De volta pra casa

De volta pra casaBom, já de volta pra casa depois daquela trepada violenta que eu levei, tava toda suja, cheia de esperma, babas, vômito, suor e maquiagem borrada. Fui por uma rua menos movimentada, lembrando do que tinha rolado, quando um taxista me diz: "Boa noite, meu filho, te levo, é muito tarde pra andar na rua, ainda mais assim vestido." Aceitei e entrei no táxi. Era um velho barrigudo, simpático, até que limpo e muito educado, e puxou conversa. Tudo bem, até que ele me perguntou se eu trabalhava me prostituindo ou o que eu fazia. Falei que não, que eu fazia de graça. Contei que vinha da casa de um amigo e, sim, disse que a gente tinha se encontrado e não deu tempo de trocar de roupa, por isso tava assim. O taxista não fez nenhuma cara, e eu, por algum motivo, falei que não tinha dinheiro pra pagar a corrida, mas que podia pagar de outro jeito, se ele quisesse. Ele só sorriu e disse: "Ah, meu filho, mas eu poderia ser seu pai, como é que pode?" Aí eu falei que era isso que eu mais gostava. Sem pedir permissão nem nada, abaixei a braguilha da calça dele e puxei o pau pra fora. Era de bom tamanho. Ele não disse nada, nem fez cara feia, só continuou dirigindo. Eu comecei a chupar a rola dele, fiquei com muito tesão e só sugava. Ele entrou num beco e parou. Me disse: "Vem, vamos pra um quarto que tenho aqui.promiscua
bicha
baitola
MaricaEntramos e tinha uma cama, uma TV e poucos móveis, era confortável. Ao entrar, ele me disse que queria que eu fizesse ele se sentir homem, e eu respondi que sim, mas que queria que ele me fizesse sentir uma bicha afeminada e que desejava ser o que ele quisesse. Nisso, me ajoelhei, abaixei a calça dele e comecei a chupar o pau dele. Enquanto fazia isso, ele passava a mão na minha bunda e me tocava o corpo todo. Eu estava muito drogado e excitado, e comecei a agir como se não soubesse o que estava acontecendo. Ele me levantou e começou a acariciar minha bunda, e então disse: "Quero ver seu pau, viado." Eu mostrei e falei: "Desculpa, mas não funciona e é pequenininho." Ele riu e disse que tudo bem, que eu não me preocupasse, porque no fim das contas ele só ia usar minha boca e meu cu. Eu, tão excitada que estava, comecei a soltar líquido pelo meu pintinho, e ele disse: "Dá pra ver que você tá bem tarada." E mandou: "Fica de quatro e abre essa buceta.Travesti

garoto sissyEu aceitei e fiquei de quatro feito uma puta, ele me agarrou pela cintura e começou a me comer, uff, eu gritava e gemia, só queria mais, e aí senti um jorro quente dentro do cu e começou a escorrer.mariconzinho
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MaricaTirei a tanguinha e joguei na bolsa, fui sem nada por baixo, mostrando a bunda, mas meu pinto mal dava pra ver de tão pequeno que era. Entrei no táxi e ele me deixou em casa.Travesti
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De volta pra casa
promiscuaEspero que tenham gostado do conto, valeu, papais.

2 comentários - De volta pra casa

GIEGUI
Me encanta seguramente yo en esa situación y en ese estado hubiese hecho lo mismo