Eu era um cara que inspirava respeito. Media quase um metro e noventa, era pura fibra e adorava usar minha voz de comando para pisar em qualquer um.
Minha filosofia era básica: "Só os homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer".
Me sentia um deus... até que cometi o erro de cruzar com o Alejandro.
Agora sou Bruna. Meço apenas 1,60m. Tenho que olhar o mundo de baixo, bem na altura da braguilha dele.
Sinto meus ombros estreitos, minhas costas finas e delicadas. Minha voz, que antes era um trovão, agora é aguda e submissa. Tenho peitos macios que balançam quando ando e uma bunda redonda que parece pedir a tapa da mão dele. Passei de quem adestrava cachorros a ser a putinha dele, completamente domada.
Tudo começou no parque. Vi ele com o cachorrinho e não pude evitar humilhá-lo.
— O que é isso aí, baixinho? Isso é um cachorro ou um bicho de pelúcia? — gritei, curtindo as risadas das pessoas.
Puxei o bicho pelo colarinho.
— Olha e aprende, mano. Cachorros são como pessoas fracas, precisam de um macho que os domine. Se você não é capaz de dominar um animal, não é um homem — falei com toda a minha arrogância.
Três dias depois, aceitei um "treinamento privado". Entrei na sala dele me sentindo superior.
— Sabia que você ia ligar, baixinho. Você é daqueles que precisam que um homem de verdade diga o que fazer — falei, dando um empurrão nele.
Ele me serviu um drink.
— Toma, Bruno. Um brinde pelo melhor — ele disse.
— Pelo menos você tem bom gosto, mano — respondi e tomei tudo de uma vez. Não sabia que naquele líquido estava minha sentença.
Cinco minutos depois, o mundo começou a girar. Senti meus ossos rangendo e encolhendo. O pânico me invadiu ao ver o chão se aproximando. Meus músculos se dissolveram em curvas suaves, meus peitos brotaram com um peso novo e minha calça deslizou pelos meus quadris agora largos.
— O que... o que você fez comigo? — quis gritar, mas da minha boca saiu um gemido agudo.
— Eu disse que você veio para ser treinada, Bruna. Bem-vinda à sua nova vida como mascote — ele disse, e sua voz agora soava como a de um gigante.
— Vamos fazer um trato, Bruna — ele falou enquanto me olhava nua. Me sentia tão pequena e indefesa...
— Que tipo de trato? — perguntei com o coração batendo na garganta.
— Se você fizer tudo o que eu mandar, eu te deixo ir, ok?
— Ok... o que você quer que eu faça? — respondi, agarrada à esperança de recuperar minha masculinidade.
— Primeiro me chame de dono — ele ordenou. Senti um choque elétrico na barriga.
— E segundo, vista isso — ele jogou uma lingerie minúscula. Coloquei sentindo o tecido roçar minha pele nova, vendo minha própria bunda tremer de medo.
— De joelhos, putinha — ordenou.
Me ajoelhei. Senti o frio do couro no meu pescoço quando ele colocou a coleira. Cachorro. — De quatro, puta — ele me empurrou, e perdi o último resto da minha dignidade.
— Vamos passear, putinha — disse Alejandro.
— S-sim, dono — respondi. Minha mente gritava para eu resistir, mas meu corpo obedecia.
— Vamos ver se agora você continua olhando de cima — ele deu uma palmada na minha bunda que me fez soltar um grito agudo.
Eu rastejava ao lado dele. Olhava para seus joelhos, seus sapatos. O mundo era imenso dessa altura.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o anão agora? — ele gritava.
Eu me sentia humilhada, mas ver que ele estava excitado me fazia sentir uma necessidade doentia de agradá-lo.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o homem agora? Quem é que precisa de um dono?
— S-sim... Dono... você é o homem agora... E... eu sou só a sua putinha — gaguejei. Minha própria voz parecia estranha para mim.
Ele parou e me olhou de cima.
— Chupa minhas bolas, putinha.
— Por favor, não me faça fazer isso... não sou gay — supliquei, mesmo já não tendo mais um pênis entre as pernas.
