Assim que entrei, senti um braço me envolver forte por trás. Levantei e me aproximei do sofá. Minha adrenalina pelo susto disparou. O gordo veio até mim com uma fita adesiva e, sem dizer nada, puxou minhas mãos para a frente do sofá e amarrou elas. Depois, tapou minha boca. Senti outra mão por trás pegando minha cabeça e colocando a peruca, enquanto outro par de braços tirava a parte de baixo da minha roupa. Uma mistura de medo e adrenalina tomava meu corpo. Com cara de dó, virei a cabeça e me deparei com o maldito já sem calças, arrumando minhas pernas no sofá para, depois de um tapa, mandar eu assumir a posição de puta. Coisa que eu fiz. Não sei se por burrice ou medo. O gordo, divino como sempre, jogou meia garrafa de gel na minha bunda e o maldito só apontou pro centro e começou a entrar. Não vou mentir, no começo doeu, mas a adrenalina amenizava a dor, ou será que era a excitação? Pela primeira vez, senti a pica do maldito sem camisinha entrando e saindo do meu cu. Dava pra sentir as veias dele passando uma por uma nas minhas paredes internas. Depois, ele só saiu e o magrelo rock tomou o lugar. Os 14 centímetros dele, longos e mais finos, foram direto pro fundo. Senti como se tocasse algo lá dentro e abrisse, separasse, e depois de se apertar contra minhas nádegas, começou um vai e vem no meu corpo como se minha bunda fosse o brinquedo pessoal dele. A pica dele, mais fina e comprida, coberta de vaselina, entrava e saía com toda facilidade, me dando finalmente um pouco de prazer. De uma vez, ele puxou metade do meu corpo pra fora do sofá. Me contorci um pouco por sentir a ponta no fundo, mas depois ele voltou ao movimento contínuo e o prazer inundou minhas costas. Nem um gemido saiu da minha boca, mas minha respiração ofegante era cortada pela entrada do pênis dele no meu buraco, fazendo eu soltar uns barulhinhos tipo grunhidos. "Olha como eu faço a chuchuzinha gozar", ele disse, e tinha razão. A fita abafava meu gemido e eu me afundava no orgasmo. Depois disso, eles gozaram. A bagagem foi deixada e eles revistaram os quartos, eu via tudo do sofá ainda amarrada. E de quatro, porque sou bem safada. Minha mala deixaram na sala. Daí o velho sentou do meu lado. Burra, comecei a apalpar o volume dele com as mãos até conseguir que ele tirasse a calça e decidi masturbá-lo, mas não tirei a fita da boca, só pra aumentar o tesão. Feliz pela minha sacanagem e com as mãos e um pouco de cara cheia de porra, pensei em levantar e tomar um banho, me vestir mais confortável. E só fui na minha mala, peguei roupa e uma toalha e tomei banho. Bem devagar pra ver se alguém entrava, coisa que não aconteceu.
Ao sair, enquanto começava a vestir minha roupa, o desgraçado me arrastou de volta pro sofá, puxando com força, e começou a me amarrar com a fita. Eu sentia o plástico grudando na minha pele, nas minhas pernas e de novo no meu rosto. Feliz e meio excitado com a maldade dele, o filho da puta me deu umas chicotadas, e eu respondi com o melhor gemido que consegui. Ele só me deixou lá enquanto jogavam cartas e decidiam a ordem das peças onde eu teria que dormir. O primeiro a ganhar foi o magrelo rock, e ele me disse, todo sorridente: "Hoje é sua vez". Eu sorri de leve, porque sempre gostei dele. Ele me levantou e me levou pra cama dele... e me deixou lá enquanto eles continuavam bebendo e jogando cartas, mas antes ele tapou meus olhos, o que, em vez de me excitar, me deu sono.
ME ACORDEI DE REPENTE ASSUSTADA, NÃO SEI QUE HORAS ERAM, MAS SENTI QUE ME ENGASGAVA COM ALGUMA COISA. QUERIA CUSPIR AQUELE NEGÓCIO OU SEJA LÁ O QUE FOSSE E VIREI A CABEÇA, MAS ALGO ME SEGUROU PELOS LADOS DO ROSTO. SENTI UMAS PERNAS GRANDES, ERA TUDO QUE CONSEGUIA SENTIR, E ALGO ÁSPERO PASSANDO PELA MINHA BOCA. COM A LÍNGUA, APALPEI A FORMA E RECONHECI A LISURA DE UMA CABEÇA DE PAU. ALGUÉM, APROVEITANDO QUE EU TAVA AMARRADA E VENDADA, TAVA METENDO NA MINHA BOCA SEM AVISAR, ENQUANTO EU DORMIA.
