero.
— S-sim, Amo! Dói mas é uma delícia! — comecei a pular em cima dele —. Me arrebenta! Faz eu esquecer quem eu era! Não sou mais o Camilo, sou sua puta!humilhacaoAlejandro me deu uma enfiada tão forte que eu perdi o equilíbrio.

— S-Senhor! Isso foi... alto demais! — gritei.
Ele me agarrou pela cintura e me empurrou contra a escrivaninha de madeira dele. Meu peito bateu no móvel enquanto ele continuava dentro de mim.
— AIH!! Senhor, devagar! Vou me machucar! — procurei onde me segurar.
— Devagar? Se vestiu essa fantasia é pra eu te usar como a puta que você é, Camila. Puta não pede moleza, pede pra ser preenchida.
— Não... pelo amor... é grande demais!! Senhor, para... aihh... mmmgh! — minha cabeça balançava.
— Dói ser usada na mesma escrivaninha onde ontem você fazia sua lição de nerd?
— Dói... dói pra caralho... mas não para! — supliquei, rendida.
— Grita mais alto, puta! Quem diria que o esquisito que lia livros no canto ia acabar assim?
— Aihh! Senhor, adoro quando me humilha assim! Não sou uma rabuda... aihh... sim, sou! Sou sua putinha!
— Senhor... obrigada... obrigada por me fazer sua puta... Aihh! — gritei enquanto minhas unhas arranhavam o verniz da escrivaninha.trolhas argentinasEle me levantou no ar e me sentou na mesa, empurrando-me de costas. Minhas pernas ficaram abertas, me expondo por completo.

— Amo... espera... me deixa descansar! — eu ofegava com o rosto vermelho.
— Putas não descansam, obedecem. Olha como tua nova buceta pulsa. Tá pedindo aos berros pra ser preenchida de novo.
— S-sim! Eu preciso dela! Amo, por favor, mete logo! — comecei a acariciar meus próprios peitos novos, fora de mim.
— Diz de quem você é, sua putinha.
— Eu... sou a putinha do Alejandro! Sou a colegial do meu Bully! Sou a colegial do meu Amo! Ahhh... mais forte! Me come mais forte!

A mesa rangia a cada estocada do Alejandro. Já não me importava mais com nada, só queria que ele nunca parasse de me usar.feminizacaoTava exausta, mas o Alejandro não tinha pena. Ele me agarrou pela blusa e rasgou, deixando meus peitos no ar.

— Ahhh! Amo, minha blusa! Por favor... Amo... me deixa descansar um pouco... Minha buceta tá doendo demais...
— Sua buceta tá dolorida porque é virgem, mas você ainda tem outro buraco que tá intacto.
— Não! O cu não! Eu imploro, Amo! Continua me comendo na buceta se quiser, aguento a dor... mas por trás não... vai me destruir.
— Foda-se, você escolhe, puta: ou a gente continua na sua buceta até você não conseguir andar, ou você me entrega seu cu agora mesmo.

Olhei pro pau dele escorrendo meus próprios sucos.
— Se... se eu escolher o cu... o senhor vai deixar minha buceta descansar? — perguntei com a voz trêmula.
— Só se você entregar com vontade. Começa lubrificando meu pau com a boca.
Caí de joelhos e envolvi ele com minha boca.
— Até o fundo — ele ordenou, me empurrando.
— GLUP... MMMGH! — eu chorava de prazer e humilhação enquanto sentia meus peitos balançando a cada movimento do quadril dele contra meu rosto.TravestiSenti o Alejandro tirando o pau da minha boca com um som molhado que me fez tremer. Fiquei ali, de joelhos aos pés dele, me sentindo patética e pequena. Meus novos peitos subiam e desciam forte por causa da agitação, e um fio de saliva pendia do meu lábio; eu já não me reconhecia mais.

— Acho que já está lubrificada o suficiente com sua saliva de putinha. — Ele disse, me olhando de cima com aquele desprezo que tanto me humilhava e me excitava ao mesmo tempo.

— Amo... por favor... tenha piedade... meu corpo tá muito estranho. — Supliquei com a voz trêmula. Tudo em mim era novo, sensível, vulnerável.

— Piedade é pra fracos, e você agora é só um buraco pro meu prazer. Fica de quatro na cama. Agora. — Ele ordenou com aquela frieza que me paralisava.

Engatinhei pelo colchão com dificuldade. Fiquei de quatro, afundando as mãos nos lençóis, sentindo o ar frio na minha bunda rosa nova que se erguia pra ele. Senti a ponta do pau dele, encharcada na minha própria baba, pressionando minha entrada anal. O pânico me invadiu.

