
E é assim que a manhã começa depois de passar a noite virado um viadinho afeminado. Deixei a masculinidade pra trás, as mulheres não me atraem — pelo menos não pra dar amor como um homem — mas eu consigo adotar a feminilidade e a delicadeza delas pra incorporar no meu ser. Aquele garoto que é toda uma mocinha e que decidiu se tornar um viado. À noite, sob o efeito do cristal, sou todo um baitola, minha bunda fica latejando e minha boca pede pica e porra, e só penso em mostrar meu cu pros caras por mensagem ou videochamada. E quanto mais o tempo passa, mais longe quero ir, a ponto de precisar ser a mulher de um macho, que me domine e me amasse sexualmente.


Começo a me deixar levar, faz de mim o que quiser, contanto que me adoça o paladar com esses cristais quentes que me levam. Para a glória e o prazer.



Já tô mais que pronto pra cumprir meu propósito. Me humilha e me rebaixa sexualmente, vou sucumbir à paixão e à luxúria e vou me tornar perversa.




Serei viado, submisso e afeminado, porque esse é meu destino e meu caminho.






Enquanto tiver pau, essa putinha come tudo, bem viado. Olha só como ela devora.
1 comentários - Amanhecer nos braços da febre