Eu era o "esquisitão" da faculdade. Sempre com meus livros, tentando ser invisível pra que o Alejandro não me visse. Tinha 1,75m, era magro e pálido. Um desperdício de espaço, segundo ele. Mas agora... me olho e não me reconheço. Meu quadril alargou e brotaram uns peitões com bicos que ardem. Minha pele é de seda e minha voz é um gemido agudo. Minha mentalidade mudou: não sou mais o estranho, sou uma putinha que precisa do seu Dono.
A sala estava em silêncio. Minha voz tremia mais do que eu queria admitir.
— Já tô cansado... Alejandro... tô cansado das suas piadas e de você sempre me encher o saco — falei, tentando soar confiante.
— Sério, Camilo? E o que você vai fazer? Chorar? — ele respondeu com aquela arrogância do caralho.
— Quero fazer um trato... Qualquer coisa pra você me deixar em paz.
Ele sorriu de um jeito que gelou meu sangue. Me chamou no apartamento dele às 22:00. Fui por desespero. Quando cheguei, ele me entregou uma sacola de sexshop.
— Primeiro quero que você vista o que tem dentro da sacola — ordenou.
— Cê tá louco? Não vou vestir isso — falei ao ver a fantasia de colegial.
— Olha, Camilo, você tem duas opções... Veste o que tá dentro da sacola ou vai embora e eu te fodo a vida.
— É... é uma humilhação... — sussurrei, mas aceitei —. Posso ir no seu banheiro... Por favor?
Me tranquei. Ao vestir a fantasia, senti um calor estranho. Meu corpo começou a estalar e a mudar. Meus ombros encolheram, minha pele virou seda e, de repente, senti o peso de dois peitos grandes e firmes. Minha virilha doeu até meu pau desaparecer, deixando uma cavidade sensível e molhada. Saí do banheiro sendo *Camila*. Alejandro me olhou com um sorriso de predador.
— O que aconteceu... Alejandro, o que você fez comigo? — perguntei com uma voz aguda que não era minha.
— O que eu fiz? Nada, só tirei sua verdadeira natureza. Olha pra você, Camilo, ou melhor, Camila.
— Não... não pode ser! Eu tenho peitos, minha bunda cresceu e meu pau... meu pau virou uma buceta — falei me tocando, sentindo meus olhos brilharem de um jeito que me assustava.
— A... ale... — gaguejei excitada.
— Me chama de dono — ordenou se aproximando.
— Dono... — sussurrei. A mão dele apertou minha nova cintura e soltei um gemido que me envergonhou —. Qual é a segunda coisa... que você queria pra me deixar em paz?
— A única coisa que quero é que você seja seu verdadeiro ser... quero que você seja minha putinha.
Não consegui evitar. Minha "putinha interior" tomou conta. O controle. Peguei ele pelo pescoço e beijei com uma desesperação que nem sabia que tinha.
— Amooo... é tão tasty... tão bom... tão natural — falei entre gemidos.
Subi as escadas mexendo minhas novas cadeiras, sentindo o olhar dele na minha bunda. Sabia que não tinha colocado a tanga. Tava pelada por baixo daquela minissaia pra ele.
Entramos no quarto dele e minhas pernas tremiam, não só de medo, mas de um desejo que eu não entendia.
— Vem cá, Camila. De joelhos, agora — ordenou Alejandro, sentando na cama.
Obedeci na hora. Meus joelhos tocaram o chão e me senti tão pequena. Minha blusa estava prestes a explodir com meus novos peitos.
— Sabe o que vem agora, né? — ele me puxou pelo cabelo pra me obrigar a olhar pra ele — Vai chupar minha pica até esquecer que um dia foi homem.
— Amo... por favor... é demais... não sei se consigo — gaguejei.
— Não sei se consigo? Escuta bem, seu pedaço de puta, você aceitou o trato. Agora abre essa boca e me mostra que essa língua serve pra mais do que pedir piedade.
Engoli seco e desabotoei a calça dele. A pica dele pulou na minha cara. Era gigante.
— É... é gigante, Amo... Acho que não vai caber... — falei hipnotizada.
— Vai caber inteira porque eu tô mandando. Começa.
Comecei tímida, mas de repente uma fome voraz tomou conta de mim. Agarrei a base da pica dele e chupei com tudo que tinha. Alejandro colocou a mão na minha nuca, empurrando minha cabeça.
— MMMGH... GLUP! — eu engasgava, mas amava o gosto.
— Amo... sua pica... é tão gostosa... — falei com um fio de baba escorrendo, me sentindo a puta mais feliz do mundo.
Alejandro se levantou, me olhando com superioridade enquanto eu continuava de joelhos.
— Sabe o que eu quero agora, Camila... Quero arrebentar uma puta de verdade. Minha pica já tá bem lubrificada com sua baba, e acho que sua buceta virgem nova tá pedindo por um homem de verdade.
— Não, Amo! Por favor! — tentei voltar a chupar ele pra distrair —. Deixa eu continuar com a boca! Não mete em mim... você vai me partir no meio... Olha o tamanho disso e eu sou nova nisso!
— Chega de choramingo! Levanta, puta.
Ele me colocou na beira da cama, de costas.
— Vai, Camila. Você mesma vai sentar. Pega minha pica e guia ela pra dentro da sua buceta.
— Não consigo! Tô com medo... Amo, por favor...
— Faz agora ou amanhã você vira a piada da faculdade inteira! Senta na minha pica agora mesmo!
Eu guiei a ponta pra entrada rosada e desci. A dor foi como um raio, mas veio seguida de um prazer elétrico.
— AIHHH! DÓI! TÁ MUITO DENTRO! — gritei me apoiando no criado-mudo.
— Como você é apertada, puta! Olha só, você mesma tá metendo em você. É uma ninfomaníaca, Camila. Adora que o cara que te batia agora tá enchendo seu útero.
— S-sim, Amo! Dói mas é uma delícia! — comecei a pular em cima dele —. Me arrebenta! Faz eu esquecer quem eu era! Não sou mais o Camilo, sou sua puta!
