Conheci um cara num site de encontros que não vou mencionar, e a gente conversou. Ele me chamou pra um lugar mais privado, e eu disse: "sim, mas tenho gastos e não tenho onde ficar". Ele respondeu: "eu pago, se valer a pena, não tenho problema em gastar". Olha o que eu escrevi pra ele e quanto eu valho: ele disse "10, 15 se você for obediente". Quero 15 então, respondi, porque tenho gastos e prefiro me esforçar pra ganhar mais. "Onde te espero?", perguntei, e ele me deu um endereço meio afastado, uma rua interna com pouco movimento naquela hora. Então, contra todo meu bom senso, coloquei minha roupa numa bolsinha, peguei uma moto e fui pra lá. Era tarde, chuviscava, a iluminação era fraca e não tinha ninguém na rua. Quando cheguei, num lugar meio descampado, me troquei e fiquei esperando, espiando de longe quando ele chegava. Não falei que ia me vestir assim na rua; pelo lugar, podia gostar ou não, mas o vinho que tomei pra ganhar coragem já tava fazendo efeito, então tanto fazia. Quando vi o que achei que era o carro dele chegando, fui pra rua e fiz um gesto provocativo e brincalhão pra mostrar onde eu tava.
apesar da minha excitação pelo jogo inicial e de eu ter adorado ele me chamar de gostosa, eu tentava provocá-lo cada vez mais no caminho. mas quando cheguei no lugar, a realidade me deu um tapa na cara. ele pesava mais de três vezes o que eu e tinha o dobro da minha idade, e se não era tão jovem assim, isso até me agradava. o que eu não sabia era quanto lubrificante ia precisar pra aguentar um cara daquele tamanho, uns 100 quilos, acho eu.
Assim que cheguei, ele mandou: "Tira a roupa e fica de quatro". Obedeci. Ele tirou a calça, e eu aproveitei pra passar o máximo de lubrificante que consegui, usando meus dedos. Ele se posicionou atrás de mim, apontou direto pro meu cu e entrou como se fosse dono de tudo.
Na primeira enfiada, por causa do lubrificante e dos dedos, foi mais fácil, mas senti cada centímetro. Senti a cabeça se apoiar e aquele ardor inicial, e como a glande abria meu buraco, igual quem empurra gente no meio da multidão pra abrir espaço e passar.
Arquei as costas de um pulo ao sentir a cabeça inteira entrando. "Calma", ele disse, "você vai ver que cabe tudo. Me tenha paciência, por favor. Vou dar o meu melhor, mas devagar por enquanto." Eu só ri maldosamente.
Com a mão, ele empurrou minha cabeça pra baixo. Virei o rosto e, ao ver a cara de safado dele, decidi tentar aguentar o que ele quisesse. "Que rabão gostoso", ele disse enquanto passava a mão e começava a se mexer. "De quem é essa bunda?" ele me perguntou.
Num suspiro entrei e um grito respondi, minha. Vamos ver, rosnei... Acho que foi bobeira minha me fazer de difícil. Ele só continuou com lentas enfiadas e tiradas por uns 5 minutos enquanto eu dizia que sentia cada veia passar pelas minhas paredes e o quão fundo eu tinha o pau, tentando manter ele excitado pra não acelerar. E aos poucos me acostumei com o tamanho dele, não sem antes pedir pra ele sair pra colocar mais lubrificante.
Chupei um pouco pra lubrificar ele também, e quando ele se colocou de novo atrás de mim, deixou o peso cair nas minhas costas e fiquei esmagada debaixo dele. Assim que enfiou toda a carne, ele se ergueu um pouco e, me segurando pelos ombros, me mostrou que antes não tinha colocado tudo.
Sentia a barriga dele nas minhas nádegas, apertando, empurrando, levantando a cada estocada. Naquele momento, pensei que ele estava amassando minha bunda como se fosse uma chipa enquanto me comia como uma puta. Agradeci a superfície acolchoada, porque cada empurrão daquele touro me montando me esmagava, amassava minha bunda e minhas costas, me sacudia pra frente com o peso dele e pra trás com a mão. E isso parecia deixá-lo ainda mais excitado — um par de vezes eu vi ele virar e olhar como meus pés dançavam no ritmo dele, e isso parecia dar ainda mais vontade de me sacudir. A sensação foi das mais excitantes.
Não sei como descrever o que eu sentia, o que passava pela minha mente ou o que acontecia com meu corpinho preso entre o touro de 100kg e o acolchoado que evitava que eu ficasse toda roxa — hematomas que no dia seguinte apareceram, mas sumiram rápido. Simplesmente levei minha mão à boca e comecei a chupar meus dedos, imaginando como seria se, na frente dele, com a sacudida que ele tava me dando, eu tivesse uma rola pra chupar. E ele percebeu. "O que foi, puta?", ele disse, e eu, por boba e brincalhona, falei: "Me... me... me... você enfiou todas as ideias quentes do meu cu até a boca, o que espera que eu faça com a boca se não tenho outra rola?" Ele não gostou. Acho que é daqueles meninos que não dividiam os brinquedos quando criança.
que não te basta com a que você já tem no cu, sua gostosa de merda. e o braço dele
rodeou meu pescoço e me levantou como se eu fosse uma boneca de pano, uma boneca inflável sacudida, despenteada, enterrada de pica e gemendo. a primeira pancada que ele me deu com a barriga quase me jogou no chão, eu senti.deslizar pra dentro esmagando minha bunda, um arrepio sacudiu meu corpo inteiro e dando um puloquase caí no chãoEu tentei me afastar, mas era totalmente impossível, então me conformei.Com o braço dele, me puxou pra perto, minha bunda batendo na barriga dele, sem conseguir escapar da rola dele. Me fez sentir tão pequena, sentir o corpo inteiro dele. Não sei se por puta costume, ou só por ser puta, ou porque quando o medo bate a gente repete aquelas ações mais mecânicas, só soltei um: "Desculpa, senhor. Desculpa, senhor." E só repeti: "Desculpa, senhor — ahh, desculpa, haa, senhor."
Então só repeti: "Desculpa, senhor — ahh, desculpa, haa, senhor.
