Isso é uma remasterização do meu conto anterior com alguns gifs concluídos e uma narrativa melhor, espero que gostem. Qualquer comentário é bem-vindo.
Minha namorada e eu sempre fomos de experimentar, alguma fantasia que tivemos na adolescência e agora, com liberdade e tempo, costumamos realizar só pela adrenalina.
Um fim de semana qualquer estávamos conversando sobre fazer algo à noite, talvez jantar fora ou simplesmente ficar no sofá vendo filmes, o que sempre vira uma noite inteira de sexo.
Eu: Podemos ir naquele lugar que você adora no centro (sugeri)
Ela: Mmm, sim, acho que sim
Ela não parecia tão animada e era óbvio, então parei de rodeios e perguntei diretamente o que estava rolando.
Ela: Não, nada. Só umas ideias, mas sim, a ideia do jantar me agrada.
Eu: Ideias?
Levantei a sobrancelha com um sorriso cúmplice, agora minha curiosidade estava aguçada porque quando ela tem "ideias", não tem nada a ver com comida ou lugares pra visitar. Ela tentou se explicar, meio envergonhada.
Ela: Bom, é que... ontem enquanto eu via pornô, acabei... Vi um vídeo que me deixou muito tesuda.
Eu: Aham, e algo específico?
Ela: Era um casal, estavam num vagão de metrô lotado e ele a encostava na porta, levantava a saia dela e metia o pau sem ninguém perceber.
Reconheço quando ela fica excitada, e dessa vez não foi exceção. Instintivamente, a mão dela já descansava entre as coxas, pressionando sem parar. A ideia era chamativa e eu não ia negar essa fantasia.
Peguei meu celular e comecei a pesquisar minuciosamente as linhas menos usadas, os horários mais vazios e até opiniões de terceiros em fóruns que a gente consultava de vez em quando.
Encontrei a estação perfeita, o horário e alguns comentários que recomendavam o último vagão. Contei tudo pra minha esposa e ela topou na hora.
O dia foi uma tortura de ansiedade, não fizemos nada além de tomar um banho e nos vestir de forma prática pra situação. Ela colocou um top com um decote enorme. que fazia os peitos dela, já grandes, parecerem ainda maiores, e por baixo uma saia perfeita pra situação. Perguntei por curiosidade se ela tava usando algo por baixo da saia, e a única resposta que deu foi que seria a surpresa da noite, só esse comentário já me deixou de pau duro.
As horas passaram e exatamente às 20h saímos de casa. Tinha uma estação relativamente perto da gente, então decidimos ir a pé. Mesmo no curto trajeto, a gente se sentiu entre animado e assustado, mas não paramos. Abracei a cintura dela enquanto caminhava e tentei descer minha mão até a borda da saia dela. Ela rapidamente pegou minha mão, me negando saber se realmente tinha algo por baixo.
Quando chegamos na estação, tivemos que viajar algumas estações até nosso destino, a primeira estação de uma linha bem abandonada naquele horário. Mas, ao chegar, notei algo totalmente diferente: em vez de uma estação vazia, tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar no trem. Olhei rapidamente no celular e descobri que, naquele mesmo horário, tinha acabado de terminar um show, bem no auditório perto da estação — que azar do caralho.
Mostrei aquilo pra minha esposa, e ela, em vez de ficar deprimida ou se afastar do vagão, esperou todo mundo entrar e me puxou pelo braço pra entrar com ela. No fim, ficamos na parte de trás, desconfortavelmente apertados entre tanta gente, obviamente bêbada do show.
E: — O que foi? Aqui não tem espaço pra nada.
M: — Nem pra ver...
Ela se encostou no meu peito e senti a mão dela descendo da minha barriga, se arrastando pra achar o zíper da minha calça. O volume que se formou na hora era grande, batendo no corpo dela, até que finalmente ela conseguiu baixar o zíper e enfiar a mão como uma caçadora, encontrando meu pau quase duro.
Ela apertou com força, e meus braços envolveram o corpo dela, puxando-a pra perto enquanto eu vigiava os lados, as hordas de gente só rindo e nos ignorando.
Y: Você é uma puta pervertida... (sussurrei)
M: E você não gosta, papai? (fazendo bico)
Ela sabia perfeitamente como me provocar, a mão dela pegou no meu pau e começou a acariciar devagar com movimentos lentos e calculados. Instintivamente, meus quadris se moviam no mesmo ritmo, quase querendo foder a mão dela. Minha namorada percebeu e apertou ainda mais a pegada no meu pau já totalmente duro.
Eu estava com uma adrenalina e um tesão enormes, olhando discretamente ao redor, mas aproveitando o toque dela. Mais corajosa, ela abaixou minha roupa íntima o suficiente para puxar meu pau pelo buraco da calça. Eu me assustei, mas não consegui impedi-la. Ela fazia caretas e mordia o lábio enquanto me masturbava de um jeito que era difícil recusar. Simplesmente apertei mais a cintura dela.
Novamente tentei abaixar minhas mãos, achei que ela ia recusar, mas dessa vez ela concordou e, como um selvagem, desci até a borda da saia dela, enfiando minhas mãos para levantá-la, colocando ambas no cu dela totalmente nu — ela não tava usando nada por baixo.
