Na verdade, foram 20 e uma puta, ou seja, eu.
Compartilho essa história porque me pediram muito, embora na real não tenha muito segredo, eu acho. Vocês é que vão dizer.
Já tinha uma certa experiência no mundo escort, na verdade, já me conheciam e um dos meus clientes habituais e favoritos me fez a proposta, me explicou quase tudo como queriam fazer:
Um barco saindo de Mar del Plata em direção a águas internacionais e ficar lá de sexta ao meio-dia até domingo à tarde/noite.
Levei meu tempo pra aceitar, me adicionaram num grupo de WhatsApp onde percebi que tinha uns caras conhecidos que iam pra festa, tudo homem maduro e bem vestido. Perguntei se ia alguma outra passiva ou mulher, e me disseram que não, que era só eu.
Aceita, chegou o dia, fomos de traffic pro lugar de onde a gente saía e eu fui uma das primeiras a chegar, enquanto iam chegando iam me cumprimentando, todos muito educados e até meigos, pelo menos até a gente zarpar.
Quando saímos do lugar, já começaram a se jogar em cima de mim. Tinha divisão de tarefas, mas óbvio que nenhuma era minha. No começo, me senti mal, então fui pro meu camarote descansar. Foi o meu homem, aquele que era meu cliente habitual, que veio me visitar no quarto e me falar que já estávamos em águas internacionais, águas fora da lei. Eu sabia que essa era a ideia, e isso me dava um pouco de medo, mas fazer o quê? Já conhecia vários ali.
Meu cliente pediu um serviço no meu camarote, eu já tava me sentindo um pouco melhor, então topei. Acho que o trato não era com o primeiro, mas fazer o quê, as coisas aconteceram assim.
Uma coisa que não comentei é que todos tinham mais de 45 anos e todos eram ativos. Não tinha mulher, nem outras passivas, só eles e eu.
Quando saí, a primeira coisa que passou pela minha cabeça é que eles, todos ou quase todos, já estavam sob efeito de alguma coisa, mas não sei do quê. Foi aí que reconheci vários famosos, e até famosos com família e recém-casados.
Eles mal me viram e, depois de perguntar como eu estava, finalmente me pegaram. Eu pensei que iam me pegar um de cada vez (depois até fizeram isso), mas não, todos juntos me cercaram e começaram a compartilhar meu corpo entre eles. Naquele momento, já tinha provado todos, literalmente estavam feitos uns cavalos, não sei o que tinha dado neles.
ALGUNS DETALHES DESSA EXPERIÊNCIA EU DEFINITIVAMENTE NÃO POSSO CONTAR.
Assim ficamos três dias, transamos de todas as formas possíveis, um de cada vez, de dois, todo mundo junto, ao ar livre, nos quartos, foi incrível, voltei fascinada e cansada, me falaram na hora que já iam organizar de novo, ficaram bem satisfeitos, acho eu.
Compartilho essa história porque me pediram muito, embora na real não tenha muito segredo, eu acho. Vocês é que vão dizer.
Já tinha uma certa experiência no mundo escort, na verdade, já me conheciam e um dos meus clientes habituais e favoritos me fez a proposta, me explicou quase tudo como queriam fazer:
Um barco saindo de Mar del Plata em direção a águas internacionais e ficar lá de sexta ao meio-dia até domingo à tarde/noite.
Levei meu tempo pra aceitar, me adicionaram num grupo de WhatsApp onde percebi que tinha uns caras conhecidos que iam pra festa, tudo homem maduro e bem vestido. Perguntei se ia alguma outra passiva ou mulher, e me disseram que não, que era só eu.
Aceita, chegou o dia, fomos de traffic pro lugar de onde a gente saía e eu fui uma das primeiras a chegar, enquanto iam chegando iam me cumprimentando, todos muito educados e até meigos, pelo menos até a gente zarpar.
Quando saímos do lugar, já começaram a se jogar em cima de mim. Tinha divisão de tarefas, mas óbvio que nenhuma era minha. No começo, me senti mal, então fui pro meu camarote descansar. Foi o meu homem, aquele que era meu cliente habitual, que veio me visitar no quarto e me falar que já estávamos em águas internacionais, águas fora da lei. Eu sabia que essa era a ideia, e isso me dava um pouco de medo, mas fazer o quê? Já conhecia vários ali.
Meu cliente pediu um serviço no meu camarote, eu já tava me sentindo um pouco melhor, então topei. Acho que o trato não era com o primeiro, mas fazer o quê, as coisas aconteceram assim.
Uma coisa que não comentei é que todos tinham mais de 45 anos e todos eram ativos. Não tinha mulher, nem outras passivas, só eles e eu.
Quando saí, a primeira coisa que passou pela minha cabeça é que eles, todos ou quase todos, já estavam sob efeito de alguma coisa, mas não sei do quê. Foi aí que reconheci vários famosos, e até famosos com família e recém-casados.
Eles mal me viram e, depois de perguntar como eu estava, finalmente me pegaram. Eu pensei que iam me pegar um de cada vez (depois até fizeram isso), mas não, todos juntos me cercaram e começaram a compartilhar meu corpo entre eles. Naquele momento, já tinha provado todos, literalmente estavam feitos uns cavalos, não sei o que tinha dado neles.
ALGUNS DETALHES DESSA EXPERIÊNCIA EU DEFINITIVAMENTE NÃO POSSO CONTAR.
Assim ficamos três dias, transamos de todas as formas possíveis, um de cada vez, de dois, todo mundo junto, ao ar livre, nos quartos, foi incrível, voltei fascinada e cansada, me falaram na hora que já iam organizar de novo, ficaram bem satisfeitos, acho eu.
1 comentários - 21 caras e um barco