Isso aconteceu quando eu tinha uns 15/16 anos. Eu morava só com a minha mãe, ela trabalhava à noite nos fins de semana numa balada e, como eu já tinha idade pra ficar sem babá, eu ficava sozinho jogando PlayStation. Dois amigos, Tomás e Cláudio, que eram um ano mais velhos que eu, vinham jogar lá em casa. Uma noite, já cansados de jogar por jogar um jogo de luta, um deles propôs jogar por prendas. No começo eram prendas bobas, sem muito desafio. Uma das prendas foi tomar um shot de licor de chocolate do armário da minha mãe, acho que foi isso que nos iniciou. Do nada, o mais velho dos meus amigos, Tomás, falou: "E se a gente jogar por uma punheta? Quem perder faz uma punheta pra quem ganhar". A gente riu, mas na hora eu aceitei. Naquele momento, fiquei com muito medo do que eles poderiam acabar falando, mas não podia perder aquela oportunidade. Como vocês podem imaginar, eu fiquei pra trás no jogo e, obviamente, perdi. Então tive que cumprir a prenda. Ele estava deitado no sofá e, assim que o jogo acabou, sem trocar uma palavra, eu me joguei nele. Tomás, surpreso, também não disse nada, só se ajeitou e abaixou a calça. Ele era magro e bem alto pra nossa idade, tinha uns 1,70 mais ou menos, cabelo comprido meio ruivo. Eu era mais baixinho, uns 1,50, e sempre fui gordinho, por isso sempre tive uma bunda grande. Tô me perdendo nos detalhes. Quando ele se ajeitou e deixou todo o saco dele à minha disposição, eu agarrei com força o pau dele, que era bem maior que o meu. Era a primeira vez que eu via um, e mais surpreendente ainda, a primeira vez que eu tinha um à disposição. Tava muito nervoso, mas não entrei em pânico. Depois de bater uma pra ele por um tempinho, ele já tava duro. Cada vez que crescia, mais bonito ficava. Eu tava tão concentrado que esqueci completamente que o Cláudio, meu outro amigo, estava no local. Ele não emitia nenhum som, só olhava atônito pra situação. Aí eu entendi que, se não incluísse ele nisso, corria o risco de ele comentar com alguém. Então, naquele momento, eu me decidi. como uma verdadeira puta, enfiei a pica do Tomás na boca e com a mão direita peguei no calção do Cláudio e puxei ele pra perto, e comecei a bater uma pra ele também. A pica do Tomás parecia não ter limites, cada vez tava maior, a cabeça crescia dentro da minha boca, ficava cada vez mais dura, e o Cláudio, meio tímido, me puxava pelo cabelo pra eu chupar ele também, mas eu não queria soltar a pica do Tomás, não até encher minha garganta de porra, era meu sonho e tava se realizando. Aos poucos o Cláudio foi perdendo a timidez e a sugestão dele pra eu fazer um boquete foi mudando, e quando eu vi, ele me tirou da pica do Tomás e meteu a pica dele na minha boca, e começou a foder minha boca com muita força, me fez sentir tão puta que eu amei, ele gozou na minha boca e chupei até a última gota de porra, não era muita mas sem dúvida foi uma das melhores coisas que me aconteceu, quando quis voltar pro Tomás ele já tava terminando, tentei pegar a dele também mas já tinha gozado no chão e pra todo lado, haha tinha porra pra todo canto. No fim de semana seguinte, a aposta subiu um pouco mais e decidimos que quem perdesse no kof a gente ia foder, como vocês podem adivinhar, eu perdi sem dar muita resistência. Antes de perder eu já tava pelado esperando eles comerem minha bunda gorda, o Tomás entre risadas me sentou no sofá e colocou a pica na minha boca, depois de um tempo de boquete enquanto o Cláudio nos olhava, me colocaram de quatro e enquanto eu lambia a cabeça do pênis do Tomás, o Cláudio igual um cachorrinho se posicionou atrás de mim e começou a bombar, não entrava direito e dava pra ver que o Cláudio no tesão se desesperava pra me comer, não tava fazendo direito porque não tava bem dura e minha bunda tava muito fechada, até que ele se posicionou bem e meteu de uma vez, me fez ver estrelas, eu sentia que tava me rasgando, as lágrimas caíam mas eu não queria que ele tirasse por nada desse mundo. Umas 6 ou 7 estocadas depois senti ele encher minha bunda de porra, vocês não imaginam a dor. que eu sentia que meu cu não tava preparado pra aquilo, pedi por favor pro Tomás não me comer porque ele ia me arrebentar, mesmo eu morrendo de vontade que ele fizesse. Naquele dia ele me perdoou e ficou satisfeito com o boquete delicioso que eu fiz. Tomei toda a porra gostosa de novo e deixamos pra semana seguinte a foda mais desejada. Depois daquelas noites, nossos fins de semana já eram totalmente diferentes. Meu encontro mais íntimo com o Tomás vou contar num próximo post. Muito obrigada!! Beijos!
2 comentários - Como fui iniciada (relato)