Eu pensei que vocĂȘs tinham brigado, mas de repente um dia ele voltou na casa do pai pra comer um churrasco e parecia que tava tudo bem. Exatamente nesse dia, minhas amigas e eu tĂnhamos ido pra piscina passar o dia, quando vi ele chegar e saĂ pra cumprimentar. Automaticamente minhas amigas começaram a falar baixinho: "Olha como ele te olha", "Ele te comeu com os olhos", "Amiga, ele te acha muito gostosa", "Amiga, ele quer te pegar de qualquer jeito". E eu, sinceramente, nĂŁo dei muita bola.
Sim, é gostoso, tem um corpo bonito, uma altura legal, é maduro e tem toda a cara de macho, cuidado, mas no estilo homem, não modelito e... além disso, seguro e resoluto, a combinação ideal.
Ă verdade que ele me olhava muito, mas eu associei isso ao fato de me conhecer desde sempre. TambĂ©m Ă© verdade que ele nĂŁo olhava tanto pras minhas amigas (nem tanto!), mesmo uma sendo mais gostosa que a outra e todas de biquĂni, enfim...
A ideia com minhas amigas era ficar pra comer e depois fazer uma noite do pijama, entĂŁo elas foram comprar mais bebida porque a gente jĂĄ tava bebendo e tava sobrando pouco pro resto da noite, e eu fiquei em casa entre ajudar meu pai e preparar meu quarto pra depois.
Enquanto eu me trocava, ele deu uma espiada no meu quarto, se apoiou na batente da porta e disse: "Quanto tempo, cĂȘ tĂĄ uma gostosa". Eu fiquei completamente gelado.
Meu pai tinha ido comprar mais carvĂŁo, saladas e sorvete pra gente, entĂŁo a gente tinha ficado sozinhos, ele supostamente ia ficar pra acender o fogo.
NĂŁo quer que a gente se divirta um pouco atĂ© os outros chegarem? â ele perguntou enquanto se aproximava de mim. Achei que ele, assim como a gente, tambĂ©m tinha bebido, entĂŁo nĂŁo achei tĂŁo estranho. AlĂ©m disso, minhas amigas tinham me dito que ele ia tentar avançar, mas eu neguei totalmente.
A mĂșsica tava bem alta e, pra ser sincera, eu tava meio bĂȘbada, entĂŁo nem pensei muito. Quando ele chegou perto o suficiente, ajudei ele a tirar a calça (algo que ele jĂĄ tava tentando fazer sozinho) e, quando a pica dele ficou na frente da minha carinha de anjo, comecei a lamber ela enquanto olhava pra ele. Automaticamente, ele entrou em ĂȘxtase e, como um tĂpico homem de sessenta e poucos anos, pensei que ia ser de menos pra mais, devagar... mas nĂŁo. Ele pegou minha cabeça e começou a me guiar, fazendo exatamente o que ele queria. Fiquei um tempĂŁo nas bolas dele, lambendo, chupando, enquanto ele tentava enfiar a pica na minha boca a todo custo. Depois, subi devagar com a lĂngua atĂ© a cabecinha dele, antes de me afogar com a pica enfiada atĂ© o fundo da minha garganta, uma e outra vez, tudo comandado por ele e pela força dele.
Quando eu estava bem babada, ele me virou na minha própria cama, me colocou de quatro e me penetrou com força (eu jå estava completamente pelado). Eu adoro quando fazem isso comigo, mesmo que às vezes doa pra caralho enquanto tão me comendo, principalmente se a rola é grande como nesse caso e também porque a buceta fica dolorida depois, mas foda-se. Ele não parava de me bombar num ritmo gostoso, com uma força bem equilibrada, não cansava. Depois ele me virou e abriu minhas pernas enquanto eu olhava pra ele, me levantou um pouco e me penetrou de novo, de frente. Enquanto isso, eu massageava meus peitinhos e gemia, e ele de vez em quando me beijava. A gente transou nessa posição por um bom tempo até ele me colocar de lado pra me penetrar de novo, enquanto agora era ele quem apertava meus mamilos com força e fazia meu corpo se curvar pra ele entrar ainda mais fundo em mim. Claramente ele sabia como lidar com uma putinha como eu.
Fudemos apoiados no guarda-roupa do meu quarto, ele levantou minha rabeta e me empurrou de novo. Ele era bem mais alto que eu, um homem de verdade, e foi aĂ que, depois de umas metidas fortes, deixou o leitinho quente dentro de mim. Gozou bastante e ainda tinha sobrado quando ele pediu pra eu chupar ele de novo, mas aĂ todo mundo chegou. EntĂŁo, rapidinho ele teve que entrar no banheiro, acho que bateu uma punheta enquanto eu me vestia e fingia que nada tinha rolado.
Claro que minha buceta fica doendo até o dia seguinte e claro que depois contei pras minhas amigas.