— Gay? Não é gay porque eu sou um homem e você é uma mulher — ele riu. Ele tinha razão. Eu já não era mais um homem.
— Qual era sua filosofia antes... "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer" — ele jogou na minha cara meu próprio veneno.
— Ou será que você não quer voltar a ser homem — disse ele, se despindo.
— Quero sim... por favor — supliquei com lágrimas nos olhos.
— Então vai ter que merecer.
Ele colocou as bolas no meu rosto. O cheiro de homem me deixava tonta.
— Você vai pagar por isso — eu disse, mas minha língua já estava para fora, lambendo-o com uma avidez que me assustava. Senti sua mão acariciando meu cabelo e, por um segundo, me senti protegida.
— Tá bom, o que você disser — respondeu ele.
— Boa putinha. Parece que você gosta disso — ele disse.
— Vamos direto ao ponto então. Me beija e chupa meu pau agora.
— Por favor... não... isso seria muito gay — tentei de novo, mesmo meus lábios já procurando a carne dele.
Ele puxou a coleira com força.
— Não era uma pergunta, putinha, era uma ordem.
Comecei a chupar. Já não era nojo, era um prazer líquido que inundava meu cérebro. A dose estava apagando o velho Bruno. Sentia uma urgência de servi-lo que me queimava por dentro.
— Sabia que você ia acabar gostando, putinha — disse Alejandro depois de um tempo.
— N-não tô gostando — falei ao tirar, embora um fio de baba e porra ainda me ligasse a ele.
— Sisi, o que você disser. Vamos, putinha.
Rastejei até o sofá e, por puro instinto animal, me enfiei entre as pernas dele.
Ele me pegou pela coleira, me forçando a olhar pra ele.
— Vem chupar de novo, putinha.
— Já chega... é humilhação demais. Por favor, me transforma no que eu era antes, prometo ser bonzinho. Por favor, A...
Não me deixou terminar. Enfiou o pau na minha garganta. Senti que ia sufocar, mas a dor se misturava com uma submissão que me fazia querer engolir ele inteiro.
Ele a puxou com um som molhado.
— Parece que sua boca de puta não queria me soltar — ele disse com arrogância, me colocando de quatro.
— O que você vai fazer? — perguntei, embora meu corpo já soubesse a resposta.
— Não é óbvio? Vou te comer.
— Não, por favor! Qualquer coisa menos isso! Deixa eu continuar chupando, mas não me fode! — supliquei. Meu orgulho de homem lutava suas últimas batalhas.
— É tarde para negociar, putinha.
Senti o pau dele na minha entrada virgem. Era grande demais.
— Amo, por favor! Você é muito grande e grosso! Por favor, você vai me arrebentar! Minha buceta é novinha e com certeza é virgem!
— Então respira fundo, porque vai doer.
Ele me penetrou de uma vez. Senti como se estivesse me partindo ao meio.
— AHHHHH! DÓI! TIRA, AMO, POR FAVOR! — gritei enquanto minhas unhas se cravavam no chão.
— Por favor... eu vou mudar, maaaas não continua me comendo! Ahhh!
Cada investida apagava meu passado. Minha buceta sugava, buscando a porra dele.
— AHHHH! TÁ DOENDO! TÁ ME ARREBENTANDO, AMO!
— Grita mais alto! Que todos saibam que o grande Bruno agora é a putinha de alguém! — ele gritou para mim.
— Grita o quanto quiser! Você é minha puta!
— Tá muito apertado! Você é uma puta de primeira, Bruna. Sinta como eu te encho, sinta como meu pau de "anão" te destrói por dentro.
— É muito grande e gigante! Vai me partir! — eu gritava, mas meus gritos já eram gemidos de um prazer obscuro que me dominava.
Ele me deu uma última enfiada e eu desabei.
— AHHH! — meu corpo era um emaranhado de nervos.
— Você gosta, putinha — ele disse, levantando-se.
Fiquei no chão, com a bunda pro alto e as pernas tremendo.
— Vamos pro meu quarto — ele puxou a coleira.
— Amor... não consigo andar... minha buceta tá doendo — gaguejei.
— Anda, putinha — ele deu uma palmada que fez minha pele arder.
