Sopra a nuca da gostosa

Transitando os anos 80, nos verões em que não tinha aula no colégio, eu trabalhava com o pai de um amigo. Dessa vez, comecei antes do verão, porque, como presente de aniversário de 17 anos, queria me dar uma moto de presente. Então, nos fins de semana, trabalhava numa fábrica pintando máquinas por dentro.

Dessa vez, estava pintando numa fábrica de sidra muito conhecida. Nos fins de semana, só tinha alguns serviços de manutenção na fábrica, um vigia de segurança e uma senhora que cuidava do almoxarifado e fazia a limpeza.

Num sábado, quando cheguei para trabalhar, me surpreendi que a senhora do almoxarifado não estava. Tinham trocado por um senhor de uns 40 anos. Depois de um tempo pintando, esse senhor se aproximou e, de um jeito bem afeminado, me disse que se chamava Luis e que, se precisasse de qualquer coisa, era só passar no almoxarifado. Continuei meu trabalho e, um tempo depois, ele passou de novo e repetiu a oferta. De todas as vezes que ele passou e falou a mesma coisa, nunca tinha olhado para ele.

Na última vez, olhei e percebi que, quando falava comigo, fazia sinais com as mãos e a boca, como se estivesse chupando uma rola. Não demorou muito e fui até o almoxarifado. Assim que entrei, ele pegou na minha mão e, com seu andar muito afetado — ele não escondia sua condição sexual, considerando que naquela época não era normal —, me levou até uma porta de chapa que parecia um armário. Abriu com uma chave e entramos num quartinho muito pequeno e muito frio, onde mal cabíamos nós dois. Lá tinha algumas prateleiras, onde guardavam peças de reposição caras.