Alejandro me deu uma enfiada tão forte que eu perdi o equilíbrio.
— S-Senhor! Isso foi... alto demais! — gritei.
Ele me agarrou pela cintura e me empurrou contra a escrivaninha de madeira dele. Meu peito bateu no móvel enquanto ele continuava dentro de mim.
— AIH!! Senhor, devagar! Vou me machucar! — procurei onde me segurar.
— Devagar? Se vestiu essa fantasia é pra eu te usar como a puta que você é, Camila. Puta não pede moleza, pede pra ser preenchida.
— Não... pelo amor... é grande demais!! Senhor, para... aihh... mmmgh! — minha cabeça balançava.
— Dói ser usada na mesma escrivaninha onde ontem você fazia sua lição de nerd?
— Dói... dói pra caralho... mas não para! — supliquei, rendida.
— Grita mais alto, puta! Quem diria que o esquisito que lia livros no canto ia acabar assim?
— Aihh! Senhor, adoro quando me humilha assim! Não sou uma rabuda... aihh... sim, sou! Sou sua putinha!
— Senhor... obrigada... obrigada por me fazer sua puta... Aihh! — gritei enquanto minhas unhas arranhavam o verniz da escrivaninha.
Ele me levantou no ar e me sentou na mesa, empurrando-me de costas. Minhas pernas ficaram abertas, me expondo por completo.
— Amo... espera... me deixa descansar! — eu ofegava com o rosto vermelho.
— Putas não descansam, obedecem. Olha como tua nova buceta pulsa. Tá pedindo aos berros pra ser preenchida de novo.
— S-sim! Eu preciso dela! Amo, por favor, mete logo! — comecei a acariciar meus próprios peitos novos, fora de mim.
— Diz de quem você é, sua putinha.
— Eu... sou a putinha do Alejandro! Sou a colegial do meu Bully! Sou a colegial do meu Amo! Ahhh... mais forte! Me come mais forte!
A mesa rangia a cada estocada do Alejandro. Já não me importava mais com nada, só queria que ele nunca parasse de me usar.
Tava exausta, mas o Alejandro não tinha pena. Ele me agarrou pela blusa e rasgou, deixando meus peitos no ar.
— Ahhh! Amo, minha blusa! Por favor... Amo... me deixa descansar um pouco... Minha buceta tá doendo demais...
— Sua buceta tá dolorida porque é virgem, mas você ainda tem outro buraco que tá intacto.
— Não! O cu não! Eu imploro, Amo! Continua me comendo na buceta se quiser, aguento a dor... mas por trás não... vai me destruir.
— Foda-se, você escolhe, puta: ou a gente continua na sua buceta até você não conseguir andar, ou você me entrega seu cu agora mesmo.
Olhei pro pau dele escorrendo meus próprios sucos.
— Se... se eu escolher o cu... o senhor vai deixar minha buceta descansar? — perguntei com a voz trêmula.
— Só se você entregar com vontade. Começa lubrificando meu pau com a boca.
Caí de joelhos e envolvi ele com minha boca.
— Até o fundo — ele ordenou, me empurrando.
— GLUP... MMMGH! — eu chorava de prazer e humilhação enquanto sentia meus peitos balançando a cada movimento do quadril dele contra meu rosto.
Senti o Alejandro tirando o pau da minha boca com um som molhado que me fez tremer. Fiquei ali, de joelhos aos pés dele, me sentindo patética e pequena. Meus novos peitos subiam e desciam forte por causa da agitação, e um fio de saliva pendia do meu lábio; eu já não me reconhecia mais.
— Acho que já está lubrificada o suficiente com sua saliva de putinha. — Ele disse, me olhando de cima com aquele desprezo que tanto me humilhava e me excitava ao mesmo tempo.
— Amo... por favor... tenha piedade... meu corpo tá muito estranho. — Supliquei com a voz trêmula. Tudo em mim era novo, sensível, vulnerável.
— Piedade é pra fracos, e você agora é só um buraco pro meu prazer. Fica de quatro na cama. Agora. — Ele ordenou com aquela frieza que me paralisava.
Engatinhei pelo colchão com dificuldade. Fiquei de quatro, afundando as mãos nos lençóis, sentindo o ar frio na minha bunda rosa nova que se erguia pra ele. Senti a ponta do pau dele, encharcada na minha própria baba, pressionando minha entrada anal. O pânico me invadiu.
— Não! Amo, me arrependi! Volta a me comer pela buceta ou usa minha boca! Te imploro! — Gritei desesperada, tentando recuar.
Mas ele me agarrou pela minissaia e me puxou pra trás, cravando os dedos no tecido.
— Fica quieta! — Ele gritou, e a voz dele me fez tremer.
— Você vai me rasgar! — Choraminguei, mas já era tarde.
Senti ele começando a empurrar. Entrou de uma só vez, seca e funda.
— AIHHHHHHHHHHHH! TÁ DOENDO! TIRA, AMO! — Meu grito rasgou o silêncio. Coloquei a mão pra trás pra parar ele, mas isso só fez ele empurrar com mais raiva, ganhando cada centímetro do meu cu.
— Que apertadinha você é, seu pedaço de puta! — Ele zombou, curtindo minha resistência.
— PELO AMOR DE DEUS! TIRA! SINTO QUE TÔ PARTINDO NO MEIO! — Eu gritava, enquanto minhas unhas arranhavam os lençóis.
— Se acostuma, porque daqui eu não saio até deixar essa bunda bem aberta! — Ele respondeu, começando a me empurrar com força. Uma brutalidade que me deixou sem ar.
— A-Ahhh... Amo... dói muito... mmmgh! — Gemi entre soluços. Minhas nádegas tremiam sob as mãos dele.
— Tá doendo, Camilita? Ou você gosta que seu Bully esteja tirando o que sobrou de homem em você? — Ele perguntou com aquela arrogância destruidora.