Ahh sim, ele disse, "você quer pica, dá pra ver que você gosta de pica", disse ele, enquanto com a mão segurava meu pescoço. Bem, eu já tinha dito pra ele não tocar na minha peruca e adorei que ele lembrou disso. Ele se deitou sobre mim e, começando um frenético vai-e-vem quicando nas minhas bundinhas, me perguntou: "Quer pica, putinha?" "Sim", respondi entrecortada pela tremenda sacudida que ele estava me dando. "Você gosta do meu pau no seu cu?" "Sim", falei, mas me afoguei nas investidas dele. E me sacudindo mais pra eu responder, ele disse: "Te perguntei se você gosta do meu pau no seu cu." "Sim, sim, sim, sim, sim", respondi apressadamente. Ele diminuiu um pouco a força e a velocidade, mas ainda assim sobrava pra bagunçar todas as minhas ideias. "Sim", disse entre suspiros abafados e sem ar. Com a mente em branco, sentindo meu corpo se mover por todo o lugar. "Geme então!!" E os gemidos saíam sozinhos ao abrir minha boca, enquanto ele marcava o ritmo com a tremenda surra que estava me dando.
A real é que, por mais impressionante que fosse, eu tava ficando tonta com tanta esmagada e empurrão, então eu pedi: "Piedade. Piedade, deixa eu sentir você, não me sacode tanto." Ele soltou um pouco o aperto no meu pescoço e, com mais calma, enterrou cada centímetro do pau dele, empurrando pra baixo e pra frente, tanto que eu tive que esticar a mão no chão e me segurar pra não ser jogada pra fora do móvel. "Aproveita agora", ele disse. "Sim, assim, assim", eu respondia, aí ele dava uma enfiada, e é que eu realmente sentia. Apertando minhas nádegas com a barriga dele, as pernas dele tocando meus quadris e o pau dele, ah, o pau dele... assim eu continuei, assim. Eu, como uma boa puta que sabe o que faz, acho. Ele também aproveitou pra descansar, porque várias gotas de suor escorriam pelas minhas costas e a respiração dele continuava sobre minha cabeça, como urros de um touro ou um hipopótamo. Não era o tamanho do pau dele, era o peso, o corpo dele e como ele usava aquilo pra me dominar.

Já tendo descansado um pouco, ele voltou a se mexer dentro de mim e, me envolvendo com o braço, me puxou para o peito dele — ou alguma parte do corpo dele abaixo da cabeça, onde a minha alcançasse, dada a diferença de altura. Passou a outra mão por baixo da minha cintura e me forçou a ficar de quatro.
A outra mão dela pegou na minha nuca e me empurrou até meu cu ficar empinado. De novo, sem falar nada, me ajeitava como se eu fosse a boneca de pano dela.
segurando pelas cadeiras, ela ajeitava a minha buceta pra ficar mais confortável ou pra ver melhor, ou o que ela quisesse
E enquanto eu sentia 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 cm, 15 cm passando pelo meu cu, eu abafava meus gemidos na minha própria mão, porque não queria deixar ele mais excitado ainda — ou achava que não ia aguentar, e queria 15, não, 10 mil. Mas as sacudidas dele, de vez em quando, me arrancavam do meu silêncio autoimposto, e os sons nasais escapavam sem controle. Ele aproveitou minha posição pra me apalpar com lascívia enquanto curtia meu corpo.
então com a mão dela tapou minha boca, calando todos os meus gemidos, e me empurrando pra trás e pra cima, me colocou de quatro de novo.
O aperto dele era firme, sem ser bruto demais. Pressionou minha cabeça contra o encosto sem me soltar e apertou minha bunda contra o pau dele. Assim, completamente presa, confesso que incomodava um pouco, até doía meu pescoço quando o peso dele me empurrava contra o encosto. Ajeitei minha cabeça como pude e tentei acompanhar o ritmo dele. "Assim que eu gosto, sua puta", ele disse. E eu, de novo, não sei se por puta ou por interesseira, pensei: "15 mil, 15 mil!!" E continuei esmagando minha bunda contra a pélvis dele, o que automaticamente me jogava pra frente. Mas também tenho que admitir: quando comecei a sentir as bolas dele batendo na parte da frente da minha calcinha fio dental (sempre deixo uma tanguinha que cobre perfeitamente o que não é feminino e deixa livre minha bunda, e é fio dental atrás — jeitinho de vadia), aquela sensação de sacudida, junto com a parede de macho que me fazia quicar pra frente toda vez que eu tentava mexer meus quadris pra trás no contra-ritmo e sentir que ele tava enterrado até as bolas em mim... Por sorte, a mão dele abafou meus gemidos do orgasmo anal violento que eu tive, e com minhas pernas ambas por dentro das dele, ele não percebeu — ou foi o que pensei.
mas depois de passar toda aquela eletricidade dos meus quadris pela coluna e se espalhar até os dedos dos pés, me deixou como sempre, rendida e desligada, então quando sentiu meu corpo baixar, só segurou minha cintura e continuou me dando prazer, coisa que no geral eu não aguento, mas 15 mil razões guardadas no meu cérebro meio apagado deixaram meu corpo imóvel aceitar de boa aquele extra de prazer. embora tenha diminuído a velocidade, não diminuiu a força, ou talvez o que eu achava que era força era só peso extra, mas ele me bombou uns 3 minutos a mais enquanto repetia que se eu gostava da pica, que se agora eu sabia quem mandava, que ele adorava comer uma putinha assim, que se eu gostava da pica, mas eu não conseguia responder naquele estado, só sentia o plam plam plam nas minhas nádegas e a pica dele me atravessando de lado a lado, talvez por causa do orgasmo recente.
então acelero as investidas dele pra me fazer responder, com certeza não foi muito tempo, mas eu senti como uma eternidade, ele entrava e saía do meu cuA situação me causava uma mistura de dor, medo e prazer difícil de explicar. Mal consegui falar, pedi pra parar um momento, o que não agradou nada, mas ele aceitou. Fui ao banheiro, me lavei e respirei fundo. Passei mais lubrificante e ofereci algo pra beber, e fomos pra cama, que nem tínhamos tocado ainda. Na cama, conversamos sobre sexo, experiências de transas, e ele me contou que gostava de dominar e das petizas de buceta grande como eu. De vez em quando, com alguma desculpa, eu dava um boquete leve ou lambia as bolas dele pra não perder o interesse. Quando ele foi ao banheiro, aproveitei e me deitei de bruços, não sem antes renovar o lubrificante. Senti um peso ao meu redor na cama e umas mãos grandes agarrarem minha cintura. Algo duro e quente se encostou no meu cu e, num movimento, levantaram meu quadril, fazendo com que aquela peça deslizasse no lubrificante e entrasse sem piedade. Soltei um grito, tanto do susto inicial quanto da dor, porque, com o susto, apertei em vez de relaxar.
