Relato: O amigo do papai đŸ‘ŽđŸ€€

Eu pensei que vocĂȘs tinham brigado, mas de repente um dia ele voltou na casa do pai pra comer um churrasco e parecia que tava tudo bem. Exatamente nesse dia, minhas amigas e eu tĂ­nhamos ido pra piscina passar o dia, quando vi ele chegar e saĂ­ pra cumprimentar. Automaticamente minhas amigas começaram a falar baixinho: "Olha como ele te olha", "Ele te comeu com os olhos", "Amiga, ele te acha muito gostosa", "Amiga, ele quer te pegar de qualquer jeito". E eu, sinceramente, nĂŁo dei muita bola.


Sim, é gostoso, tem um corpo bonito, uma altura legal, é maduro e tem toda a cara de macho, cuidado, mas no estilo homem, não modelito e... além disso, seguro e resoluto, a combinação ideal.


É verdade que ele me olhava muito, mas eu associei isso ao fato de me conhecer desde sempre. TambĂ©m Ă© verdade que ele nĂŁo olhava tanto pras minhas amigas (nem tanto!), mesmo uma sendo mais gostosa que a outra e todas de biquĂ­ni, enfim...


A ideia com minhas amigas era ficar pra comer e depois fazer uma noite do pijama, entĂŁo elas foram comprar mais bebida porque a gente jĂĄ tava bebendo e tava sobrando pouco pro resto da noite, e eu fiquei em casa entre ajudar meu pai e preparar meu quarto pra depois.


Enquanto eu me trocava, ele deu uma espiada no meu quarto, se apoiou na batente da porta e disse: "Quanto tempo, cĂȘ tĂĄ uma gostosa". Eu fiquei completamente gelado.


Meu pai tinha ido comprar mais carvĂŁo, saladas e sorvete pra gente, entĂŁo a gente tinha ficado sozinhos, ele supostamente ia ficar pra acender o fogo.


NĂŁo quer que a gente se divirta um pouco atĂ© os outros chegarem? — ele perguntou enquanto se aproximava de mim. Achei que ele, assim como a gente, tambĂ©m tinha bebido, entĂŁo nĂŁo achei tĂŁo estranho. AlĂ©m disso, minhas amigas tinham me dito que ele ia tentar avançar, mas eu neguei totalmente.


A mĂșsica tava bem alta e, pra ser sincera, eu tava meio bĂȘbada, entĂŁo nem pensei muito. Quando ele chegou perto o suficiente, ajudei ele a tirar a calça (algo que ele jĂĄ tava tentando fazer sozinho) e, quando a pica dele ficou na frente da minha carinha de anjo, comecei a lamber ela enquanto olhava pra ele. Automaticamente, ele entrou em ĂȘxtase e, como um tĂ­pico homem de sessenta e poucos anos, pensei que ia ser de menos pra mais, devagar... mas nĂŁo. Ele pegou minha cabeça e começou a me guiar, fazendo exatamente o que ele queria. Fiquei um tempĂŁo nas bolas dele, lambendo, chupando, enquanto ele tentava enfiar a pica na minha boca a todo custo. Depois, subi devagar com a lĂ­ngua atĂ© a cabecinha dele, antes de me afogar com a pica enfiada atĂ© o fundo da minha garganta, uma e outra vez, tudo comandado por ele e pela força dele.


Quando eu estava bem babada, ele me virou na minha própria cama, me colocou de quatro e me penetrou com força (eu jå estava completamente pelado). Eu adoro quando fazem isso comigo, mesmo que às vezes doa pra caralho enquanto tão me comendo, principalmente se a rola é grande como nesse caso e também porque a buceta fica dolorida depois, mas foda-se. Ele não parava de me bombar num ritmo gostoso, com uma força bem equilibrada, não cansava. Depois ele me virou e abriu minhas pernas enquanto eu olhava pra ele, me levantou um pouco e me penetrou de novo, de frente. Enquanto isso, eu massageava meus peitinhos e gemia, e ele de vez em quando me beijava. A gente transou nessa posição por um bom tempo até ele me colocar de lado pra me penetrar de novo, enquanto agora era ele quem apertava meus mamilos com força e fazia meu corpo se curvar pra ele entrar ainda mais fundo em mim. Claramente ele sabia como lidar com uma putinha como eu.


Fudemos apoiados no guarda-roupa do meu quarto, ele levantou minha rabeta e me empurrou de novo. Ele era bem mais alto que eu, um homem de verdade, e foi aĂ­ que, depois de umas metidas fortes, deixou o leitinho quente dentro de mim. Gozou bastante e ainda tinha sobrado quando ele pediu pra eu chupar ele de novo, mas aĂ­ todo mundo chegou. EntĂŁo, rapidinho ele teve que entrar no banheiro, acho que bateu uma punheta enquanto eu me vestia e fingia que nada tinha rolado.


Claro que minha buceta fica doendo até o dia seguinte e claro que depois contei pras minhas amigas.


E mais que Ăłbvio que antes dele ir embora, com todo mundo jĂĄ bem bĂȘbado, eu levei ele de novo pro banheiro, chupei aquela pica como manda o figurino e engoli tudo, era o que tava faltando e eu nĂŁo ia ficar com vontade.
Relato: O amigo do papai đŸ‘ŽđŸ€€

3 comentĂĄrios - Relato: O amigo do papai đŸ‘ŽđŸ€€

👏👏 muy bueno 👏👏
Me calentĂ© maaal â€ŒïžđŸ”„