Isso quase fez eu gozar na mão dela, mas minha surpresa foi maior quando tentei tocar a buceta dela e senti algo duro no cu dela, algo com textura e frio. Reconheci o plug naquele instante e dessa vez não ia me segurar, então parei a mão dela por um momento pra processar isso. Ela teve pena e começou um ritmo mais suave enquanto eu brincava com o plug e meus dedos na buceta dela.
Conheço os pontos sensíveis dela, então não enfiei os dedos de cara e só fiquei acariciando, fazendo com que ela esmagasse o rosto contra meu peito, abafando os gemidos, mas eu sentia a respiração quente dos suspiros dela esquentando minha pele.
Enfiei o plug mais fundo no cu dela, e ele pulsava tentando expulsar, minha outra mão estava na frente levantando a saia dela pra acariciar o clitóris, primeiro devagar, e quando senti a umidade, masturbei mais rápido. Em reação, ela também me masturbou mais rápido, mas agora eu já tava preparado.
Y: Tá gostando, putinha?
M: Sim, papai. Mais rápido, mais, por favor, me faz gozar na sua mão.
Com certeza ela tava no fogo, falou num tom tão baixo e agudo que quase me fez gozar de novo. A multidão foi saindo devagar do vagão, deixando o espaço menos apertado. Sabia que tinha que me apressar, então soltei o corpo dela e tentei encaixar meu pau na frente dela, o que era bem mais difícil naquela posição.
Minha namorada, sem hesitar, se virou de costas pra mim, me mostrando aquela bunda enorme e nua, com um plug decorativo no cu. Apontei minha pica na buceta dela e enfiei devagar, empurrando o corpo todo pra frente. De novo, ela deu uma olhada rápida pra trás pra evitar suspeitas, e já com a pica dentro, comecei a bombar suave, mexendo a cintura num ritmo sutil enquanto amassava a bunda dela que eu adoro. Ela apertava minha mão com força e a outra se apoiava na porta de emergência, era uma sensação deliciosa foder mesmo com um monte de tarados podendo olhar.

Apesar do ritmo suave, os peitos dela começaram a balançar, tentando escapar do decote. Uma das minhas mãos foi pra frente pra amassá-los. Ela colou mais o corpo no meu, mas eu empurrei ela de volta contra o muro, ficando bem grudados nele. Meu pau entrou mais fundo, e isso fez ela soltar um gemido suave que eu abafei com a minha mão.
Y: Sua buceta é tão apertada, parece tão gostosa, puta pervertida
M: É por causa do seu pau, papai, seu pau me deixa molhada assim. Quero que você me coma com força.
As palavras dela tiravam minha discrição, me fazendo querer foder ela mais forte, mas tentei me conter já que finalmente o vagão estava esvaziando e em breve não teria ninguém para nos esconder dos olhares.
Me apressei a meter mais rápido, embora sem bater na bunda dela, uma estratégia sutil para evitar barulho, mas que ela aproveitasse meu pau. Eu estava curtindo até ela dizer aquelas palavras.
M: Papai, vou gozar...!
Uff, tava pronto. Abracei a cintura dela e comecei a mexer meus quadris com mais força, batendo agora sim na bunda dela com minha pélvis, era o melhor momento e não me importava com o escândalo que estávamos fazendo, o barulho mal se dissipava com o som do trem em movimento, mas com um pouco de atenção dava pra ouvir
*CLAP CLAP CLAP*
Continuei nesse ritmo frenético até que finalmente ela gemeu com a testa encostada no vidro da porta, as pernas dela tremiam e senti um líquido escorrer pelo meu pau e pelas coxas dela, isso fez com que meu pau não aguentasse mais. Continuei nesse ritmo enquanto masturbava a buceta dela para prolongar o orgasmo, sem parar um segundo.
Meu pau pulsou sem parar e, na última enfiada no cu dela, gozei. Senti meu pau latejando, cuspindo cordas de porra dentro dela, e ela também sentiu — as pernas dela tremeram de novo enquanto eu enchia a barriga dela com meu leite.
M:É demais...
Disse entre ofegos, eu fiquei ali imóvel por uns segundos sentindo um leve cansaço depois daquele ato, meu pau amoleceu rápido até sair da buceta dela, escorrendo a prova da nossa aventura. Assim que pôde, ela abaixou a saia e eu escondi meu pau manchado pela mistura de fluidos. O trem finalmente chegou na metade do percurso e a maioria das pessoas começou a descer como se fosse planejado.
Ficamos nos olhando com um sorriso e ela arrumava o cabelo, embora não parecesse totalmente satisfeita.
E: Quer ir jantar?
Perguntei sem saber o que mais sugerir, mas achei que era preciso uma pausa e pensar no que viria a seguir.
Fomos a um lanchonete pequena e discutimos se íamos continuar com aquilo ou voltar pra casa. Claramente íamos continuar, aquele plug não ia ser desperdiçado naquela noite.
De volta ao ponto de partida, esperamos um novo vagão e dessa vez, com mais cuidado, esperávamos menos gente ou talvez ninguém. O trem chegou e subimos sem ser apertados, o vagão estava quase vazio, exceto por duas pessoas: uma jovem estudante e um sujeito um pouco mais velho.
