Esses últimos dias foram agitados... encontrei um lugar novo muito foda pra pegar gente e ainda por cima relativamente perto de casa, um espaço verde bem grande onde dá pra ir caminhar, tem vários caminhos que levam a lugares bem escondidos e quase não tem gente, já tinha passado umas vezes por ali perto mas costumam ter putinhas se prostituindo e são bem noiadas, então além de uma ou outra vez preferi não me meter porque por ir atrás de pica não quero voltar com a cara cortada.
Na sexta fui e caminhando primeiro cruzei um coroa, nos cumprimentamos, trocamos uns olhares, mas ficou por isso, depois cruzei um cara mais ou menos da minha idade, acho, nos cumprimentamos, pensei que era super passivo pela voz, roupa e atitude, mas é, meu instinto falhou e feio, cada um seguiu seu rumo mas logo nos cruzamos de novo, conversamos um pouco e rapidinho começamos a nos beijar, peguei no volume dele e dava pra sentir algo bem grande e duro, entramos numa parte ainda mais afastada e escondida, contra um muro e continuamos nos pegando a todo vapor, ele ficou encostado numa parede e enquanto eu enfiava a mão debaixo da calça dele pra amassar a pica ele fazia o mesmo na minha bunda pequena, logo começou a enfiar um dedo, não aguentei mais, puxei o short dele pra baixo, o pedaço de carne dele saltou como uma mola, comecei a bater uma pra ele, dei uma última olhada pra ver se não tinha ninguém à vista, falei pra ele ficar de olho e me ajoelhei pra chupar ele, que pica gostosa o guri, grossa, comprida, a cabeça da pica não descascava toda, então acho que por isso tinha um cheirinho delicioso, ele era peludo, enquanto chupava segurava o tronco com uma mão e com a outra as bolas, ele pegou minha mão e levou pro cuzinho dele, então comecei a acariciar ele, também bem peludinho, fiz ele virar, terminei de puxar o short até os joelhos e dei uma boa chupada de cu, ele abriu com as mãos pra eu lamber bem o buraquinho, depois de Um tempo depois, ele se virou e eu continuei batendo uma punheta até ele me mandar parar porque viu alguém relativamente perto, do outro lado de umas árvores. Aí eu parei e era o coroa que eu tinha encontrado antes. "Fica tranquilo, não tem problema, esse aí também tá caçando", ele riu um pouco, e parece que os dois ficaram com tesão de ter uma plateia, porque a gente continuou. Voltamos a nos beijar, passei saliva no meu buraquinho, me segurei numa estrutura de metal que tinha ali, empinei a raba e senti um pedaço enorme começando a entrar. Como foi gostoso sentir esse pauzão! Me afastei um pouco pra tirar, passei mais saliva de novo e ele meteu outra vez. Dessa vez, acho que já entrou metade. Eu não conseguia evitar de gemer de prazer, mas também de dor, então tapava a boca com uma mão pra me calar, e ele começou a meter mais forte. O coroa chegou bem mais perto, então a gente deu uma pausa, ele nos cumprimentou e seguiu o caminho dele. Eu me abaixei de novo e agarrei naquele pinto gostoso. Depois de um tempo, ouvimos barulho de novo, então preferimos parar por ali, só por precaução, e cada um seguiu seu rumo. Caminhei mais um pouco, mas não tinha ninguém, só um ou outro casal tomando mate. Quando já tava indo embora, cruzei com ele de novo, a gente conversou um pouco, trocamos uns beijos e eu fui pra saída. Quando tava chegando lá, o caminho fica quase colado na avenida que eu falei no começo, onde tem uns gatinhos caçando. Só separa uns matos e uma grade. Dava pra ver que tinha muuuuito movimento, vários caras dando volta, muitos carros estacionados. Na calçada, tinha um motoqueiro na mesma. Gostei do careca, a gente trocou uns olhares e eu fiquei paradinho, encostado num mirante. Ele pegou no volume e eu abaixei a calça pra mostrar minha bundinha minúscula de sunga. Ele tirou o pau pra fora, então eu me enfiei no mato, estiquei a mão pela grade e agarrei ele. Na hora, me abaixei pra chupar ele enquanto alguns carros nos olhavam. Foi só um rapidinho porque tava com medo de alguém passar e ver a gente, mas Tava uma delícia.