A porta se abriu de repente e eu ouvi a voz do maldito dizendo: "Falta muito ou vamos agora?" "Vamos", respondi. "Ok, me dá 5", ele disse e começou a se mover com toda velocidade, apertando o corpo dele contra a minha cara e me dando umas ânsias de vômito da porra.
Meu rosto tava completamente preso quando um monte de líquido jorrou lá no fundo da minha garganta. Escorreu um pouco pelo meu nariz. Não sei quanto tempo durou, mas foi muito, até engasguei um pouco. Um suspiro encerrou o ato. E enquanto eu tentava cuspir feito uma idiota, uma mão passou no meu rosto, depois me levantou e disse: "vai tomar banho", enquanto soltava minhas mãos e pernas, mas não quero que tire mais nada. Então, sem ver, fui levada até o banheiro, que tava a uns 4 metros. O chuveiro abriu e um sabão foi colocado na minha mão. É óbvio que a água correu pelas fitas e pela venda.
Ao sair do banheiro, pensei que a gente ia sair os cinco, mas tomei um susto quando o magrela do rock me levou de volta pra um quarto e, enquanto me oferecia vinho, começou a amarrar minhas mãos e pés enquanto a gente conversava, pra depois me prender NA CAMA. Eles foram embora e me deixaram lá. Sorte que fui no banheiro, pensei.
A posição não me impediu de dormir, porque tinha um pouco de movimento e, reconheço, se quisesse, tirava as amarras, já que não estavam tão apertadas no corpo. Até fiz isso um par de vezes pra pegar algo pra beber e ir ao banheiro umas 3 da manhã. Depois de descer, só uma garrafa de vinho vendo pornô, coloquei as amarras de novo e fui deitar. Também não queria provocar um castigo nas férias. Quando o magrelo rock voltou, buscou o prêmio dele.Senti claramente quando o peso de um corpo subiu na cama, mas mesmo distinguindo o movimento clássico de tirar a calça, preferi continuar fingindo que tava dormindo. E vamos combinar que não dá pra dormir quando 14 centímetros duros, gordinhos e quentes lutam pra encontrar teu buraco enquanto 80 e tantos quilos te esmagam e sacodem. Depois de umas tentativas, aquela rola achou o alvo e o vai e vem começou. Me excitava pensar que, mesmo dormindo, eu ainda o excitava, então continuei na minha fantasia, apesar do tremendo cilindro de carne dentro de mim e todo aquele peso sacudindo meu corpo enquanto o hálito alcoólico se fundia com meu rosto e pescoço.
pretendia seguir ela, mas suponho que minha falta de reação entediou ou ele percebeu que eu tava fingindo dormir. uma cuspida estampou na minha bochecha, seguida de uma mão que sacudiu meu rosto. eu começava a abrir os olhos quando ouvi: "também não exagera". olhei pra porta e lá estava o velho de pé, só de cueca, que deixava ver claramente um volume ereto dentro dela.
O magrelo já tinha me deixado com uma perna pra cima, abafando meus gemidos com o pau dele, prendendo minha perna contra a barriga dele enquanto o corpo dele buscava meu prazer — ou o dele, sei lá, tudo tava confuso por causa do vinho. Quando a porta se abriu, tomei um susto, e o desgraçado falou:
Quer que eu te ensine como foder? Vem aqui, vou te mostrar como se come uma puta. Vem. Minha surpresa disparou com minha adrenalina quando finalizei. Vem, venham, vamos dar nela entre todos, vou ensinar vocês como se come.
tentei negar com a cara claramente a gente tinha combinado que podia, mas um de cada vez e sempre em privado, mas acho que isso não importava mais. o velho tirou a cueca rapidão e, amarrada na cama, vi incrédula os outros entrando, até trouxeram o balde de champanhe com mais vinho e gel. me jogaram de novo na cama e o velho, sempre educado igual o gordo, não sei se influenciado pelo álcool, me disse: "qual é, não foi você que pediu isso? agora a gente vai te dar". e subiu em cima de mim, com uma mão levantou minha bunda e, depois de brincar com meu corpo, começou a meter. balancei a cabeça, não sei por que, tentando me colocar numa posição mais confortável. "qual é", ele disse de novo, "sabia o que vinha buscar ou não?" até eu me surpreendi quando concordei com a cabeça.
