Oi, como vocês estão? Espero que bem.
Vim trazer pra vocês a segunda parte do conto
http://www.poringa.net/posts/gay/6113837/Noche-de-trio-con-Fede-y-Nacho.html
Dessa vez já não conta como ménage, mas vocês vão entender o porquê.
Quem me acompanha há um tempo sabe que às vezes eu exagero nos detalhes, que pra mim são importantes. E claro, por uma questão de discrição, vou trocar o nome dos participantes nessa história.
Espero que vocês curtam.
Nacho começou a me dedilhar e puxou minha calça pra baixo, e eu tirei ela rapidão. Também comecei a massagear a rola dele, que tava mais que duríssima. Mais dura do que na primeira foda. E naquele momento percebi que, claramente, ele ficava inibido na frente do Fede.
Comecei a chupar a rola dele enquanto ele tava deitado, eu de quatro, deixando a buceta à disposição pra ele continuar me dedando.
Ele me pediu pra tirar a calça inteira dele, e foi o que eu fiz.
Depois de ter chupado um pouco, ele pede pra eu subir em cima dele pra fazer um 69. Começou a chupar minha bunda, com muita saliva e ainda enfiava o dedo.
Como estávamos sozinhos, ela começou a chupar minha rola, na certeza de que o Fede não ia ver.
Um par de vezes ela tinha me chupado, nada fora do normal, mas dessa vez era diferente. O álcool estava fazendo o efeito dela. Ela tava chupando minha pica com muito entusiasmo.
Enquanto fazia isso, aproveitava também pra enfiar uns dois dedos. Eu tava gemendo igual um bom viado. E do outro lado, o Fede tava ouvindo música com o volume no talo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quero que você chupe meu cu - pediu Nacho enquanto tirava a boca do meu pau.
Só de boa, parei de chupar ele e desci com minha língua pro cu. O Nacho tem um cu espetacular, bem gordinho e definido. Resultado de ter jogado bola. Quase ouso dizer que melhor que o meu. Com uns pelinhos, mas incrivelmente chupável.
Fiquei um tempão ali babando toda a pica dele, o cu... de vez em quando beijava a barriga dele e a trilha de pelos. Dava pra ver que ele tava adorando porque sentia ele se contorcendo de prazer quando eu passava a língua. De vez em quando eu batia uma pra ele e ele continuava me comendo com os dedos.
Como eu não aguentava mais, pedi pra ele me comer de volta… aí fiquei de quatro e, todo babado do jeito que tava, ele meteu a pica.
Com a pica enterrada, a primeira coisa que ele fez foi me bater uma punheta enfiando a mão por baixo.
Ficou um tempão no vai e vem. Só deixava eu bater uma pra me dar uns tapas que estralavam por cima da música alta que o Fede tava ouvindo.
Ele me pediu pra chupar ela mais um pouco, então pedi pra ela deitar pra eu chupar. Como a camiseta tava me atrapalhando, tirei a parte da frente e coloquei no pescoço.
Já estava ficando cansada de chupar a rola dele na mesma posição, então deitei de barriga pra cima e pedi pra ele montar em cima de mim e foder minha boca. Aí ele colocou os joelhos dos lados dos meus braços e começou a foder minha boca, sem piedade.
Fazendo umas boas gargantas profundas, enchendo meus olhos de lágrimas. Eu ajeitei o cobertor de um jeito que me desse um pouco de altura na cabeça.
Nacho tinha ficado super empolgado com a ideia de meter na minha boca, então me puxava pelos cabelos, e acho que às vezes esquecia que eu tava debaixo dele. Enquanto eu continuava me engasgando com a piroca dele, não tive ideia melhor do que agarrar as nádegas dele e massagear.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem que eu quero gozar—disse o Nacho enquanto levantava minhas pernas pra me comer.
Uma vez lá atrás, ela se agachou pra chupar minha bunda e quando foi se levantando, passou a língua no meu pau, que tava durasso de tão excitado que eu tava.
Me posiciono e ele começa a meter o pau... Ele de joelhos e eu com as pernas nos ombros dele. De repente, ele tira minhas pernas.
Ela pega na minha pica e começa a bater uma pra mim. Falei pra ela esperar porque tava meio seca, e aí, do nada, ela cuspiu na minha pica e continuou batendo.
Enquanto eu tava me masturbando, depois de bater uma punheta, ele começou a apalpar meus peitos com as mãos cheias de cuspe.