Isso doeu", disse ele, que também sentiu. "Não resiste", falou, e começou a se mover devagar, primeiro segurando minha bunda com as duas mãos. Respirei fundo e deixei rolar. Dessa vez, o lubrificante e todo o trabalho anterior já deixavam ele esfregar de leve minhas paredes internas. Não sei por que, mas ele cuspiu no meu cu, todo melado de lubrificante, e enfiou o pau de novo. Eu baixei a cabeça e me entreguei à sensação agora muito gostosa do intruso lá dentro. Mas um tapa na bunda e um "levanta essa raba" me acordaram do meu devaneio.
Comecei a me foder num ritmo bom, mas agora a cama tava fazendo uns barulhos muito excitantes enquanto o colchão acompanhava as sacudidas. Eu sentia ele entrando e saindo até a metade e depois voltando a entrar. Com minha perna livre, tentei acariciar a dele, mas o peso dele me fazia perder a posição, e as investidas dele contra minha bunda fizeram com que meu pé batesse mais na perna dele do que a acariciasse.
Eu tava adorando a situação de não ter controle nenhum dos meus movimentos por culpa dele e do pau dele, quando passou 15 mil pela minha cabeça. Então eu abaixei minha perna e, de acordo com a ordem anterior dele, levantei minha bunda no ar. O peso dele me impedia de manter a bunda levantada quando ele se inclinou sobre mim — era homem demais pra minha cintura. Então eu falei: "Deixa eu me foder sozinha, feito uma boa puta". E ele gostou disso. "Vai, puta", ele disse.
Devagar, mas fundo e seguro, percorri suavemente toda a sua fenda até sentir minhas nádegas batendo contra a pélvis dele. Aí ele desce minha bunda até a cama e, pra não perder o tesão e porque ele merecia, você diz: "Você é um touro, que pica boa eu tô comendo." De novo, mais pela atitude do que pelo tamanho — é mais importante saber o que fazer do que ter muito e não saber usar. É isso.
Senti tua respiração acelerar e tentei me mexer mais rápido, mas teu peso me impedia, e quando você voltava a se mover, era como se jogassem toda a gravidade em cima de mim, me empurrando pra cama. Eu só quicava e continuava descendo, escapando pra frente.
Então fiquei parada com a bunda pra cima e deixei ele fazer o dele. Ele foi mais cuidadoso com o peso e eu realmente consegui aceitar tudo aquilo, me mexendo ainda, mas sem me tirar do lugar ou me fazer lutar pra manter a posição. Só tinha que levantar a raba e me entregar ao prazer, e claro, gemer. Uma rabuda tão gostosa assim merece os gemidos.
Seguimos com a conversa de que você gosta de puta e eu amo seu pau por um tempo enquanto gotas de suor caíam sobre minhas nádegas e desciam pelas minhas costas.
Se sentiam como pequenas cósquinhas no meio de uma foda, era pra caralho, mas o porco molhado com aqueles lençóis de plástico que colocam nos motéis fez eu começar a escorregar pra frente quando ele queria meter a pica em mim.
Me agarrando no colchão com as mãos e unhas, tentei não escorregar e acompanhar os movimentos dele com minha bunda. Quando consegui, falei: "Me fode, pai, me fode do jeito que você quiser, vagabundo." Segundo erro. A resposta dele foi me dar o olhar mais pervertido que ele deu a noite toda, me pegar pelos ombros, me esmagar contra o colchão e começar umas sentadas que pareciam um terremoto nas minhas nádegas. Mas já lubrificada e aberta, a sensação, a postura, a dominação completa. Então levantei minha bunda e me deixei fazer sem reclamar, curtindo quando tava gostoso e aguentando quando não tava.
Pouco a pouco, eu diminuo o ritmo selvagem e ele se colou na minha bunda como se fosse um cachorro preso na sua puta, e continuou me empurrando enquanto as mãos dele impediam que eu me mexesse mais do que ele queria, e isso me deixou com mais tesão. Massageei minha rabeta com movimentos sensuais contra ele.
até que ele se inclinou, me soltou e com empurrões fortes e apaixonados, mas acima de tudo profundos, comecei a sentir o tronco e a cabeça pulsando no final dentro de mim. Então, empinei minha bunda o máximo que pude e deixei ele me furar à vontade, até que ele se deitou sobre mim, me fazendo sentir todo o peso do corpo dele por um instante enquanto soltava algo como um gemido. Sério, eu o apelidei de touro de carinho; porco era mais certo pela barriguinha, mas touro me agradou mais.
Uma dica nossa, das putivips: depois de 4 encontros, já me considero profissional e pronto. Bem, um segredinho é que quando você termina e sabemos que não vai aguentar mais, a gente fala "não tem mais" ou algo assim. Assim parece que a gente quer mais, deixando claro que adoramos a gozada que você deu. Se não gostamos, não falamos nada de "mais uma" ou "já não aguento, quer mais?". Mas no geral, a gente fala rápido, logo depois de terminar. Não depois de ter o cara um tempão em cima te esmagando e você sem conseguir falar, mesmo adorando sentir ele. Não depois dele tomar banho e deixar você tomar. Não depois de falar como sentiu ele forte, nada a ver ele dizer que tem pau pequeno se você sentia ele por todos os lados. Não tão tarde assim. Ah, mas eu falei: "já tá satisfeito, pai? Não tem mais rola." E coroei com: "já fez tudo que queria comigo, não tem mais rola pra hoje." 3 erros.
