Como contei no relato anterior, depois daqueles encontros com meus amigos Claudio e Tomás, ficou pendente entre mim e o Tomás algo a mais. Numa tarde daquele verão, ele foi me buscar em casa e me convidou pra casa do tio dele, que ele tava cuidando porque o tio estava de férias. Ele disse que a gente ia ficar sozinho e que me esperava lá. Naquela tarde, senti que meu sonho estava se realizando, finalmente ia poder ficar com ele. Sempre gostei dele e via como algo impossível, e de repente aconteceu. Ele me via como a putinha dele, e eu não sabia como fazer pra isso não mudar. Então, naquela tarde, peguei uma tanga preta da minha mãe, vesti e fui. Entrei na casa do tio dele, ele abriu a porta e, quando dei três passos pra dentro, me pegou forte por trás, me encostou na parede e começou a chupar meu pescoço. Tirei meu jeans e fiquei só com a tanga preta nova. Ele me olhou e sussurrou: "que putinho você é", enquanto apertava uma das minhas nádegas com uma mão e com a outra pegava no volume dele. Minha pica tava durinha pra caralho. Ele estava prestes a me dominar, e isso me deixava louco. Ele só baixou um pouco a tanga e se agachou atrás de mim, começou a lamber toda a minha bunda. Passava a língua por toda a racha do cu e, com as duas mãos, abria minhas nádegas de um jeito animal. Era algo selvagem, tava me enlouquecendo. A única coisa que eu queria era que ele metesse aquela pica enorme, mas ele tava se fazendo de difícil. Parece que alguém deu umas dicas pra ele sobre o que fazer, porque tudo estava perfeito. Depois de um tempo me deixando louco, ele se levantou e enfiou o dedo indicador. Passou de selvagem pra algo tão delicado que podia existir. Começou a me dilatar com tanto amor que eu não queria que acabasse nunca. Pedi por favor que me comesse. Ele riu e apoiou aquela cabeçona de pica no meu cu, começou a empurrar devagar. Cada centímetro fazia meu coração pular. Era uma sensação única. Doía porque era grande, mas ele fazia tão gostoso que eu não conseguia me segurar. Em poucos minutos, gozei de tão gostoso que tava, e ele continuava arrombando meu cu com tanto tesão. Cara, o pau subiu na hora de novo. Eu gozei e enchi meu ser de porra, quando senti todo aquele leite quente escorrendo pelo meu cu, me virei e quis beijar ele, mas ele me parou na hora e falou: "Não se confunde, tô praticando porque agora tenho namorada, eu gosto é de mina". Ele não só tinha arrombado meu cu, como também tinha partido meu coração, e feito um idiota eu falei pra ele que quando quisesse praticar de novo era só me chamar, que eu era amigo dele e podia contar comigo. Consolo: a gente passou o verão inteiro praticando.. Muito obrigada!!
1 comentários - Encontro com Tomás (conto)