Adriana é uma gatinha de 26 anos que mora com o namorado em Recoleta e acabou de se formar em Direito, mas, do jeito que vocês tão vendo, ela é uma puta em todos os sentidos. Assim que se formou, precisava de emprego urgente e apelou pro Damián, um advogado conhecido e bem-sucedido. Como ele não é nenhum otário, e considerando a beleza da Adrianinha, aceitou ela no escritório dele. Mas vocês realmente acham que ele aceitou pelos talentos profissionais dela? hahaha, NÃO! Não sejam ingênuos, se ele aceitou foi só porque a mina tem uma bunda gostosa e uns peitões enormes, além de que a carinha angelical dela sempre deu tesão no Damián. Então agora ela é a putinha pessoal do chefe, e toda sexta-feira tem que deixar ele comer ela num quarto de hotel e encher a cara de porra pra manter o emprego, porque ela é tão burra que nenhum outro escritório aceitaria ela! Claro que ele usa ela como um pedaço de carne, e todo o rancor que ela sente do chefe acaba fazendo ela descontar no corno patético do "namorado" dela.
O Damian não só adora foder a Adrianita, na verdade o que ele mais gosta é humilhar ela. Quando tá muito estressado com o trampo, ele obriga ela a levar pros encontros uma fantasia de empregada, que ela mesma lava e prepara, e trata ela como uma criada (escrava, eu diria) durante toda a sessão, que por sinal não são nada curtas, o cara toma o tempo dele, não é precoce que nem o babaca do namorado da Adriana, e ainda goza mais de uma vez. Uma das coisas favoritas dele é fazer ela engolir a pica dele até o talo, enquanto xinga ela e dá palmadas na bunda.
Mas Adriana, apesar de ser uma puta nojenta, uma péssima advogada e muito burra por sinal, tem a virtude de ser uma boa chupadora, faz exatamente os boquetes que o chefe dela gosta, bem sujos, bem babados, bem brutos, como as verdadeiras vadias fazem. É justamente por isso que o Damian mantém ela como a puta pessoal dele e não procura outra, é uma prostituta tão submissa que deixa ele usar a boca dela como mais um buraco para o prazer dele, e por isso ele maltrata ela como um deles e ela não fala nada, porque a boca dela serve pra chupar, não pra falar.
O Damian adora tirar fotos dela com a cara cheia de porra, nem pede permissão, só manda ela posar e ela obedece porque, afinal, quem manda é ele, senão é tchau e bênção, emprego ralo. É isso que as vadias interesseiras como ela merecem. E o que ele faz com essas fotos? Simples: mostra pros amigos e pros colegas de escritório, pra todo mundo saber o quão puta a empregadinha dele é. Vale dizer que nem um único mililitro da porra dele é desperdiçado, aliás, se cair uma gota no chão, ela é obrigada a lamber, depois passar os dedos na cara pra se limpar e, por fim, engolir todo o sêmen do chefe, que ele obriga ela a chamar de "o elixir".
Ela adora que ele coma ela de quatro, porque ele diz que as cachorras têm que ser fodidas assim, que tá na natureza delas, e ela é obrigada a usar lingerie de renda toda semana e variar de cor, lingerie que obviamente ela paga, porque ele deixou bem claro que não vai gastar nem um centavo a mais com ela além do salário dela e do hotel das sextas-feiras. Enquanto ele fode ela, claro que não faltam os xingamentos, palmadas e cuspidas.
Mas de uma vez, quando clientes importantes vinham no escritório, ele fazia a Adrianita "fechar" os contratos com eles, pagava o hotel e o táxi e mandava os caras pra lá pra que o cliente pudesse desestressar, e tinha carta branca pra fazer o que quisesse com ela, afinal ela já era tipo propriedade dele, e ele fazia um "empréstimo" de umas horas.
Adrianita lembra com certo prazer, mas ao mesmo tempo medo, que um desses "clientes" especialmente violento foi um deputado conhecido, que a tratou literalmente como um animal, pois a obrigou a se vestir de gatinha e a miar como tal. Cada vez que ela se comportava como pessoa ou parava de miar, ele a castigava cuspindo nela, enforcando-a e dando tapas na cara, junto com insultos que iam desde "sweet girl mal-educada" até "prostituta inútil, só serve pra foder, e nem isso faz direito! obedece, menina malcriada!
e coisas muito piores como que outros clientes (porque foram especialmente muitos) sem consulta prévia e levando em conta a condição da Adrianita como brinquedo sexual de uso limitado, estupraram bem forte o cu dela, deixando bem aberto e cheio de porra de político.
Pronto chegaram os brinquedos sexuais, o primeiro e o favorito do chefe foi sem dúvida a coleira de cachorro, que reforçava a ideia dele de que as cachorras (como a Adriana) devem ser tratadas como tal. Então, um dia ele mandou comprar e começaram a usar durante todas as sessões, sem exceção. Além disso, encorajado pela experiência do cliente, ele obrigou a Adrianinha a se comportar como uma puta desde o momento em que entrava até sair do quarto. Isso significa que ela tinha que andar sempre de quatro, latir e lamber os sapatos e os pés do seu dono, ou seja, ele a desumanizou completamente. E toda vez que ela mostrava um leve sinal de humanidade, ele a castigava cortando o salário dela.
Mas apesar de que o chefe dela é um macho alfa que pune ela e trata como um pedaço de carne com três buracos, a verdade é que a putinha adora, ama ele e não consegue evitar de gozar toda vez que o papai, o dono dela, fode ela violentamente por qualquer um dos buracos.
Quando ele come ela de quatro, que como eu disse é a posição favorita dela, ela mesma se estimula o clitóris gozando em cima da grossa pica de macho alfa dele, enquanto ele puxa ela pelos cabelos e obriga ela a confessar que o namorado dela tem uma pica pequenininha e que ele é muito mais homem que o outro, além, claro, de todo o resto que é de praxe, tipo que ela é a putinha dele, que é uma puta barata que não serve pra nada, etc, etc.
A puta lambe-bolas apelidaram ela, tanto o chefe quanto todos os "clientes" que passaram por ela, por causa do vício e da habilidade dela em lamber bucetas e sacos de homens que acabou de conhecer, fazendo eles gozarem e encherem ela toda de porra por causa disso. Era impressionante o quanto ela saía daquele quarto degradada, com cheiro de porra, suor e saco de coroa. Porque ela era tão submissa que, mal acabava a ação, os caras mandavam ela vazar pra ficar de boa vendo TV no hotel, enquanto relaxavam, só deixando ela dar uma lavadinha básica na cara com água do banheiro.
Enfim, tinha vezes, especialmente nos dias em que o Damian chegava de mau humor, que quando ele gozava, fazia no chão, dizendo que ela não merecia levar a porra na cara porque era uma puta inútil. Ele pegava ela pelos cabelos, jogava no chão e mandava limpar a bagunça, e de quebra limpar os pés dele. Depois, quando tudo acabava, ele pegava as roupas dela, abria a porta e empurrava ela completamente pelada pra fora, e depois jogava as roupas. Enfim, ela era menos que uma puta, era um pedaço de merda.
Até aqui o relato, espero que tenham curtido, essa é minha primeira participação no Poringa, e pretendo fazer muitas mais. Se gostou, me segue, deixa uns pontos e comenta, porque adoro ler comentários. E se não gostou, chupa bem minha pica como a putinha da Adrianita! GERARDOSUIT.
4 comentários - Adrianita e o patrão dela
Quien pudiera tener una "Adrianita" en el trabajo...
van 10