— D-dói... mas... ahhh... é tão gostoso...! — Confessei, me rendendo. A dor estava se transformando num prazer sujo que inundava minha mente.
— Olha como sua bunda se abre pra me receber! Você é uma puta ninfomaníaca anal. — Ele deu um tapa que me fez ver estrelas.
— S-sim! Sou sua puta anal! Arrebenta meu cu, Amo! — Gritei finalmente, entregando o pouco que restava da minha dignidade de homem.
— Isso! Grita mais alto pra todo mundo saber que você não é nada sem meu pau dentro de você! — Ele aumentou a velocidade e eu só pude me perder no ritmo dele, aceitando que agora eu era sua mulher, sua propriedade.
A cama não parava de chiar. Alejandro estava abrindo caminho pelo meu cu estreito e ultra-sensível. Cada vez que o quadril dele batia no meu, eu sentia meus novos peitos pulando feito loucos. Era uma sensação de peso e movimento que eu nunca tinha imaginado.
— Olha só como esses peitos pulam, Camila! Parece que têm vida própria! — Ele disse, me dando mais um tapa na bunda que fez eu arquear as costas.
— AIHH! Amo... por favor... eles se mexem sozinhos... é tão pesado! — Gritei. O peso do meu peito me lembrava a cada segundo que eu já não era mais o Camilo.
— É o peso da sua nova realidade, putinha. Você gosta de sentir como eles quicam enquanto eu te arrebento por trás? — Ele perguntou.
— S-sim! Adoro... é tão excitante... me faz sentir tão puta! — Confessei, enquanto o prazer me nublava o juízo.
— Grita mais alto. Quero que todo mundo ouça que o excluído agora adora que o Bully dele sacuda os peitos dele na porrada. — Ordenou, acelerando.
— EU SOU UMA PUTA! OLHA COMO MEUS PEITOS QUICAM PRO MEU AMO! — Gritei, perdendo total o controle das palavras.
— Isso aí! Você é uma ninfomaníaca. Não consegue parar de gemer toda vez que eu enfio a pica, né? — As mãos dele apertavam minha cintura com uma força possessiva.
— Não consigo... é gostoso demais... sinto que meu cu nasceu pra ser destruído pelo senhor! — Meus olhos viraram. Era verdade. Meu corpo de mulher estava despertando.
— Você nasceu pra isso, Camila. Camilo era só uma máscara chata. Essa puta quicando na minha cama é a verdadeira. — Ele disse com desprezo.
— S-sim... Amo... me arrebenta mais... que meus peitos não parem de pular pro senhor! — Supliquei, desejando que aquele castigo nunca acabasse.
— Então aguenta o ritmo, porque agora vou fundo! — Ele deu uma estocada tão profunda que eu desabei no colchão, gritando o nome dele.
Caí rendida, de boca no chão. Não tinha forças, mas minha bunda continuava erguida, se oferecendo pra ele. Meus dedos se enterravam nos lençóis, tentando processar a invasão constante do Alejandro.
— Já não aguenta mais nem ficar de pé, né, Camila? — Ele zombou, sem parar de se mover dentro de mim.
— Não... minhas pernas... parecem gelatina... Amor, é forte demais... — Gaguejei. Minha mente estava em branco, só existia o pau dele.
— Olha só como você tá. Babando o lençol, com a bunda vermelha e aberta, pedindo mais castigo. — A voz dele era fria, dominadora.
— É que... é tão bom quando você me penetra assim... sinto que você lê minha alma com o pau... — Falei com um sorriso idiota no rosto. Me sentia completa sendo usada.
— Sua alma agora é minha. Cada vez que enfio o pau na sua bunda, apago uma lembrança da sua vida passada. — Ele acariciou minhas costas e senti um arrepio de prazer.
— S-sim! Apaga tudo! Não quero lembrar do Camilo... só quero ser seu brinquedo! — Gritei. Queria que o "esquisito" sumisse pra sempre.
— Você é uma putinha barata, Camila. Olha como você aperta minha bunda cada vez que falo putaria. — Ele riu de mim.
— É que me deixa tão puta ser humilhada! Me fala mais... me fala o que eu sou! — Mexi minha bunda pra trás, procurando ele com desespero.
— Você é o depósito do meu prazer. Você é a colegial que vai pra aula com a bunda arrombada pelo seu Bully. — Ele me lembrou, e a ideia de andar pela faculdade assim me fez gemer mais alto.
— Sim... vou pra aula e todo mundo vai ver minha cara de puta e saber que você me usou! — Exclamei, excitada pela minha própria degradação.
— Exato! E agora você vai sentir como eu vou lacrar esse buraquinho pra sempre. — Ele deu uma estocada final que me fez vibrar da bunda até a ponta dos meus novos peitos.
Senti as mãos dele nas minhas axilas e ele me girou sem tirar o pau de dentro. Me sentou em cima dele, de costas. Minhas pernas ficaram abertas, expondo minha nova buceta ao ar enquanto o pau dele continuava enterrado no meu cu.
— Olha que pose fina, Camila. Seus dois buracos expostos pra mim. — Ele segurou minhas coxas.
— Ahhh! Amo... assim entra mais fundo! Sinto que tá tocando meu estômago! — Joguei a cabeça pra trás, me apoiando no peito dele.
— Quero que sinta cada centímetro. Olha como sua buceta pulsa de inveja porque eu tô comendo seu cu. — Me sentia tão observada, tão vulnerável.
— É verdade... minha buceta também quer... mas o cu é tão proibido! — Me deixei cair contra ele, entregue.
— É proibido porque é meu. Eu decido por onde te arrebento. — Ele abriu mais minhas pernas e o esticão me fez soltar um grito.
— S-sim, Amo! O senhor é o dono dos meus buracos! — Comecei a pular em cima dele, por puro instinto.
— Isso! Monta meu pau como a putinha que você é. Me mostra como uma colegial se mexe quando tá bem empalada. — Ele sorriu com aquela superioridade que me enlouquecia.
