De Bruno pra Bruna: De adestrador a putinha domada

Eu era um cara que impunha respeito. Tinha quase um metro e noventa, era puro músculo e adorava usar minha voz de comando pra pisar em qualquer um.
Minha filosofia era básica: "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que tem que obedecer".
Me sentia um deus... até cometer o erro de cruzar com o Alejandro.
Agora sou a Bruna. Tenho só 1,60m. Preciso olhar o mundo de baixo, bem na altura da braguilha dele.
Sinto meus ombros estreitos, minhas costas finas e delicadas. Minha voz, que antes era um trovão, agora é aguda e submissa. Tenho peitos macios que balançam quando ando e uma bunda redonda que parece pedir a mão dele. Passei de quem treinava cachorros pra putinha domada dele.De Bruno pra Bruna: De adestrador a putinha domadaTudo começou no parque. Vi ele com o cachorrinho dele e não pude evitar humilhá-lo.

— Que porra é essa que tu tá carregando, anão? Isso é um cachorro ou um bichinho de pelúcia? — gritei, me divertindo com as risadas dos outros.

Puxei o bicho pelo colarinho.

— Olha e aprende, mano. Cachorro é igual gente fraca, precisa de um macho pra dominar. Se tu não consegue dominar um animal, tu não é homem — falei com toda minha arrogância.

Três dias depois, aceitei um "treinamento particular". Entrei na sala dele me sentindo o tal.

— Sabia que tu ia ligar, anão. Tu é do tipo que precisa que um homem de verdade mande em você — falei, dando um empurrão nele.

Ele me serviu uma bebida.

— Toma, Bruno. Um brinde ao melhor — ele disse.

— Pelo menos tu tem bom gosto, mano — respondi e virei de uma vez. Não sabia que naquele líquido ia minha sentença.

Cinco minutos depois, o mundo começou a girar. Senti meus ossos estralarem e encolherem. O pânico me tomou quando vi o chão se aproximando. Meus músculos se dissolveram em curvas suaves, meus peitos brotaram com um peso novo e minha calça escorregou pelos meus quadris agora largos.

— Que... que cê fez comigo? — quis gritar, mas da minha boca saiu um gemido agudo.

— Te falei que veio pra ser treinado, Bruna. Bem-vinda à sua nova vida como mascote — ele disse, e a voz dele agora soava como a de um gigante.

— Vamos fazer um trato, Bruna — ele falou enquanto me olhava nua. Eu me sentia tão pequena e indefesa...

— Que tipo de trato? — perguntei com o coração batendo na garganta.

— Se fizer tudo que eu mandar, te deixo ir. Ok?

— Ok... o que cê quer que eu faça? — respondi, me agarrando à esperança de recuperar minha masculinidade.

— Primeiro, me chama de dono — ele ordenou. Senti um choque elétrico na barriga.

— E segundo, veste isso — ele jogou uma lingerie minúscula. Eu vesti, sentindo o tecido roçar minha pele nova, vendo minha própria bunda tremer de medo.

— De joelhos, puta — ele ordenou.