Depois daquele massagem, sem pedir minha permissão, ele começou a enfiar os dedos na minha boca, tudo isso enquanto me comia. Não sei por quê, mas fiquei ainda mais excitada com a situação. Acho que é uma coisa que ficou de ter visto nos pornôs, e nem me mexi. Me deixei levar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem, senta aqui em cima – pede o Nacho – me olhando.
Quando me acomodei, comecei a cavalgar aquela pica que tava toda babada e melada.
Nacho começou a massagear meus peitos de volta e, aos poucos, foi me levando pra baixo... aí ele chupou meus peitos por um tempo e, de repente, começou a me beijar.
Eu, que não tô acostumado a ser beijado, me agarrei numa. A gente tava trocando saliva igual doido.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quero te encher de porra— ele disse entre gemidos.
Deitei de barriga pra baixo, porque foi assim que ele pediu, e ele se deitou por cima de mim com o pau enfiado.
Começou a me comer, e de volta enfiou a mão direita na minha boca. Me comia cada vez com mais força. Virou meu rosto e começou a me beijar. Um jeito estranho de beijo porque eu não conseguia virar a cabeça direito.
As investidas cada vez eram mais raras. Agora eu ouvia a respiração dela mais ofegante. Uns segundos a mais... e naquela hora mesmo me encheu de porra.
Ficou uns segundos dentro e por cima de mim. Quando tirou a pica, ainda tava escorrendo porra. Aí, muito putinha que sou, fui e limpei com a boca, como manda o figurino.
Fiquei deitado ali um pouco e o Nacho começou a se vestir.
Nessa aparece o Fede.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E como foi o segundo round? – pergunta
Eu tava ali todo cheio de porra, largado no colchão, e a única coisa que saiu foi uma risada de conformidade.
Eles voltaram a fumar e a beber. Quando eu estava me vestindo, o Nacho deitou do meu lado e começou a enfiar os dedos de novo no meu cu.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já vai embora? — ela me pergunta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Sim, mas vale—respondo—além disso o anfitrião já tá bem cansado.
Então ela tirou os dedos e eu me vesti. Como não fumava nem bebia nada, fui embora.
Me despedi e ficou combinado que ia ter outra oportunidade pra transar.
Saio andando e, de repente, chega uma mensagem do Nacho.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Me espera na casa abandonada e vou te foder mais uma vez.
De vez em quando a gente dá umas saídas esporádicas com o Nacho, onde a gente faz uma rapidinha na garagem de uma casa abandonada.
Eu tava na dúvida, tava cansado, mas ainda tava com tesão. E não sabia o que fazer.
O Nacho tava me ligando pra ver se a gente ia se encontrar de novo, e aí na hora eu repensei a ideia de dar mais uma gozada com um terceiro.
Falei que sim, que esperava ele na casa abandonada.
Quando ele chegou, eu já tava esperando ele de joelhos. Na hora comecei a massagear o volume dele e o cara já tava com a pica dura de novo. Como ele faz, não sei.
Aí eu baixei a calça e a cueca dele e comecei a chupar a rola.
Na garagem entra uma luz que deixa ver claramente o que tem lá dentro. Então o Nacho, tarado como ele é, me pediu pra chupar devagar que ele queria me ver, e foi o que eu fiz, e ali mesmo a gente trocou olhares.
Enquanto eu chupava ele, enfiou dois dedos na minha boca.
Se abaixou pra me beijar… e foi me guiando pra eu ficar de pé. Quando levantei, começou a massagear meu volume e percebeu que eu também tava duro. Ele baixou minha calça e tirou minha rola pra fora, e ali mesmo começamos a esfregar nossas picas uma na outra, enquanto nos beijávamos.
Me encostou na parede, se agachou e começou a chupar minha buceta. Me dava uns tapas e eu pedia pra ele parar porque podiam nos ouvir, mesmo não tendo ninguém na rua às 5, quase 6 da manhã.
Ele parou, cuspiu na própria pica e começou a me comer. Muito rápido, e de vez em quando me dava um tapinha de leve.
Tira minha pica pra fora, se apoia em outra parede e me pede pra chupar ela.
