Uns anos atrás, eu trabalhava com transporte de mercadorias na minha caminhonete, às vezes fazia mudança e contratava algum cara como ajudante. Eu sou casado e já tinha tido vários encontros bissex com travestis, que eu amo — sempre trabalhei na rua e cruzava com elas direto, e usava elas constantemente, kkk. Mas nunca fiquei com caras nem homens. Numa mudança que apareceu, contratei um moleque de 20 anos, alto, magro, bem peludo nas pernas, que uma vez jogou futebol comigo. O cara zoava muito comigo e me abraçava com entusiasmo, era bem mão-puxada, falava muito sobre comer novinhas e essas coisas.
No dia, fomos fazer a mudança e, de repente, começou a chover. Então ficamos na caçamba da caminhonete esperando a chuva passar, eram umas 4 da tarde. Na caçamba, não tinha espaço pra se mexer muito, e a cada movimento era um roçando no corpo. Num desses, ele passa por trás de mim e roça na minha bunda, e brincando fala: "Vou dar uma comida nessa bunda". Eu entrei na brincadeira: "Vai comer o quê, você?" "Sabe como é que eu como com meu pau", ele disse. Não dei muita bola. Daí, um tempo depois, ele solta alto: "Como seria gostoso transar agora". Eu provoquei ele, dizendo que ele era só conversa, que não fazia nada. A chuva parou e terminamos a mudança. Num momento, ele passa por trás de mim de novo, e eu empurro ele com a bunda: "Você quer transar, né?", falei. Ele ficou paralisado. Voltando pra casa, ele ficou calado. Liguei pra casa e sabia que não tinha ninguém. Falei pra ele: "Você é tão machão assim? Vamos pra minha casa e me mostra."
Quando chegamos na esquina da casa dele, convidei ele pra descer. Nisso, ele fala: "Vamos pra sua casa tomar um mate." Dava pra ver o pau dele marcado na calça de moletom, durasso. Chegamos em casa, levei ele pro quarto de hóspedes e fui no banheiro, onde coloquei uma tanga que eu tinha. Entrei no quarto e falei: "Agora acabou a conversa fiada, vamos ver que comedor você é." Sentadinho na cama, ele tava se tocando no volume. Me ajoelhei e chupei o pau dele por cima da calça por um tempo, até que puxei pra fora e provei aquele pau babudo, comprido e rosado. Minha estreia não demorou: abaixei a calça e ele viu minha bunda inteira. Gada, ele não esperava, ficou louco, amou e começou a falar um monte de putaria pra mim. Me virei e comecei a rebolar a raba, me esfregando na pica dele. Continuei chupando ele por um tempo e não aguentamos mais. Deitei ele de barriga pra cima, sentei na pica dura, babada e quente dele até ela entrar toda. Ele gemeu como se fosse inexperiente, e minha raba mais louca ainda começou a cavalgar aquela pica a mil. De tesão, me mexia igual uma cobra no corpo dele, beijava ele e esfregava nossas picas. Ele adorava, tirava e colocava a pica dele à vontade. Deixei ele enfiar os dedos e até coloquei a pica dele na minha boca, mas eu só queria gozar com a pica dele. Me fiz comer sentada, em pé, deitada, de mil jeitos. Tirei duas gozadas dele. A pica dele era comprida e não muito grossa, e rasgava minha carne da raba. Não broxava e não doía, era do tamanho certo pra minha raba. E saímos pra tomar uma breja. Depois daquele dia, vieram mais viagens juntos e mais fodas épicas em lugares públicos. Se vocês gostaram, vou postar mais relatos.
No dia, fomos fazer a mudança e, de repente, começou a chover. Então ficamos na caçamba da caminhonete esperando a chuva passar, eram umas 4 da tarde. Na caçamba, não tinha espaço pra se mexer muito, e a cada movimento era um roçando no corpo. Num desses, ele passa por trás de mim e roça na minha bunda, e brincando fala: "Vou dar uma comida nessa bunda". Eu entrei na brincadeira: "Vai comer o quê, você?" "Sabe como é que eu como com meu pau", ele disse. Não dei muita bola. Daí, um tempo depois, ele solta alto: "Como seria gostoso transar agora". Eu provoquei ele, dizendo que ele era só conversa, que não fazia nada. A chuva parou e terminamos a mudança. Num momento, ele passa por trás de mim de novo, e eu empurro ele com a bunda: "Você quer transar, né?", falei. Ele ficou paralisado. Voltando pra casa, ele ficou calado. Liguei pra casa e sabia que não tinha ninguém. Falei pra ele: "Você é tão machão assim? Vamos pra minha casa e me mostra."
Quando chegamos na esquina da casa dele, convidei ele pra descer. Nisso, ele fala: "Vamos pra sua casa tomar um mate." Dava pra ver o pau dele marcado na calça de moletom, durasso. Chegamos em casa, levei ele pro quarto de hóspedes e fui no banheiro, onde coloquei uma tanga que eu tinha. Entrei no quarto e falei: "Agora acabou a conversa fiada, vamos ver que comedor você é." Sentadinho na cama, ele tava se tocando no volume. Me ajoelhei e chupei o pau dele por cima da calça por um tempo, até que puxei pra fora e provei aquele pau babudo, comprido e rosado. Minha estreia não demorou: abaixei a calça e ele viu minha bunda inteira. Gada, ele não esperava, ficou louco, amou e começou a falar um monte de putaria pra mim. Me virei e comecei a rebolar a raba, me esfregando na pica dele. Continuei chupando ele por um tempo e não aguentamos mais. Deitei ele de barriga pra cima, sentei na pica dura, babada e quente dele até ela entrar toda. Ele gemeu como se fosse inexperiente, e minha raba mais louca ainda começou a cavalgar aquela pica a mil. De tesão, me mexia igual uma cobra no corpo dele, beijava ele e esfregava nossas picas. Ele adorava, tirava e colocava a pica dele à vontade. Deixei ele enfiar os dedos e até coloquei a pica dele na minha boca, mas eu só queria gozar com a pica dele. Me fiz comer sentada, em pé, deitada, de mil jeitos. Tirei duas gozadas dele. A pica dele era comprida e não muito grossa, e rasgava minha carne da raba. Não broxava e não doía, era do tamanho certo pra minha raba. E saímos pra tomar uma breja. Depois daquele dia, vieram mais viagens juntos e mais fodas épicas em lugares públicos. Se vocês gostaram, vou postar mais relatos.
3 comentários - Meu primeiro foda com minha ajudante
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