Eu me ajoelhei. Senti o frio do couro no meu pescoço quando ele colocou a coleira. cachorro.
— De quatro, vagabunda —ele me empurrou, e eu perdi o último resquício da minha dignidade.gifs— Vamos passear, sua putinha — disse Alejandro.
— S-sim, meu dono — respondi. Minha mente gritava pra eu resistir, mas meu corpo obedecia.
— Vamos ver se agora você continua olhando de cima — ele me deu um tapa na bunda que me fez soltar um grito agudo.
Eu rastejava ao lado dele. Olhava pros joelhos dele, pros sapatos. O mundo era imenso dessa altura.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o anão agora? — ele gritava.
Eu me sentia humilhada, mas ver que ele estava excitado me fazia sentir uma necessidade doentia de agradar ele.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o homem agora? Quem é que precisa de um dono?
— S-sim... Meu dono... o senhor é o homem agora... E... eu sou só sua putinha — gaguejei. Minha própria voz soava estranha pra mim.submissaEle parou e me olhou de cima.
— Chupa minhas bolas, sua puta.
— Por favor, não me obriga a fazer isso... não sou gay — supliquei, mesmo já sem pênis entre as pernas.
— Gay? Não é gay porque eu sou homem e você é mulher — ele riu. Tinha razão. Eu já não era mais homem.
— Qual era sua filosofia antes... "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer" — ele jogou na minha cara o meu próprio veneno.
— Será que você não quer voltar a ser homem? — disse, se despindo.
— Quero sim... por favor — supliquei com lágrimas nos olhos.
— Então vai ter que merecer.
Ele colocou as bolas na minha cara. O cheiro de homem me deixava tonta.
— Você vai me pagar — falei, mas minha língua já estava pra fora, lambendo com uma avidez que me assustava. Senti a mão dele acariciando meu cabelo e, por um segundo, me senti protegida.
— Sim, sim, fala o que quiser — respondeu ele.Transformacao— Boa putinha. Parece que você gosta disso — ele me disse.
— Então vamos direto ao ponto. Me beija e chupa minha rola agora.
— Por favor... não... isso seria muito gay — tentei de novo, embora meus lábios já buscassem a carne dele.
Ele puxou minha coleira com força.
— Não era uma pergunta, putinha, era uma ordem.
Comecei a chupar. Já não era nojo, era um prazer líquido que inundava meu cérebro. A dose estava apagando o velho Bruno. Sentia uma urgência de servi-lo que queimava por dentro.Legenda— Sabia que ia acabar gostando, sua putinha —disse Alejandro depois de um tempo.
— N-não gosto —falei ao tirar ela, embora um fio de baba e porra me ligasse a ele.
— Sim, sim, o que você disser. Vamos, putinha.
Engatinhei até o sofá e, por puro instinto animal, me enfiei entre as pernas dele.
Ele me agarrou pela coleira, me forçando a olhar pra ele.
— Chupa meu pau de novo, putinha.
— Já chega... já é humilhação suficiente. Por favor, me transforma de volta no que eu era antes, prometo ser bonzinho. Por favor, A...
Ele não me deixou terminar. Enfiou o pau goela abaixo. Senti que sufocava, mas a dor se misturava com uma submissão que me fazia querer engolir ele inteiro.feminizacaoEle tirou com um som molhado.
— Parece que você não queria soltar minha boca, sua puta — disse com arrogância, me colocando de quatro.
— O que você vai fazer? — perguntei, embora meu corpo já soubesse a resposta.
— Não é óbvio? Vou te foder.
— Não, por favor! Qualquer coisa menos isso! Deixa eu continuar te chupando, mas não me coma! — implorei. Meu orgulho de homem travava suas últimas batalhas.
— É tarde pra negociar, putinha.
Senti o pau dele na minha entrada virgem. Era grande demais.
— Amo, por favor! Você tem ele muito grande e grosso! Por favor, vai me rasgar! Minha buceta é nova e com certeza é uma buceta virgem!
— Então respira fundo, porque vai doer.
Ele me penetrou de uma vez. Senti que me partia ao meio.
— AIHHH!! DÓI! TIRA, AMO, POR FAVOR! — gritei enquanto minhas unhas cravavam no chão.
— Por favor... vou mudar, mas não continua me fodendo! Ahhh!
Cada estocada apagava meu passado. Minha buceta sugava ele, buscando o gozo dele.
— AIHHH! TÁ DOENDO! TÁ ME ROMPENDO, AMO!
— Grita mais alto! Que todo mundo saiba que o grande Bruno agora é a puta de alguém! — ele gritou pra mim.
— Grita o quanto quiser! Você é minha puta!
— Tá muito apertado! Você é uma puta de primeira, Bruna. Sente como eu te encho, sente como meu pau de "anão" te destrói por dentro.
— É muito grande e gigante! Vai me partir! — eu gritava, mas meus gritos já eram gemidos de um prazer obscuro que me dominava.TravestiMe deu a última estocada e eu desabei.
— AIHH! —meu corpo era um feixe de nervos.
— Gostou, sua puta —ele disse, se levantando.
Fiquei no chão, com a bunda de fora e as pernas tremendo.
— Vamos pro meu quarto —ele puxou minha coleira.
— Amo... não consigo andar... minha buceta tá doendo —gaguejei.
— Anda, puta —me deu um tapa que fez minha pele arder.
Me apoiei nas quatro patas. Andava de cabeça baixa, sentindo minha própria lubrificação escorrendo pelas pernas. Apertei minhas nádegas com as mãos atrás das costas pra aguentar a ardência.
— Por favor... vai mais devagar... não sinto minhas pernas —implorei, mas ele seguia em frente, me guiando como o animal que agora sou.legendasChegamos no quarto. Ele sentou e eu caí aos pés dele. O Gender Bender já dominava minha mente.