Aí mesmo me ajoelhei e comecei a chupar ela de novo. Ela pediu pra eu chupar os ovos dela. Nisso, com os joelhos no ar, porque o chão tava muito sujo, comecei a perder o equilíbrio, então me segurei na bunda dela. Abrindo as nádegas dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Chupa um pouco minha buceta—ela me diz.
Ela se virou e eu me agarrei na bunda dela como nunca tinha chupado antes. Agora eu batia uma pra ela pra não cair.
Fiquei lá um tempão e devo dizer que me deixei tentar, então, sem mais delongas, meti um tapão na bunda dela. Não fez tanto barulho assim.
Ela se virou e pediu pra eu ficar de pé pra me comer.
- Chupa meu cu mais um pouquinho – pedi pra ele.
Ela se agachou e começou a me comer o cu.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Cê gosta do jeito que eu chupo sua buceta?
E eu, longe de responder, só me queixava e gemia de prazer. Ela para e começa a me comer. Passa a mão na minha pica e começa a me punhetar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vamos ver, quero ver como você termina, promíscua – pediu Nacho.
Então peguei na minha rola e comecei a bater uma no meu ritmo enquanto ele me comia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Acabei de gozar— falei pra ela.
Ela tirou minha pica e se aproximou pra me ver bater uma... não aguentei nem dois segundos e já tava esguichando toda minha porra, que era uma quantidade enorme. Aí meu corpo inteiro relaxou.
Nacho pega na minha pica e tira as últimas gotas de leite, mas não limpa nem nada, só pega e começa a bater uma.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem cá que vou encher tua boca de porra— ele me ordenou.
Me agachei de boca aberta e ele gozou tudo dentro, até no meu rosto. Enfiei a pica na boca pra limpar ela. Quando já tínhamos terminado, ajeitamos a roupa e esperamos pra sair da garagem. E assim terminou uma das minhas melhores noites. Com a buceta e a boca cheias de porra.
Espero que vocês não tenham se entediado com tantos detalhes. Que tenham curtido a leitura tanto quanto eu curti escrever, com o pau duro.
Já sabem, se um dia estiverem em Salliqueló e quiserem comer um viado submisso, não hesitem em me chamar no meu WhatsApp 2392528783 ou no meu Telegram @salliquelogay.
Beijos pra todo mundo e pros seus paus.
Vim trazer pra vocês a segunda parte do conto
http://www.poringa.net/posts/gay/6113837/Noche-de-trio-con-Fede-y-Nacho.html
Dessa vez já não conta como ménage, mas vocês vão entender o porquê.
Quem me acompanha há um tempo sabe que às vezes eu exagero nos detalhes, que pra mim são importantes. E claro, por uma questão de discrição, vou trocar o nome dos participantes nessa história.
Espero que vocês curtam.
Nacho começou a me dedilhar e puxou minha calça pra baixo, e eu tirei ela rapidão. Também comecei a massagear a rola dele, que tava mais que duríssima. Mais dura do que na primeira foda. E naquele momento percebi que, claramente, ele ficava inibido na frente do Fede.
Comecei a chupar a rola dele enquanto ele tava deitado, eu de quatro, deixando a buceta à disposição pra ele continuar me dedando.
Ele me pediu pra tirar a calça inteira dele, e foi o que eu fiz.
Depois de ter chupado um pouco, ele pede pra eu subir em cima dele pra fazer um 69. Começou a chupar minha bunda, com muita saliva e ainda enfiava o dedo.
Como estávamos sozinhos, ela começou a chupar minha rola, na certeza de que o Fede não ia ver.
Um par de vezes ela tinha me chupado, nada fora do normal, mas dessa vez era diferente. O álcool estava fazendo o efeito dela. Ela tava chupando minha pica com muito entusiasmo.
Enquanto fazia isso, aproveitava também pra enfiar uns dois dedos. Eu tava gemendo igual um bom viado. E do outro lado, o Fede tava ouvindo música com o volume no talo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quero que você chupe meu cu - pediu Nacho enquanto tirava a boca do meu pau.
Só de boa, parei de chupar ele e desci com minha língua pro cu. O Nacho tem um cu espetacular, bem gordinho e definido. Resultado de ter jogado bola. Quase ouso dizer que melhor que o meu. Com uns pelinhos, mas incrivelmente chupável.
Fiquei um tempão ali babando toda a pica dele, o cu... de vez em quando beijava a barriga dele e a trilha de pelos. Dava pra ver que ele tava adorando porque sentia ele se contorcendo de prazer quando eu passava a língua. De vez em quando eu batia uma pra ele e ele continuava me comendo com os dedos.
