Beleza, poringa boys, ultimamente tenho andado inspirada e acho que levar pirocada de todo lado foi muito libertador. A história a seguir foi com um reencontro de amigos do colégio, quando um deles ia casar com a namorada de quase 20 anos e com um filho em comum. A história desse cara é de louco, o maluco sempre foi um mulherengo, e eu apostava que ele ia continuar assim hoje em dia, com quase 40, mas não, assim que terminamos o colégio ele conheceu uma mina e se apaixonou de vez. A parada é que queriam fazer uma despedida de solteiro em cima da hora e me chamaram: "Seba, você que é meio personagem, topa uma despedida de solteiro pro Juan?" Um dos amigos me liga. Minha primeira reação foi: "Juan vai casar? Não acredito", aí perguntei o que ele queria fazer. Ele me contou a ideia: que eu me vestisse de mulher e dançasse pra ele, que fosse tudo bem bizarro. A ideia me agradou, pensei: "Não é ruim ir saindo aos poucos e me exibir como garota, já que cada dia me excitava mais a ideia de ter uns peitões e por que não? Ter uma buceta pra encher de porra." Mas se eu já tinha pegado gosto por usar fio dental bem marcada e me maquiar. Cada vez gostava mais de pau e mais de provocar. Fui pra casa do Juan, a ideia era que ele não me visse, então falei com o amigo dele. Tinha uma mochila com uma minissaia, uma camisa, botas, uma peruca e maquiagem. A casa do Juan era no fundo e na rua moravam os pais, lá o Ariel me abriu e mandou eu me trocar rápido. Quando entrei no banheiro, foi o paraíso, e olha que não era muito grande, mas já sentia ansiedade pra me vestir de mulher e não demorei pra estar de fio dental, sim, já era fato que tinha trocado as cuecas por tangas e, pra ser sincera, me sentia mais confortável. Coloquei meia, tela de rede, fui me trocando, coloquei meus peitos e sutiã, até ficar divina, mas faltava me maquiar. Um pouco de rímel, base no rosto, brilho nas pálpebras e batom vermelho, ouvi uns portões batendo e parei de falar. Caminhei um pouco e dava pra ouvir os saltos, aquele barulho me excitava, mas tentei não fazer barulho. Quando abri a porta, o Ariel estava lá, com dois caras que eu não conhecia, e eles ficaram de boca aberta. — Mas é bizarro, você parece uma gostosa de verdade. — Ariel falou e pegou na minha mão pra me dar uma voltinha. — Se vamos putanear, pelo menos que esquente de verdade, né? Os outros dois riam, apoiando o que eu disse. Ariel me pegou pela mão e me levou até onde o Juan estava, que tinha saído do banho e supostamente ia ter um jantar tranquilo com os amigos, mas quando apareci, ele segurou o rosto e disse: — O que você fez, idiota? Eu dancei pra ele porque o Ariel fez sinal e ele embarcou, nunca achei ele bonito, mas tinha seu charme. E aí ele me olhou, me reconheceu e bateu palmas. — Não acredito que é você! A gente conversou um pouco e tocou a campainha, mais alguém chegando. O Ariel foi atender, parecia que era o porteiro designado. Quando voltou, veio com esse cara, eu o reconheci, magro e alto, uns olhos verdes enormes, cabelo castanho bem curto e, quando sorria, tinha uns dentes separados peculiares. Não acreditei, era o Pablo, meu colega do ensino fundamental. Como eles se conheciam? Ele me viu e riu, na hora me reconheceu e eu dancei pra ele, juro que tava com a pica dura pra caralho, morria de medo que ele percebesse, nunca desejei tanto ter uma buceta como naquele momento. A gente tomou algo, comeu pizza, dançou um pouco, esse foi o resumo da despedida de solteiro que eu esperava que fosse mais louca, mas não passou de uma dança sexual e umas apalpadas. O Pablo, porém, se manteve respeitoso comigo, me olhava de vez em quando e a gente ria. Lá pelas 6, ele mesmo disse que ia me levar, e aí entrei no carro dele. Ele colocou a mão na minha perna e foi puxando papo. Mais sobre o que eu tava fazendo, nada muito além da vida dele, mas eu tava pegando fogo e, de repente, soltei: — Lembra quando no fundamental você me mostrava a pica no banheiro? Ele deu uma gargalhada e Aí ele me disse:
—Como vou esquecer, vamos relembrar os velhos tempos então.
