Em época de pandemia, com as restrições, não tinha como sair traindo. Então não dava pra fazer muito além de ficar em chats ou sites de sexo. Foi assim que, num relato sobre iniciação bi no Poringa, nos comentários, tinha um de alguém dizendo que queria experimentar a iniciação bi. Pelo nome de usuário, dava pra ver que ele morava em Mendoza, igual a mim. Como tava à toa, respondi que quando ele quisesse, eu ajudava com a iniciação bi dele, já que também morava em Mendoza. Dias depois, no meu chat de mensagens, tinha uma mensagem desse usuário. Acontece que ele levou a sério minha proposta de iniciar ele. Depois de várias mensagens, ele me contou que tinha pouco mais de 30 anos, casado com 2 filhos e, há bastante tempo, queria ter uma experiência bissexual. Embora já tivesse estado com algumas transexuais e chupado a pica delas, nunca tinha sido penetrado. Ele queria uma iniciação tranquila e não com uma transexual, porque elas apressam por causa do tempo. E queria que a iniciação fosse algo calmo, porque tinha muito medo. Também me contou que, nas vezes que chupou uma pica, não curtiu muito porque não podia fazer por muito tempo. Mensagem vai, mensagem vem, fomos contando nossas experiências bi — eu tinha muito mais experiência que ele. Compartilhamos vários gostos em comum: os dois gostavam de pica, mas não curtiam beijos ou amassos com homem, só com travesti. Ele sempre me lembrava que um dia eu tinha que cumprir o que falei de iniciar ele. Precisava ter essa experiência pra tirar as dúvidas que tinha sobre a vida dele. Depois da pandemia, quando começaram a liberar um pouco a circulação, ele me perguntou quando ia iniciar ele. Foi assim que, quando deu pra circular um pouco, combinamos um encontro. Numa terça à tarde, combinei de me encontrar na porta de um hotel com um cara que eu não conhecia nem de vista, pra arrebentar o cu dele. Eu esperava ele no meu carro na esquina do hotel, e pontualmente ele chegou no dele. moto. Fiz sinal pra ele me seguir e entramos no hotel. Já no quarto, a gente se cumprimentou pela primeira vez pessoalmente. Ele era um cara de um metro e setenta, cabelo curto, barba estilo cavanhaque e um corpo bem atlético. Uns dias antes, eu expliquei pra ele como preparar o cu no bidê com uma seringa de água com sabão morna. Eu já tava com a pica dura, não sei se por causa do Viagra que tinha tomado ou porque adoro que chupem minha pica com barba. Dava pra ver que ele tava bem nervoso, então pedi umas cervejas pra quebrar o gelo. Enquanto a gente tomava a cerveja, a timidez dele foi embora e ele começou a tirar a roupa. O corpo dele era bem peludo, a ponto de parecer que ele raspava o pescoço. Eu fui na mesma, e os dois ficamos de pé só de cueca. Cheguei perto dele e comecei a esfregar minha pica por cima da cueca. A minha já tava aparecendo pelo elástico da minha cueca. Ele pegou a cabeça da minha pica com os dedos e começou a acariciar. Aí eu puxei a cueca dele pra baixo e deixei a pica dele no ar, que era mais peluda que o corpo dele. Ele fez o mesmo com a minha. Foi assim que a gente começou uma punheta cruzada devagar enquanto continuava tomando a cerveja. A pica dele era curta, mas bem grossa e cabeçuda. Depois de um bom tempo, ele me perguntou se podia chupar minha pica. Então ele sentou na cama e começou a chupar minha pica bem devagar. Ele beijava ela e lambia, enquanto chupava de cima até as bolas. De vez em quando, eu mexia minha bacia como se tivesse comendo a boca dele, e ele ficava parado, deixando eu enfiar minha pica até o fundo da boca. Adorava sentir o cavanhaque dele roçando na pele da minha pica e das bolas. Aí eu mandei ele deitar de barriga pra cima na cama, coloquei minha bacia na cara dele e afoguei ele com minha pica e minhas bolas. Meu movimento de cintura de repente deixou meu cu nos lábios dele, e ele, sem cerimônia, lambeu ele. A barba dele no meu cu me fazia tremer. Então eu deitei de lado, de frente pra ele, e a gente ficou num 69. O pelo grosso da bacia dele entrava na minha boca e no meu nariz quando ele me metia. A piroca bem dentro da minha boca. Ficamos assim por uns meia hora. Pra ser sincera, já tava ficando entediada, porque toda vez que eu tava quase