Me seguraram pelos braços e pelas pernas enquanto me desamarravam, mas sem me soltar, sem deixar que eu me mexesse. Me rodearam, levantaram meus quadris e prenderam minhas pernas na posição enquanto riam e me chamavam de puta. "Você vai ver como vai gostar", disse o gordo, e isso me excitou ainda mais. Até o gordo estava tão tarado.
Me sentia suja, usada, mas acima de tudo me sentia muito gostosa, muito desejada enquanto aqueles 4 caras me pegavam do jeito que queriam. Seguraram minhas pernas pra cima, o gordo segurava minhas mãos e me dava beijos no pescoço e no rosto. O velho segurava meus pés e, por putaria, eu acho, acariciava meus pés e pernas, que ele sabe muito bem que são minha fraqueza total. Mas o filho da puta subiu no meio e me encheu de insultos, humilhações, frases sujas e enfiou toda a pica dele. Eu sentia ele empurrando, a pica dele toda dentro, sem camisinha, pele com pele. Senti o gozo dele escorrer e não falei nada, só agradeci, amo.
Que puta, disse o gordo, com excitação evidente, e um por um subiram em mim.
A brincadeira durou bastante. Fizeram o que queriam, foi intensa, às vezes dura, às vezes sensual, com muito suor deles. Mas eu me senti sexy, muito desejada, bem gostosa. Talvez o vinho que eu tomei ou o que eles tomaram, sei lá, mas aceito: eu gostei. Depois me deixaram um tempo, tomei algo, conversamos, tomei um banho, bebi mais um pouco.
E de novo me amarraram e o magrelo me deu uma pirocada daquelas logo os outros se juntaram, dessa vez eu busquei ativamente a rola do gordo
Eu saboreei ela centímetro por centímetro, passei a língua das bolas até a glande e guiei ela até minha boca, ver as pernonas dela tapando minha visão, sentir meus tornozelos nas mãos de outra pessoa enquanto o outro pau brincava dentro de mim. Me excitava.
Não sabia de quem era a rola que eu levava até a boca... só via barrigas e pernas ao meu redor que aproximavam paus que eu chupava de vez em quando.
mas no final, a porra chegou por um buraco ou outro e eu recebi igual uma boa puta no dia seguinte ele chegou, a gente tomou café, saiu, passou o tempo como bons amigos. tava meio difícil de me mexer, mais pela alongação que algumas posições exigiram do que por outra coisa. de tarde, decidi dormir um pouco enquanto eles passeavam pelo centro
mesmo assim, me deixaram assim amarrada de castigo
à noite não consegui sentir quando subiram na cama, mas senti o toque forte de umas mãos que desataram minhas pernas e me viraram de barriga pra cima. o peso de um corpo me esmagou quando se colocou entre minhas pernas, cheirava a álcool e cigarro. "vamos tomar banho", queria dizer, mas esqueci da fita que tampava minha boca. depois de 15 minutos, o desconhecido já estava dentro de mim, metendo sem parar com minhas pernas na cintura dele.
Lancei o corpo dela com força contra o meu, levantando ainda mais minhas pernas. Não sei quanto álcool ela tinha tomado, mas com um gemido forte, soltou uns 30 segundos de líquido dentro de mim. Senti chegar até o estômago. E, com uma puta gostosa, ela desceu de cima de mim.
Pensei que finalmente ia descansar, mas ouvi um tapa seco e um novo corpo tomou o lugar — esse era mais pesado. O gordinho levantou minhas pernas sobre os ombros dele. Ele sabe que eu adoro sentir a barriga dele — mas o peso caindo sobre mim imobilizava totalmente meu torso. Quando ele começou a se mover pra dentro, o peso dele empurrava minhas pernas contra meu rosto, fazendo eu soltar gemidos por causa do puxão. Mas de novo a fita me impedia de falar mais baixo, e parece que alguém interpretou aquilo como orgasmos.
O gordo continuava empurrando minhas pernas com a barriga dele e desabando todo o peso em cima de mim cada vez que o cilindro de carne dele buscava mais e mais fundo no meu cu. O movimento dele era lento, mas forte, e eu parecia uma rede balançando debaixo dele a cada empurrão. Mas de novo se ouviu um "vai, vai logo". Já tão me tocando.