— Não! Amo, me arrependi! Volta a me comer pela buceta ou usa minha boca! Te imploro! — Gritei desesperada, tentando recuar.

Mas ele me agarrou pela minissaia e me puxou pra trás, cravando os dedos no tecido.

— Fica quieta! — Ele gritou, e a voz dele me fez tremer.

— Você vai me rasgar! — Choraminguei, mas já era tarde.

Senti ele começando a empurrar. Entrou de uma só vez, seca e funda.

— AIHHHHHHHHHHHH! TÁ DOENDO! TIRA, AMO! — Meu grito rasgou o silêncio. Coloquei a mão pra trás pra parar ele, mas isso só fez ele empurrar com mais raiva, ganhando cada centímetro do meu cu.

— Que apertadinha você é, seu pedaço de puta! — Ele zombou, curtindo minha resistência.

— PELO AMOR DE DEUS! TIRA! SINTO QUE TÔ PARTINDO NO MEIO! — Eu gritava, enquanto minhas unhas arranhavam os lençóis.

— Se acostuma, porque daqui eu não saio até deixar essa bunda bem aberta! — Ele respondeu, começando a me empurrar com força. Uma brutalidade que me deixou sem ar.
— A-Ahhh... Amo... dói muito... mmmgh! — Gemi entre soluços. Minhas nádegas tremiam sob as mãos dele.
— Tá doendo, Camilita? Ou você gosta que seu Bully esteja tirando o que sobrou de homem em você? — Ele perguntou com aquela arrogância destruidora.
— D-dói... mas... ahhh... é tão gostoso...! — Confessei, me rendendo. A dor estava se transformando num prazer sujo que inundava minha mente.
— Olha como sua bunda se abre pra me receber! Você é uma puta ninfomaníaca anal. — Ele deu um tapa que me fez ver estrelas.
— S-sim! Sou sua puta anal! Arrebenta meu cu, Amo! — Gritei finalmente, entregando o pouco que restava da minha dignidade de homem.
— Isso! Grita mais alto pra todo mundo saber que você não é nada sem meu pau dentro de você! — Ele aumentou a velocidade e eu só pude me perder no ritmo dele, aceitando que agora eu era sua mulher, sua propriedade.valentaoA cama não parava de chiar. Alejandro estava abrindo caminho pelo meu cu estreito e ultra-sensível. Cada vez que o quadril dele batia no meu, eu sentia meus novos peitos pulando feito loucos. Era uma sensação de peso e movimento que eu nunca tinha imaginado.

— Olha só como esses peitos pulam, Camila! Parece que têm vida própria! — Ele disse, me dando mais um tapa na bunda que fez eu arquear as costas.

— AIHH! Amo... por favor... eles se mexem sozinhos... é tão pesado! — Gritei. O peso do meu peito me lembrava a cada segundo que eu já não era mais o Camilo.

— É o peso da sua nova realidade, putinha. Você gosta de sentir como eles quicam enquanto eu te arrebento por trás? — Ele perguntou.

— S-sim! Adoro... é tão excitante... me faz sentir tão puta! — Confessei, enquanto o prazer me nublava o juízo.

— Grita mais alto. Quero que todo mundo ouça que o excluído agora adora que o Bully dele sacuda os peitos dele na porrada. — Ordenou, acelerando.

— EU SOU UMA PUTA! OLHA COMO MEUS PEITOS QUICAM PRO MEU AMO! — Gritei, perdendo total o controle das palavras.

— Isso aí! Você é uma ninfomaníaca. Não consegue parar de gemer toda vez que eu enfio a pica, né? — As mãos dele apertavam minha cintura com uma força possessiva.

— Não consigo... é gostoso demais... sinto que meu cu nasceu pra ser destruído pelo senhor! — Meus olhos viraram. Era verdade. Meu corpo de mulher estava despertando.

— Você nasceu pra isso, Camila. Camilo era só uma máscara chata. Essa puta quicando na minha cama é a verdadeira. — Ele disse com desprezo.

— S-sim... Amo... me arrebenta mais... que meus peitos não parem de pular pro senhor! — Supliquei, desejando que aquele castigo nunca acabasse.

— Então aguenta o ritmo, porque agora vou fundo! — Ele deu uma estocada tão profunda que eu desabei no colchão, gritando o nome dele.bullyingCaí rendida, de boca no chão. Não tinha forças, mas minha bunda continuava erguida, se oferecendo pra ele. Meus dedos se enterravam nos lençóis, tentando processar a invasão constante do Alejandro.

— Já não aguenta mais nem ficar de pé, né, Camila? — Ele zombou, sem parar de se mover dentro de mim.

