Eu tinha só 17 anos, ainda tava no colégio, meu corpo era magrinho e bem feminino, minha bunda era empinadinha e redondinha, não usava roupa apertada com medo de ficarem de olho em mim. Um dia, nas férias, fomos pra casa do meu tio Alfred, ele morava sozinho com minha prima (Feña). Nesse dia, fui no banheiro e foi quando peguei o Alfred saindo do chuveiro.
Por impulso, olhei pra pica dele, era uma coisa enorme e meu corpo tremeu, tive uma sensação estranha. "Desculpa, tio..." falei com voz nervosa enquanto encarava o pau dele.
Ele tinha notado que eu tava olhando pro pau dele. "Fica tranquilo, foi sem querer", ele respondeu enquanto cobria o corpo com a toalha. Naquela mesma tarde, tudo foi muito normal, mas eu continuava nervoso e meu corpo tava estranho. Por algum motivo, minha mente só lembrava daquela imagem. Quando cheguei no meu quarto, não aguentei mais e comecei a me masturbar, tava tão excitado. Aí a porta se abriu.
Alfredo me disse: "Desculpa, vim te buscar pra gente ir tomar umas cervejas na sala."
"Já tô descendo", respondi, me cobrindo com as mãos.
Ele só sorriu e fechou a porta.
A gente conversou bem de boa sobre vários assuntos, até que chegamos no assunto de hoje...
"Você tem que tomar cuidado, sabia que seus pais tão pela casa e a Feña também? Se quiser bater uma, tranca a porta direito", ele falava enquanto sorria devagar, a gente já tava meio bêbado...
"Foi sem querer, não vai acontecer de novo", falei todo envergonhado.
"Relaxa, são coisas naturais", ele respondeu.
No dia seguinte de manhã, Alfredo entrou no quarto em silêncio.
Eu tava todo coberto, mas acordado.
Via ele se despindo.
Eu perguntei o que ele tava fazendo. "Fica tranquila, só vim trocar de roupa." Não dei muita importância, mas não conseguia parar de olhar pra ele.
Então ele puxou o pau dele, era enorme! Eu tremi, ele sorriu e disse: "Fica tranquila, seu cu aguenta", de forma sarcástica. "Podia apostar que não", respondi séria. Ele baixou as calças.
Eu não parava de olhar pro pau dele, ele percebeu que eu tava com os olhos grudados lá. "Quer tocar nele?", ele perguntou sorrindo. "Não!", respondi rápido. "Fica tranquilo, não vou contar pra ninguém...", disse enquanto se deitava do meu lado. Ele se cobriu com os lençóis e encostou o pau na minha bunda.
Meu corpo tremeu inteiro, o beijo me deixou tonta e ele disse... "Aposto que cabe nessa bucetinha de menina que você tem." "Vamos ver", falei, por impulso. Ele levou muito a sério e começou a enterrar o pau no meu cu.
Não entrava inteiro, senti minha buceta se partir ao meio, era uma dor do caralho mas eu adorava, ele só colocou a cabeça. "Vai ter que molhar um pouco", ele disse.
Comecei a chupar a pica dele, minha garganta se abria e a pica dele entrava bem fundo. "Já tá bom?" perguntei. "Vamos ver", ele respondeu, "você vai ter que ajudar um pouco". Ele me colocou de quatro e pôs minhas mãos nas minhas nádegas. "Abre bem, vagabunda..." Então, devagar, ele enfiou o pau no meu cu.
Soltei um gemido enorme e senti meu cu se abrindo completamente. "Viu que entrou?", ele disse enquanto tirava e metia o pauzão dele.
Só não conta pra ninguém, cara, isso não tá certo. Meu corpo tava tremendo e as estocadas dele tavam cada vez mais fortes.
Ele gozou dentro do meu cu, o esperma dele escorria pelas bordas do meu ânus.
Ele só sorriu e me disse... Sabia que você queria ele dentro, sua putinha. Levantou e foi pegar a roupa.
Eu me deitava, estava arrependido e minha buceta ardia.
Ele saiu do quarto e, com um sorriso, me disse... "Ganhei a aposta, mas quero uma revanche." No dia seguinte, tudo estava normal, minha bunda ainda doía, eu tentava não me mexer muito porque, na real, ele me deixou com o cu todo arrebentado no meio. Mas chegou segunda-feira, perto das 10 da manhã, senti a porta do quarto se abrir e, de novo, Alfred tirou a roupa e se deitou ao meu lado.