Me levantei em quatro apoios. Andava de cabeça baixa, sentindo minha própria umidade escorrer pelas pernas. Apertei as nádegas com as mãos atrás das costas para aguentar a ardência.
— Por favor... vamos mais devagar... não sinto as pernas — supliquei, mas ele seguiu em frente, me guiando como o animal que agora sou.
Chegamos no quarto. Ele se sentou e eu caí aos seus pés. O Gender Bender já era dono da minha mente.
— Não sei por que, mas quero ter seu pau na minha boca de novo, amo — eu disse. Já não podia mentir para mim mesma.
— E o que está esperando então, putinha.
— Amo... não consigo evitar... minha boca precisa dele.
Me joguei sobre ele. O sabor era a única coisa que importava.
— É tão grande... é tão gostoso e saboroso... me enche toda... já não quero ser homem, só quero te satisfazer.
— É tão grande! Amo, é o primeiro e único pau mais gostoso que quero provar na minha vida! Olha como eu faço... sou uma putinha boa? Por favor, me diga que sou sua putinha favorita.
Ele me jogou de costas. Abriu minhas pernas tanto que senti meus quadris desencaixarem.
— Olha como você está molhada — ele disse.
— Sim, senhor, me use de novo — supliquei, perdida na luxúria —. Sim, me fode mais... mais forte, senhor.
Ele colocou a correia na minha boca para eu morder enquanto me penetrava. Eu só queria que ele nunca parasse.
Ele me virou. Me obrigou a abrir minhas próprias nádegas.
— Abre pra mim, sua puta — ordenou.
— Olha como sua buceta engole cada centímetro do meu pau, puta.
Senti o dedo dele no meu cu enquanto ele me fodia pela frente.
— Amo... eu gosto de como seu pau sente na minha buceta... está tão apertada... sinto que vou gozar a cada enfiadaaa! Me enche por completo... sinto que minha buceta nova vai explodir.
— Vou arrombar seu cu, Bruna. Vou tirar o último resto de homem que te resta.
O pânico voltou. Meu cu era meu último bastião de masculinidade.
— O QUÊ?! NÃO, AMO! ISSO NÃO! POR FAVOR, O CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DA MINHA VIDA ANTIGA! POR FAVOR, EU IMPLORO, CONTINUE ME COMENDO NA BUCETA OU ME DEIXE CHUPAR ELE!
— TENHA PIEDADE! O CU NÃO! ISSO VAI ME DESTRUIR! ME DEIXE CHUPAR ELE DE NOVO! Não, por favor! Isso não! Qualquer coisa menos meu cu! Eu imploro! Me dê por onde quiser, mas meu cu é sagrado!
— ¡MMMMGH! NÃO, AMO! ISSO NÃO! — cuspi a correia —. PELO CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTOU DO BRUNO! MINHA DIGNIDADE ESTÁ AÍ! POR FAVOR! VOCÊ VAI ME DESTRUIR! DÓI MUITO! OLHE PRA MIM! ESTOU CHORANDO! TENHA PIEDADE! PARE! VOU FAZER QUALQUER COISA! NÃO ARROMBA MEU CU!
— Cala a boca, puta! Homens como eu não pedem permissão, dão ordens.
Ele cuspiu na minha entrada e entrou. Senti como se um raio me atravessasse.
— ¡¡¡AHHHHHHHHH!!! VOU MORRER! ELE ESTÁ ARROMBANDO MEU CU! — gritei com lágrimas escorrendo pelo rosto.
— DÓI! TIRA! ESTÁ ME RASGANDO! AHHH! MEU CU NÃO!
Ele continuava sem piedade. Meu ânus virgem se esticava até o limite.
— PARE! EU PROMETO! VOU SER BOA! MAS TIRA! É GRANDE DEMAIS PRO MEU CU! ESTÁ ME RASGANDO! SOCORRO! DÓI... DÓI MUITO! Sinto meu cu se partindo ao meio! Seu pau é como uma britadeira!
Mas então, a dor se transformou.
— Ahhh! Já não sou um homem! Nenhum homem aguenta isso! Eu gosto da dor! Gosto que me arrombe assim! SIM, AMO! MAIS FORTE! DÓI MAS EU QUERO MAIS!