De repente trocaram de lugar de novo. Levantei minha bunda com a almofadinha e ele parecia um cachorro no cio. Sentia a pélvis dele batendo nas minhas nádegas, plam plam plam, cada vez mais rápido, ele respirava pesado e me comia no ritmo da música, plam plam plam. Tava sacudindo tanto que meu cérebro tava chacoalhando, mas... de repente a música mudou pra um rap. Filho da puta, ele continuou no mesmo jogo.
Meu cu já dilatado de tanto dia de pica encontrou umas investidas dignas de um dogo no cio. Cada sacudida começava a me dar um mal-estar no estômago, e de novo a fita me impedia tudo. Ele só segurava minhas pernas com as mãos, prendendo elas contra os ombros dele, e esticava e metia sem parar. "Mete baba nesse cu", alguém disse, e ele respondeu: "Tô educando ela, vai ficar mansa.
tentei me virar pra trás, esticando com as mãos atrás das costas, e caí do travesseiro. aí ele me deu um tapa na bunda, me subiu metade da bunda em cima do travesseiro e segurou minhas nádegas. minhas pernas, agora livres, contra minha vontade, dançavam no ar a cada investida dele. com as mãos nas minhas coxas, ele empurrou mais minhas pernas contra meus joelhos e subiu mais pra cima sem diminuir o ritmo. ele tá me dominando como uma puta, pensei. só falta eu latir. e acho que algo nos conectou, porque ele disse: "tô te comendo como uma puta, Mati.
De repente, uma eletricidade percorreu minha espinha e não vou mentir, pela tensão meus braços doeram, mas minhas pernas começaram a tremer ainda mais forte e eu não conseguia evitar que meus pezinhos batessem no peito dele. A sensação dos meus pés batendo aumentou meu tesão e, sim, admito, eu tava super excitada naquele momento, e o orgasmo subiu até minha cabeça — ou talvez fosse tanto álcool — e eles perceberam. "Tá acabando, a putinha", "olha como ela gosta", alguém gritou. "Então temos que batizá-la", disse o filho da puta que tava me dando um orgasmo tremendo.
Não sei se gozei, mas ele se recostou em cima de mim, deixando minhas pernas de puta no cio apoiadas nos ombros dele, e empurrou devagar, ficando bem no fundo. Aí, de repente, algo bateu lá dentro, me enchendo até sentir escorrer quente pelas minhas nádegas, descendo pelas minhas costas. Era algo diferente, novo e estranho, mas difícil de aguentar. Por uns 30 segundos, quase encheu meu interior até transbordar pra fora.
O filho da puta tinha me batizado, tava mijando na minha bunda. Todo mundo tinha mijado na minha bunda e eu pensei que tinha acabado. Já era dele, era de todo mundo. Já entendi isso e me deu tesão. Me largaram de novo por um tempo e me fizeram várias perguntas, que claro, com a fita na boca eu não podia responder, mas fui dormindo e depois me soltaram pra ir dormir com quem era a vez.
Já era tardinha, o dia tava fresco. Eu tava saindo do banho quando alguém me pegou por trás, tapou minha boca e me jogou na cama. Ele se jogou em cima de mim, me amassando com o corpo todo e lambendo minha buceta e pescoço. Enquanto com uma mão tapava minha boca, com a outra ele mexia o pau dele procurando meu cu. O pau dele foi abrindo caminho entre minhas nádegas e o quadril dele começou a se mexer. Confesso que me sentir assim, esmagada com minha bunda sendo amassada debaixo dele, começou a me colocar no modo puta e o susto inicial virou tesão. Mais ainda quando ele cuspiu na minha bochecha e com a mão espalhou pela minha boca. "Puta de merda, esse cu é meu e vou foder quando eu quiser", disse o desgraçado. "Regra o caralho, você não manda aqui, quem manda sou eu.
Depois disso, não resisti quando ele esticou meus braços para os lados e começou a me amarrar na cama, com a bunda tentando escorrer a porra. O filho da puta ainda colocou um travesseiro debaixo do meu quadril, cuidando pra esconder o que não é feminino e deixar a bunda empinada. Depois cuspiu na minha rabeta, pra ficar mais bagunçado — ele adora a bagunça — e foi embora. Eram 7h40 da noite, e eu já tava amarrada numa cama.