— Não sei por quê, mas quero ter seu pau na minha boca de novo, amo — falei. Não dava mais pra mentir pra mim mesmo.

— E o que você está esperando, então, sua putinha?

— Amo... não consigo evitar... minha boca precisa disso.

Me joguei nele. O sabor era a única coisa que importava.

— É tão grande... é tão gostoso e saboroso... me preenche inteiro... não quero mais ser homem, só quero te satisfazer.

— É tão grande! Amo, é o primeiro e único pau mais gostoso que quero provar na vida! Olha como eu faço... sou uma boa putinha? Por favor, me diz que sou sua putinha favorita.troca de corpoMe jogou de barriga pra cima. Abriu minhas pernas tanto que senti meus quadris desencaixarem.
— Olha como você tá molhada — ele disse.
— Sim, amor, me use de novo — implorei, perdida na luxúria —. Sim, me fode mais... mais forte, amor.
Ele colocou a coleira na minha boca pra eu morder enquanto me penetrava. Eu só queria que ele nunca parasse.gender benderVirei. Ele me obrigou a abrir minha própria bunda.
— Abre pra mim, putinha — ordenou.
— Olha como sua buceta engole cada centímetro da minha piroca, puta.
Senti o dedo dele no meu cu enquanto ele me comia por dentro.
— Amo... adoro como seu pau se sente na minha buceta... é tão apertado... sinto que vou gozar a cada metidaaa! Ele me preenche por completo... sinto que minha buceta nova vai explodir.
— Vou arrebentar seu cu, Bruna. Vou tirar de você o último resquício de homem que te resta.
O pânico voltou. Meu cu era meu último bastião de masculinidade.
— QUÊ?! NÃO, AMO! ISSO NÃO! PELO AMOR DE DEUS, O CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DA MINHA VIDA ANTIGA! POR FAVOR, TE IMPLORO, CONTINUA METENDO NA MINHA BUCETA OU DEIXA EU CHUPAR ELA!
— TENHA PIEDADE! O CU NÃO! ISSO VAI ME DESTRUIR! DEIXA EU CHUPAR DE NOVO! Não, por favor! Isso não! Qualquer coisa menos meu cu! Te imploro! Me come onde quiser, mas meu cu é sagrado!De homem pra mulher— MMMMGH! NÃO, SENHOR! ISSO NÃO! —cuspi a coleira—. PELO CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DO BRUNO! MINHA DIGNIDADE TÁ ALI! PELO AMOR DE DEUS! VOCÊ VAI ME DESTRUIR! DÓI PRA CARALHO! OLHA PRA MIM! TÔ CHORANDO! TEM PIEDADE! PARA! VOU FAZER QUALQUER COISA! NÃO ME RASGA O CU!
— Cala a boca, putinha! Homens como eu não pedem permissão, dão ordens.
Ele cuspiu na minha entrada e meteu. Senti um raio me atravessando.
— AHHHHHHHHHH!!! TÔ MORRENDO! VOCÊ TÁ RASGANDO MEU CU! —gritei com lágrimas escorrendo pelo rosto—. DÓI! TIRA! TÁ ME DILACERANDO! AHHHH! MEU CU NÃO!
Ele continuou sem piedade. Meu ânus virgem esticava até o limite.
— PARA! JURO! VOU SER BOA! MAS TIRA! É GRANDE DEMAIS PRO MEU CU! TÁ ME RACHANDO! SOCORRO! DÓI... DÓI PRA CARALHO! SINTO MEU CU SE PARTINDO NO MEIO! SEU PAU É IGUAL UMA FURODEIRA!
Mas aí, a dor se transformou.
— Ahhh! Não sou mais homem! Nenhum homem aguenta isso! Tô gostando da dor! Tô gostando de você me rasgar assim! SIM, SENHOR! MAIS FORTE! DÓI MAS EU QUERO MAIS!
— Grita, putinha! De quem é esse cu?
— SEU! É SEU! ME RASGA TODA!De Bruno pra Bruna: De adestrador a putinha domadaGozei pela quinta vez. Meu corpo era puro espasmo enquanto ele me arrombava por trás. Caí exausta no lençol.
— Amo... minha buceta... já não sinto mais... tá destruída! Sinto o pau dele nas minhas entranhas... é a maior coisa que já senti. Ahhh! Não aguento mais! Continua, Amo, enche meu cu de porra!
— Sou seu depósito de sêmen... sou sua puta... sua puta... não quero mais ser Bruno. Meu cu tá aberto e arrebentado pra sempre por sua culpa... mas eu amo isso, Amo. Faz o que quiser comigo... de manhã, de tarde e de noite.gifsMe colocou de joelhos no chão.