Enquanto dirigia, eu já tava passando a mão no pau dele ali mesmo e parecia maior do que antes, ele tinha depilado os pelos e eu tava morrendo de vontade de tocar, até que ele freou e me disse:
—Lembro que você me olhava com desejo.
Eu neguei porque éramos amigos e, apesar da minha vontade latente, não ia estragar uma amizade, além do mais ele era um gato e teve suas namoradas. Aí ele pegou minha mão e colocou no pau dele, não consegui resistir e acariciei até ele começar a se mexer como se estivesse transando, e eu soltei, com certeza ele tava bêbado.
Sem abotoar a calça, ele ligou o carro e disse que ia me levar direto pra casa, mas não tava indo pra lá, não — pegou uma avenida e me levou pra um motel. O que ele tava fazendo? A questão é que no caminho ele ficava me olhando, e quando chegou no motel, tirou a camiseta e começou a me beijar.
Aí eu me soltei e dei uns beijos nele até deixar marcado de batom, mas o beijo que a gente trocou foi dinamite. Ele me fez ficar dura pra caralho e me virou pra meter, mas eu queria chupar o pau dele, apertar e brincar com ele.
Isso era real? Meu crush, meu primeiro amor homo, tava na cama comigo e eu vestida pra ocasião. Ele era supostamente hétero, mas ali tava comigo, sem medo, prestes a me fazer de sua putinha, sua mulher, e eu me senti mais mulher do que nunca — era meu verdadeiro eu.
A gente não transou, a gente fez amor. Ele me pegou na cama, no chuveiro, no carro, me furou toda e eu olhava pra ele como uma puta apaixonada até ele me deixar em casa.
Depois disso, ele me mandou uma mensagem enorme resumindo que eu não dissesse nada, mas que ele adorou. Depois apagou. Vai ser questão de tempo, mas quando fecho os olhos, imagino o pau dele dentro de mim e, caralho, não só é grande como ele sabe usar como ninguém.
—Como vou esquecer, vamos relembrar os velhos tempos então.
Enquanto dirigia, eu já tava passando a mão no pau dele ali mesmo e parecia maior do que antes, ele tinha depilado os pelos e eu tava morrendo de vontade de tocar, até que ele freou e me disse:
—Lembro que você me olhava com desejo.
Eu neguei porque éramos amigos e, apesar da minha vontade latente, não ia estragar uma amizade, além do mais ele era um gato e teve suas namoradas. Aí ele pegou minha mão e colocou no pau dele, não consegui resistir e acariciei até ele começar a se mexer como se estivesse transando, e eu soltei, com certeza ele tava bêbado.
Sem abotoar a calça, ele ligou o carro e disse que ia me levar direto pra casa, mas não tava indo pra lá, não — pegou uma avenida e me levou pra um motel. O que ele tava fazendo? A questão é que no caminho ele ficava me olhando, e quando chegou no motel, tirou a camiseta e começou a me beijar.
Aí eu me soltei e dei uns beijos nele até deixar marcado de batom, mas o beijo que a gente trocou foi dinamite. Ele me fez ficar dura pra caralho e me virou pra meter, mas eu queria chupar o pau dele, apertar e brincar com ele.
Isso era real? Meu crush, meu primeiro amor homo, tava na cama comigo e eu vestida pra ocasião. Ele era supostamente hétero, mas ali tava comigo, sem medo, prestes a me fazer de sua putinha, sua mulher, e eu me senti mais mulher do que nunca — era meu verdadeiro eu.
A gente não transou, a gente fez amor. Ele me pegou na cama, no chuveiro, no carro, me furou toda e eu olhava pra ele como uma puta apaixonada até ele me deixar em casa.
Depois disso, ele me mandou uma mensagem enorme resumindo que eu não dissesse nada, mas que ele adorou. Depois apagou. Vai ser questão de tempo, mas quando fecho os olhos, imagino o pau dele dentro de mim e, caralho, não só é grande como ele sabe usar como ninguém.
2 comentários - Que nena me volví!! Relato gay