A verdade é que já fui comida, fui comida com carinho, fui comida com cuidado, e também fui comida sem eu querer, fui comida com vontade e fui comida devagar, fui comida de quatro, óbvio, fui comida de missionário, com as perninhas no ombro, em pé, de lado, sentada e de bruços, com ternura e com violência, mas nunca fui comida assim nem nessa posição. Foi aí que ele disse: "Ainda não fiz tudo o que queria com você", falou meio bravo. Assustada e submissa, perguntei: "E o que você queria fazer?". Ele tirou a calça de novo, ficou atrás de mim e começou a se esfregar em mim. Me tirou da cama, me levou pro meio do quarto, na frente do espelho, e com uma mão segurou minha cintura, com a outra me obrigou a me abaixar enquanto se esfregava contra minha bunda. "Passa gel pra não arranhar a camisinha", falei. Ele estendeu a mão, pegou o pote, colocou a ponta na minha buceta e apertou tudo, sem me deixar tirar as mãos ou os pés do chão. Teve que dobrar bem as pernas pra eu ficar na altura dele e conseguir entrar. Primeiro foi devagar, eu deslizava pelo tronco dele, ele me segurava pelos quadris e me empurrava contra ele até entrar tudo que a posição permitia, e depois me deslizava pra frente devagar, me fazendo sentir como o pau dele ia saindo do meu cu até quase sair, e me empurrava de volta contra ele, enquanto a vara dele se aprofundava dentro de mim.
mas depois eu acelero o movimento e ela vai levantando as pernas, minhas mãos escapavam do chão quando ela me puxava pra perto, mas o agarre dela me deixava como se estivesse caída, roçando o chão.
Com umas enfiadas mais fortes, ele me fez andar de quatro. A cada empurrão, minha impressão era igual ao meu tesão — não sabia que dava pra fazer isso. Ele não me empurrava pra eu avançar, me comia pra me mover, e por causa da altura dele, eu deslizava no ar um pouco pra frente e depois esticava os pés. De novo, era a bonequinha de pano dele.
Então, essa ruiva colocou meus pés atrás dos dela numa das posições mais difíceis e desconfortáveis que já peguei, e me segurou pelos ombros e pescoço pra eu não cair nem levantar. Presa assim, a pélvis dela martelava minhas nádegas, fazendo eu pensar que ia cair de boca no chão, bem na hora que as mãos dela me impediam e me traziam de volta com minha bunda pra trás, percorrendo o tronco dela até bater naquela pélvis implacável. "Você vai me partir ao meio", falei pra ela.
e passando a mão por baixo de mim, ele levantou minhas cadeiras, meus pés ficaram balançando no ar no ritmo do cilindro quente de carne dele, que bombeava contra minha bunda como um pistão de moto. mexi um pouco as pernas e consegui tocar o chão com a ponta dos dedos, mas não tinha como me segurar no chão, só encostar. então, de novo, me vi sacudida sem chão, com a pica dele atravessando minha buceta.
Minha cabeça tava rodando, minha bunda quicava na pélvis dele, meus pezinhos escorregavam no chão e meu corpo inteiro tava à mercê dele. Sentia o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, e uma eletricidade subia pela minha coluna, se espalhando devagar pelos meus quadris e pernas, até chegar na minha cabeça. Enquanto isso, a sensação de prazer que o cilindro de carne dele dava lá dentro se expandia e ficava mais forte por causa do tesão de me sentir totalmente manipulada. "Você tá mexendo até meu estômago", falei pra ele, e não era exagero.
Você não tá me comendo, eu disse. Você tá batendo punheta com a minha bunda, me usando como se eu fosse uma boneca de pano. Você é meu buraco de pau, ele respondeu, minha boneca inflável. Olha como eu te fodo, do jeito que eu quero, vagabunda. E me levantou ainda mais no ar, fazendo com que por momentos meus pés não tocassem o chão.
Olha como eu te fodo, como eu quero, sua puta. E me levanto ainda mais no ar, fazendo com que por momentos meus pés não tocassem o chão, e levanto a cabeça pra ver o show no espelho. A pose não ajudava, mas tava muito, sei lá, muito... ela tava me fazendo o que queria, como queria, no ritmo dela, e eu só podia aceitar.
e a eletricidade se intensificou e aquela sensação de prazer misturada com aquilo tudo, eu não aguento mais, enquanto a eletricidade saía dos meus quadris aumentada mais ainda porque as mãos dele apertavam contra ele e o ricochete da minha bunda contra a pélvis dele me fazia sentir faíscas e cócegas nas nádegas e os braços fraquejavam, a cabeça se perdia e as pernas começaram aquele tremor que eu não consigo controlar
Todo o meu corpo quase suspenso pelas mãos dele se contraía ou convulsionava, percorrido por aquela eletricidade ou prazer. Levantei o olhar pra ver como ele me usava, e a sensação foi ainda maior. Sim, eu já sei que sou bem putinha, mas a eletricidade começou de novo, sem parar, e pela segunda vez eu mal conseguia manter a cabeça erguida. Pra piorar, ele dizia: "Você gosta, putinha, de ser meu brinquedo?" E eu só conseguia emitir gemidos, nem palavras saíam. Relaxei meu corpo e me deixei levar pra aquele segundo ou terceiro orgasmo brutal.
Toda entregue e sem resistência, eu me submetia ao que ele queria enquanto tremia, acariciando o chão.
Não só gozei, mas ele continuou por um tempo, se limpando a pica na minha bunda segundo ele, eu só fiquei lá sem fazer esforço, já não tinha mais forças, só soltava uns gemidinhos a cada sacudida.
