Aqui vai um relato sobre o estupro de uma pequena bichinha que pediu pra levar.
Uns anos atrás, quando eu tava começando a usar roupas femininas só à noite, bem longe de casa pra ninguém que me conhecesse me descobrir e dedurar pros meus parentes, resolvi me arriscar um pouco usando só meu primeiro e, na época, único vestido, sem nada de roupa íntima, nem masculina nem feminina. Decidi que dessa vez ia comprar um brinquedo sexual e um pouco de álcool no bairro onde costumava passar essas noites, quando a garota dentro de mim saía e eu me deixava levar andando na rua feito uma putinha afeminada. Peguei meu vestido e uma máscara, comecei a caminhar, e em umas duas horas um homem negro imponente reparou em mim. A silhueta grande dele e o cheiro forte de suor e graxa chegaram até meu pequeno clitóris de sapatilha, que ficou mais excitado; me cobri rápido, mas quando virei o olhar, o homem já tinha ido embora. Aliviada, continuei andando até a sex-shop onde planejava comprar meu primeiro dildo. Chegando na loja, a vergonha me consumia, mas juntando a coragem que o anonimato me deu, comecei a escolher meu dildo: um rosa brilhante em formato de tentáculo. Uma mina tava sendo atendida enquanto conversava com o vendedor numa boa, quando de repente a porta da sex-shop abriu. Sem dar muita importância, além do susto inicial, nem me preocupei em ver quem tava entrando. Em segundos, sinto um roçado na minha bunda e uma mão deslizando pelo meu vestido, que só chegava até a metade das minhas coxas.
Meu olhar encontrou o homem que, descaradamente, sussurrou no meu ouvido: "Foxinha, esse brinquedo é desnecessário, sua putinha." Ele tirou o pau das calças sujas, escondendo-o do olhar da cliente e do vendedor com meu corpo pequeno e magro.
O homem falou de novo: "Escuta bem, viadinho de merda, só por causa dessa bunda gorda e branca que você tá se salvando de eu te encher de porrada. Não aguento viadinho de bolas pequenas, ainda mais os que se vestem igual você. Então só tem uma opção: vou te comer aqui e agora, mas se alguém perceber, eu te mato na porrada. Então confirma se você entendeu bem." Eu só balancei a cabeça, feito uma bichinha assustada, com as pernas já tremendo porque o pau dele tava encostado na minha bucetinha de sissy. Assim que eu concordei, uma estocada poderosa remexeu meus intestinos, e meu corpinho quase caiu no chão.
O homem me pega pelos braços e me puxa contra ele com a maior facilidade, fazendo eu morder meus lábios pra não soltar um grito de dor. Enquanto isso, a garota na minha frente termina a compra de lingerie e sai sem perceber que tão abusando de mim quase debaixo do nariz dela. O vendedor, todo educado mas com um sorriso falso, estende a mão pra pegar o dildo que por sorte não tinha escapado das minhas mãos, mas o homem negro tira ele de mim antes que eu pudesse pegar e diz, com o pau dele ainda pulsando dentro de mim: "Aqui, minha amiga mudou de ideia, quer aquele conjunto de lingerie preta e aquele branco também." O vendedor, puto da vida, vira pra pegar os conjuntos que o homem apontou, e quando ele se vira, o cara me segura pela cintura e começa a meter sem piedade, uma vez e outra em questão de um minuto, parando só quando o vendedor vira de novo e pergunta: "Seria só isso?" "Mmmmm, não, queria também pra minha amiga aquela gaiola de castidade rosa forte bonitinha." "Seria só isso?" ele responde, com a minha voz e minhas pernas quase cedendo, eu respondo tirando meu dinheiro economizado com tanto sacrifício: "Ss... sim." Saindo da loja, o homem me carrega como uma princesa, me surpreendendo, mas na hora me empurra naquela posição, usando meu vestido de novo de disfarce na rua, mesmo sendo noite e ainda passando gente que percebe a cena. O caminho até um apartamento sujo foi assim, meu pau pequeno gozou umas duas vezes sujando meu vestido, enquanto o homem ficava impassível, sem eu nem notar o pau dele amolecer um pouco. Me jogando na cama e rasgando meu vestido, ele disse: "Me escuta, foxy, eu já fiz todo o trabalho até agora, então se troca e vem me satisfazer.
Com meu corpo tremendo e minha mente nublada, segui as ordens como uma escrava.
Minha comida de moleque foi falhada e minhas bolas e pau sumiram com a jaula de castidade. Meu cu levou uma palmada atrás da outra até ficar vermelho, e minha boca foi usada como lixeira de porra pelo macho alfa que tomou conta de mim...
Minha mente só pensava em montar nessa pica uma vez atrás da outra, ignorando a dor... e eu curti pra caralho. O filho da puta começou a gravar e minha boca sendo violentada, e ele ainda enfiou as bolas dele, dizendo: "boa putinha, deixa tudo limpinho".