Sentamos longe deles, de costas pra eles. Estávamos prontos. Não demorei pra passar a mão na coxa dela e subir até sentir a buceta ainda nua e molhada, meio pegajosa por causa do que rolou antes. Meus dedos acariciaram primeiro o clitóris dela até molhá-lo e depois desceram pra entrada, penetrando devagar.
Ela também não perdeu tempo, mas dessa vez não abaixou só meu zíper, abaixou minha calça inteira pra deixar meu pau exposto ao ar livre. Ela se inclinou o suficiente, encostando o rosto na minha barriga, e engoliu meu pau na boca dela, primeiro lambendo a cabeça e depois enfiando metade pra dentro. Ela engasgou, tirou pra respirar. Uma das minhas mãos tava na buceta dela, acariciando o clitóris de novo, e a outra segurava o cabelo dela num rabo de cavalo.
Ela voltou a chupar meu pau num ritmo constante, descendo e subindo a cabeça. Por instinto, eu movi meus quadris, empurrando mais da minha rola na boca dela, saboreando cada instante da língua passando pela minha pele sensível. Sem me importar com a sinfonia, enfiei meus dedos na buceta dela, acariciando por dentro. Ela apertou as pernas, prendendo minha mão, e começou a gemer com meu pau na boca.
M: Mmm~ mmm... Mmm~
Ela mexeu os quadris, buscando mais daquela fricção, e eu contribuí enfiando mais meus dedos e esfregando suas zonas sensíveis.
Dei uma olhada discreta por trás, notando algo estranho: o cara tinha trocado de lugar pra sentar junto da mina que só olhava pela janela, mas ele, ao contrário, parecia estar me encarando.
Com vergonha, me virei e vi minha namorada toda concentrada, lambendo e batendo punheta pro meu pau com a mão dela.
Já excitado, puxei ela forte pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Ela só abriu e deixou sair uns engasgos enquanto eu empurrava fundo na garganta dela.
Num instante, enfiei tudo; minhas bolas batiam no rosto dela enquanto eu aprofundava na garganta antes de soltar.
M:Ufa, aí você passou dos limites.
Ela disse, limpando a saliva e arrumando o cabelo. Deu uma olhada indiscreta pra trás, notando o que eu tinha visto há pouco, mas não comentou nada, só se acomodou devagar em cima de mim, pegou meu pau e enfiou de uma sentada só. Minhas mãos agarraram os peitos dela, puxando o decote pra baixo pra expô-los, isso acendeu ela, eu soube na hora ao sentir os bicos durinhos. Comecei a amassar e beliscar enquanto ela pulava no meu pau sem se importar com nada, às vezes o trem parava em qualquer estação, mas como era o último vagão, ninguém subia.
M:Uff, amor, que pau gostoso você tem, tá me enchendo toda.
Y:Você gosta, putinha?
Levantei completamente a saia dela até enrolar na cintura, agora sim a bunda estava perfeitamente exposta na minha frente e com isso comecei a surrá-la. Sabia que ela ficava louca com palmadas, então não me segurei.
M: Nossa, assim mesmo, me bate forte, sou uma putinha, uma putinha que adora transar em público.
Y: Isso merece um castigo, sua vadiazinha, você merece que eu meta o pau inteiro.
M: E minha bunda? O que minha bunda merece?
Y: Merece uma boa enfiada de pau por ser tão puta.
Seguimos nessa brincadeira enquanto eu montava no meu pau, agora totalmente enfiado, fazendo círculos com a cintura. Minhas mãos alternavam entre amassar os peitos dela e acariciar a buceta molhada. Esfreguei com força, buscando o segundo orgasmo dela, e minha técnica funcionou.

M:Sim, assim meu amor, assim me toca, não para, papai! Vou gozar~! Ai amor, ai amor! Que delíciaaa!
Continuei esfregando com meus dedos sentindo como ela apertava minha pica bem enfiada na buceta dela, as coxas dela se apertaram e quando eu esfreguei mais devagar, ela gozou. Dessa vez não foi um orgasmo discreto, os fluidos dela jorraram espirrando pra frente e na minha mão. Ela gemia a cada jato e eu parei de esfregar, deixando ela aproveitar o orgasmo com minha pica dentro.
M:Gozei muito, você me fez gozar, papai~
Voltei a acariciar, dessa vez com suavidade, deixando ela descansar num silêncio gostoso e prazeroso. Um silêncio que se afogou ao ouvir um gemido vindo de fora, seguido por outros. Nós dois viramos instintivamente e notamos a indefesa colegial de quatro em cima de dois bancos, sendo fodida com força pelo velho. A garota gemia como uma perfeita atriz pornô, e o sujeito bombava ela sem parar.
Ficamos surpresos, meio assustados e com um certo pânico, mas não dava pra negar a puta excitação que sentimos com aquilo. A mina parecia nova e a bunda dela tava empinada, sendo amassada pelo velho que era bem dotado.
Minha namorada me olhou, passou a mão no meu cabelo e sorriu, sabia exatamente o que eu queria.
Assim que ela levantou do banco, fiz o mesmo e deixei ela se ajoelhar na cadeira de plástico, com uma visão perfeita deles, enquanto eu, por minha vez, tinha a bunda dela na minha frente, aquela que eu já tava doido pra pegar desde que entramos no vagão.