Quando terminou, me deixou deitada uns 5 minutos no chão, caí feito um trapo e fiquei lá de bruços sem dizer nada, só respirando. Quando vi ele vestido, não tomei banho, só peguei as roupas que ele me trouxe. As de puta e me vesti, tava tão tonta que peguei a roupa errada pra sair. Já tinha passado uma hora e meia desde que chegamos, acho, ou talvez 3, não sei. Ele disse que fui muito obediente e ME DEU MEUS 15 MIL!! Viva eu!! Também me falou que na sexta. Era quarta, 3 da manhã, ia dar meu número pra um amigo dele que era divorciado e tinha os mesmos gostos, e que eu era pra ele. E de tonta, dei meu número. Agora 3 pessoas têm meu número por causa de umas coisinhas que rolaram depois hehe e preciso mais do que nunca do iPhone pra trocar de número, acho que faltam umas 10 ou 15 gozadas e chego lá, não no novo, mas no anterior. Depois conto sobre o amigo dele. Obrigado por ouvirem minha história e saibam valorizar o esforço que faço pra achar as imagens e editá-las pra poder usar e ilustrar minha anedota. Isso aconteceu mês passado, mas é difícil achar algo adequado, editar, apagar o que não serve, buscar ou combinar o que serve, etc. E deixo de presente minha roupinha que comprei com esse trampo e a calcinha fio dental que mencionei. PS: Querem que eu faça algo tipo "as verdades de..." ou que fale sobre outro assunto? Deixem nos comentários e faço todas que pedirem. Xo xo
apesar da minha excitação pelo jogo inicial e de eu ter adorado ele me chamar de gostosa, eu tentava provocá-lo cada vez mais no caminho. mas quando cheguei no lugar, a realidade me deu um tapa na cara. ele pesava mais de três vezes o que eu e tinha o dobro da minha idade, e se não era tão jovem assim, isso até me agradava. o que eu não sabia era quanto lubrificante ia precisar pra aguentar um cara daquele tamanho, uns 100 quilos, acho eu.
Assim que cheguei, ele mandou: "Tira a roupa e fica de quatro". Obedeci. Ele tirou a calça, e eu aproveitei pra passar o máximo de lubrificante que consegui, usando meus dedos. Ele se posicionou atrás de mim, apontou direto pro meu cu e entrou como se fosse dono de tudo. Na primeira enfiada, por causa do lubrificante e dos dedos, foi mais fácil, mas senti cada centímetro. Senti a cabeça se apoiar e aquele ardor inicial, e como a glande abria meu buraco, igual quem empurra gente no meio da multidão pra abrir espaço e passar.
Arquei as costas de um pulo ao sentir a cabeça inteira entrando. "Calma", ele disse, "você vai ver que cabe tudo. Me tenha paciência, por favor. Vou dar o meu melhor, mas devagar por enquanto." Eu só ri maldosamente.
Com a mão, ele empurrou minha cabeça pra baixo. Virei o rosto e, ao ver a cara de safado dele, decidi tentar aguentar o que ele quisesse. "Que rabão gostoso", ele disse enquanto passava a mão e começava a se mexer. "De quem é essa bunda?" ele me perguntou.
Num suspiro entrei e um grito respondi, minha. Vamos ver, rosnei... Acho que foi bobeira minha me fazer de difícil. Ele só continuou com lentas enfiadas e tiradas por uns 5 minutos enquanto eu dizia que sentia cada veia passar pelas minhas paredes e o quão fundo eu tinha o pau, tentando manter ele excitado pra não acelerar. E aos poucos me acostumei com o tamanho dele, não sem antes pedir pra ele sair pra colocar mais lubrificante.Chupei um pouco pra lubrificar ele também, e quando ele se colocou de novo atrás de mim, deixou o peso cair nas minhas costas e fiquei esmagada debaixo dele. Assim que enfiou toda a carne, ele se ergueu um pouco e, me segurando pelos ombros, me mostrou que antes não tinha colocado tudo.
Sentia a barriga dele nas minhas nádegas, apertando, empurrando, levantando a cada estocada. Naquele momento, pensei que ele estava amassando minha bunda como se fosse uma chipa enquanto me comia como uma puta. Agradeci a superfície acolchoada, porque cada empurrão daquele touro me montando me esmagava, amassava minha bunda e minhas costas, me sacudia pra frente com o peso dele e pra trás com a mão. E isso parecia deixá-lo ainda mais excitado — um par de vezes eu vi ele virar e olhar como meus pés dançavam no ritmo dele, e isso parecia dar ainda mais vontade de me sacudir. A sensação foi das mais excitantes.
Não sei como descrever o que eu sentia, o que passava pela minha mente ou o que acontecia com meu corpinho preso entre o touro de 100kg e o acolchoado que evitava que eu ficasse toda roxa — hematomas que no dia seguinte apareceram, mas sumiram rápido. Simplesmente levei minha mão à boca e comecei a chupar meus dedos, imaginando como seria se, na frente dele, com a sacudida que ele tava me dando, eu tivesse uma rola pra chupar. E ele percebeu. "O que foi, puta?", ele disse, e eu, por boba e brincalhona, falei: "Me... me... me... você enfiou todas as ideias quentes do meu cu até a boca, o que espera que eu faça com a boca se não tenho outra rola?" Ele não gostou. Acho que é daqueles meninos que não dividiam os brinquedos quando criança.
que não te basta com a que você já tem no cu, sua gostosa de merda. e o braço dele rodeou meu pescoço e me levantou como se eu fosse uma boneca de pano, uma boneca inflável sacudida, despenteada, enterrada de pica e gemendo. a primeira pancada que ele me deu com a barriga quase me jogou no chão, eu senti.deslizar pra dentro esmagando minha bunda, um arrepio sacudiu meu corpo inteiro e dando um puloquase caí no chãoEu tentei me afastar, mas era totalmente impossível, então me conformei.Com o braço dele, me puxou pra perto, minha bunda batendo na barriga dele, sem conseguir escapar da rola dele. Me fez sentir tão pequena, sentir o corpo inteiro dele. Não sei se por puta costume, ou só por ser puta, ou porque quando o medo bate a gente repete aquelas ações mais mecânicas, só soltei um: "Desculpa, senhor. Desculpa, senhor." E só repeti: "Desculpa, senhor — ahh, desculpa, haa, senhor."
Então só repeti: "Desculpa, senhor — ahh, desculpa, haa, senhor.
Ahh sim, ele disse, "você quer pica, dá pra ver que você gosta de pica", disse ele, enquanto com a mão segurava meu pescoço. Bem, eu já tinha dito pra ele não tocar na minha peruca e adorei que ele lembrou disso. Ele se deitou sobre mim e, começando um frenético vai-e-vem quicando nas minhas bundinhas, me perguntou: "Quer pica, putinha?" "Sim", respondi entrecortada pela tremenda sacudida que ele estava me dando. "Você gosta do meu pau no seu cu?" "Sim", falei, mas me afoguei nas investidas dele. E me sacudindo mais pra eu responder, ele disse: "Te perguntei se você gosta do meu pau no seu cu." "Sim, sim, sim, sim, sim", respondi apressadamente. Ele diminuiu um pouco a força e a velocidade, mas ainda assim sobrava pra bagunçar todas as minhas ideias. "Sim", disse entre suspiros abafados e sem ar. Com a mente em branco, sentindo meu corpo se mover por todo o lugar. "Geme então!!" E os gemidos saíam sozinhos ao abrir minha boca, enquanto ele marcava o ritmo com a tremenda surra que estava me dando.