Hoje voltei, tô saindo pra caminhar pra fazer um pouco de exercício e esse lugar fica bem no caminho, então entrei. No mesmo lugar da avenida, um cara de carro me olhava e fazia sinal com a cabeça pra eu ir, mas eu tinha acabado de entrar, achei muito óbvio e sem noção sair na hora. O que me deixou com tesão foi que, enquanto eu continuava andando, ele avançava com o carro me chamando. Me deu uma vontade do caralho e no fundo eu queria que, quando eu saísse, ele ainda estivesse por ali. Já era um pouco tarde, o lugar fecha, então fiz uma caminhada rápida, não vi nada interessante e fui pra saída. No mesmo lugar onde tinha pego o motoqueiro, dessa vez tinha um carro estacionado do outro lado da avenida. Cruzamos olhares, fiquei parado, fiz o mesmo que pro otário: mostrei a bunda pequenininha enquanto ele saiu do carro e segurou o pacote. Cheguei perto do portão, ele atravessou a avenida. Era um macho bem estilo vagabundo gostoso, roupa de academia, cara de putinho safado. Me deu tesão na hora. Achei que ele ia tirar o pau pra fora, mas ele perguntou como entrar. Me fiz de besta e, pra não queimar o lugar, falei que ali não dava pra fazer nada, que tinha câmera e segurança rondando. Só conversa fiada pra não encher de cara sem noção. Falei que tava afim de uma rola, que dei a volta e estacionei perto da entrada, que eu já tava saindo. Saí e na hora vi ele estacionar. Fez sinal pra eu entrar atrás. Entrei e ele também passou pro banco de trás. Na hora peguei no volume dele, nem tentei dar uns beijinhos porque achei que ele ia me mandar tomar no cu, hahaha. Ele tirou o pau pra fora e, puta merda, que pedaço gostoso o vagabundo tinha, e já tava durasso. Me lembrou o Negro Pablo de Okupas, mas bonito. Comecei a chupar ele, ele segurava minha cabeça e me fazia engasgar. O filho da puta era bem bruto. Eu comecei a chupar devagar, de pouco em pouco, suave, e nada, esse era do tipo que gosta de enfiar até a garganta. "Cê gosta, putinha?" com a rola na minha boca, eu mexia. A cabeça pra cima e pra baixo num sinal de "sim", ele me soltou um pouco e comecei a passar a linguinha, dar beijinhos no tronco, "que delícia que tá, papai", falei enquanto olhava pra ele com os olhos cheios d'água. Ele só conseguiu sorrir com aquela carinha de safado. Engoli a baba que tinha acumulado, assoei o nariz rápido com o punho da jaqueta porque o desgraçado tinha me deixado toda mole, e de novo me fez chupar tudo com força bruta. "Você engole ou gozo na sua bunda?", fiquei com medo de ele querer meter sem camisinha, então falei que gostava de engolir, mas claramente ele esperava outra resposta. Por sorte, ele perguntou se eu tinha camisinha, e eu tinha saído preparada. "Coloca em mim", encostei na cabeça dele e, com a boca e um pouco de ajuda da mão, coloquei. "Chupa mais um pouco", aproveitei pra deixar bem molhada. Mostrei a bunda minúscula, me virei de lado, passei saliva no buraquinho, ele baixou a calça até os joelhos (que pernas enormes o safado mostrou), se ajeitou, me segurou firme pela cinturinha e me deu uma porrada de pica. Me fez ver estrelas, filho da puta, doeu pra caralho, soltei um grito de zero prazer, tentei me afastar um pouco. "Vai, aguenta, se ajeita direito, puta", e obviamente obedeci. Passei mais saliva e, pá, mais uma pica. Doía, mas eu tinha que aguentar. Afrouxei a bunda e deixei ele me usar. Por sorte, ele gozou bem rápido, tava dura que nem pedra, filho da puta. Soltou uns gemidos gostosos enquanto apertava a boca. Ficamos conversando um tempo, o cara era legal. Me contou como era o movimento naquela área, que as travestis que trabalham lá são bravas, que ele já teve que se resolver na mão mais de uma vez, porque ele foi no mato com uma promíscua e uma puxou uma faca, mas esse malandro favelado (literalmente) não aceita desaforo. Isso me deixou com muito tesão, e ele ainda falou pra eu tomar cuidado. Espero cruzar com ele de novo.
