Buceta e submissa

Buceta e submissaComo sempre, me depilei toda, maquiagem, uns brincos, uma saia super curta tipo colegial, meia arrastão, salto alto, blusa tipo top e um plug anal pra já estar preparada. Saí pra caminhar na avenida principal atrás de uma aventura e encontrei. Um jovem se aproximou e perguntou por que eu tava tão sozinha, e eu respondi que por que ninguém tinha aparecido pra me acompanhar. Ele tava bêbado e falou: "Ei, espera aí". Ele não tinha percebido que eu era viado, porque eu fazia a voz bem fina e delicada, embora desse pra notar que não era mulher. Ele me perguntou se eu era mulher, e eu disse que não, soltando um sorriso safado. Ele só fez uma cara de pervertido e falou: "Vamos pra minha casa, te convido pra uma cerveja". Eu disse que não bebia, mas que se ele me arrumasse um pouco de metha, eu topava. Ele aceitou. Fomos embora e, quando chegamos, já tava tudo lá. Acontece que ele também fumava metha. Então comecei a fumar, coloquei uma música e comecei a rebolar a bunda com a intenção de fazer ele me desejar. E minha surpresa foi que ele disse o seguinte: (H=homem, M=viado) H- "Ei, pra ser viado, você é uma delícia 😋🫠" M- "Valeu, gato" H- "Nunca me envolvi com viados, mas você vai ser o primeiro" M- "Ah, é? Então quer dizer que a roupa tá me atrapalhando" H- "Você tá muito gostosa assim, e vejo que tá de fio dental, aquela que desvia pro lado. Me diz seu nome" M- "Me chamo Alex e sou todo seuViado

escrava sexual
submissa
Travesti
mariconzinho
bicha passiva
Buceta e submissa
Viado
escrava sexual
submissa
Travesti
mariconzinho
bicha passiva


Buceta e submissal se m eViado
escrava sexualEle me cercou e começou a passar a mão na minha bunda, brincando com meu butt plug. Eu comecei a gemer e me deixei levar. Ele tirou a rola pra fora e começou a se tocar. Na hora eu agarrei, me virei de frente, me ajoelhei até ficar de frente com a rola dele. Era grande, grossa e lisinha. Cheirava a suor e mijo, isso me excitou ainda mais. Abri meus lábios, coloquei a língua pra fora e comecei a saborear. Engolia ela devagar, e ele só falava que gostoso, pra eu continuar. Eu metia até a garganta, me engasgava com ela. Minha boca começou a salivar demais, as ânsias faziam sair um pouco de vômito, e eu não parava. Ele só curtia aquilo. Ele me mandou ficar de quatro no sofá, filho, deixa eu provar essa bunda que tá uma delícia. Fiquei de quatro e ele tirou o plug. Aí começou a lamber minha entrada com a língua. Eu, fascinado, só gemia que nem uma puta, e ele enfiava a língua. Eu só gemia e, ao mesmo tempo, fumava mais metha pra aumentar o tesão. Nisso, ele se levantou, ficou atrás de mim com a rola bem dura e começou a esfregar no meu cu. De repente, começou a pressionar e abrir minha bunda. Doía, mas eu adorava sentir aquela dor, era prazerosa. Eu comecei a falar: — M: Sim, gostoso, enfia tua rola e não para, eu adoro. — H: Sim, vagabunda, vou destruir essa sua bunda. — M: Sim, me destrói tudo, me faz mais viado. Ele meteu de uma vez. Eu gritei, mas não de prazer e dor. Ele começou a meter e tirar, brincava com meu cu do jeito dele, rebolava super gostoso, sempre dominante, e eu sempre submisso e obediente. Aquela rola entrava toda. Eu só gemia e gritava de prazer. Já tava no modo superquente. De repente, sinto um jorro quente, e nisso ele tira, me vira, me põe de joelhos e enfia até a garganta, deixando sair jorros de esperma que inundaram minha boca. Escorria pelos meus lábios, descia pela boca. Saiu tanto que caiu bastante no meu peito e na blusa, e além disso, meu cu escorria, a tanga ficou toda molhada no fio. E eu só, feliz e contente, saí da casa dele que nem uma puta barata, com a maquiagem borrada, fedendo. Sexo e bem chapado, e fui pra minha casa. Bom, já vou contar depois a segunda parte dessa história. Amo vocês.

1 comentários - Buceta e submissa