A real é que, por mais impressionante que fosse, eu tava ficando tonta com tanta esmagada e empurrão, então eu pedi: "Piedade. Piedade, deixa eu sentir você, não me sacode tanto." Ele soltou um pouco o aperto no meu pescoço e, com mais calma, enterrou cada centímetro do pau dele, empurrando pra baixo e pra frente, tanto que eu tive que esticar a mão no chão e me segurar pra não ser jogada pra fora do móvel. "Aproveita agora", ele disse. "Sim, assim, assim", eu respondia, aí ele dava uma enfiada, e é que eu realmente sentia. Apertando minhas nádegas com a barriga dele, as pernas dele tocando meus quadris e o pau dele, ah, o pau dele... assim eu continuei, assim. Eu, como uma boa puta que sabe o que faz, acho. Ele também aproveitou pra descansar, porque várias gotas de suor escorriam pelas minhas costas e a respiração dele continuava sobre minha cabeça, como urros de um touro ou um hipopótamo. Não era o tamanho do pau dele, era o peso, o corpo dele e como ele usava aquilo pra me dominar.

Já tendo descansado um pouco, ele voltou a se mexer dentro de mim e, me envolvendo com o braço, me puxou para o peito dele — ou alguma parte do corpo dele abaixo da cabeça, onde a minha alcançasse, dada a diferença de altura. Passou a outra mão por baixo da minha cintura e me forçou a ficar de quatro.
A outra mão dela pegou na minha nuca e me empurrou até meu cu ficar empinado. De novo, sem falar nada, me ajeitava como se eu fosse a boneca de pano dela.
segurando pelas cadeiras, ela ajeitava a minha buceta pra ficar mais confortável ou pra ver melhor, ou o que ela quisesse
E enquanto eu sentia 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 cm, 15 cm passando pelo meu cu, eu abafava meus gemidos na minha própria mão, porque não queria deixar ele mais excitado ainda — ou achava que não ia aguentar, e queria 15, não, 10 mil. Mas as sacudidas dele, de vez em quando, me arrancavam do meu silêncio autoimposto, e os sons nasais escapavam sem controle. Ele aproveitou minha posição pra me apalpar com lascívia enquanto curtia meu corpo.
então com a mão dela tapou minha boca, calando todos os meus gemidos, e me empurrando pra trás e pra cima, me colocou de quatro de novo.
O aperto dele era firme, sem ser bruto demais. Pressionou minha cabeça contra o encosto sem me soltar e apertou minha bunda contra o pau dele. Assim, completamente presa, confesso que incomodava um pouco, até doía meu pescoço quando o peso dele me empurrava contra o encosto. Ajeitei minha cabeça como pude e tentei acompanhar o ritmo dele. "Assim que eu gosto, sua puta", ele disse. E eu, de novo, não sei se por puta ou por interesseira, pensei: "15 mil, 15 mil!!" E continuei esmagando minha bunda contra a pélvis dele, o que automaticamente me jogava pra frente. Mas também tenho que admitir: quando comecei a sentir as bolas dele batendo na parte da frente da minha calcinha fio dental (sempre deixo uma tanguinha que cobre perfeitamente o que não é feminino e deixa livre minha bunda, e é fio dental atrás — jeitinho de vadia), aquela sensação de sacudida, junto com a parede de macho que me fazia quicar pra frente toda vez que eu tentava mexer meus quadris pra trás no contra-ritmo e sentir que ele tava enterrado até as bolas em mim... Por sorte, a mão dele abafou meus gemidos do orgasmo anal violento que eu tive, e com minhas pernas ambas por dentro das dele, ele não percebeu — ou foi o que pensei.
mas depois de passar toda aquela eletricidade dos meus quadris pela coluna e se espalhar até os dedos dos pés, me deixou como sempre, rendida e desligada, então quando sentiu meu corpo baixar, só segurou minha cintura e continuou me dando prazer, coisa que no geral eu não aguento, mas 15 mil razões guardadas no meu cérebro meio apagado deixaram meu corpo imóvel aceitar de boa aquele extra de prazer. embora tenha diminuído a velocidade, não diminuiu a força, ou talvez o que eu achava que era força era só peso extra, mas ele me bombou uns 3 minutos a mais enquanto repetia que se eu gostava da pica, que se agora eu sabia quem mandava, que ele adorava comer uma putinha assim, que se eu gostava da pica, mas eu não conseguia responder naquele estado, só sentia o plam plam plam nas minhas nádegas e a pica dele me atravessando de lado a lado, talvez por causa do orgasmo recente.
então acelero as investidas dele pra me fazer responder, com certeza não foi muito tempo, mas eu senti como uma eternidade, ele entrava e saía do meu cuA situação me causava uma mistura de dor, medo e prazer difícil de explicar. Mal consegui falar, pedi pra parar um momento, o que não agradou nada, mas ele aceitou. Fui ao banheiro, me lavei e respirei fundo. Passei mais lubrificante e ofereci algo pra beber, e fomos pra cama, que nem tínhamos tocado ainda. Na cama, conversamos sobre sexo, experiências de transas, e ele me contou que gostava de dominar e das petizas de buceta grande como eu. De vez em quando, com alguma desculpa, eu dava um boquete leve ou lambia as bolas dele pra não perder o interesse. Quando ele foi ao banheiro, aproveitei e me deitei de bruços, não sem antes renovar o lubrificante. Senti um peso ao meu redor na cama e umas mãos grandes agarrarem minha cintura. Algo duro e quente se encostou no meu cu e, num movimento, levantaram meu quadril, fazendo com que aquela peça deslizasse no lubrificante e entrasse sem piedade. Soltei um grito, tanto do susto inicial quanto da dor, porque, com o susto, apertei em vez de relaxar.