Na sexta fui e caminhando primeiro cruzei um coroa, nos cumprimentamos, trocamos uns olhares, mas ficou por isso, depois cruzei um cara mais ou menos da minha idade, acho, nos cumprimentamos, pensei que era super passivo pela voz, roupa e atitude, mas é, meu instinto falhou e feio, cada um seguiu seu rumo mas logo nos cruzamos de novo, conversamos um pouco e rapidinho começamos a nos beijar, peguei no volume dele e dava pra sentir algo bem grande e duro, entramos numa parte ainda mais afastada e escondida, contra um muro e continuamos nos pegando a todo vapor, ele ficou encostado numa parede e enquanto eu enfiava a mão debaixo da calça dele pra amassar a pica ele fazia o mesmo na minha bunda pequena, logo começou a enfiar um dedo, não aguentei mais, puxei o short dele pra baixo, o pedaço de carne dele saltou como uma mola, comecei a bater uma pra ele, dei uma última olhada pra ver se não tinha ninguém à vista, falei pra ele ficar de olho e me ajoelhei pra chupar ele, que pica gostosa o guri, grossa, comprida, a cabeça da pica não descascava toda, então acho que por isso tinha um cheirinho delicioso, ele era peludo, enquanto chupava segurava o tronco com uma mão e com a outra as bolas, ele pegou minha mão e levou pro cuzinho dele, então comecei a acariciar ele, também bem peludinho, fiz ele virar, terminei de puxar o short até os joelhos e dei uma boa chupada de cu, ele abriu com as mãos pra eu lamber bem o buraquinho, depois de Um tempo depois, ele se virou e eu continuei batendo uma punheta até ele me mandar parar porque viu alguém relativamente perto, do outro lado de umas árvores. Aí eu parei e era o coroa que eu tinha encontrado antes. "Fica tranquilo, não tem problema, esse aí também tá caçando", ele riu um pouco, e parece que os dois ficaram com tesão de ter uma plateia, porque a gente continuou. Voltamos a nos beijar, passei saliva no meu buraquinho, me segurei numa estrutura de metal que tinha ali, empinei a raba e senti um pedaço enorme começando a entrar. Como foi gostoso sentir esse pauzão! Me afastei um pouco pra tirar, passei mais saliva de novo e ele meteu outra vez. Dessa vez, acho que já entrou metade. Eu não conseguia evitar de gemer de prazer, mas também de dor, então tapava a boca com uma mão pra me calar, e ele começou a meter mais forte. O coroa chegou bem mais perto, então a gente deu uma pausa, ele nos cumprimentou e seguiu o caminho dele. Eu me abaixei de novo e agarrei naquele pinto gostoso. Depois de um tempo, ouvimos barulho de novo, então preferimos parar por ali, só por precaução, e cada um seguiu seu rumo. Caminhei mais um pouco, mas não tinha ninguém, só um ou outro casal tomando mate. Quando já tava indo embora, cruzei com ele de novo, a gente conversou um pouco, trocamos uns beijos e eu fui pra saída. Quando tava chegando lá, o caminho fica quase colado na avenida que eu falei no começo, onde tem uns gatinhos caçando. Só separa uns matos e uma grade. Dava pra ver que tinha muuuuito movimento, vários caras dando volta, muitos carros estacionados. Na calçada, tinha um motoqueiro na mesma. Gostei do careca, a gente trocou uns olhares e eu fiquei paradinho, encostado num mirante. Ele pegou no volume e eu abaixei a calça pra mostrar minha bundinha minúscula de sunga. Ele tirou o pau pra fora, então eu me enfiei no mato, estiquei a mão pela grade e agarrei ele. Na hora, me abaixei pra chupar ele enquanto alguns carros nos olhavam. Foi só um rapidinho porque tava com medo de alguém passar e ver a gente, mas Tava uma delícia.