— Olha, Amo! Olha como eu enfio tudo! Sou sua putinha favorita! — Gritava, descendo com força a cada movimento.
— Você é uma expert, Camila. Quem diria que o esquisitão dos livros tinha esse talento pra montar paus. — Ele zoou meu passado de nerd.
— Camilo não sabia de nada! Camila nasceu pra isso! Ahhh... dói... mas continua! — Não ligava pra dor, só queria agradar ele.
— Então não para! Me mostra que aguenta todo meu peso! — Ele me segurou firme pra eu não escapar da profundidade do pau dele.
Ele me tirou de cima dele e me levou pro pé da cama. Me colocou de quatro na frente do espelho de corpo inteiro. Tentei fechar os olhos pra não ver no que eu tinha me transformado.
— Se olha, Camila. Não fecha os olhos. Olha no que você se transformou. — Ele me agarrou pelo pescoço com força, me obrigando a encarar meu reflexo.
— Não... não quero me ver... tô com vergonha! — Tentei cobrir o rosto, mas ele não deixou.
— Se olha, eu falei! Olha essa cara de puta, os lábios inchados, a maquiagem borrada e esse uniforme todo rasgado. — Ele gritou, me forçando a focar no espelho.
— Ahhh... eu... eu sou uma vadia...! — Me vi. Vi aquela garota de uniforme rasgado, com a bunda vermelha engolindo a pica do Alejandro. Me vi tão puta que minha própria buceta começou a molhar os lençóis.
— Você é a vadia da faculdade. Olha como você adora ver eu arrombando seu cu. Olha como seus olhos mudam quando você vê minha pica entrando e saindo de você. — Ele disse, e era verdade. Eu não conseguia parar de olhar.
— S-sim... me vejo tão puta... e me excita tanto me ver assim! — Comecei a acariciar o espelho com a mão, fascinada com minha própria degradação.
— Você é doente, Camila. Você curte sua própria humilhação. Olha como seu Bully te mantém no controle. — Ele deu um tapa na minha bunda que eu vi perfeitamente no reflexo.
— Sou o brinquedo dele! Olhem todo mundo como o Alejandro arromba meu cu! — Gritei, aceitando meu papel diante da minha própria imagem.
— Isso aí! Você não tem mais dignidade. É só uma imagem de prazer pra mim. — Ele aumentou a potência e eu só consegui olhar como meu novo corpo de mulher se sacudia sob o comando dele.
Alejandro arrancou o que restava da minha minissaia. Eu estava nua, tremendo. Ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou que, se gozasse dentro, Camilo morreria para sempre. Não haveria volta.
— Quer ser minha putinha para sempre, Camila? Quer que o Camilo suma de vez hoje? — Ele perguntou. A voz dele fez meu ventre vibrar.
— S-sim! Não quero mais ser aquele menino triste! Quero ser sua Camila para sempre! — Abri as pernas, implorando que ele terminasse o serviço.
— Então se prepara, porque vou te encher tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas. — Ele entrou na minha buceta com uma fúria que me fez gritar de puro prazer.
— SIM! ME ENCHE! ME MARCA PARA SEMPRE! — A gente se movia que nem bicho na cama.
— SIM! SIM! AMO, TO GOZANDO! ME ENCHE! — Gritei, sentindo meu útero se abrir pra ele.
— Aí vai seu presente, putinha! — Ele gritou, chegando ao clímax.
Senti jatos de porra quente inundando meu interior. Era uma sensação de plenitude e posse total. Sentia aquele líquido selando minha nova vida. Quando ele saiu, senti um rio branco escorrendo entre minhas nádegas.
— Porra, quanto eu tinha acumulado! — Ele disse, me abrindo um pouco pra ver o trabalho dele.
— É... é muito... parece tão quente...! — Eu estava perdida. Camilo já não existia mais. Só restava essa mulher quebrada e satisfeita.
Senti um último tapa na bunda que me fez gemer de submissão.
— Bem-vinda à sua nova vida, Camila. Você é minha putinha oficial. — Ele disse. E eu soube que, finalmente, estava no meu lugar.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
MEUS AMORES, ESSE RELATO É UMA COLABORAÇÃO COM Ale_alfa3 E AQUI VAI O RELATO DELE:
Alejandro E Camila: De Excluído A Colegialinha Vadia Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.htmlVÃO E NOS DÊEM MUITOS PONTOS E CONTINUEM ASSIM QUE A GENTE FAZ MAIS RELATOS QUE VOCÊS TANTO AMAM
SE BATEREM A META ANTES DAS PRIMEIRAS 24 HORAS, VOU POSTAR A CONTINUAÇÃO NA SEMANA QUE VEM, MEUS AMORES
Quando ambos os relatos baterem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada:
Alejandro E Camila: A Nova Rotina da Colegial
Vão, sigam ele e leiam os outros relatos dele
Vocês me deixam toda molhada e me fazem gozar!
META: 280 PONTOS POR POST
Quando cada um dos nossos relatos chegar na meta de 230 pontos, a gente posta na hora a segunda parte de
Alejandro E Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que tão pegando fogo e ajudem a gente a bater a meta!
Se quiserem ver como eu sou humilhada em público e como meu corpo novo é usado na frente de todo mundo, batam a meta.
Não me façam esperar, seus pervertidos!
O que acharam da transformação da Bruna pelos próprios olhos dela?
Deixem o comentário de vocês e ajudem a gente a bater a meta.
Espero que tenham gostado.
Os relatos primeiro vão ser publicados por ele, do ponto de vista dele, e uns dias depois pela putinha favorita dele, eu.
O Próximo Relato que vai ser publicado vai ser:
Alejandro E Camila: De Excluído a Colegial Putinha do Bully
Já tô escrevendo o relato.