— Não... minhas pernas... parecem gelatina... Amor, é forte demais... — Gaguejei. Minha mente estava em branco, só existia o pau dele.

— Olha só como você tá. Babando o lençol, com a bunda vermelha e aberta, pedindo mais castigo. — A voz dele era fria, dominadora.

— É que... é tão bom quando você me penetra assim... sinto que você lê minha alma com o pau... — Falei com um sorriso idiota no rosto. Me sentia completa sendo usada.

— Sua alma agora é minha. Cada vez que enfio o pau na sua bunda, apago uma lembrança da sua vida passada. — Ele acariciou minhas costas e senti um arrepio de prazer.

— S-sim! Apaga tudo! Não quero lembrar do Camilo... só quero ser seu brinquedo! — Gritei. Queria que o "esquisito" sumisse pra sempre.

— Você é uma putinha barata, Camila. Olha como você aperta minha bunda cada vez que falo putaria. — Ele riu de mim.

— É que me deixa tão puta ser humilhada! Me fala mais... me fala o que eu sou! — Mexi minha bunda pra trás, procurando ele com desespero.

— Você é o depósito do meu prazer. Você é a colegial que vai pra aula com a bunda arrombada pelo seu Bully. — Ele me lembrou, e a ideia de andar pela faculdade assim me fez gemer mais alto.

— Sim... vou pra aula e todo mundo vai ver minha cara de puta e saber que você me usou! — Exclamei, excitada pela minha própria degradação.

— Exato! E agora você vai sentir como eu vou lacrar esse buraquinho pra sempre. — Ele deu uma estocada final que me fez vibrar da bunda até a ponta dos meus novos peitos.troca de generoSenti as mãos dele nas minhas axilas e ele me girou sem tirar o pau de dentro. Me sentou em cima dele, de costas. Minhas pernas ficaram abertas, expondo minha nova buceta ao ar enquanto o pau dele continuava enterrado no meu cu.

— Olha que pose fina, Camila. Seus dois buracos expostos pra mim. — Ele segurou minhas coxas.
— Ahhh! Amo... assim entra mais fundo! Sinto que tá tocando meu estômago! — Joguei a cabeça pra trás, me apoiando no peito dele.
— Quero que sinta cada centímetro. Olha como sua buceta pulsa de inveja porque eu tô comendo seu cu. — Me sentia tão observada, tão vulnerável.
— É verdade... minha buceta também quer... mas o cu é tão proibido! — Me deixei cair contra ele, entregue.
— É proibido porque é meu. Eu decido por onde te arrebento. — Ele abriu mais minhas pernas e o esticão me fez soltar um grito.
— S-sim, Amo! O senhor é o dono dos meus buracos! — Comecei a pular em cima dele, por puro instinto.
— Isso! Monta meu pau como a putinha que você é. Me mostra como uma colegial se mexe quando tá bem empalada. — Ele sorriu com aquela superioridade que me enlouquecia.
— Olha, Amo! Olha como eu enfio tudo! Sou sua putinha favorita! — Gritava, descendo com força a cada movimento.
— Você é uma expert, Camila. Quem diria que o esquisitão dos livros tinha esse talento pra montar paus. — Ele zoou meu passado de nerd.
— Camilo não sabia de nada! Camila nasceu pra isso! Ahhh... dói... mas continua! — Não ligava pra dor, só queria agradar ele.
— Então não para! Me mostra que aguenta todo meu peso! — Ele me segurou firme pra eu não escapar da profundidade do pau dele.De homem pra mulherEle me tirou de cima dele e me levou pro pé da cama. Me colocou de quatro na frente do espelho de corpo inteiro. Tentei fechar os olhos pra não ver no que eu tinha me transformado.