Uns anos atrás, quando eu tava começando a usar roupas femininas só à noite, bem longe de casa pra ninguém que me conhecesse me descobrir e dedurar pros meus parentes, resolvi me arriscar um pouco usando só meu primeiro e, na época, único vestido, sem nada de roupa íntima, nem masculina nem feminina. Decidi que dessa vez ia comprar um brinquedo sexual e um pouco de álcool no bairro onde costumava passar essas noites, quando a garota dentro de mim saía e eu me deixava levar andando na rua feito uma putinha afeminada. Peguei meu vestido e uma máscara, comecei a caminhar, e em umas duas horas um homem negro imponente reparou em mim. A silhueta grande dele e o cheiro forte de suor e graxa chegaram até meu pequeno clitóris de sapatilha, que ficou mais excitado; me cobri rápido, mas quando virei o olhar, o homem já tinha ido embora. Aliviada, continuei andando até a sex-shop onde planejava comprar meu primeiro dildo. Chegando na loja, a vergonha me consumia, mas juntando a coragem que o anonimato me deu, comecei a escolher meu dildo: um rosa brilhante em formato de tentáculo. Uma mina tava sendo atendida enquanto conversava com o vendedor numa boa, quando de repente a porta da sex-shop abriu. Sem dar muita importância, além do susto inicial, nem me preocupei em ver quem tava entrando. Em segundos, sinto um roçado na minha bunda e uma mão deslizando pelo meu vestido, que só chegava até a metade das minhas coxas.
Meu olhar encontrou o homem que, descaradamente, sussurrou no meu ouvido: "Foxinha, esse brinquedo é desnecessário, sua putinha." Ele tirou o pau das calças sujas, escondendo-o do olhar da cliente e do vendedor com meu corpo pequeno e magro.
O homem falou de novo: "Escuta bem, viadinho de merda, só por causa dessa bunda gorda e branca que você tá se salvando de eu te encher de porrada. Não aguento viadinho de bolas pequenas, ainda mais os que se vestem igual você. Então só tem uma opção: vou te comer aqui e agora, mas se alguém perceber, eu te mato na porrada. Então confirma se você entendeu bem." Eu só balancei a cabeça, feito uma bichinha assustada, com as pernas já tremendo porque o pau dele tava encostado na minha bucetinha de sissy. Assim que eu concordei, uma estocada poderosa remexeu meus intestinos, e meu corpinho quase caiu no chão.
O homem me pega pelos braços e me puxa contra ele com a maior facilidade, fazendo eu morder meus lábios pra não soltar um grito de dor. Enquanto isso, a garota na minha frente termina a compra de lingerie e sai sem perceber que tão abusando de mim quase debaixo do nariz dela. O vendedor, todo educado mas com um sorriso falso, estende a mão pra pegar o dildo que por sorte não tinha escapado das minhas mãos, mas o homem negro tira ele de mim antes que eu pudesse pegar e diz, com o pau dele ainda pulsando dentro de mim: "Aqui, minha amiga mudou de ideia, quer aquele conjunto de lingerie preta e aquele branco também." O vendedor, puto da vida, vira pra pegar os conjuntos que o homem apontou, e quando ele se vira, o cara me segura pela cintura e começa a meter sem piedade, uma vez e outra em questão de um minuto, parando só quando o vendedor vira de novo e pergunta: "Seria só isso?" "Mmmmm, não, queria também pra minha amiga aquela gaiola de castidade rosa forte bonitinha." "Seria só isso?" ele responde, com a minha voz e minhas pernas quase cedendo, eu respondo tirando meu dinheiro economizado com tanto sacrifício: "Ss... sim." Saindo da loja, o homem me carrega como uma princesa, me surpreendendo, mas na hora me empurra naquela posição, usando meu vestido de novo de disfarce na rua, mesmo sendo noite e ainda passando gente que percebe a cena. O caminho até um apartamento sujo foi assim, meu pau pequeno gozou umas duas vezes sujando meu vestido, enquanto o homem ficava impassível, sem eu nem notar o pau dele amolecer um pouco. Me jogando na cama e rasgando meu vestido, ele disse: "Me escuta, foxy, eu já fiz todo o trabalho até agora, então se troca e vem me satisfazer.
Com meu corpo tremendo e minha mente nublada, segui as ordens como uma escrava.
Minha comida de moleque foi falhada e minhas bolas e pau sumiram com a jaula de castidade. Meu cu levou uma palmada atrás da outra até ficar vermelho, e minha boca foi usada como lixeira de porra pelo macho alfa que tomou conta de mim...
Minha mente só pensava em montar nessa pica uma vez atrás da outra, ignorando a dor... e eu curti pra caralho. O filho da puta começou a gravar e minha boca sendo violentada, e ele ainda enfiou as bolas dele, dizendo: "boa putinha, deixa tudo limpinho".


3 comentários - Relato sissy