Ouvi a porta abrir, a mudança de temperatura do quarto com ar condicionado pro calor lá fora me acordou um pouco. Da sala vinha o som de cumbia e risadas, e umas vozes baixas cochichando algo escondido. "Vai ou não vai?" Isso eu ouvi. Tentei tirar a venda esfregando o rosto pra ver qual era a brincadeira agora, mas senti algo frio e molhado no meu buraco — quem sabe adivinhou: gel lubrificante. Achei que era o desgraçado, porque não foi só no meu buraco, mas também nas minhas nádegas e parte das costas. Logo uns dedos brincavam na minha bunda. Relaxei o corpo todo na cama e tentei me acalmar. Ouvi o estalo da mordida e senti aquele cheiro característico de plástico dos preservativos. Tentei de novo levantar a cara e tirar a venda contra o colchão, mas uma mão na minha nuca me impediu de mexer. "De novo, porra, o desgraçado", pensei, "mas por que usar camisinha depois do que ele me disse? E quanto tempo passou? Já se recuperou?" Tava nessas divagações quando senti uma rola apontada pro meu cu. Começou a empurrar pra entrar devagar, fazendo círculos, e logo enfiou pra dentro. Não parecia os 15x5 do desgraçado — era mais um 15x3, mas pensei que tanta pica junta me deixou mais dilatada, já acostumada. Por isso também o corpo dele pesava menos. Sem falar, sem me humilhar, sem me chamar de nomes, começou a meter com tudo, bem gostoso, mas com uma pressa, como se eu cobrasse por hora. Mas, né, tomar sempre deixa as putas mais quentes. Não teve tapas, nem palavras, nem cuspidas — só pica pura e dura batendo na minha bundinha minúscula, me sacudindo como se eu fosse uma lata de tinta. Gozou, se levantou, deixou a camisinha usada nas minhas costas e foi embora. "E aí, e mais alguma coisa que eu não entendi?" Ouvi antes que a porta se fechasse de novo.
Assim que a porta se abriu e alguém entrou, eu ouvi um ploft d'água e... assim amarrada, me lavaram com esponja. Odiei elas, minhas lingeries!! Gritei com raiva: "vão ter que me comprar novas". E como resposta, taparam minha boca, mas virei a cabeça de um lado pro outro e pedi pra me trazerem água. Então, depois de me lavar até a bunda, decidiram me soltar e me deixar beber algo, ir no banheiro também, me limpar e trocar minha lingerie. Assim estávamos sentados bebendo, e sim, sou tão puta que tava sentada de lingerie, tomando álcool e jogando cartas, perdendo de propósito pra tentar ganhar alguma peça de roupa ou fazerem eu dançar, haha. Como isso não rolava e eles continuavam falando em sair hoje à noite e preparando o churrasco, comecei a perguntar sutilmente pro maldito que senti que hoje ele tava com pressa pra foder, que me comeu todo caladinho, talvez ficou tímido, e todo mundo ria. Falei se eles achavam que eu tava me acostumando ou só me tornando mais puta, porque hoje não doeu tanto nem custou tanto pra entrar o primeiro. Se puta é a palavra, puta Matild, disse o gordo e riu. "Agora sim você é bem puta", disse o maldito, e todo mundo começou a rir. Eu, já bêbada, tava dançando enquanto falava. "Gostei de você assim, calado e na sua", falei pro maldito. "Você gostou, hein? Parecia que ia me estuprar, do jeito que segurou minha cabeça. Assim que você gosta", falei, chegando minha bunda perto dele e rebolando em cima da calça dele. "Sim, mas devagar pra não cair a peruca", ele disse. "Sim, mas assim, segurando meu pescoço como você tava, não vai cair", respondi. Ninguém riu, só se olharam e fizeram um gesto que não entendi, acho que se excitaram. Ou pensaram safadezas. "Que que tá rolando, tanto silêncio nessa bagunça?" perguntei enquanto o copo caía da minha mão e fez silêncio, até que um só se levantou, me pegou pelo braço e me levou de novo pra cama. Claro, me deitei de bruços e abri as pernas, e só me deixei amarrar de novo e até colocar o cabresto.
A porta se abriu, daí um tempo alguém enfiou o joelho debaixo do meu peito, me deu um tapa na bunda primeiro e disse: "abre a boca". Aí viu o mordaço, abaixou ele e me deu mais um tapa na bunda. "Abre, eu falei!". E eu ri ao sentir a palmada na minha bundinha, abri a boca e o pau dele bateu nos meus dentes. Tapa na minha bunda de novo, devagar, mas meio de leve. Abri bem, "ahhh", falei, e ele empurrou devagar até a garganta, tirou, me agarrou agora sim pelo cabelo e pela cabeça e começou: tudo pra dentro, tudo pra fora. Não sei se me afogava mais na minha própria baba, na glande dele, na minha nuca ou no gozo que ele mandou de dentro pra fora. Um pouco eu engoli, um pouco ficou na minha língua, bochechas e dentes, um pouco escorreu no meu rosto. Ele colocou o mordaço de volta, ajustou, prendeu mais umas amarras e foi embora. Então eu deitei meu rosto na cama, rindo, e senti uma coisa fria: o lençol estava todo molhado de baba e porra. E aí pensei: "mais fresquinho", e tentei dormir.