Enquanto ela curtia a vista, aproveitei pra tirar o plug, ela gemeu baixinho, guardei e contemplei o cu dela já dilatado e pronto pra mim, até ignorei os gemidos da mina nuns bancos na frente.
Cuspi no cu dela pra umedecer a área com meus dedos, meu pau já impaciente se conectou pela ponta e começou a penetrar ela.
M: Aiiii! Aii! Devagar.
Minha namorada se agarrou no encosto da cadeira enquanto a bunda dela apertava em volta do meu pau, finalmente cheguei no fundo. Comecei a foder ela num ritmo suave, penetrando o cu dela até abrir no meu tamanho, parecia ainda melhor, mas não sabia se era pelo tesão ou por ela. Assim que senti que ela tava acostumada, comecei a comer ela num ritmo mais frenético, bombando o cu dela com força, quase querendo superar o velho na frente.
A vista era incrível, o velho era pelo menos duas vezes maior que a colegial, e isso fazia ela parecer um brinquedo que o homem usava e movia sem vergonha. Às vezes ele virava pra olhar pra gente, mas na real acho que só fazia contato visual com a minha mina, quase dava pra imaginar o sorriso provocante dela enquanto ele metia na bunda dela.
M: Nossa, meu amor, olha como ela tá, coitada, tá destruindo ela com essa piroca enorme.
Y: Mm sim, ela chupa os peitos dela com muito tesão.
M: Nossa, mas olha só, ela não parou de gritar, ahhh~ mmm! Nossa, que delícia, me abre bem o cu, por favor~
Deixei ela curtir o show enquanto eu aproveitava o cu dela, fodendo com força sem me importar com o barulho. Minha namorada gemia e quase parecia querer chamar a atenção daquele casal.
Notei como ela mesma passava a mão entre as coxas e se tocava na buceta enquanto eu abria a racha dela e dava tapas naquelas nádegas deliciosas.
M: Uff, amor, sim, assim, mais forte, mais forte, me abre toda como uma puta!
Peguei na bunda dela e aumentei a força das minhas estocadas, o que ela adorou, porque senti de novo ela gozar com força, molhando o banco de plástico e gritando igual uma puta desesperada. Não parei nem um segundo as estocadas e os tapas na bunda dela, já vermelha.
O velho continuava nos dando olhares de vez em quando e comendo a garota, mas num instante nós dois percebemos a mulher gemendo muito mais forte, quase implorando.
C: Não, dentro não!
A gente ouviu, e naquele momento o velho meteu nela com força selvagem. O rosto dela bateu um instante no vidro do lado, e a gente ouviu ela gritar descontroladamente enquanto o senhor grunhia. Ficamos fascinados a tal ponto que parei de foder ela, vendo o cara provavelmente gozando dentro dela. Aquele momento ficou gravado na minha mente.
Depois de um momento, o senhor simplesmente escreveu algo num bilhete que deixou ao lado da garota exausta e foi embora na próxima estação.
Achei que íamos parar, mas minha namorada começou a rebolando pra trás, enfiando ela mesma meu pau pra dentro. Meio surpreso, não recusei e voltei a bombar a bunda dela num ritmo moderado até sentir a pressão iminente do meu pau.
Y:Vou gozar, amor
M:Mmm sim, enche minha bunda agora, papai, enche meu cu todo com seu leitinho quentinho~
Y:Quer seu gozo?
M:Sim, papai, me dá, me dá gozo no cu da sua putinha
Comecei a foder ela de novo num ritmo selvagem, fazendo ela gritar a cada estocada e finalmente gozei, garantindo enfiar meu pau o mais fundo possível. Dessa vez senti que minha gozada foi ainda maior que a anterior, durando muito mais dentro dela e até transbordando o sêmen pela entrada dela.


M: Nossa, quanto gozo, você ficou excitado vendo aquela putinha indefesa?
Y: Hmm sim, adorei ver ela sendo comida.
M: E se a putinha fosse eu?
A pergunta dela me deixou frio, senti que poderia gozar de novo se me mexesse, simplesmente beijei seu pescoço e tirei meu pau bem na hora antes da última estação.
Nós dois nos arrumamos, eu vestia minha calça enquanto ela, sentada, se vestia devagar.
Y: Você consegue levantar?
M: Sim, mas dói um pouco...
Y: Desculpa, acho que exagerei.
M: Hmm não se preocupa, amor, adorei isso.
Saímos do vagão e vimos a garota andando na frente, minha namorada se apressou para alcançá-la soltando minha mão e a vi conversando com ela por um momento enquanto entregava algo.
Minha namorada voltou e não hesitei em perguntar:
Y: O que você pediu pra ela?
M: Nada, perguntei o que o velho tinha escrito e era o número dele, agora eu tenho.
Ela me mostrou o papel com um número de telefone escrito.
Y: E você quer isso pra quê?
Perguntei ingenuamente.
M: Hmm sei lá, talvez depois seja útil pra gente.
Ela disse isso e em seguida apertou meu pau por cima da calça me dando um beijo nos lábios.
Eu sabia que isso provavelmente seria uma nova aventura, mas já conto pra vocês outra hora.