E mais que Ăłbvio que antes dele ir embora, com todo mundo jĂĄ bem bĂȘbado, eu levei ele de novo pro banheiro, chupei aquela pica como manda o figurino e engoli tudo, era o que tava faltando e eu nĂŁo ia ficar com vontade.
Sim, é gostoso, tem um corpo bonito, uma altura legal, é maduro e tem toda a cara de macho, cuidado, mas no estilo homem, não modelito e... além disso, seguro e resoluto, a combinação ideal.
Ă verdade que ele me olhava muito, mas eu associei isso ao fato de me conhecer desde sempre. TambĂ©m Ă© verdade que ele nĂŁo olhava tanto pras minhas amigas (nem tanto!), mesmo uma sendo mais gostosa que a outra e todas de biquĂni, enfim...
A ideia com minhas amigas era ficar pra comer e depois fazer uma noite do pijama, entĂŁo elas foram comprar mais bebida porque a gente jĂĄ tava bebendo e tava sobrando pouco pro resto da noite, e eu fiquei em casa entre ajudar meu pai e preparar meu quarto pra depois.
Enquanto eu me trocava, ele deu uma espiada no meu quarto, se apoiou na batente da porta e disse: "Quanto tempo, cĂȘ tĂĄ uma gostosa". Eu fiquei completamente gelado.
Meu pai tinha ido comprar mais carvĂŁo, saladas e sorvete pra gente, entĂŁo a gente tinha ficado sozinhos, ele supostamente ia ficar pra acender o fogo.
NĂŁo quer que a gente se divirta um pouco atĂ© os outros chegarem? â ele perguntou enquanto se aproximava de mim. Achei que ele, assim como a gente, tambĂ©m tinha bebido, entĂŁo nĂŁo achei tĂŁo estranho. AlĂ©m disso, minhas amigas tinham me dito que ele ia tentar avançar, mas eu neguei totalmente.
A mĂșsica tava bem alta e, pra ser sincera, eu tava meio bĂȘbada, entĂŁo nem pensei muito. Quando ele chegou perto o suficiente, ajudei ele a tirar a calça (algo que ele jĂĄ tava tentando fazer sozinho) e, quando a pica dele ficou na frente da minha carinha de anjo, comecei a lamber ela enquanto olhava pra ele. Automaticamente, ele entrou em ĂȘxtase e, como um tĂpico homem de sessenta e poucos anos, pensei que ia ser de menos pra mais, devagar... mas nĂŁo. Ele pegou minha cabeça e começou a me guiar, fazendo exatamente o que ele queria. Fiquei um tempĂŁo nas bolas dele, lambendo, chupando, enquanto ele tentava enfiar a pica na minha boca a todo custo. Depois, subi devagar com a lĂngua atĂ© a cabecinha dele, antes de me afogar com a pica enfiada atĂ© o fundo da minha garganta, uma e outra vez, tudo comandado por ele e pela força dele.
Quando eu estava bem babada, ele me virou na minha própria cama, me colocou de quatro e me penetrou com força (eu jå estava completamente pelado). Eu adoro quando fazem isso comigo, mesmo que às vezes doa pra caralho enquanto tão me comendo, principalmente se a rola é grande como nesse caso e também porque a buceta fica dolorida depois, mas foda-se. Ele não parava de me bombar num ritmo gostoso, com uma força bem equilibrada, não cansava. Depois ele me virou e abriu minhas pernas enquanto eu olhava pra ele, me levantou um pouco e me penetrou de novo, de frente. Enquanto isso, eu massageava meus peitinhos e gemia, e ele de vez em quando me beijava. A gente transou nessa posição por um bom tempo até ele me colocar de lado pra me penetrar de novo, enquanto agora era ele quem apertava meus mamilos com força e fazia meu corpo se curvar pra ele entrar ainda mais fundo em mim. Claramente ele sabia como lidar com uma putinha como eu.
Fudemos apoiados no guarda-roupa do meu quarto, ele levantou minha rabeta e me empurrou de novo. Ele era bem mais alto que eu, um homem de verdade, e foi aĂ que, depois de umas metidas fortes, deixou o leitinho quente dentro de mim. Gozou bastante e ainda tinha sobrado quando ele pediu pra eu chupar ele de novo, mas aĂ todo mundo chegou. EntĂŁo, rapidinho ele teve que entrar no banheiro, acho que bateu uma punheta enquanto eu me vestia e fingia que nada tinha rolado.
Claro que minha buceta fica doendo até o dia seguinte e claro que depois contei pras minhas amigas.
E mais que Ăłbvio que antes dele ir embora, com todo mundo jĂĄ bem bĂȘbado, eu levei ele de novo pro banheiro, chupei aquela pica como manda o figurino e engoli tudo, era o que tava faltando e eu nĂŁo ia ficar com vontade.
3 comentĂĄrios - Relato: O amigo do papai đŽđ€€
Me calentĂ© maaal âŒïžđ„