Sigam meu macho se quiserem ver o relato antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver o meu que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Aqui vão mais uns contos Gender Bender pra todas as putas e pervertidos que curtem esse tipo de gênero igual a mim KKKKK:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.htmlPARA TODAS AS PUTAS COMO EU DA ARGENTINA, RECOMENDO LER ESSE MANDAMENTO DE COMO DEVEMOS SER AS VERDADEIRAS PUTAS E COMO DEVEM NOS TRATARhttps://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html
A sala estava em silêncio. Minha voz tremia mais do que eu queria admitir. — Já tô cansado... Alejandro... tô cansado das suas piadas e de você sempre me encher o saco — falei, tentando soar confiante.
— Sério, Camilo? E o que você vai fazer? Chorar? — ele respondeu com aquela arrogância do caralho.
— Quero fazer um trato... Qualquer coisa pra você me deixar em paz.
Ele sorriu de um jeito que gelou meu sangue. Me chamou no apartamento dele às 22:00. Fui por desespero. Quando cheguei, ele me entregou uma sacola de sexshop.
— Primeiro quero que você vista o que tem dentro da sacola — ordenou.
— Cê tá louco? Não vou vestir isso — falei ao ver a fantasia de colegial.
— Olha, Camilo, você tem duas opções... Veste o que tá dentro da sacola ou vai embora e eu te fodo a vida.
— É... é uma humilhação... — sussurrei, mas aceitei —. Posso ir no seu banheiro... Por favor?
Me tranquei. Ao vestir a fantasia, senti um calor estranho. Meu corpo começou a estalar e a mudar. Meus ombros encolheram, minha pele virou seda e, de repente, senti o peso de dois peitos grandes e firmes. Minha virilha doeu até meu pau desaparecer, deixando uma cavidade sensível e molhada. Saí do banheiro sendo *Camila*. Alejandro me olhou com um sorriso de predador.
— O que aconteceu... Alejandro, o que você fez comigo? — perguntei com uma voz aguda que não era minha.
— O que eu fiz? Nada, só tirei sua verdadeira natureza. Olha pra você, Camilo, ou melhor, Camila.
— Não... não pode ser! Eu tenho peitos, minha bunda cresceu e meu pau... meu pau virou uma buceta — falei me tocando, sentindo meus olhos brilharem de um jeito que me assustava.
— A... ale... — gaguejei excitada.
— Me chama de dono — ordenou se aproximando.
— Dono... — sussurrei. A mão dele apertou minha nova cintura e soltei um gemido que me envergonhou —. Qual é a segunda coisa... que você queria pra me deixar em paz?
— A única coisa que quero é que você seja seu verdadeiro ser... quero que você seja minha putinha.
Não consegui evitar. Minha "putinha interior" tomou conta. O controle. Peguei ele pelo pescoço e beijei com uma desesperação que nem sabia que tinha.
— Amooo... é tão tasty... tão bom... tão natural — falei entre gemidos.
Subi as escadas mexendo minhas novas cadeiras, sentindo o olhar dele na minha bunda. Sabia que não tinha colocado a tanga. Tava pelada por baixo daquela minissaia pra ele.
Entramos no quarto dele e minhas pernas tremiam, não só de medo, mas de um desejo que eu não entendia.— Vem cá, Camila. De joelhos, agora — ordenou Alejandro, sentando na cama.
Obedeci na hora. Meus joelhos tocaram o chão e me senti tão pequena. Minha blusa estava prestes a explodir com meus novos peitos.
— Sabe o que vem agora, né? — ele me puxou pelo cabelo pra me obrigar a olhar pra ele — Vai chupar minha pica até esquecer que um dia foi homem.
— Amo... por favor... é demais... não sei se consigo — gaguejei.
— Não sei se consigo? Escuta bem, seu pedaço de puta, você aceitou o trato. Agora abre essa boca e me mostra que essa língua serve pra mais do que pedir piedade.
Engoli seco e desabotoei a calça dele. A pica dele pulou na minha cara. Era gigante.
— É... é gigante, Amo... Acho que não vai caber... — falei hipnotizada.
— Vai caber inteira porque eu tô mandando. Começa.
Comecei tímida, mas de repente uma fome voraz tomou conta de mim. Agarrei a base da pica dele e chupei com tudo que tinha. Alejandro colocou a mão na minha nuca, empurrando minha cabeça.
— MMMGH... GLUP! — eu engasgava, mas amava o gosto.
— Amo... sua pica... é tão gostosa... — falei com um fio de baba escorrendo, me sentindo a puta mais feliz do mundo.
Alejandro se levantou, me olhando com superioridade enquanto eu continuava de joelhos.— Sabe o que eu quero agora, Camila... Quero arrebentar uma puta de verdade. Minha pica já tá bem lubrificada com sua baba, e acho que sua buceta virgem nova tá pedindo por um homem de verdade.
— Não, Amo! Por favor! — tentei voltar a chupar ele pra distrair —. Deixa eu continuar com a boca! Não mete em mim... você vai me partir no meio... Olha o tamanho disso e eu sou nova nisso!
— Chega de choramingo! Levanta, puta.
Ele me colocou na beira da cama, de costas.
— Vai, Camila. Você mesma vai sentar. Pega minha pica e guia ela pra dentro da sua buceta.
— Não consigo! Tô com medo... Amo, por favor...
— Faz agora ou amanhã você vira a piada da faculdade inteira! Senta na minha pica agora mesmo!
Eu guiei a ponta pra entrada rosada e desci. A dor foi como um raio, mas veio seguida de um prazer elétrico.
— AIHHH! DÓI! TÁ MUITO DENTRO! — gritei me apoiando no criado-mudo.
— Como você é apertada, puta! Olha só, você mesma tá metendo em você. É uma ninfomaníaca, Camila. Adora que o cara que te batia agora tá enchendo seu útero.
— S-sim, Amo! Dói mas é uma delícia! — comecei a pular em cima dele —. Me arrebenta! Faz eu esquecer quem eu era! Não sou mais o Camilo, sou sua puta!
Alejandro me deu uma enfiada tão forte que eu perdi o equilíbrio.— S-Senhor! Isso foi... alto demais! — gritei.