Passaram 15 minutos e alguém entrou, acariciou minha bunda, minhas pernas, fez cócegas no meu corpo todo, suave e sexy. Passou mais gel na minha buceta, acariciou meu rosto e minhas costas enquanto colocava o pau dele com gel na minha mão, depois apontou gentilmente o pau bem duro pra minha bunda, empurrou um pouco, tirou e empurrou de novo, tirou outra vez e voltou a empurrar. Senti que dessa vez entrou mais, repetiu isso até entrar tudo e ficou parado. Então acariciou minhas costelas, meu rosto e se moveu só alguns centímetros pra frente e pra trás, amassando minha bundinha com o peso dele. Colocou as mãos dos lados do meu tronco, se levantou um pouco, se moveu quase até tirar tudo e entrou de novo algumas vezes enquanto acariciava minhas pernas, costas ou bunda de vez em quando com um toque suave. Era tão suave que eu podia sentir cada centímetro do pau passando pelo meu túnel, e a expectativa e as sensações cresciam e cresciam. Achei que ia gozar quando de repente ele começou a meter como se não houvesse amanhã, senti todo o poder dele e o corpo masculino dele sacudindo o meu. A cama se mexia, o colchão balançava e meu corpo tremia a cada estocada que o corpo dele enfiava na minha bunda. Eu mal conseguia me mexer, mas levantei mais a bunda e senti completamente o quadril dele se chocando contra minhas nádegas. Nem preciso dizer, mas meu orgasmo foi brutal. Não sei se ele gozou ou não, só sei que fiquei meio boba e toda bagunçada, nem sei quando ele foi embora. Fiquei lá, quase dormindo, sem dor e com muito prazer.
Eram 00h quando me acordaram e mandaram eu arrumar a mesa. Coloquei um avental, arrumei a mesa, saí, busquei a carne e, de quebra, apareci o lugar, o céu, o cheiro de cloro da piscina misturado com o cheiro de lenha. Servi o jantar pra eles — comeram ou decidiram jejuar? Fiz tudo de lingerie e avental pra me exibir. Pois é, sim! Sou muito piranha!
Então, quando terminaram de comer, pedi sobremesa. Eles riram. "Deixa a gente descansar", disse o gordo. Peguei na mão dele, sentei ele, procurei outro e sentei ele também na sala, e os outros foram sozinhos. Quando trouxe as bebidas, me ajoelhei, abaixei a calça do gordo e comecei a chupar o pau dele. "Eu quero minha sobremesa", falei de novo. "Só umas chupadinhas, depois a gente sai, nem precisa gozar." Os outros tiraram a calça sozinhos, ninguém hesitou em se mostrar. E eu tinha todos os paus um do lado do outro pra mim, e assim, um por um, fui atendendo eles enquanto buscava mais drinks e preparava bebidas.
Depois disso, a gente se trocou e saiu. Claro que aproveitei pra entrar quando um tava tomando banho. Mal comecei a saborear a rola na água, bateram na porta pra apressar a gente e não deu pra fazer muita coisa.
Vesti uma calça e uma camiseta larga, e por baixo um vestido justo, meia-calça e lingerie. Deixei a peruca na mochila junto com os sapatos, algemas de pelúcia, fita e cordas. A cara do segurança quando abri a mochila pra entrar, haja! Ele murmurou algo no idioma dele que não entendi e me deixou passar. Como eu insisti em ir nos dois carros, caso alguém quisesse voltar mais cedo, quando falei que esperava no carro, em 20 minutos chegou o velho, e eu tava esperando ele assim.
Eu me pego no colo e, assim que cruzo a entrada, me deixo cair no chão frio, levanto minha saia, tapo minha boca e começo a meter de ladinho.
Quando ela me deixou falar, eu disse que fiquei com vontade de experimentar na água, porque ela cortou o boquete que eu tava dando no gringo no chuveiro. Falei pra ela preparar um drink e que eu esperava ela na piscina pequena.