Minha namorada e eu sempre fomos de experimentar, alguma fantasia que tivemos na adolescência e agora, com liberdade e tempo, costumamos realizar só pela adrenalina.
Um fim de semana qualquer estávamos conversando sobre fazer algo à noite, talvez jantar fora ou simplesmente ficar no sofá vendo filmes, o que sempre vira uma noite inteira de sexo.
Eu: Podemos ir naquele lugar que você adora no centro (sugeri)
Ela: Mmm, sim, acho que sim
Ela não parecia tão animada e era óbvio, então parei de rodeios e perguntei diretamente o que estava rolando.
Ela: Não, nada. Só umas ideias, mas sim, a ideia do jantar me agrada.
Eu: Ideias?
Levantei a sobrancelha com um sorriso cúmplice, agora minha curiosidade estava aguçada porque quando ela tem "ideias", não tem nada a ver com comida ou lugares pra visitar. Ela tentou se explicar, meio envergonhada.
Ela: Bom, é que... ontem enquanto eu via pornô, acabei... Vi um vídeo que me deixou muito tesuda.
Eu: Aham, e algo específico?
Ela: Era um casal, estavam num vagão de metrô lotado e ele a encostava na porta, levantava a saia dela e metia o pau sem ninguém perceber.
Reconheço quando ela fica excitada, e dessa vez não foi exceção. Instintivamente, a mão dela já descansava entre as coxas, pressionando sem parar. A ideia era chamativa e eu não ia negar essa fantasia.
Peguei meu celular e comecei a pesquisar minuciosamente as linhas menos usadas, os horários mais vazios e até opiniões de terceiros em fóruns que a gente consultava de vez em quando.
Encontrei a estação perfeita, o horário e alguns comentários que recomendavam o último vagão. Contei tudo pra minha esposa e ela topou na hora.
O dia foi uma tortura de ansiedade, não fizemos nada além de tomar um banho e nos vestir de forma prática pra situação. Ela colocou um top com um decote enorme. que fazia os peitos dela, já grandes, parecerem ainda maiores, e por baixo uma saia perfeita pra situação. Perguntei por curiosidade se ela tava usando algo por baixo da saia, e a única resposta que deu foi que seria a surpresa da noite, só esse comentário já me deixou de pau duro.

As horas passaram e exatamente às 20h saímos de casa. Tinha uma estação relativamente perto da gente, então decidimos ir a pé. Mesmo no curto trajeto, a gente se sentiu entre animado e assustado, mas não paramos. Abracei a cintura dela enquanto caminhava e tentei descer minha mão até a borda da saia dela. Ela rapidamente pegou minha mão, me negando saber se realmente tinha algo por baixo.Quando chegamos na estação, tivemos que viajar algumas estações até nosso destino, a primeira estação de uma linha bem abandonada naquele horário. Mas, ao chegar, notei algo totalmente diferente: em vez de uma estação vazia, tinha uma fila enorme de gente esperando pra entrar no trem. Olhei rapidamente no celular e descobri que, naquele mesmo horário, tinha acabado de terminar um show, bem no auditório perto da estação — que azar do caralho.
Mostrei aquilo pra minha esposa, e ela, em vez de ficar deprimida ou se afastar do vagão, esperou todo mundo entrar e me puxou pelo braço pra entrar com ela. No fim, ficamos na parte de trás, desconfortavelmente apertados entre tanta gente, obviamente bêbada do show.
E: — O que foi? Aqui não tem espaço pra nada.
M: — Nem pra ver...
Ela se encostou no meu peito e senti a mão dela descendo da minha barriga, se arrastando pra achar o zíper da minha calça. O volume que se formou na hora era grande, batendo no corpo dela, até que finalmente ela conseguiu baixar o zíper e enfiar a mão como uma caçadora, encontrando meu pau quase duro.
Ela apertou com força, e meus braços envolveram o corpo dela, puxando-a pra perto enquanto eu vigiava os lados, as hordas de gente só rindo e nos ignorando.
Y: Você é uma puta pervertida... (sussurrei)M: E você não gosta, papai? (fazendo bico)
Ela sabia perfeitamente como me provocar, a mão dela pegou no meu pau e começou a acariciar devagar com movimentos lentos e calculados. Instintivamente, meus quadris se moviam no mesmo ritmo, quase querendo foder a mão dela. Minha namorada percebeu e apertou ainda mais a pegada no meu pau já totalmente duro.
Eu estava com uma adrenalina e um tesão enormes, olhando discretamente ao redor, mas aproveitando o toque dela. Mais corajosa, ela abaixou minha roupa íntima o suficiente para puxar meu pau pelo buraco da calça. Eu me assustei, mas não consegui impedi-la. Ela fazia caretas e mordia o lábio enquanto me masturbava de um jeito que era difícil recusar. Simplesmente apertei mais a cintura dela.
Novamente tentei abaixar minhas mãos, achei que ela ia recusar, mas dessa vez ela concordou e, como um selvagem, desci até a borda da saia dela, enfiando minhas mãos para levantá-la, colocando ambas no cu dela totalmente nu — ela não tava usando nada por baixo.