Ele me agarrou pela cintura e me empurrou contra a escrivaninha de madeira dele. Meu peito bateu no móvel enquanto ele continuava dentro de mim.
— AIH!! Senhor, devagar! Vou me machucar! — procurei onde me segurar.
— Devagar? Se vestiu essa fantasia é pra eu te usar como a puta que você é, Camila. Puta não pede moleza, pede pra ser preenchida.
— Não... pelo amor... é grande demais!! Senhor, para... aihh... mmmgh! — minha cabeça balançava.
— Dói ser usada na mesma escrivaninha onde ontem você fazia sua lição de nerd?
— Dói... dói pra caralho... mas não para! — supliquei, rendida.
— Grita mais alto, puta! Quem diria que o esquisito que lia livros no canto ia acabar assim?
— Aihh! Senhor, adoro quando me humilha assim! Não sou uma rabuda... aihh... sim, sou! Sou sua putinha!
— Senhor... obrigada... obrigada por me fazer sua puta... Aihh! — gritei enquanto minhas unhas arranhavam o verniz da escrivaninha.
Ele me levantou no ar e me sentou na mesa, empurrando-me de costas. Minhas pernas ficaram abertas, me expondo por completo.— Amo... espera... me deixa descansar! — eu ofegava com o rosto vermelho.
— Putas não descansam, obedecem. Olha como tua nova buceta pulsa. Tá pedindo aos berros pra ser preenchida de novo.
— S-sim! Eu preciso dela! Amo, por favor, mete logo! — comecei a acariciar meus próprios peitos novos, fora de mim.
— Diz de quem você é, sua putinha.
— Eu... sou a putinha do Alejandro! Sou a colegial do meu Bully! Sou a colegial do meu Amo! Ahhh... mais forte! Me come mais forte!
A mesa rangia a cada estocada do Alejandro. Já não me importava mais com nada, só queria que ele nunca parasse de me usar.
Tava exausta, mas o Alejandro não tinha pena. Ele me agarrou pela blusa e rasgou, deixando meus peitos no ar.— Ahhh! Amo, minha blusa! Por favor... Amo... me deixa descansar um pouco... Minha buceta tá doendo demais...
— Sua buceta tá dolorida porque é virgem, mas você ainda tem outro buraco que tá intacto.
— Não! O cu não! Eu imploro, Amo! Continua me comendo na buceta se quiser, aguento a dor... mas por trás não... vai me destruir.
— Foda-se, você escolhe, puta: ou a gente continua na sua buceta até você não conseguir andar, ou você me entrega seu cu agora mesmo.
Olhei pro pau dele escorrendo meus próprios sucos.
— Se... se eu escolher o cu... o senhor vai deixar minha buceta descansar? — perguntei com a voz trêmula.
— Só se você entregar com vontade. Começa lubrificando meu pau com a boca.
Caí de joelhos e envolvi ele com minha boca.
— Até o fundo — ele ordenou, me empurrando.
— GLUP... MMMGH! — eu chorava de prazer e humilhação enquanto sentia meus peitos balançando a cada movimento do quadril dele contra meu rosto.
Senti o Alejandro tirando o pau da minha boca com um som molhado que me fez tremer. Fiquei ali, de joelhos aos pés dele, me sentindo patética e pequena. Meus novos peitos subiam e desciam forte por causa da agitação, e um fio de saliva pendia do meu lábio; eu já não me reconhecia mais.— Acho que já está lubrificada o suficiente com sua saliva de putinha. — Ele disse, me olhando de cima com aquele desprezo que tanto me humilhava e me excitava ao mesmo tempo.
— Amo... por favor... tenha piedade... meu corpo tá muito estranho. — Supliquei com a voz trêmula. Tudo em mim era novo, sensível, vulnerável.
— Piedade é pra fracos, e você agora é só um buraco pro meu prazer. Fica de quatro na cama. Agora. — Ele ordenou com aquela frieza que me paralisava.
Engatinhei pelo colchão com dificuldade. Fiquei de quatro, afundando as mãos nos lençóis, sentindo o ar frio na minha bunda rosa nova que se erguia pra ele. Senti a ponta do pau dele, encharcada na minha própria baba, pressionando minha entrada anal. O pânico me invadiu.
— Não! Amo, me arrependi! Volta a me comer pela buceta ou usa minha boca! Te imploro! — Gritei desesperada, tentando recuar.
Mas ele me agarrou pela minissaia e me puxou pra trás, cravando os dedos no tecido.
— Fica quieta! — Ele gritou, e a voz dele me fez tremer.
— Você vai me rasgar! — Choraminguei, mas já era tarde.
Senti ele começando a empurrar. Entrou de uma só vez, seca e funda.
— AIHHHHHHHHHHHH! TÁ DOENDO! TIRA, AMO! — Meu grito rasgou o silêncio. Coloquei a mão pra trás pra parar ele, mas isso só fez ele empurrar com mais raiva, ganhando cada centímetro do meu cu.
— Que apertadinha você é, seu pedaço de puta! — Ele zombou, curtindo minha resistência.
— PELO AMOR DE DEUS! TIRA! SINTO QUE TÔ PARTINDO NO MEIO! — Eu gritava, enquanto minhas unhas arranhavam os lençóis.
— Se acostuma, porque daqui eu não saio até deixar essa bunda bem aberta! — Ele respondeu, começando a me empurrar com força. Uma brutalidade que me deixou sem ar.
— A-Ahhh... Amo... dói muito... mmmgh! — Gemi entre soluços. Minhas nádegas tremiam sob as mãos dele.
— Tá doendo, Camilita? Ou você gosta que seu Bully esteja tirando o que sobrou de homem em você? — Ele perguntou com aquela arrogância destruidora.
— D-dói... mas... ahhh... é tão gostoso...! — Confessei, me rendendo. A dor estava se transformando num prazer sujo que inundava minha mente.
— Olha como sua bunda se abre pra me receber! Você é uma puta ninfomaníaca anal. — Ele deu um tapa que me fez ver estrelas.