Isso doeu", disse ele, que também sentiu. "Não resiste", falou, e começou a se mover devagar, primeiro segurando minha bunda com as duas mãos. Respirei fundo e deixei rolar. Dessa vez, o lubrificante e todo o trabalho anterior já deixavam ele esfregar de leve minhas paredes internas. Não sei por que, mas ele cuspiu no meu cu, todo melado de lubrificante, e enfiou o pau de novo. Eu baixei a cabeça e me entreguei à sensação agora muito gostosa do intruso lá dentro. Mas um tapa na bunda e um "levanta essa raba" me acordaram do meu devaneio.
Comecei a me foder num ritmo bom, mas agora a cama tava fazendo uns barulhos muito excitantes enquanto o colchão acompanhava as sacudidas. Eu sentia ele entrando e saindo até a metade e depois voltando a entrar. Com minha perna livre, tentei acariciar a dele, mas o peso dele me fazia perder a posição, e as investidas dele contra minha bunda fizeram com que meu pé batesse mais na perna dele do que a acariciasse.
Eu tava adorando a situação de não ter controle nenhum dos meus movimentos por culpa dele e do pau dele, quando passou 15 mil pela minha cabeça. Então eu abaixei minha perna e, de acordo com a ordem anterior dele, levantei minha bunda no ar. O peso dele me impedia de manter a bunda levantada quando ele se inclinou sobre mim — era homem demais pra minha cintura. Então eu falei: "Deixa eu me foder sozinha, feito uma boa puta". E ele gostou disso. "Vai, puta", ele disse.
Devagar, mas fundo e seguro, percorri suavemente toda a sua fenda até sentir minhas nádegas batendo contra a pélvis dele. Aí ele desce minha bunda até a cama e, pra não perder o tesão e porque ele merecia, você diz: "Você é um touro, que pica boa eu tô comendo." De novo, mais pela atitude do que pelo tamanho — é mais importante saber o que fazer do que ter muito e não saber usar. É isso.
Senti tua respiração acelerar e tentei me mexer mais rápido, mas teu peso me impedia, e quando você voltava a se mover, era como se jogassem toda a gravidade em cima de mim, me empurrando pra cama. Eu só quicava e continuava descendo, escapando pra frente.
Então fiquei parada com a bunda pra cima e deixei ele fazer o dele. Ele foi mais cuidadoso com o peso e eu realmente consegui aceitar tudo aquilo, me mexendo ainda, mas sem me tirar do lugar ou me fazer lutar pra manter a posição. Só tinha que levantar a raba e me entregar ao prazer, e claro, gemer. Uma rabuda tão gostosa assim merece os gemidos.
Seguimos com a conversa de que você gosta de puta e eu amo seu pau por um tempo enquanto gotas de suor caíam sobre minhas nádegas e desciam pelas minhas costas.
Se sentiam como pequenas cósquinhas no meio de uma foda, era pra caralho, mas o porco molhado com aqueles lençóis de plástico que colocam nos motéis fez eu começar a escorregar pra frente quando ele queria meter a pica em mim.
Me agarrando no colchão com as mãos e unhas, tentei não escorregar e acompanhar os movimentos dele com minha bunda. Quando consegui, falei: "Me fode, pai, me fode do jeito que você quiser, vagabundo." Segundo erro. A resposta dele foi me dar o olhar mais pervertido que ele deu a noite toda, me pegar pelos ombros, me esmagar contra o colchão e começar umas sentadas que pareciam um terremoto nas minhas nádegas. Mas já lubrificada e aberta, a sensação, a postura, a dominação completa. Então levantei minha bunda e me deixei fazer sem reclamar, curtindo quando tava gostoso e aguentando quando não tava.
Pouco a pouco, eu diminuo o ritmo selvagem e ele se colou na minha bunda como se fosse um cachorro preso na sua puta, e continuou me empurrando enquanto as mãos dele impediam que eu me mexesse mais do que ele queria, e isso me deixou com mais tesão. Massageei minha rabeta com movimentos sensuais contra ele.
até que ele se inclinou, me soltou e com empurrões fortes e apaixonados, mas acima de tudo profundos, comecei a sentir o tronco e a cabeça pulsando no final dentro de mim. Então, empinei minha bunda o máximo que pude e deixei ele me furar à vontade, até que ele se deitou sobre mim, me fazendo sentir todo o peso do corpo dele por um instante enquanto soltava algo como um gemido. Sério, eu o apelidei de touro de carinho; porco era mais certo pela barriguinha, mas touro me agradou mais.
Uma dica nossa, das putivips: depois de 4 encontros, já me considero profissional e pronto. Bem, um segredinho é que quando você termina e sabemos que não vai aguentar mais, a gente fala "não tem mais" ou algo assim. Assim parece que a gente quer mais, deixando claro que adoramos a gozada que você deu. Se não gostamos, não falamos nada de "mais uma" ou "já não aguento, quer mais?". Mas no geral, a gente fala rápido, logo depois de terminar. Não depois de ter o cara um tempão em cima te esmagando e você sem conseguir falar, mesmo adorando sentir ele. Não depois dele tomar banho e deixar você tomar. Não depois de falar como sentiu ele forte, nada a ver ele dizer que tem pau pequeno se você sentia ele por todos os lados. Não tão tarde assim. Ah, mas eu falei: "já tá satisfeito, pai? Não tem mais rola." E coroei com: "já fez tudo que queria comigo, não tem mais rola pra hoje." 3 erros.
A verdade é que já fui comida, fui comida com carinho, fui comida com cuidado, e também fui comida sem eu querer, fui comida com vontade e fui comida devagar, fui comida de quatro, óbvio, fui comida de missionário, com as perninhas no ombro, em pé, de lado, sentada e de bruços, com ternura e com violência, mas nunca fui comida assim nem nessa posição. Foi aí que ele disse: "Ainda não fiz tudo o que queria com você", falou meio bravo. Assustada e submissa, perguntei: "E o que você queria fazer?". Ele tirou a calça de novo, ficou atrás de mim e começou a se esfregar em mim. Me tirou da cama, me levou pro meio do quarto, na frente do espelho, e com uma mão segurou minha cintura, com a outra me obrigou a me abaixar enquanto se esfregava contra minha bunda. "Passa gel pra não arranhar a camisinha", falei. Ele estendeu a mão, pegou o pote, colocou a ponta na minha buceta e apertou tudo, sem me deixar tirar as mãos ou os pés do chão. Teve que dobrar bem as pernas pra eu ficar na altura dele e conseguir entrar. Primeiro foi devagar, eu deslizava pelo tronco dele, ele me segurava pelos quadris e me empurrava contra ele até entrar tudo que a posição permitia, e depois me deslizava pra frente devagar, me fazendo sentir como o pau dele ia saindo do meu cu até quase sair, e me empurrava de volta contra ele, enquanto a vara dele se aprofundava dentro de mim.
mas depois eu acelero o movimento e ela vai levantando as pernas, minhas mãos escapavam do chão quando ela me puxava pra perto, mas o agarre dela me deixava como se estivesse caída, roçando o chão.