Isso quase fez eu gozar na mão dela, mas minha surpresa foi maior quando tentei tocar a buceta dela e senti algo duro no cu dela, algo com textura e frio. Reconheci o plug naquele instante e dessa vez não ia me segurar, então parei a mão dela por um momento pra processar isso. Ela teve pena e começou um ritmo mais suave enquanto eu brincava com o plug e meus dedos na buceta dela.
Conheço os pontos sensíveis dela, então não enfiei os dedos de cara e só fiquei acariciando, fazendo com que ela esmagasse o rosto contra meu peito, abafando os gemidos, mas eu sentia a respiração quente dos suspiros dela esquentando minha pele.Enfiei o plug mais fundo no cu dela, e ele pulsava tentando expulsar, minha outra mão estava na frente levantando a saia dela pra acariciar o clitóris, primeiro devagar, e quando senti a umidade, masturbei mais rápido. Em reação, ela também me masturbou mais rápido, mas agora eu já tava preparado.
Y: Tá gostando, putinha?M: Sim, papai. Mais rápido, mais, por favor, me faz gozar na sua mão.
Com certeza ela tava no fogo, falou num tom tão baixo e agudo que quase me fez gozar de novo. A multidão foi saindo devagar do vagão, deixando o espaço menos apertado. Sabia que tinha que me apressar, então soltei o corpo dela e tentei encaixar meu pau na frente dela, o que era bem mais difícil naquela posição.
Minha namorada, sem hesitar, se virou de costas pra mim, me mostrando aquela bunda enorme e nua, com um plug decorativo no cu. Apontei minha pica na buceta dela e enfiei devagar, empurrando o corpo todo pra frente. De novo, ela deu uma olhada rápida pra trás pra evitar suspeitas, e já com a pica dentro, comecei a bombar suave, mexendo a cintura num ritmo sutil enquanto amassava a bunda dela que eu adoro. Ela apertava minha mão com força e a outra se apoiava na porta de emergência, era uma sensação deliciosa foder mesmo com um monte de tarados podendo olhar.

Apesar do ritmo suave, os peitos dela começaram a balançar, tentando escapar do decote. Uma das minhas mãos foi pra frente pra amassá-los. Ela colou mais o corpo no meu, mas eu empurrei ela de volta contra o muro, ficando bem grudados nele. Meu pau entrou mais fundo, e isso fez ela soltar um gemido suave que eu abafei com a minha mão.
Y: Sua buceta é tão apertada, parece tão gostosa, puta pervertidaM: É por causa do seu pau, papai, seu pau me deixa molhada assim. Quero que você me coma com força.
As palavras dela tiravam minha discrição, me fazendo querer foder ela mais forte, mas tentei me conter já que finalmente o vagão estava esvaziando e em breve não teria ninguém para nos esconder dos olhares.
Me apressei a meter mais rápido, embora sem bater na bunda dela, uma estratégia sutil para evitar barulho, mas que ela aproveitasse meu pau. Eu estava curtindo até ela dizer aquelas palavras.
M: Papai, vou gozar...!
Uff, tava pronto. Abracei a cintura dela e comecei a mexer meus quadris com mais força, batendo agora sim na bunda dela com minha pélvis, era o melhor momento e não me importava com o escândalo que estávamos fazendo, o barulho mal se dissipava com o som do trem em movimento, mas com um pouco de atenção dava pra ouvir
*CLAP CLAP CLAP*
Continuei nesse ritmo frenético até que finalmente ela gemeu com a testa encostada no vidro da porta, as pernas dela tremiam e senti um líquido escorrer pelo meu pau e pelas coxas dela, isso fez com que meu pau não aguentasse mais. Continuei nesse ritmo enquanto masturbava a buceta dela para prolongar o orgasmo, sem parar um segundo.

Meu pau pulsou sem parar e, na última enfiada no cu dela, gozei. Senti meu pau latejando, cuspindo cordas de porra dentro dela, e ela também sentiu — as pernas dela tremeram de novo enquanto eu enchia a barriga dela com meu leite.M:É demais...

Disse entre ofegos, eu fiquei ali imóvel por uns segundos sentindo um leve cansaço depois daquele ato, meu pau amoleceu rápido até sair da buceta dela, escorrendo a prova da nossa aventura. Assim que pôde, ela abaixou a saia e eu escondi meu pau manchado pela mistura de fluidos. O trem finalmente chegou na metade do percurso e a maioria das pessoas começou a descer como se fosse planejado.Ficamos nos olhando com um sorriso e ela arrumava o cabelo, embora não parecesse totalmente satisfeita.
E: Quer ir jantar?
Perguntei sem saber o que mais sugerir, mas achei que era preciso uma pausa e pensar no que viria a seguir.
Fomos a um lanchonete pequena e discutimos se íamos continuar com aquilo ou voltar pra casa. Claramente íamos continuar, aquele plug não ia ser desperdiçado naquela noite.
De volta ao ponto de partida, esperamos um novo vagão e dessa vez, com mais cuidado, esperávamos menos gente ou talvez ninguém. O trem chegou e subimos sem ser apertados, o vagão estava quase vazio, exceto por duas pessoas: uma jovem estudante e um sujeito um pouco mais velho.