— Grita, puta! De quem é esse cu?
— É SEU! É TODO SEU! ME ARROMBA TODA!
Gozei pela quinta vez. Meu corpo era puro espasmo enquanto ele me arrebentava por trás. Caí rendida contra o lençol.
— Amo... minha bunda... já não sinto mais... está destruída! Sinto seu pau nas minhas entranhas... é a maior coisa que já senti. Ahhh! Não aguento mais! Continua, Amo, enche minha bunda de porra!
— Sou seu depósito de porra... sou sua puta... sua puta... já não quero voltar a ser Bruno. Minha bunda está aberta e arrombada para sempre por sua causa... mas eu adoro, amo. Faça o que quiser comigo... de manhã, de tarde e de noite.
Ele me colocou de joelhos no chão.
— Abre bem a boca, putinha.
Olhei ele se masturbar. Estava hipnotizada. Ele gozou com uma força brutal. Senti o calor da porra nos meus olhos, no meu nariz, nas minhas tetas.
— Amo! Tá quente! Me marcou toda! Olha pra mim, tô toda branquinha por você... parece que tô de máscara.
— É seu batizado como minha putinha oficial — ele disse.
Fiquei parada, banhada na essência dele, esperando sua próxima vontade.
Não sabia que aquele sêmen era minha prisão perpétua. Mas já não me importava.
— Não é tão ruim ser mulher... pelo menos para alguém se eu for dele, Amo — disse sorrindo como uma idiota.
— Agora, me limpe bem. Não quero ver uma gota fora da sua boca.
Me aproximei e comecei a lambê-lo. O sabor dos meus próprios fluidos misturados com a porra dele era o melhor banquete.
— Está tão limpinho, Amo... do jeito que o senhor gosta. Gosto do sabor do seu sêmen... do sabor da minha buceta nova... e do meu cu e dos meus fluidos... gosto de ser sua putinha. Engoli tudo... não deixei nada pra fora.
— Você é minha putinha, Bruna. Pra sempre.
Olhei pra cima com os olhos vidrados, sabendo que Bruno tinha morrido. Bruna, sua putinha domada, era tudo que restava.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
MEUS AMORES, ESTE RELATO É UMA COLABORAÇÃO COM Ale_alfa3 E AQUI ESTÁ O RELATO DELA:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.htmlQuando ambas histórias atingirem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada:
Alejandro e Bruna: A Exibição da Minha Nova Mascote
Vão lá, sigam ele e leiam seus outros contos
Estou com muito tesão e vocês me fazem gozar!
META: 230 PONTOS POR POST
Quando cada uma das nossas histórias atingir a meta de 230 pontos, postaremos imediatamente a segunda parte de
Alejandro e Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que estão pegando fogo e nos ajudem a chegar lá!
Se quiserem ver como sou humilhada em público e como meu corpo novo é usado na frente de todos, batam a meta.
Não me façam esperar, Meus Tarados!
O que acharam da transformação da Bruna pelos próprios olhos dela?
Deixem seu comentário e nos ajudem a alcançar a meta.
Espero que tenham gostado.
As histórias primeiro serão publicadas por ele, do ponto de vista dele, e alguns dias depois por mim, sua putinha favorita.
O Próximo Conto que será publicado será:
Alejandro e Camila: De Excluído a Colegial Puta do Valentão.
Já estamos escrevendo.
Sigam meu macho se quiserem ver o conto antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver o meu, que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Alejandro e Camila: De Rejeitado a Colegialinha Puta do Valentão é uma história que está em produção, e o que estamos fazendo até agora vai ser muito melhor do que isso. Cada diálogo, cada linha, tudo me faz gozar, e por isso demoramos para publicar, haha.
Se vocês curtem esse tipo de conteúdo, sigam a gente.
Porque por um tempo só vou postar histórias de gender bender em colaboração com Ale_alfa3.
Não esqueçam de seguir nós dois para não perder nada do que está por vir. A próxima história que estamos preparando é:
Alejandro e Camila: De rejeitado a colegialinha puta do valentão (Onde o nerd da classe assume o controle da sua antiga agressora e a transforma no seu brinquedinho escolar favorito).