gozando, ele parava de chupar minha piroca e eu só sentia a respiração dele. Falei pra ele ficar de quatro e, enquanto eu colocava a camisinha, mandei ele passar lubrificante no cu. Ele besuntou o cu inteiro e ficou enfiando o dedo com o lubrificante. Depois disso, pedi pra ele abrir bem as nádegas e ele deixou aquele cu peludo na frente da minha piroca, pronto pra eu arrebentar. Encostei a cabeça da minha piroca no cu dele e, toda vez que tentava meter, ele se mexia pra frente porque dizia que tava doendo. Segurei ele pela cintura com uma mão e com a outra guiei minha piroca até o cu dele. Com muito esforço, consegui enfiar só a cabeça. Fiquei parado um tempo pra ele se acostumar com a minha piroca. E quando fui meter até o fundo, ele levantou e saiu correndo pro banheiro. Quando voltou, pediu desculpas, porque achou que ia cagar. Falei que essa sensação era normal. Então mandei ele deitar de barriga pra cima pra ficar mais confortável. Coloquei uns travesseiros debaixo do cu dele e, ajoelhado na cama, encostei a piroca de novo naquele cu peludo e fui enfiando devagar até o fundo. Ele não parava de pedir pra ir devagar porque tava doendo, enquanto eu via a cara de prazer dele cada vez que eu enterrava mais. Uns segundos depois, comecei a comer ele bem devagar. A piroca dura dele balançava no ritmo do meu corpo. Ele apertava minha piroca com o cu e, às vezes, ela escapava. Pedi pra ele voltar a ficar de quatro, mas mais na posição de sapo. Aí entendi aquele ditado que diz que "penteiam pra dentro", porque quando eu penetrava, via aquele cu peludo se franzindo cada vez que eu enfiava até o fundo. Num momento, fiquei parado e falei pra ele se mexer pra frente e pra trás pra enfiar a minha piroca no cu dele. Como se tivesse bastante experiência, ele mexia o corpo e gemia enquanto só enterrava minha piroca e depois quase tirava ela toda. Chegou uma hora que eu tava tão... O cu dele já tava tão dilatado que eu tirava a pica e enfiava de novo como se fosse nada. Aí peguei ele pela cintura e comecei a bombar bem forte. Até que não aguentei mais e gozei dentro do cu dele. Fiquei um tempo parado com minha pica no cu dele, sentindo ele pulsar enquanto ia diminuindo. Quando tirei, a camisinha ficou lá dentro. Ele sentou na cama e nem tinha percebido que tava com a camisinha no cu. Enquanto acendia um cigarro, falava que tinha adorado. Ele fumava, e eu estiquei a mão e comecei a bater uma pra pica mole dele. Quando ele abriu bem as pernas, tirei a camisinha cheia de porra que tava dentro do cu dele. Bem na hora que ele terminou o cigarro, a pica dele já tava dura. Coloquei uma camisinha enquanto ele se deitava de barriga pra cima. Subi de costas pra ele e, com muito cuidado, enfiei a pica grossa dele no meu cu. Montei umas 2 ou 3 vezes e ele gozou. Assim que tirei a pica dele do meu cu, terminamos de tomar a cerveja que já tava morna. A gente tava sentado no sofá e começamos a fazer uma punheta cruzada de novo. Quando a pica já tava bem dura, ele se levantou do lado da cama, abrindo bem as pernas, enquanto me dizia: "Me come de novo". Rapidinho coloquei uma camisinha e ele abria as nádegas enquanto eu enterrava minha pica. Dessa vez, comecei a comer ele forte desde o início. Como eu tinha gozado fazia pouco, continuei bombando sem conseguir gozar. O cu dele batia na minha pélvis como se fosse uma puta barata. Já tava com cãibra, quando acelerei mais o ritmo e gozei com muita força. Quando ele se virou, pude ver que a pica dele tava escorrendo sêmen. Instintivamente, me ajoelhei na frente dele e chupei a pica dele enquanto batia uma. Ele não aguentou muito e soltou um jato curto de porra na minha boca. Fui no banheiro cuspir e, quando voltei, ele começou a chupar minha pica de novo. Por mais que eu curtisse aquela barba na minha pica e nas bolas, não conseguia ficar duro. Ele queria que eu comesse ele de novo, mas minha pica não aguentava mais. Foi assim que eu iniciei ele na bissexualidade. depois daquele dia, a gente transava várias vezes até que ela se divorciou do marido e foi morar com um cara bem mais novo que ele. Hoje em dia ela casou com ele e vivem felizes.
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