Não sei se foi pela água ou por estar do lado de fora, mas o pau dele ficou duro pra caralho e eu aproveitei. Ele disse que eu gostava de fazer fora, mas quem gostava mesmo era ele. Só que daí a pouco chegou o outro carro e todo mundo riu, fingindo que não viram, porque eu decidi não parar de chupar quando eles entraram. Mas naquela noite eu tinha que dormir com o gordo, então fui pro quarto dele do jeito que eu tava. Daí a pouco o gordo colocou o cinto da calça dele no meu pescoço e a gente brincou um tempo. Eu soltava uns latidinhos, feito uma puta.
Saio da cama puxando pelo cinto e eu fiquei de quatro. Ela disse: "Uma puta tem que obedecer, vai fazer o que eu mandar." E o filho da puta me fez sair engatinhando pra sala.
O forro do gordo me levou engatinhando até o meio da sala, me subiu na parte onde se apoia os pés do sofá e ali, de quatro, se colocou atrás de mim e começou a me comer na frente de todo mundo. Eu só fechei os olhos de vergonha, enquanto ouvia piadas e gritos de incentivo. "Que baixo eu caí", pensei. Agora, pela segunda vez na viagem, me deixei usar do jeito que ele quis na frente dos outros, só pra satisfazer minha tesão.
ao mesmo tempo, aquela vergonha, aquelas múltiplas humilhações de estar nua de quatro com a barriga do gordo sobre minhas nádegas e o pauzão dele enterrado entre meus cachos, me fazendo gemer a cada amassada que todo o peso dele dava nas minhas bundinhas. a vergonha de saber que todos me viam e zoavam enquanto davam incentivos pro gordo. ao mesmo tempo, aquela humilhação tava me excitando, de novo faziam o que queriam comigo sem respeitar as regras que a gente tinha combinado, e isso me dava tesão. o gordo explodia meu corpo na frente de todos os amigos dele sem mostrar nenhum respeito, e isso me esquentava. o que tá acontecendo comigo, pensei, por que sou tão puta? isso acontece comigo por ser puta, e esse pensamento começou a acender aquele formigamento que desencadeia o orgasmo, e entender que por ser puta me humilhavam me deixava ainda mais quente. mas alguém disse: "tem que compartilhar, convida, gordo!" e isso me trouxe de volta à realidade, fora dos meus pensamentos, me afastando daquele orgasmo que já tava na porta. todos estavam ali, depois de passar a noite bebendo no balcão, e já não mostravam nenhum respeito pelas regras, e eu tava de quatro, nua na frente de todos, deixando que ouvissem os gemidos que a foda do gordo arrancava de mim. tava totalmente entregue e já não podia fazer nada, e pior ainda, nem sabia se queria fazer algo pra parar.
de repente me vi rodeada de homens pelados que se acomodaram ao meu redor. o gordo que tinha saído pra me dar espaço pra me acomodar entre todos disse -aqui se compartilha tudo, a cerveja, o vinho e as putas e enquanto falava, voltava a encaixar o pau na minha bunda procurando meu buraco. o velho que ficou com vontade da piscina colocou na minha cara a sua pica enorme de 17x4, a maior que tinha naquela noite e a maior que eu conheço, e não resisti. peguei com a mão e senti que estava bem dura e completamente inchada, abri a boca e enquanto começava a meter, brincando com minha língua na glande dele, uma picaçada do gordo me empurrou pra frente, enfiando tudo que eu conseguia engolir daquele canhão de pau do velho.
quem tá feliz com a engasgada? rapidamente eu apertei a mão que segurava minha nuca, empurrando mais minha boca no pau dele e me fazendo engasgar, o que me fez pular pra trás e abaixar a mão pra parar o empurrão. mas o pulo bateu minha bunda no pau do gordo e eu senti minhas entranhas se separarem e se encherem de uma vez, e no fundo, o que me fez pular pra frente enquanto ele, rindo, colocou a mão na minha nádega e me empurrou pra frente. notei de novo o pau do velho atravessando minha língua e chegando de novo até a entrada da minha garganta, o que realmente me fez engasgar e me arrancou lágrimas. engole tudo, sua puta! — o velho falou, e o gordo disse: temos que domar bem essa inútil, não foi nem na metade e já tá chorando. engole tudo, engasgar de novo, sim, sua puta! — e me deu um tapa na bunda que me fez pular.