Como eu não aguentava mais, pedi pra ele me comer de volta… aí fiquei de quatro e, todo babado do jeito que tava, ele meteu a pica.
Com a pica enterrada, a primeira coisa que ele fez foi me bater uma punheta enfiando a mão por baixo.
Ficou um tempão no vai e vem. Só deixava eu bater uma pra me dar uns tapas que estralavam por cima da música alta que o Fede tava ouvindo.
Ele me pediu pra chupar ela mais um pouco, então pedi pra ela deitar pra eu chupar. Como a camiseta tava me atrapalhando, tirei a parte da frente e coloquei no pescoço.
Já estava ficando cansada de chupar a rola dele na mesma posição, então deitei de barriga pra cima e pedi pra ele montar em cima de mim e foder minha boca. Aí ele colocou os joelhos dos lados dos meus braços e começou a foder minha boca, sem piedade.
Fazendo umas boas gargantas profundas, enchendo meus olhos de lágrimas. Eu ajeitei o cobertor de um jeito que me desse um pouco de altura na cabeça.
Nacho tinha ficado super empolgado com a ideia de meter na minha boca, então me puxava pelos cabelos, e acho que às vezes esquecia que eu tava debaixo dele. Enquanto eu continuava me engasgando com a piroca dele, não tive ideia melhor do que agarrar as nádegas dele e massagear.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem que eu quero gozar—disse o Nacho enquanto levantava minhas pernas pra me comer.
Uma vez lá atrás, ela se agachou pra chupar minha bunda e quando foi se levantando, passou a língua no meu pau, que tava durasso de tão excitado que eu tava.
Me posiciono e ele começa a meter o pau... Ele de joelhos e eu com as pernas nos ombros dele. De repente, ele tira minhas pernas.
Ela pega na minha pica e começa a bater uma pra mim. Falei pra ela esperar porque tava meio seca, e aí, do nada, ela cuspiu na minha pica e continuou batendo.
Enquanto eu tava me masturbando, depois de bater uma punheta, ele começou a apalpar meus peitos com as mãos cheias de cuspe.
Depois daquele massagem, sem pedir minha permissão, ele começou a enfiar os dedos na minha boca, tudo isso enquanto me comia. Não sei por quê, mas fiquei ainda mais excitada com a situação. Acho que é uma coisa que ficou de ter visto nos pornôs, e nem me mexi. Me deixei levar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem, senta aqui em cima – pede o Nacho – me olhando.
Quando me acomodei, comecei a cavalgar aquela pica que tava toda babada e melada.
Nacho começou a massagear meus peitos de volta e, aos poucos, foi me levando pra baixo... aí ele chupou meus peitos por um tempo e, de repente, começou a me beijar.
Eu, que não tô acostumado a ser beijado, me agarrei numa. A gente tava trocando saliva igual doido.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Quero te encher de porra— ele disse entre gemidos.
Deitei de barriga pra baixo, porque foi assim que ele pediu, e ele se deitou por cima de mim com o pau enfiado.
Começou a me comer, e de volta enfiou a mão direita na minha boca. Me comia cada vez com mais força. Virou meu rosto e começou a me beijar. Um jeito estranho de beijo porque eu não conseguia virar a cabeça direito.
As investidas cada vez eram mais raras. Agora eu ouvia a respiração dela mais ofegante. Uns segundos a mais... e naquela hora mesmo me encheu de porra.
Ficou uns segundos dentro e por cima de mim. Quando tirou a pica, ainda tava escorrendo porra. Aí, muito putinha que sou, fui e limpei com a boca, como manda o figurino.
Fiquei deitado ali um pouco e o Nacho começou a se vestir.
Nessa aparece o Fede.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E como foi o segundo round? – pergunta
Eu tava ali todo cheio de porra, largado no colchão, e a única coisa que saiu foi uma risada de conformidade.
Eles voltaram a fumar e a beber. Quando eu estava me vestindo, o Nacho deitou do meu lado e começou a enfiar os dedos de novo no meu cu.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Já vai embora? — ela me pergunta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Sim, mas vale—respondo—além disso o anfitrião já tá bem cansado.
Então ela tirou os dedos e eu me vesti. Como não fumava nem bebia nada, fui embora.