— S-sim! Sou sua puta anal! Arrebenta meu cu, Amo! — Gritei finalmente, entregando o pouco que restava da minha dignidade de homem.
— Isso! Grita mais alto pra todo mundo saber que você não é nada sem meu pau dentro de você! — Ele aumentou a velocidade e eu só pude me perder no ritmo dele, aceitando que agora eu era sua mulher, sua propriedade.
A cama não parava de chiar. Alejandro estava abrindo caminho pelo meu cu estreito e ultra-sensível. Cada vez que o quadril dele batia no meu, eu sentia meus novos peitos pulando feito loucos. Era uma sensação de peso e movimento que eu nunca tinha imaginado.— Olha só como esses peitos pulam, Camila! Parece que têm vida própria! — Ele disse, me dando mais um tapa na bunda que fez eu arquear as costas.
— AIHH! Amo... por favor... eles se mexem sozinhos... é tão pesado! — Gritei. O peso do meu peito me lembrava a cada segundo que eu já não era mais o Camilo.
— É o peso da sua nova realidade, putinha. Você gosta de sentir como eles quicam enquanto eu te arrebento por trás? — Ele perguntou.
— S-sim! Adoro... é tão excitante... me faz sentir tão puta! — Confessei, enquanto o prazer me nublava o juízo.
— Grita mais alto. Quero que todo mundo ouça que o excluído agora adora que o Bully dele sacuda os peitos dele na porrada. — Ordenou, acelerando.
— EU SOU UMA PUTA! OLHA COMO MEUS PEITOS QUICAM PRO MEU AMO! — Gritei, perdendo total o controle das palavras.
— Isso aí! Você é uma ninfomaníaca. Não consegue parar de gemer toda vez que eu enfio a pica, né? — As mãos dele apertavam minha cintura com uma força possessiva.
— Não consigo... é gostoso demais... sinto que meu cu nasceu pra ser destruído pelo senhor! — Meus olhos viraram. Era verdade. Meu corpo de mulher estava despertando.
— Você nasceu pra isso, Camila. Camilo era só uma máscara chata. Essa puta quicando na minha cama é a verdadeira. — Ele disse com desprezo.
— S-sim... Amo... me arrebenta mais... que meus peitos não parem de pular pro senhor! — Supliquei, desejando que aquele castigo nunca acabasse.
— Então aguenta o ritmo, porque agora vou fundo! — Ele deu uma estocada tão profunda que eu desabei no colchão, gritando o nome dele.
Caí rendida, de boca no chão. Não tinha forças, mas minha bunda continuava erguida, se oferecendo pra ele. Meus dedos se enterravam nos lençóis, tentando processar a invasão constante do Alejandro.— Já não aguenta mais nem ficar de pé, né, Camila? — Ele zombou, sem parar de se mover dentro de mim.
— Não... minhas pernas... parecem gelatina... Amor, é forte demais... — Gaguejei. Minha mente estava em branco, só existia o pau dele.
— Olha só como você tá. Babando o lençol, com a bunda vermelha e aberta, pedindo mais castigo. — A voz dele era fria, dominadora.
— É que... é tão bom quando você me penetra assim... sinto que você lê minha alma com o pau... — Falei com um sorriso idiota no rosto. Me sentia completa sendo usada.
— Sua alma agora é minha. Cada vez que enfio o pau na sua bunda, apago uma lembrança da sua vida passada. — Ele acariciou minhas costas e senti um arrepio de prazer.
— S-sim! Apaga tudo! Não quero lembrar do Camilo... só quero ser seu brinquedo! — Gritei. Queria que o "esquisito" sumisse pra sempre.
— Você é uma putinha barata, Camila. Olha como você aperta minha bunda cada vez que falo putaria. — Ele riu de mim.
— É que me deixa tão puta ser humilhada! Me fala mais... me fala o que eu sou! — Mexi minha bunda pra trás, procurando ele com desespero.
— Você é o depósito do meu prazer. Você é a colegial que vai pra aula com a bunda arrombada pelo seu Bully. — Ele me lembrou, e a ideia de andar pela faculdade assim me fez gemer mais alto.
— Sim... vou pra aula e todo mundo vai ver minha cara de puta e saber que você me usou! — Exclamei, excitada pela minha própria degradação.
— Exato! E agora você vai sentir como eu vou lacrar esse buraquinho pra sempre. — Ele deu uma estocada final que me fez vibrar da bunda até a ponta dos meus novos peitos.
Senti as mãos dele nas minhas axilas e ele me girou sem tirar o pau de dentro. Me sentou em cima dele, de costas. Minhas pernas ficaram abertas, expondo minha nova buceta ao ar enquanto o pau dele continuava enterrado no meu cu.— Olha que pose fina, Camila. Seus dois buracos expostos pra mim. — Ele segurou minhas coxas.
— Ahhh! Amo... assim entra mais fundo! Sinto que tá tocando meu estômago! — Joguei a cabeça pra trás, me apoiando no peito dele.
— Quero que sinta cada centímetro. Olha como sua buceta pulsa de inveja porque eu tô comendo seu cu. — Me sentia tão observada, tão vulnerável.
— É verdade... minha buceta também quer... mas o cu é tão proibido! — Me deixei cair contra ele, entregue.
— É proibido porque é meu. Eu decido por onde te arrebento. — Ele abriu mais minhas pernas e o esticão me fez soltar um grito.
— S-sim, Amo! O senhor é o dono dos meus buracos! — Comecei a pular em cima dele, por puro instinto.
— Isso! Monta meu pau como a putinha que você é. Me mostra como uma colegial se mexe quando tá bem empalada. — Ele sorriu com aquela superioridade que me enlouquecia.
— Olha, Amo! Olha como eu enfio tudo! Sou sua putinha favorita! — Gritava, descendo com força a cada movimento.
— Você é uma expert, Camila. Quem diria que o esquisitão dos livros tinha esse talento pra montar paus. — Ele zoou meu passado de nerd.