Hoje voltei, tô saindo pra caminhar pra fazer um pouco de exercício e esse lugar fica bem no caminho, então entrei. No mesmo lugar da avenida, um cara de carro me olhava e fazia sinal com a cabeça pra eu ir, mas eu tinha acabado de entrar, achei muito óbvio e sem noção sair na hora. O que me deixou com tesão foi que, enquanto eu continuava andando, ele avançava com o carro me chamando. Me deu uma vontade do caralho e no fundo eu queria que, quando eu saísse, ele ainda estivesse por ali. Já era um pouco tarde, o lugar fecha, então fiz uma caminhada rápida, não vi nada interessante e fui pra saída. No mesmo lugar onde tinha pego o motoqueiro, dessa vez tinha um carro estacionado do outro lado da avenida. Cruzamos olhares, fiquei parado, fiz o mesmo que pro otário: mostrei a bunda pequenininha enquanto ele saiu do carro e segurou o pacote. Cheguei perto do portão, ele atravessou a avenida. Era um macho bem estilo vagabundo gostoso, roupa de academia, cara de putinho safado. Me deu tesão na hora. Achei que ele ia tirar o pau pra fora, mas ele perguntou como entrar. Me fiz de besta e, pra não queimar o lugar, falei que ali não dava pra fazer nada, que tinha câmera e segurança rondando. Só conversa fiada pra não encher de cara sem noção. Falei que tava afim de uma rola, que dei a volta e estacionei perto da entrada, que eu já tava saindo. Saí e na hora vi ele estacionar. Fez sinal pra eu entrar atrás. Entrei e ele também passou pro banco de trás. Na hora peguei no volume dele, nem tentei dar uns beijinhos porque achei que ele ia me mandar tomar no cu, hahaha. Ele tirou o pau pra fora e, puta merda, que pedaço gostoso o vagabundo tinha, e já tava durasso. Me lembrou o Negro Pablo de Okupas, mas bonito. Comecei a chupar ele, ele segurava minha cabeça e me fazia engasgar. O filho da puta era bem bruto. Eu comecei a chupar devagar, de pouco em pouco, suave, e nada, esse era do tipo que gosta de enfiar até a garganta. "Cê gosta, putinha?" com a rola na minha boca, eu mexia. A cabeça pra cima e pra baixo num sinal de "sim", ele me soltou um pouco e comecei a passar a linguinha, dar beijinhos no tronco, "que delícia que tá, papai", falei enquanto olhava pra ele com os olhos cheios d'água. Ele só conseguiu sorrir com aquela carinha de safado. Engoli a baba que tinha acumulado, assoei o nariz rápido com o punho da jaqueta porque o desgraçado tinha me deixado toda mole, e de novo me fez chupar tudo com força bruta. "Você engole ou gozo na sua bunda?", fiquei com medo de ele querer meter sem camisinha, então falei que gostava de engolir, mas claramente ele esperava outra resposta. Por sorte, ele perguntou se eu tinha camisinha, e eu tinha saído preparada. "Coloca em mim", encostei na cabeça dele e, com a boca e um pouco de ajuda da mão, coloquei. "Chupa mais um pouco", aproveitei pra deixar bem molhada. Mostrei a bunda minúscula, me virei de lado, passei saliva no buraquinho, ele baixou a calça até os joelhos (que pernas enormes o safado mostrou), se ajeitou, me segurou firme pela cinturinha e me deu uma porrada de pica. Me fez ver estrelas, filho da puta, doeu pra caralho, soltei um grito de zero prazer, tentei me afastar um pouco. "Vai, aguenta, se ajeita direito, puta", e obviamente obedeci. Passei mais saliva e, pá, mais uma pica. Doía, mas eu tinha que aguentar. Afrouxei a bunda e deixei ele me usar. Por sorte, ele gozou bem rápido, tava dura que nem pedra, filho da puta. Soltou uns gemidos gostosos enquanto apertava a boca. Ficamos conversando um tempo, o cara era legal. Me contou como era o movimento naquela área, que as travestis que trabalham lá são bravas, que ele já teve que se resolver na mão mais de uma vez, porque ele foi no mato com uma promíscua e uma puxou uma faca, mas esse malandro favelado (literalmente) não aceita desaforo. Isso me deixou com muito tesão, e ele ainda falou pra eu tomar cuidado. Espero cruzar com ele de novo.
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