Me tiraram os contos, então vou pra essa parte. Matias, 25, cara gostoso, alto, shape bonito e com personalidade, não se rotulava e curtia tanto mulher quanto homem. Era um conhecido de um amigo meu com quem a gente tinha tido uma experiência juntos, e sinceramente, não me chamava a atenção. Mas depois da experiência do ménage junto, ele despertou algo em mim que não sei explicar. Ele gostava de dar ordens e dominar, e nem preciso dizer, tinha um pauzão enorme, não to exagerando. Como eu era mais novo que ele, acho que tudo se intensificou mais. Como eu disse, não tinha relação com ele, mas depois do ménage começamos a conversar, mas os papos não eram os típicos "oi, tudo bem?". Não, Matias era explícito e me dizia coisas que me deixavam muito excitado, e eu entrava na brincadeira. Ele me escreveu uma semana depois de nos vermos. Naquela vez, usamos um nome feminino pra mim por causa do jogo, a fantasia do momento, e o cara me chamou assim. Assim que vi a mensagem, pensei: "Uffff".
M: Oi, Juli 😏. Como cê tá?
- Apa, que surpresa. Oi, Matias! Bem, e você? Parece que gostou do nome, né?
M: Te incomoda se eu te chamar assim? Adorei. Como você se soltou, hein. Tremenda.
- Não, não incomoda. Uffa, que momento, né! E você, como se soltou? Cara atrevido, haha.
M: Uma vontade de te ter de saia só pra mim. Toda mulherzinha.
- Uffa, me faz pegar fogo, cara. Mas a gente pode se ver, né? Tenho que te obedecer também? Haha.
M: Claro que sim. Quer marcar pra hoje à noite ou amanhã? Acho que alguém fica bem excitado quando me obedece.
- Amanhã à noite, às 20h? Me confirma depois, tenho que ir. Falamos!
- CONFIRMADÍSSIMO.
Como esse cara me excitava, essa brincadeira de obedecer me deixava louco. No dia seguinte, a gente se falou pra reconfirmar, e às 20h eu fui. Levei outra saia diferente pra trocar lá. A gente se cumprimentou, tudo certo, tomamos uma cerveja, e Mati me disse:
M: Comprei uma coisa pra você usar, espero que não se importe. -: uffffg, o que será? M: não se assusta, pega. Ela me deu uma saquinha e dentro tinha uma tanguinha vermelha com um laço atrás e um batom também vermelho. Nunca tinha usado isso, maaaaaas -: a tanguinha é divina, mas o batom? Nunca usei. M: sei lá, pensei em incrementar e acho que vai ficar bem em você. Se não quiser, não usa, mas com essa boquinha pintada você vai ficar divina. Fui me trocar no banheiro e me troquei. Já tava excitada e falei: foda-se! Pintei os lábios. Achava que era demais, mas ao mesmo tempo gostava porque ele ficava doido. Aí saí e fui pra sala, e o Mati tava lá de cueca e camisa. M: ah, mas que boquinha, gata! -: é pra chupar melhor. Mati preparou um drink, começamos a conversar e fomos esquentando mais. M: me excita pra caralho você se arrumar assim pra mim. -: me excita fazer isso por você, dá pra ver que você gosta. M: você gosta de me obedecer também? Sério, do jeito que você ficou outro dia, me surpreendeu. -: sim, gosto, mas com limites, hein. Outro dia até eu me surpreendi, mas gostei e aqui estou. Coloquei a mão na pica e comecei a acariciar. -: além disso, olha essa pica, que pedaço de pica, Matías. M: você gosta, né? Temos que preparar essa bucetinha aos poucos até que entre tudo. -: ufffff... que filho da puta. É muito. M: outro dia você aguentou bem! Não foi? Vamos pro sofá, deixa eu preparar uns drinks e já volto. Continua.
M: Oi, Juli 😏. Como cê tá?
- Apa, que surpresa. Oi, Matias! Bem, e você? Parece que gostou do nome, né?
M: Te incomoda se eu te chamar assim? Adorei. Como você se soltou, hein. Tremenda.
- Não, não incomoda. Uffa, que momento, né! E você, como se soltou? Cara atrevido, haha.
M: Uma vontade de te ter de saia só pra mim. Toda mulherzinha.
- Uffa, me faz pegar fogo, cara. Mas a gente pode se ver, né? Tenho que te obedecer também? Haha.
M: Claro que sim. Quer marcar pra hoje à noite ou amanhã? Acho que alguém fica bem excitado quando me obedece.
- Amanhã à noite, às 20h? Me confirma depois, tenho que ir. Falamos!
- CONFIRMADÍSSIMO.
Como esse cara me excitava, essa brincadeira de obedecer me deixava louco. No dia seguinte, a gente se falou pra reconfirmar, e às 20h eu fui. Levei outra saia diferente pra trocar lá. A gente se cumprimentou, tudo certo, tomamos uma cerveja, e Mati me disse:
M: Comprei uma coisa pra você usar, espero que não se importe. -: uffffg, o que será? M: não se assusta, pega. Ela me deu uma saquinha e dentro tinha uma tanguinha vermelha com um laço atrás e um batom também vermelho. Nunca tinha usado isso, maaaaaas -: a tanguinha é divina, mas o batom? Nunca usei. M: sei lá, pensei em incrementar e acho que vai ficar bem em você. Se não quiser, não usa, mas com essa boquinha pintada você vai ficar divina. Fui me trocar no banheiro e me troquei. Já tava excitada e falei: foda-se! Pintei os lábios. Achava que era demais, mas ao mesmo tempo gostava porque ele ficava doido. Aí saí e fui pra sala, e o Mati tava lá de cueca e camisa. M: ah, mas que boquinha, gata! -: é pra chupar melhor. Mati preparou um drink, começamos a conversar e fomos esquentando mais. M: me excita pra caralho você se arrumar assim pra mim. -: me excita fazer isso por você, dá pra ver que você gosta. M: você gosta de me obedecer também? Sério, do jeito que você ficou outro dia, me surpreendeu. -: sim, gosto, mas com limites, hein. Outro dia até eu me surpreendi, mas gostei e aqui estou. Coloquei a mão na pica e comecei a acariciar. -: além disso, olha essa pica, que pedaço de pica, Matías. M: você gosta, né? Temos que preparar essa bucetinha aos poucos até que entre tudo. -: ufffff... que filho da puta. É muito. M: outro dia você aguentou bem! Não foi? Vamos pro sofá, deixa eu preparar uns drinks e já volto. Continua.
1 comentários - Matias