Sentamos longe deles, de costas pra eles. Estávamos prontos. Não demorei pra passar a mão na coxa dela e subir até sentir a buceta ainda nua e molhada, meio pegajosa por causa do que rolou antes. Meus dedos acariciaram primeiro o clitóris dela até molhá-lo e depois desceram pra entrada, penetrando devagar.
Ela também não perdeu tempo, mas dessa vez não abaixou só meu zíper, abaixou minha calça inteira pra deixar meu pau exposto ao ar livre. Ela se inclinou o suficiente, encostando o rosto na minha barriga, e engoliu meu pau na boca dela, primeiro lambendo a cabeça e depois enfiando metade pra dentro. Ela engasgou, tirou pra respirar. Uma das minhas mãos tava na buceta dela, acariciando o clitóris de novo, e a outra segurava o cabelo dela num rabo de cavalo.
Ela voltou a chupar meu pau num ritmo constante, descendo e subindo a cabeça. Por instinto, eu movi meus quadris, empurrando mais da minha rola na boca dela, saboreando cada instante da língua passando pela minha pele sensível. Sem me importar com a sinfonia, enfiei meus dedos na buceta dela, acariciando por dentro. Ela apertou as pernas, prendendo minha mão, e começou a gemer com meu pau na boca.M: Mmm~ mmm... Mmm~
Ela mexeu os quadris, buscando mais daquela fricção, e eu contribuí enfiando mais meus dedos e esfregando suas zonas sensíveis.
Dei uma olhada discreta por trás, notando algo estranho: o cara tinha trocado de lugar pra sentar junto da mina que só olhava pela janela, mas ele, ao contrário, parecia estar me encarando. Com vergonha, me virei e vi minha namorada toda concentrada, lambendo e batendo punheta pro meu pau com a mão dela.
Já excitado, puxei ela forte pelo cabelo e comecei a foder a boca dela. Ela só abriu e deixou sair uns engasgos enquanto eu empurrava fundo na garganta dela.
Num instante, enfiei tudo; minhas bolas batiam no rosto dela enquanto eu aprofundava na garganta antes de soltar.
M:Ufa, aí você passou dos limites.Ela disse, limpando a saliva e arrumando o cabelo. Deu uma olhada indiscreta pra trás, notando o que eu tinha visto há pouco, mas não comentou nada, só se acomodou devagar em cima de mim, pegou meu pau e enfiou de uma sentada só. Minhas mãos agarraram os peitos dela, puxando o decote pra baixo pra expô-los, isso acendeu ela, eu soube na hora ao sentir os bicos durinhos. Comecei a amassar e beliscar enquanto ela pulava no meu pau sem se importar com nada, às vezes o trem parava em qualquer estação, mas como era o último vagão, ninguém subia.

M:Uff, amor, que pau gostoso você tem, tá me enchendo toda.Y:Você gosta, putinha?
Levantei completamente a saia dela até enrolar na cintura, agora sim a bunda estava perfeitamente exposta na minha frente e com isso comecei a surrá-la. Sabia que ela ficava louca com palmadas, então não me segurei.
M: Nossa, assim mesmo, me bate forte, sou uma putinha, uma putinha que adora transar em público.Y: Isso merece um castigo, sua vadiazinha, você merece que eu meta o pau inteiro.
M: E minha bunda? O que minha bunda merece?
Y: Merece uma boa enfiada de pau por ser tão puta.
Seguimos nessa brincadeira enquanto eu montava no meu pau, agora totalmente enfiado, fazendo círculos com a cintura. Minhas mãos alternavam entre amassar os peitos dela e acariciar a buceta molhada. Esfreguei com força, buscando o segundo orgasmo dela, e minha técnica funcionou.


M:Sim, assim meu amor, assim me toca, não para, papai! Vou gozar~! Ai amor, ai amor! Que delíciaaa!Continuei esfregando com meus dedos sentindo como ela apertava minha pica bem enfiada na buceta dela, as coxas dela se apertaram e quando eu esfreguei mais devagar, ela gozou. Dessa vez não foi um orgasmo discreto, os fluidos dela jorraram espirrando pra frente e na minha mão. Ela gemia a cada jato e eu parei de esfregar, deixando ela aproveitar o orgasmo com minha pica dentro.
M:Gozei muito, você me fez gozar, papai~Voltei a acariciar, dessa vez com suavidade, deixando ela descansar num silêncio gostoso e prazeroso. Um silêncio que se afogou ao ouvir um gemido vindo de fora, seguido por outros. Nós dois viramos instintivamente e notamos a indefesa colegial de quatro em cima de dois bancos, sendo fodida com força pelo velho. A garota gemia como uma perfeita atriz pornô, e o sujeito bombava ela sem parar.

Ficamos surpresos, meio assustados e com um certo pânico, mas não dava pra negar a puta excitação que sentimos com aquilo. A mina parecia nova e a bunda dela tava empinada, sendo amassada pelo velho que era bem dotado.Minha namorada me olhou, passou a mão no meu cabelo e sorriu, sabia exatamente o que eu queria.
Assim que ela levantou do banco, fiz o mesmo e deixei ela se ajoelhar na cadeira de plástico, com uma visão perfeita deles, enquanto eu, por minha vez, tinha a bunda dela na minha frente, aquela que eu já tava doido pra pegar desde que entramos no vagão.