— Abre bem essa boca, puta.
Olhei ele se masturbando. Fiquei hipnotizada. Ele gozou com uma força brutal. Senti o calor do sêmen dele nos meus olhos, no meu nariz, nos meus peitos.
— Amo! Tá quente! Me marcou toda! Olha pra mim, tô toda branca por sua causa... parece que tô usando uma máscara.
— Esse é o teu batismo como minha puta oficial — ele disse.
Fiquei parada, banhada na essência dele, esperando a próxima vontade dele.submissaNão sabia que aquele sêmen era minha prisão perpétua. Mas já não me importava mais.
— Não é tão ruim ser mulher... pelo menos pra alguém, se eu sou sua, Amo — falei sorrindo que nem uma idiota.
— Agora, me limpa direito. Não quero ver nem uma gota fora da sua boca.
Me aproximei e comecei a lamber. O gosto dos meus próprios fluidos misturados com o cum dele era o melhor banquete.
— Tá tão limpinho, Amo... do jeito que o senhor gosta. Adoro o gosto do seu sêmen... o gosto da minha nova buceta... e do meu cu e dos meus fluidos... adoro ser sua putinha. Engoli tudo... não deixei nada pra fora.
— Você é minha putinha, Bruna. Pra sempre.
Olhei pra ele com os olhos vidrados, sabendo que Bruno tinha morrido. Bruna, sua putinha domada, era tudo que restava.Transformacao●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
MEUS AMORES, ESSE RELATO É UMA COLABORAÇÃO COM Ale_alfa3 E AQUI DEIXO O RELATO DELA:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.htmlQuando ambas histórias atingirem a meta de 230 PONTOS, a segunda parte será postada:
Alejandro e Bruna: A Exibição da Minha Nova Mascote
Vão lá, sigam ele e leiam as outras histórias dele
Vocês me deixam toda molhada e me fazem gozar!
META: 230 PONTOS POR POST. Quando cada uma das nossas histórias chegar à meta de 230 pontos, a gente posta na hora a segunda parte de
Alejandro e Bruna: A Exibição da Nova Mascote
. Vão seguir o Ale_alfa3, leiam as histórias dele que são um tesão e nos ajudem a bater a meta!
Se vocês querem me ver sendo humilhada em público e meu corpo novo sendo usado na frente de todo mundo, cheguem na meta.
Não me façam esperar, seus Pervertidos!
O que acharam da transformação da Bruna pelos olhos dele?
Deixem o comentário de vocês e nos ajudem a bater a meta.
Espero que tenham gostado.
As histórias primeiro vão ser postadas por ele, do ponto de vista dele, e uns dias depois pela putinha favorita dele, eu.
A próxima história que vai ser postada é:
Alejandro e Camila: De Excluído a Colegial Putinha do Bully.
Já tô escrevendo ela.
Sigam meu macho se quiserem ver a história antes, do ponto de vista dele, e depois venham ver a minha, que vai ser igualmente quente e vou descrever como ele me domina, me fode e mais coisinhas...https://www.poringa.net/Ale_Alfa3Alejandro e Camila: De Excluído a Colegiala Vadia do Bully é uma história que tá em produção e o que a gente tá fazendo até agora, já posso falar que vai ser muito melhor que essa. Cada diálogo, cada linha, tudo me faz gozar e por isso a gente demora pra publicar, kkkk.

Se vocês curtem esse tipo de conteúdo, nos sigam.

Porque por um tempo vou postar só histórias de gender bender em parceria com Ale_alfa3.

Não esqueçam de seguir nós dois pra não perder nada do que vem por aí. A próxima história que a gente tá preparando é:

Alejandro e Camila: De Excluído a Colegiala Vadia do Bully (Onde o nerd da sala toma o controle da sua antiga valentona e a transforma no seu brinquedo escolar favorito).

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