Não sei por que, mas cheguei na casa dos meus pais e tava dois amigos do meu irmão se pegando feio, na porrada. Tentei separar e, mesmo não conseguindo, quando me meti no meio deles, eles se acalmaram. Eles me conheciam bem e me tratavam feito uma princesinha, literalmente, e jamais se perdoariam se me acertassem.
O conflito acabou, mas eles não se falaram mais. Na verdade, ficou muito tenso o resto do dia e, a partir daí, eles ficaram bem mais amigáveis comigo. A primeira surpresa foi a mensagem de um deles:
"Quero te ver depois, preciso aliviar essa tensão.
Eu nunca tinha ficado com nenhum deles, mas eles sabiam que meu trampo por aí rolava, embora nunca tivessem coragem de se passar comigo.
Posso te ver hoje à noite na sua casa?" O outro me escreveu, do lado dele.Um pouco mais tarde.
Não queria confusão, mas eles estavam gostosos e, se desse, ia dar uma força pra aliviar o clima. Marquei de ver cada um, com três horas de diferença entre um e outro, porque tinha certeza de que nenhum sabia que os dois tinham falado comigo.
Alguém pode me dar uma carona até em casa?" Perguntei depois de terminar o jantar. Rodri foi o primeiro a se oferecer, e todos os outros ficaram calados.
Te faço a transferência" ele disse, antes de entrar na minha casa, enquanto eu já beijava o pescoço dele ainda no carro. Depois, com minha língua, percorri o corpo dele até descer pela calça meio caída, chupei a ponta da rola que já aparecia e continuei descendo. Ele não era um cara agressivo nem forte, mas muito seguro de si. Rapidamente, ele tomou o controle e começamos a fazer o que ele queria.
Eu queria ficar ali, mas ele pediu pra subir pra casa. Assim que entramos, ele baixou minha calça, apertou com as mãos minha lombar e me penetrou sem proteção, aproveitando a umidade da minha saliva ainda no pau dele.
Ele já sabia onde ficava minha cama porque já tinha estado na minha casa antes. Ele me levou e a gente comeu de novo lá, chupei ele outra vez, me usou pra garganta profunda, de novo por trás, de lado, no chuveiro, mas a posição que ele mais gostava era eu de quatro ou com a raba empinada enquanto eu tava deitada na cama.
Você gosta de putaria?" ela me perguntava e eu respondia: "Sim, quero mais...
Uso as duas horas completas dela e gozo três vezes dentro de mim. Quando terminamos, ele ainda tava bem duro, mas se eu não desse um jeito nele, podia acabar encontrando o outro no caminho...
¿¿¿QUEREM A SEGUNDA PARTE???
O conflito acabou, mas eles não se falaram mais. Na verdade, ficou muito tenso o resto do dia e, a partir daí, eles ficaram bem mais amigáveis comigo. A primeira surpresa foi a mensagem de um deles:
"Quero te ver depois, preciso aliviar essa tensão.
Eu nunca tinha ficado com nenhum deles, mas eles sabiam que meu trampo por aí rolava, embora nunca tivessem coragem de se passar comigo.
Posso te ver hoje à noite na sua casa?" O outro me escreveu, do lado dele.Um pouco mais tarde.
Não queria confusão, mas eles estavam gostosos e, se desse, ia dar uma força pra aliviar o clima. Marquei de ver cada um, com três horas de diferença entre um e outro, porque tinha certeza de que nenhum sabia que os dois tinham falado comigo.
Alguém pode me dar uma carona até em casa?" Perguntei depois de terminar o jantar. Rodri foi o primeiro a se oferecer, e todos os outros ficaram calados.
Te faço a transferência" ele disse, antes de entrar na minha casa, enquanto eu já beijava o pescoço dele ainda no carro. Depois, com minha língua, percorri o corpo dele até descer pela calça meio caída, chupei a ponta da rola que já aparecia e continuei descendo. Ele não era um cara agressivo nem forte, mas muito seguro de si. Rapidamente, ele tomou o controle e começamos a fazer o que ele queria.
Eu queria ficar ali, mas ele pediu pra subir pra casa. Assim que entramos, ele baixou minha calça, apertou com as mãos minha lombar e me penetrou sem proteção, aproveitando a umidade da minha saliva ainda no pau dele.
Ele já sabia onde ficava minha cama porque já tinha estado na minha casa antes. Ele me levou e a gente comeu de novo lá, chupei ele outra vez, me usou pra garganta profunda, de novo por trás, de lado, no chuveiro, mas a posição que ele mais gostava era eu de quatro ou com a raba empinada enquanto eu tava deitada na cama.
Você gosta de putaria?" ela me perguntava e eu respondia: "Sim, quero mais...
Uso as duas horas completas dela e gozo três vezes dentro de mim. Quando terminamos, ele ainda tava bem duro, mas se eu não desse um jeito nele, podia acabar encontrando o outro no caminho...
¿¿¿QUEREM A SEGUNDA PARTE???
4 comentários - Os amigos do meu irmão - parte 1