Minha filosofia era básica: "Só os homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer".
Me sentia um deus... até que cometi o erro de cruzar com o Alejandro.
Agora sou Bruna. Meço apenas 1,60m. Tenho que olhar o mundo de baixo, bem na altura da braguilha dele.
Sinto meus ombros estreitos, minhas costas finas e delicadas. Minha voz, que antes era um trovão, agora é aguda e submissa. Tenho peitos macios que balançam quando ando e uma bunda redonda que parece pedir a tapa da mão dele. Passei de quem adestrava cachorros a ser a putinha dele, completamente domada.
Tudo começou no parque. Vi ele com o cachorrinho e não pude evitar humilhá-lo.— O que é isso aí, baixinho? Isso é um cachorro ou um bicho de pelúcia? — gritei, curtindo as risadas das pessoas.
Puxei o bicho pelo colarinho.
— Olha e aprende, mano. Cachorros são como pessoas fracas, precisam de um macho que os domine. Se você não é capaz de dominar um animal, não é um homem — falei com toda a minha arrogância.
Três dias depois, aceitei um "treinamento privado". Entrei na sala dele me sentindo superior.
— Sabia que você ia ligar, baixinho. Você é daqueles que precisam que um homem de verdade diga o que fazer — falei, dando um empurrão nele.
Ele me serviu um drink.
— Toma, Bruno. Um brinde pelo melhor — ele disse.
— Pelo menos você tem bom gosto, mano — respondi e tomei tudo de uma vez. Não sabia que naquele líquido estava minha sentença.
Cinco minutos depois, o mundo começou a girar. Senti meus ossos rangendo e encolhendo. O pânico me invadiu ao ver o chão se aproximando. Meus músculos se dissolveram em curvas suaves, meus peitos brotaram com um peso novo e minha calça deslizou pelos meus quadris agora largos.
— O que... o que você fez comigo? — quis gritar, mas da minha boca saiu um gemido agudo.
— Eu disse que você veio para ser treinada, Bruna. Bem-vinda à sua nova vida como mascote — ele disse, e sua voz agora soava como a de um gigante.
— Vamos fazer um trato, Bruna — ele falou enquanto me olhava nua. Me sentia tão pequena e indefesa...
— Que tipo de trato? — perguntei com o coração batendo na garganta.
— Se você fizer tudo o que eu mandar, eu te deixo ir, ok?
— Ok... o que você quer que eu faça? — respondi, agarrada à esperança de recuperar minha masculinidade.
— Primeiro me chame de dono — ele ordenou. Senti um choque elétrico na barriga.
— E segundo, vista isso — ele jogou uma lingerie minúscula. Coloquei sentindo o tecido roçar minha pele nova, vendo minha própria bunda tremer de medo.
— De joelhos, putinha — ordenou.
Me ajoelhei. Senti o frio do couro no meu pescoço quando ele colocou a coleira. Cachorro. — De quatro, puta — ele me empurrou, e perdi o último resto da minha dignidade.
— Vamos passear, putinha — disse Alejandro. — S-sim, dono — respondi. Minha mente gritava para eu resistir, mas meu corpo obedecia.
— Vamos ver se agora você continua olhando de cima — ele deu uma palmada na minha bunda que me fez soltar um grito agudo.
Eu rastejava ao lado dele. Olhava para seus joelhos, seus sapatos. O mundo era imenso dessa altura.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o anão agora? — ele gritava.
Eu me sentia humilhada, mas ver que ele estava excitado me fazia sentir uma necessidade doentia de agradá-lo.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o homem agora? Quem é que precisa de um dono?
— S-sim... Dono... você é o homem agora... E... eu sou só a sua putinha — gaguejei. Minha própria voz parecia estranha para mim.
Ele parou e me olhou de cima. — Chupa minhas bolas, putinha.
— Por favor, não me faça fazer isso... não sou gay — supliquei, mesmo já não tendo mais um pênis entre as pernas.
— Gay? Não é gay porque eu sou um homem e você é uma mulher — ele riu. Ele tinha razão. Eu já não era mais um homem.