Com umas enfiadas mais fortes, ele me fez andar de quatro. A cada empurrão, minha impressão era igual ao meu tesão — não sabia que dava pra fazer isso. Ele não me empurrava pra eu avançar, me comia pra me mover, e por causa da altura dele, eu deslizava no ar um pouco pra frente e depois esticava os pés. De novo, era a bonequinha de pano dele.
Então, essa ruiva colocou meus pés atrás dos dela numa das posições mais difíceis e desconfortáveis que já peguei, e me segurou pelos ombros e pescoço pra eu não cair nem levantar. Presa assim, a pélvis dela martelava minhas nádegas, fazendo eu pensar que ia cair de boca no chão, bem na hora que as mãos dela me impediam e me traziam de volta com minha bunda pra trás, percorrendo o tronco dela até bater naquela pélvis implacável. "Você vai me partir ao meio", falei pra ela.
e passando a mão por baixo de mim, ele levantou minhas cadeiras, meus pés ficaram balançando no ar no ritmo do cilindro quente de carne dele, que bombeava contra minha bunda como um pistão de moto. mexi um pouco as pernas e consegui tocar o chão com a ponta dos dedos, mas não tinha como me segurar no chão, só encostar. então, de novo, me vi sacudida sem chão, com a pica dele atravessando minha buceta.
Minha cabeça tava rodando, minha bunda quicava na pélvis dele, meus pezinhos escorregavam no chão e meu corpo inteiro tava à mercê dele. Sentia o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, e uma eletricidade subia pela minha coluna, se espalhando devagar pelos meus quadris e pernas, até chegar na minha cabeça. Enquanto isso, a sensação de prazer que o cilindro de carne dele dava lá dentro se expandia e ficava mais forte por causa do tesão de me sentir totalmente manipulada. "Você tá mexendo até meu estômago", falei pra ele, e não era exagero.
Você não tá me comendo, eu disse. Você tá batendo punheta com a minha bunda, me usando como se eu fosse uma boneca de pano. Você é meu buraco de pau, ele respondeu, minha boneca inflável. Olha como eu te fodo, do jeito que eu quero, vagabunda. E me levantou ainda mais no ar, fazendo com que por momentos meus pés não tocassem o chão.
Olha como eu te fodo, como eu quero, sua puta. E me levanto ainda mais no ar, fazendo com que por momentos meus pés não tocassem o chão, e levanto a cabeça pra ver o show no espelho. A pose não ajudava, mas tava muito, sei lá, muito... ela tava me fazendo o que queria, como queria, no ritmo dela, e eu só podia aceitar.
e a eletricidade se intensificou e aquela sensação de prazer misturada com aquilo tudo, eu não aguento mais, enquanto a eletricidade saía dos meus quadris aumentada mais ainda porque as mãos dele apertavam contra ele e o ricochete da minha bunda contra a pélvis dele me fazia sentir faíscas e cócegas nas nádegas e os braços fraquejavam, a cabeça se perdia e as pernas começaram aquele tremor que eu não consigo controlar
Todo o meu corpo quase suspenso pelas mãos dele se contraía ou convulsionava, percorrido por aquela eletricidade ou prazer. Levantei o olhar pra ver como ele me usava, e a sensação foi ainda maior. Sim, eu já sei que sou bem putinha, mas a eletricidade começou de novo, sem parar, e pela segunda vez eu mal conseguia manter a cabeça erguida. Pra piorar, ele dizia: "Você gosta, putinha, de ser meu brinquedo?" E eu só conseguia emitir gemidos, nem palavras saíam. Relaxei meu corpo e me deixei levar pra aquele segundo ou terceiro orgasmo brutal.
Toda entregue e sem resistência, eu me submetia ao que ele queria enquanto tremia, acariciando o chão.
Não só gozei, mas ele continuou por um tempo, se limpando a pica na minha bunda segundo ele, eu só fiquei lá sem fazer esforço, já não tinha mais forças, só soltava uns gemidinhos a cada sacudida.Quando terminou, me deixou deitada uns 5 minutos no chão, caí feito um trapo e fiquei lá de bruços sem dizer nada, só respirando. Quando vi ele vestido, não tomei banho, só peguei as roupas que ele me trouxe. As de puta e me vesti, tava tão tonta que peguei a roupa errada pra sair. Já tinha passado uma hora e meia desde que chegamos, acho, ou talvez 3, não sei. Ele disse que fui muito obediente e ME DEU MEUS 15 MIL!! Viva eu!! Também me falou que na sexta. Era quarta, 3 da manhã, ia dar meu número pra um amigo dele que era divorciado e tinha os mesmos gostos, e que eu era pra ele. E de tonta, dei meu número. Agora 3 pessoas têm meu número por causa de umas coisinhas que rolaram depois hehe e preciso mais do que nunca do iPhone pra trocar de número, acho que faltam umas 10 ou 15 gozadas e chego lá, não no novo, mas no anterior. Depois conto sobre o amigo dele. Obrigado por ouvirem minha história e saibam valorizar o esforço que faço pra achar as imagens e editá-las pra poder usar e ilustrar minha anedota. Isso aconteceu mês passado, mas é difícil achar algo adequado, editar, apagar o que não serve, buscar ou combinar o que serve, etc. E deixo de presente minha roupinha que comprei com esse trampo e a calcinha fio dental que mencionei. PS: Querem que eu faça algo tipo "as verdades de..." ou que fale sobre outro assunto? Deixem nos comentários e faço todas que pedirem. Xo xo

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