Hombre o mujer? Parte 1

Fala, poringada! Tudo bem com vocês? Trouxe uma história nova que resolvi dividir em duas partes porque tem bastante gente aqui, então espero que curtam. Se já me leram antes, sabem mais ou menos minha linha do tempo; se não, sabem que comecei como um hétero que queria pegar todo mundo até começar a gostar de rola, e cada dia gosto mais. Mas, mesmo assim, entrei num dilema.

Essa história rolou uma semana atrás. Eu tinha saído pra caminhar um pouco quando cruzei com a Guillermina, a ex de um amigo, com quem acabei virando amigo. Fazia um tempão que eles tinham se divorciado, com dois filhos em comum, e não terminaram nada bem. Ela sempre me atraiu, desde que eu tinha 16 e ela 22, mas sempre me via como um moleque, e pra mim era uma paixonite, zero expectativas.

Apesar de a gente ainda se falar, quando vi ela, fiquei chocado com as tetonas que ela tinha ganhado, e não era nada de plástico. Ela disse que vinha caminhar às vezes, mas que sozinha não curtia, e na hora me chamou pra ir junto. Me sondou se eu tinha namorada e se ela era ciumenta, como se isso fosse normal. Óbvio que minha resposta foi não. Tô solteiro, sem namorada, sem ciúmes.

Conversa vai, conversa vem, ela falou que não tava em um relacionamento nem quis desde que se separou, e que saía bem de vez em quando porque se dedicava 100% aos filhos, mas naquele fim de semana ia sair com a Fernanda, a irmã. Me perguntou se eu saía estando solteiro, e eu disse que não muito, mas que seria legal fazer algo. Aí ela me convidou pra aquele fim de semana, e eu aceitei.

Faltavam uns dias e a gente trocava ideia pra caralho no WhatsApp, sempre teve uma boa vibe, mas ela nunca soube das minhas intenções, ou pelo menos acho que não. O que sei é que sempre tentaram me jogar pra cima dela, mas o fato de ser a ex de um amigo me segurava. Resumo: no fim de semana, fui buscar ela e a irmã, e de lá a gente ia pra um bar no centro, onde iam encontrar uns amigos. Quando vi a Guille, meus olhos quase pularam fora. Ela tava de jeans e um decote que marcou tudo. Enquanto a Fer era uma garota esbelta, mais alta que a irmã, só que sem nada no peito. Já a Guille tinha o que mostrar, e além da altura, estávamos na mesma altura. A parada é que, assim que chegamos, fomos pra uma mesa e pedimos uma breja. Na hora, apareceram uns amigos, dois casais, na faixa dos 40 anos. Mas uma coisa notável a Fer me fez saber: "Tá ligado que vocês tão se comendo com os olhos?" E nós dois desviamos o olhar. A relação com a Guille tinha mudado, senti que tinha algo da parte dela, e a gente riu. Na hora, ela me chamou pra ir no balcão com ela, já que estavam levantando as mesas, e fomos juntos.

Uma vez sozinhos, ela falou, num tom provocador: "Meus olhos tão aqui, ó, não aqui", enquanto apontava pras tetas. Foi aí que eu parti pra beijar ela, e não só ela se entregou, como a língua dela ficou louca, e eu meti a mão pra todo lado. Ficamos um tempão agarrando e depois vazamos, deixando a irmã com os amigos. Levei ela pra minha casa e, assim que cruzamos a porta, nos agarramos sem freio. Já na cama, deixei ela de calcinha e sutiã, e ela tava com um conjunto branco lindo. De vez em quando, eu imaginava que, se tivesse o corpo dela, não ficaria me escondendo tanto e deixaria fazer de tudo.

Na hora, ela pediu camisinha porque não queria engravidar e se ofereceu pra colocar em mim. Ela tinha umas mãos macias, mas o fato de colocar a camisinha com a boca me deu vontade de meter numa buceta. Por que eu tava tendo esses pensamentos se tava com uma gostosa daquelas? Tivemos uma noite gostosa, com boquete incluído, e meus pensamentos de "se eu fosse como ela" rolaram. Teve muito beijo, muito gozo e, no final, umas 6 da manhã, ela voltou pra casa. Já sabe, por causa dos filhos, eu entendo. O que me deixou perplexo foram aqueles peitos lindos, e eu pensava que, se fosse mulher, adoraria ser peituda pra fazer umas turcas. Continua...

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