— Qual era sua filosofia antes... "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer" — ele jogou na minha cara meu próprio veneno.
— Ou será que você não quer voltar a ser homem — disse ele, se despindo.
— Quero sim... por favor — supliquei com lágrimas nos olhos.
— Então vai ter que merecer.
Ele colocou as bolas no meu rosto. O cheiro de homem me deixava tonta.
— Você vai pagar por isso — eu disse, mas minha língua já estava para fora, lambendo-o com uma avidez que me assustava. Senti sua mão acariciando meu cabelo e, por um segundo, me senti protegida.
— Tá bom, o que você disser — respondeu ele.
— Boa putinha. Parece que você gosta disso — ele disse. — Vamos direto ao ponto então. Me beija e chupa meu pau agora.
— Por favor... não... isso seria muito gay — tentei de novo, mesmo meus lábios já procurando a carne dele.
Ele puxou a coleira com força.
— Não era uma pergunta, putinha, era uma ordem.
Comecei a chupar. Já não era nojo, era um prazer líquido que inundava meu cérebro. A dose estava apagando o velho Bruno. Sentia uma urgência de servi-lo que me queimava por dentro.
— Sabia que você ia acabar gostando, putinha — disse Alejandro depois de um tempo. — N-não tô gostando — falei ao tirar, embora um fio de baba e porra ainda me ligasse a ele.
— Sisi, o que você disser. Vamos, putinha.
Rastejei até o sofá e, por puro instinto animal, me enfiei entre as pernas dele.
Ele me pegou pela coleira, me forçando a olhar pra ele.
— Vem chupar de novo, putinha.
— Já chega... é humilhação demais. Por favor, me transforma no que eu era antes, prometo ser bonzinho. Por favor, A...
Não me deixou terminar. Enfiou o pau na minha garganta. Senti que ia sufocar, mas a dor se misturava com uma submissão que me fazia querer engolir ele inteiro.
Ele a puxou com um som molhado. — Parece que sua boca de puta não queria me soltar — ele disse com arrogância, me colocando de quatro.
— O que você vai fazer? — perguntei, embora meu corpo já soubesse a resposta.
— Não é óbvio? Vou te comer.
— Não, por favor! Qualquer coisa menos isso! Deixa eu continuar chupando, mas não me fode! — supliquei. Meu orgulho de homem lutava suas últimas batalhas.
— É tarde para negociar, putinha.
Senti o pau dele na minha entrada virgem. Era grande demais.
— Amo, por favor! Você é muito grande e grosso! Por favor, você vai me arrebentar! Minha buceta é novinha e com certeza é virgem!
— Então respira fundo, porque vai doer.
Ele me penetrou de uma vez. Senti como se estivesse me partindo ao meio.
— AHHHHH! DÓI! TIRA, AMO, POR FAVOR! — gritei enquanto minhas unhas se cravavam no chão.
— Por favor... eu vou mudar, maaaas não continua me comendo! Ahhh!
Cada investida apagava meu passado. Minha buceta sugava, buscando a porra dele.
— AHHHH! TÁ DOENDO! TÁ ME ARREBENTANDO, AMO!
— Grita mais alto! Que todos saibam que o grande Bruno agora é a putinha de alguém! — ele gritou para mim.
— Grita o quanto quiser! Você é minha puta!
— Tá muito apertado! Você é uma puta de primeira, Bruna. Sinta como eu te encho, sinta como meu pau de "anão" te destrói por dentro.
— É muito grande e gigante! Vai me partir! — eu gritava, mas meus gritos já eram gemidos de um prazer obscuro que me dominava.
Ele me deu uma última enfiada e eu desabei. — AHHH! — meu corpo era um emaranhado de nervos.
— Você gosta, putinha — ele disse, levantando-se.
Fiquei no chão, com a bunda pro alto e as pernas tremendo.
— Vamos pro meu quarto — ele puxou a coleira.
— Amor... não consigo andar... minha buceta tá doendo — gaguejei.
— Anda, putinha — ele deu uma palmada que fez minha pele arder.
Me levantei em quatro apoios. Andava de cabeça baixa, sentindo minha própria umidade escorrer pelas pernas. Apertei as nádegas com as mãos atrás das costas para aguentar a ardência.