— Se olha, Camila. Não fecha os olhos. Olha no que você se transformou. — Ele me agarrou pelo pescoço com força, me obrigando a encarar meu reflexo.
— Não... não quero me ver... tô com vergonha! — Tentei cobrir o rosto, mas ele não deixou.
— Se olha, eu falei! Olha essa cara de puta, os lábios inchados, a maquiagem borrada e esse uniforme todo rasgado. — Ele gritou, me forçando a focar no espelho.
— Ahhh... eu... eu sou uma vadia...! — Me vi. Vi aquela garota de uniforme rasgado, com a bunda vermelha engolindo a pica do Alejandro. Me vi tão puta que minha própria buceta começou a molhar os lençóis.
— Você é a vadia da faculdade. Olha como você adora ver eu arrombando seu cu. Olha como seus olhos mudam quando você vê minha pica entrando e saindo de você. — Ele disse, e era verdade. Eu não conseguia parar de olhar.
— S-sim... me vejo tão puta... e me excita tanto me ver assim! — Comecei a acariciar o espelho com a mão, fascinada com minha própria degradação.
— Você é doente, Camila. Você curte sua própria humilhação. Olha como seu Bully te mantém no controle. — Ele deu um tapa na minha bunda que eu vi perfeitamente no reflexo.
— Sou o brinquedo dele! Olhem todo mundo como o Alejandro arromba meu cu! — Gritei, aceitando meu papel diante da minha própria imagem.
— Isso aí! Você não tem mais dignidade. É só uma imagem de prazer pra mim. — Ele aumentou a potência e eu só consegui olhar como meu novo corpo de mulher se sacudia sob o comando dele.De Camilo A Camila: De Marginado A Colegiala Puta Del BullyAlejandro arrancou o que restava da minha minissaia. Eu estava nua, tremendo. Ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou que, se gozasse dentro, Camilo morreria para sempre. Não haveria volta.

— Quer ser minha putinha para sempre, Camila? Quer que o Camilo suma de vez hoje? — Ele perguntou. A voz dele fez meu ventre vibrar.

— S-sim! Não quero mais ser aquele menino triste! Quero ser sua Camila para sempre! — Abri as pernas, implorando que ele terminasse o serviço.

— Então se prepara, porque vou te encher tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas. — Ele entrou na minha buceta com uma fúria que me fez gritar de puro prazer.

— SIM! ME ENCHE! ME MARCA PARA SEMPRE! — A gente se movia que nem bicho na cama.

— SIM! SIM! AMO, TO GOZANDO! ME ENCHE! — Gritei, sentindo meu útero se abrir pra ele.

— Aí vai seu presente, putinha! — Ele gritou, chegando ao clímax.

Senti jatos de porra quente inundando meu interior. Era uma sensação de plenitude e posse total. Sentia aquele líquido selando minha nova vida. Quando ele saiu, senti um rio branco escorrendo entre minhas nádegas.

— Porra, quanto eu tinha acumulado! — Ele disse, me abrindo um pouco pra ver o trabalho dele.

— É... é muito... parece tão quente...! — Eu estava perdida. Camilo já não existia mais. Só restava essa mulher quebrada e satisfeita.

Senti um último tapa na bunda que me fez gemer de submissão.

— Bem-vinda à sua nova vida, Camila. Você é minha putinha oficial. — Ele disse. E eu soube que, finalmente, estava no meu lugar.colegiala●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
MEUS AMORES, ESSE RELATO É UMA COLABORAÇÃO COM Ale_alfa3 E AQUI VAI O RELATO DELE:
Alejandro E Camila: De Excluído A Colegialinha Vadia Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.htmlVÃO E NOS DÊEM MUITOS PONTOS E CONTINUEM ASSIM QUE A GENTE FAZ MAIS RELATOS QUE VOCÊS TANTO AMAM
SE BATEREM A META ANTES DAS PRIMEIRAS 24 HORAS, VOU POSTAR A CONTINUAÇÃO NA SEMANA QUE VEM, MEUS AMORES
Quando ambos os relatos baterem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada:
Alejandro E Camila: A Nova Rotina da Colegial
Vão, sigam ele e leiam os outros relatos dele
Vocês me deixam toda molhada e me fazem gozar!
META: 280 PONTOS POR POST
Quando cada um dos nossos relatos chegar na meta de 230 pontos, a gente posta na hora a segunda parte de
Alejandro E Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que tão pegando fogo e ajudem a gente a bater a meta!
Se quiserem ver como eu sou humilhada em público e como meu corpo novo é usado na frente de todo mundo, batam a meta.
Não me façam esperar, seus pervertidos!
O que acharam da transformação da Bruna pelos próprios olhos dela?
Deixem o comentário de vocês e ajudem a gente a bater a meta.
Espero que tenham gostado.
Os relatos primeiro vão ser publicados por ele, do ponto de vista dele, e uns dias depois pela putinha favorita dele, eu.
O Próximo Relato que vai ser publicado vai ser:
Alejandro E Camila: De Excluído a Colegial Putinha do Bully
Já tô escrevendo o relato.
Sigam meu macho se quiserem ver o relato antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver o meu que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Aqui vão mais uns contos Gender Bender pra todas as putas e pervertidos que curtem esse tipo de gênero igual a mim KKKKK:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.htmlPARA TODAS AS PUTAS COMO EU DA ARGENTINA, RECOMENDO LER ESSE MANDAMENTO DE COMO DEVEMOS SER AS VERDADEIRAS PUTAS E COMO DEVEM NOS TRATARhttps://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html

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