Assim que fechou a porta, ele se ajoelhou com bastante dificuldade e abaixou minha calça. Ali, na escuridão quase total, começou a beijar minha rola bem docemente. Beijava e lambia enquanto eu ficava duro. Quando ele começou a me punhetar com a mão, me arrepiei, porque a mão dele estava gelada. Eu não conseguia ver nada, já que a pouca luz que entrava por uns respiros da porta estava atrás de mim. Minha rola não demorou muito para crescer dentro da boca dele. Ele rodeava com a língua meu pau e lambia e chupava minhas bolas. Às vezes, ele enfiava minhas duas bolas inteiras na boca dele. Dentro daquele quartinho, só se ouvia o barulho da boca dele com a saliva percorrendo todo o meu pau. Não aguentei muito e comecei a mexer a pélvis e, sem avisar, soltei uns jatos de porra dentro da boca dele. Ele suspirou e lambeu até a última gota, e continuou chupando meu pau meio mole. Como era de se esperar, com meus recém-completados 17 anos, meu pau ficou duro de novo. Ele continuou chupando e batendo uma pra mim por um bom tempo até eu gozar na boca dele de novo. Ele, com a respiração muito ofegante, engoliu até a última gota de novo. Depois disso, olhamos pela fresta da porta pra ver se não tinha ninguém lá fora e saímos do quartinho. Mais tarde, um pouco antes de eu ir embora, passei no depósito de novo pra ele me chupar de novo, e foi o que ele fez, me espremeu o pau de novo. No fim de semana seguinte, um pouco depois de entrar no trabalho, fui até o depósito pra receber minha chupada de pau do Luis. E surpresa: ele não estava sozinho, tinha outras 2 pessoas trabalhando no torno. Eram uns operários de outra empresa de manutenção que estavam fazendo um serviço. Passei umas 2 ou 3 vezes mais pelo depósito, mas sempre tinha alguém. Quando desisti e não fui mais porque já tava parecendo suspeito pros outros, um tempo depois o Luis veio me avisar que tava sozinho se eu quisesse passar no depósito. Então, quase atrás dele, eu o segui até o depósito. Ele já tinha a porta do armário semiaberta. Uma vez dentro do quarto, eu abaixei a calça e o Luis começou o ritual de beijar e lamber meu pau pra ele começar a crescer nos lábios dele. Eu tava com meu pau super duro enfiado até o fundo da garganta dele quando ouvimos barulhos do torno lá fora. Aí, na hora, me virei e tentei olhar pela fresta. Consegui ver os mecânicos trabalhando no torno. Sem fazer barulho, o Luis se levantou atrás de mim e perguntou no meu ouvido o que eu tava vendo. Não respondi pra não fazer barulho. De medo, meu O pau do Luis já tinha dormido na hora, mas quando ele se levantou, a calça não subiu e eu não tinha espaço pra me abaixar e puxar sem fazer barulho. Lá estávamos nós dois em pé num quartinho escuro e frio, mal conseguindo nos mexer. Lá fora, continuavam com o torno. De repente, o barulho lá fora parou, mas eu não conseguia ver nada. O Luis, pra garantir que não tinha ninguém, me empurrou contra a porta pra espiar pela fresta. No meu ouvido, ele disse que ainda estavam no depósito. Enquanto falava no meu ouvido, encostava a pélvis na minha bunda. Ele também aproveitou pra passar o braço pra frente, enfiou a mão dentro da minha cueca e começou a me bater uma. Quase sem perceber, ele já tinha as duas mãos dentro da minha cueca: com uma me masturbava bem devagar e com a outra massageava minhas bolas. Enquanto fazia isso, eu jogava meu corpo pra trás e encostava bem a pélvis nele. Já dava pra sentir o pau duro dele encostado na minha bunda. De repente, ele abaixou minha cueca e se abaixou também, não sei como, a calça dele. O pau duro dele encaixou bem na racha da minha bunda. Mesmo já tendo tido algumas experiências bi, eu não queria ser pego trancado num armário com um pau na minha bunda. Tava com medo por causa da situação, então não fiz barulho nenhum e fiquei bem quieto. Ouvi o Luis cuspir na mão e, com essa saliva, molhar bem o pau dele. Depois, ele pegou o pau e encaixou entre minhas pernas, pedindo pra eu apertar bem com as coxas. Ele se mexia bem devagar pra frente e pra trás enquanto eu apertava o pau dele com as coxas. O pau deslizava bem por causa da lubrificação da saliva. Sem perceber, a situação me deixava com tesão e eu esquecia o medo. E de vez em quando, eu jogava a bunda pra trás pra encostar bem na pélvis dele. Às vezes, o pau dele escapava de entre as pernas e ele colocava de novo. Nisso tudo, já fazia uns 20 minutos que estávamos trancados. O pau dele era grosso e com a cabeça grande, mas não muito comprido. Por isso, escapava direto de entre minhas pernas. Na última vez que escapou, senti o Luis me passar. os dedos no cu, molhando tudo com saliva. Depois, ele apoia a cabeça da pica bem na entrada do meu cu e sussurra no meu ouvido pra eu abrir as nádegas. Eu, que já tava pelando de tesão, sem dizer nada, abri as nádegas e a pica do Luis foi entrando bem devagar no meu cu. Primeiro entrou a cabeça grossa e ele ficou parado, depois foi enfiando tudo bem devagar enquanto eu sentia a respiração dele na minha nuca. Quando terminou de meter tudo, senti que meu cu tava rasgando de tão grossa que era. Queria que ele tirasse porque tava doendo pra caralho, mas ele me segurava pelo ombro e pela cintura. Meu corpo tava apoiado contra a porta, então eu tava imobilizado. Enquanto eu olhava pela fresta e via o pessoal trabalhando lá fora, ele me comia devagar, continuando a soprar minha nuca. Depois de uns minutos, não doía mais e eu nem tentava tirar a pica do cu. Pelo contrário, quando dava, eu jogava a bunda pra trás pra entrar mais fundo. Ele esticava a mão e de vez em quando batia uma pra minha pica, que tava dura e pulando. Chegou uma hora que meu cu tava tão dilatado que o Luis podia tirar e meter a pica de novo como se fosse nada. Pelo visto, tava saindo porra da minha pica, porque ele molhou os dedos no meu leite e levou à boca. Ele tava tão excitado que a respiração dele na minha nuca mexia meus cabelos. Acho que passaram uns 40 ou 50 minutos com a pica do Luis dentro do meu cu até que eu sinto os suspiros dele na minha nuca e a pica dele sair mole do meu cu. Ele tinha gozado dentro. Eu sentia meu cu aberto e um líquido escorrendo pela minha perna. O cheiro dentro do quartinho não era muito agradável. Uma mistura de cheiro de bosta com cheiro de pica e porra. Como se nada tivesse acontecido, e enquanto eu ainda tava com o cu aberto, o Luis me ajudou a virar e ficar de frente pra ele. Quando virei, ele pegou as duas picas com as mãos e bateu uma pra ambas juntas. A dele só tava meia bomba. A minha tava explodindo. Eu queria que ele se abaixasse e me chupasse. Chupou, mas virou de costas e, me dando as costas, pegou meu pau e levou até o cu dele. No momento em que eu tava penetrando, agarrei as nádegas dele pra abrir bem e entrar mais fácil. Ele tinha um cu duro e redondo igual o de uma mulher, mas no toque era muito, muito peludo. Assim que meti até as bolas, movi minha cintura umas poucas vezes e joguei toda a porra dentro do cu dele enquanto eu respirava na nuca dele. Que lindo como eram as coisas naquela idade, meu pau continuava duro como se nada tivesse acontecido. Então continuei comendo ele por mais um tempo enquanto ele se masturbava. Gozei pela segunda vez dentro do cu dele, acho que ao mesmo tempo em que ele soltava a porra do pau dele no ar. Ao tirar meu pau do cu dele, o lugar se inundou com mais cheiro de merda. Era bem nojento o cheiro de merda e pau que tinha ali dentro. Calculo que já fazia quase uma hora e meia que estávamos trancados ali. Eu tava com uma vontade de mijar que não aguentava mais. Tinha que sair dali urgente. Por sorte, pararam de trabalhar no torno e foram embora. Aí aproveitamos e saímos rápido. Eu fui voando pro vestiário, andando devagar porque meu cu doía um pouco e sentia que, quando andava, escorria algo pelas minhas pernas. Ainda faltava muito pra hora de sair, mas quando fui mijar, vi que meu pau tava cheio de merda e sêmen, e minhas pernas todas escorridas com o que parecia merda líquida, então entrei no chuveiro. Quando tava me banhando, tocava no meu ânus e, embora já estivesse fechado, conseguia enfiar um dedo com facilidade e sentia que de vez em quando saía um pouco de líquido. Quando fui me vestir, fiz uma espécie de fralda com papel higiênico porque, quando andava, saía um pouco de líquido do meu cu. Fiquei sentado um bom tempo no vestiário até ir embora. Depois daquele dia, Luis chupou meu pau outras vezes, até quando eu tava tomando banho, mas nunca mais comemos depois daquele dia em que ficamos trancados. Desde aquele dia, lembro do ocorrido toda vez que ouço a expressão. Sopra a nuca.

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