— Por favor... vamos mais devagar... não sinto as pernas — supliquei, mas ele seguiu em frente, me guiando como o animal que agora sou.
Chegamos no quarto. Ele se sentou e eu caí aos seus pés. O Gender Bender já era dono da minha mente.— Não sei por que, mas quero ter seu pau na minha boca de novo, amo — eu disse. Já não podia mentir para mim mesma.
— E o que está esperando então, putinha.
— Amo... não consigo evitar... minha boca precisa dele.
Me joguei sobre ele. O sabor era a única coisa que importava.
— É tão grande... é tão gostoso e saboroso... me enche toda... já não quero ser homem, só quero te satisfazer.
— É tão grande! Amo, é o primeiro e único pau mais gostoso que quero provar na minha vida! Olha como eu faço... sou uma putinha boa? Por favor, me diga que sou sua putinha favorita.
Ele me jogou de costas. Abriu minhas pernas tanto que senti meus quadris desencaixarem.— Olha como você está molhada — ele disse.
— Sim, senhor, me use de novo — supliquei, perdida na luxúria —. Sim, me fode mais... mais forte, senhor.
Ele colocou a correia na minha boca para eu morder enquanto me penetrava. Eu só queria que ele nunca parasse.
Ele me virou. Me obrigou a abrir minhas próprias nádegas. — Abre pra mim, sua puta — ordenou.
— Olha como sua buceta engole cada centímetro do meu pau, puta.
Senti o dedo dele no meu cu enquanto ele me fodia pela frente.
— Amo... eu gosto de como seu pau sente na minha buceta... está tão apertada... sinto que vou gozar a cada enfiadaaa! Me enche por completo... sinto que minha buceta nova vai explodir.
— Vou arrombar seu cu, Bruna. Vou tirar o último resto de homem que te resta.
O pânico voltou. Meu cu era meu último bastião de masculinidade.
— O QUÊ?! NÃO, AMO! ISSO NÃO! POR FAVOR, O CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DA MINHA VIDA ANTIGA! POR FAVOR, EU IMPLORO, CONTINUE ME COMENDO NA BUCETA OU ME DEIXE CHUPAR ELE!
— TENHA PIEDADE! O CU NÃO! ISSO VAI ME DESTRUIR! ME DEIXE CHUPAR ELE DE NOVO! Não, por favor! Isso não! Qualquer coisa menos meu cu! Eu imploro! Me dê por onde quiser, mas meu cu é sagrado!
— ¡MMMMGH! NÃO, AMO! ISSO NÃO! — cuspi a correia —. PELO CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTOU DO BRUNO! MINHA DIGNIDADE ESTÁ AÍ! POR FAVOR! VOCÊ VAI ME DESTRUIR! DÓI MUITO! OLHE PRA MIM! ESTOU CHORANDO! TENHA PIEDADE! PARE! VOU FAZER QUALQUER COISA! NÃO ARROMBA MEU CU!— Cala a boca, puta! Homens como eu não pedem permissão, dão ordens.
Ele cuspiu na minha entrada e entrou. Senti como se um raio me atravessasse.
— ¡¡¡AHHHHHHHHH!!! VOU MORRER! ELE ESTÁ ARROMBANDO MEU CU! — gritei com lágrimas escorrendo pelo rosto.
— DÓI! TIRA! ESTÁ ME RASGANDO! AHHH! MEU CU NÃO!
Ele continuava sem piedade. Meu ânus virgem se esticava até o limite.
— PARE! EU PROMETO! VOU SER BOA! MAS TIRA! É GRANDE DEMAIS PRO MEU CU! ESTÁ ME RASGANDO! SOCORRO! DÓI... DÓI MUITO! Sinto meu cu se partindo ao meio! Seu pau é como uma britadeira!
Mas então, a dor se transformou.
— Ahhh! Já não sou um homem! Nenhum homem aguenta isso! Eu gosto da dor! Gosto que me arrombe assim! SIM, AMO! MAIS FORTE! DÓI MAS EU QUERO MAIS!
— Grita, puta! De quem é esse cu?