E o velho aproveitou isso pra segurar firme minha nuca, empurrando minha boca no pau dele até eu recuar. Aí eu sentia a piroca grossa do gordo avançando pelo meu canal apertado, me dando uma sensação como se estivesse alargando minha bacia por dentro, com um formigamento no osso, até a pélvis dele esmagar minha bunda, me forçando a avançar de novo. E o velho aproveitava pra enfiar minha cara de volta no pau dele.
Assim foram pegando o ritmo, marcando uma cadência rápida na empalada de dois paus que tava me matando de agonia por não conseguir escapar e de prazer, claro. Ter a imagem da pica do velho na minha cara e sentir ele brincando com a minha boca se somou às sensações que o gordo tava causando, enchendo e arrastando o pau grosso dele pelas paredes do meu cu naquela foda. Imaginei que era assim que as estrelas pornô se sentiam nos filmes, e aí me veio um pensamento: sou mais puta que uma estrela pornô. Aqui não tenho voz nem voto, tão me comendo do jeito que querem, me usando com dois paus enquanto me xingam. Com isso, minha excitação subiu pra caralho, então decidi me deixar levar e obedecer eles em tudo naquela noite.
por eso, cuando sentí a pica do velho pulsar na minha boca e ele tentou puxar a ponta pro meu rosto, rapidamente enfiei aquela bombinha de porra na boca e um jorro de líquido grosso espirrou na minha língua. Meti mais da pica na boca, o próximo jorro foi direto pra minha garganta, disparando um orgasmo pela minha espinha que logo ficou mais intenso ao sentir o empurrão do gordo que arrombava meu cu, me jogando pra frente. Não só tavam enchendo minha boca de porra, mas também no meu cu tava rolando uma pica grossa que me empurrou pra cima da cabeça do velho, que acabou passando direto pela minha garganta. O gosto ácido e a sensação de ser duplamente abusada dispararam outro choque de eletricidade pela minha espinha, que quase me fez cair de boca no sofá.
mas como a putinha que eu sou, me segurei de quatro e abri a boca pra mostrar pro velho que tinha engolido tudo, que putinha que você é, não deixou nem uma gota, disse o velho acariciando meu rosto. comeu a porra toda? perguntou surpreso o magrelo, que pedaço de puta você é, Matilde, disse o maldito
valeu, chefe", respondi enquanto o velho se afastava e o magrelo e o maldito se posicionavam na minha frente.
comecei a lamber a pica meio dura do desgraçado como se fosse um sorvete, "me usa, amor", falei pro desgraçado e a pica dele endureceu na hora. Como era típico dele, ele disse "vou arrombar essa boca". "Não, amor, supliquei", enquanto o gordo mantinha as investidas na minha bunda e eu sentia um formigamento nascer nos meus quadris e se transformar em eletricidade descendo pelas minhas pernas. "Não me engasga mais com leite", não consegui terminar a frase, a sensação virou um orgasmo que nasceu dos meus quadris e me derrubou com as pernas tremendo no chão.
O gordo segurou meus quadris pra cima, eu já não tinha mais forças - CHUPA, VADIA, SABE QUE É BOM PRA VOCÊ, gritou o desgraçado com uma cara de louco. Eu me sentia flutuando e continuei chupando até que um jato ralo, mas ácido, encheu minha boca. "Engole tudo", ordenou. Engoli rápido, virei a cabeça e abri a boca pra mostrar meu trabalho pro desgraçado. "Agora quero essa bunda", ele disse, com o pau ainda duro por causa do álcool.
Agora é minha vez, digo o magrelo rock. Ele se deitou e me sentaram no pau dele, aproveitando minha dilatação, ele se mexia buscando a gozada no ritmo todo, enquanto o desgraçado espalhava a porra toda na minha cara e o velho vinha pra mais um boquete.
e eu satisfiz ele, engoli todo o leite dele com gosto
e também limpei ela. foi a melhor viagem da minha vida. se eu conseguir 10 positivos e 3 comentários começando com "boa puta", eu transcrevo direitinho a história e detalho como foi e como continuou, e o que cada um dos 4 fez comigo toda noite, porque cada noite eu dormia com um deles. eu nunca tive um quarto só pra mim. e também o que rolou na noite lá fora com eles. infelizmente perdi contato, só vejo um de vez em quando, porque ele se juntou com uma mulher boa e tá criando os filhos dele. ok, 3 comentários com "boa puta" e 10 curtidas, e eu conto melhor e narro tudo com detalhes.
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