Me despedi e ficou combinado que ia ter outra oportunidade pra transar.
Saio andando e, de repente, chega uma mensagem do Nacho.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Me espera na casa abandonada e vou te foder mais uma vez.
De vez em quando a gente dá umas saídas esporádicas com o Nacho, onde a gente faz uma rapidinha na garagem de uma casa abandonada.
Eu tava na dúvida, tava cansado, mas ainda tava com tesão. E não sabia o que fazer.
O Nacho tava me ligando pra ver se a gente ia se encontrar de novo, e aí na hora eu repensei a ideia de dar mais uma gozada com um terceiro.
Falei que sim, que esperava ele na casa abandonada.
Quando ele chegou, eu já tava esperando ele de joelhos. Na hora comecei a massagear o volume dele e o cara já tava com a pica dura de novo. Como ele faz, não sei.
Aí eu baixei a calça e a cueca dele e comecei a chupar a rola.
Na garagem entra uma luz que deixa ver claramente o que tem lá dentro. Então o Nacho, tarado como ele é, me pediu pra chupar devagar que ele queria me ver, e foi o que eu fiz, e ali mesmo a gente trocou olhares.
Enquanto eu chupava ele, enfiou dois dedos na minha boca.
Se abaixou pra me beijar… e foi me guiando pra eu ficar de pé. Quando levantei, começou a massagear meu volume e percebeu que eu também tava duro. Ele baixou minha calça e tirou minha rola pra fora, e ali mesmo começamos a esfregar nossas picas uma na outra, enquanto nos beijávamos.
Me encostou na parede, se agachou e começou a chupar minha buceta. Me dava uns tapas e eu pedia pra ele parar porque podiam nos ouvir, mesmo não tendo ninguém na rua às 5, quase 6 da manhã.
Ele parou, cuspiu na própria pica e começou a me comer. Muito rápido, e de vez em quando me dava um tapinha de leve.
Tira minha pica pra fora, se apoia em outra parede e me pede pra chupar ela.
Aí mesmo me ajoelhei e comecei a chupar ela de novo. Ela pediu pra eu chupar os ovos dela. Nisso, com os joelhos no ar, porque o chão tava muito sujo, comecei a perder o equilíbrio, então me segurei na bunda dela. Abrindo as nádegas dela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Chupa um pouco minha buceta—ela me diz.
Ela se virou e eu me agarrei na bunda dela como nunca tinha chupado antes. Agora eu batia uma pra ela pra não cair.
Fiquei lá um tempão e devo dizer que me deixei tentar, então, sem mais delongas, meti um tapão na bunda dela. Não fez tanto barulho assim.
Ela se virou e pediu pra eu ficar de pé pra me comer.
- Chupa meu cu mais um pouquinho – pedi pra ele.
Ela se agachou e começou a me comer o cu.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Cê gosta do jeito que eu chupo sua buceta?
E eu, longe de responder, só me queixava e gemia de prazer. Ela para e começa a me comer. Passa a mão na minha pica e começa a me punhetar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vamos ver, quero ver como você termina, promíscua – pediu Nacho.
Então peguei na minha rola e comecei a bater uma no meu ritmo enquanto ele me comia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Acabei de gozar— falei pra ela.
Ela tirou minha pica e se aproximou pra me ver bater uma... não aguentei nem dois segundos e já tava esguichando toda minha porra, que era uma quantidade enorme. Aí meu corpo inteiro relaxou.
Nacho pega na minha pica e tira as últimas gotas de leite, mas não limpa nem nada, só pega e começa a bater uma.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Vem cá que vou encher tua boca de porra— ele me ordenou.
Me agachei de boca aberta e ele gozou tudo dentro, até no meu rosto. Enfiei a pica na boca pra limpar ela. Quando já tínhamos terminado, ajeitamos a roupa e esperamos pra sair da garagem. E assim terminou uma das minhas melhores noites. Com a buceta e a boca cheias de porra.
Espero que vocês não tenham se entediado com tantos detalhes. Que tenham curtido a leitura tanto quanto eu curti escrever, com o pau duro.
Já sabem, se um dia estiverem em Salliqueló e quiserem comer um viado submisso, não hesitem em me chamar no meu WhatsApp 2392528783 ou no meu Telegram @salliquelogay.
Beijos pra todo mundo e pros seus paus.
1 comentários - Noche de trio con Fede y Nacho (2da parte- Relato)