Enquanto ela curtia a vista, aproveitei pra tirar o plug, ela gemeu baixinho, guardei e contemplei o cu dela já dilatado e pronto pra mim, até ignorei os gemidos da mina nuns bancos na frente.

Cuspi no cu dela pra umedecer a área com meus dedos, meu pau já impaciente se conectou pela ponta e começou a penetrar ela. M: Aiiii! Aii! Devagar.
Minha namorada se agarrou no encosto da cadeira enquanto a bunda dela apertava em volta do meu pau, finalmente cheguei no fundo. Comecei a foder ela num ritmo suave, penetrando o cu dela até abrir no meu tamanho, parecia ainda melhor, mas não sabia se era pelo tesão ou por ela. Assim que senti que ela tava acostumada, comecei a comer ela num ritmo mais frenético, bombando o cu dela com força, quase querendo superar o velho na frente.
A vista era incrível, o velho era pelo menos duas vezes maior que a colegial, e isso fazia ela parecer um brinquedo que o homem usava e movia sem vergonha. Às vezes ele virava pra olhar pra gente, mas na real acho que só fazia contato visual com a minha mina, quase dava pra imaginar o sorriso provocante dela enquanto ele metia na bunda dela.
M: Nossa, meu amor, olha como ela tá, coitada, tá destruindo ela com essa piroca enorme. Y: Mm sim, ela chupa os peitos dela com muito tesão.
M: Nossa, mas olha só, ela não parou de gritar, ahhh~ mmm! Nossa, que delícia, me abre bem o cu, por favor~
Deixei ela curtir o show enquanto eu aproveitava o cu dela, fodendo com força sem me importar com o barulho. Minha namorada gemia e quase parecia querer chamar a atenção daquele casal.
Notei como ela mesma passava a mão entre as coxas e se tocava na buceta enquanto eu abria a racha dela e dava tapas naquelas nádegas deliciosas.M: Uff, amor, sim, assim, mais forte, mais forte, me abre toda como uma puta!
Peguei na bunda dela e aumentei a força das minhas estocadas, o que ela adorou, porque senti de novo ela gozar com força, molhando o banco de plástico e gritando igual uma puta desesperada. Não parei nem um segundo as estocadas e os tapas na bunda dela, já vermelha.
O velho continuava nos dando olhares de vez em quando e comendo a garota, mas num instante nós dois percebemos a mulher gemendo muito mais forte, quase implorando.
C: Não, dentro não!
A gente ouviu, e naquele momento o velho meteu nela com força selvagem. O rosto dela bateu um instante no vidro do lado, e a gente ouviu ela gritar descontroladamente enquanto o senhor grunhia. Ficamos fascinados a tal ponto que parei de foder ela, vendo o cara provavelmente gozando dentro dela. Aquele momento ficou gravado na minha mente.
Depois de um momento, o senhor simplesmente escreveu algo num bilhete que deixou ao lado da garota exausta e foi embora na próxima estação. Achei que íamos parar, mas minha namorada começou a rebolando pra trás, enfiando ela mesma meu pau pra dentro. Meio surpreso, não recusei e voltei a bombar a bunda dela num ritmo moderado até sentir a pressão iminente do meu pau.
Y:Vou gozar, amor M:Mmm sim, enche minha bunda agora, papai, enche meu cu todo com seu leitinho quentinho~
Y:Quer seu gozo?
M:Sim, papai, me dá, me dá gozo no cu da sua putinha
Comecei a foder ela de novo num ritmo selvagem, fazendo ela gritar a cada estocada e finalmente gozei, garantindo enfiar meu pau o mais fundo possível. Dessa vez senti que minha gozada foi ainda maior que a anterior, durando muito mais dentro dela e até transbordando o sêmen pela entrada dela.



M: Nossa, quanto gozo, você ficou excitado vendo aquela putinha indefesa?Y: Hmm sim, adorei ver ela sendo comida.
M: E se a putinha fosse eu?
A pergunta dela me deixou frio, senti que poderia gozar de novo se me mexesse, simplesmente beijei seu pescoço e tirei meu pau bem na hora antes da última estação.
Nós dois nos arrumamos, eu vestia minha calça enquanto ela, sentada, se vestia devagar.
Y: Você consegue levantar?
M: Sim, mas dói um pouco...
Y: Desculpa, acho que exagerei.
M: Hmm não se preocupa, amor, adorei isso.
Saímos do vagão e vimos a garota andando na frente, minha namorada se apressou para alcançá-la soltando minha mão e a vi conversando com ela por um momento enquanto entregava algo.
Minha namorada voltou e não hesitei em perguntar:
Y: O que você pediu pra ela?
M: Nada, perguntei o que o velho tinha escrito e era o número dele, agora eu tenho.
Ela me mostrou o papel com um número de telefone escrito.
Y: E você quer isso pra quê?
Perguntei ingenuamente.
M: Hmm sei lá, talvez depois seja útil pra gente.
Ela disse isso e em seguida apertou meu pau por cima da calça me dando um beijo nos lábios.
Eu sabia que isso provavelmente seria uma nova aventura, mas já conto pra vocês outra hora.
1 comentários - Sexo en el metro (Remake con gifs)
espero mañana continuar. la. lectura,,,
gracias por compartir