Me abraçou e me virou de bruços, foi direto ao ponto... enfiou o pauzão dele no meu cu.
......... Comentem se a gente continua com a história......
Por impulso, olhei pra pica dele, era uma coisa enorme e meu corpo tremeu, tive uma sensação estranha. "Desculpa, tio..." falei com voz nervosa enquanto encarava o pau dele.
Ele tinha notado que eu tava olhando pro pau dele. "Fica tranquilo, foi sem querer", ele respondeu enquanto cobria o corpo com a toalha. Naquela mesma tarde, tudo foi muito normal, mas eu continuava nervoso e meu corpo tava estranho. Por algum motivo, minha mente só lembrava daquela imagem. Quando cheguei no meu quarto, não aguentei mais e comecei a me masturbar, tava tão excitado. Aí a porta se abriu.
Alfredo me disse: "Desculpa, vim te buscar pra gente ir tomar umas cervejas na sala." "Já tô descendo", respondi, me cobrindo com as mãos.
Ele só sorriu e fechou a porta.
A gente conversou bem de boa sobre vários assuntos, até que chegamos no assunto de hoje...
"Você tem que tomar cuidado, sabia que seus pais tão pela casa e a Feña também? Se quiser bater uma, tranca a porta direito", ele falava enquanto sorria devagar, a gente já tava meio bêbado...
"Foi sem querer, não vai acontecer de novo", falei todo envergonhado.
"Relaxa, são coisas naturais", ele respondeu.
No dia seguinte de manhã, Alfredo entrou no quarto em silêncio.
Eu tava todo coberto, mas acordado.
Via ele se despindo.
Eu perguntei o que ele tava fazendo. "Fica tranquila, só vim trocar de roupa." Não dei muita importância, mas não conseguia parar de olhar pra ele.
Então ele puxou o pau dele, era enorme! Eu tremi, ele sorriu e disse: "Fica tranquila, seu cu aguenta", de forma sarcástica. "Podia apostar que não", respondi séria. Ele baixou as calças.
Eu não parava de olhar pro pau dele, ele percebeu que eu tava com os olhos grudados lá. "Quer tocar nele?", ele perguntou sorrindo. "Não!", respondi rápido. "Fica tranquilo, não vou contar pra ninguém...", disse enquanto se deitava do meu lado. Ele se cobriu com os lençóis e encostou o pau na minha bunda.
Meu corpo tremeu inteiro, o beijo me deixou tonta e ele disse... "Aposto que cabe nessa bucetinha de menina que você tem." "Vamos ver", falei, por impulso. Ele levou muito a sério e começou a enterrar o pau no meu cu.
Não entrava inteiro, senti minha buceta se partir ao meio, era uma dor do caralho mas eu adorava, ele só colocou a cabeça. "Vai ter que molhar um pouco", ele disse.
Comecei a chupar a pica dele, minha garganta se abria e a pica dele entrava bem fundo. "Já tá bom?" perguntei. "Vamos ver", ele respondeu, "você vai ter que ajudar um pouco". Ele me colocou de quatro e pôs minhas mãos nas minhas nádegas. "Abre bem, vagabunda..." Então, devagar, ele enfiou o pau no meu cu.
Soltei um gemido enorme e senti meu cu se abrindo completamente. "Viu que entrou?", ele disse enquanto tirava e metia o pauzão dele.
Só não conta pra ninguém, cara, isso não tá certo. Meu corpo tava tremendo e as estocadas dele tavam cada vez mais fortes.
Ele gozou dentro do meu cu, o esperma dele escorria pelas bordas do meu ânus.
Ele só sorriu e me disse... Sabia que você queria ele dentro, sua putinha. Levantou e foi pegar a roupa.
Eu me deitava, estava arrependido e minha buceta ardia.
Ele saiu do quarto e, com um sorriso, me disse... "Ganhei a aposta, mas quero uma revanche." No dia seguinte, tudo estava normal, minha bunda ainda doía, eu tentava não me mexer muito porque, na real, ele me deixou com o cu todo arrebentado no meio. Mas chegou segunda-feira, perto das 10 da manhã, senti a porta do quarto se abrir e, de novo, Alfred tirou a roupa e se deitou ao meu lado.
Me abraçou e me virou de bruços, foi direto ao ponto... enfiou o pauzão dele no meu cu.
......... Comentem se a gente continua com a história......
5 comentários - As putinhas do Alfred!😳 O começo