— Camilo não sabia de nada! Camila nasceu pra isso! Ahhh... dói... mas continua! — Não ligava pra dor, só queria agradar ele.
— Então não para! Me mostra que aguenta todo meu peso! — Ele me segurou firme pra eu não escapar da profundidade do pau dele.
Ele me tirou de cima dele e me levou pro pé da cama. Me colocou de quatro na frente do espelho de corpo inteiro. Tentei fechar os olhos pra não ver no que eu tinha me transformado.— Se olha, Camila. Não fecha os olhos. Olha no que você se transformou. — Ele me agarrou pelo pescoço com força, me obrigando a encarar meu reflexo.
— Não... não quero me ver... tô com vergonha! — Tentei cobrir o rosto, mas ele não deixou.
— Se olha, eu falei! Olha essa cara de puta, os lábios inchados, a maquiagem borrada e esse uniforme todo rasgado. — Ele gritou, me forçando a focar no espelho.
— Ahhh... eu... eu sou uma vadia...! — Me vi. Vi aquela garota de uniforme rasgado, com a bunda vermelha engolindo a pica do Alejandro. Me vi tão puta que minha própria buceta começou a molhar os lençóis.
— Você é a vadia da faculdade. Olha como você adora ver eu arrombando seu cu. Olha como seus olhos mudam quando você vê minha pica entrando e saindo de você. — Ele disse, e era verdade. Eu não conseguia parar de olhar.
— S-sim... me vejo tão puta... e me excita tanto me ver assim! — Comecei a acariciar o espelho com a mão, fascinada com minha própria degradação.
— Você é doente, Camila. Você curte sua própria humilhação. Olha como seu Bully te mantém no controle. — Ele deu um tapa na minha bunda que eu vi perfeitamente no reflexo.
— Sou o brinquedo dele! Olhem todo mundo como o Alejandro arromba meu cu! — Gritei, aceitando meu papel diante da minha própria imagem.
— Isso aí! Você não tem mais dignidade. É só uma imagem de prazer pra mim. — Ele aumentou a potência e eu só consegui olhar como meu novo corpo de mulher se sacudia sob o comando dele.
Alejandro arrancou o que restava da minha minissaia. Eu estava nua, tremendo. Ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou que, se gozasse dentro, Camilo morreria para sempre. Não haveria volta.— Quer ser minha putinha para sempre, Camila? Quer que o Camilo suma de vez hoje? — Ele perguntou. A voz dele fez meu ventre vibrar.
— S-sim! Não quero mais ser aquele menino triste! Quero ser sua Camila para sempre! — Abri as pernas, implorando que ele terminasse o serviço.
— Então se prepara, porque vou te encher tanto que você não vai conseguir nem fechar as pernas. — Ele entrou na minha buceta com uma fúria que me fez gritar de puro prazer.
— SIM! ME ENCHE! ME MARCA PARA SEMPRE! — A gente se movia que nem bicho na cama.
— SIM! SIM! AMO, TO GOZANDO! ME ENCHE! — Gritei, sentindo meu útero se abrir pra ele.
— Aí vai seu presente, putinha! — Ele gritou, chegando ao clímax.
Senti jatos de porra quente inundando meu interior. Era uma sensação de plenitude e posse total. Sentia aquele líquido selando minha nova vida. Quando ele saiu, senti um rio branco escorrendo entre minhas nádegas.
— Porra, quanto eu tinha acumulado! — Ele disse, me abrindo um pouco pra ver o trabalho dele.
— É... é muito... parece tão quente...! — Eu estava perdida. Camilo já não existia mais. Só restava essa mulher quebrada e satisfeita.
Senti um último tapa na bunda que me fez gemer de submissão.
— Bem-vinda à sua nova vida, Camila. Você é minha putinha oficial. — Ele disse. E eu soube que, finalmente, estava no meu lugar.
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Alejandro E Camila: De Excluído A Colegialinha Vadia Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.htmlVÃO E NOS DÊEM MUITOS PONTOS E CONTINUEM ASSIM QUE A GENTE FAZ MAIS RELATOS QUE VOCÊS TANTO AMAM
SE BATEREM A META ANTES DAS PRIMEIRAS 24 HORAS, VOU POSTAR A CONTINUAÇÃO NA SEMANA QUE VEM, MEUS AMORES
Quando ambos os relatos baterem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada:
Alejandro E Camila: A Nova Rotina da Colegial
Vão, sigam ele e leiam os outros relatos dele
Vocês me deixam toda molhada e me fazem gozar!
META: 280 PONTOS POR POST
Quando cada um dos nossos relatos chegar na meta de 230 pontos, a gente posta na hora a segunda parte de
Alejandro E Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que tão pegando fogo e ajudem a gente a bater a meta!
Se quiserem ver como eu sou humilhada em público e como meu corpo novo é usado na frente de todo mundo, batam a meta.
Não me façam esperar, seus pervertidos!
O que acharam da transformação da Bruna pelos próprios olhos dela?
Deixem o comentário de vocês e ajudem a gente a bater a meta.
Espero que tenham gostado.
Os relatos primeiro vão ser publicados por ele, do ponto de vista dele, e uns dias depois pela putinha favorita dele, eu.
O Próximo Relato que vai ser publicado vai ser:
Alejandro E Camila: De Excluído a Colegial Putinha do Bully
Já tô escrevendo o relato.
Sigam meu macho se quiserem ver o relato antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver o meu que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Aqui vão mais uns contos Gender Bender pra todas as putas e pervertidos que curtem esse tipo de gênero igual a mim KKKKK:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.htmlPARA TODAS AS PUTAS COMO EU DA ARGENTINA, RECOMENDO LER ESSE MANDAMENTO DE COMO DEVEMOS SER AS VERDADEIRAS PUTAS E COMO DEVEM NOS TRATARhttps://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html
0 comentários - De Camilo pra Camila: De Zé Ninguém a Colegialinha Gostosa