— É SEU! É TODO SEU! ME ARROMBA TODA!
Gozei pela quinta vez. Meu corpo era puro espasmo enquanto ele me arrebentava por trás. Caí rendida contra o lençol.— Amo... minha bunda... já não sinto mais... está destruída! Sinto seu pau nas minhas entranhas... é a maior coisa que já senti. Ahhh! Não aguento mais! Continua, Amo, enche minha bunda de porra!
— Sou seu depósito de porra... sou sua puta... sua puta... já não quero voltar a ser Bruno. Minha bunda está aberta e arrombada para sempre por sua causa... mas eu adoro, amo. Faça o que quiser comigo... de manhã, de tarde e de noite.
Ele me colocou de joelhos no chão.— Abre bem a boca, putinha.
Olhei ele se masturbar. Estava hipnotizada. Ele gozou com uma força brutal. Senti o calor da porra nos meus olhos, no meu nariz, nas minhas tetas.
— Amo! Tá quente! Me marcou toda! Olha pra mim, tô toda branquinha por você... parece que tô de máscara.
— É seu batizado como minha putinha oficial — ele disse.
Fiquei parada, banhada na essência dele, esperando sua próxima vontade.
Não sabia que aquele sêmen era minha prisão perpétua. Mas já não me importava.— Não é tão ruim ser mulher... pelo menos para alguém se eu for dele, Amo — disse sorrindo como uma idiota.
— Agora, me limpe bem. Não quero ver uma gota fora da sua boca.
Me aproximei e comecei a lambê-lo. O sabor dos meus próprios fluidos misturados com a porra dele era o melhor banquete.
— Está tão limpinho, Amo... do jeito que o senhor gosta. Gosto do sabor do seu sêmen... do sabor da minha buceta nova... e do meu cu e dos meus fluidos... gosto de ser sua putinha. Engoli tudo... não deixei nada pra fora.
— Você é minha putinha, Bruna. Pra sempre.
Olhei pra cima com os olhos vidrados, sabendo que Bruno tinha morrido. Bruna, sua putinha domada, era tudo que restava.
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MEUS AMORES, ESTE RELATO É UMA COLABORAÇÃO COM Ale_alfa3 E AQUI ESTÁ O RELATO DELA:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.htmlQuando ambas histórias atingirem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada: Alejandro e Bruna: A Exibição da Minha Nova Mascote
Vão lá, sigam ele e leiam seus outros contos
Estou com muito tesão e vocês me fazem gozar!
META: 230 PONTOS POR POST
Quando cada uma das nossas histórias atingir a meta de 230 pontos, postaremos imediatamente a segunda parte de
Alejandro e Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que estão pegando fogo e nos ajudem a chegar lá!
Se quiserem ver como sou humilhada em público e como meu corpo novo é usado na frente de todos, batam a meta.
Não me façam esperar, Meus Tarados!
O que acharam da transformação da Bruna pelos próprios olhos dela?
Deixem seu comentário e nos ajudem a alcançar a meta.
Espero que tenham gostado.
As histórias primeiro serão publicadas por ele, do ponto de vista dele, e alguns dias depois por mim, sua putinha favorita.
O Próximo Conto que será publicado será:
Alejandro e Camila: De Excluído a Colegial Puta do Valentão.
Já estamos escrevendo.
Sigam meu macho se quiserem ver o conto antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver o meu, que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Alejandro e Camila: De Rejeitado a Colegialinha Puta do Valentão é uma história que está em produção, e o que estamos fazendo até agora vai ser muito melhor do que isso. Cada diálogo, cada linha, tudo me faz gozar, e por isso demoramos para publicar, haha.
Se vocês curtem esse tipo de conteúdo, sigam a gente.
Porque por um tempo só vou postar histórias de gender bender em colaboração com Ale_alfa3.
Não esqueçam de seguir nós dois para não perder nada do que está por vir. A próxima história que estamos preparando é:
Alejandro e Camila: De rejeitado a colegialinha puta do valentão (Onde o nerd da classe assume o controle da sua antiga agressora e a transforma no seu brinquedinho escolar favorito).
0 comentários - De Bruno a Bruna: De Adestrador a Vadia Domada